Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada no filme Graveyard Shift, lançado no Brasil com o título de A Criatura do Cemitério.
O filme foi inspirado num conto do Stephen King, também chamado Graveyard Shift (1970), lançado no Brasil com o título de O Último Turno. E foi adaptado pro cinema pelo John Esposito.
O diretor foi o Ralph S. Singleton.
Graveyard Shift foi todo filmado no Maine, entre Junho e Agosto de 1990. E foi lançado pela 1ª vez nos Estados Unidos, em Outubro do mesmo ano.
Teve uma bilheteria regular nos cinemas.
Graveyard Shift começa mostrando os empregados de uma fábrica têxtil fazendo o trabalho deles. Só que o lugar é muito quente, abafado e infestado de ratos. Então, claro que ninguém tá muito feliz trabalhando ali.
Um dos empregados, que tá trabalhando numa sala separado dos outros, fica irritado com a situação e começa a matar os ratos, acabando por não perceber alguém (ou alguma coisa) se aproximando dele por trás. E ao ver uma sombra se movendo na parede, ele finalmente olha pra trás...
A câmera não mostra o que ele vê. Mas ele leva um susto tão grande que cai dentro da máquina que retalha o algodão, morrendo moído lá dentro.
Créditos iniciais.
Depois disso, vemos que a tal fábrica se encontra numa cidade do interior (e além dela e de um bar ali perto não parece existir nenhum outro estabelecimento comercial na cidade) e fica do lado de um cemitério abandonado.
Esse cemitério fica frequentemente alagado. E acho que ele tá no filme exatamente pra explicar a existência dos ratos (todas as pragas se sentem atraídas por água parada e suja).
É exatamente pra essa cidade que um jovem viúvo sem filhos chamado John se muda procurando emprego. E qual vocês acham que é o emprego que ele encontra? Claro: substituto do cara que morreu na fábrica.
O dono da fábrica, chamado Warwick, mantém o estabelecimento funcionando com várias irregularidades e condições precárias, além de ser aquele chefe feito de antipatia da cabeça aos pés (aliás, esse cara tem um lado psicológico bem difícil de entender).
Algumas cenas dão a entender que ele sabe alguma coisa sobre o passado da fábrica relacionada ao cemitério. Mas o assunto não se desenvolve.
O Warwick mantém a fábrica funcionando principalmente de noite, por causa do calor. E o filme se chama Graveyard Shift exatamente por causa disso (“graveyard shift” é uma gíria que se usa nos Estados Unidos pra definir o turno da noite no trabalho).
Como acontece em 90% dos filmes de terror que se passam em cidades do interior, os caipiras não vão com a cara dos forasteiros. Então, só quem se aproxima do John de forma mais ou menos amistosa são 2 colegas da fábrica chamados Tucker e Jane.
Quem pensa que vai ver um romance meloso do John com a Jane se enganou: eles passam a ter uma relação mais de amizade mesmo. E nem vão ficar juntos no fim.
O Tucker, que parece a princípio que vai ter alguma importância na história, morre num acidente bobo no cemitério abandonado.
Bom, pra se livrar dos ratos, o John inventa um método curioso: ele pega uma atiradeira e usa ela pra disparar latas de refrigerante contra os roedores.
Não demora e outro empregado da fábrica, ao ficar sozinho no porão do estabelecimento, também morre. Mas dessa vez vemos (mais ou menos) o que tá causando essas mortes: o cara é envolvido por 2 enormes asas de morcego, que puxam ele pra escuridão.
Agora ficou claro que tem um monstro ali.
Como ninguém encontra o corpo, concluem simplesmente que ele foi embora da cidade por motivos que ninguém entendeu.
Achou isso estranho? Bom, vários outros personagens vão sumindo nas mesmas condições ao longo do filme e ninguém parece estranhar muito o sumiço deles também.
De qualquer forma, um inspetor vai chegar pra dar uma olhada na fábrica na semana seguinte. Então, o Warwick resolve designar uma equipe de limpeza pra botar o porão do prédio em ordem no fim de semana. E o John e a Jane foram escolhidos pra fazer parte do time, que vai ser supervisionado pelo próprio Warwick.
Enquanto limpam o porão, eles encontram uma passagem pra outra repartição mais funda ainda e cheia de corredores escuros... Parece ser o que sobrou de uma espécie de hidroelétrica. Mas dá pra ver que ninguém entra lá há décadas (eles encontram alguns documentos lá que datam de 1940).
Mas a pior parte: tem restos de cadáveres humanos ali.
Um dos membros da equipe se assusta, tenta fugir correndo, mas acaba caindo num buraco e indo parar numa espécie de lago subterrâneo, mais fundo ainda do que o lugar onde eles tão.
O lugar certamente tem alguma ligação com o cemitério lá em cima, já que alguns caixões caíram ali e tão boiando na água.
Alguma coisa vem nadando por baixo da água e agarra o cara, jogando ele de um lado pro outro e fazendo ele sumir logo depois.
Todos se assustam e saem correndo, acabando por se dividir em 2 grupos: o John e a Jane vão prum lado enquanto o Warwick e 2 outros caras vão pra outro.
O grupo do Warwick não se mantém por muito tempo, já que eles começam a ser atacados pela criatura e ele vai abandonado os outros à morte quando isso acontece.
Numa dessas cenas, finalmente vemos o monstro mais explicitamente.
Só que isso não ajuda muito em termos de lógica: o filme nunca explica o que o monstro é nem o que ele tá fazendo ali.
Bom, o conto original fala de um bando de ratos que ficaram numa construção abandonada e acabaram seguindo uma evolução alternativa. E alguns deles criaram asas e ficaram gigantescos... Julgando pela aparência da criatura, parece que ela é isso.
Mas enfim: o Warwick acaba caindo numa espécie de cova cheia de esqueletos.
O John e a Jane não demoram a chegar lá. E eles tentam ajudar o Warwick a sair dali. Mas ele, em vez disso, ataca os 2 e acaba matando a Jane.
Enquanto o John tenta socorrer ela, o Warwick foge correndo por um corredor. Mas acaba esbarrando com o monstro. E aí o Warwick tem a brilhante ideia de enfrentar a criatura com uma faquinha ridícula, acabando por virar comida do monstro, é claro.
Esse cara é maluco? Ou é burro mesmo?
Bom, o John vai correndo atrás dele pra vingar a morte da Jane. Mas quando vê o monstro mastigando os últimos restos do Warwick, ele conclui que a criatura já fez isso por ele.
O John começa a escalar as paredes do lugar e acaba chegando a um buraco no chão da fábrica lá em cima. Perto de onde fica a máquina que retalha o algodão.
Quando parece que tá tudo em paz, o monstro segue ele e aparece ali. Só que o rabo da criatura fica preso na máquina. E aí o John aproveita pra pegar a atiradeira dele, pegar uma lata de refrigerante e jogar contra o painel de controle que liga a máquina.
E claro que isso começa a moer o monstro, que grita loucamente de dor, quase deixando o John surdo.
Quando a máquina termina de fazer carne moída de monstro, os ratos vão em cima pra comer aquilo, enquanto o John finalmente relaxa.
A cena seguinte, aparentemente alguns dias depois, mostra a frente da fábrica. E ali vemos uma placa, anunciando que a fábrica se encontra sob nova direção e que procura novos empregados.
E o filme acaba.
Hoy vamos a hablar un poco sobre la película Graveyard Shift, conocida en algunos países hablantes de Español como Al Filo del Abismo, La Fosa Común y Las Tumbas Malditas.
La cinta fue inspirada en un cuento de Stephen King, también llamado Graveyard Shift (1970). Y fue adaptado para el cine por John Esposito.
Su director fue Ralph S. Singleton.
Graveyard Shift fue toda rodada en el Maine, entre Junio y Agosto de 1990. Y fue lanzada por primera vez en Estados Unidos, en Octubre del mismo año.
Tuvo una taquilla regular en los cines.
Graveyard Shift comienza mostrando a los empleados de una fábrica textil haciendo su trabajo. Pero el lugar es muy caliente e infestado de ratones. Entonces, claro que nadie está muy feliz trabajando allí.
Uno de los empleados, que está trabajando en una sala separada de los demás, se enfada con la situación y comienza a matar a los ratones, acabando por no percibir a alguien (o algo) acercándose a él por detrás. Y al ver una sombra moviéndose en la pared, finalmente mira hacia atrás...
La cámara no nos muestra lo que ve. Pero él lleva un susto tan grande que cae dentro de la máquina que colgaba el algodón y se muere molido allí dentro.
Créditos iniciales.
Después de eso, vemos que a tal fábrica está en una ciudad del interior (y además de ella y de un bar allí cerca no parece existir ningún otro establecimiento comercial en la ciudad) y ella se encuentra al lado de un cementerio abandonado.
Dicho cementerio suele inundarse. Y creo que está allí exactamente para explicar la existencia de los ratones (todas las plagas se sienten atraídas por el agua parada y sucia).
Es exactamente para esa ciudad que un joven viudo sin hijos llamado John se muda. Está buscando trabajo. ¿Y qué crees que es el empleo que él encuentra? Claro: sustituto del tipo que se murió en la fábrica.
El dueño de la fábrica, llamado Warwick, mantiene el establecimiento funcionando con varias irregularidades y condiciones precarias. Además, él es aquel jefe hecho de antipatía de la cabeza a los pies (por lo demás, ese tipo tiene un lado psicológico muy difícil de entender).
Algunas escenas dan a entender que él sabe algo sobre el pasado de la fábrica relacionado con el cementerio. Pero el asunto no se desarrolla.
Warwick mantiene la fábrica funcionando principalmente por la noche a causa del calor. Y la película se llama Graveyard Shift precisamente por eso (“graveyard shift” es una jerga que se usa en los Estados Unidos para definir el turno de la noche en el trabajo).
In Graveyard Shift (1990), John’s a young childless widower who goes to look for a job in a factory in a country town run by a businessman named Warwick.
As happens in 90% of the horror films placed in country towns, the rednecks hate outsiders. So 2 co-workers named Tucker and Jane are the only people who approach John in a more or less friendly way.
If you think we’ll see a sweet affair between John and Jane you’re wrong: they’ll have a friendship. And they won’t even be together at the end.
At first, it seems that Tucker’ll have some significance in the story, but he dies in a silly accident.
The building is infested with rats. And John invents a curious method to get rid of these pests: he picks up a sniper and he uses it to throw cans of soda against the rodents.
Shortly thereafter, a factory employee is alone in the basement of the facility. And he’s killed by something. We see (more or less) what’s causing this and other deaths: the guy is surrounded by 2 huge bat wings, which pull him into the darkness.
It’s obvious there’s a monster there.
No one finds the corpse. Thus, everyone simply concludes that the man left the town for unknown reasons.
Did you find it strange? Well, several other characters disappear under those same conditions throughout the film and nobody seems to be too surprised by their disappearance as well.
Anyway, an inspector will come to take a look at the factory the next week. Then Warwick decides to appoint a cleaning crew to organize the basement of the building during the weekend. And John and Jane were chosen to be part of the team, which will be supervised by Warwick himself.
As they clean the basement, they find a passage to another subdivision below the place where they are and full of dark corridors… That seems to be the remains of a kind of hydroelectric. But you can see nobody has been there for decades (they find some documents there dating back to 1940).
But there’s something much worse: there are remains of human corpses there.
One of the team members gets scared and tries to run away. But he ends up falling into a hole and reaching a kind of subterranean lake, even deeper than the place where they are.
The place certainly has some connection with a graveyard up there, because some coffins have fallen there and they’re floating in the water.
Something arrives swimming under the water and it grabs the man, throwing him from one side to the other and making him disappear soon after.
Now the horror is starting to the other ones…
In Graveyard Shift (1990), conosciuto in Italia come La Creatura del Cimitero, John, Warwick, Janes e alcuni altri uomini stanno pulendo il seminterrato di una fabbrica. Ma un mostro misterioso inizia ad attaccarli.
Tutti si spaventano e fuggono, dividendosi in 2 gruppi: John e Jane vanno da un lato mentre Warwick e altri 2 vanno in un altro.
Il gruppo di Warwick finisce subito dopo, perché iniziano ad esser attaccati dalla creatura. E lui abbandona gli altri a morte quando questo succede.
In una di queste scene, finalmente vediamo il mostro in modo più esplicito, quello che non aiuta molto sulla logica: il film non spiega mai cosa sia il mostro o cosa stia facendo lì.
Bene, la storia originale racconta di un gruppo di topi che sono rimasti in un edificio abbandonato. E hanno finito per seguire un’evoluzione alternativa. E alcuni di essi hanno sviluppato delle ali e sono diventati giganteschi... A giudicare dall’aspetto della creatura, penso che sia questo.
Ad ogni modo, Warwick finisce per cadere in una specie di grotta piena di scheletri.
John e Jane arrivano poco dopo. E cercano di aiutare Warwick a uscire da lì. Ma lui invece attacca loro 2 e finisce per uccidere Jane.
Mentre John cerca di aiutarla, Warwick corre lungo un corridoio. Ma finisce per trovare il mostro. E Warwick ha l’idea geniale di affrontare la creatura con un coltellino ridicolo. Così, ovviamente alla fine si rivolge al cibo del mostro.
Questo tipo è pazzo o solo stupido?
Beh, John lo sta inseguendo per vendicare la morte di Jane. Ma quando vede il mostro masticare gli ultimi resti di Warwick, conclude che la creatura l’ha fatto per lui.
John inizia a scalare le pareti del posto e finisce di arrivare in un buco nel pavimento della fabbrica lassù. È vicino alla macchina che taglia il cotone.
Quando sembra che tutto vada bene, il mostro lo segue e appare lì. Ma la coda della creatura rimane presa nella macchina. E poi John approfitta per attivare il pannello di controllo che accende la macchina (e lo fa in un modo un po’ alternativo).
Ovviamente questo inizia a macinare il mostro, che grida follemente per il dolore, quasi lasciando sordo John.
Quando la macchina finisce di macinare la carne del mostro, i topi vanno lì a mangiarlo, mentre John finalmente si rilassa.
La scena successiva, apparentemente pochi giorni dopo, mostra la facciata della fabbrica. E lì vediamo un cartello che annuncia che la fabbrica è sotto una nuova gestione e che stanno cercando nuovi dipendenti.
E il film finisce.
Até!