terça-feira, 16 de abril de 2013

ELE CHEGOU AOS 60 DANÇANDO


Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, dançarino e coreógrafo brasileiro Carlinhos de Jesus.
Carlos Augusto de Jesus nasceu aqui no Rio, em 27 de Janeiro de 1953.
No início da juventude, ele trabalhou como visitador social (uma espécie de assistente social que tem a função de localizar as famílias de adolescentes infratores).
No tempo livre, o Carlos sempre ia dançar em festas e outros eventos sociais dos subúrbios do Rio. E foi devido a isso que, com 32 anos, ele decidiu passar a trabalhar com dança, ficando conhecido logo depois com o nome de Carlinhos de Jesus. Mas algumas vezes também apareceria como Carlinhos Jesus ou Carlos Jesus.
Em 1986, ele teve o 1º trabalho como ator: um pequeno personagem no filme A Ópera do Malandro.
Mas o Carlinhos nunca se dedicou muito à carreira de ator e só teve até hoje 8 trabalhos no cinema e televisão. Foram as carreiras de coreógrafo e dançarino que sempre vieram em 1º plano pra ele. E em ambas ele é reconhecido como um dos grandes nomes do Brasil.
Na festa de aniversário do ator Maurício Mattar em 2008, o Carlinhos chamou a atenção do público gay ao dar um delicioso selinho no aniversariante...
Muita gente queira tá no lugar do Carlinhos, né?rsrs
Por falar nisso, podem clicar aqui pra ver um post sobre o Maurício:


Bom, o Carlinhos acabou de completar 60 anos e, pra idade dele, ainda tá com tudo em cima, né?
Aliás, ele sempre foi magro.
O Carlinhos nunca foi aquele artista de vir a público pra ficar expondo fofocas sobre as intimidades dele. Assim, não são muitas as informações que a gente encontra sobre a vida pessoal dele. Mas se sabe que ele foi casado 2 vezes. Do 1º casamento nasceu o cantor Dudu de Jesus e do 2º nasceu a publicitária Tainah de Jesus.
O Dudu foi assassinado por motivos não muito claros em Novembro de 2011 (há a hipótese de que ele tava tendo um caso com a namorada de um bandido, mas nada ficou provado até agora). Mas os assassinos parecem ter sido presos recentemente.

Hoy vamos a hablar un poco sobre el actor, bailarín y coreógrafo brasileño Carlinhos de Jesus.
Carlos Augusto de Jesus nació en Rio de Janeiro, el 27 de Enero de 1953.
En la primera juventud, él trabajó como visitador social (una especie de asistente social que tiene la tarea de localizar a las familias de los delincuentes juveniles).
En su tiempo libre, Carlos siempre estaba bailando en fiestas y otros eventos sociales en los suburbios de Rio de Janeiro. Y fue por eso que, con 32 años, decidió empezar a trabajar con la danza, pasando a usar poco después el nombre artístico de Carlinhos de Jesus. Pero algunas veces su nombre también sería visto como Carlinhos Jesus o Carlos Jesus.

Il debutto di Carlinhos come attore è stato un personaggio minore in un film del 1986 intitolato A Ópera do Malandro.
Ma lui non si è mai dedicato così tanto alla sua carriera di attore. Ed è stato un attore di Cinema e TV solo per 8 volte fino ad oggi. Per lui, le sue carriere come coreografo e ballerino sono sempre venute prima. Ed è riconosciuto come uno dei grandi del Brasile.
Alla festa di compleanno dell’attore Maurício Mattar nel 2008, Carlinhos ha catturato l’attenzione del pubblico gay perché ha dato un bacio delizioso nel suo amico...
Molti gay volevano essere al posto di Carlinhos, vero?rsrs
Tra l’altro, è possibile fare clic sul link qui sopra per vedere un post su Maurício.

Well, Carlinhos has just completed 60 years. And as we can see above, for a man of that age he still has a nice body, doesn’t he?
By the way, he’s always been a thin guy.
Carlinhos has never been that kind of celebrity who comes to public in order to expose gossips about him. Then, we can find few pieces of information about his personal life. Anyway, we know he’s been married for 2 times. His 1st marriage produced a son named Dudu de Jesus (a singer) and the 2nd one produced a daughter named Tainah de Jesus (a publicist).
Dudu was murdered in November 2011 for reasons that remain unclear (there’s the possibility that he was having an affair with the girlfriend of a gangster, but nothing has been proved so far). But the killers seem to have been arrested a few days ago.

Até!

domingo, 14 de abril de 2013

OS 300 ANOS DA NOSSA FRONTEIRA COM A GUIANA FRANCESA



Oi!!!

Hoje vou falar sobre uma questão que acabou de completar 300 anos: a fronteira do Brasil com a França.
É. Muita gente esquece isso, mas o Brasil tem uma fronteira com a França. Afinal, lá no Norte, mais especificamente no Amapá, nós temos uma fronteira com a Guiana Francesa. E a Guiana Francesa nunca proclamou a independência, ou seja, ela ainda é território da França.
Em 11 de Abril de 1713, ficou determinado, pelo Tratado de Utrecht, quais eram as fronteiras oficiais que separavam a colônia portuguesa da América do Sul (o futuro Brasil) da colônia francesa da América do Sul.
É claro que a coisa não foi resolvida de uma forma tão simplificada assim num único dia: a fronteira foi empurrada pra lá e pra cá pelos governos dos 2 países ao longo dos séculos, só sendo definitivamente demarcada em 1900. Mas foi em Abril de 1713 que houve a 1ª demarcação. Portanto, apesar das oscilações, já é uma fronteira com 300 anos.
Então, fica aqui o registro.
The border between Brazil and French Guyana is celebrating 300 years.

La frontera entre Brasil y Guyana Francesa está celebrando 300 años.

La linea di confine tra il Brasile e la Guyana Francese sta festeggiando 300 anni.

O QUE VEM À MENTE DOS OUTROS QUANDO NÓS SOMOS MENCIONADOS...



E encontrei essa charge e achei interessante. Então, vou deixar aqui pra vocês verem:
Até mais!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

SER AMIGO DA FAMÍLIA DE UM AMIGO NÃO É POSSÍVEL NESSES 3 CASOS

Oi!!!

O post de hoje vai ser só em Português porque acho que ele tem mais a ver com a realidade do Brasil atual.
Bom, uma coisa que eventualmente eu vejo é a discussão sobre uma pessoa estabelecer uma relação de amizade com as famílias dos amigos dela...
A gente vê inclusive pessoas públicas que trabalham em família (como o grupo KLB, por exemplo) dizendo em entrevistas que desde crianças gostavam de levar os amigos pra casa pros amigos virarem amigos da família toda também e tal.
Eu fico meio na dúvida sobre essa questão de alguém virar amigo (vamos frisar: AMIGO, propriamente dito) de uma família toda.
Em 1º lugar, vamos lembrar que uma amizade é uma relação de afetividade e parceria entre 2 semelhantes. E isso só vai existir num ambiente familiar se a pessoa tiver uma família liberal, compreensiva em relação a mudanças de fases e em relação a diferenças de comportamento e respeitosa em relação à individualidade e à liberdade pessoal de cada um ali.
Eu consigo observar 3 tipos básicos de família em que é impossível um novo elemento chegar e ser tratado propriamente como um amigo: uma família muito conservadora, uma família muito superprotetora e uma família evangélica.
Vamos ver passo a passo:
Se a família de um amigo seu é muito conservadora, você só vai ser bem recebido ali se você for muito conservador também. De outro modo, a forma como você penteia os cabelos vai receber críticas negativas, o tipo de roupa que você usa vai receber críticas negativas, o vocabulário que você usa quando fala vai receber críticas negativas, a forma como você se dirige aos outros vai receber críticas negativas, a posição em que você se senta à mesa vai receber críticas negativas e, principalmente, as ideias que você defende vão receber críticas não só negativas mas eventualmente ferozes.
É possível uma pessoa estabelecer uma relação de amizade com criaturas que se comportam assim em relação a ela?
Sem falar que, logo depois do 1º contato que você tiver com a família desse seu amigo, ele vai ouvir alguma coisa mais ou menos assim da adorável família dele em relação a você:

“Não se envolva com essa pessoa! Ele não é o tipo de pessoa com quem você deve conviver!”

A partir daí, todas as vezes que você tentar entrar em contato com esse seu amigo, eles vão barrar o contato. Se você precisar ligar pra casa dele, por exemplo, ele pode estar do lado do telefone que alguém lá vai atender e dizer:

“O fulano não está. Acho que ele nem vai voltar hoje.”

Se a família do seu amigo é muito superprotetora (em outras palavras, controladora, infantilizadora, grudenta e pegajosa), os resultados de uma aproximação provavelmente também não vão ser dos melhores.
Só pra início de conversa, vão querer saber tudo o que você faz e tudo o que você deixa de fazer, além de quererem se meter em todas as conversas que você tem com o seu amigo.
E um subgrupo desse tipo de família é aquela família que tem mais mulheres do que homens ou simplesmente que tem uma quantidade grande de mulheres.
Sei que, à 1ª vista, pode parecer que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Mas é só prestar atenção pra ver que é no ambiente familiar que a mulher manifesta as compulsões, neuroses, obsessões e paranoias mais extremas dela. E essas compulsões, neuroses, obsessões e paranoias, na quase totalidade das vezes, são associadas a algum tipo de maternidade infantilizadora e superprotetora dirigida a outra pessoa.
Se uma mulher já tem neuroses e adjacências dirigidas ao filho dela (ou a outra pessoa da família que ela vê como filho), ela vai dirigir essas mesmas neuroses aos amigos desse filho.
Se você tem um amigo que tem uma mãe assim (ou outra mulher assim na família dele que tem esse comportamento neurótico e que quer posar de mãe dele), como é que vai ser na 1ª vez em que ela entrar na sua casa? Mesmo que ela não tenha intimidade nenhuma com você e que ela só tenha visto você 2 ou 3 vezes antes disso, ela já vai abrir a sua geladeira e falar o que você tem que comprar porque está faltando, ela já vai entrar no seu quarto e abrir a porta do seu armário pra dizer como você tem que arrumar as suas roupas, ela já vai dar palpites em como você tem que decorar a sua sala...
E quando ela for embora, ela vai virar pro seu amigo e vai dizer que você precisa de alguém cuidando de você, que você não pode continuar morando do jeito que está...
Depois disso, ela já vai começar a ligar pra você pra perguntar coisas idiotas como “Você comeu direito no almoço?”.
E mesmo que você tente se livrar dela da forma mais direta possível, falando explicitamente na cara dela que não quer ser tratado assim, você vai ouvir alguma resposta mais ou menos assim:

“Ah! Você não sabe o que você tá dizendo! Você precisa de alguém cuidando de você muito mais do que você pode imaginar! Pelo que eu vi na sua casa, você não sabe fazer nada sozinho! Não tem nada lá do jeito que tem que ser!”

Você pensa que eu estou exagerando? Então comece a conviver pessoalmente com uma família que tem mulheres maternalóides e, uns 2 ou 3 meses depois, você já vai ter visto tudo isso que eu descrevi aqui e mais um pouco.
Bom, dá pra estabelecer uma relação de AMIZADE com uma família que tem pessoas assim? Não. O que você pode estabelecer aí é uma relação de dependência emocional, se você gosta de depender de outras pessoas o tempo todo, se você gosta de precisar de outras pessoas o tempo todo... E isso com essas outras pessoas sempre se colocando acima de você, e não ao seu lado. Então, nunca vai ser uma relação entre semelhantes, que é o que uma amizade exige.
Em ouras palavras: se você gosta de conviver com isso, faça bom proveito. O que é de gosto é regalo da vida. Mas AMIZADE propriamente dita não vai rolar aí.
E o 3º tipo que eu disse, se o seu amigo for de uma família evangélica... Bom, aí nem preciso explicar muita coisa, né? Mas vamos lá:
Mesmo quando os evangélicos se dirigem a estranhos, a pessoas com quem eles não têm nenhuma intimidade ou mesmo a pessoas que eles nunca viram antes, eles já chegam tentando converter essas pessoas. Já chegam falando mal de alguma coisa, dizendo que a pessoa tem que ir à igreja deles, dizendo que Jesus manda fazer isso, dizendo que a pessoa não pode fazer aquilo, dizendo que a pessoa vai pro Inferno se não fizer o que eles estão dizendo ali, dizendo que a pessoa adora o diabo porque não é evangélica, dizendo que a pessoa é prostituta porque não é evangélica e por aí vai.
Ora, se eles já fazem isso com desconhecidos, imagine o que eles se sentem à vontade pra fazer com o amigo do filho ou com o amigo do irmão! Com mais um agravante: se você encontra um desses evangélicos na rua (aliás, coisa comum de se ver na rua, né?), geralmente basta você sair andando alguns metros e se afastar; mas se o evangélico em questão for da família de um amigo seu, você vai ter que ficar no mesmo ambiente que ele e, mesmo que você se afaste, ele vai sair andando atrás de você por umas 3 horas seguidas repetindo sem parar tudo isso que eu disse acima e justificando qualquer agressão verbal que ele cometa com o salmo não sei qual da Bíblia ou com o versículo não sei qual da Bíblia. Ou então, dizendo que só está falando isso porque Jesus manda.
Nesse caso, repito a mesma coisa que eu disse no caso acima: se você gosta de conviver com isso, o que é de gosto é regalo da vida.
Se você também é evangélico, provavelmente você também está acostumado a falar com os outros assim, né? Então, procure uma família assim e divirta-se! Provavelmente vocês vão conseguir estabelecer lá uma relação que vocês, evangélicos, chamam de “amizade”. Mas quem não é do meio de vocês não vai conseguir estabelecer uma relação de amizade com uma família assim.
Já sei que alguém vai questionar:

“Mas se a família for de outra religião isso também não pode acontecer?”

Bom, em casos específicos, não duvido que isso aconteça em famílias de outras religiões também. Mas aí são casos específicos. Não é a regra. Por exemplo, eu nunca vi um católico tentando forçar um amigo do filho a virar católico, nunca vi um judeu tentando forçar um amigo do irmão a virar judeu e nunca vi um budista tentando forçar um amigo do primo a virar budista. Já evangélicos...
O que podemos concluir disso tudo é que ser amigo de uma pessoa é uma coisa e pode dar certíssimo, mas ser amigo da família dessa pessoa é outra coisa e pode não só dar errado como também botar a perder a sua amizade com essa pessoa.
Quero lembrar que, se eu perceber que um amigo meu tem uma família de um dos 3 tipos que eu descrevi acima, não vou deixar de ser amigo dele nem nada parecido por causa disso. Mas não vou à casa dele, não vou a lugares onde sei que vou ficar no meio da família dele por mais de 5 minutos... Enfim, com a família dele, sim, eu vou evitar contato. Porque eu sei que inevitavelmente vão acontecer as situações que eu descrevi acima.
Vou continuar sendo amigo dele, mas que ele divida isso em núcleos: a família dele faz parte de um núcleo da vida dele e eu faço parte de outro. Não vamos misturar os 2.
E se você que está lendo esse texto quer evitar aborrecimentos, apurrinhações e adjacências com um amigo que você já percebeu que tem um desses 3 tipos de família, eu sugiro que você faça como eu.
Bom, fica aí algo pra refletir.

Até!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

A VERSÃO BLACK DO ‘MÉDICO E O MONSTRO’

Oi!!!

Hoje a gente vai falar aqui sobre um filme de terror que faz parte do gênero blaxploitation: Dr. Black, Mr. Hyde.
Pra quem não sabe o que é blaxploitation, foi uma espécie de movimento cinematográfico que aconteceu nos Estados Unidos principalmente nos anos 70, tendo como público-alvo os negros estadunidenses, em que filmes eram feitos tendo só atores negros e mulatos no elenco principal, só diretores negros e mulatos no comando e em algumas vezes tendo a palavra ‘black’ (ou alguma corruptela dessa palavra) no título.
Alguns desses filmes eram novas versões de histórias já conhecidas em que os personagens principais eram brancos. E esse aqui foi um desses casos: Dr. Black, Mr. Hyde é uma espécie de releitura de The Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde (1886), livro do escocês Robert Louis Stevenson, conhecido no Brasil como O Médico e O Monstro. Mas, se passando nos anos 70 num bairro negro dos Estados Unidos.
O resultado foi um filme de terror do subgênero ‘mutante’, mas com algumas características superficiais do subgênero ‘slasher’.
O diretor de Dr. Black, Mr. Hyde foi o William Crain e os roteiristas foram o Larry LeBron e o Lawrence Woolner.
O protagonista foi interpretado pelo ator Bernie Casey.
O filme foi lançado nos Estados Unidos em Janeiro de 1976.
Dr. Black, Mr. Hyde foi exibido no Brasil algumas vezes no início dos anos 80 pela TVS (o futuro SBT), com o título de O Monstro Sem Alma. Depois disso, sumiu das telinhas brasucas.
Bom, o filme tá todo no YouTube (em Inglês). Pra quem quiser ver, esse é o link:


O filme começa com 2 médicos que são irmãos, o Dr. Henry e a Dra. Billie, tendo uma reunião com 3 médicos de outros países no laboratório deles e explicando sobre o avanço das pesquisas pra cura das doenças hepáticas.
Logo depois, enquanto rolam os créditos iniciais, vemos o Henry se dirigindo de carro prum bairro pobre de Los Angeles e estacionando em frente a uma clínica gratuita, destinada a atender pessoas pobres.
Aí ficamos sabendo que ele é um dos donos da clínica. E já chega examinando alguns pacientes que tavam lá aguardando a consulta.
Um desses pacientes é uma prostituta chamada Linda, que foi contaminada por hepatite por contato sexual e de quem o Henry já vem cuidando há algum tempo.
Enquanto examina ela, ele aconselha ela a deixar a prostituição. Mas ela diz que prefere ser puta do que ser empregada ou ter outra profissão do tipo.
De volta ao laboratório, o Henry prepara uma espécie de soro, que decide injetar num rato preto como cobaia pra ver o que acontece.
Pro espanto dele, o rato fica branco e extremamente feroz!
E dá uma violenta mordida na mão dele!
O Henry sai pra limpar a ferida e se senta à mesa pra fazer mais algumas anotações, acabando por adormecer no laboratório e só acordar na manhã seguinte, quando a Billie chega pra trabalhar. E voltando à sala onde deixou o rato, o Henry vê que a ferinha matou todos os outros ratos que tavam por perto!
Mesmo assim, ele continua trabalhando no soro. E chega a conclusão de que tem que experimentar numa cobaia humana, certo de que o resultado vai ser outro...
Pouco depois, uma mulher chega à clínica dele apresentando um quadro terminal de hepatite. E se informando sobre ela, o Henry fica sabendo que ela não tem parentes nem amigos e que é pouco provável que dure mais algumas horas. Assim, ele vê ali a cobaia humana perfeita pra receber o soro.
A Billie é totalmente contra. Mas o Henry lembra a ela que a mãe deles morreu de uma doença hepática e que essa pode ser a chance de impedir que isso aconteça com outra pessoa.
Algum tempo depois que ele aplica o soro na mulher, uma enfermeira, ainda sem olhar pra cama, chega no quarto pra examinar a paciente. Mas nem tem tempo de fazer isso: a mulher, que era negra, agora tá com os cabelos, olhos e pele brancos, e avança na enfermeira tentando estrangular ela!
Mas cai morta logo depois, voltando a ficar negra.
Pega de surpresa e tonta com o golpe que recebeu, a enfermeira nem chegou a ver a transformação. E quando se recupera, fica sem entender o que houve.
Ao saber do óbito, a Billie se irrita com o Henry, certa de que foi o soro que matou a mulher. Mas ele acha que não foi isso e continua pensando em aplicar o soro em outra cobaia humana.
Assim, naquela noite, quando troca de roupa pra dormir, ele decide aplicar o soro nele mesmo...
Dominado por uma dor alucinante, o Henry começa a se agitar e se jogar de um lado pro outro, até acabar igual à mulher: com os cabelos, olhos e pele brancos.
Como vamos ver, nessa forma, ele também adquire uma força física anormal e uma semi-imortalidade.
Ao longo do filme, ele nunca é chamado de um nome específico quando se transforma nesse mutante. Mas no encerramento do filme, vemos que o personagem foi creditado como Hyde nessa forma.
Bom, o Hyde pega o carro e vai até um bairro pobre da cidade, onde 3 cafetões negros se espantam ao ver um “branco” por ali, começando a debochar dele. Mas ele se limita a perguntar a eles onde é um puteiro chamado Moonlight Lounge. E como eles continuam debochando dele e começam a bater nele, ele dá a maior surra nos 3, até que um deles explica onde é o tal puteiro.
Logo vemos que o tal Moonlight Lounge é o local de trabalho da Linda. E o Hyde chega lá na hora exata em que ela tá tendo uma briga com um cafetão. Mas, apesar disso, ela busca a defesa do cafetão, assustada com a aparência do Hyde quando ele se aproxima (ela não reconhece ele, é claro).
Todos os cafetões do puteiro vêm em defesa dela, mas o Hyde, além de quebrar todo o puteiro, dá a maior surra em todos eles... Tem um que ele derruba apertando o saco!rs
Bom, tendo uma mão ferida durante a luta, o Hyde se retira. E os cafetões saem furiosos atrás dele. Mas, lá fora, encontram o Henry, que voltou à aparência normal dele.
O mais bizarro nessa cena é que ninguém reconhece ele só porque ele voltou a ficar negro, embora ele teja com a mesma roupa! E aí deixam ele pra lá e saem procurando o Hyde.
Pelo comportamento que o Henry tem ao longo do filme, ele parece ficar inconsciente enquanto tá transformado. Mas, ao mesmo tempo, não parece ter dificuldade em entender o que aconteceu quando volta ao normal.
No dia seguinte, a Linda vai fazer outra consulta na clínica e o Henry convida ela pra jantar naquela noite. E ela, apesar de estranhar, aceita.
Depois do jantar, ele convida ela pra ir à casa dele pra mostrar uma coisa a ela. E ela aceita...
No caminho, eles passam por um casarão. E o Henry se lembra que foi ali que a mãe dele trabalhou e morreu... Aquilo tinha sido um prostíbulo de luxo e a mãe dele, que era muito pobre, arranjou um emprego lá como empregada quando ele era criança, conseguindo assim um quarto nos fundos da casa pra eles morarem. Mas como trabalhava muito pra sustentar ele e a irmã, ela começou a beber. E acabou desenvolvendo cirrose hepática.
Um dia, quando ela passou muito mal, o Henry saiu batendo nas portas de todos os quartos pedindo socorro. Mas nenhuma das prostitutas que trabalhavam lá deu a mínima. E a mãe dele acabou morrendo.
Bom, eles continuam o caminho e chegam à casa dele, onde o Henry revela à Linda o que queria mostrar a ela: o soro (que, de acordo com ele, vai curar qualquer tipo de doença hepática na pessoa em que ele for injetado). E diz a ela que ela tem que tomar o soro, embora ela rejeite totalmente. Mas, como ele continua insistindo, ela diz que aceita usar o soro se ele usar nele mesmo antes.
O Henry aceita e faz isso. Mas aí se transforma no Hyde na frente da Linda, fazendo ela entrar em pânico e fugir correndo da casa.
Na manhã seguinte, algumas crianças encontram uma prostituta assassinada nas proximidades do Moonlight Lounge.
De noite, quando outra prostituta sai de lá e passa por uma rua escura e deserta, dá de cara com o Hyde, que estrangula ela! E isso faz a polícia começar a ficar em alerta contra o misterioso assassino de prostitutas.
Aparentemente na noite seguinte, um dos cafetões do Moonlight Lounge tá parando com 2 prostitutas diante de um prédio. E quando uma delas salta, o Hyde sai de trás de uma árvore e mata ela.
O cafetão e a outra prostituta saem do carro e atacam o Hyde. Mas nenhum golpe deles consegue ferir o mutante e ele acaba matando a outra prostituta, enquanto o cafetão foge correndo.
O Hyde pega o carro do cafetão e sai perseguindo ele, até que consegue encurralar ele num beco sem saída. E aí usa o carro pra esmagar o cafetão contra um muro, enquanto o cara tenta inutilmente se defender com uma faca... Aliás, meio bizarro isso, né? Se defender de um atropelamento com uma faca?!
Bom, na manhã seguinte, o Henry acorda no carro dele, no jardim da casa dele. E pegando o jornal deixado na porta, entra em casa. Mas se espanta ao abrir o jornal e ver que 3 novos assassinatos foram cometidos na madrugada anterior.
Ele se mostra preocupado, mas fala que agora é tarde demais pra mudar.
Ao mesmo tempo, a Linda, associando a matança de prostitutas às lembranças negativas que o Henry tem delas, já entendeu que ele é o assassino. E liga pra ele pra marcar um encontro. Mas, pela forma que ele se comporta, como se nunca tivesse acontecido nada demais, ela entende que ele tava inconsciente quando fez tudo o que fez. Mas, apesar disso, ele declara que odeia TODAS as prostitutas pelo que aconteceu com a mãe dele.
Ela tenta convencer ele a se entregar à polícia. Mas acaba desistindo e indo embora, denunciando ele à polícia logo depois.
Na noite seguinte, quando vai sair de casa pra trabalhar, a Linda dá de cara com o Hyde na porta do prédio! E aí foge correndo pra dentro do prédio. Mas ele persegue ela e ainda mata uma vizinha que vem ajudar ela.
A Linda consegue sair por uma janela e fugir pela escada de incêndio do prédio. Mas o Hyde continua perseguindo ela pela rua e ela entra numa quitanda pra pedir ajuda.
Enquanto ela corre pro depósito da quitanda, o quitandeiro dá 4 tiros no Hyde, que entrou logo depois dela. Mas isso não produz nenhum efeito e o mutante mata o quitandeiro.
A Linda consegue se esconder por alguns minutos, mas o Hyde acaba pegando ela e sai arrastando ela pela rua.
Enquanto isso, os policiais tão patrulhando a rua. Um deles finalmente conseguiu o que parece ser uma pista do assassino, já que alguém disse ter visto um homem que parecia uma cruza de yeti com lobisomem nas redondezas.
E eles acabam esbarrando com o Hyde carregando a Linda. E chamam outros policiais pelo rádio.
Pouco depois, a polícia cerca ele nas Watts Towers.
O Hyde solta a Linda, mas parece cada vez mais desorientado, gritando sem parar e olhando pra todos os lados ao mesmo tempo.
A confusão acaba atraindo uma grande quantidade de curiosos. Entre eles, a própria Billie, que tava passando por ali de taxi.
O Hyde entra nas dependências das Watts Towers. Mas a polícia manda um pastor alemão atrás dele. Só que o mutante acaba estrangulando o cachorro e aí decidem jogar gás sonífero lá dentro. E ele, pra escapar, começa a escalar as Watts Towers.
Quando ele chega lá no alto, a polícia derruba ele com uma chuva de tiros.
Ao cair lá embaixo mortalmente ferido, o Hyde se transforma de novo em Henry. E a Billie se aproxima, só tendo tempo de se despedir do irmão enquanto ele dá os últimos suspiros.
E o filme acaba.

Today we’ll talk a little about a horror film that is part of the blaxploitation genre: Dr. Black, Mr. Hyde.
Oh! You don’t know exactly what blaxploitation is… Well, it was a kind of a film movement that happened in the States mainly in the 70s and American black people were supposed to be its main audience. These films had only black actors and actresses in their main cast, only black directors and sometimes had the word “black” (or some other word based on it) in their titles.
Some of these films were new versions of famous stories in which the main characters were white. And this one here was one of these cases: Dr. Black, Mr. Hyde is an almost-remake of The Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde (1886), by Robert Louis Stevenson. But taking place in the 70s in a black neighborhood in the States.
The result is a mutant horror movie. But it also has some superficial characteristics of a slasher.
Dr. Black, Mr. Hyde had William Crain as its director and Larry LeBron and Lawrence Woolner as its screenwriters.
The film was released in the States in January 1976.
Dr. Black, Mr. Hyde’s title here in Brazil is O Monstro Sem Alma (“The Merciless Monster”).
The film starts with 2 doctors who are siblings: Dr. Henry (a 37-year-old Bernie Casey) and Dr. Billie. They’re having a meeting with 3 doctors from other countries in their lab and explaining them about the progress of research for the cure of liver diseases.
Soon after, under the opening credits, we see Henry driving to a poor neighborhood of Los Angeles. He parks next to a free clinic designed to serve poor people.
Then we learn he is one of the owners of the clinic. And he barely arrives and starts examining some patients who were there waiting for a medical consultation.
One of these patients is a prostitute named Linda. She was infected with hepatitis through sexual contact and Henry has taken care of her for some months.
While examining, he urges her to leave prostitution. But she says she prefers to be a whore than to be a housemaid or something like that.
Back in the lab, Henry prepares a kind of serum which he decides to inject in a black rat to see what happens.
To his astonishment, the animal becomes white and extremely fierce! And this little beast bites his hand fiercely!
Henry leaves to take care of the wound and sits at the table to take some other notes. He eventually falls asleep and only wakes up the next morning, when Billie arrives to work. And returning to the room where he left the rat, Henry sees that the little monster killed all the other rats that were around!
Even so, he continues working in the serum. And he comes to the conclusion that he has to use the serum in a human, because he is convinced the result will be different…
Shortly after, a woman arrives at his clinic presenting a terminal case of hepatitis. Henry looks for information about her and learns she has no relatives or friends and it’s unlikely she’ll survive even a few more hours. So, there he sees the perfect human specimen to receive the serum.
Billie is totally against it. But Henry reminds her that their mother died from a liver disease and that this may be a chance to prevent someone else from dying from the same cause.
Sometime after he injected the serum into the woman, a nurse comes in the room to examine the patient. She hasn’t looked at the bed yet and has no time to do it now... The woman now is fully white (I’m talking about her skin, eyes and hair). And she goes against the nurse trying to strangle her! But she drops dead seconds later and gets black again.
Surprised and dizzy by the blow she received, the nurse didn’t even see the transformation. And when she recovers, she can’t understand what happened.
Learning of the death, Billie gets angry with Henry, convinced that the woman died because of the serum. But he thinks it wasn’t the case and starts thinking of injecting the serum in another human specimen: himself...
Well, you can click on the link above to watch the full film.

La cinta Dr. Black, Mr. Hyde (1976) es una versión blaxploitation del libro The Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde (1886), conocido en Español como El Extraño Caso del Doctor Jekyll y El Señor Hyde o El Doctor Jekyll y El Señor Hyde.
Dr. Henry desarrolla un suero que cree que va a curar las enfermedades del hígado. Y él decide probar el suero en sí mismo...
Dominado por un dolor desesperante, Henry, originalmente un hombre negro, comienza a temblar y jugarse de un lado a otro, hasta que su pelo, ojos y piel se quedan blancos.
Como veremos más adelante, de esta manera él también adquiere una fuerza física anormal y una semi-inmortalidad.
A lo largo de la cinta, él nunca es llamado por un nombre específico al transformarse en este mutante. Pero en el ending de la película, el nombre del personaje está escrito como Hyde.
Bueno, Hyde toma el coche y se va a un barrio pobre de la ciudad, donde 3 proxenetas negros se quedan supresos con la presencia de un “blanco” allí, empezando a burlarse de él. Pero él simplemente les pregunta dónde se queda un burdel llamado Moonlight Lounge. Y a medida que continúan burlándose de él y comienzan ya a golpearlo, él los golpea con MUY más fuerza, hasta que uno de los proxenetas le explica donde se queda el prostíbulo.
Moonlight Lounge es donde trabaja Linda, una prostituta que es paciente de Henry (tiene problemas en su hígado). Y Hyde llega en el momento exacto en que ella está peleando con un gigoló. Pero a pesar de esto, ella busca la defensa del proxeneta, temiendo la aparición de Hyde cuando él se acerca (ella no lo reconoce, por supuesto).
Todos los proxenetas allí atacan a Hyde. Pero él destruye a casi todo en el prostíbulo y golpea a todos... ¡Y derrota a uno de los tipos apretándole sus testículos!
Una de las manos de Hyde se queda herida y, por eso, él decide irse. Pero los proxenetas lo siguen furiosos. Mas, fuera del prostíbulo, encuentran a Henry, que ya volió a su aspecto natural.
Lo más extraño en esa escena es que nadie lo reconoce solamente porque volvió a ser negro. ¡Y lleva la misma ropa! Así, lo dejan y continúan buscando a Hyde.
Por el comportamiento que Henry tiene por toda la cinta, parece perder el conocimiento mientras está transformado. Pero, al mismo tiempo, parece no tener dificultades para entender lo que pasó cuando vuelve a la normalidad.
Al día siguiente, Linda va a hacer una consulta médica con Henry y él la invita a cenar. Y ella, a pesar de ver a la invitación como algo sorprendente, la acepta.
Después de la cena, él la invita a ir a su casa para mostrarle algo. Y se van...
En el camino, pasan por una gran casa. Y Henry dice a Linda que su madre trabajó y se murió allí... La casa había sido un burdel de lujo y su madre, que era muy pobre, consiguió un trabajo allí como camarera cuando él era un niño. Así, podían tener una habitación en la parte trasera de la casa. Pero a medida que la madre trabajaba duro para mantener a él y a su hermana, ella comenzó a beber y, con el tiempo, se desarrolló la cirrosis del hígado.
Un día, cuando ella se puso muy enferma, Henry se fue curriendo y llamó a las puertas de todas las habitaciones, pidiendo ayuda. Pero ninguna de las prostitutas que trabajaban allí hizo nada. Y su madre se murió.
Bueno, ellos siguen su camino y llegan a la casa de Henry, donde él revela a Linda lo que quería mostrarle: el suero (lo cual, según él, va a curar cualquier tipo de enfermedad hepática en la persona que se lo reciba). Y él le dice que ella tiene que tomar el suero, mas ella lo rechaza totalmente. Pero a medida que él continúa insistiendo, ella dice que acepta usarlo desde que él utilize el suero en sí mismo antes.
Henry lo acepta y lo hace. Pero pasa a tener el aspecto de Hyde, haciendo con que Linda se escape de la casa, presa del pánico.
A la mañana siguiente, algunos niños encuentran una prostituta asesinada cerca de Moonlight Lounge.
Por la noche, cuando otra prostituta sale y pasa por una calle oscura y desierta, se encuentra con Hyde, ¡que la estrangula! Y eso hace que la policía comience a estar alerta contra el misterioso asesino de prostitutas, sin saber que este es un terrible mutante...

Vediamo come finisce Dr. Black, Mr. Hyde (1976):
Di notte, un magnaccia parcheggia con 2 prostitute di fronte a un edificio. E quando una delle donne salta, un mutante bianco che era nascosto dietro un albero appare e l’uccide.
Il magnaccia e l’altra prostituta lasciano la macchina e attaccano il mutante. Ma niente fa male alla creatura, che uccide l’altra prostituta. Però il magnaccia fugge.
Il mutante usa l’auto dell’uomo per inseguirlo. E loro arrivano in un vicolo cieco. E così, la creatura usa l’auto per distruggere il magnaccia contro un muro, mentre lui cerca di difendersi con un coltello... Cosa? Vuole difendersi da una macchina con un coltello?!
Beh, questo mutante è la versione Hyde di Dottor Henry. E la mattina dopo, lui si sveglia nella sua macchina, nel giardino della sua casa.
Dopo che raccoglie il giornale del giorno ed entra a casa sua, è sorpreso quando apre il giornale e vede che 3 omicidi sono stati commessi all’alba precedente.
Henry si preoccupa, ma dice che adesso è troppo tardi per cambiare.
Una amica sua chiamata Linda sa che Henry ha dei ricordi molto negativi per quanto riguarda le prostitute (una volta, quando sua madre si è ammalata, le uniche persone che erano intorno erano un gruppo di prostitute, ma loro non hanno fatto nulla per aiutarla e, così, lei è morta). E Linda lo collega all’uccisione di prostitute, capendo che Henry è l’assassino. E lei lo chiama per fissare un appuntamento. Ma lui si comporta come se nulla di male fosse mai successo. E così, lei capisce che lui era incosciente quando ha fatto tutto ciò che ha fatto. Ma nonostante questo, lui dichiara che odia tutte le prostitute per quello che è successo a sua madre.
Lei cerca di convincerlo ad arrendersi alla polizia. Ma finisce per lasciare perdere, denunciandolo alla polizia subito dopo.
La notte successiva, quando va al lavoro, Linda vede Henry come Hyde alla porta del suo palazzo! Lei corre via nell’edificio. Ma lui continua a inseguirla e uccide una vicina che viene ad aiutarla.
Linda esce da una finestra e fugge usando la scala antincendio dell’edificio. Ma Hyde ancora continua a inseguirla per la strada e lei se ne va in un negozio di alimentari, dove chiede aiuto.
Hyde entra in seguito. Il proprietario del negozio spara 4 volte contro lui mentre Linda si nasconde. Ma gli spari non fanno niente contro il mutante, che uccide l’uomo.
Linda riesce a nascondersi per alcuni minuti, ma Hyde la prende e la trascina per le vie.
Nel frattempo, la polizia sta pattugliando le vie. Uno dei poliziotti ha ottenuto quello che sembra esser un indizio per l’assassino: qualcuno ha detto di aver visto un uomo che sembrava un incrocio tra un yeti con un lupo mannaro nelle vicinanze.
E loro finiscono per vedere Hyde e Linda. E così, chiamano gli altri poliziotti via radio.
Ben presto, il mutante è circondato dalla polizia vicino alle Watts Towers.
Linda riesce a fuggire. Ma Hyde sembra sempre più disorientato, piangendo senza fermarsi e girando in tutte le direzioni allo stesso tempo.
La confusione finisce per richiamare l’attenzione di un sacco di curiosi. E la sorella di Henry è tra questi.
Hyde entra nell’area delle Watts Towers. Un pastore tedesco dei poliziotti insegue a lui, ma finisce morto. Così, la polizia inizia a lanciare gas soporifero all’interno. E per sfuggire, il mutante inizia a salire le Watts Towers.
Quando lui è già salito molti piedi dal suolo, la polizia lo fa cadere con una moltitudine di spari.
Quando Hyde cade ferito a morte, si trasforma di nuovo in Henry. E sua sorella si avvicina, ma ha solo tempo per vedere i suoi ultimi istanti di vita.
E il film finisce.

Até mais!