quinta-feira, 30 de julho de 2015

O MONSTRO SUBTERRÂNEO DA ÍNDIA

Oi!!!

Fechando o mês, a gente vai dar uma olhada no filme de terror indiano Creature.
Embora o filme tenha sido apelidado de “Creature 3D”, o título que aparece escrito no próprio filme é só “Creature” mesmo.
O filme foi dirigido pelo Vikram Bhatt. E foi escrito em trio entre ele, o Girish Dhamija e a Sukhmani Sadana.
Como a quase totalidade dos filmes indianos, Creature também tem cenas de música e dança...
...e é desnecessariamente longo (ao todo, tem 2 horas e 14 minutos).
Aliás, o filme perde muito tempo mostrando os altos e baixos do relacionamento do casal de protagonistas. Resumindo essas cenas, já dava pra diminuir meia hora de filme.
Creature foi lançado pela 1ª vez no Kuwait, em Setembro de 2014.
O filme começa com uma mulher chamada Ahana mostrando ao pai dela um hotel que ela tá a ponto de inaugurar no meio de uma floresta da Índia.
Logo vemos que tudo era um sonho e a Ahana acorda com o telefone dela tocando de madrugada: um fornecedor do hotel tá perto dali e tá ligando pra ela pra avisar que o pneu do caminhão dele furou e ele tá tentando trocar.
O homem decide chamar ajuda. Mas, assim que desliga o celular, ouve os rugidos de uma criatura desconhecida vindo do meio das árvores.
Ele entra na floresta pra ver o que é... E o pior: ele vê mesmo.rs
Ele foge correndo de volta pro caminhão, onde se esconde. Mas a criatura, sem nunca ser inteiramente mostrada (a câmera fecha em pequenas partes do corpo dela), corre atrás do homem e mata ele no caminhão.
No dia seguinte, todos no hotel começam a estranhar o sumiço do fornecedor, ao mesmo tempo em que chega lá um novo hóspede, chamado Kunal, interpretado pelo gatinho Imran Abbas.
Não demora muito e ele e a Ahana começam lá um namoro.
No dia seguinte, a polícia encontra naquela floresta uma perna semidevorada do fornecedor desaparecido (o resto do corpo sumiu). E começam a suspeitar que tem algum animal feroz à solta ali.
Enquanto isso, 2 hóspedes recém-casados do hotel resolvem fazer um piquenique na floresta... Já viram que a coisa não vai acabar bem, né?
Bom, o rapaz se afasta pra fazer xixi. E ao ouvir rugidos estranhos, olha na direção do barulho e vê o que parece ser o rabo de um lagarto enorme, que rapidamente some entre as plantas.
Sem ação, ele percebe, pelo barulho, que a criatura tá rondando ele, embora sempre se mantenha fora de vista...
Estranhando a demora do marido, a garota vai ver o que houve e encontra o corpo dele no alto de uma árvore, segundos antes de ser atacada pela criatura (ainda não mostrada pela câmera).
A garota consegue fugir e corre até o lugar onde eles fizeram uma fogueira pro piquenique, conseguindo espantar a criatura com o fogo.
Na mesma noite, a Ahana fica sabendo que a garota foi encontrada pela polícia e levada prum hospital, falando frases soltas sobre ter sido atacada por um monstro. E nem sinal do marido dela.
Assustada com a situação, e ao mesmo tempo com medo do hotel fechar, pois agora todos tem certeza de que tem alguma fera na floresta (ninguém acredita na história do monstro), a Ahana conversa com o Kunal, revelando a ele que o pai dela se suicidou com uma overdose de soníferos, depois de passar por problemas financeiros.
Ela mantém o hotel aberto, mas explica aos hóspedes e empregados que o acesso à floresta tá interditado, devido à suposta presença de um animal selvagem ali.
Na noite seguinte, um dos cozinheiros do hotel pega o celular e vai sozinho até a parte externa do hotel pra fazer uma ligação. Mas é atacado pela tal criatura.
Ele consegue se abrigar por poucos momentos numa dispensa externa do hotel. Mas o monstro entra lá e mata ele.
A única pista que encontram do cozinheiro, no dia seguinte, é um braço arrancado dele, no meio da floresta.
Diante da situação, um caçador vai até o hotel e se oferece pra matar o animal que tá fazendo tudo aquilo. E a Ahana aceita.
O caçador entra na floresta e, realmente, no dia seguinte, traz uma pantera morta, fazendo todos suspirarem aliviados, achando que o problema tá resolvido.
A alegria dura pouco: dias depois, na hora do jantar, a criatura invade o hotel e ataca os hóspedes, ferindo vários e matando alguns. E revela que é uma espécie de homem-lagarto com uns 3 ou 4 metros da cabeça até a ponta do rabo.
Depois que o monstro faz um grande estrago, um homem desconhecido chega com uma tocha acesa e, enfrentado o monstro com o fogo, faz ele fugir correndo do hotel e se enfiar na floresta.
Na manhã seguinte, a polícia chega junto com uma ambulância e recolhe os mortos e os feridos, forçando a Ahana a fechar o hotel.
Embora todos os sobreviventes confirmem que viram o monstro, a polícia não acredita nisso e insiste que o que atacou eles foi outra pantera ou alguma outra fera da floresta.
Bom, enquanto os empregados limpam o hotel e arrumam as coisas que foram quebradas, o homem que apareceu na noite anterior conversa com o Kunal e a Ahana.
Ele se chama Sadana. E mostra algumas fotos que leva com ele, revelando que já faz um tempo que investiga o aparecimento de humanoides misteriosos na Índia.
Ele começou a entender que tinha alguma criatura desse tipo nas redondezas do hotel quando soube do casal que foi atacado na floresta.
De acordo com o Sadana, essas criaturas, chamadas brahmarakshas, são homens perversos que, no início do Mundo, foram castigados pelo deus Brahma pelas maldades que cometeram: parece que o deus transformou cada um deles num monstro híbrido, metade homem, metade outro animal, aprisionando todos eles no subterrâneo das florestas da Índia. Mas, devido a terremotos e outros fenômenos naturais, acabam se abrindo passagens nas cavernas subterrâneas onde essas criaturas tão presas, o que permite que algumas delas escapem e subam pra superfície.
Diante da situação, o Sadana aconselha o Kunal e a Ahana a deixarem aquela região e nunca mais voltarem, pois o brahmaraksha vai continuar andando por aquele território (e matando todas as pessoas que ela encontre ali) infinitamente.
Ao mesmo tempo, os donos do terreno onde fica o hotel ameaçam confiscar a propriedade da Ahana por ela não pagar o aluguel. Mas agora, com o hotel fechado, ela tá falida.
A Ahana concorda em partir. Mas desiste no último minuto, decidindo ficar e enfrentar o monstro.
Ela e o Kunal procuram o Sadana e, com a ajuda da polícia, traçam um plano...
Eles vão colocar um manequim coberto de bifes dentro de um ônibus vazio estacionado na beira da floresta.
Quando o brahmaraksha sentir o cheiro da carne fresca, vai entrar no ônibus e, vendo o manequim, vai atacar ele.
Enquanto isso, o Kunal, o Sadana, a Ahana e 2 policiais vão ficar armados e escondidos em volta do ônibus. E quando o monstro tiver distraído dentro do ônibus atacando o manequim, eles todos vão chegar em volta e atirar ao mesmo tempo na criatura, despedaçando ela a tiros.
O delegado concorda, embora ainda ache que a criatura em questão não passe de uma fera normal.
A princípio, tudo corre como eles planejaram. Mas quando o delegado vê o brahmaraksha saindo da floresta e entrando no ônibus, já começa a dar pra trás. E na hora de atirar no monstro mesmo, ele acaba fugindo e correndo pro jipe dele.
Ouvindo o barulho do jipe, a criatura sai do ônibus e vai correndo atrás dele, não demorando a fazer o carro se acidentar e matar o delegado.
Os outros vão atrás e seguem o que dá pra seguir do plano: descarregam as armas em cima do monstro. Mas nenhum dos tiros nem sequer arranha ele!
Sem saber mais o que fazer, eles saem correndo, com o brahmaraksha atrás deles. E o Kunal e a Ahana vão se esconder dentro do ônibus, mas acabam sendo encurralados lá dentro pela criatura.
Se lembrando que o monstro tem medo de fogo, o Sadana incendeia o casaco dele e joga dentro do ônibus... A cena termina em aberto, mas dá a entender que o monstro fugiu e deixou o Kunal e a Ahana pra trás.
Eles se reagrupam no hotel e cercam a casa com tochas acesas.
O Sadana explica que já ouviu falar de um homem que conseguiu matar um brahmaraksha há muitas décadas atrás. E o filho dele ainda tá vivo. Assim, talvez ele saiba como se livrar da criatura.
O Kunal e a Ahana começam a viajar até a região onde o homem mora e, no caminho, eles param num bar à beira da estrada. E vendo um telejornal na televisão do bar, a Ahana fica sabendo que o Kunal foi um dos credores do pai dela na época em que ele tava entrando em falência. Ou seja, em parte, foi por causa dele que o pai dele se matou.
Ela termina com ele depois disso e tenta se matar com uma overdose de soníferos. Mas desiste no último segundo.
A Ahana continua a viagem sozinha e consegue falar com o filho do caçador. E ele explica que um brahmaraksha só pode ser morto se for ferido com metal que foi consagrado no Templo de Brahma.
Pra sorte da Ahana, o homem tem 7 balas de espingarda feitas com esse tipo de metal. E dá a ela.
Voltando ao hotel, com a ajuda do Sadana e do policial, ela localiza a entrada pra caverna do monstro e desce até lá.
O Sadana dá 1 tiro no brahmaraksha e erra. A Ahana dá mais 3 tiros e também erra. E a criatura ainda acaba matando o Sadana e o policial, só não pegando a Ahana também porque, de um segundo pro outro, o Kunal chega ali com um jipe, pega ela e sai dirigindo pra fora dali o mais rápido que pode... Como ele sabia que eles tavam lá?
Bom, no caminho, o monstro ainda consegue dar uma patada nas costas do Kunal e quebra a clavícula dele.
Quando ele se recupera, se reconcilia com a Ahana. E eles voltam pro hotel pra tentar um último ataque contra o monstro.
Chegando na entrada da caverna do brahmaraksha, a Ahana dá um corte na própria mão e deixa o sangue dela cair ali. E depois vai andando na direção do hotel, deixando o sangue pingar pelo caminho, pretendendo que o monstro siga essa trilha de sangue e vá até ela dentro do hotel, enquanto o Kunal vai ficar de guarda do lado de fora.
O Kunal cochila na hora em que a criatura entra no hotel. Mas, mesmo assim, a Ahana chega a ver e dá um tiro no monstro... Só que ela erra outra vez!rs
Ouvindo o barulho, o Kunal corre lá pra dentro e encontra a Ahana se escondendo numa das salas. E aí eles tentam enfrentar a criatura juntos.
A Ahana dá mais um tiro no brahmaraksha, mas erra outra vez!rs
Ela é ruim de mira, hein!
Bom, o Kunal pega um galão com um produto de limpeza inflamável, taca fogo e joga em cima do monstro, fazendo ele fugir por alguns minutos.
A Ahana percebe que deixou a última bala cair, mas não sabe onde. E assim, o Kunal deixa ela no jardim do hotel e vai procurar a bala, encontrando ela na cozinha.
Quando ele volta, vê que o brahmaraksha tá perseguindo a Ahana e, pra se salvar, ela subiu no telhado do depósito do hotel, sendo seguida pela criatura.
Pra salvar ela, o Kunal pega o carro dele e se joga contra o depósito, derrubando o monstro lá de cima com o impacto. E ele ainda tem tempo de jogar a bala pra Ahana que, depois de um certo trabalho, finalmente consegue atirar no monstro e, dessa vez, acertar, matando a criatura.
Aparentemente alguns dias depois, ela reabre o hotel e retoma a vida que tinha antes.

Oggi parleremo un po’ del film dell’orrore indiano Creature.
Il film è informalmente conosciuto come “Creature 3D”. Ma il nome che vediamo scritto lì è “Creature”.
Il regista è Vikram Bhatt. E lui è anche uno dei soggettisti, insieme a Girish Dhamija e Sukhmani Sadana.
Come quasi tutti i film indiani, Creature ha scene di musica e danza ed è inutilmente lungo.
Per inciso, il film perde molto tempo mostrando la storia d’amore della coppia di protagonisti. Escludendo queste scene, sarebbe possibile ridurre mezz’ora del film.
Creature è messo in circolazione per la prima volta in Kuwait, nel Settembre del 2014.
Il film inizia con una donna chiamata Ahana mostrando a suo padre un albergo che lei inaugurerà (la casa si trova nel bel mezzo di una foresta dell’India).
Presto si vede che era tutto un sogno e Ahana si sveglia con il suo telefono squillando di notte: un fornitore dell’albergo è lì vicino e la sta chiamando per dirle che il pneumatico del camion è perforato e lui sta cercando di cambiarlo.
Improvvisamente, lui sente l’urlo di una creatura sconosciuta proveniente dagli alberi.
Lui ci va per vedere di cosa si tratta... E davvero lo vede.rs
L’uomo corre via verso il camion, dove si nasconde. Ma la creatura l’uccide lì.
Il giorno dopo, dovuto alla scomparsa dell’uomo, tutti in albergo iniziano a pensare che c’è qualcosa di sbagliato. E arriva lì un nuovo ospite, chiamato Kunal, personaggio di Imran Abbas.
Poco dopo, lui e Ahana iniziano una storia d’amore.
Il giorno dopo, la polizia trova una gamba mezzo mangiata dell’uomo scomparso (il resto del corpo non è stato trovato). E tutti cominciano a sospettare che qualche animale selvatico è libero in quei boschi.
Nel frattempo, 2 sposi ospiti decidono di fare un picnic nel bosco...
Bene, il ragazzo se ne va a fare pipì. E quando sente strani ruggiti, lui guarda verso il rumore e vede quello che sembra esser la coda di una lucertola enorme. Ma la cosa sparisce rapidamente.
In assenza di interventi, lui sente la creatura camminando intorno a lui, anche se rimane sempre fuori di vista...
La ragazza crede che c’è qualcosa strana, va a vedere cosa sta succedendo e trova il cadavere del marito sulla cima di un albero. E secondi dopo, la creatura l’attacca.
Lei riesce a fuggire e corre verso il luogo in cui hanno iniziato un fuoco per il picnic. E lei riesce a scacciare la bestia.
La stessa notte, Ahana scopre che la ragazza è stata trovata dalla polizia e portata in un ospedale. Parla frasi sconnesse circa esser attaccata da un mostro. E nessuno sa di suo marito.
Ahana è spaventata dalla situazione ed ha paura della chiusura dell’albergo, perché ora tutti sono sicuri che c’è una bestia nella foresta (nessuno crede nel mostro citato).
Lei tiene l’albergo aperto, ma spiega agli ospiti e ai dipendenti che l’accesso alla foresta è limitato a causa della presunta presenza di un animale selvatico lì.
Beh, questo non risolverà il problema...

In Creature (2014), Ahana runs a hotel in a forest area of India. And some people have been attacked around the place by some kind of huge beast, which nobody (except for its victims) has ever seen.
One night, a hotel cook is attacked and killed by the creature outside the hotel kitchen. And his severed arm is found the next day in the woods.
Given the situation, a hunter goes to the hotel and offers to kill the mysterious beast. Ahana allows him to do it.
He enters the forest and, indeed, the next day he brings a dead panther. It’s presumably done.
The happiness is short-lived: days later, at dinner time, the creature invades the hotel and attacks the guests, wounding several and killing some. It’s a kind of 4-meter-long lizard-man.
After much havoc, an unknown man arrives with a torch on fire. And he forces the monster to flee into the forest.
The next morning, the police arrive with an ambulance and collect the dead and wounded. And Ahana is forced to close the hotel.
Although all the survivors confirmed they saw the monster, the police don’t believe it. They insist that another panther or some other forest animal was the one that attacked the hotel.
Well, while the employees clean the hotel and remove the broken things, the man who appeared last night talks to Ahana.
His name is Sadana. And he shows some pictures he takes with him, revealing he has investigated for some time the appearance of humanoid beasts in India. And when he knew about the attacks around the hotel, he went there.
According to Sadana, these creatures are evil men who were punished by the god Brahma for their deeds: in the early ages of the World, the god transformed each of them into a hybrid monster, half man, half another animal, trapping all of them in the underground of the Indian forests. But due to earthquakes and other natural phenomena, some passages occasionally open in the underground caves where these creatures are trapped. And some of them manage to escape to the surface.
Given the situation, Sadana advises Ahana and Kunal (her boyfriend) to leave the region forever, because the creature will continue walking through that territory infinitely.
At the same time, the owners of the land where the hotel stays want to confiscate the property from Ahana because she hasn’t paid the rent. And she has no money exactly because the hotel is interdicted by the police.
At first, Ahana decides to go. But later she decides to stay and defeat the beast.
She, Kunal and Sadana decide to call the police and prepare a plan…
They’ll leave a dummy covered by steaks inside an empty bus near the forest… The creature will smell the fresh meat. So, it’ll enter the bus, see the dummy and attack it.
Meanwhile, Kunal, Sadana, Ahana and 2 cops will be armed and hidden around the bus. And while the beast will be distracted inside the bus, they’ll all shoot at the same time, smashing the creature to death.
The delegate agrees, although he still thinks the creature is no more than a normal animal.
At first, everything goes as they planned. But when the delegate sees the beast leaving the woods and going in the bus, he starts changing his mind. And when he’ll shoot the thing, he turns out to escape running to his jeep.
Hearing the noise, the creature leaves the bus and runs after the jeep. And it causes an accident that kills the cop.
The others continue following the part of the plan still possible to be followed: they shoot hundreds of times against the beast. But nothing happens!
They don’t know what to do and run away. And Kunal and Ahana rush to the bus. And the creature corners them there.
Sadana remembers the beast is afraid of fire. So, he puts fire in his coat and throws it against the creature and it saves Kunal and Ahana.
But their problems aren’t over…

Vamos a ver como acaba la película Creature (2014):
Kunal, Sadana y Ahana están haciendo lo que pueden para luchar contra un monstruo subterráneo que anda alrededor de un hotel de bosque (el hotel pertenece a Ahana, pero ella se vio forzada por la policía a cerrar el establecimiento debido a la bestia).
Puesto que el monstruo tiene miedo del fuego, ellos rodean la casa con antorchas.
Sadana explica que ha oído hablar de un hombre que logró a matar a un monstruo como aquel hace muchas décadas. Y su hijo todavía está vivo. Así que tal vez él sepa cómo deshacerse de la criatura.
Kunal y Ahana comienzan a viajar a la zona donde el hombre vive. En el camino, se detienen en un bar de carretera. Y viendo un noticiero en el televisor del bar, Ahana aprende que Kunal fue uno de los acreedores de un viejo hombre de negocios que se suicidó a causa de ello. Dicho hombre era el padre de Ahana.
Ella termina la relación con él después de eso y piensa en suicidarse con una sobredosis de pastillas para dormir. Pero desiste.
Ahana continúa el viaje sola y logra a hablar con el hijo del cazador, que le explica que la criatura sólo puede ser muerta cuando sea herida con el metal consagrado en el templo de Brahma.
Afortunadamente para Ahana, el hombre tiene 7 disparos hechos con este tipo de metal.
De vuelta al hotel con los disparos, con la ayuda de Sadana y del policía, ella encuentra la entrada de la cueva del monstruo y ellos se van allí.
Sadana dispara un tiro en el monstruo, pero falla. Ahana da 3 disparos que también se pierden. Y el monstro mata a Sadana y al policia. Mas de un segundo a otro, Kunal llega allí con un jeep, toma Ahana y comienza a salir de allí lo más rápido que puede.
Pero en el camino, el monstruo logra a atacar Kunal y se le rompe la clavícula.
Cuando se recupera, él se reconcilia con Ahana. Y ellos regresan al hotel para intentar un último ataque contra el monstruo.
Al llegar a la entrada de la cueva de la criatura, Ahana da un corte en su mano y deja que su sangre se caiga allí. Y entonces, ella camina hacia el hotel, dejando que su sangre se caiga por el camino, deseando que el monstruo siga dicho rastro de sangre e se va al interior del hotel, mientras que Kunal montará guardia afuera.
Kunal dormita en el momento en que la criatura entra en el hotel. Pero Ahana llega a verlo y dispara... ¡Otro disparo perdido!rs
Al oír el ruido, Kunal corre allí y encuentra Ahana escondida en una de las habitaciones. Y los 2 deciden atacar juntos.
¡Y vemos a otro disparo perdido de Ahana contra el monstruo!
Bueno, Kunal consigue un galón con un limpiador inflamable, prende fuego y lo tira sobre el monstruo. Eso lo hace escapar durante unos minutos.
Ahana se da cuenta de que ella dejó caer el último disparo, pero no sabe dónde. Y así, Kunal la deja en el jardín del hotel y se va a buscar el tiro, encontrándolo en la cocina.
Cuando regresa, ve que el monstruo está persiguiendo Ahana. Y para salvarse, ella se subió en el techo del depósito del hotel, seguida por la criatura.
Kunal toma su coche y se lanza contra el depósito, lanzando el monstruo al suelo desde arriba. Y él tiene tiempo para lanzar el disparo a Ahana. Después de algun trabajo, ella llega a disparar contra al monstruo. Y esta vez, por fin, mata a la bestia.
Al parecer, unos días más tarde ella reabre el hotel y vuelve a la vida que tenía antes.

Até Agosto!

quarta-feira, 29 de julho de 2015

ROBERTO BURLE MARX 1909-1994

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico gay: o artista plástico e arquiteto brasileiro Roberto Burle Marx.

Ele nasceu em São Paulo, em 04 de Agosto de 1909.
Filho de pais muito eruditos e amantes das artes, o Roberto sempre teve contato direto com cultura.
A mãe dele tinha uma coleção de várias plantas. E despertou nele desde criança o amor pelos vegetais e pela decoração de canteiros.
Em 1913, a família do Roberto se mudou aqui pro Rio.
Em 1928, ele se mudou pra Alemanha pra fazer um tratamento de saúde (ele tava com um problema ótico). E ali, entrou em contato com vários artistas europeus.
De volta ao Brasil em 1930, o Roberto foi estudar na Escola Nacional de Belas Artes, onde conheceu vários outros arquitetos brasileiros famosos, como o Oscar Niemeyer.
Em 1934, o Roberto começou com os seus grandes projetos de Arte Moderna, que se espalhariam por diferentes partes do Brasil e de outros países. Mas se centralizariam principalmente aqui no Rio.
Mais tarde, ele passaria a se dedicar mais à Arte Abstrata.
O Roberto nunca se casou, nunca teve filhos e não se sabe de nenhum namoro dele com qualquer pessoa que seja. Mas há quem diga que viu ele várias vezes frequentando bares gays da Zona Sul do Rio.
Ele morreu em 04 de Junho de 1994, exatamente 2 meses antes de completar 85 anos.
Atualmente, quando surge o assunto da homossexualidade do Roberto, os parentes dele geralmente não negam nada, mas tentam desconversar. Dizem que só o que interessa é que ele era muito discreto, dizem que as obras dele são mais importantes do que a sexualidade dele...
Bom, ninguém tá tirando a importância das obras dele. Mas, numa sociedade onde tentam implantar uma mentalidade evangélica miso-hômica, os homossexuais e bissexuais precisam saber sempre quem foram os gays importantes da História. Até pra que esses sejam usados como referência na luta contra a miso-homia.

Oggi parleremo un po’ di un altro personaggio storico gay: l’artista e architetto brasiliano Roberto Burle Marx.
Lui è nato in São Paulo, il 4 Agosto del 1909.
Figlio di genitori molto eruditi che erano amanti delle arti, Roberto ha sempre avuto un contatto diretto con la cultura.
Sua madre aveva una collezione di varie piante. E lei ha svegliato in lui fin dall’infanzia l’amore per le piante e per le decorazioni dei giardini.
Nel 1913, la famiglia di Roberto si è trasferita a Rio de Janeiro.
Nel 1928, lui si è trasferito in Germania per avere un trattamento sanitario negli occhi. E lì è venuto in contatto con numerosi artisti europei.

Roberto estudió en la Escola Nacional de Belas Artes, donde concoció a muchos otros arquitectos brasileños famosos, como Oscar Niemeyer.
En 1934, Roberto comenzó con sus grandes proyectos de Arte Moderna, que se distribuyen en diferentes partes de Brasil y otros países. Pero la mayor parte está en Rio de Janeiro.
Más tarde, se dedicaría más al Arte Abstracta.
Roberto nunca se casó, nunca tuvo hijos y no sabe de cualquier persona de quien haya sido novio. Pero algunos dicen que lo vieron frecuentar repetidamente bares gay de la Zona Sur de Río de Janeiro.

Roberto died on June 4th, in 1994, exactly 2 months before reaching the age of 85.
Currently, when somebody mentions his homosexuality, his relatives generally don’t deny anything, but they try to change the subject. They say he was just very discreet, they say his works are much more important than his sexual behavior…
Well, nobody is diminishing the importance of Roberto’s works. But the current Brazil is a society where some sons of whores try to impose a homophobic pentecostal mentality. Thus, homosexuals and bisexuals need to know about the important LGBT people in our History. Even for these to be used as a reference in the fight against homophobia.

ELENCO MASCULINO DE ‘CAMINHO DAS ÍNDIAS’

Bom, como vocês devem saber, a novela Caminho das Índias (2009) tá sendo reprisada no Vale a Pena Ver de Novo.
E assim, vou deixar aqui os links pros posts que já fiz sobre alguns dos homens que trabalharam na novela:

Anderson Muller


André Arteche


Bruno Gagliasso


Carlinhos de Jesus


Jorge Osmar Iglesias


José de Abreu


Marcius Melhem


Murilo Rosa


Ricardo Tozzi


Rodrigo Lombardi


Stênio Garcia


Tony Ramos


E em Maio eu fiz um post sobre o Caio Blat.

Até a próxima!

terça-feira, 28 de julho de 2015

JOÃO DO RIO 1881-1921

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico homossexual: o jornalista, tradutor e autor teatral brasileiro João do Rio.

João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto nasceu aqui no Rio, em 05 de Agosto de 1881.
Ele estudou no Colégio São Bento.
Em 1899, o João começou a escrever profissionalmente, tendo o 1º texto dele publicado no jornal O Tribunal.
Apesar de ter usado vários nomes artísticos pra assinar os textos, o mais famoso foi João do Rio, que ele criou em 1903.
Em 1910, ele entrou pra Academia Brasileira de Letras.
Atualmente, alguns ativistas pela igualdade racial mencionam o João como “racista”, já que alguns textos dele se referem aos pobres (e a maioria dos pobres eram negros) como a parte inferior da sociedade.
É interessante lembrar que ele próprio era mulato e eventualmente era vítima de deboche pela aparência não europeia que tinha.
Ao mesmo tempo, o João foi um dos primeiros brasileiros famosos a escrever sobre as religiões de origem africana com a intenção de organizar e catalogar o assunto.
Quanto à religião que ele seguia, é meio difícil entender...
Como mais de 90% dos brasileiros da época, o João se via como católico romano. Mas, em alguns textos que ele deixou, ele demonstra um certo desdém pelo ato de rezar, dando a entender que fazer isso é perda de tempo. Talvez a gente possa classificar ele como ‘agnóstico’.
Ele nunca se declarou publicamente homossexual. E acho que isso nem seria possível na época, né? Mas nunca se casou, nunca foi visto em público com mulher nenhuma e nunca teve filhos.
O que parece ter despertado mais as suspeitas de todos sobre a homossexualidade do João era o fato de ele ser fã do Oscar Wilde.
Aliás, podem clicar aqui pra ver um post sobre ele:


A partir dos 30 anos, o João foi engordando cada vez mais. E no dia 23 de Julho de 1921, foi morto por um enfarte, 13 dias antes de completar 40 anos.

Today we’ll talk a little about another historical homosexual character: the Brazilian journalist, translator and theater author João do Rio.
João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto was born in Rio de Janeiro, on August 5th, in 1881.
He studied at Colégio São Bento.
Although he used many aliases to sign his texts, the most famous was João do Rio, created by him in 1903.
In 1910, he became a member of the Academia Brasileira de Letras.
João was a fan of Oscar Wilde (you can click on the link above to see a post about him). And apparently that’s what aroused suspicions about his homosexuality.

En 1899, João comenzó a escribir profesionalmente, teniendo su primer texto publicado en el periódico O Tribunal.
Actualmente, algunos activistas de la igualdad racial lo mencionan como “racista”. Es que algunos textos suyos se refieren a los pobres (y la mayoría de los pobres eran negros) como la escoria de la sociedad.
Es interesante recordar que João era un mulato. Y también que era víctima de bullying por su aspecto no europeo.
Al mismo tiempo, él fue uno de los primeros brasileños famosos que escribió sobre las religiones de origen africana con la intención de organizarlas y catalogarlas.

Capire qual’era la religione di João è un po’ difficile...
Proprio come più di 90% dei brasiliani di quel tempo, lui si vedeva come un cattolico romano. Ma in alcuni dei suoi testi, lui mostra un certo disprezzo per la preghiera, dimostrando che fare questo è una perdita di tempo. Forse possiamo classificarlo come un agnostico.
João non si è mai dichiarato pubblicamente omosessuale. E suppongo che questo sarebbe impossibile in quell’epoca, vero? Ma lui non è mai stato sposato, non è mai stato visto in pubblico con qualsiasi donna e non ha mai avuto figli.
Dopo aver compito 30 anni, lui ha cominciato ad essere più e più grasso. E il 23 Luglio del 1921, è stato ucciso da un attacco di cuore, 13 giorni prima di compiere 40 anni.

Até!

sábado, 25 de julho de 2015

ROBERT S. HAWKER 1803-1875

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico que se supõe que era bissexual: o poeta inglês Robert S. Hawker.
Robert Stephen Hawker nasceu em Devon, em 03 de Dezembro de 1803.
Ele estudou na Liskeard Grammar School e na Pate’s Grammar School.
Quando tinha 19 anos, o Robert se casou com uma mulher rica, 22 anos mais velha do que ele, chamada Charlotte Eliza Ians. E ela financiou os estudos dele no Pembroke College of Oxford, onde ele se formou poeta em 1827. E passaria a assinar os poemas com o nome de Robert S. Hawker.
Antes disso, em Julho de 1825 (ou 1826, de acordo com outros historiadores) aconteceu um fato que fez alguns levantarem a hipótese de ele ser bissexual: numa noite de lua-cheia, quando ninguém tava vendo, ele nadou até uma pedra a alguns metros da praia da cidade de Bude, ficou pelado, se cobriu da cintura pra baixo com pele de boi e pôs uma peruca rústica feita com algas marinhas em cima da cabeça.
Deve ter ficado mais ou menos assim, né?rsrs
Depois disso, o Robert ficou se olhando num pequeno espelho de mão e cantando com a voz fininha, até que chamou a atenção de algumas pessoas que passavam perto da praia.
Quando viu que já tinha chamado bastante atenção, ele pulou no Mar e saiu dali sem ser visto.
No dia seguinte, todos na cidade começaram a comentar da “sereia” vista na noite anterior perto da praia. E de noite, uma multidão apareceu lá.
A “sereia” reapareceu naquela noite e em várias noites seguidas, sempre se apresentando da mesma forma. Até uma vez em que começou a cantar God Save the King. E depois, se jogou no Mar e não fez mais aparições.
A meu ver, isso levanta a hipótese do Robert ser transexual, e não bissexual. Mas...
De qualquer forma, excentricidades sempre foram comuns na vida dele. Entre outras curiosidades, podemos destacar que ele construiu uma pequena cabana de madeira onde passava várias horas por dia escrevendo poemas e fumando ópio, criava 9 gatos e 1 porco e, sempre que encontrava uma ave, ficava parado ‘conversando’ com ela, até que a ave fosse embora voando.
Louco? Talvez. Não é impossível que o ópio tenha deixado sequelas no cérebro dele, né?
Em 1834, o Robert se tornou padre da Igreja Anglicana.
Em 1863, ele ficou viúvo. E no ano seguinte, se casou com a Pauline Kuczynski, 20 anos mais nova do que ele.
Eles tiveram 3 filhas, chamadas Juliot, Morwenna e Rosalind.
O Robert morreu em 15 de Agosto de 1875, 4 meses antes de completar 72 anos, por motivos não muito claros.
Nos últimos momentos de vida, ele declarou que tava se convertendo ao Catolicismo Romano.

Hoy hablaremos un poquito acerca de otro personaje histórico posiblemente bisexual: el poeta inglés Robert S. Hawker.
Robert Stephen Hawker nació en Devon, el 3 de Diciembre de 1803.
El estudió en la Liskeard Grammar School y en la Pate’s Grammar School.
Cuando tenía 19 años, Robert se casó con una mujer adinerada, 22 años más vieja que él, llamada Charlotte Eliza Ians. Y ella financió sus estudios en el Pembroke College of Oxford. Allí, él se graduó como poeta en 1827. Y firmaría sus poemas como Robert S. Hawker.
La suposición de que él tenía características homosexuales es porque él se fantaseaba como una sirena cuando tenía poco más de 20 años de edad. Y así, se presentaba cantando y peinando sus “pelos” en una playa.
A mi juicio, esto plantea la hipótesis de que Robert era transexual, no bisexual.

July 1825 (or 1826, according to other historiographers) some people witnessed a fact that made some raise the hypothesis that Robert was bisexual: in a full moon night, when nobody was watching it, he swam to a rock a few meters from Bude beach, got naked, covered half of his body with an ox skin and put a rustic wig made of seaweed on his head.
I suppose he was more or less like the mermaid seen on the comic above, really?rsrs
After that, Robert began to look at himself with a little hand mirror and to sing with a shrill voice. It caught the attention of the people who were passing near the beach.
When he saw he had already drawn considerable attention, he jumped into the Sea and left without being seen.
The next day, everyone in town was mentioning the “mermaid” seen the night before near the beach. And at night, a crowd was there.
The “mermaid” reappeared then and at several other nights in the same way. But once she started singing God Save the King. And then, she jumped into the Sea and didn’t star other shows again.

Atti eccentrici sono sempre stati comuni nella vita di Robert. Tra le altre curiosità, possiamo segnalare che lui ha costruito una piccola capanna di legno dove rimaneva diverse ore al giorno a scrivere poesie e fumare oppio, prendeva cura di 9 gatti e 1 maiale e, ogni volta che vedeva un uccello, rimaneva lì a “parlare” con esso fino a quando l’uccello volasse via.
Pazzo? Forse. Non è impossibile che l’oppio abbia lasciato problemi nel suo cervello, vero?
Nel 1834, Robert è diventato un sacerdote della Chiesa Anglicana.
Nel 1864, lui ha sposato Pauline Kuczynski, 20 anni più giovane di lui (sua prima moglie è stata morta l’anno prima).
Loro hanno avuto 3 figlie: Juliot, Morwenna e Rosalind.
Robert è morto il 15 Agosto del 1875, per ragioni poco chiare.
Negli ultimi momenti di vita, ha dichiarato che adesso era un cattolico romano.

COMEMORANDO O DIA DO MOTORISTA

Bom, hoje, 25 de Julho, é o Dia do Motorista.
Assim, vamos comemorar a data lembrando aqui de um filme pornô em que o protagonista é um motorista.rs
Se trata de A Filha do Senador (2004), dirigido pelo Richard de Castro.
O motorista em questão é interpretado pelo Vinny Burgos, nosso velho conhecido.rs
Podem dar uma clicada aqui pra ver um post sobre ele:


Os outros atores pornô que aparecem no filme são o Renato Werneck, que interpreta o senador, e o Wesley, que interpreta o segurança.
Bom, A Filha do Senador começa mostrando um senador chegando lá na mansão dele e indo se aliviar com uma garota de programa.
Quando termina de comer a garota, ele sai do quarto e encontra a filha dele, que fica puta da vida com a situação.
Ele fala que o que ela viu não é bem o que ela tá pensando e tal. Mas ela não quer saber de conversa e sai.
Enquanto isso, na cozinha da mansão, o motorista do senador tá comendo a empregada.
Quando termina, ele escuta o senador chamando ele, se veste e vai ver o que é...
Bom, o patrão manda o motorista distrair a filha dele, já que ela tá irritada.
O motorista leva a garota pra dar uma volta, mas ela já começa a ficar pelada na frente dele e deixar claro que quer dar uma provada na rola dele.
Quando eles voltam pra casa, a garota resolve ir pro escritório do pai e saborear o pirocão grosso do motorista.
Não demora muito e o segurança da mansão escuta um barulho estranho ali e vai ver o que é.
E é claro, quando descobre a causa do barulho, ele resolve entrar na meio e participar da brincadeira.
Pra terminar, a garota resolve juntar as 2 rolas e enfiar as 2 na boca ao mesmo tempo.
Tem um errinho de continuidade aí que não atrapalha em nada e quase ninguém percebe. Mas só pra constar: na 1ª cena de foda do Vinny, ele tá com o peito depilado...
...e na 2ª cena de foda, ele tá com o peito peludo.
Até! E divirtam-se!rsrs

quinta-feira, 23 de julho de 2015

GUSTAV III HOLSTEIN-GOTTORPSKA 1746-1792

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico homossexual: o Rei Gustav III, da Suécia.
Já fiz um post sobre ele uma vez no Gringo-lindo. Mas aqui vai uma reedição.
O Príncipe Gustav Holstein-Gottorpska nasceu em Estocolmo, em 13 de Janeiro de 1746.
Ele era o filho mais velho do Rei Adolf Fredrik I Holstein-Gottorpska e da Rainha consorte Lovisa Ulrika Hohenzollern.
Como toda criança criada num ambiente palaciano, o Gustav foi ensinado desde cedo a ser dissimulado. E sempre foi carismático e capaz de convencer as pessoas a fazerem o que ele queria.
Com 20 anos, em 1766, ele se casou por motivos políticos com a Princesa Sophie Magdalena, filha do Rei da Dinamarca. O casamento nunca foi feliz, até porque a Lovisa odiava a nora e se metia no casamento deles o tempo todo. E o Gustav mesmo também nunca foi com a cara da esposa e nem sequer chegava perto dela na época (nem é preciso dizer que o casamento passou longe de ser consumado, né?).
Com 25 anos, ele foi pra Paris, tentando manter boas relações com o Rei da França, pensando em alianças futuras. Só que, enquanto ele ainda tava lá, em 12 de Fevereiro de 1771, o pai dele morreu, passando ele a ser o novo rei.
Em 19 de Maio de 1772, foi realizada a cerimônia de coroação: ele foi coroado com o título de Sua Majestade, o Rei Gustav III, da Suécia.
Até o início do século XVIII, o tipo de monarquia dominante na Europa era o Absolutismo: o rei (ou a rainha) era considerado o representante de Deus naquele país, o que dava a ele o direito de governar o país com autoridade absoluta, não podendo ser desobedecido.
Mas é claro que isso era cada vez mais contestado. Na Inglaterra, por exemplo, a monarquia já tinha deixado de ser absolutista e virado constitucional: o rei passava a ser só uma figura representativa, sem autoridade política quase nenhuma.
Já que os outros reis absolutistas do século XVIII viram que essa era a tendência a ser seguida pelas demais monarquias, eles decidiram apelar prum plano pra manter o poder: disfarçar o Absolutismo. Como? Mudando a ética: o rei tinha o direito de governar o país com autoridade absoluta, mas não por ser o representante de Deus ali, e sim por ser a pessoa mais intelectual e mais esclarecida do país, o que fazia dele a pessoa mais preparada pra governar. Ou seja, a justificativa pro poder do rei deixava de ser a religião e passava a ser a erudição dele.
É claro que, pra isso, esses reis passaram a patrocinar vários artistas e a receber a visita constante de intelectuais, transformando as cortes deles em verdadeiros centros culturais.
Esse novo Absolutismo passou a se chamar Despotismo Esclarecido. E o Gustav III, é claro, foi um dos reis que foram nessa onda. Até porque ele realmente se interessava muito por arte (ele chegou inclusive a escrever várias peças de teatro). E conheceu pessoalmente mais da metade dos artistas europeus da época.
Assim que o Gustav III assumiu o poder, ele impôs a Constituição e, logo depois, legalizou a liberdade de imprensa.
O rei sempre andava acompanhado por um nobre da corte, o Adolf Fredrik Munck, que aconselhava ele a se aproximar da Sophie, porque era preciso dar um herdeiro pro trono.
Então, finalmente, depois de 9 anos de casados, o rei e a rainha consorte passaram a dormir juntos. Mas a forma como isso acontecia é contada de formas diferentes pelos historiadores... Há quem diga até que o Gustav III, o Adolf e a Sophie faziam umas surubas de vez em quando! Outros dizem que não chegou a tanto, mas que o Adolf realmente virou amante da Sophie pra ‘fazer esse favor’ ao amigo, já que ele não gostava.
Seja como tenha sido, 3 anos depois, nasceu o 1º filho da Sophie: o Príncipe Gustav Adolf.
Na época, a própria Lovisa começou a dizer que o Gustav III nunca tinha tocado na Sophie, e o filho dela seria do Adolf, o que acabou fazendo o filho e a nora se afastarem dela de vez, expulsando a velha da corte!
Ah! E claro que também tinham rumores de que o Gustav III e o Adolf eram amantes.
Aparentemente, o relacionamento mais fixo da vida do Gustav III foi com o Hans Axel, nomeado por ele Conde de Fersen.
Até que era bonitinho, né?rs
Ele era um oficial da guarda do rei, que, desde 1774, era mandado à França com uma certa frequência pra manter as boas relações entre as famílias reais dos 2 países. Mas também servia de informante ao Gustav III de tudo o que se passava na corte francesa. Até porque ele conseguiu se tornar amante da Rainha consorte da França, a Marie Antoinette!
Finalmente, em 1781, o Gustav III legalizou a liberdade religiosa na Suécia, o que enfureceu os fanáticos de todos os grupos.
No ano seguinte, a Sophie teve outro filho, o Duque de Smäland, que morreu com 1 ano. Depois disso, o casal real se afastou pra sempre.
Em 1783, ele decidiu fazer uma excursão às terras italianas. Em parte por lazer, em parte pra ficar de olho pessoalmente no que os políticos da Europa Central andavam fazendo. E levou junto o Hans.
Dizia uma fofoca da época que, quando os 2 foram visitar o Vesúvio, o Gustav III ameaçou se jogar dentro da cratera do vulcão, se o Hans não largasse a Marie Antoinette.
Mas isso a gente vê de longe que era só uma fofoca mesmo: esse relacionamento era super proveitoso pro Gustav III, pois fazia do Hans o informante mais bem informado que ele tinha na França.
Em meados de 1784, terminaram as ‘férias’ italianas e o rei voltou à Suécia, mandando o amante de volta pra França.
Em 1789, prevendo os resultados que a Revolução Francesa podia ter (e com medo de que se criasse uma Revolução Sueca), o Gustav III decidiu se colocar acima da Constituição, alegando ao povo que fazia isso pela união e segurança da Suécia. Alguns historiadores até chamam esse período de “Volta do Absolutismo”.
Por outro lado, o Gustav III foi estabelecendo alianças com os reis e rainhas dos outros países pra ajudar o Rei da França.
Na madrugada do dia 16 de Março de 1792, ele foi a um baile de máscaras no Teatro de Ópera Real Sueco. E lá ele recebeu um tiro nas costas de um tal de Jacob Johan Anckarström.
O motivo desse atentado nunca ficou 100% claro. Tem historiadores que dizem que o cara era simplesmente um neurótico, outros dizem que era um fanático religioso, outros dizem que era um partidário dos inimigos políticos do rei...
Mas enfim: o Gustav III morreu 13 dias depois, com uma infecção causada pelo tiro, com 46 anos.
Ele entrou pra História da Suécia como o maior governante que o país teve no século XVIII.

Hoy hablaremos un poquito de otra figura histórica homosexual: el Rey Gustavo III de Suecia.
Ya hablé una vez acerca de él en el Gringo-lindo. Pero aquí está una reedición.
El Príncipe Gustavo Holstein-Gottorpska nació en Estocolmo, el 13 de Enero de 1746.
Era el primer hijo del Rey Adolfo Federico I Holstein-Gottorpska y de la Reina consorte Luisa Ulrika Hohenzollern.
Típico niño criado en lugares monárquicos, Gustavo siempre fue carismático y capaz de convencer a la gente a hacer lo que él quería.
Cuando tenía 20 años, en 1766, él se casó por razones políticas con la Princesa Sofía Magdalena, hija del rey danés. El matrimonio nunca fue feliz, también porque Luisa odiaba su nuera y se entrometía en su matrimonio todo el tiempo. Y a Gustavo nunca le gustó su esposa y tampoco se acercaba de ella.
Cuando tenía 25 años, él se fue a París, tratando de mantener buenas relaciones con el rey francés, pensando en futuras alianzas. Pero mientras él todavía estaba allí, el 12 de Febrero de 1771, su padre se murió. Ahora él era el rey.
Fue coronado el 19 de Mayo 1772, como Su Majestad, el Rey Gustavo III de Suecia.
Unos años más tarde, debido a chismes de Luisa sobre la vida sexual de Gustavo III y Sofía, el hijo y la nuera se apartaron de ella, ¡expulsando a la vieja de la corte!
Entre los amantes del rey, hay historiadores que hablan de Adolf Fredrik Munck y Hans Axel.
Este útimo era un oficial de la guardia del rey, que, desde 1774, era enviado a Francia casi siempre para mantener las buenas relaciones entre las familias reales de los 2 países. Pero también informaba a Gustavo III de todo lo que pasaba en la corte francesa. De hecho, logró a convertirse en amante de la Reina consorte de Francia, ¡María Antonieta!

By the early 18th century, the dominant kind of monarchy in Europe was Absolutism: the king (or queen) was seen as God’s representative in that country, which allowed him to rule the country with absolute authority. Nobody was allowed to be against him.
But of course this was being increasingly challenged. In England, for example, the monarchy had already ceased to be absolutist and had become constitutional: the monarch came to be just a figurehead, with an almost non-existent political authority.
The other absolutist monarchs of the 18th century understood this was the trend to be followed by other monarchies. So they decided to do a political maneuver to maintain their power: the Absolutism had to be disguised. But how? Under another concept: the monarch would retain the right to rule the country with absolute authority not because he was God’s representative there, but because he was the greatest intellectual of that country. And that made him the most prepared person to rule the country. In other words, the justification for the monarch’s power was no longer religion, but his intellectuality (this new Absolutism was called Benevolent Despotism).
Of course, because of that, these monarchs began sponsoring many artists and were constantly visited by intellectuals. Their courts became real cultural centers.
And Gustav III was one of these monarchs. Even because he loved art. And he personally met most of the European artists of his time.
Shortly after Gustav III took office, he legalized the freedom of the press.
As far as we know, the king was homosexual. But he was always accompanied by a nobleman named Adolf Fredrik Munck who advised him to approach his wife: it was necessary to give an heir to the throne.
So, after 9 years married, the king and queen-consort began to sleep together. But the way this happened is told in different ways by historiographers… Some say Gustav III banged his wife with Adolf once in a while! Others say there was no group sex, but Adolf really became the queen-consort’s lover in order to father a child.
Anyway, she gave birth to her 1st child 3 years later. It was Prince Gustav Adolf.

Nel 1781, Gustavo III ha legalizzato la libertà religiosa in Svezia, quello che ha infuriato i fanatici di tutti i gruppi.
Nel 1783, lui ha deciso di fare una gita nelle terre italiane. In parte per vacanze, in parte per osservare personalmente quello che i politici dell’Europa Centrale stavano facendo. E il suo amante Hans era con lui.
Secondo un pettegolezzo di quei giorni, quando sono andati a visitare il Vesuvio, Gustavo III ha minacciato di saltare nel cratere del vulcano, se Hans non abbandonasse Maria Antonietta di Francia, anche lei sua amante.
Possiamo facilmente vedere che questo è stato solo un pettegolezzo: questo rapporto è stato super utile per Gustavo III perché faceva di Hans l’informatore più esperto che lui aveva in Francia.
Dopo questo, il re è tornato in Svezia e il suo amante è tornato in Francia.
Nel 1789, Gustavo III ha previsto i risultati che la Rivoluzione Francese avrebbe ed ha deciso di mettere a sé stesso sopra la Costituzione. Ha detto alla gente che lo faceva per l’unità e la sicurezza della Svezia.
D’altra parte, Gustavo III ha iniziato a costruire alleanze con i re e regine degli altri paesi per aiutare il Re di Francia.
Il 16 Marzo del 1792, lui è andato a una mascherata al Teatro dell’Opera Reale Svedese. E lì è stato colpito alla schiena da un uomo chiamato Jacob Johan Anckarström.
Non sappiamo esattamente perché. Ci sono storiografi che dicono che il tipo era solo pazzo, altri dicono che era un fanatico religioso, altri dicono che era un partigiano dei nemici politici del re...
Comunque sia, Gustavo III è morto 13 giorni dopo, a causa di un’infezione causata dal tiro. Lui aveva 46 anni.
Si parla di lui nella Storia della Svezia come il principale sovrano del paese nel secolo XVIII.

Até!