domingo, 7 de julho de 2019

EIS UM CARA QUE É SINCERO SOBRE A LEI ROUANET



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, diretor, autor teatral, dublador e apresentador de TV brasileiro Miguel Falabella.
Miguel Falabella de Souza Aguiar nasceu aqui no Rio, em 10 de Outubro de 1957.
Fascinado pela profissão de ator desde criança, ele correu atrás disso até conseguir realizar esse sonho.
A estreia do Miguel na televisão foi um pequeno personagem no seriado Caso Verdade, em 1982. E semanas depois, ele ganhou um personagem fixo na novela Sol de Verão.
Desde então, ele usa o nome artístico simplificado de Miguel Falabella.
Paralelo à carreira televisiva, ele sempre atuou em várias funções no teatro: ator, autor, diretor e produtor.
A ideia de escrever se desenvolveu durante as crises de insônia que o Miguel tinha na juventude: cansado de passar as madrugadas sem dormir debruçado na janela do apartamento onde morava sozinho, ele passou a aproveitar esse tempo pra crias histórias. E nunca mais parou.
Atualmente, ele é um dos autores teatrais mais reconhecidos do Brasil.
O Miguel sempre deu preferência a contar histórias cômicas sobre personagens pobres e suburbanos, embora fale sobre vários outros temas também.
Um dos trabalhos mais marcantes dele foi a apresentação do Vídeo Show, onde ele ficou de 1987 até 2002. E depois, de 2016 até o programa acabar em 2019, ele voltou pra apresentar quadros específicos. E assim, ele foi o apresentador que ficou mais tempo no programa.
Em 1992, ele apareceu com a bunda de fora na 1ª cena da série Noivas de Copacabana.
Embora o Miguel sempre tenha evitado falar em público sobre a vida íntima, as pessoas mais próximas dele sempre souberam que ele era gay (o único relacionamento hétero conhecido dele foi nos anos 80, com a atriz Zaira Zambelli).
Dizem os fofoqueiros de plantão que, em 1995, ele tava namorando o Leonardo Vieira. Só que, como o Leonardo traiu ele, o Miguel queimou o filme dele na Globo, pedindo que nenhum autor nem diretor chamasse mais ele...
Verdade ou não, o Leonardo praticamente sumiu da emissora nos anos seguinte. Mas nem ele nem o Miguel nunca confirmaram essa fofoca.
Podem clicar aqui pra ver um post sobre o Leonardo:


Em 1996, o Miguel começou a interpretar talvez o personagem mais lembrado da carreira dele: o Caco Antibes, de Sai de Baixo. E ele fez o personagem até o fim do programa (em 2002) e nas continuações que vieram depois.
O Miguel teve até agora 36 trabalhos como ator no cinema e televisão, 15 como roteirista e 4 como diretor.
Em 1999, numa entrevista pra Revista Isto É, ele deu a entender pela 1ª vez que era gay, mas que não queria falar sobre a vida pessoal dele.
O Miguel também costumava lembra que, quando uma pessoa famosa chegava em público e dizia que era homossexual no Brasil, ela passava a ser lembrada só como homossexual a partir dali: ela passava a ser convidada só pra dar depoimentos em programas que falassem sobre homossexualidade, ela só recebia perguntas sobre homossexualidade quando dava uma entrevista... O resto da vida da pessoa geralmente era esquecido.
Em 2013, numa entrevista pra Revista Lado A, ele finalmente falou de uma forma mais direta sobre a vida íntima dele.
Ali o Miguel lembrou que ele nunca escondeu que não era hétero: apenas nunca tinha falado isso explicitamente porque achava que não há necessidade de expor a vida sexual em público.
Agora vou falar sobre as declarações que ele deu sobre a Lei Rouanet.
Antes de mais nada, vamos explicar como essa lei funciona (pelo menos na teoria): quando um artista aciona a Lei Rouanet, uma instituição (um banco, por exemplo) pega o dinheiro que ela pagaria ao governo como imposto e usa esse dinheiro pra patrocinar a obra do artista em questão.
Em várias entrevistas que deu, o Miguel deixou claro que há, sim, muitos artistas que usam a Lei Rouanet de forma indevida. Mas que a lei é necessária pra fazer espetáculos de grande porte, porque o artista sozinho não vai ter todos os milhões e milhões de reais que uma produção desse tipo exige pra ser feita.
Ele deixa claro que nunca acionou a Lei Rouanet pra fazer peças simples (nesse caso, ele sempre pagou tudo do próprio bolso) e que acha que isso seria imoral.
Assim, o Miguel deixa claro que a Lei Rouanet não tem que acabar. Mas sim: tem que ser revista e reformulada.
Nas condições que ele mencionou, concordo com ele.

Oggi parleremo un po’ dell’attore, regista, autore teatrale, doppiatore e conduttore televisivo brasiliano Miguel Falabella.
Miguel Falabella de Souza Aguiar è nato in Rio de Janeiro, il 10 Ottobre del 1957.
Affascinato dalla professione di attore da quando era un ragazzino, lui ha cercato in tutti i modi di realizzare il suo sogno di avere questa carriera.
Il debutto di Miguel in TV è stato un personaggio secondario nella serie TV Caso Verdade, nel 1982. E qualche settimana dopo, ha ricevuto un personaggio fisso nella telenovela Sol de Verão.
Da allora, lui ha usato Miguel Falabella come il suo nome d’arte.
Parallelamente alla sua carriera televisiva, lui si è sempre esibito in vari ruoli in teatro: attore, autore, regista e produttore.
La sua idea di scrittura si è sviluppata durante le crisi di insonnia che Miguel aveva durante la sua gioventù: stanco di passare le notti insonni appoggiato alla finestra dell’appartamento in cui viveva da solo, ha iniziato a usare questo tempo per creare storie. E lui non ha mai smesso.
Attualmente, lui è uno degli autori teatrali più riconosciuti in Brasile.
Miguel ha sempre dato la preferenza a raccontare storie comiche sui personaggi della classe lavoratrice che vivono a quartieri poveri, anche se parla di molti altri argomenti.
Uno dei suoi lavori più ricordati è la presentazione del programma televisivo Vídeo Show, che lui ha presentato dal 1987 al 2002. E anni dopo, dal 2016 fino al termine del programma nel 2019, lui è tornato a presentare dei momenti specifici del programma. E così è stato il conduttore televisivo che è rimasto nel programma più a lungo.

In 1992, Miguel’s butt was seen in the opening scene of TV series Noivas de Copacabana.
Although he has always avoided public speaking about his private life, his close friends have always known he is gay (his only known hetero affair was in the 1980s, with actress Zaira Zambelli).
Gossips say in 1995 he was dating Leonardo Vieira. But as Leonardo betrayed him, Miguel harmed his career on TV Rede Globo, asking no author or director invite him to new jobs...
True or not, Leonardo almost disappeared from that TV station in the following years. But neither he nor Miguel has ever confirmed this gossip.
In 1996, Miguel began to portray perhaps the most remembered character of his career: Caco Antibes, in the TV series Sai de Baixo. And he was there as this character until the end of the show (in 2002) and in the following sequels.
Miguel has so far had 36 times as a Cinema and TV actor, 15 as a screenwriter and 4 as a director.
In 1999, when he gave an interview to Isto É magazine, he gave the impression for the first time he was gay, but he didn’t want to talk about his personal life.
Miguel also used to remember that when a famous person came to the public and said he’s homosexual in Brazil, he would be remembered only as a homosexual from that moment: he would be invited only to give testimony in shows that talked about homosexuality, he only got questions about homosexuality when he gave an interview... The rest of the person’s life was usually forgotten.

En 2013, cuando Miguel dio una entrevista a la Revista Lado A, finalmente habló de una manera más directa sobre su vida íntima.
Allí él recordó que nunca ocultó que no era heterosexual: solamente nunca lo había dicho explícitamente porque sentía que no era necesario exponer su vida sexual en público.
Ahora voy a hablar sobre las declaraciones que él dio sobre la Lei Rouanet.
En primer lugar, expliquemos cómo funciona esta ley (al menos en teoría): cuando un artista brasileño activa la Lei Rouanet, una institución brasileña (un banco, por ejemplo) obtiene el dinero que pagaría al gobierno como un impuesto y usa dicho dinero para patrocinar el trabajo de tal artista.
En varias entrevistas que Miguel dio, dejó en claro que hay, sí, muchos artistas que utilizan la Lei Rouanet de manera incorrecta. Pero que la ley es necesaria para hacer grandes espectáculos, porque el artista solo no tendrá todos los millones y millones de dólares que se requieren para tal producción.
El deja claro que nunca utilizó la Ley Rouanet para hacer espectáculos teatrales simples (en cuyo caso él siempre pagó con su propio bolsillo) y que pensó que eso sería inmoral.
Por lo tanto, Miguel deja claro que la Lei Rouanet no tiene que terminar. Pero sí: hay que reorganizarla y reformularla.
Bajo las condiciones que él mencionó, estoy de acuerdo con él.

Até!

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