quinta-feira, 27 de junho de 2019

AMANDA?! QUEM É AMANDA???



Oi!!!

Fechando o mês, eu vou falar aqui sobre mais uma celebridade que fez merda por defender ideias extremistas.
Bom, nesse caso aqui é mais do que questionável chamar tal criatura de “celebridade”, já que ela só é conhecida mesmo por pessoas que ouvem o Pânico, aquele programa de rádio transmitido pela Jovem Pan FM. Se trata da Amanda Ramalho.
Tudo bem. Eu já sei que, se você não ouve a Jovem Pan, você vai dizer:

“Não tenho a mínima ideia de quem você tá falando.”

É essa garota aí:
Ela se diz “militante feminista” e “militante pela liberação da maconha”.
E se você não concorda com as ideias dela, ela diz que você tem que morrer... Mensagem bem típica transmitida por feministas extremistas, né?
Bom, quando o Pânico recebia um convidado pra ser entrevistado, teoricamente, essa garota era uma das entrevistadoras que participavam das perguntas feitas ao convidado em questão.
Mas era só teoricamente mesmo. Na prática, o que ela fazia era interromper o convidado o tempo todo, tentar impedir o convidado de falar, dar respostas grosseiras quando o convidado respondia alguma coisa com que ela não concordava...
Inclusive, quando o convidado tentava falar sobre um determinado assunto da carreira dele e adjacências, essa garota não permitia isso, queria que o convidado ficasse falando de alguma coisa que nem tinha importância só pra provocar briga...
Ela falava tanta merda que vários convidados chegaram a dar respostas simples a ela que deixaram ela sem saber o que falar. Desconstruíam ela de um segundo pro outro falando alguma coisinha básica pra ela.
Bom, essa garota deixou o programa (tem gente que diz que ela se demitiu, tem gente que diz que ela pediu licença médica dizendo que tava com depressão...) depois de uma briga ao vivo com o MC Biel, que tava sendo entrevistado e acabou se levantando e saindo do estúdio no meio da entrevista, cansado das imbecilidades que ela tava falando.
Aí ela começou a ‘mandar’ o Emílio Surita, que era o patrão dela no programa, desligar o microfone porque ela queria falar com ele.
Isso mostra bem o que é o comportamento de uma feminista extremista: quando ela vê um homem na frente dela, ela não só acha que pode dar ordens a esse homem e pode fazer exigências a ele gritando, como também acha que ele tem que parar o que está fazendo e obedecer imediatamente. Mesmo que esse homem seja o patrão dela e mesmo que ela esteja no local de trabalho dela e durante o expediente dela.
Imaginem se fosse ao contrário! Imaginem se um homem que tem uma mulher como patroa mandasse ela parar o que estava fazendo imediatamente, gritando com ela no meio do expediente porque ele queria falar com ela! Na mesma hora ia aparecer a Elza Soares querendo processar esse homem por machismo, a Pitty querendo processar esse homem por machismo e outras feministas midiáticas querendo processar esse homem por machismo.
Bom, quando você trabalha pra outra pessoa, independente do que você tem entre as pernas e independente do que a outra pessoa tem entre as pernas, você tem que obedecer e seguir as regras dessa pessoa. A não ser, é claro, que ela esteja usando de um autoritarismo abusivo pra mandar você fazer coisas absurdas.
Mas é assim que as feministas extremistas pensam? Não. O que elas pregam é o “empoderamento da mulher”, que quase sempre é lido como a ideia de que a mulher tem o direito de mandar em qualquer homem que ela encontre pelo caminho, não importa qual seja a situação.
Então, o comportamento da Amanda retrata bem o todo de como o feminismo atual funciona.

OS SMURFS VIERAM DELES, MAS DEPOIS ELES VIERAM DOS SMURFS

E hoje a gente também vai dar uma olhada no seriado Johan & Peewit, lançado no Brasil com o nome de Janjão e Pequeno.
Muita gente diz que esse seriado é um spin-off de The Smurfs (1981)... Bom, é e não é. Vamos explicar melhor:
Tudo começou em 1947, quando o desenhista belga Peyo lançou histórias em quadrinhos, no jornal La Dernière Heur, sobre o personagem Johan, um jovem cavaleiro que vivia aventuras na Europa Medieval. E numa história de 1954, ele conheceu um anão trapaceiro chamado Pirlouit, que passou a acompanhar ele a partir dali.
Os personagens foram passando por várias mudanças ao longo das publicações. E numa história de 1958, pela 1ª vez, o Peyo mostrou um schtroumpf, participando das aventuras do Johan e do Pirlouit.
Os schtroumpfs eram pequenos duendes azuis. E a presença deles se tornou constante nas histórias dos 2 heróis a partir dali, sempre ajudando eles. Mas os vilões contra os quais eles lutavam eram quase sempre bandidos humanos e só alguns poucos vilões sobrenaturais.
Mas um fenômeno inesperado aconteceu: os schtroumpfs acabaram se tornando mais populares do que os 2 heróis humanos que eles acompanhavam. E assim, foram eles que acabaram tendo uma pequena mitologia desenvolvida ao redor deles, enquanto o Johan e o Pirlouit quase caíram num esquecimento total.
Então, a história dos schtroumpfs é que foi um spin-off da história do Johan e do Pirlouit, né?
Em 1976, todos esses personagens apareceram juntos pela 1ª vez num desenho animado: um longa-metragem franco-belga chamado La Flûte à Six Schtroumpfs, mas que é uma versão independente da história (não tem nenhuma ligação com as versões mostradas antes nem depois disso).
Bom, em 1981, a Hanna-Barbera Productions comprou os direitos autorais sobre os schtroumpfs, rebatizou eles como smurfs e lançou o desenho animado The Smurfs (aquele seriado dos anos 80 que todo mundo que já se informou sobre esses personagens conhece). E na 2ª temporada do desenho, surgiu a ideia de reintroduzir o Johan e o Pirlouit na história: fizeram eles aparecerem em 18 capítulos da 2ª e da 3ª temporadas.
Nessa versão, o Johan continuou basicamente igual. Mas o Pirlouit deixou de ser um anão trapaceiro pra ser um menino esperto, rebatizado de Peewit (e no Brasil, tiveram os nomes mudados pra Janjão e Pequeno).
Os 2 personagens receberam bastante destaque. E no início, os roteiristas tentaram seguir o mesmo estilo dos quadrinhos dos anos 50. Ou seja, ajudados pelos Smurfs, o Johan e o Peewit lutavam quase sempre contra vilões humanos: ladrões, bandidos que tentavam usurpar o governo legítimo de algum lugar...
Eles também apareciam sempre junto com o rei (sem nome mencionado) do castelo onde eles moravam, com a Princesa Sabina (sobrinha do rei) e com a Dama Barbara (preceptora mal-humorada da Sabina).
E nos capítulos seguintes, parece que tentaram mudar um pouco isso: os temas sobrenaturais passaram a ganhar mais destaque e o rei, a Princesa Sabina e a Dama Barbara sumiram.
A popularidade inicial dos 2 heróis humanos fez com que, logo depois, os produtores separassem os 18 capítulos de The Smurfs em que eles apareciam e reeditassem esses capítulos pra formar um seriado próprio, chamado Johan & Peewit. Ou, no Brasil, Janjão e Pequeno.
Nesse ponto, Johan & Peewit é um spin-off de The Smurfs.
Bom, a ideia não deu muito certo...
Enquanto o Johan e o Peewit eram personagens secundários de The Smurfs, tudo bem. Mas quando eles ganharam um seriado próprio feito com aventuras que já tinham passado, isso não agradou muito ao público estadunidense. E assim, o seriado não passou desses 18 capítulos mesmo.
Johan & Peewit chegou ao Brasil na 2ª metade dos anos 80 e foi exibido nas manhãs da Globo, no extinto Xou da Xuxa. Mas, devido à pouca quantidade de capítulos, ficou pouco tempo no ar. E só os brasileiros que foram crianças naquela época mesmo é que ainda se lembram desse desenho dublado em Português.
De qualquer forma, não é difícil encontrar esse seriado na Internet (geralmente dublado em Inglês e Espanhol), nos sites de vídeo mais famosos, como o YouTube e o Dailymotion.

Today we’ll talk a little about Johan & Peewit.
Many people say this series is a spin-off of The Smurfs (1981)... Well, it is and it is not. Let me explain better:
It all started in 1947, when the Belgian designer Peyo released comic books in the newspaper La Dernière Heur about the character Johan. This was a young knight who lived in Medieval Europe. And in a 1954 story, he met a cheating dwarf named Pirlouit, who came to accompany him from then.
The characters went through several changes throughout the publications. And in a 1958 story, for the 1st time Peyo showed a schtroumpf, taking part in Johan and Pirlouit’s adventures.
The schtroumpfs were little blue gnomes. And their presence became constant in the adventures of the 2 heroes from then, always helping them. But the villains they fought against were almost always human thugs and only a few supernatural villains.
But an unexpected phenomenon happened: the schtroumpfs became more popular than the 2 human heroes they accompanied. And so, now renamed smurfs, they ended up having a mythology developed around them, while Johan and Pirlouit almost fell into total oblivion.
In 1982, after the cartoon starred by the smurfs had already been released, another cartoon about Johan and Pirlouit was released based on it.
It was Johan & Peewit.

I fumetti sui puffi sono stati uno spin-off dei fumetti su Johan e Pirlouit. Ma il cartone animato Johan & Peewit (1982) è uno spin-off del cartone animato The Smurfs. Vediamolo meglio:
Nel 1976, tutti i personaggi coinvolti in questa storia sono stati visti insieme per la prima volta in un cartone animato: un film franco-belga chiamato La Flûte à Six Schtroumpfs. Ma questa è una versione indipendente della storia (non ha nessuna connessione con le versioni mostrate prima o dopo).
Nel 1981, la Hanna-Barbera Productions ha acquisito i diritti d’autore sugli schtroumpfs, li ha ribattezzato come smurfs ed ha pubblicato il cartone animato The Smurfs, conosciuto in Italia come I Puffi (quella serie degli anni 80 che tutti quelli che hanno già appreso su questi personaggi conoscono). E nel secondo anno del cartone animato, hanno deciso di reintrodurre Johan e Pirlouit nella storia: sono comparsi in 18 episodi del secondo e del terzo anno.
In questa versione, Johan è rimasto essenzialmente lo stesso ragazzo. Ma Pirlouit è diventato da un nano imbroglione a un bambino intelligente, ribattezzato Peewit.
I 2 personaggi hanno ricevuto molta attenzione. E all’inizio, gli soggettisti hanno cercato di seguire lo stesso stile dei fumetti degli anni 50 in cui apparivano. Cioè, sempre aiutati dai smurfs, Johan e Peewit combattevano quasi sempre contro dei cattivi umani, principalmente ladri e banditi che cercavano di usurpare il governo legittimo da qualche parte.

En el dibujo animado The Smurfs (1981), Johan y Peewit aparecían siempre junto con el rey (sin nombre mencionado) del castillo donde vivían, con la Princesa Sabina (sobrina del rey) y con la Dama Barbara (preceptora malhumorada de Sabina).
Y en los capítulos siguientes, los temas sobrenaturales pasaron a ganar más destaque y el rey, Sabina y Barbara desaparecieron.
La popularidad inicial de los 2 héroes humanos hizo que luego los productores separasen los 18 capítulos de The Smurfs en los que aparecían y reeditasen esos capítulos para formar una serie propia llamada Johan & Peewit. O, en Español, Juan y Guillermo.
Bueno, la idea no dio muy bien...
Mientras Johan y Peewit eran personajes secundarios de The Smurfs, todo estaba bien. Pero cuando ellos ganaron una serie propia hecha con aventuras que ya habían sido exhibidas en la televisión, eso no agradó mucho al público estadunidense. Y así, la serie no pasó de esos 18 capítulos.
Johan & Peewit llegó a Brasil en la segunda mitad de los años 80 y fue exhibido por la TV Rede Globo, en el programa Xou da Xuxa. Pero, debido a la poca cantidad de capítulos, se mantuvo por poco tiempo. Y sólo los brasileños que eran niños en aquel momento todavía recuerdan ese dibujo doblado al Portugués.
En cualquier caso, no es difícil encontrar esta serie en Internet (generalmente en Inglés y Español), en los sitios de vídeo más famosos, como YouTube y Dailymotion.

Até Julho!

sábado, 1 de junho de 2019

78ª ENQUETE



Oi!!!

Bem-vindos a Junho!
A minha enquete desse mês vai ser sobre o ex-deputado Jean Wyllys Mattos Santos. E a pergunta é bem direta: você acha que ele representa mesmo todos os homossexuais e bissexuais do Brasil?

Eu vou dar a minha opinião.
Já fui muito fã do Jean na época do BBB5, em 2005, e nos anos seguintes a quando ele venceu o programa. E até já escrevi um post sobre ele e outro post dando os parabéns a ele na época em que ele foi eleito pela 1ª vez.
Quem quiser ver, pode clicar aqui:


E aqui:


Eu me arrependo de ter escrito esses posts? Não. Porque a postura que ele tinha NAQUELA ÉPOCA, a meu ver, estava corretíssima.
Naquela época, de fato, o discurso dele era de defender os homossexuais e bissexuais em geral. E parecia ser isso que ele fazia de fato.
Pouco depois, o que aconteceu? O Jean virou um mero capacho do PT. E em consequência disso, ele continuou defendendo todos os homossexuais e bissexuais em geral? Bem longe disso. Quando ele encontra qualquer homossexual ou bissexual que não concorda com as ideias petistas, ele ataca.
Por exemplo, o Reinaldo Azevedo, que é gay assumido e não apoia o PT.
Não estou dizendo que você tem que concordar com as ideias do Reinaldo Azevedo. Eu mesmo não concordo com trocentas coisas que ele fala. Mas, numa discussão que houve entre o Jean e o Reinaldo, o Jean chamou o Reinaldo de “BICHONA!!!” só porque viu que ele não concordava com as ideias dele!
Que defensor dos gays é esse que chama um homossexual de “BICHONA!!!”, com a intenção de xingar e com a intenção de tirar a importância do outro só porque o outro é homossexual? Ou seja, ele trata a homossexualidade do outro como algo ruim e ele trata a exposição da homossexualidade do outro como um insulto.
Mas o que a gente vê nisso tudo é que o Jean não defende TODOS os homossexuais e bissexuais: ele defende os homossexuais e bissexuais que concordam com ele. E só.
Outra coisa: ele defende os muçulmanos!
Lamento informar pra quem não quer entender o óbvio, mas defender o Islamismo e ao mesmo tempo defender qualquer estilo de vida que não seja heterossexual é impossível.
Os hádices são textos muçulmanos que foram escritos depois que o Islamismo já tinha sido fundado. E portanto, não fazem parte do Alcorão original. Mas eles são seguidos pela maioria dos muçulmanos tanto quanto o próprio Alcorão (embora os muçulmanos sejam hipócritas o suficiente pra dizer que não seguem nada que tenha sido escrito depois do Alcorão).
E um dos hádices, escrito por um muçulmano do século VII chamado Abd Allah ibn Abbas, diz:

“Se você encontrar dois homens fazendo sodomia, mate o que está penetrando e mate o que está sendo penetrado.”

Se o Jean defende os muçulmanos, ele defende pessoas que concordam com isso.
E vejam esse mapa:
Todos os países do mapa em marrom, laranja e laranja-escuro são países em que a homossexualidade é considerada crime. Às vezes, punida com a morte. E são todos países de maioria muçulmana.
Então, como é que um defensor dos homossexuais e bissexuais vai defender os muçulmanos?
Depois o Jean tentou desmentir o apoio dele aos muçulmanos...
Bom, se você duvida, você pode entrar no site oficial do Congresso Nacional que você vai ver lá um projeto de lei de 2011 propondo o ensino da Cultura Islâmica nas escolas. E esse projeto tem a assinatura do Jean, assim como de 2 outros deputados chamados Miguel Côrrea e Carlos Alberto.
Aliás, já que o Jean se autoexilou do Brasil no início desse ano e já que ele foi confortavelmente morar na Alemanha, eu fico pensando: por que ele não foi morar na Arábia Saudita, no Iêmen ou no Irã? Afinal, já que ele gosta tanto de muçulmanos...
Ele podia chegar lá em público e gritar:

“EU SOU GAY!!!”

Claro que ele seria imediatamente condenado à morte pelas leis muçulmanas de lá. Mas acho que ele morreria feliz, né? Defendendo essa cultura que ele ama.

Obs.: Não vou entrar no assunto do ‘autoexílio’ do Jean por supostas ameaças de morte vindas do Jair Bolsonaro pro texto não ficar muito grande. Mas, se vocês quiserem, posso fazer um post só sobre esse assunto.
Eu já adianto que não sou fã do Jair Bolsonaro, obviamente não concordo com dezenas e dezenas de coisas que ele falou nos últimos anos, mas não vou fingir que certos famosos são coitadinhos e pobrezinhos só porque esses famosos não gostam dele. Se algum famoso falou ou fez merda, eu destaco mesmo que ele falou e fez merda, não importa quem ele seja.