quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

A “FEMINISTA EMPODERADA” QUE PRECISA DO SOBRENOME DE UM HOMEM PRA APARECER



Oi!!!

O post especial desse mês vai ser uma lembrança sobre aquilo que as feministas midiáticas chamam de “empoderamento”...
A própria palavra já abre portas pra algumas críticas. Porque as feministas midiáticas atuais sempre discursam diretamente contra o capitalismo e fazem apologia ao comunismo e ao socialismo.
Pois é. A palavra “empoderamento”, que as feministas atuais gostam de repetir de 5 em 5 minutos, vem do neologismo inglês “empowerment”, que foi criado por feministas norte-americanas.
Ué! Mas as feministas não criticam tanto o capitalismo e não louvam tanto o comunismo e o socialismo? Os Estados Unidos são o país mais capitalista do Mundo e são o país mais contrário ao comunismo e ao socialismo. Nesse caso, por que elas pegaram uma palavra vinda dos Estados Unidos? Por que elas não pegaram uma palavra vinda de Cuba ou da Venezuela?
Outra coisa que eu observei no outro dia foi em relação à feminista Heloísa Buarque de Hollanda...
Ah, sim. Se você não se lembra de quem se trata, é essa aí:
Bom, ela se diz uma “feminista empoderada”, certo?
Mas, se é assim, por que ela usa o sobrenome do ex marido pra aparecer?
O nome original dela era Heloísa Helena Oliveira. Mas quando ela se casou com o advogado Luiz Buarque de Hollanda, ela passou a usar o sobrenome dele pra aparecer na mídia.
Vejam só: como Buarque de Hollanda é um sobrenome conhecido na mídia brasileira, a Dona Feminista Empoderada Autônoma Independente aí precisou se apoiar no sobrenome de um homem pra se garantir.
Aí alguém vai dizer:

“Ah. Mas você tem que pensar que, na época em que ela se casou, há muitas décadas atrás, era um hábito comum as mulheres usarem os sobrenomes dos maridos sem questionar.”

Pois é: há muitas décadas atrás era assim. Mas por que HOJE, em 2020, ela ainda usa o sobrenome do ex marido pra aparecer na mídia, já que ela (diz que) é tão independente de homem?
Isso não surpreende: em pelo menos 99% das vezes o discurso da “feminista empoderada” acaba no 1º pneu furado ou no 1º total de contas a pagar.
Feminismo e coerência nunca andaram de mãos dadas (talvez venha daí o fascínio delas por uma palavra vinda do país mais capitalista do Mundo, ao mesmo tempo em que elas dizem que odeiam o capitalismo). E é provável que o exemplo mais famoso disso em tempos recentes seja a Fernanda Lima.
Se você não viu, pode clicar aqui pra ver um post que eu fiz sobre isso:


Então, se você comparar o que a Fernanda Lima diz que ela faz com o que ela faz na prática, não é muito diferente da situação da Heloísa Buarque de Hollanda em relação ao sobrenome dela.
Não é à toa que, fora dos guetos feministas, cada vez mais o feminismo vira motivo de piada.

UM DOS MARCOS DA TELEVISÃO BRASILEIRA DOS ANOS 80

E hoje a gente também vai se lembrar aqui de um dos shows televisivos mais populares dos anos 80 no Brasil: o Viva a Noite.
O programa foi lançado em Novembro de 1982. Mas com um formato diferente de como se celebrizaria nos anos seguinte: a princípio, ele mostrava casais de anônimos fazendo brincadeiras (algo que sempre foi comum nos programas que tavam sob as ordens do Sílvio Santos).
Nesses primeiros tempos, o Viva a Noite era apresentado na Terça-Feira. Mas, em Março de 1983, foi transferido pra Sábado. E a partir dali, aos poucos, o programa foi passando por mudanças: ficou caracterizado por levar um pequeno grupo de famosos diferentes a cada sábado e pelas apresentações musicais de vários cantores (intercaladas com imitações humorísticas de alguma coisa, como cenas de filmes, por exemplo) e brincadeiras envolvendo os convidados ali presentes, que eram divididos em grupo dos homens e grupo das mulheres.
No encerramento do programa, o Gugu Liberato sempre cantava a música Baile dos Passarinhos, dançando no palco junto com os convidados.
O Viva a Noite saiu do ar na 1ª semana de 1992.
O Gugu foi o apresentador do programa durante todos esses 10 anos, embora vários outros apresentadores ocasionais também tenham aparecido ali por períodos breves.
Em 2007, foi feita uma tentativa de restaurar o Viva a Noite, dessa vez apresentado pela cantora Gilmelândia.
Começou em Março, sendo apresentado à noite. Mas em Agosto, foi transferido pro final da tarde, devido à baixa audiência. Até que, por não conseguir chamar a atenção do público, o programa foi tirado do ar definitivamente em Dezembro.

Hoy recordaremos aquí uno de los programas de televisión más populares de los años 80 en Brasil: Viva a Noite.
El programa se lanzó en Noviembre de 1982. Pero tenía un formato diferente al que se celebraría en los años siguientes: al principio, mostraba parejas de anónimos que participaban en juegos (algo que siempre ha sido común en los programas de televisión que están bajo las órdenes de Silvio Santos).
E los años siguientes, al final del programa, Gugu Liberato siempre cantaba la canción Baile dos Passarinhos, bailando en el escenario con los invitados.

All’inizio di Viva a Noite, questo show era presentato ogni martedì. Ma nel Marzo del 1983, è stato trasferito a sabato. E da lì, a poco a poco, lo show ha subito cambiamenti: è stato caratterizzato dal prendere un piccolo gruppo di celebrità diverse ogni sabato e dalle esibizioni musicali di vari cantanti (intervallate da alcune imitazioni umoristiche di qualcosa, ad esempio una scena cinematografica) e alcuni giochi che coinvolgevano gli ospiti presenti, che erano divisi nel gruppo degli uomini e nel gruppo delle donne.

Viva a Noite went off the air in the 1st week of 1992.
Gugu Liberato was the show’s host during its 10 years, although several other occasional hosts also were there for brief periods.
In 2007, an attempt to restore Viva a Noite was made, this time under the command of singer Gilmelândia.
It started in March, at night. But in August, it was moved to the late afternoon, due to its low audience. And it was definitively taken off the air in December, as it failed to attract public attention.

Até Fevereiro!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

85ª ENQUETE



Oi!!!

Bem-vindos a 2020!
Vou começar o ano falando aqui sobre um assunto mais agradável e divertido. Vamos falar sobre sexo oral.
A minha pergunta desse mês é: por que a gente sempre fecha os olhos quando a gente chupa um cacete?
Bom, na minha opinião, é simplesmente pra curtir o momento.
É uma delícia ter a oportunidade de segurar a parte mais deliciosa do corpo de um homem, botar a cabeça na boca, chupar, massagear a cabeça com os lábios com bastante carinho, rodar a língua em volta da cabeça, provocar a uretra com a ponta da língua... E tudo isso com o cara se retorcendo de tesão e de prazer e com você sabendo exatamente o que ele tá sentindo, já que você tem a mesma maravilha entre as suas pernas.
Eu me sinto ali dando e recebendo o maior prazer físico que existe.
Então, acho que a sensação de prazer aumenta quando a gente fecha os olhos enquanto faz isso, né?
Bom, agora diga a sua opinião.