segunda-feira, 29 de abril de 2013

UM FOFÍSSIMO ROMANCE



Oi!!!

Encerrando o mês, vou linkar aqui o site do INCA (Instituto Nacional do Câncer):


Lá a gente pode encontrar, entre outras coisas, a lista de hemocentros de cada região do Brasil. Então, pra quem tá pensando em ser doador de sangue ou de medula óssea, é uma boa.
Bom, hoje a gente vai dar uma olhada no arquiteto brasileiro André Piva.
Já fiz um post sobre ele uma vez no CECG&B, mas acho interessante mandar uma versão atualizada.
Ele nasceu no Rio Grande do Sul, em 1975. Mas se mudou aqui pro Rio no final dos anos 80. E nunca mais deixou a cidade.
O André fez o Curso Universitário de Arquitetura da UFRJ.
Hoje ele é considerado uma dos maiores arquitetos do Rio de Janeiro.
No início de 1995, o André tinha um restaurante em Botafogo, muito freqüentado pelo público GLBT. E o estilista Carlos Tufvesson, por morar ali perto, sempre ia comer naquele restaurante. E foi lá que eles se conheceram e, pouco tempo depois, começaram a namorar... Apenas 10 dias depois de se conhecerem, o André e o Carlos já foram morar juntos! E tão juntos até hoje.
Aliás, podem dar uma clicada aqui pra ver um post sobre o Carlos:


O André diz que quem gosta mesmo de discutir relação é o Carlos. Quando tem um problema que tem que ser discutido, ele até acorda o André se ele tiver dormindo, mas não deixa de falar o que tem que falar.
O André diz que é ele quem administra a casa. Mas ele confessa que é meio bagunceiro.rs
Ele admite que não sabe ficar sem o Carlos e que é muuuuuito ciumento! E ele acha o Carlos lindíssimo, é claro.
Eles dizem que declaram amor um ao outro todo dia e várias vezes por dia.
Esse ano, eles tão completando 19 anos juntos. Mas ainda no início de 2007, eles realizaram uma cerimônia budista pra abençoar a união. E em 14 de Novembro de 2011, eles realizaram a união civil.
O André e o Carlos só não pensam em adotar filhos. Eles dão a maior força pra quem faz isso. Mas dizem que, pra eles, não dá, até por falta de tempo mesmo pra se dedicar a uma criança.
As famílias dos 2 aceitam a relação deles numa boa e todos se dão bem.
Bom, pra quem quiser saber mais sobre o trabalho do André, vou deixar aqui o link pro site dele:


Today, we’ll talk a little about the Brazilian architect André Piva.
He was born in Rio Grande do Sul, in 1975. But he moved to Rio de Janeiro in the late 80s. And he’s lived here since then.
André graduated as an architect by UFRJ University.
Nowadays, he’s one of the greatest architects of Rio de Janeiro.
In 1995, André had a restaurant in Botafogo (a hood of Rio), where many LGBT cariocas used to go. And fashion designer Carlos Tufvesson, who lived near the restaurant used to go there often... André and Carlos met in the restaurant, started having an affair, and only 10 days later they went to live together. And they’ve been together since then.

André dice che, nella loro relazione, a Carlos piace di più parlare dei problemi tutti quanti. Quando Carlos ha qualcosa da dire, alcune volte lui sveglia André per parlarne, ma sempre parla di quello che deve.
È André che veramente si occupa della casa. Ma dice che alle volte la lascia in disordine.
Lui dice che non riesce a restare lontano da Carlos. Ed è mooooolto geloso! Per lui, Carlos è bellissimo.
André e Carlos parlano uno all’altro del loro amore tutti i giorni e molte volte al giorno.
Il secondo link qui sopra mostra un post su Carlos.

La relación de André y Carlos ya existe hace 19 años. En el comienzo de 2007, fue hecha una cerimonia budista para bendecirlos. Y su unión civil ocurrió en Rio de Janeiro a fines de 2011.
André y Carlos no piensan en ahijar niños, pero están totalmente de acuerdo con 2 hombres o 2 mujeres que piensan en hacerlo.
Sus familias saben de su relación y no tienen problemas con eso.
Y si tú quieres saber más de los trabajos de André como arquitecto, puedes clicar sobre el último enlace arriba para ir a su sitio.

Até Maio!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

EIS ALGUÉM PRA QUEM O JORNALISMO TEM QUE TIRAR O CHAPÉU


Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no jornalista brasileiro Ismar Madeira.
Ismar Madeira Cunha Júnior nasceu no Paraná, em dia 18 de Junho de 1967.
Quando ele tinha 4 anos, a família dele se mudou pra Brasília.
Quando era adolescente, o Ismar pensava em ser diplomata ou publicitário. Mas, com 19 anos, enquanto fazia o curso do Centro Universitário de Brasília, ele conheceu alguns colegas de turma que eram jornalistas. E conversando com eles, se interessou pelo assunto, acabando por seguir por esse caminho.
Ele começou como editor de 2 programas regionais da TV Brasília (afiliada da extinta Rede Manchete): o Tele Manhã e o Tele Manchete. E desde então, ficou conhecido como Ismar Madeira.
Em 1990, ele foi chamado pela Globo, companhia em que trabalha desde então. E assim, ele assumiu a apresentação do Globo Esporte, fazendo também reportagens pro Esporte Espetacular.
Finalmente, em 1995, ele foi transferido pra Belo Horizonte, onde mora até hoje, pra apresentar o Bom Dia Minas. E hoje, ele é o principal correspondente da Globo em Minas Gerais.
Desde 2011, o Ismar também é o coordenador do Curso de Jornalismo da Fundação Mineira de Educação.
Além das funções que exerce no Jornalismo, ele também tem o mestrado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais.
Sobre a vida pessoal do Ismar, não há quase nenhum registro na Internet.

Oggi parleremo un po’ del giornalista brasiliano Ismar Madeira.
Ismar Madeira Cunha Júnior è nato nel Paraná, il 18 Giugno del 1967.
Quando lui aveva 4 anni, la sua famiglia si è trasferita a Brasília.
Quando Ismar era un adolescente, pensava di lavorare con diplomazia o con pubblicità. Ma quando aveva 19 anni e studiava al corso del Centro Universitário de Brasília, ha incontrato alcuni compagni di classe che erano giornalisti. E parlando con loro, si è interessato al tema...

Ismar’s professional debut was in 2 shows of TV Brasília: Tele Manhã and Tele Manchete.
In 1990, he was hired by TV Globo (and he’s been there since then) and started working as a reporter of Esporte Espetacular and Globo Esporte.
Finally, in 1995, Ismar was transferred to Belo Horizonte, where he’s been living to this today. He was sent there to work as a reporter of Bom Dia Minas. And nowadays, he is the chief correspondent of Globo in Minas Gerais.

Desde 2011, junto a su carrera de periodista, Ismar es también el coordinador del curso de periodismo de la Fundação Mineira de Educação.
Además de estas funciones, ese bel hombre también tiene un título de maestría en Medios de Comunicación, conseguido por la Universidade Federal de Minas Gerais.
Acerca de la vida personal de Ismar, no hay casi ningún registro en Internet.

FALANDO NISSO...

Já que o post acima foi sobre o Ismar Madeira, um jornalista, aqui vão os links dos posts que eu fiz sobre outros jornalistas brasileiros no Super CECG&B e no Ultra CECG&B:

Jean Wyllys

http://centrogb.blogspot.com.br/2010/05/alguns-toques-que-ele-nos-da.html

Amin Khader

http://ultracecgb.blogspot.com.br/2010/11/fofoca-pode-pode-pode.html

Augusto Xavier

http://ultracecgb.blogspot.com.br/2010/08/jornalismo-musica-atuacao-e-astronomia.html

Cesar Filho

http://ultracecgb.blogspot.com.br/2011/05/ele-gosta-mesmo-e-de-ser-apresentador.html

César Tralli

http://centrogb.blogspot.com.br/2010/05/um-jornalista-com-tudo-em-cima.html

Ernesto Paglia

http://centrogb.blogspot.com.br/2009/04/o-billy-crystal-do-jornalismo.html

Hélter Duarte

http://centrogb.blogspot.com.br/2009/09/o-bonitao-do-rjtv.html

Luiz Bacci

http://centrogb.blogspot.com.br/2009/08/entretenimento-e-jornalismo-mas-cada-um.html

Marcelo Canellas

http://ultracecgb.blogspot.com.br/2010/07/reporter-pelo-brasil-fora.html

Marcelo Rubens Paiva

http://centrogb.blogspot.com.br/2009/11/entre-grandes-dificuldades-nasce-um.html

William Bonner

http://ultracecgb.blogspot.com.br/2010/10/um-simbolo-sexual-sempre-de-terno.html

These are Brazilian journalists.

Estos son periodistas brasileños.


Questi sono giornalisti brasiliani.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

DIANA e MERCÚRIO



DIANA

Não há dúvida de que, em sua origem, essa era uma deusa adorada pelos povos florestais da Península Itálica. E já era cultuada ali antes da fundação de Roma.
Diana é a deusa protetora de quem é virgem, mas também não se opõe a quem deixa a virgindade. Ao contrário: ela chega até a proteger as mulheres na hora do parto.
No século VI a.C., os habitantes das colônias gregas do Sul da península começaram a ter contato com o culto dela, sincretizando ela com a deusa Ártemis.
Esse sincretismo foi muito superficial a princípio, mas se fortaleceu bastante cerca de 300 anos depois. E mitos gregos sobre Ártemis ganharam remakes romanos com ela sendo substituída por Diana.
Provavelmente o sincretismo não pegou logo de cara porque as 2 deusas eram imaginadas com personalidades bem diferentes: Diana é uma deusa originalmente pacífica e voltada pra proteção; Ártemis é uma deusa colérica e de paciência curta que paga violência com violência.
Apesar da associação a Ártemis, Diana manteve algumas de suas características originais.
Em alguns casos, o cargo de sacerdote dessa deusa dava à pessoa o direito de ser imune à escravidão, mas também permitia a substituição por assassinato. Assim, era comum que esse cargo fosse ocupado por um escravo fugido, que algum dia acabava sendo assassinado por outro escravo fugido, que também queria pegar o cargo pra ele e se imunizar contra a escravidão. E assim seguia.
Em alguns casos, o sacerdote de Diana ganhava a obrigação de cuidar pro resto da vida de uma corça, animal diretamente consagrado a essa deusa.
Cavalos, por outro lado não podiam se aproximar dos locais de culto da deusa, pois, de acordo com uma lenda, um dos principais adoradores dela morreu ao cair da carruagem onde estava por ter perdido o controle dos cavalos que puxavam a carruagem.
No final do século XX, o culto de Diana se reergueu em alguns grupos específicos da Stregoneria. Principalmente na Tradição Ariciana, fundada pelo bruxo Raven Grimassi.
Clique aqui pra ver mais informações sobre isso:


E clique aqui pra ver informações sobre Ártemis:


There’s no doubt that, in her origin, Diana was a goddess worshipped by the peoples who lived in the forests of the Italian Peninsula. And she was worshipped there before the foundation of Rome.
She’s the patron goddess of virgins, but she’s not opposed to those who leave their virginity. On the contrary: she even protects women in childbirth.
In the 6th century BC, the inhabitants of the Greek colonies of the southern Italian Peninsula began to have contact with Diana’s worship. And they syncretized her with the goddess Artemis.
This syncretism was very weak at first, but it became much more intense about 300 years later. And Greek myths about Artemis were remade in Rome replacing her by Diana.
Probably the syncretism wasn’t accepted at first because the 2 goddesses were imagined with very different personalities. Diana is a goddess originally peaceful and focused on protecting and Artemis is an angry and violent goddess usually with short patience.
Despite her association with Artemis, Diana retained some of her original features.
In some cases, a priest of this goddess had the right to be immune to slavery. But the replacement for murder was also allowed in this charge. Thus, this charge was typically occupied by an escaped slave. And someday that person ended up being murdered by another escaped slave, who also wanted to take the charge for him in order to be immunized against slavery. And so it continued.
In some cases, the priest of Diana earned an obligation to take care of a doe for the rest of the life. This was the animal that symbolized this goddess directly.
Horses, on the other hand, could not get close to the places where the goddess was worshipped. It’s because, according to a legend, one of her main worshippers died after falling from his carriage because of the horses which were pulling it.
At the end of the 20th century, Diana’s worship rose again in some specific groups of Stregheria. Especially at the Arician Tradition, founded by Raven Grimassi.
You can click on the 1st link above to see a post about it.
And you can click on the 2nd link above to see a post about Artemis.

No hay duda de que, en su origen, Diana era una diosa adorada por los pueblos que vivían en los bosques de la Península Italiana. Y ella era adorada allí antes de la fundación de Roma.
Ella es la diosa protectora de los vírgenes, pero no se opone a aquellos que dejan su virginidad. Por el contrario: ella llega hasta mismo a proteger a las mujeres en el parto.
En el siglo VI a.C., los habitantes de las colonias griegas del Sur de la Península Italiana comenzaron a tener contacto con el culto de Diana. Y ellos la sincretizaron con la diosa Artemisa.
Este sincretismo fue muy débil al principio, pero se hizo mucho más intenso cerca de 300 años más tarde. Y los mitos griegos sobre Artemisa fueron rehechos en Roma reemplazándola por Diana.
Probablemente el sincretismo no fue aceptado en un primer momento debido a que las 2 diosas eran imaginadas con personalidades muy diferentes: Diana es una diosa originalmente tranquila y centrada en la protección y Artemisa es una diosa enojada, violenta y casi siempre con poca paciencia.
A pesar de su asociación con Artemisa, Diana mantuvo algunas de sus características originales.
En algunos casos, un sacerdote de esa diosa tenía el derecho a ser inmune a la esclavitud. Pero la sustitución por asesinato también se permitía en ese cargo. Por lo tanto, el cargo era ocupado normalmente por un esclavo fugitivo, que algún día terminaba siendo asesinado por otro esclavo fugitivo, que así conseguía el cargo para él con el fin de ser inmune a la esclavitud. Y así seguía.
En algunos casos, el sacerdote de Diana ganaba la obligación de cuidar de una gama para el resto de la vida, porque este era el animal que simbolizaba la diosa directamente.
Caballos, por otro lado, no podían acercarse a los lugares donde se rendía culto a la diosa. Eso se debe a que, según una leyenda, uno de sus principales devotos se murió porque se cayó de su coche debido a los caballos que usaba allí.
A finales del siglo XX, el culto de Diana volvió a aumentar en algunos grupos específicos de la Stregheria. Especialmente en la Tradición Ariciana, fundada por Raven Grimassi.
Puedes hacer clic en el primer enlace arriba para ver un post sobre ello.
Y puedes hacer clic en el segundo enlace arriba para ver un post sobre Artemisa.

Non c’è dubbio che, per la sua origine, Diana era una dea venerata fra le popolazioni che vivevano nelle foreste della Penisola Italiana. E lei era adorata lì prima della fondazione di Roma.
Lei è la dea protettrice dei vergini, ma lei non è una nemica di coloro che lasciano la loro verginità. Al contrario: lei protegge anche le donne nel parto.
Nel secolo VI aC, gli abitanti delle colonie greche del Sud della Penisola Italiana hanno cominciato ad avere contatto con il culto di Diana. E l’hanno sincretizzata con la dea Artemide.
Questo sincretismo era molto debole in un primo momento, ma sarebbe diventato molto più intenso circa 300 anni dopo. E i miti greci su Artemide sono stati rifatti a Roma, adesso con Diana al suo posto.
Probabilmente il sincretismo non è stato accettato in un primo momento perché le 2 dee erano immaginate con personalità molto diverse. Diana è una dea originariamente pacifica e protezione è il suo obiettivo principale; Artemide è una dea arrabbiata, violenta e di solito non ha molta pazienza.
Nonostante la sua associazione con Artemide, Diana ha mantenuto alcune delle sue caratteristiche originali.
In alcuni casi, un sacerdote di questa dea aveva il diritto di esser immune alla schiavitù. Ma la sostituzinne per omicidio era anche consentita in questa carica. Così, la carica era frequentemente occupata da uno schiavo fuggito, che un giorno finiva per esser ucciso da un altro schiavo fuggito, che così prendeva la carica per lui, per essere immune alla schiavitù. E così continuava.
In alcuni casi, il sacerdote di Diana aveva l’obbligo di prendersi cura di una cerva per il resto della vita. Questo era l’animale che simboleggiava direttamente questa dea.
Cavalli, d’altra parte, non potevano avvicinarsi ai luoghi dove la dea era adorata. È perché, secondo una leggenda, uno dei suoi principali adoratori è morto dopo esser caduto dalla sua carrozza a causa dei cavalli che stava usando lì.
Alla fine del secolo XX, il culto di Diana si è sviluppato nuovamente in alcuni gruppi specifici della Stregheria. Soprattutto alla Tradizione Ariciana, fondata da Raven Grimassi.
È possibile fare clic sul primo link qui sopra per vedere un post su di esso.
Ed è possibile fare clic sul secondo link qui sopra per vedere un post su Artemide.

MERCÚRIO

Esse era originalmente o deus do comércio do trigo, louvado pelos etruscos.
O culto de Mercúrio chegou a Roma em algum momento da 2ª metade do século VI a.C., provavelmente levado por comerciantes etruscos que iam vender suas mercadorias em Roma. E lá, ele começou a ser visto como o deus do comércio em geral.
Assim, não muito tempo depois, moedas romanas passaram a ser cunhadas com a cabeça desse deus.
Sincretizado com o deus grego Hermes, Mercúrio passou a ter várias características dele. E a mais marcante parece ser a ideia que os romanos adquiriram de que Mercúrio é o mensageiro de Júpiter, já que Hermes é o mensageiro de Zeus.
Outras características que foram copiadas passaram por adaptações: Hermes é o deus que protege os viajantes nos caminhos por onde eles andam, então Mercúrio passou a ser visto como o deus das encruzilhadas (lugar onde os caminhos se encontram); como Hermes é um deus que entra frequentemente no mundo dos mortos, Mercúrio passou a ser visto como o deus que conduz os espíritos dos mortos até lá...
A maioria das lendas sobre Mercúrio são remakes dos mitos gregos sobre Hermes, com esse sendo substituído por Mercúrio na história. Mas também existem algumas raríssimas lendas romanas sobre Mercúrio sem relação nenhuma com Hermes.
Clique aqui pra ver mais informações sobre esse deus:


Mercury was originally the god of wheat trade, worshipped by the Etruscans.
His worship arrived at Rome at some point in the 2nd half of the 6th century BC. And it got there probably brought by Etruscan merchants who used to go to Rome for selling their goods. And in Rome he began to be seen as the god of trade in general.
So, not long after, Roman coins began to be made with Mercury’s head on them.
Syncretized with the Greek god Hermes, Mercury now has several of his features. And the most obvious seems to be the Roman idea that Mercury is Jupiter’s messenger, because Hermes is Zeus’ messenger.
Other features that were copied had some adaptation. For example, Hermes is the god who protects travelers on the ways where they walk, then Mercury came to be seen as the god of the crossroads (the place where 2 ways touch each other). And as Hermes is a god who often goes in the world of the dead, so Mercury came to be seen as the god who leads the spirits of dead people to there.
Most of the legends about Mercury are remakes of the Greek myths about Hermes. But there are also some rare Roman legends about Mercury without any relation with Hermes.
You can click on the link above to see a post about this god.

Mercurio era originalmente el dios del comercio de trigo, adorado por los etruscos.
Su culto llegó a Roma en algún momento de la segunda mitad del siglo VI a.C. Y se quedó allí probablemente traído por los comerciantes etruscos que solían ir a Roma para la venta de sus productos. Y en Roma, comenzó a ser visto como el dios del comercio en general.
Así que, no mucho después, monedas romanas comenzaron a ser hechas con la cabeza de Mercurio en ellas.
Syncretizado con el dios griego Hermes, Mercurio tiene desde entonces varias de sus características. Y la más obvia parece ser la idea de los romanos de que Mercurio es el mensajero de Júpiter, porque Hermes es el mensajero de Zeus.
Otras características copiadas de Hermes tuvieron cierta adaptación. Por ejemplo, Hermes es el dios que protege a los viajeros en los caminos en que andan, entonces Mercurio pasó a ser visto como el dios de las encrucijadas (donde 2 caminos se tocan). Y como Hermes es un dios que a menudo se va al mundo de los muertos, Mercurio pasó a ser visto como el dios que lleva a los espíritus de los muertos hacia allí.
La mayoría de las leyendas sobre Mercurio son remakes de los mitos griegos sobre Hermes. Pero también hay algunas leyendas romanas raras sobre Mercurio sin ninguna relación con Hermes.
Puede hacer clic en el enlace de arriba para ver un post acerca de este dios.

Mercurio era in origine il dio del commercio del grano, venerato dagli etruschi.
Il suo culto è arrivato a Roma ad un certo punto della seconda metà del secolo VI aC., probabilmente portato dai mercanti etruschi che quasi sempre andavano a Roma per vendere i loro prodotti. E i romani hanno cominciato a vederlo come il dio del commercio in generale.
Quindi, non molto tempo dopo, monete romane hanno cominciato ad esser fatte con la testa di Mercurio su.
Sincretizzato con il dio greco Ermes, Mercurio ha avuto da allora molte delle sue caratteristiche. E la caratteristica più ovvia sembra essere l’idea dei romani che Mercurio è il messaggero di Giove, perché Ermes è messaggero di Zeus.
Altre caratteristiche che sono state copiate avevano qualche adattamento. Ad esempio, Ermes è il dio che protegge i viaggiatori sulle strade in cui camminano, quindi Mercurio è il dio delle crocevie (il luogo dove 2 strade si toccano). E come Ermes è un dio che va spesso nel mondo dei morti, Mercurio è il dio che guida gli spiriti delle persone morte a lì.
La maggior parte delle leggende su Mercurio sono remakes dei miti greci su Ermes. Ma ci sono anche alcune leggende romane rare su Mercurio senza nessuna relazione con Ermes.
È possibile fare clic sul link qui sopra per vedere un post su questo dio.