quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

QUIRINO e JUNO


QUIRINO

Pela tradição do folclore romano, Quirino é o Rei Romulus transformado em deus: como o 1º soberano de Roma foi visto pela última vez durante o encontro de 2 fenômenos naturais no século VIII a.C., uma tempestade e um eclipse total do Sol, e nunca se encontrou nenhum vestígio de pra onde ele foi e nem mesmo do cadáver dele, os romanos da época entenderam que ele foi levado pelos deuses e transformado num deles. A forma dele de deus seria Quirino.
Mas os registros históricos mostram que uma coisa não tem nada a ver com a outra, já que o culto de Quirino já existia na época desse rei. Portanto, ele não pode ser o Rei Romulus.
Considerado a princípio um dos deuses mais poderosos do Mundo, Quirino fazia parte da 1ª Grande Tríade, ao lado de Marte e Júpiter. Mas não foi incluído na 2ª Grande Tríade, o que mostra que o culto dele foi perdendo a importância com o passar do tempo.
Os historiadores nunca chegaram a uma concordância absoluta sobre quais eram vistos como os poderes de Quirino. Mas não parecem ter dúvidas de que se tratava de um deus da guerra ou da agricultura.
Pela reação dos antigos romanos diante dele, aparentemente ele era um deus da guerra que depois passou a ser visto como um deus da agricultura: um soldado romano geralmente se sentia ofendido quando era chamado de “Quirino”... Ora, por que um guerreiro se sentiria ofendido ao ser chamado pelo nome de um deus da guerra? Já se ele fosse chamado pelo nome de um deus que deixou a guerra e agora faz parte de outra área...
Se foi mesmo esse o caso, a evolução desse deus foi na contramão da evolução de Marte. E aliás, Quirino chegava mesmo a ser visto por alguns como uma versão mais tranquila de Marte.
Mas há quem diga que foi exatamente o contrário. Então, se foi isso, ele seguiu o mesmo processo que Marte.
De qualquer forma, pra fazer louvor a Quirino, os sacerdotes tinham que louvar também outras divindades ligadas à agricultura.
Ao contrário de todas as outras divindades mais poderosas da religião romana, Quirino não foi sincretizado com nenhum deus do Helenismo.

According to the tradition of Roman folklore, Quirinus is King Romulus transformed into a god. You see: the 1st monarch of Rome was last seen during the meeting of 2 natural phenomena (a storm and a total solar eclipse) in the 8th century B.C. And nobody ever found his corpse or even a trace of where he went to from that point. Thus, the Romans of that time understood he was taken by the gods and became one of them. And his divine form would be Quirinus.
But historical records show that one thing has nothing to do with the other. Quirinus’ worship already existed at the time of this king. Therefore, he cannot be King Romulus.
Quirinus was seen in the early years of Rome as one of the most powerful deities in the World. And that’s why he was one of the members of the Archaic Capitoline Triad, alongside Mars and Jupiter. But he wasn’t included in the Later Capitoline Triad. And it shows his worship lost importance along the years.
Historiographers have never arrived to an absolute agreement about which powers Quirinus was supposed to have. But nobody seems to doubt he was a god of war or agriculture.
Apparently he was a god of war who later came to be seen as a god of agriculture. It’s because a Roman soldier usually felt offended when he was called “Quirinus”… Now, why would a warrior feel offended for being called by the name of a god of war? But if he were called by the name of a god who left the war and is now a god of another area...
If that was the case, the evolution of this god was against Mars’ evolution. By the way, Quirinus was seen by some as a more relaxed version of Mars.
But some historiographers say it was exactly the opposite. Then, if that was the case, he followed a process like that of Mars.
Anyway, the priests had to worship other deities of agriculture when they worshipped Quirinus.
Unlike all the other most powerful deities of the Roman religion, Quirinus wasn’t syncretized to any god of Hellenism.

De acuerdo con la tradición del folklore romano, Quirino es el Rey Rómulo transformado en un dios. Ya ves: el primer monarca de Roma fue visto por última vez en el encuentro de 2 fenómenos naturales (una tormenta y un eclipse total del Sol) en el siglo VIII a.C. Y nadie nunca ha encontrado su cadáver o visto ningun rastro de donde se fue a partir de entonces. Por lo tanto, los romanos de la época entendieron que fue tomado por los dioses y se convirtió en uno de ellos. Y su forma divina sería Quirino.
Pero los registros históricos muestran que una cosa no tiene nada que ver con la otra. La adoración a Quirino ya existía en la época de este rey. Por lo tanto, él no puede ser el Rey Rómulo.
Quirino era visto en los primeros años de Roma como una de las deidades más poderosas del Mundo. Por eso, estaba en la Tríada Capitolina Arcaica junto a Marte y Júpiter. Sin embargo, no se incluyó en la Tríada Capitolina Clásica. Y eso muestra que su adoración ha perdido la importancia a lo largo de los años.
Los historiadores nunca han llegado a un acuerdo absoluto sobre qué poderes se creía que Quirino tenía. Pero nadie parece dudar de que era un dios de la guerra o de la agricultura.
Al parecer, era un dios de la guerra que más tarde llegó a ser visto como un dios de la agricultura. Es porque un soldado romano de la época generalmente se sientía ofendido cuando le llamaban “Quirino”... Ya ves, ¿por qué un guerrero se sentiría ofendido por haber sido llamado por el nombre de un dios de la guerra? Pero si fuera llamado por el nombre de un dios que dejó la guerra y ahora es un dios de otra área...
Si ese fue realmente el caso, la evolución de este dios estuvo en contra de la evolución de Marte. A propósito, Quirino era visto por algunos como una versión más tranquila de Marte.
Sin embargo, algunos historiadores dicen que fue exactamente lo contrario. Entonces, si ese fue el caso, se siguió un proceso como el de Marte.
De todos modos, los sacerdotes tenían que adorar también a otras deidades de la agricultura cuando hacían la adoración a Quirino.
A diferencia de todas las otras deidades más poderosas de la religión romana, Quirino no fue sincretizado a cualquier dios del Helenismo.

Secondo la tradizione del folklore romano, Quirino è il Re Romolo trasformato in un dio. Vedete: il primo monarca di Roma è stato visto l’ultima volta quando 2 fenomeni naturali (una tempesta e un’eclissi solare totale) sono successi allo stesso tempo, nel secolo VIII a.C. E nessuno ha mai trovato il suo cadavere o almeno una traccia di dove sarebbe andato da quel punto. Così, i romani di quel tempo hanno capito che lui è stato preso dagli dei ed è diventato uno di loro. E la sua forma divina sarebbe Quirino.
Ma documenti storici mostrano che una cosa non ha nessun collegamento con l’altra. Il culto di Quirino era già esistente quando questo re era vivo. Pertanto, lui non può essere il Re Romolo.
Quirino è stato visto nei primi anni di Roma come una delle divinità più potenti del Mondo. Ed è per questo che è stato uno dei membri della Prima Triade Capitolina, insieme a Marte e Giove. Ma non è stato incluso nella Seconda Triade Capitolina. E questo dimostra che il suo culto ha perso importanza nel corso degli anni.
Storiografi non sono mai arrivati a un accordo assoluto su quali poteri la gente credeva che Quirino aveva. Ma nessuno sembra dubitare che era un dio della guerra o dell’agricoltura.
A quanto pare, era un dio della guerra che in seguito è venuto ad essere visto come un dio dell’agricoltura. È perché un soldato romano di quell’epoca di solito si sentiva offeso quando lo chiamavano “Quirino”... Beh, perché un guerriero si sentirebbe offeso per essere chiamato con il nome di un dio della guerra? Ma se fosse chiamato con il nome di un dio che ha lasciato la guerra e adesso è un dio di un altro settore...
Se questo era il caso, l’evoluzione di questo dio era contro l’evoluzione di Marte. A proposito, Quirino è stato visto da alcuni come una versione più rilassata di Marte.
Ma alcuni storiografi dicono che è successo esattamente il contrario. Poi, se questo era il caso, ha seguito un processo simile a quello di Marte.
In ogni caso, i sacerdoti dovevano venerare altre divinità dell’agricoltura quando adoravano Quirino.
A differenza di tutte le altre divinità più potenti della religione romana, Quirino non è stato sincretizzato a qualsiasi dio dell’Ellenismo.
JUNO

Os antigos romanos entendiam que, cada vez que nascia um homem, junto com ele nascia um gênio. Essa entidade invisível e impalpável ficava ao lado do homem até o fim da vida dele e morria no mesmo instante em que ele morria.
E quanto às mulheres? A mesma coisa. Só mudava a nomenclatura: cada uma dessas entidades que acompanhava as mulheres do nascimento à morte era chamada de juno. E havia quem afirmasse que até as deusas femininas tinham cada uma a sua juno.
Com a evolução da religião romana, a imagem das junos como gênios femininos parece ter começado a perder a força, já que elas parecem ter sido mescladas na forma de uma deusa única chamada Juno, definida primordialmente como a deusa protetora de todas as mulheres. E imaginada se dedicando a proteger principalmente as mulheres casadas. Mas começou a ser compreendida com vários outros poderes a partir dali...
Assim que se formou a imagem dessa divindade, ela parece ter sido louvada como a deusa das mudanças das fases da Lua.
Vista também como a deusa do parto, é a Juno que as mulheres grávidas se dirigiam, fazendo pedidos pra ter uma gravidez saudável e um parto bem sucedido.
Como deusa protetora dos irmãos, é ela que ouve os pedidos de qualquer pessoa que deseja algo de bom pra algum irmão ou irmã.
Também é Juno que protege tudo o que seja posto na terra pra lá descansar, principalmente as sementes e os cadáveres. Assim, ela castiga quem desenterra sementes sem motivo assim como castiga os violadores de sepulturas.
Ela também é a deusa das moedas. E por isso a ela devem ser feitos os pedidos por dinheiro.
O 6º mês do ano, consagrado a Juno, ganhou seu nome em louvor a ela: Junho.
O culto de Juno foi ganhando tal importância que ela logo se tornou um dos membros da 2ª Grande Tríade, ao lado de Júpiter e Minerva.
Logo depois de ser unificada como uma deusa específica, Juno foi sincretizada com Hera, a deusa do casamento no Helenismo. E assim, é claro que Juno não demorou a ser vista também como a deusa do casamento.
Como Hera é tradicionalmente vista como esposa de Zeus e mãe de Ares, Juno não demorou a passar a ser vista como esposa de Júpiter e mãe de Marte. E já que Hera é a Rainha dos Deuses Gregos, Juno também passou a ser vista como a Rainha dos Deuses Romanos.
A maioria das lendas sobre Juno são remakes dos mitos sobre Hera, com essa sendo substituída por Juno na história. E como Hera aparece castigando ou se vingando de alguém em quase todos os seus mitos, Juno acabou passando a ser vista também com essa personalidade vingativa. Inclusive, na Eneida (século I a.C.), considerada a principal obra literária do Império Romano, ela é retratada como a vilã principal da história.
O ganso é o animal consagrado a essa deusa e chegou a ser visto como um dos principais símbolos dela.
Sobre Hera, podem clicar aqui pra ver mais informações:
The ancient Romans understood that every time a man was born he was born with a genie. This invisible and impalpable entity stayed near this man until the end of his life and died in the same instant he died.
How about women? The same. Only the name given to the entity was different: each of these entities who stayed near women from birth to death was called juno. And there were those who claimed that even each female deity had her juno.
With the evolution of Roman religion, the understanding of junos as female genies seems to have started losing strength. They seem to have been unified as an only goddess named Juno. And she was defined primarily as the patron goddess of all women, but was imagined devoting herself to protect mainly married women. And she also began to be understood with several other powers from then…
Once formed the image of this deity, she seems to have been praised as the goddess of the changes of lunar phases.
As the goddess of childbirth, pregnant women worshipped Juno, making requests to have a healthy pregnancy and a successful birth.
As the protector of siblings, it’s she who hears the requests from any person who wishes something good for a brother or sister.
Juno also protects everything that is put in earth to rest there. Mainly seeds and corpses. So she punishes whoever digs seeds without a good cause as well as punishes violators of graves.
She is also the goddess of coins. And so requests related to money should be made to her.
The 6th month of the year, devoted to Juno, received its name in honor to her: June.
Juno’s worship became really important in Rome. And so she was included in the Later Capitoline Triad, alongside Jupiter and Minerva.
Soon after being unified as an only goddess, Juno was syncretized with Hera, the goddess of marriage in Hellenism. And so, of course Juno was soon seen also as the goddess of marriage.
Hera is traditionally seen as Zeus’ wife and Ares’ mother. In the same way, Juno is seen as Jupiter’s wife and Mars’ mother. And since Hera is the Queen of the Greek Gods, Juno also came to be seen as the Queen of the Roman Gods.
Most of the legends about Juno are just remakes of the myths about Hera, with this one being replaced by Juno in the stories. Hera is portrayed punishing or taking revenge on someone in almost all her myths. And so, Juno also came to be seen with this sadistic personality. Incidentally, in the Aeneid (1st century B.C.), considered the leading literary work of the Roman Empire, she is portrayed as the main villainess of the story.
Geese are the animals sacred to this goddess and they came to be seen as one of her main symbols.
About Hera, you can click on the link above for more information.

Los antiguos romanos entendían que cada vez que nacía un hombre, con él nacía un genio. Esta entidad invisible e impalpable se quedaba cerca de este hombre hasta el final de su vida y se muría en el mismo instante de su muerte.
¿Y las mujeres? Lo mismo. Sólo el nombre dado a la entidad era diferente: cada una de estas entidades que se quedaban cerca de las mujeres desde el nacimiento hasta la muerte se llama juno. Y había quienes decían que hasta mismo cada deidad femenina tenía su juno.
Con la evolución de la religión romana, la comprensión de las junos como genios femeninos parece haber empezado a perder fuerza. Parece que se han unificado como una diosa única llamada Juno. Y ella se definía principalmente como la diosa protectora de todas las mujeres, pero era imaginada dedicándose a proteger a las mujeres casadas principalmente. Y ella también comenzó a ser entendida con varios otros poderes a contar de entonces...
Una vez formada la imagen de esta deidad, ella parece haber sido venerada como la diosa de los cambios de fases lunares.
Siendo Juno la diosa del parto, las mujeres embarazadas la adoraban, pidiéndole para tener un embarazo saludable y un parto exitoso.
Como protectora de los hermanos, es ella la que escucha los pedidos de cualquier persona que desee algo bueno para un hermano o hermana.
Juno también protege todo lo que se pone en la tierra para que se descanse allí. Principalmente semillas y cadáveres. Así que ella se castiga a quien cava semillas sin una buena causa y también castiga a los violadores de tumbas.
Ella es también la diosa de las monedas. Y así los pedidos relacionados con el dinero deben ser hechos a ella.
El sexto mes del año, dedicado a Juno, recibió su nombre en honor a ella: Junio.
El culto de Juno se convirtió en algo muy importante en Roma. Y así ella fue incluida en la Tríada Capitolina Clásica, junto a Júpiter y Minerva.
Poco después que había sido unificada como una diosa única, Juno fue sincretizada con Hera, la diosa del matrimonio en el Helenismo. Y así, desde luego Juno se vio también como la diosa del matrimonio.
Hera es tradicionalmente vista como esposa de Zeus y madre de Ares. De la misma manera, Juno es vista como esposa de Júpiter y madre de Marte. Y como Hera es la Reina de los Dioses Griegos, Juno también llegó a ser visto como la Reina de los Dioses Romanos.
La mayor parte de las leyendas sobre Juno son remakes de los mitos acerca de Hera, con ésta siendo sustituída por Juno en las historias. Hera es retratada castigando o vengándose de alguien en casi todos sus mitos. Y así, Juno también llegó a ser vista con esta personalidad sádica. Y dicho sea de paso, en La Eneida (siglo I a.C.), considerado el principal trabajo literario del Imperio Romano, ella se presenta como la villana principal de la historia.
Los gansos son los animales sagrados para esta diosa y llegaron a ser vistos como uno de sus principales símbolos.
Acerca de Hera, puedes hacer clic sobre el enlace arriba para obtener más información.

Gli antichi romani credevano che ogni volta che nasceva un uomo nasceva con lui un genio. Questa entità invisibile ed impalpabile rimaneva vicino a questo uomo fino alla fine della sua vita e aveva la sua morte nello stesso istante che l’uomo l’aveva.
E le donne? La stessa cosa. Solo il nome dato all’entità era diverso: si chiamava giunone a ognuna di queste entità che rimanevano vicino alle donne dalla nascita alla morte. E c’era chi sosteneva che anche ogni divinità femminile aveva la sua giunone.
Con l’evoluzione della religione romana, la comprensione delle giunone come geni femminili sembra aver iniziato a perdere forza. Apparentemente, sono state unificate come una dea unica di nome Giunone. E lei è stata definita in primo luogo come la dea protettrice di tutte le donne. Ma l’immaginavano dedicandosi principalmente alle donne sposate. E hanno cominciato a comprenderla anche con diversi altri poteri da allora...
Una volta formata l’immagine di questa divinità, lei sembra esser stata venerata come la dea delle variazioni delle fasi lunari.
Come la dea del parto, le donne in stato di gravidanza adoravano a Giunone, pregando per avere una gravidanza sana e un parto di successo.
Come la protettrice dei fratelli, è lei che ascolta le richieste da qualsiasi persona che desidera qualcosa di buono per un fratello o una sorella.
Giunone protegge anche tutto ciò che viene messo in terra a riposare lì. Principalmente semi e cadaveri. Così lei punisce chi scava semi senza una buona causa e punisce le persone che distruggono le tombe.
Lei è anche la dea delle monete. E così le richieste relative al denaro dovrebbero esser fatte a lei.
Il sesto mese dell’anno, dedicato a Giunone, ha ricevuto il suo nome in onore a lei: Giugno.
Il culto di Giunone è diventato molto importante a Roma. E così lei è stata inclusa nella Seconda Triade Capitolina, insieme a Giove e Minerva.
Subito dopo esser unificata come una dea unica, Giunone è stata sincretizzata con Hera, la dea del matrimonio dell’Ellenismo. E così, naturalmente Giunone è stata presto vista anche come la dea del matrimonio.
Hera è tradizionalmente vista come moglie di Zeus e madre di Ares. Allo stesso modo, Giunone è vista come moglie di Giove e madre di Marte. E poiché Hera è la Regina degli Dei Greci, Giunone è venuta ad esser vista come la Regina degli Dei Romani.
La maggior parte delle leggende di Giunone sono solo remakes dei miti su Hera, con Giunone avendo la sua parte nelle storie. Hera è ritratta punendo o vendicandosi contro qualcuno in quasi tutti i suoi miti. E così, Giunone è venuta ad esser vista con questa personalità sadica. A proposito, nell’Eneide (secolo I a.C.), considerata l’opera letteraria principale dell’Impero Romano, la mostra come l’antagonista principale della storia.
Le oche sono gli animali sacri di questa dea e sono venute ad esser viste come uno dei suoi simboli principali.
Parlando di Hera, è possibile fare clic sul link sopra per vedere un post che parla di lei.

2 comentários:

Wanderley Elian Lima disse...

Oi Leo
Conhecimento é sempre bom. Gostei do que li, aliás, cultura é uma de suas propostas para o blog.
Bjux

Leo Natura disse...

Com certeza.
Mas esse post tem outra intenção além de transmitir cultura: lembrar a algumas pessoas, QUE ESTEJAM INTERESSADAS, que elas podem encontrar outros caminhos religiosos que elas podem seguir além de alguma igreja repressora. Não precisam ficar presas a uma ditadura cristã que quer impor um caminho único a ser seguido por todos os seres humanos.
Beijos também!