QUIRINO
Pela tradição do folclore romano, Quirino é o Rei Romulus transformado
em deus: como o 1º soberano de Roma foi visto pela última vez durante o
encontro de 2 fenômenos naturais no século VIII a.C., uma tempestade e um
eclipse total do Sol, e nunca se encontrou nenhum vestígio de pra onde ele foi
e nem mesmo do cadáver dele, os romanos da época entenderam que ele foi levado
pelos deuses e transformado num deles. A forma dele de deus seria Quirino.
Mas os registros históricos mostram que uma coisa não tem nada a ver
com a outra, já que o culto de Quirino já existia na época desse rei. Portanto,
ele não pode ser o Rei Romulus.
Considerado a princípio um dos deuses mais poderosos do Mundo, Quirino
fazia parte da 1ª Grande Tríade, ao lado de Marte e Júpiter. Mas não foi
incluído na 2ª Grande Tríade, o que mostra que o culto dele foi perdendo a
importância com o passar do tempo.
Os historiadores nunca chegaram a uma concordância absoluta sobre quais
eram vistos como os poderes de Quirino. Mas não parecem ter dúvidas de que se
tratava de um deus da guerra ou da agricultura.
Pela reação dos antigos romanos diante dele, aparentemente ele era um
deus da guerra que depois passou a ser visto como um deus da agricultura: um
soldado romano geralmente se sentia ofendido quando era chamado de “Quirino”...
Ora, por que um guerreiro se sentiria ofendido ao ser chamado pelo nome de um
deus da guerra? Já se ele fosse chamado pelo nome de um deus que deixou a
guerra e agora faz parte de outra área...
Se foi mesmo esse o caso, a evolução desse deus foi na contramão da
evolução de Marte. E aliás, Quirino chegava mesmo a ser visto por alguns como
uma versão mais tranquila de Marte.
Mas há quem diga que foi exatamente o contrário. Então, se foi isso,
ele seguiu o mesmo processo que Marte.
De qualquer forma, pra fazer louvor a Quirino, os sacerdotes tinham que
louvar também outras divindades ligadas à agricultura.
Ao contrário de todas as outras divindades mais poderosas da religião
romana, Quirino não foi sincretizado com nenhum deus do Helenismo.
According to the
tradition of Roman folklore, Quirinus is King Romulus transformed into a god.
You see: the 1st monarch of Rome was last seen during the meeting of 2 natural
phenomena (a storm and a total solar eclipse) in the 8th century B.C. And
nobody ever found his corpse or even a trace of where he went to from that
point. Thus, the Romans of that time understood he was taken by the gods and
became one of them. And his divine form would be Quirinus.
But historical records
show that one thing has nothing to do with the other. Quirinus’ worship already
existed at the time of this king. Therefore, he cannot be King Romulus.
Quirinus was seen in
the early years of Rome as one of the most powerful deities in the World. And
that’s why he was one of the members of the Archaic Capitoline Triad, alongside
Mars and Jupiter. But he wasn’t included in the Later Capitoline Triad. And it
shows his worship lost importance along the years.
Historiographers have
never arrived to an absolute agreement about which powers Quirinus was supposed
to have. But nobody seems to doubt he was a god of war or agriculture.
Apparently he was a
god of war who later came to be seen as a god of agriculture. It’s because a
Roman soldier usually felt offended when he was called “Quirinus”… Now, why
would a warrior feel offended for being called by the name of a god of war? But
if he were called by the name of a god who left the war and is now a god of
another area...
If that was the case,
the evolution of this god was against Mars’ evolution. By the way, Quirinus was
seen by some as a more relaxed version of Mars.
But some
historiographers say it was exactly the opposite. Then, if that was the case,
he followed a process like that of Mars.
Anyway, the priests
had to worship other deities of agriculture when they worshipped Quirinus.
Unlike all the other
most powerful deities of the Roman religion, Quirinus wasn’t syncretized to any
god of Hellenism.
De acuerdo con la tradición del folklore romano, Quirino es el Rey
Rómulo transformado en un dios. Ya ves: el primer monarca de Roma fue visto por
última vez en el encuentro de 2 fenómenos naturales (una tormenta y un eclipse
total del Sol) en el siglo VIII a.C. Y nadie nunca ha encontrado su cadáver o
visto ningun rastro de donde se fue a partir de entonces. Por lo tanto, los
romanos de la época entendieron que fue tomado por los dioses y se convirtió en
uno de ellos. Y su forma divina sería Quirino.
Pero los registros históricos muestran que una cosa no tiene nada que
ver con la otra. La adoración a Quirino ya existía en la época de este rey. Por
lo tanto, él no puede ser el Rey Rómulo.
Quirino era visto en los primeros años de Roma como una de las deidades
más poderosas del Mundo. Por eso, estaba en la Tríada Capitolina Arcaica junto
a Marte y Júpiter. Sin embargo, no se incluyó en la Tríada Capitolina Clásica.
Y eso muestra que su adoración ha perdido la importancia a lo largo de los
años.
Los historiadores nunca han llegado a un acuerdo absoluto sobre qué
poderes se creía que Quirino tenía. Pero nadie parece dudar de que era un dios
de la guerra o de la agricultura.
Al parecer, era un dios de la guerra que más tarde llegó a ser visto
como un dios de la agricultura. Es porque un soldado romano de la época
generalmente se sientía ofendido cuando le llamaban “Quirino”... Ya ves, ¿por
qué un guerrero se sentiría ofendido por haber sido llamado por el nombre de un
dios de la guerra? Pero si fuera llamado por el nombre de un dios que dejó la
guerra y ahora es un dios de otra área...
Si ese fue realmente el caso, la evolución de este dios estuvo en
contra de la evolución de Marte. A propósito, Quirino era visto por algunos
como una versión más tranquila de Marte.
Sin embargo, algunos historiadores dicen que fue exactamente lo
contrario. Entonces, si ese fue el caso, se siguió un proceso como el de Marte.
De todos modos, los sacerdotes tenían que adorar también a otras
deidades de la agricultura cuando hacían la adoración a Quirino.
A diferencia de todas las otras deidades más poderosas de la religión
romana, Quirino no fue sincretizado a cualquier dios del Helenismo.
Secondo la tradizione del folklore romano, Quirino è il Re Romolo
trasformato in un dio. Vedete: il primo monarca di Roma è stato visto l’ultima
volta quando 2 fenomeni naturali (una tempesta e un’eclissi solare totale) sono
successi allo stesso tempo, nel secolo VIII a.C. E nessuno ha mai trovato il
suo cadavere o almeno una traccia di dove sarebbe andato da quel punto. Così, i
romani di quel tempo hanno capito che lui è stato preso dagli dei ed è
diventato uno di loro. E la sua forma divina sarebbe Quirino.
Ma documenti storici mostrano che una cosa non ha nessun collegamento
con l’altra. Il culto di Quirino era già esistente quando questo re era vivo.
Pertanto, lui non può essere il Re Romolo.
Quirino è stato visto nei primi anni di Roma come una delle divinità
più potenti del Mondo. Ed è per questo che è stato uno dei membri della Prima
Triade Capitolina, insieme a Marte e Giove. Ma non è stato incluso nella
Seconda Triade Capitolina. E questo dimostra che il suo culto ha perso
importanza nel corso degli anni.
Storiografi non sono mai arrivati a un accordo assoluto su quali poteri
la gente credeva che Quirino aveva. Ma nessuno sembra dubitare che era un dio
della guerra o dell’agricoltura.
A quanto pare, era un dio della guerra che in seguito è venuto ad
essere visto come un dio dell’agricoltura. È perché un soldato romano di
quell’epoca di solito si sentiva offeso quando lo chiamavano “Quirino”... Beh,
perché un guerriero si sentirebbe offeso per essere chiamato con il nome di un
dio della guerra? Ma se fosse chiamato con il nome di un dio che ha lasciato la
guerra e adesso è un dio di un altro settore...
Se questo era il caso, l’evoluzione di questo dio era contro
l’evoluzione di Marte. A proposito, Quirino è stato visto da alcuni come una
versione più rilassata di Marte.
Ma alcuni storiografi dicono che è successo esattamente il contrario.
Poi, se questo era il caso, ha seguito un processo simile a quello di Marte.
In ogni caso, i sacerdoti dovevano venerare altre divinità
dell’agricoltura quando adoravano Quirino.
A differenza di tutte le altre divinità più potenti della religione
romana, Quirino non è stato sincretizzato a qualsiasi dio dell’Ellenismo.
JUNO
Os antigos romanos entendiam que, cada vez que nascia um homem, junto
com ele nascia um gênio. Essa entidade invisível e impalpável ficava ao lado do
homem até o fim da vida dele e morria no mesmo instante em que ele morria.
E quanto às mulheres? A mesma coisa. Só mudava a nomenclatura: cada uma
dessas entidades que acompanhava as mulheres do nascimento à morte era chamada
de juno. E havia quem afirmasse que até as deusas femininas tinham cada uma a
sua juno.
Com a evolução da religião romana, a imagem das junos como gênios
femininos parece ter começado a perder a força, já que elas parecem ter sido
mescladas na forma de uma deusa única chamada Juno, definida primordialmente
como a deusa protetora de todas as mulheres. E imaginada se dedicando a
proteger principalmente as mulheres casadas. Mas começou a ser compreendida com
vários outros poderes a partir dali...
Assim que se formou a imagem dessa divindade, ela parece ter sido
louvada como a deusa das mudanças das fases da Lua.
Vista também como a deusa do parto, é a Juno que as mulheres grávidas
se dirigiam, fazendo pedidos pra ter uma gravidez saudável e um parto bem
sucedido.
Como deusa protetora dos irmãos, é ela que ouve os pedidos de qualquer
pessoa que deseja algo de bom pra algum irmão ou irmã.
Também é Juno que protege tudo o que seja posto na terra pra lá
descansar, principalmente as sementes e os cadáveres. Assim, ela castiga quem
desenterra sementes sem motivo assim como castiga os violadores de sepulturas.
Ela também é a deusa das moedas. E por isso a ela devem ser feitos os
pedidos por dinheiro.
O 6º mês do ano, consagrado a Juno, ganhou seu nome em louvor a ela:
Junho.
O culto de Juno foi ganhando tal importância que ela logo se tornou um
dos membros da 2ª Grande Tríade, ao lado de Júpiter e Minerva.
Logo depois de ser unificada como uma deusa específica, Juno foi
sincretizada com Hera, a deusa do casamento no Helenismo. E assim, é claro que
Juno não demorou a ser vista também como a deusa do casamento.
Como Hera é tradicionalmente vista como esposa de Zeus e mãe de Ares,
Juno não demorou a passar a ser vista como esposa de Júpiter e mãe de Marte. E
já que Hera é a Rainha dos Deuses Gregos, Juno também passou a ser vista como a
Rainha dos Deuses Romanos.
A maioria das lendas sobre Juno são remakes dos mitos sobre Hera, com
essa sendo substituída por Juno na história. E como Hera aparece castigando ou
se vingando de alguém em quase todos os seus mitos, Juno acabou passando a ser
vista também com essa personalidade vingativa. Inclusive, na Eneida (século I
a.C.), considerada a principal obra literária do Império Romano, ela é
retratada como a vilã principal da história.
O ganso é o animal consagrado a essa deusa e chegou a ser visto como um
dos principais símbolos dela.
Sobre Hera, podem clicar aqui pra ver mais informações:
The ancient Romans
understood that every time a man was born he was born with a genie. This
invisible and impalpable entity stayed near this man until the end of his life
and died in the same instant he died.
How about women? The
same. Only the name given to the entity was different: each of these entities
who stayed near women from birth to death was called juno. And there were those
who claimed that even each female deity had her juno.
With the evolution of
Roman religion, the understanding of junos as female genies seems to have
started losing strength. They seem to have been unified as an only goddess
named Juno. And she was defined primarily as the patron goddess of all women,
but was imagined devoting herself to protect mainly married women. And she also
began to be understood with several other powers from then…
Once formed the image
of this deity, she seems to have been praised as the goddess of the changes of
lunar phases.
As the goddess of
childbirth, pregnant women worshipped Juno, making requests to have a healthy
pregnancy and a successful birth.
As the protector of
siblings, it’s she who hears the requests from any person who wishes something
good for a brother or sister.
Juno also protects
everything that is put in earth to rest there. Mainly seeds and corpses. So she
punishes whoever digs seeds without a good cause as well as punishes violators
of graves.
She is also the
goddess of coins. And so requests related to money should be made to her.
The 6th month of the
year, devoted to Juno, received its name in honor to her: June.
Juno’s worship became
really important in Rome. And so she was included in the Later Capitoline
Triad, alongside Jupiter and Minerva.
Soon after being
unified as an only goddess, Juno was syncretized with Hera, the goddess of
marriage in Hellenism. And so, of course Juno was soon seen also as the goddess
of marriage.
Hera is traditionally
seen as Zeus’ wife and Ares’ mother. In the same way, Juno is seen as Jupiter’s
wife and Mars’ mother. And since Hera is the Queen of the Greek Gods, Juno also
came to be seen as the Queen of the Roman Gods.
Most of the legends
about Juno are just remakes of the myths about Hera, with this one being
replaced by Juno in the stories. Hera is portrayed punishing or taking revenge
on someone in almost all her myths. And so, Juno also came to be seen with this
sadistic personality. Incidentally, in the Aeneid (1st century B.C.),
considered the leading literary work of the Roman Empire, she is portrayed as
the main villainess of the story.
Geese are the animals
sacred to this goddess and they came to be seen as one of her main symbols.
About Hera, you can
click on the link above for more information.
Los antiguos romanos entendían que cada vez que nacía un hombre, con él
nacía un genio. Esta entidad invisible e impalpable se quedaba cerca de este
hombre hasta el final de su vida y se muría en el mismo instante de su muerte.
¿Y las mujeres? Lo mismo. Sólo el nombre dado a la entidad era
diferente: cada una de estas entidades que se quedaban cerca de las mujeres
desde el nacimiento hasta la muerte se llama juno. Y había quienes decían que
hasta mismo cada deidad femenina tenía su juno.
Con la evolución de la religión romana, la comprensión de las junos
como genios femeninos parece haber empezado a perder fuerza. Parece que se han
unificado como una diosa única llamada Juno. Y ella se definía principalmente
como la diosa protectora de todas las mujeres, pero era imaginada dedicándose a
proteger a las mujeres casadas principalmente. Y ella también comenzó a ser
entendida con varios otros poderes a contar de entonces...
Una vez formada la imagen de esta deidad, ella parece haber sido
venerada como la diosa de los cambios de fases lunares.
Siendo Juno la diosa del parto, las mujeres embarazadas la adoraban, pidiéndole
para tener un embarazo saludable y un parto exitoso.
Como protectora de los hermanos, es ella la que escucha los pedidos de
cualquier persona que desee algo bueno para un hermano o hermana.
Juno también protege todo lo que se pone en la tierra para que se
descanse allí. Principalmente semillas y cadáveres. Así que ella se castiga a
quien cava semillas sin una buena causa y también castiga a los violadores de
tumbas.
Ella es también la diosa de las monedas. Y así los pedidos relacionados
con el dinero deben ser hechos a ella.
El sexto mes del año, dedicado a Juno, recibió su nombre en honor a
ella: Junio.
El culto de Juno se convirtió en algo muy importante en Roma. Y así
ella fue incluida en la Tríada Capitolina Clásica, junto a Júpiter y Minerva.
Poco después que había sido unificada como una diosa única, Juno fue
sincretizada con Hera, la diosa del matrimonio en el Helenismo. Y así, desde
luego Juno se vio también como la diosa del matrimonio.
Hera es tradicionalmente vista como esposa de Zeus y madre de Ares. De
la misma manera, Juno es vista como esposa de Júpiter y madre de Marte. Y como
Hera es la Reina de los Dioses Griegos, Juno también llegó a ser visto como la
Reina de los Dioses Romanos.
La mayor parte de las leyendas sobre Juno son remakes de los mitos
acerca de Hera, con ésta siendo sustituída por Juno en las historias. Hera es
retratada castigando o vengándose de alguien en casi todos sus mitos. Y así,
Juno también llegó a ser vista con esta personalidad sádica. Y dicho sea de
paso, en La Eneida (siglo I a.C.), considerado el principal trabajo literario
del Imperio Romano, ella se presenta como la villana principal de la historia.
Los gansos son los animales sagrados para esta diosa y llegaron a ser
vistos como uno de sus principales símbolos.
Acerca de Hera, puedes hacer clic sobre el enlace arriba para obtener
más información.
Gli antichi romani credevano che ogni volta che nasceva un uomo nasceva
con lui un genio. Questa entità invisibile ed impalpabile rimaneva vicino a
questo uomo fino alla fine della sua vita e aveva la sua morte nello stesso
istante che l’uomo l’aveva.
E le donne? La stessa cosa. Solo il nome dato all’entità era diverso:
si chiamava giunone a ognuna di queste entità che rimanevano vicino alle donne
dalla nascita alla morte. E c’era chi sosteneva che anche ogni divinità
femminile aveva la sua giunone.
Con l’evoluzione della religione romana, la comprensione delle giunone
come geni femminili sembra aver iniziato a perdere forza. Apparentemente, sono
state unificate come una dea unica di nome Giunone. E lei è stata definita in
primo luogo come la dea protettrice di tutte le donne. Ma l’immaginavano
dedicandosi principalmente alle donne sposate. E hanno cominciato a comprenderla
anche con diversi altri poteri da allora...
Una volta formata l’immagine di questa divinità, lei sembra esser stata
venerata come la dea delle variazioni delle fasi lunari.
Come la dea del parto, le donne in stato di gravidanza adoravano a
Giunone, pregando per avere una gravidanza sana e un parto di successo.
Come la protettrice dei fratelli, è lei che ascolta le richieste da
qualsiasi persona che desidera qualcosa di buono per un fratello o una sorella.
Giunone protegge anche tutto ciò che viene messo in terra a riposare
lì. Principalmente semi e cadaveri. Così lei punisce chi scava semi senza una
buona causa e punisce le persone che distruggono le tombe.
Lei è anche la dea delle monete. E così le richieste relative al denaro
dovrebbero esser fatte a lei.
Il sesto mese dell’anno, dedicato a Giunone, ha ricevuto il suo nome in
onore a lei: Giugno.
Il culto di Giunone è diventato molto importante a Roma. E così lei è
stata inclusa nella Seconda Triade Capitolina, insieme a Giove e Minerva.
Subito dopo esser unificata come una dea unica, Giunone è stata
sincretizzata con Hera, la dea del matrimonio dell’Ellenismo. E così,
naturalmente Giunone è stata presto vista anche come la dea del matrimonio.
Hera è tradizionalmente vista come moglie di Zeus e madre di Ares. Allo
stesso modo, Giunone è vista come moglie di Giove e madre di Marte. E poiché
Hera è la Regina degli Dei Greci, Giunone è venuta ad esser vista come la
Regina degli Dei Romani.
La maggior parte delle leggende di Giunone sono solo remakes dei miti
su Hera, con Giunone avendo la sua parte nelle storie. Hera è ritratta punendo
o vendicandosi contro qualcuno in quasi tutti i suoi miti. E così, Giunone è
venuta ad esser vista con questa personalità sadica. A proposito, nell’Eneide
(secolo I a.C.), considerata l’opera letteraria principale dell’Impero Romano,
la mostra come l’antagonista principale della storia.
Le oche sono gli animali sacri di questa dea e sono venute ad esser
viste come uno dei suoi simboli principali.
Parlando di Hera, è possibile fare clic sul link sopra per vedere un
post che parla di lei.

2 comentários:
Oi Leo
Conhecimento é sempre bom. Gostei do que li, aliás, cultura é uma de suas propostas para o blog.
Bjux
Com certeza.
Mas esse post tem outra intenção além de transmitir cultura: lembrar a algumas pessoas, QUE ESTEJAM INTERESSADAS, que elas podem encontrar outros caminhos religiosos que elas podem seguir além de alguma igreja repressora. Não precisam ficar presas a uma ditadura cristã que quer impor um caminho único a ser seguido por todos os seres humanos.
Beijos também!
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