Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada no seriado Land of the Lost, lançado no Brasil como O Elo Perdido.
O seriado foi dirigido pelos irmãos Marty Krofft e Sid Krofft. E os roteiristas foram eles junto com o Allan Foshko e o David Gerrold.
Land of the Lost é lembrado por muitos como um “clássico trash”, já que se trata de uma produção de baixíssimo custo. Mas temos que lembrar que isso foi gravado há mais de 40 anos, com as condições daquela época, né?
Não tem cenas de violência, a não ser quando algum dinossauro aparece comendo outro ou quando os humanos machucam algum dinossauro que tá tentando comer eles na hora.
Land of the Lost foi todo gravado na California. E estreou nos Estados Unidos, em Setembro de 1974.
O seriado conta as aventuras da Família Marshall, composta pelo pai Rick, o filho mais velho Will e a filha mais nova Holly.
Vale lembrar que o Will foi interpretado pelo ator Wesley Eure, que é assumidamente gay.
Cliquem aqui pra ver um post sobre ele:
Bom, de acordo com o que aparece na abertura do seriado, eles tavam fazendo uma excursão particular por um rio quando um terremoto desviou eles do curso que pretendiam seguir. Até que eles caíram numa cachoeira, que parecia não ter fim...
Os 3 desmaiam. E quando acordam, tão no meio de uma floresta com um tiranossauro olhando pra eles!
Eles saem correndo pela floresta, até que encontram uma caverna e se escondem do tiranossauro ali. E passam a usar a caverna como casa.
Bom, isso é a abertura.rs Agora vamos ver o que acontece nos capítulos propriamente ditos da 1ª temporada:
Eles descobrem que caíram numa espécie de realidade virtual, com 2 sóis e 3 luas orbitando no Céu. E nesse lugar parecem existir criaturas de várias épocas diferentes e de vários lugares diferentes...
Aparentemente, todas essas criaturas foram sugadas de seus tempos e espaços por portais dimensionais e jogadas ali. E quando a família caiu pela cachoeira, um desses portais se abriu exatamente no meio da queda deles.
Não adianta tentar sair dali andando. Porque mesmo que alguém vá andando sempre em linha reta, acaba voltando pro mesmo lugar da realidade virtual de onde começou a andar.
Logo de cara, a família esbarra com uma pequena tribo de macacos humanoides: os pakunis. E o mais jovem, chamado Chaka, se torna o principal amigo que eles fazem ali.
O tiranossauro que atacou eles na chegada, apelidado por eles de Grumpy, fica sempre rondando as proximidades da caverna, tentando comer tanto os humanos quanto qualquer outra criatura menor que ele encontre.
E isso passa a ser uma das mais frequentes aporrinhações que a Família Marshall tem. Mas, como o Grumpy não é muito inteligente, geralmente basta se esconder quando ele passa ou machucar ele de alguma forma simples pra fazer ele se afastar.
É possível ver várias pedras coloridas espalhadas por várias partes. E quando 2 dessas pedras de cores diferentes encostam uma na outra, produzem efeitos diferentes, como explosões, clarões e choques elétricos.
Naquela realidade virtual existe uma montanha com um tipo de sol esculpido nas suas rochas.
E abaixo dessa imagem tem 3 portões de entrada pruma cidade subterrânea, habitada por uma espécie de répteis humanoides (mas que o Rick classifica como “insetos”).
E como eles caçam criaturas de todas as outras espécies ali pra comer, são considerados os vilões principais da história.
Quando a Família Marshall chega ali pela 1ª vez, eles encontram uma pequena mensagem escrita numa parede de pedra:
“BEWARE OF SLEESTAK”
Eles não demoram a entender que algum humano já passou por ali antes, já esbarrou com aquelas criaturas e deu a elas o nome de “sleestaks”.
Mas, como a montanha onde os sleestaks vivem fica separada do resto da realidade virtual por um abismo e a única forma de entrar e sair dali é através de uma ponte de pedra estendida sobre esse abismo...
...eles não chegam a ter um acesso tão direto às outras criaturas que vivem ali. Preferem capturar as criaturas que já entraram nas terras deles.
Além disso, como são criaturas subterrâneas, eles naturalmente não gostam de luz forte. E assim, evitam sair durante o dia (embora façam isso de vez em quando). E os heróis não demoram a aprender a usar aquelas pedras que produzem clarões pra se defender deles.
É curioso que os sleestaks andam a passos lentos e nunca correm. Mas, como atacam sempre de surpresa, muitas vezes conseguem prender as vítimas deles.
No chão de uma sala da cidade subterrânea fica um poço cheio de fumaça, onde os sleestaks mantêm uma fera que nunca é mostrada em nenhuma cena. Mas é possível ouvir constantemente os rosnados ameaçadores dela vindo do meio da fumaça.
Muitas criaturas que os sleestaks capturam são jogadas lá dentro pra servir de comida à fera... Talvez como oferendas, já que eles tratam a criatura como se fosse um deus (embora eles mesmos pareçam não saber exatamente o que a criatura é).
Só a Holly chegou a ver a fera uma vez, quando a família caiu no poço. E chegou a levar um arranhão no braço quando teve uma rápida luta contra a criatura. Mas ela nunca descreveu o que viu.
Aparentemente, a cidade dos sleestaks fica só a algumas dezenas de metros de um lado do abismo enquanto a caverna da Família Marshall fica só a algumas dezenas de metros do lado oposto do abismo, já que, quando acontece algum barulho muito alto na cidade, é possível ouvir isso da caverna.
Na mesma montanha onde fica a cidade vive um alossauro tão feroz quanto o Grumpy, que a Família Marshall apelida de Alice.
Numa das excursões que fazem pela montanha, os heróis esbarram com uma criatura parecida com um sleestak, só que alaranjada, um pouco mais baixa e com modos muito mais civilizados e evoluídos.
Ele diz que se chama Enik. E assim como a Família Marshall, foi sugado por um portal que jogou ele ali. Mas com uma diferença: ele continua no mesmo lugar onde morava antes. Ou seja, ele acredita que foi trazido de um futuro milênios à frente, só que localizado no mesmo lugar, e que os atuais sleestaks são os antepassados bárbaros dele. Mas, depois de analisar melhor a situação, o Enik tem uma revelação frustrante: a época atual não fica milênios antes da época dele, mas sim milênios depois. E assim, os atuais sleestaks são os descendentes bárbaros dele!
Arrasado ao ver o futuro que aguarda a espécie dele, o Enik tenta voltar ao passado pra alertar o povo dele. Mas, assim como a Família Marshall, ele não sabe exatamente como fazer isso. E até se desentende e tem uma rápida briga com eles quando ambos os lados tentam usar o mesmo método pra voltar aos seus respectivos lares.
Isso dá a entender que os sleestaks são a única espécie nativa daquela realidade virtual (os antepassados deles já tão lá há milênios).
Em várias partes existem várias pequenas pirâmides íngremes. E são elas que, de forma completamente incontrolável, abrem aqueles portais pra vários planetas e épocas, sugando as criaturas que vivem lá.
Dentro de cada pirâmide existe uma mesa com aquelas pedras coloridas, que funcionam como painéis de controle. Mas como aparentemente isso foi construído antes da época do Enik, ninguém sabe mais como usar esses mecanismos.
Entre as criaturas que a Família Marshall encontra também existem vários humanos de diferentes épocas. Mas eles não criam vínculos profundos com nenhum deles.
No último capítulo dessa 1ª temporada, o Enik revela que a entrada da Família Marshall na realidade virtual provocou um fenômeno que vai impedir todas as criaturas que entraram ali de sair pra sempre...
Acontece que quando eles caíram na cachoeira, eles deviam ter morrido. Mas como o portal se abriu em frente a eles durante a queda, eles foram parar na realidade virtual. Só que 3 cópias exatas deles continuaram caindo na cachoeira até agora.
O Enik não consegue explicar o que provocou isso nem por quê. Mas os verdadeiros Rick, Will e Holly têm que voltar pra Terra, se fundir com aquelas cópias deles, entrar de novo na realidade virtual e viver de novo tudo o que eles já tinham vivido até ali na realidade virtual. Só assim tanto eles quanto todas as outras criaturas presas ali vão conseguir voltar pros seus planetas e épocas um dia.
E é o que eles fazem.
O roteiro desse capítulo foi escrito assim pra poder funcionar eventualmente como fim da história, já que os diretores e roteiristas não sabiam se o seriado ia continuar no ano seguinte ou não.
Na 2ª temporada, que aparentemente começa depois da Família Marshall ter vivido de novo tudo o que tinha vivido até ali, como o Enik previa, não vemos nenhum acontecimento que mude muito a história.
Parece que, na 1ª temporada, tava meio indefinido se o seriado se voltaria pra crianças e adolescentes ou só pra crianças. Mas a 2ª temporada ficou mais infantil mesmo.
Aparece um novo vilão fixo chamado Zarn, que é um humanoide ‘invisível’ cheio de pontos de luz espalhados pelo corpo.
Mas ele só aparece em poucos capítulos dessa temporada e depois some.
Ele é um cientista espacial que viaja pelos planetas onde existem humanos (são 31000 planetas habitados por humanos, de acordo com ele) pra estudar a espécie. Mas, como não gosta do contato direto com os humanos, geralmente ele usa robôs pra isso.
De qualquer forma, os transtornos que o Zarn causa são mais pra fazer pesquisas do que por sadismo.
Os heróis também descobrem que a realidade virtual funciona como um grande ser vivo. E tem uma espécie de órgão vital no subterrâneo que controla as pirâmides espalhadas por ali.
A comunicação entre os humanos e os pakunis fica um pouco mais fácil nessa fase, já que ambos os grupos começam aprender a língua um do outro.
Eles também descobrem uma forma de falar com os sleestaks...
Existe uma sala na cidade subterrânea cheia de fumaça onde eles guardam os crânios dos antepassados deles.
E quem respira essa fumaça consegue entender o que os sleestaks falam. Só que essa fumaça causa alucinações nos humanos depois de inalada por muito tempo.
A ideia era humanizar mais a imagem dos sleestaks, porque algumas mães escreveram pra produção do programa reclamando da imagem dos vilões, mostrados até ali como mais ameaçadores.
Quanto aos crânios que eles consultam, eles só dão respostas enigmáticas e filosóficas pras perguntas que os sleestaks fazem. Assim, na verdade, os vilões só entendem o que eles querem entender dessas respostas.
No final da 1ª temporada, o seriado tinha perdido alguns patrocinadores, o que fez a 2ª ficar um pouco mais limitada.
Os efeitos especiais, que já não eram bons, ficaram bem piores.
O ator Spencer Milligan, que interpretava o Rick, concluiu que o programa tava em decadência. E decidiu não renovar o contrato pra aparecer na temporada seguinte.
Muitos anos depois, numa entrevista, ele disse que tinha brigado com a produção porque tinham permitido que lançassem produtos pra crianças com imagens dos personagens e nunca pagaram nenhum centavo a ele por usarem a imagem dele ali.
Aí começa a 3ª, última e mais curta temporada do seriado.
Enquanto o Rick tá mexendo numa das pirâmides pra ver se consegue produzir uma passagem pra Terra, toda a realidade virtual é sacudida por um terremoto sem precedentes.
A pirâmide onde o Rick tá é semidestruída e isso abre uma passagem que joga o Rick pra Terra...
...mas se fecha logo depois, deixando o Will e a Holly sozinhos na realidade virtual.
Quem interpretou o Rick foi um dublê que ficou de costas pra câmera o tempo todo, porque o Spencer não quis gravar nem essa cena.
Pouco depois, eles encontram o Chaka, que conta a eles que os pakunis fugiram correndo quando ocorreu o terremoto. Mas ele levou um tombo enquanto também fugia e não conseguiu acompanhar os outros.
Aliás, nessa temporada o Chaka passa a falar a língua dos humanos quase com 100% de perfeição... Estranho, já que, até os capítulos anteriores, ele falava só algumas palavras na língua dos humanos e todo o resto na língua dele.
Bom, os 3 decidem ficar juntos a partir dali. Mas, quando voltam pra caverna, descobrem que o morro onde a caverna ficava desmoronou por completo, destruindo a caverna e soterrando todos os utensílios que eles já tinham construído ali.
O jeito agora é procurar outro abrigo e recomeçar do zero. E eles lembram que, perto da cidade subterrânea, existe um templo com a porta bloqueada onde ninguém consegue entrar. Assim, se eles conseguirem arrombar a porta do templo e entrar, talvez eles consigam se instalar ali.
No caminho, eles encontram surpresa: o tio deles, irmão do Rick, chamado Jack, aparece ali.
Ele tem procurado a família há 6 meses. E como sabia o rumo que eles tinham tomado, foi até o rio onde eles tavam viajando. Mas um portal igual ao que tinha levado o Rick e os filhos pra realidade virtual se abriu e, através do mesmo processo, jogou o Jack lá.
Bom, agora só resta ao grupo seguir o plano de se instalar no templo abandonado. E eles conseguem fazer isso, já que o terremoto desbloqueou a porta.
O único problema é que os sleestaks não tão nem um pouco satisfeitos com a nova vizinhança.
Um dos sleestaks se identifica como líder dos outros. E ele aprende a falar a língua dos humanos.
A função do Enik fica mais dúbia do que nunca nessa temporada: ele tenta, no mesmo peso a na mesma medida, ajudar tanto a Família Marshall quanto os sleestaks (embora esses últimos não tenham nenhuma consideração por ele). E claro que isso provoca desagrados de ambos os grupos contra ele.
Na verdade, essa foi a temporada que ‘desandou’.
A história ficou muito diferente de como era na 1ª temporada, o que, na opinião de muitos fãs, descaracterizou o seriado.
Enquanto a Alice e o Grumpy só aparecem raras vezes, o grande terremoto soltou 2 monstros que antes viviam no subterrâneo: um monstro aquático de 2 cabeças que eles apelidam de Lulu...
...e um dragão que eles apelidam de Torchy.
Mas nenhum dos 2 faz nada de importante na história.
Por que tirar os 2 monstros que tavam desde o início do história e botar 2 outros que não fazem nada?
E a cada capítulo os heróis passam a esbarrar com personagens que não têm nada a ver com o que aparecia no início, como um pirata fantasma, uma górgona e até 2 yetis!
Conclusão: a audiência despencou e o seriado foi cancelado de um dia pro outro antes da temporada chegar ao final. Não chegaram nem a gravar um último capítulo!
Embora não apareça a Família Marshall indo pra casa, ficam várias evidências de que isso aconteceu. E até uma versão da Holly adulta vem do futuro através de um dos portais e aparece pra Holly atual pra contar a ela que eles vão sair de lá um dia.
Em 1991, outro seriado chamado Land of the Lost, vagamente inspirado no seriado de 1974, foi lançado. Mas não fez grande sucesso.
E em 2009, foi lançada uma paródia do seriado. Se trata de um filme de longa-metragem também chamado Land of the Lost, mas que também não deu certo.
Today we’ll talk a little about the TV series Land of the Lost.
The series was directed by brothers Marty and Sid Krofft.
Land of the Lost is remembered by many as a “classic trash”. Because it’s an extremely low-cost production. But don’t forget this was also filmed over 40 years ago, under the technical conditions of that era, right?
There are no violent scenes. Except when we see some dinosaur eating another one or when the humans hurt some dinosaur that’s trying to devour them.
Land of the Lost was filmed all over California. And it debuted in the States, in September 1974.
The series tells the adventures of the Marshall Family, namely, father Rick, elder son Will and younger daughter Holly.
It’s interesting to remember Will was portrayed by actor Wesley Eure, who is openly gay.
Click on the link above to see a post about him.
Well, according to what we see at the opening, they were crossing a river on a routine expedition when an earthquake diverted them from their planned way. Then they fell from a waterfall, which seemed to have no end…
They faint. And when they wake up, they’re in the middle of a forest with a tyrannosaurus looking at them!
They run through the trees, until they find a cave. They hide from the tyrannosaurus in there. And they start using the cave as their home from then.
Well, it’s the opening. Now let’s see what happens in the episodes of season 1:
They discover they have fallen into a kind of virtual reality. There are 2 suns and 3 moons orbiting in the Sky. And in this place there are creatures from different eras and planets…
Apparently, all these creatures were sucked out of their spaces by dimensional portals and thrown into there. And when the family fell through the waterfall, one of those portals opened right in the middle of their fall.
No use trying to get out of there walking. Because even if you always walk straight, you end up arriving back to the same place of the virtual reality from where you started walking.
Soon after, the family meets a small tribe of humanoid apes: the pakunis. And the youngest, named Chaka, becomes their best friend.
They name tyrannosaurus who attacked them on arrival Grumpy. It’s always prowling around the cave, trying to eat as much humans as any other smaller creature it sees there. And it happens to be one of the most frequent blasts that the Marshall Family has. But Grumpy isn’t very intelligent. You only have to hide when it passes or hurt it softly to make it walk away.
You can see several colored stones scattered in various parts. And when 2 of these different colored stones touch each other, they produce different effects, such as explosions, flashes, and electric shocks.
In that virtual reality there’s a mountain with a kind of sun carved on its rocks. And below that image there are 3 gates to an underground city. This place is inhabited by a humanoid reptile breed. And as they hunt creatures of all other species there to eat, they’re considered the main villains of the story.
When the Marshall Family arrives there for the 1st time, they find a message written on a stone wall:
“BEWARE OF SLEESTAK”
They soon realize that some human has passed by before, already saw those creatures and named them “sleestaks”.
But the mountain where the sleestaks live is separated from the rest of virtual reality by an abyss. And the only way to get in and out of there is crossing a stone bridge stretched out over that abyss. So they don’t have such direct access to the other creatures that live there. They prefer to capture the creatures that have already entered their lands.
In addition, they’re underground creatures. And so, they naturally don’t like strong light. They avoid getting out of their city during the day (although they do this rarely). And the heroes are quick to learn to use those stones that produce flashes to defend themselves against them.
Sleestaks always walk at slow steps and they never run. But, as they always strike by surprise, they often manage to get their victims.
On the floor of a hall in the underground city there’s a pit full of smoke, where sleestaks hold a beast never shown in any scene. But it’s possible to hear constantly the threatening growls of this creature coming from the smoke.
Many creatures captured by the sleestaks are thrown into there to serve as food to the beast… Perhaps as offerings, because they believe the creature is a god (though they themselves don’t seem to know exactly what the creature is).
Vamos a ver los personajes principales de Land of the Lost (1974), conocido en Español como Tierra de los Perdidos.
RICK MARSHALL→ Padre de Will y Holly.
Mientras él y sus 2 hijos hacían una expedición por un río, un portal se abrió y los transportó a una realidad virtual, donde encuentran criaturas venidas de varias épocas y planetas diferentes.
Aparentemente, todos esos seres llegaron allí de la misma forma que ellos.
HOLLY MARSHALL→ Hija más joven de Rick.
Holly fue la única que llegó a ver la bestia creada por los sleestaks, en una ocasión en que entró en el pozo de la bestia. Ella fue herida con un rasguño en su brazo cuando tuvo una rápida lucha contra la criatura. Pero nunca describió lo que vio.
WILL MARSHALL→ Hijo mayor de Rick.
ALICE→ Alosaurio feroz que vive cerca de la ciudad de los sleestaks.
Es el único monstruo tan amenazador como el tiranosaurio Grumpy.
ENIK→ Habitante de la misma ciudad donde los sleestaks viven, pero que vivió hace milenios atrás.
El tiene el mismo aspecto que un sleestak, excepto porque es anaranjado, es un poco más bajo y tiene modos mucho más civilizados y evolucionados.
Un portal del tiempo transportó a Enik para la época actual, donde él descubre que los sleestaks son sus descendientes bárbaros.
Arrastrado al ver el futuro que aguarda su especie, Enik intenta volver al pasado para alertar a su pueblo. Pero, al igual que la Familia Marshall, no sabe exactamente cómo hacerlo.
Eventualmente, cuando le interesa, Enik ayuda a la Familia Marshall.
PAKUNIS→ Monos casi humanos que viven en una pequeña comunidad.
No se sabe si son nativos de la realidad virtual o si fueron transportados hacia allí.
Los pakunis parecen tener una capacidad de raciocinio igual a la de los humanos. Pero visiblemente todavía están al principio de su evolución.
El pakuni más joven, llamado Chaka, se convierte en el mejor amigo de la Familia Marshall en la realidad virtual.
En los primeros tiempos de convivencia, ambos grupos no se entienden, pues cada uno habla una lengua. Pero, después de algún tiempo, empiezan a aprender cada uno la lengua del otro, haciendo la comunicación más fácil.
SLEESTAKS→ Reptiles humanoides que viven en el subterráneo.
Aparentemente, ellos son la única especie nativa de la realidad virtual.
Los sleestaks tienen un pozo donde ellos mantienen un fiera que nadie nunca ha visto. Y ellos creen que ese monstruo es un dios.
ZARN→ Humanoide “invisible” lleno de puntos de luz esparcidos por su cuerpo.
Es un científico espacial que viaja por los planetas donde hay humanos (son 31000 planetas habitados por humanos, según él) para estudiar esa especie. Pero, como no le gusta el contacto directo con los humanos, por lo general utiliza robots para hacerlo.
De todos modos, los trastornos que Zarn causa son más para hacer investigaciones que por sadismo.
Vediamo i personaggi principali di Land of the Lost (1974), conosciuto in Italia come La Valle dei Dinosauri:
RICK MARSHALL→ Padre di Will e Holly e fratello di Jack.
Quando lui e i suoi 2 figli erano in una spedizione fluviale, un portale li ha trasportato tutti in una realtà virtuale dove incontrarono creature di diversi pianeti ed epoche.
Viene accidentalmente trasportato da solo sulla Terra, lasciando i suoi figli nella realtà virtuale.
HOLLY MARSHALL→ Figlia minore di Rick.
Una versione adulta di Holly viene dal futuro attraverso uno dei portali. E si fa vedere dall’attuale Holly per dirle che un giorno lei e la sua famiglia torneranno sulla Terra.
JACK MARSHALL→ Fratello di Rick.
Dopo la scomparsa di suo fratello e dei suoi nipoti, lui ha iniziato a cercarli. E visto che conosceva il corso che avevano preso, è andato al fiume dove stavano viaggiando. Ma un portale simile a quello che aveva portato Rick e i suoi figli nella realtà virtuale si è aperto e, attraverso lo stesso processo, ha lanciato Jack lì.
Dopo il suo arrivo, i suoi nipoti iniziano ad incontrare creature che non avevano mai visto prima, come 1 fantasma marinaio, 1 gorgone e 2 yeti.
WILL MARSHALL→ Figlio maggiore di Rick.
La grotta dove viveva la famiglia Marshall è stata distrutta da un terremoto. E così, sono costretti ad andare a vivere in un tempio abbandonato, vicino alla città degli sleestak.
CHAKA→ Creatura di una specie chiamata pakuni.
Durante un terremoto, gli altri pakunis sono fuggiti. Ma Chaka è caduto mentre correva via e non ha potuto seguire gli altri. E così è stato adottato dalla Famiglia Marshall.
Dopo qualche tempo, impara a parlare quasi perfettamente la lingua umana.
ENIK→ Antenato degli sleestaks.
Cerca di aiutare sia la Famiglia Marshall, sia gli sleestak (anche se questi non hanno nessun rispetto per lui). Ovviamente questo causa antipatia per i 2 gruppi contro di lui.
LULU→ Mostro d’acqua con 2 teste.
Lei viveva nel sottosuolo, ma è stata rilasciata insieme al drago Torchy quando accadde un terremoto.
SLEESTAKS→ Rettili umanoidi che vivono nel sottosuolo.
C’è una stanza nella loro città sotterranea piena di fumo dove custodiscono i teschi dei loro antenati. E chi respira questo fumo può capire cosa parlano gli sleestak. Ma questo fumo provoca allucinazioni negli umani dopo esser stato inalato per molto tempo.
Uno degli sleestaks si identifica come il leader degli altri. E impara a parlare la lingua degli umani in ogni situazione.
I teschi che loro consultano danno solo risposte enigmatiche e filosofiche alle domande che chiedono gli sleestaks. Quindi, in realtà, i malvagi capiscono solo quello che vogliono capire da queste risposte.
Até!













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