Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada no juiz de futebol turco Halil Ibrahim Dinçdag.
Ele nasceu em Trabzon, em 1976.
Apesar de ter se alistado no Exército Turco em 2004, o Halil só foi chamado pra servir em Outubro de 2008. Mas ao revelar na ocasião que era homossexual, ele foi mandado prum hospital psiquiátrico do Exército Turco e dispensado do serviço militar em Janeiro de 2009, sendo acusado de “desordens psicossexuais”.
Depois que ele já trabalhava como juiz, os dirigentes da Türkiye Futbol Federasyonu (a Federação de Futebol Turca) souberam que ele tinha sido dispensado do exército por “motivos de saúde”. E aí pediram pra ver exatamente o que dizia a dispensa dele (na Turquia, pessoas com certos problemas de saúde não podem trabalhar como juízes de futebol).
Quando ficou claro que o Halil foi expulso do exército por ser homossexual, a Türkiye Futbol Federasyonu não se manifestou em nada explicitamente sobre homossexualidade. Mas o Halil foi despedido sob a alegação de que ele não tinha talento pra seguir na carreira.
Pouco depois, o caso veio explicitamente a público. E ninguém mais no meio esportivo deu novos empregos ao Halil.
Declarando que a Türkiye Futbol Federasyonu era a culpada pela situação, ele levou o caso a julgamento. E o advogado dele pediu 92.000,00 liras turcas como indenização por terem despedido ele por ser gay.
Ele ganhou a causa, mas só recebeu 23.000,00 liras turcas.
A situação não surpreende, já que a Turquia é um dos países de mentalidade mais hostil aos homossexuais (embora o contato sexual entre pessoas do mesmo sexo não seja mais crime lá desde 1858).
Mas a miso-homia lá, principalmente nos centros urbanos, muitas vezes é mais hipócrita do que assumida. Frequentemente acontece o que aconteceu com o Halil: colegas de trabalho e vizinhos discriminam o homossexual ou o bissexual dando explicações alternativas, sem falar explicitamente que a questão é a pessoa não ser hétero.
Mesmo assim, casos de homossexuais e bissexuais espancados pela polícia não são raros na Turquia. E no interior também são relativamente comuns as situações em que homossexuais e bissexuais são mortos por membros da família com toda a comunidade ali dando razão aos assassinos.
Apesar disso, a Turquia é o país de maioria muçulmana onde os homossexuais e bissexuais costumam ser menos mal vistos.
Hoy hablaremos un poquito acerca del árbitro de futbol turco Halil Ibrahim Dinçdag.
El nació en Trabzon, en 1976.
A pesar de haberse alistado en el Ejército Turco en 2004, Halil sólo fue llamado a servir en Octubre de 2008. Pero él reveló en ese momento que era homosexual. Y por eso fue enviado a un hospital psiquiátrico del Ejército Turco y dado de alta del servicio militar en Enero de 2009, acusado de “trastornos psicosexuales”.
Después de que él ya estaba trabajando como un juez, los miembros de la Türkiye Futbol Federasyonu (la Federación de Fútbol de Turquía) supieron que él había sido expulsado del ejército por “razones de salud”. Y luego se le pidieron para ver exactamente lo que decía su dispensación (en Turquía, las personas con ciertos problemas de salud no pueden trabajar como jueces de fútbol).
Ya sabemos como resultó la situación, ¿no?
Quando la Türkiye Futbol Federasyonu (la Federazione Calcistica della Turchia) ha scoperto che Halil era omosessuale, nessuno ha detto niente esplicitamente dell’omosessualità. Ma Halil è stato respinto sulla spiegazione che non aveva talento per seguire la carriera.
Poco dopo, il suo caso è diventato esplicitamente pubblico. E nessun altro dello sport ha dato nuovi posti di lavoro a Halil.
Lui ha dichiarato che la Türkiye Futbol Federasyonu era da biasimare per la situazione ed ha preso la situazione a giudizio. E il suo avvocato ha chiesto 92.000,00 lire turche a titolo di risarcimento per lui.
Halil ha vinto il caso, ma ha ricevuto solo 23.000,00 lire turche.
La situazione non è sorprendente, perché la Turchia è uno dei paesi più ostili nei confronti degli omosessuali (anche se il contatto sessuale tra persone dello stesso sesso non è più un delitto lì dal 1858).
Homophobia, especially in the urban centers of Turkey, is eventually more hypocritical than publicly open. Coworkers and neighbors discriminate homosexuals and bisexuals giving alternative explanations, not mentioning explicitly that they have problems against their sexual behavior.
Still, cases of gays and bisexuals beaten by police agents are not uncommon in Turkey. And in the most isolated towns, situations in which gays and bisexuals are killed by members of their families are also relatively common. And the whole community there agrees with the killers in these cases.
Nevertheless, Turkey is the muslim-majority country where homosexuals and bisexuals are often less rejected.
Até!


















