Oi!!!
O post especial desse mês vai ser uma lembrança sobre aquilo que as feministas midiáticas chamam de “empoderamento”...
A própria palavra já abre portas pra algumas críticas. Porque as feministas midiáticas atuais sempre discursam diretamente contra o capitalismo e fazem apologia ao comunismo e ao socialismo.
Pois é. A palavra “empoderamento”, que as feministas atuais gostam de repetir de 5 em 5 minutos, vem do neologismo inglês “empowerment”, que foi criado por feministas norte-americanas.
Ué! Mas as feministas não criticam tanto o capitalismo e não louvam tanto o comunismo e o socialismo? Os Estados Unidos são o país mais capitalista do Mundo e são o país mais contrário ao comunismo e ao socialismo. Nesse caso, por que elas pegaram uma palavra vinda dos Estados Unidos? Por que elas não pegaram uma palavra vinda de Cuba ou da Venezuela?
Outra coisa que eu observei no outro dia foi em relação à feminista Heloísa Buarque de Hollanda...
Ah, sim. Se você não se lembra de quem se trata, é essa aí:
Bom, ela se diz uma “feminista empoderada”, certo?
Mas, se é assim, por que ela usa o sobrenome do ex marido pra aparecer?
O nome original dela era Heloísa Helena Oliveira. Mas quando ela se casou com o advogado Luiz Buarque de Hollanda, ela passou a usar o sobrenome dele pra aparecer na mídia.
Vejam só: como Buarque de Hollanda é um sobrenome conhecido na mídia brasileira, a Dona Feminista Empoderada Autônoma Independente aí precisou se apoiar no sobrenome de um homem pra se garantir.
Aí alguém vai dizer:
“Ah. Mas você tem que pensar que, na época em que ela se casou, há muitas décadas atrás, era um hábito comum as mulheres usarem os sobrenomes dos maridos sem questionar.”
Pois é: há muitas décadas atrás era assim. Mas por que HOJE, em 2020, ela ainda usa o sobrenome do ex marido pra aparecer na mídia, já que ela (diz que) é tão independente de homem?
Isso não surpreende: em pelo menos 99% das vezes o discurso da “feminista empoderada” acaba no 1º pneu furado ou no 1º total de contas a pagar.
Feminismo e coerência nunca andaram de mãos dadas (talvez venha daí o fascínio delas por uma palavra vinda do país mais capitalista do Mundo, ao mesmo tempo em que elas dizem que odeiam o capitalismo). E é provável que o exemplo mais famoso disso em tempos recentes seja a Fernanda Lima.
Se você não viu, pode clicar aqui pra ver um post que eu fiz sobre isso:
Então, se você comparar o que a Fernanda Lima diz que ela faz com o que ela faz na prática, não é muito diferente da situação da Heloísa Buarque de Hollanda em relação ao sobrenome dela.
Não é à toa que, fora dos guetos feministas, cada vez mais o feminismo vira motivo de piada.


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