Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada no filme Papillon, remake do filme com o mesmo nome lançado em 1973 (pra quem não viu, fiz um post sobre ele em Junho).
O filme foi dirigido pelo Michael Noer. E o Aaron Guzikowski deu uma retocada no roteiro.
Embora poucas coisas tenham sido mudadas da versão de 1973 pra versão de 2017, algumas partes do outro filme foram simplificadas ou simplesmente esquecidas...
O personagem Clusiot não existe nessa versão.
A ilha dos leprosos também não existe aqui.
O convento das freiras colombianas também não existe aqui. Entretanto, as freiras aparecem: nessa versão, elas são missionárias numa aldeia indígena.
Aliás, embora, no outro filme, também exista uma aldeia indígena onde o Papillon chega sozinho, passando um bom tempo ali, nessa versão ele chega à aldeia com outros personagens e fica ali só por alguns minutos.
E vemos aqui algumas cenas de nu frontal masculino enquanto os detentos tão tomando banho no presídio.
Papillon foi produzido em parceria entre Espanha, Estados Unidos e República Tcheca. Mas foi todo filmado em Malta, Montenegro e Sérvia. E foi exibido pela 1ª vez no Canadá, em Setembro de 2017.
O filme começa em Paris, em 1931.
Ali, um jovem arrombador de cofres chamado Henri Charrière e apelidado de Papillon (devido a uma tatuagem de borboleta no tórax) trabalha pro chefe de uma quadrilha organizada da cidade, levando pra ele o que vai encontrando de mais valioso.
Mas o Papillon tá namorando a garçonete de um cabaré de Paris chamada Nennete. E ele comete o erro de guardar pra ela uma das joias que ele roubou nos últimos dias.
Aparentemente, eles vendem a tal joia e saem pela noite esbanjando o dinheiro que conseguiram com isso.
Quando a notícia chega aos ouvidos do chefe dele, o bandidão acusa falsamente o Papillon de assassinato. E ele é preso e colocado junto com os condenados que vão ser mandados pra Guiana Francesa.
Antes que eles embarquem, uma espécie de delegado avisa a todos que nenhum deles pode mais voltar à França europeia. Mesmo os que não foram condenados à prisão perpétua, apesar de poderem voltar a viver como homens livres quando a pena acabar, nunca mais vão poder sair da América do Sul.
Enquanto ocorrem os preparativos finais pro embarque, o Papillon fica sabendo que um dos presos, um cara visivelmente fraquinho chamado Louis Dega, é rico e tá levando uma grande quantia em dinheiro.
Assim, o Papillon se aproxima do Louis e oferece proteção a ele, se em troca o Louis ajudar o Papillon a fugir quando eles desembarcarem na Guiana Francesa.
A proteção é realmente necessária, já que os presos que tão levando dinheiro literalmente enfiam as notas no cu pra que elas não sejam encontradas (eles enrolam as notas, botam dentro de algum recipiente cilíndrico e enfiam isso lá dentro). E de noite, não é raro que outro preso mais forte mate o cara, arrebente a barriga dele à facadas e depois arrebente o intestino pra pegar o dinheiro que ele encontrar lá dentro.
Realmente, o Papillon salva o Louis de um desses ataques durante a viagem de navio, apesar de ser severamente punido pelos guardas por ter quase matado o cara que tentou matar o Louis.
Quando eles desembarcam na Guiana Francesa, o diretor do presídio explica as regras ao novo grupo de detentos: se alguém tentar fugir, é punido com 2 anos de solitária; se tentar fugir pela 2ª vez, é punido com 5 anos de solitária seguido de exílio perpétuo na Ilha do Diabo; e se matar qualquer pessoa (incluindo outro preso), é condenado à morte na guilhotina na frente de todos os outros presos.
Um dos guardas do presídio reconhece o Louis, já que uma das trapaças que ele fez no passado prejudicou o cunhado do tal guarda. E levando isso em conta, ele manda o Louis prum campo de trabalhos forçados num pântano. E o Papillon vai junto.
Num dos dias de trabalho, o Papillon conversa com um morador das redondezas e dá dinheiro a ele em troca do cara arranjar um barco pra ele fugir...
A princípio, o Louis não quer fugir, certo de que a esposa dele um dia vai dar um jeito de tirar ele de lá. Mas, depois que o Papillon defende ele de novos ataques, ele acaba mudando de opinião.
Alguns dias depois, eles testemunham a execução de um dos presos que viajaram com eles desde Paris. E ainda por cima, são escalados pra carregar o cadáver até o pântano e enterrar ele lá.
O Louis, que já vinha sofrendo de desidratação nos últimos dias, começa a passar mal depois de alguns minutos, tanto pelas condições físicas quanto psicológicas em que ele se encontrava ali. E quando ele é forçado a sentar no chão pra descansar um pouco, um guarda que tava por perto enche ele de chicotadas!
Furioso, o Papillon dá uma pedrada na cabeça do guarda. Mas, sabendo que isso não vai ficar impune, ele sai correndo pelo pântano.
À noite, ele encontra o cara com quem ele combinou o assunto do barco. Mas o cara entrega ele aos guardas e ele é reconduzido à prisão.
Como previsto, o Papillon é preso na solitária, numa divisão da prisão onde é proibido falar qualquer palavra e onde os presos só recebem por dia 1 panela de água e 1 panela com uma sopa rala.
Depois de algum tempo, o guarda que ele feriu vai à cela dele e dá uma surra nele. Mas ele não reage e finge que é louco.
Ele começa a receber cocos dentro da panela de água, mandados a ele pelo Louis. E quando descobrem isso, matam o guarda que tava levando os cocos e passam a vigiar o Papillon com mais rigor.
O diretor do presídio vai pessoalmente à cela pra interrogar ele e saber quem mandou os cocos. Mas ele continua se fazendo de louco.
Depois de um tempo, o Papillon começa de fato a ter delírios e alucinações. Mas, como o período de 2 anos de reclusão dele acaba, os guardas são obrigados a soltar ele.
Durante esses 2 anos, o Louis conseguiu ficar com a função de secretário do diretor da prisão. Mas desistiu do sonho de ser tirado do presídio pela esposa: as últimas notícias que ele recebeu de Paris foi que ela tinha se casado com o advogado dele.
Ao saber que o Papillon foi solto e agora tá internado na enfermaria da prisão pra se recuperar, o Louis vai lá visitar ele. E embora ele tente manter a imagem de que ficou louco na frente dos outros, ele revela ao Louis que ainda tem planos de fugir. E o Louis quer ir com ele.
Outro detento chamado Celier, que também quer fugir, tem como conseguir um pequeno barco pra eles. E assim, o Louis vai combinar com ele uma forma de fazer isso.
Naquela noite, o Papillon vê que um detento gay chamado Maturette que também tá internado ali tá sendo assediado por um guarda da enfermaria. E assim, ele conta ao Maturette sobre o plano de fuga dele, oferecendo a ele uma oportunidade pra fugir junto com ele e os outros. Mas, pra isso, o Maturette tem que manter o guarda distraído quando se aproximar o momento da fuga.
Na manhã seguinte, o Maturette acaba por concordar com a proposta do Papillon. E o Celier machuca propositalmente o braço dele pra ser levado pra enfermaria e ficar perto dos outros, ficando combinado que a fuga vai ser naquela noite.
O Louis coloca sonífero em pó na bebida dos guardas que tão de plantão no portão da enfermaria. E o Maturette vai pro banheiro distrair o guarda que tava de olho nele, como combinado.
O Papillon e o Celier arrancam os pés das camas e se armam com isso. Depois, eles vão pro banheiro buscar o Maturette, dão uma surra no guarda que tava comendo ele e se põem a caminho da fuga, encontrando o Louis lá fora.
Pra dificultar as coisas, começa a chover. E assim, quando eles vão pular o muro da prisão, o Louis acaba caindo lá do alto e quebrando a perna.
Mesmo assim, eles seguem em frente e encontram o cara que tinha combinado de entregar o barco a eles cercado de capangas. Mas o Louis dá todo o dinheiro que ele ainda tinha pra conseguir pagar por isso.
O barco que eles compraram ainda navega. Só que é muito pequeno e frágil, ou seja, é óbvio que não vai durar muito mais tempo com 4 homens a bordo. Mas, apesar disso, eles saem navegando pelo Mar com ele.
Ao ver que uma tempestade se aproxima, o Celier decide matar o Louis e jogar ele ao Mar, afirmando que o barco vai afundar se for atingido pela tempestade carregando excesso de peso e que o Louis vai atrapalhar eles com a perna quebrada. Mas o Papillon vai defender o Louis e começa a lutar contra o Celier. Até que o Louis vai defender o Papillon e, dando várias facadas nas costas do Celier, mata ele.
Eles jogam o corpo do Celier ao Mar e, logo depois, o barco é engolido pela tempestade. E o Papillon, aparentemente atingido por alguma peça do barco, desmaia...
Algum tempo depois, ele acorda no meio de uma aldeia indígena numa praia da Colômbia. E vê que lá vivem algumas freiras realizando uma missão católica.
Fica claro que o barco deles chegou até ali e eles foram recolhidos pelos índios.
O Papillon conversa rapidamente tanto com o Louis quanto com o Maturette e ambos parecem decididos a ficar ali. Mas ele diz que vai embora, pois aquilo não é a casa dele e ele não gostou muito da forma como as freiras se dirigiram a eles depois de constatarem que eles eram presidiários fugitivos.
Depois de se afastar umas poucas dezenas de metros, ele vê um carro da polícia se aproximando da aldeia. E entendendo que as freiras denunciaram eles, ele corre de volta pra perto dos amigos pra avisar a eles. Mas já é tarde: os guardas matam o Maturette com um tiro e recapturam o Papillon e o Louis.
Eles são deportados de volta pra Guiana Francesa e, como previsto, o Papillon é mandando de volta pra solitária, agora pelo período de 5 anos.
Terminado esse tempo, ele tem agora a aparência de um velho e tá muito mais magro (o ator Charlie Hunnam perdeu 20 quilos pra fazer essas cenas).
E provavelmente devido ao fato tão raro de ele ter sobrevivido por 5 anos na solitária, os guardas até passam a tratar ele com um pouco mais de respeito.
Também como previsto, o Papillon é mandando pro exílio perpétuo na Ilha do Diabo.
Ao contrário do que possa parecer, essa é uma das partes mais tranquilas do complexo prisional da Guiana Francesa: como 90% dos detentos que se encontram lá já tão loucos e/ou doentes, ninguém mexe com eles. Os guardas se limitam a deixar um comedouro cheio de legumes no pátio do único prédio da ilha pros detentos comerem uma vez por dia e, tirando isso, nem prestam atenção no que eles fazem. Até mesmo quando algum deles se suicida, geralmente o cadáver fica largado lá por algum tempo até que algum guarda resolva recolher e jogar no Mar.
E é nesse ambiente que o Papillon reencontra ninguém menos do que o Louis, já bastante acabado e manco pro resto da vida, devido à fratura na perna que ele sofreu 5 anos antes.
Ele conta que o diretor ficou tão irritado com a fuga do secretário dele que nem condenou o Louis à solitária: já mandou ele direto pra Ilha do Diabo logo depois que eles tinham voltado da Colômbia.
Como os 2 amigos agora só têm um ao outro, decidem ficar juntos no quarto do prédio onde o Louis foi se alojar. E o Papillon vê que o Louis passa o tempo desenhando nas paredes, retratando as situações que eles passaram desde que foram presos.
A Ilha do Diabo não tem praias: ela é cercada por um grande paredão de pedra em todo o seu entorno. Então, fugir dali nadando parece impossível.
Um dia, o Papillon joga um coco seco do alto do paredão e vê que a correnteza empurra isso com toda a força na direção do continente, sem que o coco afunde nem um pouco na água.
Ele chama o Louis e refaz a experiência na frente dele, mostrando que, se eles jogarem 2 sacos de pano cheio de cocos secos dentro, eles podem pular do alto do paredão, se agarrar nesses sacos e usar eles pra boiar de volta até o continente.
O Louis segue a ideia dele. Mas, na hora de pular, ele desiste. Ele acha que a Ilha do Diabo agora é o lugar dele, já que foi o único lugar em que deixaram ele viver em paz desde que eles foram presos.
Os 2 amigos se abraçam pela última vez, sabendo que nunca mais vão se ver. E o Papillon joga o saco de cocos dele lá de cima e depois ele pula... Ele afunda na água por alguns segundos, mas depois reaparece, monta no saco de cocos e vai embora boiando nele, enquanto o Louis festeja lá no alto do rochedo.
Agora, em 1969, o Papillon viaja de avião pra França, embora a ordem de exílio contra ele lá ainda se encontre em vigência. E ele entrega alguns papéis antigos a um editor, dizendo que é importante que a história dele seja publicada na própria França, embora a pátria dele agora seja a Venezuela.
O editor se surpreende, perguntando se aquela é a história da vida dele. E ele responde que aquela é a história de muitos homens.
Depois disso, o filme encerra com um texto na tela, contando que mais de 80000 homens foram condenados ao degredo na Guiana Francesa. E a maioria nunca voltou à Europa. Mas o presídio localizado lá não sobreviveu ao Papillon, que viveu o resto da vida dele como um homem livre.
E em 1970, o ministro da Justiça da França retirou a ordem de exílio contra o Papillon, permitindo oficialmente que ele voltasse quando quisesse à sua terra natal.
Hoy vamos a hablar un poco de la película Papillon, un remake de la película del mismo título estrenada en 1973 (para los que no la han visto, hice un post sobre ella en Junio).
La película fue dirigida por Michael Noer. Y Aaron Guzikowski ha dado un retoque al guion.
Si bien pocas cosas han cambiado de la versión de 1973 a la de 2017, algunas partes de la otra película se han simplificado o simplemente olvidado...
El personaje Clusiot no existe en esta versión.
Aquí tampoco existe la isla de los leprosos.
Y aquí tampoco existe el convento de las monjas colombianas. Sin embargo, aparecen las monjas: en esta versión, son misioneras en un pueblo indígena.
Por cierto, si bien en la otra película también hay un pueblo indígena donde Papillon llega solo, pasando mucho tiempo allí, en esta versión él llega al pueblo con otros personajes y solo permanece allí unos minutos.
Y vemos aquí algunas escenas de desnudez masculina frontal mientras los reclusos se duchan en la prisión.
Papillon fue producido en colaboración entre España, Estados Unidos y República Checa. Pero todo fue rodado en Malta, Montenegro y Serbia. Y se mostró por primera vez en Canadá, en Septiembre de 2017.
La película comienza en París, en 1931.
Allí, un joven ladrón de cajas fuertes llamado Henri Charrière y apodado Papillon trabaja para el jefe de una banda organizada de la ciudad. Le lleva lo más valioso que encuentra al bandido.
Pero Papillon está saliendo con una camarera de cabaret parisina llamada Nennete. Y comete el error de guardarle una de las joyas que ha robado durante los últimos días.
Al parecer, venden la joya y salen de noche, despilfarrando el dinero que ahora tienen.
Cuando la noticia llega a su jefe, el delincuente acusa falsamente a Papillon de asesinato. Y él es arrestado y puesto con los condenados que serán enviados a la Guayana Francesa.
Antes de embarcar, una especie de delegado advierte a todos que ninguno de ellos puede volver a la Francia europea. Incluso aquellos que no fueron condenados a cadena perpetua, a pesar de que podrán volver a vivir como hombres libres cuando termine su condena, nunca más podrán salir de América del Sur.
Mientras se hacen los últimos preparativos para el barco, Papillon se entera de que uno de los prisioneros, un tipo visiblemente débil llamado Louis Dega, es rico y se lleva una gran suma de dinero.
Así, Papillon se acerca a Louis y le ofrece protección, si a cambio Louis ayude a Papillon a escapar cuando lleguen a la Guayana Francesa.
La protección es realmente necesaria, porque los prisioneros que llevan dinero literalmente se meten los billetes en el culo para que no los encuentren (los enrollan, los meten en algún recipiente cilíndrico y meten ello allí). Y por la noche, no es raro que otro prisionero más fuerte mate al tipo, lo apuñale en el estómago y luego le rompa los intestinos para sacar el dinero que encuentre dentro.
De hecho, Papillon salva a Louis de uno de esos ataques durante el viaje en barco, aunque los guardias lo castigan severamente por casi matar al tipo que intentó matar a Louis.
Cuando llegan a la Guayana Francesa, el director de la prisión explica las reglas al nuevo grupo de prisioneros: si uno de ellos intenta escapar, es castigado con 2 años de aislamiento; si intenta escapar por segunda vez, es castigado con 5 años de aislamiento seguidos del exilio perpetuo en la Isla del Diablo; y si algún recluso mata a alguien (incluido otro recluso), es condenado a muerte en la guillotina delante de todos los demás reclusos.
Uno de los guardias de la prisión reconoce a Louis, porque uno de los trucos que hizo en el pasado perjudicó al cuñado de ese guardia. Y teniendo eso en cuenta, él envía a Louis a un campo de trabajos forzados en un pantano. Y Papillon va con él.
Al principio, Louis no quiere huir, seguro de que su esposa algún día encontrará una manera de sacarlo de allí. Pero después de que Papillon lo defiende de nuevos ataques, termina cambiando de opinión.
Aun así, los 2 hombres seguirán viviendo en ese ambiente carcelario durante mucho tiempo...
In Papillon (2017), 2 francesi di nome Papillon e Louis sono stati arrestati a Parigi e condannati all’esilio nella Guyana francese.
Un giorno, assistono all’esecuzione di uno dei prigionieri che viaggiavano con loro da Parigi. E per finire, dovrebbero portare il cadavere nella palude e seppellirlo lì.
Louis, che già da giorni soffriva di disidratazione, dopo pochi minuti comincia a sentirsi male, a causa delle condizioni fisiche e psicologiche in cui si trovava lì. E quando è costretto a sedersi per terra per riposarsi un po’, una guardia si scaglia contro di lui!
Furioso, Papillon colpisce la testa della guardia con una pietra. Ma, sapendo che questo non rimarrà impunito, lui si mette a correre attraverso la palude.
Ripreso, viene riportato in prigione.
Papillon viene condannato a 2 anni di isolamento, in una sezione del carcere dove è vietato pronunciare qualsiasi parola e dove ai prigionieri viene data solo 1 pentola d’acqua e 1 pentola di zuppa leggera al giorno.
Dopo un po’, la guardia che lui aveva ferito va nella sua cella e lo picchia. Ma lui non reagisce e finge di essere impazzito.
Lui comincia a ricevere noci di cocco all’interno della pentola d’acqua, che gli vengono inviate da Louis. E quando lo scoprono, uccidono la guardia che ha preso le noci di cocco e iniziano a sorvegliare Papillon con maggiore attenzione.
Il direttore della prigione si reca personalmente nella sua cella per interrogarlo e scoprire chi gli ha mandato le noci di cocco. Ma lui continua a fare finta di essere pazzo.
Dopo un po', Papillon inizia effettivamente ad avere deliri e allucinazioni. Ma, allo scadere del suo periodo di reclusione di 2 anni, le guardie sono costrette a rilasciarlo.
Durante quei due anni, Louis riuscì a rimanere come segretario del direttore della prigione. Sognava di essere fatto uscire di prigione dalla moglie, ma vi rinunciò dopo l'ultima notizia arrivata da Parigi: lei aveva sposato il suo avvocato.
Dopo aver appreso che Papillon è stato rilasciato ed è ora ricoverato nell'infermeria della prigione per riprendersi, Louis si reca lì per fargli visita. E anche se cerca di mantenere l'immagine di essere impazzito davanti agli altri, rivela a Louis che ha ancora dei piani per scappare. E Louis vuole andare con lui.
Un altro prigioniero di nome Celier, che vuole scappare anche lui, riesce a procurargli una piccola barca. E così, Louis troverà con lui un modo per farlo.
Quella notte, Papillon vede che un prigioniero gay di nome Maturette, anche lui internato lì, viene molestato sessualmente da una guardia dell'infermeria. E così racconta a Maturette del suo piano di fuga, offrendogli la possibilità di scappare insieme a lui e agli altri. Ma per questo Maturette deve distrarre la guardia quando si avvicina il momento della fuga.
La mattina dopo, Maturette finisce per accettare la proposta di Papillon. E Celier si fa male di proposito al braccio per poter essere portato in infermeria e stare vicino agli altri, fermo restando che la fuga avverrà quella notte.
Louis mette del sonnifero nella bevanda delle guardie che sono in servizio al cancello dell'infermeria. E Maturette va in bagno per distrarre la guardia che lo vuole, come concordato.
Papillon e Celier strappano le pedane dai letti e se ne armano. Successivamente, vanno in bagno a prendere Maturette, picchiano la guardia che stava facendo sesso con lui e stanno per scappare, incontrando Louis fuori.
A peggiorare le cose, inizia a piovere. E così, quando tentano di saltare il muro della prigione, Louis finisce per cadere dall'alto e rompersi una gamba.
Nonostante ciò, vanno avanti e incontrano il ragazzo che aveva concordato di consegnare loro la barca circondato dai suoi scagnozzi. Ma Louis dà tutti i soldi che aveva ancora per pagarlo.
La barca che hanno comprato è ancora in grado di navigare. Ma è molto piccolo e fragile, quindi è ovvio che non durerà a lungo con 4 uomini a bordo. Ma nonostante ciò, continuano a navigare attraverso il mare con la barca.
Vedendo che si avvicina una tempesta, Celier decide di uccidere Louis e gettarlo in mare, affermando che la barca affonderà se verrà colpita dalla tempesta portando un peso in eccesso e che Louis li ostacolerà con una gamba rotta. Ma Papillon va a difendere Louis e inizia a combattere Celier. Di conseguenza, Louis va a difendere Papillon e, pugnalando più volte Celier alla schiena, lo uccide.
Gettano in mare il cadavere di Celier e subito dopo la barca viene inghiottita dalla tempesta. E Papillon, apparentemente colpito da qualche parte della barca, sviene.
Ma passano ancora anni prima che trovi la libertà...
In Papillon (2017), Louis, Maturette and Papillon are 3 prisoners who escaped in a boat from the prison of French Guiana. But they were overtaken by a storm at sea.
Papillon passes out and, some time later, he wakes up in an indigenous village on a beach in Colombia. And he sees some nuns live there carrying out a Catholic mission.
It’s clear their boat arrived there and they were picked up by the natives.
Papillon chats briefly with Louis and Maturette and both seem determined to stay there. But he says he’s leaving, because that’s not his home and he didn’t like the way the nuns addressed them after realizing they were escaped convicts.
After walking a few dozen meters away, he sees a police car approaching the village. And understanding the nuns have denounced them, he runs back to his friends to tell it to them. But it’s too late: the guards shoot Maturette dead and recapture Papillon and Louis.
Both are deported back to French Guiana and Papillon is sent to solitary confinement for 5 years.
After that time, he now looks like an old man and is much thinner (actor Charlie Hunnam lost 20 kilos to act in these scenes). And probably due to the very rare fact that he survived for 5 years in solitary confinement, the guards even start to treat him with a little more respect.
Afterwards, Papillon is sent into perpetual exile on Devil’s Island.
Contrary to what it may seem, this is one of the quietest parts of the prison complex in French Guiana: as 90% of the prisoners there are already crazy and/or sick, nobody bothers them. The guards limit themselves to leave a trough full of vegetables in the courtyard of the only building on the island for the prisoners to eat once a day and, apart from that, they don’t even pay attention to what they do. Even when one of them commits suicide, his corpse is usually left there for some time until a guard decides to pick it up and throw it into the sea.
And it’s in this environment that Papillon finds none other than Louis, already very physically worn out.
He reveals the prison director didn’t even sentence him to solitary confinement: he already sent him straight to Devil’s Island right after they got back from Colombia.
As the 2 friends now only have each other, they decide to live together in the room in the building where Louis went to stay. And Papillon sees Louis spends his time drawing on the walls, portraying the situations they’ve been through since they were arrested.
Devil’s Island has no sand beaches: it’s surrounded by a large stone wall all around it. So, fleeing there by swimming seems impossible.
One day, Papillon throws a dry coconut from the top of the wall and he sees the current pushes it with all its strength towards the mainland, without the coconut sinking even a little in the water.
He calls Louis and redoes the experiment in front of him, showing if they drop 2 cloth bags full of dry coconuts inside, they can jump from the top of the wall, grab those bags and use them to float back to the mainland.
Louis goes along with his idea. But when it’s time to jump, he gives up. He thinks Devil’s Island is where he belongs now, because it’s the only place they’ve let him live in peace since they were arrested.
The 2 friends embrace one last time, knowing they’ll never see each other again. And Papillon throws his bag of coconuts from above and then he jumps... He sinks in the water for a few seconds, but then he reappears, he mounts the bag of coconuts and he floats away on it, while Louis cheers there on top of the cliff.
Now, in 1969, Papillon travels by plane to France, although the exile order against him there is still in force. And he hands some old papers to an editor, saying it’s important his story be published in France itself, even though his homeland is now Venezuela.
The editor is surprised, asking if that is the story of his life. And he replies that’s the story of many men.
After that, the film ends with a text on the screen, telling more than 80,000 men were condemned to exile in French Guiana. And most never returned to Europe. But the prison located there didn’t survive Papillon, who lived out the rest of his life as a free man.
And in 1970, Minister of Justice of France lifted the exile order against Papillon, officially allowing him to return whenever he wanted to his homeland.
Até!