terça-feira, 17 de maio de 2022

COMO LIDAR COM GAYS MUÇULMANOS E COM GAYS PENTECOSTAIS

Oi!!!

Chegamos a 17 de Maio, o dia de combater a miso-homia.
Então, achei interessante fazer um post debatendo uma questão aqui: o que você deve fazer quando encontra um gay pentecostal ou um gay muçulmano?

Por que falar sobre esses 2 tipos específicos de gays? Porque eles fazem parte dos grupos religiosos que são mais abertamente contra os gays. Assim, é preciso saber como lidar com os gays que estão inseridos nesses 2 grupos.
Bom, cada um é dono das suas atitudes. Mas vou dizer o que EU faço se eu encontro pessoas desses grupos.

No caso dos muçulmanos, acho que podemos dividir em 2 subgrupos: um são os muçulmanos que vieram do Oriente Médio; e o outro são os brasileiros que se converteram ao Islamismo.
No 1º caso, eu fiz um post sobre esse mesmo assunto em Maio de 2017. E como eu disse lá, aí a gente está lidando com pessoas que foram criadas em outra realidade, com formas de se comportar diferentes da nossa... E não adianta tentar forçar essas pessoas a mudarem o comportamento delas de um mês pro outro, porque isso não vai acontecer. E se você insistir nisso, ainda vai passar uma imagem negativa pra pessoa.
Mas, ao mesmo tempo em que a gente tem que deixar o cara se aculturar aos poucos, também é bom explicar a ele qual é o comportamento comum dos brasileiros, o que é mais usual de se ver no Brasil, o que é mais raro de se ver no Brasil...
Já quando se trata de um gay brasileiro que se converteu ao Islamismo... Bom, esse cara não deve bater muito bem, né? Se um homossexual vê a forma como os homossexuais são tratados nos países de maioria muçulmana e mesmo assim ele quer ser muçulmano e ir pro meio dos muçulmanos...
Querem ver como o Islamismo aceita os homossexuais e bissexuais de braços abertos? Deem uma clicada aqui:


Uma coisa é a pessoa nascer no meio muçulmano e, sem direito de escolha, ser criada nesse meio; outra coisa é a pessoa ir pra esse meio conscientemente e por vontade própria.
Então, eu não faria amizade com um gay nem com um bi que se tornou muçulmano por vontade própria. Não me parece uma pessoa que vai trazer nada de positivo pra minha vida. Além de ser uma pessoa que gosta de ser tratada como inferior, né?

E no caso dos pentecostais?
Bom, a gente sabe que existem alguns grupos pentecostais específicos que são mais tranquilos em relação a esse assunto. Mas é a maioria? Óbvio que não.
Então, vou levar em conta aqueles que não são nem um pouco tranquilos em relação a esse assunto, que são a maioria.
Pelo comportamento como um todo que a gente vê os pastores famosos tendo nos últimos anos, acredito que não seja novidade pra ninguém que o sonho deles é transformar o Brasil numa espécie de teocracia pentecostal. O Silas Malafaia demonstra explicitamente que ele quer ser um aiatolá pentecostal que vai controlar o presidente que estiver no poder.
Eu não preciso aceitar de braços abertos um homossexual ou um bissexual que vai voluntariamente se colocar a serviço de alguém dessa laia.
Os grupos pentecostais que são frequentados por membros mais pobres (que também formam uma maioria no meio evangélico) também são bem difíceis de se conviver, já que, em todas as religiões, existe essa espécie de casamento indissolúvel entre fanatismo religioso & pobreza: o pobre, independente de qual seja a religião que ele segue, tem a tendência de seguir um versão brutalizada dessa religião.
Talvez a prova principal disso na prática seja a forma como eles tratam os ateus e as pessoas das outras religiões.
Você quer se juntar a um grupo que se comporta assim?
Então, se um gay ou bi se junta por vontade própria a um grupo pentecostal, eu não tenho nenhum motivo pra querer essa criatura do meu lado.

Se alguém acha errado eu rejeitar esses homossexuais e bissexuais, eu faço a seguinte pergunta: se esses homossexuais e bissexuais quiseram por vontade própria se juntar a grupos que nos odeiam, eu deveria dizer que esses homossexuais e bissexuais estão certos?
Fica aí algo pra refletir.

Até!

Nenhum comentário: