Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico homossexual: o jornalista, tradutor e autor teatral brasileiro João do Rio.
João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto nasceu aqui no Rio, em 05 de Agosto de 1881.
Ele estudou no Colégio São Bento.
Em 1899, o João começou a escrever profissionalmente, tendo o 1º texto dele publicado no jornal O Tribunal.
Apesar de ter usado vários nomes artísticos pra assinar os textos, o mais famoso foi João do Rio, que ele criou em 1903.
Em 1910, ele entrou pra Academia Brasileira de Letras.
Atualmente, alguns ativistas pela igualdade racial mencionam o João como “racista”, já que alguns textos dele se referem aos pobres (e a maioria dos pobres eram negros) como a parte inferior da sociedade.
É interessante lembrar que ele próprio era mulato e eventualmente era vítima de deboche pela aparência não europeia que tinha.
Ao mesmo tempo, o João foi um dos primeiros brasileiros famosos a escrever sobre as religiões de origem africana com a intenção de organizar e catalogar o assunto.
Quanto à religião que ele seguia, é meio difícil entender...
Como mais de 90% dos brasileiros da época, o João se via como católico romano. Mas, em alguns textos que ele deixou, ele demonstra um certo desdém pelo ato de rezar, dando a entender que fazer isso é perda de tempo. Talvez a gente possa classificar ele como ‘agnóstico’.
Ele nunca se declarou publicamente homossexual. E acho que isso nem seria possível na época, né? Mas nunca se casou, nunca foi visto em público com mulher nenhuma e nunca teve filhos.
O que parece ter despertado mais as suspeitas de todos sobre a homossexualidade do João era o fato de ele ser fã do Oscar Wilde.
Aliás, podem clicar aqui pra ver um post sobre ele:
A partir dos 30 anos, o João foi engordando cada vez mais. E no dia 23 de Julho de 1921, foi morto por um enfarte, 13 dias antes de completar 40 anos.
Today we’ll talk a little about another historical homosexual character: the Brazilian journalist, translator and theater author João do Rio.
João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto was born in Rio de Janeiro, on August 5th, in 1881.
He studied at Colégio São Bento.
Although he used many aliases to sign his texts, the most famous was João do Rio, created by him in 1903.
In 1910, he became a member of the Academia Brasileira de Letras.
João was a fan of Oscar Wilde (you can click on the link above to see a post about him). And apparently that’s what aroused suspicions about his homosexuality.
En 1899, João comenzó a escribir profesionalmente, teniendo su primer texto publicado en el periódico O Tribunal.
Actualmente, algunos activistas de la igualdad racial lo mencionan como “racista”. Es que algunos textos suyos se refieren a los pobres (y la mayoría de los pobres eran negros) como la escoria de la sociedad.
Es interesante recordar que João era un mulato. Y también que era víctima de bullying por su aspecto no europeo.
Al mismo tiempo, él fue uno de los primeros brasileños famosos que escribió sobre las religiones de origen africana con la intención de organizarlas y catalogarlas.
Capire qual’era la religione di João è un po’ difficile...
Proprio come più di 90% dei brasiliani di quel tempo, lui si vedeva come un cattolico romano. Ma in alcuni dei suoi testi, lui mostra un certo disprezzo per la preghiera, dimostrando che fare questo è una perdita di tempo. Forse possiamo classificarlo come un agnostico.
João non si è mai dichiarato pubblicamente omosessuale. E suppongo che questo sarebbe impossibile in quell’epoca, vero? Ma lui non è mai stato sposato, non è mai stato visto in pubblico con qualsiasi donna e non ha mai avuto figli.
Dopo aver compito 30 anni, lui ha cominciato ad essere più e più grasso. E il 23 Luglio del 1921, è stato ucciso da un attacco di cuore, 13 giorni prima di compiere 40 anni.
Até!

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