domingo, 17 de setembro de 2017

ELE FICA PARANDO E VOLTANDO NA PORNOGRAFIA



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator pornô sul-africano Grant Michaels.
Ele nasceu em 06 de Setembro de 1969.
Em 2003, o irmão mais novo do Grant estreou na carreira pornô. É o Justin Magnum (fiz um post sobre ele em Maio). E seguindo os passos do irmão, o Grant entrou pro meio pornô no ano seguinte, com o filme Trade Secrets.
Ele também já foi creditado em alguns filmes como Skyler Hawkes.
Ele tem um corpo bem musculoso de 1, 88m.
Ele se especializou em pornografia hétero, mas já apareceu em alguns filmes pornô gays em cenas de masturbação.
Aparentemente, o Grant tem uma certa dificuldade em se aceitar como ator pornô, devido à educação cristã conservadora que ele teve. E assim, a carreira dele já teve várias paradas e recomeços.
E desde 2011 ele anda ausente do meio pornô.
Today we’ll talk about South African porn actor Grant Michaels.
He was born on September 6th, in 1969.
In 2003, Grant’s younger brother debuted as a porn actor. It’s Justin Magnum (there’s a post about him in the archives in May). And following his brother’s way, Grant debuted as a porn actor the following year, in Trade Secrets.
He has also been credited in some films as Skyler Hawkes.
He has a muscular 188-cm-tall body.
Grant specialized in hetero porn. But he was seen also in some gay porn films performing masturbation scenes.
Apparently, he has some problems about accepting himself as a porn actor because of the conservative Christian education he had. And so, his career has had several interruptions and restarts.
And since 2011 Grant has been absent from the porn industry.
Hoy hablaremos del actor porno sudafricano Grant Michaels.
El nació el 6 de Septiembre de 1969.
En 2003, el hermano menor de Grant debutó como actor porno. Es Justin Magnum (hay un post sobre él en los archivos de Mayo). Y siguiendo el camino de su hermano, Grant debutó como actor porno al año siguiente, en Trade Secrets.
Su nombre también ha sido acreditado en algunas películas como Skyler Hawkes.
El tiene un cuerpo musculoso de 1, 88 m.
Grant se especializó en pornografía heterosexual. Pero también fue visto en algunas películas porno gays, en escenas de masturbación.
Al parecer, él tiene algunos problemas para aceptarse como un actor porno debido a la educación cristiana conservadora que tuvo. Y así, su carrera ha tenido varias interrupciones y reinicios.
Y desde 2011 Grant ha estado ausente del mundo porno.
Oggi parliamo dell’attore pornografico sudafricano Grant Michaels.
Lui è nato il 6 Settembre del 1969.
Nel 2003, suo fratello minore ha debuttato come attore pornografico. È Justin Magnum (c’è un post su di lui negli archivi di Maggio). E seguendo l’esempio di suo fratello, Grant ha debuttato come attore porno l’anno successivo, in Trade Secrets.
Lui ha anche usato il nome di Skyler Hawkes in alcuni film.
Lui ha un corpo muscoloso di 1, 88m.
Grant si è specializzato in pornografia etero. Ma è stato anche visto in alcuni film porno gay, in scene di masturbazione.
A quanto pare, lui ha alcuni problemi di accettarsi come attore porno a causa dell’educazione cristiana conservatrice che ha avuto. E così, la sua carriera ha avuto diverse interruzioni e nuovi inizi.
E dal 2011 Grant è rimasto assente dall’industria porno.

Até!

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

IRMÃOS PELADOS 3



Oi!!!

Fechando a nossa série de irmãos que posaram pelados pra G Magazine, hoje a gente vai dar uma olhada nos personal trainers Adriano Morais e André Morais.
O Adriano nasceu em 1979.
Ele foi gordo na adolescência, mas se interessou por exercícios físicos e acabou ganhando um corpão de 1, 84m e tatuando um dragão nas costas. Mas nunca revelou o tamanho do cacete.
Além de personal trainer, o Adriano também era gogoboy.
O André nasceu em 1984.
Sempre muito voltado pro sexo, além de personal trainer, ele também é ator pornô (hétero).
O André tem um corpo de 1, 87m e um cacete de 20 centímetros.
Os 2 posaram pra G Magazine em Dezembro de 2004.
Bom, divirtam-se!rs

Até!

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

IRMÃOS PELADOS 2



Oi!!!

Continuando a nossa série sobre irmãos que posaram pelados pra G Magazine, hoje a gente vai dar uma olhada nos modelos Felipe Lopes e Fernando Lopes.
Eles nasceram em São Paulo, em 1978.
Eles foram abandonados juntos quando eram crianças e depois adotados juntos pela mesma família.
Eles posaram pra G em Setembro de 2001, mostrando corpos comuns.
Na ocasião, eles não entraram em detalhes, mas deixaram claro que o Fernando tem o cacete maior do que o Felipe.
Bom, divirtam-se!rs

Até!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

IRMÃOS PELADOS 1



Oi!!!

Em 05 de Setembro é comemorado o Dia dos Irmãos.
Curiosamente, a data é pouco lembrada. Ou pelo menos bem menos lembrada do que o Dia dos Pais e o Dia das Mães.
De qualquer forma, vamos comemorar o mês dos irmãos com uma série de irmãos que posaram pelados pra G Magazine.
E vamos começar com os jardineiros Carlos Modesto de Godoy e Cláudio Modesto de Godoy.
Eles nasceram em São Paulo, em 15 de Junho de 1978. E posaram pra G exatamente há 18 anos, em Setembro de 1999.
Bom, divirtam-se!rs

Até!

sábado, 9 de setembro de 2017

SERÁ QUE ELE SE FORMOU COMO ADMINISTRADOR?



Oi!!!

Como alguns de vocês talvez já saibam, hoje, 09 de Setembro, é o Dia do Administrador. E pra comemorar a data, vamos ver as fotos que o estudante de Administração Antony Robins fez pra G Magazine, em Dezembro de 2003, mostrando um corpo de 1, 70m e um cacete de 18 centímetros.
Ele nasceu em 1977.
Não encontrei informações mais recentes sobre ele e nem sei se ele se formou como administrador. Mas tem algumas fotos mais recentes que ele fez pelado pra sites da Internet (dá pra ver que são mais recentes porque ele tá com mais tatuagens).

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A HISTÓRIA DE UMA MALDIÇÃO QUE DUROU 1879 ANOS



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no filme Curse of the Faceless Man, lançado no Brasil com o título traduzido de A Maldição do Homem Sem Face.
O filme foi escrito pelo Jerome Bixby e dirigido pelo Edward L. Cahn.
O monstro visto aqui não é nada extremamente ameaçador: uma figura humanoide, feita de pedra (ou, pelo menos, era essa a intenção do diretor), que anda na mesma velocidade que um velho capenga e que não tem olhos nem nariz nem boca nem ouvidos...
Por isso que ele é chamado de “homem sem face”. Ó!!! Que coisa espantosa!!!rsrsrs
Claro que o passo lento do monstro é exatamente porque o ator tava com a cara toda coberta pela maquiagem e, portanto, corria o risco de tropeçar a qualquer momento. Então, pra evitar acidentes...
Uma coisa meio chata aqui é a presença constante da voz de um narrador. Não pela narração em si, mas porque em muitas cenas ele fica narrando coisas óbvias, que a gente tá vendo com os próprios olhos. Ele é bem desnecessário.
Curse of the Faceless Man foi todo filmado na California ao longo de 6 dias (por isso tem só 67 minutos de duração). E foi lançado nos Estados Unidos, em Agosto de 1958.
O filme começa com o tal narrador contando como a cidade de Pompeia foi destruída por uma erupção do Vulcão Vesúvio, no ano 79. E ao mesmo tempo, vemos imagens da catástrofe. E aí entra a imagem de um arqueólogo escavando um buraco naquela região em 1958, procurando artefatos históricos soterrados.
De repente, um cofre que tava soterrado ali, cheio de objetos estranhos dentro, cai na terra na frente do homem e se abre.
E enquanto ele recolhe os objetos agora espalhados pelo chão, ele vê uma mão saindo da terra e se mexendo.
Mas ficando imóvel logo depois.
Ele chama outras pessoas, que cavam ali em volta e acabam desenterrando o que parece ser o cadáver de um homem. Mas tá transformado em pedra!
E algum tempo depois, embarcam o corpo e os objetos do cofre numa kombi, pra levar pro Museo de Pompeii, em Nápoles.
Curiosamente, ninguém nunca menciona que a mão do corpo tava se mexendo no início. Então, o homem que viu ele primeiro não disse isso a ninguém?!?!?! Será que é tão comum assim pra ele ver mãos saindo da terra e se mexendo que ele nem se importou com isso?
Enquanto isso, o diretor do museu chamado Carlo chama o Paul, um cientista amigo, pra ajudar ele a estudar o corpo.
O Carlo deixa claro que, antes do corpo ser mandado pro museu, ele foi até as ruínas de Pompeia pra examinar o achado. E não conseguiu entender como um cadáver pôde se transformar em pedra.
Além do Carlo, também trabalham no museu um historiador chamado Emanuel, um assistente chamado Enricco e a filha do Carlo chamada Maria (na verdade, o Carlo e a Maria moram no museu, já que os quartos deles ficam lá).
Enquanto isso, a kombi vai seguindo pro museu. E quando passa por uma estrada deserta, o corpo volta à vida e mata o motorista (só vemos ele avançando no motorista e a cena é cortada). E a kombi acaba batendo, é claro.
Quando o carro é encontrado, entram em contato com o museu e avisam sobre o acidente. Mas, como não houve testemunhas do que aconteceu, ninguém entende o motivo do desastre. E o corpo de pedra tá completamente imóvel, caído do lado da kombi.
De qualquer forma, eles levam o corpo pro museu e deitam ele em cima de uma mesa pra ser estudado, enquanto esperam que a polícia investigue o acidente.
O Emanuel traduz uma inscrição encontrada num dos objetos que tavam no cofre. O pequeno texto tá escrito em Etrusco Arcaico. Mas ele consegue entender que é uma maldição, lançada por alguém chamado Quintillus Aurelius.
Seja quem for esse homem, ele pedia aos deuses etruscos que destruíssem a nobreza de Pompeia, que matassem o povo de Pompeia e que fizessem perecer tudo o que estivesse entre ele e alguma coisa que ele julgava pertencer a ele. E desejava que o fogo que vem de dentro da terra consumisse tudo ali e mantivesse ele vivo depois que os romanos não existissem mais.
Se os deuses etruscos ouviram o pedido desse devoto deles, parece ter sido isso que causou a erupção que destruiu Pompeia. E todos ali ficam divididos entre acreditar ou não na tal maldição. Mas ficam pensando principalmente na última parte. Afinal, se aquilo tudo tava junto do corpo petrificado, não é impossível que aquele seja o tal de Quintillus Aurelius. E se a última parte da maldição for real, ele ainda pode voltar à vida...
Bom, depois disso, o Paul vai visitar a namorada dele, uma artista plástica chamada Tina... Aparentemente os 2 tão na Itália porque ela tá fazendo algum curso por lá, já que ambos são americanos.
O Paul vê que ela pintou um quadro que mostra um escravo romano amarrado.
Ela diz que, na noite anterior, teve um sonho em que via uma criatura estranha sendo desenterrada e levada prum museu de kombi. Mas essa criatura acordava e matava o motorista.
Então, ela acordou e teve um impulso irresistível por pintar aquele quadro.
Depois disso, o Paul conta a ela sobre tudo o que aconteceu recentemente. E ele decide analisar melhor o corpo. E a Tina pede pra ir junto com ele.
Ao mesmo tempo, um detetive vai até o museu e revela que, depois de analisar o cadáver do motorista da kombi, concluiu que ele não morreu por causa do acidente, mas sim que ele foi assassinado.
Depois de ir até o museu com o Paul e ver o corpo, a Tina fica inquieta. E de madrugada, ela decide voltar lá sozinha pra desenhar o cadáver.
O mais engraçado nessa cena é que ela entra no museu numa boa, sem ser vista por ninguém e sem disparar nenhum alarme. E todas as portas tão destrancadas!rs
Então, o tal de Quintillus confirma que, como ele tinha pedido aos deuses, ele ainda tá vivo: ele se levanta e vai andando na direção da Tina. E ela, como boa mocinha dos anos 50, grita e desmaia.
Um guarda escuta o barulho, vai correndo até lá e descarrega a pistola dele na figura que ele vê. Mas a criatura mata ele, pega um medalhão que tava no cofre, prende na roupa da Tina como se fosse um broche, faz ela entrar numa espécie de hipnose e depois se deita de novo na mesa na mesma posição em que tava antes.
O Carlo e a Maria chegam logo depois. E não conseguem entender o que houve ali, mas decidem chamar o Paul.
Pesquisando sobre o Império Romano, eles descobrem que as romanas ricas usavam medalhões parecidos com aquele na roupa.
Depois disso, o Paul e a Maria levam a Tina pra casa dela, deitam ela na cama e depois voltam pro museu pra ver o que podem fazer.
Eles concluem que o Quintillus tá vivo. Mas descartam a possibilidade de que a sobrevivência dele e a transformação do corpo dele em pedra sejam uma manifestação do poder dos deuses. E acreditam mais que isso seja algum processo químico desconhecido que se manifestou na terra que soterrou ele.
De qualquer forma, eles nunca viram ele se mexendo. E precisam ver como isso acontece pra saber como se defender dele.
Assim, pra acordar ele, eles têm a ideia de deixar o medalhão no chão, perto da criatura. E depois se afastam alguns metros.
O Quintillus realmente se levanta, pega o medalhão do chão e sai andando.
O Paul pega uma alabarda e bate na criatura, mas nada acontece. E depois de dar uma porrada no Paul, ela sai andando pra fora do museu. Mas como o Carlo e a Maria tentam ajudar o Paul, que tá caído no chão, a princípio ninguém vai atrás da criatura.
O Quintillus vai até a casa da Tina e tenta pegar ela. Mas quando tá a poucos centímetros dela, a criatura simplesmente cai e volta a ficar imóvel como tava antes.
Aliás, nunca se explica por quê ele ‘desmaiou’ nesse momento.
Depois disso, eles recolocam a criatura na sala do museu onde tava antes, já que ela não volta mais a se mexer. E o Carlo e o Emanuel interrogam a Tina sobre o que a criatura quer com ela.
Ela diz que também não consegue entender, mas percebe que de fato ela é o alvo do Quintillus.
O Emanuel leva a Tina até uma praia perto de Pompeia e pede pra ela se lembrar se já teve ali antes. E embora ela nunca tenha passado por aquela praia, ela se lembra que, de alguma forma, sim, ela já teve ali antes... Ela se lembra de um vulcão em erupção, de pessoas gritando e morrendo queimadas e da água extremamente quente por causa da lava vulcânica.
Ele leva ela embora e pede pra hipnotizar ela, de modo que ela se lembre melhor das imagens que viu na praia. E em estado de hipnose, ela se descreve como uma habitante de Pompeia, filha de um homem rico da cidade. E diz que a família dela foi amaldiçoada por um escravo chamado Quintillus Aurelius, que era um devoto dos deuses etruscos.
Isso aconteceu porque o escravo queria se casar com ela. Mas o casamento entre pessoas de classes sociais tão afastadas era proibido no Império Romano.
Eles nunca falam isso explicitamente, mas várias partes do filme dão a entender que a Tina é uma reencarnação de uma mulher que viveu em Pompeia naquela época e que passou pelas situações que ela descreveu com o Quintillus. E é claro: ele reconheceu ela como tal, apesar de já terem se passado 1879 anos.
Quando o Emanuel conta isso ao Paul, ele vai correndo até a casa da Tina e não encontra ela lá. Mas vê que ela deu um retoque no quadro do escravo romano: agora ela pintou uma mão cortando as cordas que prendiam ele.
Ele corre de volta pro museu, entendendo que a Tina de alguma forma voltou àquela hipnose e foi lá pra soltar o Quintillus. E lá ele encontra a Tina realmente em estado de hipnose e a criatura atacando o Enricco.
Isso também nunca é explicado: o Quintillus hipnotizou a Tina na hora em que botou o broche nela, a hipnose passou depois de um tempo e agora voltou sozinha?!
Bom, o Paul tenta atacar o Quintillus, mas leva uma porrada e desmaia. E a criatura pega a Tina no colo e sai andando pra fora do museu.
Enquanto caminha com a Tina nos braços, a criatura começa a se lembrar da erupção vulcânica. E acreditando que a catástrofe ainda tá acontecendo, ele vai andando na direção daquela praia onde a Tina teve antes, pra proteger a si mesmo e à Tina do fogo e da lava... Provavelmente foi isso que ele fez quando a catástrofe aconteceu de fato.
No caminho, ele é avistado por algumas pessoas, que acabam chamando a polícia, que chega quando eles já tão na praia. E quando 2 guardas se aproximam pra tentar salvar a Tina, ele mata os 2.
Avisados pela polícia do paradeiro do Quintillus e da Tina, o Paul, o Carlo e a Maria vão até lá. Mas só chegam a tempo de ver o Quintillus entrando no Mar junto com a Tina.
Só que, em contato com a água, o corpo do Quintillus se dissolve.
O Paul mergulha pra pegar a Tina, que finalmente acorda, sem ter a mínima ideia do que aconteceu.
E o filme acaba.

Oggi parleremo un po’ del film Curse of the Faceless Man.
Il film è stato scritto da Jerome Bixby. E il regista è stato Edward L. Cahn.
Il mostro visto qui non è niente di estremamente minaccioso: è una figura umanoide fatta di pietra, che cammina come un vecchio disabile e non ha occhi, naso, bocca od orecchie.
Naturalmente, il lento movimento del mostro avviene proprio perché l’attore aveva tutto il suo volto coperto dal trucco e quindi potrebbe avere un incidente in qualsiasi momento.
Una cosa spiacevole è la presenza costante della voce di un narratore. Perché in molte scene lui ci racconta semplicemente cose ovvie, che vediamo con i nostri occhi. Questo è molto inutile.
Curse of the Faceless Man è stato completamente filmato in California durante 6 giorni. Ed è stato rilasciato negli Stati Uniti nell’Agosto del 1958.
Il film inizia proprio con quel narratore noioso. Lui ci dice come la città di Pompei è stata distrutta da un’eruzione del Vesuvio nel 79. E allo stesso tempo vediamo delle immagini della catastrofe. Poi vediamo l’immagine di un archeologo che scava un buco nella terra in quella regione nel 1958, alla ricerca di artefatti storici sepolti.
Improvvisamente, una scatola rimasta sepolta lì, piena di oggetti strani al suo interno, cade al suolo di fronte all’uomo e si apre. E mentre raccoglie gli oggetti ora sparsi per la terra, lui vede una mano che esce dalla terra e si muove. Ma la mano diventa immobile poco dopo.
Lui chiama altre persone, che scavano intorno alla mano e rivelano quello che sembra essere il cadavere di un uomo. Ma è diventato pietra! E qualche tempo dopo, imbarcano il corpo morto e gli oggetti della scatola in un’auto per portare tutto questo fino al Museo de Pompeii, a Napoli.
Curiosamente, nessuno menziona mai che la mano del corpo morto si muoveva in un primo momento. Quindi l’uomo che l’ha visto all’inizio non l’ha detto a nessuno?!?!?! È così comune per lui vedere delle mani uscendo dalla terra e movendosi? Dopo tutto, non si è nemmeno preoccupato.
Nel frattempo, il direttore del museo chiamato Carlo chiama Paul, un amico scienziato, per aiutarlo a studiare il corpo.
Carlo chiarisce che prima che il corpo venisse inviato al museo, lui è stato andato alle rovine di Pompei per esaminare la scoperta. E non è riuscito a capire come un cadavere ha potuto diventare pietra.
Oltre a Carlo, altre persone che lavorano anche al museo sono uno storico chiamato Emanuel, un assistente chiamato Enricco e la figlia di Carlo chiamata Maria.
Nel frattempo, l’auto si dirige verso il museo. E quando attraversa una strada deserta, il corpo viene a vita e uccide il conducente (vediamo solo che si muove verso il conducente e questo è tutto). E la macchina finisce per crollare, naturalmente.
Quando la macchina viene trovata, qualcuno contatta il museo e avverte dell’incidente. Ma non c’erano testimoni di quello che è successo. Quindi nessuno capisce la ragione del disastro. E il corpo di pietra rimane completamente immobile, disteso accanto all’auto.
Comunque, portano il corpo al museo e lo posano su un tavolo da studiarlo, mentre aspettano che la polizia si preoccupi dell’incidente.
Emanuel traduce un’iscrizione trovata su uno degli oggetti della scatola. Il piccolo testo è scritto in Antico Etrusco. Ma si può capire che questa è una maledizione, lanciata da qualcuno chiamato Quintillus Aurelius.
Una maledizione che è iniziata quasi 2000 anni fa, ma che sarà ancora causa di disgrazia nel 1958...

According to Curse of the Faceless Man (1958), in 79 AD, a mysterious man named Quintillus Aurelius begged the Etruscan gods to destroy the nobility of Pompeii, to kill the people of Pompeii, and to destroy everything that was between him and something (or somebody) he thought belonged to him. And he wanted the fire that comes from within the earth to consume everything there and to keep him alive after the Romans didn’t exist anymore.
If the Etruscan gods heard the request of their devotee, it seems this was what caused the eruption that destroyed Pompeii. And a group of scientists (Carlos, Paul, and Maria) are suspicious about believing or not in such a curse. But they’re mainly thinking about the last part.
After all, a petrified corpse was found near the writing that contained this curse. And so was it Quintillus Aurelius? It’s not impossible. And if the last part of the curse is real, he can still come back to life...
Well, Paul goes to visit his girlfriend, a plastic artist named Tina... Apparently, they’re in Italy because she’s attending some course there because they’re both Americans.
Paul sees she painted a picture depicting a tied Roman slave.
She reveals him the night before she had a dream in which she saw a strange creature being pulled from the earth.
Then she woke up and had an irresistible urge to paint that picture.
After that, Paul tells her about everything that happened recently. And he decides to analyze the stone body better. And Tina asks to go along with him.
At the same time, a detective goes to the museum and reveals that the driver who transported the body to the museum where he is now was murdered.
After going to the museum with Paul and seeing the body, Tina becomes restless. And at dawn, she decides to go back there alone to draw the corpse.
There’s something very funny about this scene: she enters the museum calmly, without being seen by anyone and without triggering any alarm. And all the doors are unlocked!
Then that Quintillus finally confirms his gods allowed his curse to work: he’s still alive. And he gets up and starts walking (actually he’s almost crawling) toward Tina. And she, just like most of the female protagonists of the 1950s, screams and faints.
A guard listens to the noise, rushes to there and unloads his pistol against the figure he sees. But the creature kills him, gets a medallion, leaves it on Tina’s clothes as if it were a brooch, brings her into some kind of hypnosis, and then lies down on the table again motionless and in the same position he was before.
Carlo and Maria arrive soon after. And they can’t understand what happened there, but they decide to call Paul.
Researching the Roman Empire, they can see the wealthy Roman women wore medallions similar to that one on their clothing.
After that, Paul and Maria take Tina to her house, they lay her in bed and then they return to the museum to see what they can do.
They conclude Quintillus is alive in fact. But they don’t take seriously the possibility that his survival and the transformation of his body into stone are a manifestation of the power of the gods. And they believe more than this to be some unknown chemical process that manifested itself in the earth that buried him.
Anyway, they’ve never seen him moving. And they need to see how that happens to know how to defend themselves from him.
This will be a serious problem...

En Curse of the Faceless Man (1958) conocido en algunos países hablantes de Español como El Conjuro del Hombre Sin Cara y en otros como La Maldición del Hombre Sin Cara, Carlo, Emanuel, Enricco, Paul y Maria están estudiando un caso muy extraño: un hombre llamado Quintillus, que vivió en Pompeya, fue encontrado sepultado y transformado en una estatua de piedra.
Ninguna arma consigue herirlo. Y tiene algún tipo de interés en Tina, la novia de Paul.
Quintillus va a la casa de Tina y quiere capturarla. Pero cuando está a pocos centímetros de ella, simplemente se cae y se queda inmóvil.
A propósito, nunca se explica por qué él se desmayó en ese momento.
Después de eso, llevan a la criatura a la sala de un museo, porque no vuelve a moverse. Y Carlo y Emanuel preguntan a Tina sobre lo que la criatura quiere con ella.
Ella dice que tampoco puede entender, pero se da cuenta de que es el objetivo de Quintillus.
Emanuel lleva Tina hacia una playa cerca de Pompeya y él le pide que se recuerde si ya ha estado allí antes. Y aunque ella nunca haya pasado por aquella playa, ella recuerda que, de alguna manera, sí, ella ya estuvo allí antes... Se acuerda de un volcán en erupción, de gente gritando y muriendo quemada y del agua extremadamente caliente debido a la lava volcánica.
El la lleva de allí y le pide para hipnotizarla, de modo que se acuerde mejor de las imágenes que vio en la playa. Y en estado de hipnosis, ella se describe como una habitante de Pompeya, hija de un hombre rico de la ciudad. Y ella dice que su familia fue maldita por un esclavo llamado Quintillus, que era un devoto de los dioses etruscos.
Esto sucedió porque el esclavo quería casarse con ella. Pero el matrimonio entre personas de clases sociales tan alejadas estaba prohibido en el Imperio Romano.
Ellos nunca lo hablan explícitamente, pero varias partes de la película dan a entender que Tina es una reencarnación de una mujer que vivió en Pompeya en aquella época y que pasó por las situaciones que ella describió con Quintillus. Y por supuesto: él la reconoció, aunque ya se hayan pasado 1879 años.
Cuando Emanuel lo cuenta a Paul, él va corriendo a la casa de Tina y no la encuentra allí.
Entonces, él se va hasta al museo. Y allí encuentra a Tina en estado de hipnosis y la criatura atacando a Enricco.
Esta hipnoce nunca se explica con claridad.
Bueno, Paul intenta atacar a Quintillus, pero es golpeado por el monstruo y se desmaya. Y la criatura toma a Tina en sus brazos y sale caminando hacia fuera del museo.
Mientras camina, la criatura comienza a recordar la erupción volcánica. Y creyendo que la catástrofe todavía está sucediendo, él va caminando hacia la playa donde Tina estuvo antes, para protegerse a sí mismo y a Tina del fuego y la lava... Probablemente fue eso lo que él hizo cuando la catástrofe sucedió de hecho.
En el camino, él es avistado por algunas personas, que llaman a la policía. Y los policías llegan cuando ellos ya están en la playa. Y cuando dos guardias se acercan para intentar salvar a Tina, él mata a los 2.
La policía dice del paradero de Quintillus y Tina a Paul, Carlo y Maria. Y ellos se van rápidamente hacia allí. Pero sólo llega a tiempo para ver Quintillus entrando en el Mar con Tina.
Sin embargo, en contacto con el agua, el cuerpo de Quintillus se disuelve.
Paul se sumerge para rescatar a Tina, que finalmente se despierta, sin ningún recuerdo de lo sucedido.
Y la película acaba.

Até!

domingo, 3 de setembro de 2017

JÁ QUE HOJE É O DIA DO BIÓLOGO, VAMOS ANALISAR O CORPO MASCULINO?



Oi!!!

Hoje, 03 de Setembro, é comemorado o Dia do Biólogo.
Vamos comemorar a data vendo algumas fotos que o biólogo Thiago Vianna fez pra G Magazine em Novembro de 2002.
Ele nasceu no Estado do Rio de Janeiro, em 1980. E posou pra G mostrando um corpo de 1, 75m de altura (que ele dizia manter com musculação e natação) e um cacete de 16 centímetros com a cabeça arregaçada.
Bom, o Thiago posou nu quando tinha 22 anos. Hoje ele deve ter 37. Então, suponho que agora ele teja bem diferente dessas fotos, né?
De qualquer forma, divirtam-se!rs

Até!

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

57ª ENQUETE



Oi!!!

Chegou o B-R-O-BRÓ, também conhecido como reta final do ano.
E é claro, vamos à enquete de Setembro.
Existe um ditado que afirma:

“O inimigo do meu inimigo é meu amigo!”

Então, a minha pergunta desse mês é exatamente sobre isso: você já caiu na armadilha de acreditar nesse ditado?

Vou usar um exemplo pra ilustrar o que eu quero dizer.
Não são novidade pra ninguém os quebra-paus que têm rolado entre o Jair Bolsonaro e a Maria do Rosário nos últimos anos.
O Jair Bolsonaro é nosso inimigo? É indiscutível que sim. Ele até já defendeu a violência física contra crianças com qualquer aparente comportamento afeminado pra poder “consertar” a criança e ela não crescer sendo homossexual.
Seria muita ingenuidade (pra não dizer ignorância) achar que ele não é miso-hômico.
E aí muitos gays, ansiosos por atacar o Jair Bolsonaro, pegaram esses desentendimentos que ele teve com a Maria do Rosário e começaram a querer defender ela, botar ela num pedestal, ver ela como nossa “amiguinha”...
Gente, se vocês entrarem nessa, vocês estão embarcando numa canoa furada.
Em 1º lugar, esses 2 são políticos. E tanto a amizade quanto a inimizade entre políticos varia de acordo com os interesses de cada um. Se a situação política virar, no ano que vem é capaz da gente ver esses 2 tirando fotos abraçados, dizendo que as brigas que eles tiveram no passado foram na verdade desentendimentos, que um só brigou com o outro porque na época não entendeu direito o que o outro quis dizer e por aí vai.
Em 2º lugar, vocês acham mesmo que vale a pena apoiar a Maria do Rosário?
Aí alguém vai dizer:

“Ah, mas ela apoia os gays!”

Olhem, no momento atual, qualquer político que não seja nem evangélico (como o Marco Feliciano) nem católico conservador (como o próprio Jair Bolsonaro) vai apoiar os gays.
Na atual sociedade brasileira, excetuando-se esses 2 grupos que eu disse, pega mal chegar em público e fazer algum discurso explícito contra os gays.
Muitos políticos que apoiam os gays no momento atual na verdade fazem um discurso a nosso favor apenas porque eles vão ficar mal vistos se não fizerem isso.
É diferente de alguma pessoa pública que já esteja há décadas falando a nosso favor, mesmo quando ainda não era ‘moda’ falar a nosso favor (como a falecida Elke Maravilha, por exemplo). Aí já é outra história.
Então, não é porque a Maria do Rosário já fez discursos políticos a nosso favor que ela é nossa amiga.
Não se esqueçam de que ela já fez discursos contra o estupro, enquanto ela defendia um estuprador. Estuprador esse que matou a garota que ele estuprou e depois ainda estuprou o cadáver. E a Maria do Rosário continuou defendendo ele.
Isso sem contar com os ataques histéricos que ela tem sempre, sem admitir revide.

Bom, como toda feminista dos tempos atuais, ela acha que pode falar mal de quem ela quiser, pode xingar quem ela quiser e pode agredir quem ela quiser. Mas ninguém pode falar mal dela, ninguém pode xingar ela e ninguém pode agredir ela.
Se você não é hétero e apoia a Maria do Rosário, tudo bem. Estamos numa democracia. Você tem o direito de apoiar quem você quiser.
Mas quem tiver uma visão minimamente racional dessa situação não vai apoiar ela.
Reafirmo que o Jair Bolsonaro é nosso inimigo. Mas isso não faz da Maria do Rosário nossa amiga.
O inimigo do meu inimigo nem sempre é meu amigo.