terça-feira, 7 de janeiro de 2014

SASQUATCHES À SOLTA 1

Oi!!!

Como eu anunciei no último post do ano passado, vou fazer aqui uma série sobre filmes de terror de sasquatches.
Esse tema foi relativamente comum no Cinema de Terror da América do Norte ao longo dos anos 70, começando a perder a força a partir dos 80. Provavelmente porque sasquatches se tornaram tema de produções mais voltadas pro público infantil a partir daquela época.
Por outro lado, bem poucos filmes de terror sobre sasquatches feitos entre 1970 e 1990 são aproveitáveis: uns 2 ou 3 são interessantes, mas o resto é um verdadeiro lixo cinematográfico, com produções classe Z e roteiros que dão tantas voltas e mostram tantas cenas sem nexo que você simplesmente nem entende a história que o filme pretendeu contar (se é que pretendeu).
Exemplos disso são Demonwarp (1988) e Night of the Demon (1980).
Nesse último, uma cena que chama a atenção mostra um motoqueiro parando pra dar uma mijada na beira de uma estrada florestal. E quando ele bota o piru pra fora (de verdade!)...
...o sasquatch agarra o piru dele...
...e arranca!
O despirocado foi interpretado por um figurante chamado Rob Camp.rs
Nos últimos 10 anos, mais ou menos, começaram a aparecer novas produções de terror com esse tema. E com uma qualidade melhor.
Bom, hoje vamos ver um dos filmes dos anos 70 com esse tema que se saíram melhores: Creature From Black Lake.
Pra quem quiser ver, esse filme tá no YouTube (em Inglês). Lá vai o link:


O filme foi escrito pelo Jim McCullough Jr., que fez uma ponta no filme como o personagem Orville, e dirigido pelo Joy N. Houck Jr. E foi lançado nos Estados Unidos em Março de 1976.
Creature From Black Lake foi protagonizado pelos hoje falecidos John David Carson...
...e Dennis Fimple.
O filme começa mostrando imagens de 2 homens atravessando o lago de um pântano de lancha, enquanto rolam os créditos iniciais.
Logo vemos que os homens são caçadores, pois tão ali pra recolher as armadilhas que deixaram. Mas parece que alguém (ou alguma coisa) mexeu nessas armadilhas... E aí eles começam a ser espreitados por um misterioso vulto peludo que se esgueira entre as árvores do pântano.
Quando ouvem um barulho estranho, eles resolvem sair dali. Mas uma monstruosa mão peluda sai da água e agarra um deles, puxando ele pra dentro da água e fazendo o cara sumir.
Acho que o nome do filme se deve a essa cena, pois não se vê mais nada em momento nenhum do filme que faça referência a nenhum “lago negro”.
Bom, a estranha mão tenta pegar o outro homem também. Mas ele mete-lhe a porrada com o remo e consegue fugir dali com a lancha o mais depressa que pode, ao mesmo tempo em que é observado pelo tal vulto peludo numa das margens do lago.
Isso parece deixar claro que tem pelo menos 2 criaturas na história, pois uma tava dentro da água do lago e a outra tava na margem.
Enquanto isso acontecia, um professor de Biologia mencionava os sasquatches durante uma aula. E falava das várias suposições que existem pra explicar o que eles seriam.
Terminada a aula, 2 dos alunos dele, um jovem chamado Rives e outro um pouco mais velho chamado Pahoo, se interessam pelo que ouviram e decidem ir até os pântanos da Louisiana pra procurar mais informações sobre as criaturas de que o professor falou.
Depois de uma viagem de van, na 1ª noite, eles acampam numa floresta da Louisiana. E o Pahoo se afasta da barraca e vai dar uma mijada, mas não percebe que um vulto peludo se aproxima dele por trás. E quando ele se vira, se depara com um hippie barbudo e meio descabelado que tava vagando por ali por acaso (o filme se passa em 1976: ainda tinha muito hippie vagando por aí por acaso, né?rs).
No dia seguinte, eles chegam a uma pequena cidade da Louisiana. Mas ao perguntarem aos habitantes sobre os sasquatches, veem que ninguém parece saber de nada sobre o assunto.
E eles também esbarram com o xerife da cidade, que deixa claro que eles são bem-vindos ali, desde que não criem confusão. E ele deixa claro que “não criar confusão”, entre outras coisas, significa parar de incomodar os outros falando sobre sasquatches.
Pouco depois, quando o Pahoo entra numa lanchonete pra almoçar, comenta que tá procurando informações sobre sasquatches. E todo mundo leva na brincadeira.
Mas o homem que sobreviveu ao ataque da criatura misteriosa no início do filme, chamado Joe, também tá presente no bar. E ele se enfurece ao ouvir falar do assunto, indo embora depois de quase sair no tapa com um cara que fez uma piadinha sobre o assunto, dizendo que aquilo não é assunto pra se brincar.
O Pahoo tenta seguir o Joe, mas perde ele de vista do lado de fora do bar.
Ele se encontra com o Rives e conta o que aconteceu. E segundos depois, um rapaz chamado Orville se aproxima deles e conta que, quando era criança, viu um sasquatch!
O Rives e o Pahoo se interessam em ouvir a história e, como tão de carro, dão uma carona pro Orville até a fazenda onde ele mora.
Bom, quando ele começa a contar o que aconteceu, uma cena de flashback assume a tela...
Num dia em que o Orville ainda com uns 3 ou 4 anos passava de carro por uma estrada florestal junto com os pais e os avós maternos, um pneu furou e eles tiveram que parar pra trocar.
Num momento em que todos se distraíram, o garoto acabou entrando na floresta. Mas voltou correndo de lá apavorado, sendo seguido por um monstruoso vulto peludo que rosnava sem parar!
Todos entraram em pânico e voltaram pro carro, sem terminar de trocar o pneu. E saíram dirigindo do jeito que puderam. Mas, poucos segundos depois, perderam a direção e bateram numa árvore, o que provocou a morte dos pais do Orville. E desde então, ele terminou de ser criado pelos avós maternos na fazenda onde mora hoje.
Quando eles chegam na fazenda, o avô do Orville a princípio se mostra hostil à presença do Rives e do Pahoo. Mas depois deixa eles ficarem e convida eles pro jantar. E também concorda em falar com eles sobre o que sabe sobre os sasquatches, mas proíbe eles de falarem sobre o assunto na frente da esposa, pois a velha ainda é muito traumatizada pelo acidente provocado pelo sasquatch no passado e que matou a filha e o genro.
Até a hora do jantar, tudo vai bem. Até a hora em que o grito de um animal estranho é ouvido lá fora. E o Pahoo começa a perguntar aos berros se aquilo é um sasquatch, mas o Orville esclarece que é só um jumento.
Só que isso já é o suficiente pra avó do Orville se deprimir e correr pro quarto, enquanto o avô dele expulsa os recém-chegados da casa.
De qualquer forma, como já tá tarde, o Orville vai atrás deles e sugere que eles durmam no celeiro e vão embora quando amanhecer.
Antes de dormir, o Rives saca o gravador dele e se grava contando os acontecimentos do dia. Mas, segundos depois, os gritos de um sasquatch são ouvidos vindo das proximidades da cerca da fazenda. E o Rives aproveita pra gravar aquilo.
Mas o Pahoo sai puxando ele e correndo na direção da casa do Orville, onde o velho abre a porta e manda eles entrarem depressa.
De qualquer forma, a criatura solta mais alguns rugidos e vai embora logo depois (só vemos a câmera em 1ª pessoa se movendo perto da cerca da fazenda).
Bom, na manhã seguinte, eles voltam à lanchonete em que o Pahoo comeu antes. E lá eles ligam o gravador e tocam a fita que registrou os rugidos do sasquatch (a criatura começou a rugir na hora em que o Rives tava gravando, né?).
Algumas pessoas no bar se assustam e outras começam a rir. E os 2 decidem sair de lá pra evitar mais confusão. Mas são seguidos por 2 garotas que começaram a dar bola pra eles enquanto eles tavam lá dentro. Só que, como uma delas é a filha do xerife, esse logo chega e separa o grupo.
O Rives e o Pahoo continuam a viagem e acampam num pântano perto da cidade. Mas as garotas seguem eles e aparecem lá de noite, doidas pra dar.rs
Enquanto todos tão dentro da barraca, um vulto peludo começa a dar voltas por ali...
Logo depois, o Rives sai da barraca com uma das garotas. Mas quando eles começam a se beijar, a garota vê um sasquatch poucos metros atrás deles e começa a gritar (aliás, só ela ‘vê’, pois a cena é tão escura que nós, público, só vemos um borrão se mexendo na escuridão). E os 2 correm de volta pra dentro da barraca, enquanto o sasquatch, aparentemente, também foge. Mas ainda é possível ouvir os gritos dele lá fora.
Segundos depois, alguém começa a se aproximar da entrada da barraca. E o Rives mira ali com uma espingarda. Mas quem aparece ali é o xerife, que tava procurando a filha e agora acaba levando todo mundo ali preso.
Aliás, meio sem sentido essa cena, né? O que houve com o sasquatch? Ele não tava rosnando ali perto há poucos segundos atrás? Como é que o xerife não viu (ou, no mínimo, não ouviu os rosnados) quando se aproximou da barraca, já que ele tava exatamente chegando ali à procura da filha?
Enquanto isso, na cabana onde mora sozinho no meio do pântano, o Joe percebe alguma coisa andando lá fora. A ‘coisa’ tenta forçar a porta, mas ele dá-lhe um tiro de espingarda e faz a criatura fugir.
Logo depois, ele chega à delegacia onde o Rives e o Pahoo tão presos e afirma que a casa dele foi atacada por um sasquatch, acabando por cair desmaiado no chão da delegacia logo depois. E o xerife bota ele na mesma cela em que tão o Rives e o Pahoo. Mas, algumas horas depois, decide soltar todo mundo, agora mandando os rapazes irem embora da cidade pra não causarem mais confusão.
Aí o Joe leva os 2 pra cabana dele e conta sobre a morte do amigo dele. E diz que o ataque do sasquatch à casa dele só aconteceu depois que ele tinha ido a uma parte bem mais isolada do pântano, onde encontrou pegadas estranhas no chão e animais mortos com marcas de mordidas que ele nunca tinha visto antes.
Apesar dos protestos do Pahoo, o Rives quer ir ao lugar mencionado pelo Joe antes que eles voltem pra casa, já que agora eles não podem mais voltar pra cidade pra evitar atrito com o xerife.
Depois de acampar lá, de noite eles vão dar uma última vasculhada no pântano pra ver se encontram alguma coisa... Só que andar de noite num pântano não costuma acabar bem, né?rs Principalmente porque o Rives tem a sensação de que eles tão sendo observados... E tão mesmo!
Outra coisa estranha aí é que eles não têm mais nenhuma dúvida de que existem mesmo sasquatches ferozes naquela região (os 2 já ouviram os rugidos e o Rives já chegou a ver um quando tava pra comer a filha do xerife) e as únicas armas que eles levam pra se defender são uma espingarda e uma faca, que tão com o Rives.
Bom, de fato, dessa vez eles encontram algumas pegadas estranhas no chão do pântano e fotografam elas.
Mas, nesse momento, o Pahoo vê que a espingarda que eles levaram tá descarregada! E o Rives decide ir até a van, que tá a dezenas e dezenas de metros dali, pra botar balas nela, enquanto o Pahoo decide ficar esperando ali... Eu sei que só até aí vocês já devem tá pensando que o Pahoo ultrapassou os limites da idiotice, né? Ficar sozinho e desarmado, de noite, num pântano escuro que tem feras assassinas à solta... Mas a coisa fica pior uns 2 minutos depois, quando ele fica com medo e começa a chamar o Rives aos gritos... Quem vocês acham que tem mais chance de ter ouvido os gritos dele? O Rives ou algum sasquatch?
Mas enfim: claro que um dos sasquatches aparece por trás do Pahoo e dá uma porrada na cabeça dele, fazendo ele cair imóvel.
Depois, o que parece ser outro sasquatch ataca a barraca dos rapazes e destrói tudo lá.
Ouvindo o barulho, o Rives volta correndo, mas só encontra os destroços da barraca. E aí sai correndo pelo pântano procurando o Pahoo.
Depois disso, ele volta pra van e pede ajuda pelo rádio. Mas um sasquatch ataca a van, fazendo ela descer por um pequeno abismo e se chocar contra uma árvore.
Aliás, é a única cena em que a cara de um dos monstros aparece com uma certa clareza:
Bom, a criatura continua atacando a van. Mas o Rives consegue se jogar pra fora do veículo e pegar a espingarda dele. E atira no sasquatch, mas isso não produz grandes efeitos.
Bom, a cena é tão escura que eu vou até marcar a foto, se não vocês não vão entender direito:
Mas enfim: sem saída, o Rivereito: a cara do monstro aparece com umacerta clareza.s sai correndo dali, enquanto a van acaba explodindo. E ele fica se escondendo pelo pântano.
Ao ouvir alguém se aproximando e tendo certeza de que é um sasquatch, o Rives saca a faca dele e se esconde atrás de uma árvore. E assim que percebe que a criatura tá exatamente do outro lado do tronco da árvore, ele pula ali e mete-lhe uma facada... Mas aí vê que era o Pahoo que vinha ali!
Bom, o xerife, que ouviu o pedido de socorro do Rives pelo rádio, chama o Joe e sai procurando os 2 pelo pântano. E ao amanhecer, eles encontram o Rives e o Pahoo à beira de uma estradaatras tras. E recolhem eles e levam prum hospital.
Lá, o xerife finalmente dá o braço a torcer e admite que os sasquatches existem. E o Joe volta pra casa furioso, dando a entender que vai se armar com tudo o que ele tiver à mão: ele tá decidido a, dessa vez, acabar de vez com essas criaturas.
Depois disso, o Rives vai ver o Pahoo no quarto onde ele tá internado. E fica muito triste achando que ele vai morrer. Mas o outro abre os olhos e começa a falar com ele fazendo piadinhas logo depois.
Assim, os 2 amigos decidem retomar o projeto de pesquisar os sasquatches, já que comprovaram, da forma mais dolorosa possível, que eles existem.
E o filme acaba.
Como se vê, fica uma porta escancarada pruma continuação, né? Mas isso nunca rolou. A história acaba aí mesmo.

Today I start a series of posts about sasquatch-horror films.
This theme was relatively common in horror films in North America during the 70s. But it began to be less common along the 80s. Probably because sasquatches became typical characters of children’s films at that time.
On the other hand, very few horror movies about sasquatches filmed from 1970 to 1990 are usable: a large part is simply cinematic trash. They have a horrible production and the scripts are completely subjective and have no nexus (actually you can’t understand the story which a film of this kind intended to tell, if it really intended to tell a story).
Examples are Demonwarp (1988) and Night of the Demon (1980).
In the last one, a curious scene shows a biker stopping to take a leak on the edge of a forest road. And when he puts his cock out (and he does it in fact!), the sasquatch grabs the cock and tears it!
The man who loses his prick was portrayed by an extra named Rob Camp.
Over the last 10 years, more or less, new horror productions with this theme have been released. And they have a better quality.
Well, today we’ll talk about one of the films of the 70s with this theme which did best: Creature From Black Lake.
Joy N. Houck Jr. was the director and Jim McCullough Jr. was the scriptwriter (this one had a minor character in the film: Orville). And the film was released in 1976 in the States.
Creature From Black Lake was starred by the now deceased John David Carson and Dennis Fimple.
The film begins by showing 2 men crossing a swamp lake on a boat.
Soon we see those men on the boat are hunters, as they’re there to collect the traps they had left. But they realize that someone (or something) touched these traps… And immediately, they begin to be watched by a mysterious hairy figure which walks limping among the trees of the swamp.
When they hear a strange noise, they decide to get out. But a hairy monstrous hand leaves the water and grabs one of the men, pulling him into the water and making him disappear.
I think the name of the movie is due to this scene, because you don’t see anything in any other moment of the film that makes any reference to a “black lake”.
Well, the hand tries to get the other guy too. But he hurts the creature with his paddle and escapes from there with the boat as fast as he can. And at the same time he is observed by that hairy figure from the shores.
It seems to clear that there are at least 2 creatures in the film: one of them was under the water and the other one was among the trees on the shores.
While this was happening, a Biology professor was mentioning sasquatches during a class. And he mentioned the various suppositions to explain what they would be.
After the class, 2 of his students are interested in what they heard. They’re a post-adolescent named Rives and a thirty-something guy named Pahoo. And they decide to go to the Louisiana swamps to seek more information about the creatures mentioned by their professor.
After a van ride, on the 1st night, they camp in a forest in Louisiana. And Pahoo walks some meters from the tent to pee, but he doesn’t realize that a hairy figure approaches him from behind. And when he turns, he faces a disheveled bearded hippie who was there wandering aimlessly (the film is set in 1976: there were still many hippies wandering aimlessly across the roads, right?rs).
The next day, they arrive at a small town in Louisiana. But when they ask the residents about sasquatches, they see that nobody seems to know anything about this subject.
And they also meet the sheriff of the town, who makes it clear that they’re welcome there as long as they don’t cause any trouble. And “don’t cause any trouble” among other things means stop annoying people talking about sasquatches.
Shortly after, when Pahoo enters a bar for lunch, he comments he’s looking for information about sasquatches. And the people there think he’s kidding.
But the man who survived the attack of the mysterious creature in the prologue, named Joe, is also in the bar… He is furious to hear of it. And he goes away after a brief discussion, saying that it’s not a subject for jokes.
Pahoo tries to follow Joe, but he loses him outside the bar.
Anyway, he, Rives and Joe will have problems with sasquatches soon…
You can click on the link above to watch the full movie.

Creature From Black Lake (1976) ci racconta la storia di Rives e Pahoo cercando informazioni circa i sasquatch a una città della Louisiana. E un ragazzo di nome Orville si avvicina e dice a loro che, quando era un bambino, ha visto un sasquatch!
Interessati a sentire la storia di Orville, Rives e Pahoo decidono di dargli un passaggio alla fattoria dove lui vive.
Beh, quando lui inizia a raccontare quello che gli è successo, un flashback prende lo schermo...
In una giornata in cui Orville aveva ancora circa 4 anni e passava in auto lungo una strada forestale con i suoi genitori e nonni materni, un pneumatico ha avuto dei problemi e loro hanno dovuto fermarsi per cambiarlo.
In un momento in cui tutti erano distratti, il bimbo è andato nella foresta. Ma è tornato da lì terrorizzato, seguito da una figura mostruosa e pelosa che grugniva!
Inorriditi, tutti quanti sono tornati alla macchina senza cambiare il pneumatico. E hanno cercato di fuggire guidando nel modo possibile. Ma pochi secondi dopo, si sono schiantati contro un albero, quello che ha causato la morte dei genitori di Orville. E da allora, lui è stato allevato dai nonni materni nella fattoria dove vive oggi.
Quando arrivano alla fattoria, il nonno di Orville si mostra ostile alla presenza di Rives e Pahoo. Ma poi permette loro di rimanere e gli invita a cena. E si impegna inoltre a parlare con loro di quello che sa sui sasquatch. Ma gli proibisce di parlarne vicino a sua moglie, perché la vecchia è ancora molto traumatizzata dall’incidente che ha ucciso la figlia e il genero.
Fino a ora di cena, tutto è OK. Ma improvvisamente, il grido di uno strano animale si sente fuori. E Pahoo chiede con ansia se si tratta di un sasquatch, ma Orville spiega che è solo un asino.
Ma questo è sufficiente per la nonna di Orville diventare depressa e correre in camera sua, mentre il nonno espelle i nuovi arrivati ​​da casa sua.
Comunque sia, è già tardi. Così, Orville gli segue e suggerisce di dormire nel fienile e andare via di mattina.
Prima di dormire, Rives sacca il suo registratore e registra a sé stesso menzionando gli eventi del giorno. Ma pochi secondi dopo, si sente l’urlo di un sasquatch venendo da qualche parte fuori. E Rives coglie l’occasione di registrare questo suono.
Ma Pahoo lo costringe a correre verso la casa di Orville. E il vecchio gli ordina di entrare.
In ogni caso, la creatura solamente grugnisce un paio di volte e se ne va subito dopo.
Ebbene, la mattina successiva, loro vanno a uno snack bar. E lì si collegano il registratore e così sentono i ruggiti del sasquatch (la creatura ha cominciato a ruggire allo stesso tempo che Rives si stava registrando, vero?).
Alcune persone si spaventano ed altre cominciano a ridere. E i 2 decidono di uscire da lì per evitare confusione. Ma sono seguiti da 2 ragazze. Però una di loro è la figlia dello sceriffo e lui arriva presto e separa il gruppo.
Rives e Pahoo continuano il loro viaggio e decidono di accamparsi in una palude vicino alla città. Ma le ragazze gli seguono e arrivano lì di sera, desiderose di dare le loro fighe ai ragazzi.rs
Mentre tutti sono nella tenda, una figura pelosa inizia a camminare lì intorno...
Poco dopo, Rives lascia la tenda con una delle ragazze. Ma quando cominciano a baciarsi, la ragazza vede un sasquatch pochi metri dietro di loro e inizia a urlare. E i 2 corrono indietro all’interno della tenda, mentre anche il sasquatch apparentemente fugge. Però si può ancora sentire il suo urlo fuori.
Pochi secondi dopo, qualcuno inizia a camminare verso la tenda. Rives mira la cosa con la sua arma. Ma lo sceriffo arriva lì. Lui stava cercando sua figlia e adesso decide di arrestare tutti coloro che sono lì.
Una parte veramente strana del film, vero? Dov’è il sasquatch? Non era lì pochi secondi fa? E perché lo sceriffo non l’ha visto? E non dovrebbe averlo almeno sentito?

Vamos a ver como acaba la cinta Creature From Black Lake (1976).
Un cazador llamado Joe vive solo en una pequeña casa en un pantano de Luisiana. Y por la noche, ve que hay algo caminando cerca de la casa. La cosa hace lo que puede para abrir la puerta, pero él tira contra la criatura con una escopeta y hace que escape.
Poco después, se llega a una estación de policía y dice que su casa fue atacada por un sasquatch, aunque finalmente se cae inconsciente en el suelo de la estación poco después. Y el sheriff lo pone en la misma celda donde los jóvenes Rives y Pahoo están arrestados por haber “hecho confusión”. Pero unas horas más tarde, el sheriff decide liberar a todos, pero él pide a los jóvenes que salgan de la ciudad para no causar más transtornos.
Así que Joe lleva los 2 muchachos a su choza y les habla de un amigo suyo que fue asesinado por un sasquatch. Y dice que el ataque del sasquatch a su casa sólo ocurrió después de que él se había ido a una parte mucho más aislada del pantano. Allí se encontró extrañas huellas en el suelo y animales muertos con marcas de mordidas que él nunca había visto antes.
A pesar de las protestas de Pahoo, Rives quiere ir al lugar mencionado por Joe antes de que regresen a su hogar. Después de todo, ahora ellos no pueden volver a la ciudad para evitar problemas con el sheriff.
Después de acampar allí por la noche, ellos van a echar un último vistazo en el pantano para ver si encuentran algo... Pero caminar por la noche en un pantano por lo general no termina bien, ¿verdad?rs Principalmente porque Rives tiene la sensación de que están siendo observados... Y sí: ¡hay algo en las sombras cerca de ellos!
Otra cosa extraña aquí es que ya no tienen ninguna duda de que hay sasquatches feroces en esa región. Y las únicas armas que llevan a defenderse son una escopeta y un cuchillo, que están con Rives.
Bueno, esta vez ellos realmente encontran unas extrañas huellas en el suelo del pantano y las fotografian.
Pero en ese momento, ¡Pahoo ve que el arma que se llevaron está descargada! Y Rives decide ir a su furgoneta, que está a decenas y decenas de metros de distancia, para cargar el arma. Pahoo decide esperar allí... Sólo a esa parte, ustedes ya deben estar pensando que Pahoo sobrepasó los límites de la idiotez, ¿verdad? Estar solo y sin armas, por la noche, en un pantano oscuro que tiene bestias asesinas sueltas... Pero va a dar demostraciones de más idiotez unos 2 minutos más tarde, cuando se asusta y empieza a llamar a Rives gritando... ¿Quién uds creen que es más probable que haya escuchado sus gritos? ¿Rives o un sasquatch?
Bueno, por supuesto, uno de sasquatches aparece detrás de Pahoo y le da un golpe en la cabeza, haciéndole caer.
Después, lo que parece ser otro sasquatch ataca la tienda de campaña de los chicos, acabando por destruir todo lo que hay allí.
Al oír el ruido, Rives regresa rápidamente, pero sólo encuentra los restos de la tienda. Y luego sale corriendo por el pantano en busca de Pahoo.
Después de eso, él vuelve a la furgoneta y pide ayuda por la radio. Pero un sasquatch ataca a la furgoneta, haciendo que se vaya por un pequeño terraplén y que se choque contra un árbol.
Es la única escena en que vemos bien a la cara de uno de los monstruos.
Bueno, el ser continúa su ataque contra la furgoneta. Pero Rives logra a lanzarse para fuera del vehículo y apoderarse de su escopeta. Y tira contra el sasquatch, pero eso no produce grandes efectos.
Atrapado, Rives corre para lejos de allí, mientras que la furgoneta explota. Y se oculta en el pantano.
Cuando Rives oye alguien acercándose, él está seguro de que es un sasquatch. Así, saca su cuchillo y se esconde detrás de un árbol. Y cuando se da cuenta de que la criatura está justo al otro lado del tronco del árbol, salta allí y le da una puñalada... ¡Pero se trataba de Pahoo!
Bueno, el sheriff, quien escuchó la señal de socorro de la radio de Rives, llama a Joe y se va en busca de los muchachos. Y al amanecer, encuentran Rives y Pahoo al borde de una carretera. Y ellos los recogen y los llevan a un hospital.reito: a cara do monstro aparece com umacerta clareza.
Allí, el sheriff finalmente admite que existen sasquatches. Y Joe regresa a su casa enojado, mostrando que se armará con lo que tenga a la mano: está decidido a ahora poner fin a estas criaturas.
Después de eso, Rives va a ver Pahoo en la habitación donde se encuentra hospitalizado.atras tras Y está muy triste, pensando que él va a morirse. Pero el otro abre los ojos y comienza a hablar con él y hacer bromas.
Así, los 2 amigos deciden retomar el proyecto de investigar sasquatches, puesto que ahora ya saben, de la manera más dolorosa posible, que ellos existen.
Y así acaba.
Como se puede ver, al final de la película da la impresión de que habrá una secuela, ¿no? Pero hasta hoy eso no ha ocurrido.

1º PERÍODO DE LUA-NOVA DE 2014

E estamos no 1º período de lua-nova de 2014.
Então, deixo meu louvor a todos os deuses e deusas associados a esse período.
Que assim seja e que assim se faça, em nome do Fogo, da Água, do Ar e da Terra.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

ENTÃO, ELE SEGUE UMA PARTE DA BÍBLIA QUE QUASE NENHUM CRISTÃO SEGUE

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator brasileiro Carlos Issa.
Carlos Renê Issa Castello nasceu em São Paulo, em 01 de Dezembro de 1977.
Em 2004, ele começou a trabalhar como ator de teatro, assumindo o nome artístico simplificado de Carlos Issa. Mas ele se sustentava basicamente trabalhando como engenheiro.
Ele se tornou famoso em 2006, quando participou do BBB6, ficando conhecido na época pelo apelido de Carlão.
Ele diz que não tinha a intenção de entrar no programa. E se inscreveu mais pra brincar com os amigos. Assim, quando ele foi selecionado, foi uma surpresa.
Apesar de não ter sido o vencedor, o Carlos foi um dos participantes que ficaram mais tempo na Casa do BBB nessa edição (8 semanas).
E pouco depois que saiu de lá, em Junho, ele posou peladão pra G Magazine, mostrando um belo corpo de 1, 71m. E também mostrando pros fãs a outra cabeça careca dele.rsrs
Só teve uma coisa que o Carlos disse na entrevista que deu à G naquela ocasião que nos convida a uma reflexão...
Apesar de se declarar simpatizante dos movimentos pelos direitos GLBT, ao ser questionado sobre qual era o lema de vida dele, ele declarou:

“‘Não julgues para não seres julgado.’ Sou leitor da Bíblia e tiro de lá bons ensinamentos.”

Bom, tudo bem que tem leitores da Bíblia que não têm nada contra os gays. Mas a parte que o Carlos mencionou (“Não julgues.”) é exatamente a mais esquecida pela maioria dos leitores da Bíblia, né? Principalmente quando o assunto é ‘sexo’.
Que coisinha graciosa que o Cristianismo é! Ainda bem que eu sou pagão!
Bom, as notícias mais recentes que encontramos sobre o Carlos é que ele segue na carreira de ator de teatro. E de vez em quando também faz alguns trabalhos como cantor.

Oggi parleremo un po’ dell’attore brasiliano Carlos Issa.
Carlos Renê Issa Castello è nato in São Paulo, l’1 Dicembre del 1977.
Nel 2004, lui ha cominciato a lavorare come attore teatrale, con il nome artistico di Carlos Issa. Ma in realtà si manteneva lavorando come ingegnere.
È diventato più famoso grazie al reality show BBB6 (2006), dove lo chiamavano Carlão.
Dice che in un primo momento non aveva nessuna intenzione reale di essere nello show. Ha chiesto di essere lì solo per scherzare con i suoi amici. Così, quando è stato selezionato per essere lì, è stata una sorpresa per lui.

Carlos no fue el ganador del reality show BBB6 (2006). Pero él fue uno de los participantes que se quedaron por más tiempo en el show (8 semanas), donde se quedó famoso.
Y poco después de haber dejado el show, el Junio próximo, él posó totalmente desnudo para la G Magazine, mostrándonos un bel cuerpo de macho de 1, 71m. Y también mostrando a sus fans su otra cabeza pelada.rsrs
Las últimas noticias que encontramos acerca de Carlos dicen que él sigue su carrera como actor en el teatro. Y algunas veces, también puede ser visto en algunos trabajos eventuales como cantante.

When Carlos gave an interview to G Magazine, he said something interesting…
He said he has nothing against LGBT rights. But when he was asked about his motto, he declared:

“‘Do not judge, and you will not be judged.’ I’m reader of the Bible and I learn good lessons from it.”

Well, of course there are readers of the Bible who have nothing against gays. But the part mentioned by him (“Do not judge”) is exactly the part of the Bible less followed by most of the christians. Especially when they talk about sex.
What a pretty thing Christianism is!

FOTONOVELA PORNÔ GAY

E hoje vou fazer um post especial pra vocês se divertirem um pouco...
Encontrei uma fotonovela pornô gay da revista Top Secret, lançada em 2001. E decidi postar ela aqui pra vocês.
Divirtam-se!!!
Até!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

13ª ENQUETE

Oi!!!

Bem-vindos a 2014!
E vamos começar o ano com uma enquete nova, como sempre.
Vou fazer direto a pergunta, porque depois tenho algumas considerações a fazer sobre ela: você aceitaria ser amigo de um homossexual evangélico ou de um bissexual evangélico?

Bom, agora vou dizer o que penso sobre isso, lembrando que essa é apenas a MINHA opinião e eu não tô tentando forçar ninguém a concordar com ela nem nada que se pareça com isso. Cada cabeça é uma sentença.
A princípio, nenhum evangélico, mesmo sendo gay, pode ser meu amigo. Então, se alguém se apresentar a mim como sendo evangélico, a princípio eu vou me manter afastado dessa pessoa. Só vou me aproximar depois de um tempo de observação em que eu já tenha constatado que ela não é igual à maioria deles.
Também acho estranho que um evangélico, mesmo sendo gay, queira ser meu amigo, já que eles só fazem amizade propriamente com quem pensa igual a eles e se comporta igual a eles. Então, a sinceridade nessa tentativa de fazer amizade comigo é bastante questionável.
Aí alguém que é evangélico diz:

“Mas ele só está tentando dividir com você a felicidade que ele conheceu depois que passou a ser evangélico. Por isso ele quer ser seu amigo.”

Pois eu mostro aqui 15 motivos pra eu não ser evangélico e ser feliz:

1- NÃO TER PRECONCEITO CONTRA PESSOAS QUE TÊM UM COMPORTAMENTO SEXUAL DIFERENTE DO MEU.

Exemplo: Um homem tem 2 namoradas ao mesmo tempo, uma sabe da outra e as 2 aceitam a situação.

Eu vou achar isso esquisito. Pra mim não daria certo de jeito nenhum ter 2 pessoas fixas ao mesmo tempo nem eu gostaria de namorar fixo com uma pessoa que tem outra pessoa fixa.
Mas, se os 3 lá se entendem assim e acham que tá ótimo assim, não vou deixar de achar estranho, mas não tenho nada com isso, né? Problema deles 3 lá.
Já no caso de um evangélico, ao ver uma situação assim (ou qualquer outra situação sexual que não se enquadre no que a igreja dele vê como certo), ele vai apenas julgar, julgar e julgar. E ao julgar, vai dizer que está apenas “evangelizando”.

2- NÃO ANDAR POR AÍ XINGANDO AS OUTRAS RELIGIÕES SÓ PORQUE NÃO ADORAM O MESMO DEUS QUE EU.

Eu sou candomblecista, sirvo a Oxalá, mas não saio por aí xingando os seguidores de Buda, não saio por aí xingando os seguidores de Vishnu, não saio por aí xingando os seguidores de Amaterasu... Se a pessoa prefere adorar um deus diferente do meu, se sente acolhida por esse deus e esse deus foi o que trouxe a ela felicidade e as respostas que ela procurava, fico feliz por ela. Que ela siga em frente nesse caminho que ela escolheu seguir, desde que ela não queira forçar os outros a fazerem a mesma coisa.
Já no caso de um evangélico, ao ver uma pessoa adorando um deus que não é o deus dele, é capaz de responder com todos os níveis possíveis de reações ofensivas. Vai desde comentários superficiais de rejeição até agressões físicas (se alguém duvida dessa última parte, pesquise na Internet sobre o que os membros da Geração Jesus Cristo fazem com praticantes da Umbanda). Mas a reação deles é sempre negativa.

3- ENTENDER QUE VÁRIAS HISTÓRIAS QUE QUALQUER RELIGIÃO CONTA SÃO MITOS E LENDAS, E NÃO FATOS HISTÓRICOS.

Toda religião tem mitos e lendas, que foram criados há milênios atrás pra explicar coisas que não tinham explicação na época. Portanto, não podem ser levadas ao pé da letra nos dias de hoje, sendo que o conhecimento já avançou de modo inenarrável de lá pra cá.
Já no caso de um evangélico, existe sempre a defesa do fundamentalismo bíblico. Pra eles, tudo o que está escrito na Bíblia aconteceu 100% do jeito que está ali: Jeová criou mesmo o 1º homem com barro, a 1ª mulher comeu mesmo a maçã e foi isso que causou a expulsão do Paraíso, o Noé fez mesmo a arca com um macho e uma fêmea de cada espécie pra sobreviver ao dilúvio...
Até aí, se ele acredita nessas lendas como uma questão de fé pessoal dele, não temos nada com isso. Mas o problema é que todo evangélico quer impor a todas as outras pessoas que elas acreditem nessas lendas também. Aliás, se você disser a um evangélico que você simplesmente não acredita nisso, mas não tem nada contra quem acredita, você já provoca um ataque histérico na criatura.

4- PASSAR A VALORIZAR MAIS A VIDA DOS ANIMAIS.

Sou contra os maus tratos a qualquer animal, a não ser que a pessoa esteja se defendendo do ataque desse animal contra ela. Aí, é claro que se entende que ela bata no animal ou mate o animal pra se salvar.
Já no caso de um evangélico, não existe a ideia de preservar o animal de um mau trato, pois os evangélicos afirmam que o animal não tem alma e foi criado por Jeová só pra servir ao ser humano.

5- PASSAR A VIVER DE FATO FAZENDO USO DO LIVRE ARBÍTRIO.

Eu, assim como todos os outros verdadeiros pagãos, sei que existem regras a ser cumpridas. Mas sei também que os deuses me deram livre arbítrio pra fazer o que eu quiser da minha vida. Inclusive pra não fazer o que eles gostariam que eu fizesse. Lembrando que, no devido tempo, eu vou encontrar os resultados de tudo o que eu fizer de positivo e de negativo. Mas, ainda assim, sou livre pra fazer o que eu quiser.
Já no caso de um evangélico, ele vai falar muito em livre arbítrio, mas isso vai ficar só no discurso. Na prática, ele vê a Bíblia como um livro de regras inquestionáveis, um manual de instruções a ser seguido ao pé da letra, que não pode ser desobedecido de jeito nenhum em detalhe nenhum. Pro evangélico, o fato de você ter livre arbítrio não justifica que você faça nem 1 detalhe diferente do que a Bíblia exige.

6- NÃO ASSOCIAR SEMPRE O SEXO A ALGO FEIO, SUJO E MAU.

Entendo que cada pessoa manda no seu corpo. E faz com ele o que quiser ou deixa de fazer com ele o que não quiser. Se tem qualquer prática sexual lícita que eu queira fazer, eu simplesmente vou lá e faço. Se tem uma prática que eu não queira fazer, eu não faço. Quem decide sou eu. E ao mesmo tempo não sou eu que tenho que tentar impedir um amigo ou conhecido de fazer alguma prática sexual que ele quer só porque eu não concordo com aquela prática.
Já no caso de um evangélico, não é ele que decide o que ele vai ou não vai fazer: ele vai fazer o que o pastor diz que ele pode fazer, porque qualquer prática sexual que seja diferente disso é feia, suja, má e leva pro Inferno. Então, ele tenta impedir outras pessoas de fazerem outras práticas também, mesmo que essas pessoas não sejam da religião dele.

7- NÃO SENTIR MEDO DE DEMÔNIOS O TEMPO TODO.

Pelo menos na minha religião não existem demônios. Então, não tenho porque ter medo disso.
Já no caso de um evangélico, ele passa as 24 horas do dia dele com medo do que o demônio vai fazer com ele e/ou com as pessoas que ele conhece. E esse é um dos motivos da obsessão dele em levar todo mundo pra igreja dele, porque é só na igreja dele que o pastor vai explicar como se defender do demônio (se qualquer evangélico que você conheça não disser exatamente isso, vai dizer alguma coisa bem parecida com isso).

8- NÃO SER VISTO COMO AQUELA PESSOA INSUPORTÁVEL QUE PASSA AS 24 HORAS DO DIA TENTANDO CONVENCER TODO MUNDO A IR PRA IGREJA DELA.

Por mim, a pessoa que siga a religião que ela quiser seguir, desde que não fique enchendo o saco dos outros, tentando obrigar todo mundo a ir também.
Já no caso de um evangélico, ele vai exatamente na contramão disso: se ele encontra alguém que não é da igreja dele, daí pra frente ele se dedica tentar forçar essa pessoa a ir pra igreja dele ou pra alguma igreja que seja do mesmo tipo da dele.

9- RECONHECER QUE OUTRAS RELIGIÕES TAMBÉM TEM SABEDORIA.

Eu sigo uma religião específica, que é o Candomblé. E não me interessa seguir outra. Até porque encontrei ali as respostas que eu procurava. Mas reconheço que nas outras religiões existem sábios que transmitiram grandes lições aos seus seguidores.
Já no caso de um evangélico, ele vai dizer que a única sabedoria que existe é a apresentada pela Bíblia e acabou. O resto é só pecado.

10- NÃO ANDAR POR AÍ DIZENDO QUE TODAS AS COISAS COMUNS SÃO DO DIABO.

Como eu já disse, na minha religião não existem demônios.
Mas, no caso de um evangélico, ele vai ver tudo que não seja da igreja dele como sendo do diabo: pra ele, academia de ginástica é do diabo, estátuas são do diabo, Internet é do diabo, música que não seja gospel é do diabo, outras religiões são do diabo, televisão é do diabo, pessoas que não são evangélicas são do diabo...

11- NÃO PRECISAR BERRAR PRA INVOCAR OS MEUS DEUSES.

Se eu quiser, posso chamar as divindades da minha religião até sussurrando, sem precisar incomodar as pessoas ao meu redor com gritos e berros.
Já no caso de um evangélico, podemos supor que o deus dele tem um sério problema de surdez, pois ele só pode ser invocado com gritos e berros.
Além do evangélico só falar gritando quando o assunto é religião, ele grita aleatoriamente frases como:

“BATA EM RETIRADA, SATANÁS!!!”

“SAI, DEMÔNIO!!!”

“TÁ AMARRADO EM NOME DE JESUS!!!”

“VAI SE CONVERTER!!!”

“VOCÊ TEM QUE ACEITAR JESUS!!!”

12- BEBER OU DEIXAR DE BEBER POR VONTADE PRÓPRIA, E NÃO POR MEDO DE UM DEUS.

Eu não gosto de bebida alcoólica, rarissimamente bebo e quando bebo não é muito. Mas não bebo porque eu não quero, e não porque um deus proíbe.
Já no caso de um evangélico, mesmo que ele queira, não vai beber tão somente por medo de ser mandado pro Inferno pelo deus dele.

13- NÃO SUSTENTAR PASTOR LADRÃO.

Em toda religião, quem sustenta ela são os fieis. Ou com dinheiro ou com algum tipo de trabalho.  Então, até aí, nada demais. Só que isso tem que ser feito, antes de mais nada, com bom senso.
Mas no caso de um evangélico, muitas vezes ele vai deixar de comprar leite pro filho pra botar dízimo no bolso de um pastor milionário, que não precisa desse dinheiro pra nada, mas que adora receber esse dinheiro assim mesmo. E em troca, esse pastor vai pregar extremismo, fanatismo, radicalismo, intolerância contra outras religiões, intolerância contra outras formas de pensar, intolerância contra outras formas de se comportar... É isso que os evangélicos chamam de “Pregar o Evangelho”.

14- ENTENDER QUE OS SACERDOTES DA MINHA RELIGIÃO NÃO PASSAM DE SERES HUMANOS.

Ninguém está dizendo que o sacerdote não tem autoridade dentro do grupo religioso que ele dirige. E a regra geral, pelo menos, é que ele tenha mais conhecimento sobre a religião do que a maioria dos outros membros do grupo. Só que, ainda assim, eles não passam de seres humanos iguais a qualquer outro.
Mas no caso de um evangélico, o que existe é a adoração aos sacerdotes, e não um reconhecimento de algum conhecimento que eles tenham. Dê uma pesquisada por aí no que os seguidores do Silas Malafaia falam sobre ele, no que os seguidores do Marcos Pereira falam sobre ele, no que os seguidores do Marco Feliciano falam sobre ele... Um dos termos que eles usam pra se referir a esses pastores é “o anjo da nossa igreja”. Então, evangélicos veem os pastores, bispos e adjacências deles como seres divinos, e não como seres humanos.

15- NÃO TENTAR COLOCAR A RELIGIÃO ACIMA DA CONSTITUIÇÃO.

O Brasil é um Estado Laico e assim deve ser mantido. E vou me manifestar contra qualquer sacerdote de qualquer religião (inclusive da minha, evidentemente) que queira colocar essa religião acima da Constituição Brasileira.
Já no caso de um evangélico... Bom, vejam a declaração do Pastor Tupirani da Hora Lores:

“Não sou a favor das leis feitas no Congresso. Lei é a Bíblia. Ela eu defendo com unhas e dentes.”

Leram bem, né? Pois é. É assim que os evangélicos pensam em relação à Constituição Brasileira.
Lembrando que eles endeusam os pastores. Portanto, o que um pastor evangélico fala pode ser usado como base pra julgar os demais evangélicos.

Depois de levar em conta essas 15 questões, me digam por quê eu ia querer um evangélico, mesmo sendo gay, como amigo pessoal. Afinal, se ele é evangélico, ele vai tomar no mínimo 90% das atitudes que eu descrevi acima.
Então, francamente, não faltam pessoas melhores pra serem meus amigos, né?