sábado, 30 de agosto de 2014

SERGIUS século III? - século IV?

Oi!!!

Fechando o mês, a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico homossexual: Sergius, mais conhecido no Brasil como São Sérgio.
Como vocês tão vendo na imagem acima, ele é quase sempre representado ao lado de outro homem, chamado Bacchus, mais conhecido no Brasil como São Baco. Vocês já vão ver por quê.
Existem mais lendas do que fatos reais conhecidos sobre o Sergius. Mas vamos tentar dar uma olhada no geral.
Ele nasceu aparentemente em algum ano incerto da 2ª metade do século III.
Em algum momento da vida, ele teria se tornado um general do Imperador Gaius Galerius Valerius Maximianus Augustus, de Roma. E se tornou amante de outro general, chamado Bacchus.
Os 2 se converteram ao Catolicismo, mas esconderam isso, com medo de serem punidos pelo imperador, que era adorador de Júpiter.
Mas, um dia, eles se recusaram a entrar num templo de Júpiter, como também se recusaram a participar de uma oferenda a Júpiter na presença do Galerius.
Entendendo que eles tinham abandonado a adoração aos deuses romanos, o imperador se enfureceu e mandou acorrentar os 2 e humilhar eles ao longo de toda Roma.
Depois, os 2 foram exilados de Roma e mandados pra Mesopotâmia, onde foram intimados a deixar o Catolicismo ou morrer.
Os 2 se recusaram a deixar a fé católica e começaram a ser espancados, até que o Bacchus morreu. Mas, na mesma noite, o espírito dele apareceu pro Sergius e pediu a ele que se mantivesse na nova fé, pois assim, quando morresse, o Sergius iria pro mesmo lugar pra onde o Bacchus foi e os 2 poderiam ficar juntos pra sempre.
Ele fez isso. E acabou sendo condenado à morte e tendo a cabeça decepada.
Como isso teria acontecido no reinado do Imperador Galerius (que acabou no ano 311, com a morte dele), obrigatoriamente seriam eventos do início do século IV. Só que os registros mais antigos sobre o Serigus e o Bacchus só começam a aparecer no ano 425, ou seja, mais de 100 anos depois da morte deles. E isso coloca em dúvida se eles são personagens reais ou lendários.
Alguns historiadores defendem que os 2 personagens são reais, outros dizem que os 2 personagens são apenas representações de várias pessoas que foram humilhadas por imperadores de Roma por serem seguidoras de outras religiões.
Não há muitos registros nem sequer sobre a canonização deles como santos.
Quanto ao fato de eles serem homossexuais e serem aceitos no meio católico, parece que isso se deve ao fato do Catolicismo ter tido épocas de menos homofobia no passado: ao contrário dos dias atuais, em que o Cristianismo em geral parece se preocupar EXCLUSIVAMENTE com os pecados que envolvem sexo (os chamados “pecados da carne”), nos primeiros séculos dessa religião esses assuntos não eram tratados tão a ferro e fogo assim pelos cristãos.
Historiadores conservadores rejeitam radicalmente a ideia de que eles eram homossexuais, com medo de que a existência de um casal homossexual de santos dê a entender que os gays são bem-vindos no Cristianismo.
De qualquer forma, o Sergius é reverenciado junto com o Bacchus no chamado Dia de São Sérgio e São Baco, comemorado no dia 07 de Outubro.
Eles têm uma quantidade considerável de devotos entre os gays católicos, assim como São Sebastião.
Pra ver um post sobre esse último, deem uma clicada aqui:


Sergius was born apparently in some uncertain year of the 2nd half of the 3rd century.
At some point in his life, he became a general of Imperator Gaius Galerius Valerius Maximianus Augustus of Rome. And he started an affair with another general named Bacchus.
Both converted to Catholicism. But they hid it for fear of being punished by the imperator, who worshipped Jupiter.
But one day, they refused to go in a temple of Jupiter. And they also refused to participate in an offering to Jupiter in the presence of Galerius.
The imperator understood they had abandoned the worship of the Roman gods. Furious, he ordered chaining both of them and humiliating them throughout Rome.
Then they were exiled from Rome and sent to Mesopotamia. There they were ordered to leave Catholicism or die.
Both refused to leave the catholic faith and began to be beaten, causing Bacchus to die. But the same night, his spirit appeared to Sergius and asked him to remain in their new faith. So when Sergius would die, he would go to the same place where Bacchus had gone and both would be together forever.
He did it. And he was beheaded soon after.

Como último post del mes, estamos hablando de otro personaje histórico homosexual: Sergius, más conocido en los países hablantes de Español como San Sergio.
Como se ve en las imágenes de arriba, se representa a él casi siempre junto a otro hombre, llamado Bacchus, más conocido en los países hablantes de Español como San Baco, que muy posiblemente fue su amante.
Hay mucho más leyendas que hechos reales conocidos acerca de Sergius.
Su martirio habría ocurrido en el reinado del Emperador Galerius (acabado con su muerte, en el año 311), o sea, en el inicio del siglo IV. Pero los registros más antiguos acerca de Serigus y Bacchus sólo comienzan a aparecer en el año 425, es decir, más de 100 años después de su muerte. Y eso plantea preguntas sobre si los 2 son personajes reales o legendarios.
Algunos historiadores sostienen que los 2 personajes son reales. Otros dicen que los 2 personajes son sólo representaciones de varias personas que fueron humilladas por los emperadores de Roma porque eran seguidoras de otras religiones.

Non ci sono molti registrazioni circa la canonizzazione di Sergius e Bacchus.
Circa il fatto di che sono 2 uomini omosessuali e sono stati accettati in un ambiente propriamente cattolico, sembra che questo è perché il Cattolicesimo era meno omofobo in passato. A differenza di oggigiorno, quando il Cristianesimo in generale sembra preoccuparsi ESCLUSIVAMENTE con i peccati che coinvolgono il sesso (e in particolare l’omosessualità), nei primi secoli di questa religione si può vedere che questi soggetti non erano odiati così radicalmente dai cristiani.
Gli storiografi conservatori rifiutano radicalmente l’idea che loro erano omosessuali. In realtà, hanno paura che l’esistenza di una coppia omosessuale di santi cattolici possa significare che i gay sono benvenuti nel Cristianesimo.
Comunque sia, si venera Sergio insieme Bacco il 7 Ottobre. Questo è il Giorno di San Sergio e San Bacco.
Hanno una notevole quantità di devoti tra i cattolici gay, proprio come San Sebastiano.
È possibile fare clic sul link qui sopra per vedere un post su di lui.

COMEMORANDO O DIA DO VAQUEIRO

E já que ontem, 29 de Agosto, foi comemorado o Dia do Vaqueiro, hoje vamos lembrar aqui de um filme com vaqueiros de temática gay, visto por alguns como um clássico GLBT moderno: Brokeback Mountain, lançado em Português com o título de O Segredo de Brokeback Mountain.
O filme, lançado em 2005, foi inspirado num conto da Annie Proulx, lançado em 1997, e adaptado pro cinema pelo Larry McMurtry e pela Diana Ossana.
Os 2 atores principais, o Jake Gyllenhaal e o hoje falecido Heath Ledger, foram indicados ao Oscar de Melhor Ator e ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
O diretor Ang Lee ganhou o Oscar de Melhor Diretor.
Brokeback Mountain também ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado.
Bom, a história do filme se passa entre 1963 e 1981.
Começa mostrando 2 vaqueiros (ou caubóis, chamem como quiserem) chamados Ennis e Jack, que tão procurando emprego. E encontram no mesmo lugar: a função deles é ficar numa montanha florestal onde é mantida uma criação de ovelhas e ali vigiar e proteger os animais.
Embora, a princípio, a relação deles seja só de amizade, numa noite de muito frio eles vão dormir juntos na mesma barraca. Aí, um encosta no outro, isso e aquilo... E o Ennis acaba comendo o Jack.
Sem saber lidar com a situação, o Ennis insiste em dizer que não é gay. E o Jack, apesar de não se incomodar tanto com a situação, também diz que não é.
A partir daí, se inicia entre eles um romance cheio de idas e vindas.
Os 2 se casam com mulheres, têm filhos com elas, mas, ao longo dos anos, eles continuam se encontrando numa montanha chamada Brokeback Mountain quando as possibilidades permitem.
Em algumas cenas aí, o Jake e o Heath aparecem peladões.


Bom, o Jack propõe que os 2 deixem suas respectivas esposas e vão morar juntos. Mas o Ennis conta a ele de uma situação que traumatizou ele pro resto da vida: quando ele era criança, um homossexual assumido que morava na cidade dele foi torturado até a morte só por ser homossexual e o pai do Ennis ainda forçou ele a ver o cadáver do cara pra servir de exemplo.
O Jack demonstra ser sempre mais tranquilo em relação a isso. E pelas coisas que ele fala e pela forma como a família dele e a família da esposa dele se comportam, fica claro que todo mundo ali sabe que ele é bissexual (embora ele nunca apareça falando com ninguém sobre o assunto).
Poucos anos depois, o Ennis se separa da esposa, que uma vez, sem ser vista, chegou a ver ele e o Jack se abraçando e se beijando na boca e, a partir dali, ela já não conseguiu mais manter o casamento na prática.
Apesar de manter o romance com o Ennis, o Jack, aparentemente, começa a ter umas transas sem compromisso com o marido de uma amiga da esposa dele (que tem uma vida sexual nas mesmas condições que a dos 2 protagonistas da história). E o Jack também procura um prostituto mexicano numa ocasião.
Quando o Ennis e o Jack se encontram e conversam depois disso, os 2 falam abertamente sobre terem relações com outras mulheres além das esposas e isso não incomoda nenhum dos 2. Mas quando o Jack revela que também já teve contatos com outros homens, o Ennis se enfurece e os 2 têm uma briga séria.
Quando o Ennis manda um cartão pro Jack depois disso pra marcar o próximo encontro deles, o cartão volta com o carimbo de “FALECIDO”!
Ligando direto pra casa do Jack pra saber o que houve, o Ennis conversa por telefone com a esposa dele e fica sabendo que, enquanto o Jack trocava o pneu do carro dele numa estrada deserta, o pneu explodiu e um pedaço bateu no rosto dele, matando ele.
Segundos depois de ouvir a história, o Ennis imagina o Jack sendo torturado até a morte por 3 homofóbicos.
Essa cena fica completamente em aberto. Mas, numa interpretação mais direta, fica parecendo que, o Ennis, com o impacto da notícia que acabou de receber e ainda traumatizado com a história que ele presenciou quando era criança, imaginou o Jack tendo o mesmo fim que o cara que ele viu naquela época, que era o que ele mais temia que acontecesse.
O filme termina com o Ennis morando sozinho num trailer, mas ainda apaixonado pelo Jack.
Agora alguns comentários...
Os traumas do Ennis em relação a homossexualidade e uma espécie de certeza que botaram na cabeça dele de que TODO gay vai ter um fim violento são bastante perceptíveis durante o filme todo. Mas isso é bem justificável levando em conta a história que ele viu quando era criança, né?
O Ennis simplesmente não se esquentava muito com nada. Tanto que ele nem parecia esconder que era bissexual. A tendência dele era mais curtir a vida e quem não concordasse com isso que ficasse sem concordar.
Uma curiosidade que a gente também vê é que o Ennis sente ciúmes só de homens: ele aceita que o Jack transe com mulheres, mas ele quer ser o único homem da vida dele.
Digo que é uma curiosidade porque a gente vê muitos homens héteros tendo a mesmíssima postura em relação às namoradas e esposas: ele nem liga se a namorada ou esposa transar com uma mulher, mas mata ela se ela transar com um homem...
Bom, EU não tenho namorado. Mas se eu soubesse que ele transou com um homem ou com uma mulher, pra mim seria a mesma coisa. Embora eu já tenha visto muitos gays dizendo que aceitariam uma coisa, não aceitariam a outra e tal... Bom, aí é um posicionamento pessoal de cada indivíduo.
Mas uma coisa que muitos devem tá pensando é quantos Ennis e quantos Jacks que a gente conhece, né? O que não falta em qualquer lugar do Mundo é homem que casa com uma mulher, tem filhos com ela e quase sempre dá umas escapadinha com outro homem (ou outros homens).
O 3º personagem que é retratado no filme vivendo dessa forma (o marido da amiga da esposa do Jack) mostra bem o quanto isso é comum. Talvez até seja mais comum no meio cristão e no meio muçulmano.

Bom, até Setembro!

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ABU NUWAS 747?-814

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico homossexual: o poeta e humorista persa Abu Nuwas.
Sobre o início da vida dele, existem muito mais teorias do que certezas...
O Abu nasceu num ano incerto. 756 parece ser o mais provável. Mas alguns historiadores também falam em 747 e 762. Do dia e do mês, então, nem se tem ideia.
Também não há muita concordância sobre o lugar onde ele nasceu. Mas a maioria das evidências dão a entender que foi numa cidade chamada Ahvaz, que atualmente pertence ao Irã.
Bom, o nome todo dele era Abu Nuwas al-Hasan ibn Hani al-Hakami. Mas geralmente ele é chamado de forma simplificada de Abu Nuwas.
Ele aparentemente nasceu de um caso superficial que a mãe dele, uma costureira persa, teve com um soldado árabe. E ela deu ele a um beduíno quando ele ainda era criança.
De alguma forma, o Abu foi parar em Baghdad. E ali, ele começou a divertir o público no meio das praças, recitando poemas cômicos, em que os personagens quase sempre se envolviam em situações sexuais (geralmente mencionando masturbação e homossexualidade masculina) e bebedeiras causadas por vinho.
Ele também deixava claro o desejo sexual que sentia por homens.
Embora o povo comum morresse de rir com as histórias que o Abu contava na rua, alguns dos poemas dele começaram a satirizar os poderosos de Baghdad na época. E por volta do ano 790, ele começou a receber ameaças de morte, sendo forçado a fugir pro Egito.
Ele voltou pra Baghdad em 809. Mas as constantes provocações dele contra os poderosos da época voltaram a incomodar a classe alta da sociedade. E o próprio Califa Al-Amin mandou prender ele.
Tentando ganhar o perdão das autoridades, o Abu passou a escrever poemas religiosos, glorificando os ensinamentos muçulmanos. Mas isso não convenceu ninguém.
Ele morreu na prisão, num dia incerto do ano 814.
Até hoje, o Abu é considerado um dos maiores poetas populares do Oriente Médio.

Today we’ll talk a little about another homosexual historical figure: the Persian comedian and poet Abu Nuwas.
We know much more theories than confirmed events in his early years…
He is supposed to have been born in 756. But some historiographers say he was born in 747 or 762.
About his birthplace nothing is completely confirmed either. But most evidence suggests that it was a town called Ahvaz, which currently belongs to Iran.
Well, his full name was Abu Nuwas al-Hasan ibn Hani al-Hakami. But he is usually called in a simplified way Abu Nuwas.

Abu nació aparentemente de un caso superficial que su madre, una costurera pérsica, tuvo con un soldado árabe. Y ella le dio a un beduino, cuando él todavía era un niño.
De alguna manera, él llegó a Bagdad. Y allí, comenzó a entretener a la audiencia en medio de las plazas, recitando poemas cómicos. Sus personajes casi siempre estaban ocupados en situaciones sexuales (por lo general conectadas con masturbación y homosexualidad masculina) y en embriaguez causada por el vino.
Abu también dejaba en claro que él sentía un fuerte deseo sexual por los hombres.

Alcune delle poesie di Abu hanno cominciato una satira contro i ricchi di Baghdad della sua epoca. E intorno all’anno 790, ha cominciato a ricevere minacce di morte, essendo costretto a fuggire in Egitto.
Lui è tornato a Baghdad nel 809. Ma le sue continue provocazioni contro i ricchi dell’epoca li hanno infastidito di nuovo. E il Califfo Al-Amin ha ordinato ai suoi soldati di arrestarlo.
Cercando di ottenere il perdono delle autorità, Abu ha cominciato a scrivere poesie religiose che glorificavano gli insegnamenti islamici. Ma nessuno ci credeva.
Lui è morto in carcere, in un giorno incerto del 814.
Fino ad oggi, Abu è considerato uno dei più grandi autori della poesia popolare del Medio Oriente.

Até!

terça-feira, 26 de agosto de 2014

MAIS UMA VOZ A FAVOR DOS GAYS NA ITÁLIA

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no cantor e compositor italiano Raf.
Raffaele Riefoli nasceu na Puglia, em 29 de Setembro de 1959.
Desde adolescente, ele sempre foi chamado pelos amigos e pela família de Raf. Então, quando começou a carreira artística, ele decidiu usar esse apelido como nome artístico.
Ele sempre gostou de música, só que pensava em ser arquiteto na adolescência. Mas, depois dessa fase, resolveu investir na carreira musical mesmo.
Em 1977, o Raf se mudou pra Inglaterra, onde formou com o amigo Ghigo Renzulli o grupo musical Cafè Caracas. E foi dali pra frente que ele seguiu com cantor, voltando pra Itália poucos anos depois.
Em 1984, ele partiu pra carreira solo, lançando o disco Self Control, com músicas em Inglês. Mas depois disso, passou a cantar mais em Italiano.
Talvez o Raf seja mais conhecido no Brasil por ter gravado a música Mi Rubi L’Anima, em 1993, em dueto com a Laura Pausini no 1º CD que ela gravou.
Em 1996, o Raf se casou com a atriz Gabriella Labate. E tão juntos até hoje.
Ainda em 1996, eles tiveram 1 filha, chamada Bianca. E no ano 2000, eles tiveram 1 filho, chamado Samuele.
Em Setembro de 2008, o Raf deu uma entrevista se posicionando a favor dos direitos dos homossexuais e bissexuais. E ali ele falou contra aquela ideia defendida por conservadores de que quem não é hétero é uma ameaça à família tradicional.

Oggi parleremo un po’ del cantante e compositore italiano Raf.
Raffaele Riefoli è nato in Puglia, il 29 Settembre del 1959.
Da adolescente, lui è stato sempre chiamato Raf dai suoi amici e familiari. Così, quando ha iniziato la sua carriera artistica, ha deciso di usare quel soprannome come il suo nome d’arte.
Lui ha sempre amato la musica, ma pensava di essere un architetto nella sua adolescenza. Ma, dopo questa fase, ha deciso di investire in una carriera musicale.

In 1977, Raf moved to England. And there he formed the musical group Cafè Caracas with his friend Ghigo Renzulli (from then on he has followed his singing and he moved back to Italy a few years later).
In 1984, he started his solo career, releasing the album Self Control, with songs in English. But after that, he began to sing more in Italian.
In 1993, he recorded the song Mi Rubi L’Anima, a duet with Laura Pausini on the 1st CD recorded by her.

En 1996, Raf se casó con la actriz Gabriella Labate. Y están todavía juntos.
También en 1996, ellos tuvieron 1 hija, llamada Bianca. Y en 2000, tuvieron un hijo, llamado Samuele.
En Septiembre de 2008, Raf dio una entrevista posicionándose en favor de los derechos de los homosexuales y bisexuales. Y en dicha entrevista habló en contra de aquella idea defendida por los conservadores de que cualquier persona que no es heterosexual es una amenaza contra la familia tradicional.

Até!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

YU HUANG e FU SHI

YU HUANG

Também conhecido pelos nomes de Tian Gong, Yu Huang Dadi e Yu Huang Shangdi, Esse é considerado o atual Deus Supremo do Taoismo. E assim, Ele é o Imperador dos Deuses Taoistas.
Pela maior parte das tradições taoistas, nos tempos mais antigos Yu Huang era o ajudante de Yuanshi Tianzun, o 1º Deus Supremo. E quando Esse decidiu deixar o Governo do Mundo, entregou o Trono a Yu Huang, que assim se tornou o novo Deus Supremo, passando a usar o título de “Imperador de Jade”.
Antes de assumir esse posto, Yu Huang reuniu poder e sabedoria durante 226800000 anos.
Os taoistas acreditam que algum dia, talvez daqui a muitos milhões de anos, Ele vai fazer o mesmo que Yuanshi Tianzun e entregar o Governo do Mundo a outro deus.
Envolto numa aura de amor e sabedoria, Yu Huang acolhe os pobres, os deficientes físicos e todas as pessoas que foram excluídas pelo grupo de que faziam parte.
Ele ensina que todos os seres vivos devem ser tratados com benevolência e respeito, desde o mais evoluído dos seres humanos até o mais primitivo dos animais.
Yu Huang deve ser louvado como o Deus Supremo e invocado basicamente pra conseguir proteção (principalmente pra quem se sente abandonado) e derrotar entidades maléficas.

Also known as Tian Gong, Yu Huang Dadi and Yu Huang Shangdi, This is considered the current Supreme Deity of Taoism. And so, He is the Emperor of the Taoist Gods.
According to most of the taoist traditions, at the beginning of the ages Yu Huang used to help Yuanshi Tianzun, the 1st Supreme God. And when He decided to stop ruling the World, He gave up the Throne to Yu Huang, who thus became the new Supreme God. Or the “Jade Emperor”.
Before assuming that position, Yu Huang acquired power and wisdom for 226800000 years.
Taoists believe that someday, maybe in many millions of years, He’ll do the same as Yuanshi Tianzun and pass the Government of the World to another god.
Having an aura of love and wisdom around Him, Yu Huang welcomes the poor, the disabled and all the people who were excluded by the group to which they belonged.
He teaches that all living beings should be treated with kindness and respect, from the most evolved human being to the most primitive animal.
Yu Huang should be worshipped as the Supreme God and called primarily to achieve protection (especially for those who feel abandoned) and defeat evil entities.

También conocido como Tian Gong, Yu Huang Dadi y Yu Huang Shangdi, Este es considerado la actual Deidad Suprema del Taoísmo. Y así, El es el Emperador de los Dioses Taoístas.
Según la mayoría de las tradiciones taoístas, al comienzo de los tiempos, Yu Huang ayudaba a Yuanshi Tianzun, el primer Dios Supremo. Y cuando El decidió dejar de gobernar el Mundo, entregó el Trono a Yu Huang, quien se convirtió así en el nuevo Dios Supremo. O el “Emperador de Jade”.
Antes de asumir ese cargo, Yu Huang adquirió poder y sabiduría por 226800000 años.
Los taoístas creen que algún día, tal vez en muchos millones de años, El hará lo mismo que Yuanshi Tianzun y dará el Gobierno del Mundo a otro dios.
Teniendo amor y sabiduría en torno a El, Yu Huang da la bienvenida a los pobres, a los discapacitados y a todas las personas que fueron excluidas por el grupo al que pertenecían.
El enseña que todos los seres vivos deben ser tratados con amabilidad y respeto, desde el ser humano más evolucionado hasta el animal más primitivo.
Yu Huang debe ser adorado como el Dios Supremo y llamado específicamente para proporcionar protección (especialmente para aquellos que se sienten abandonados) y para derrotar a entidades malignas.

Conosciuto anche come Tian Gong, Yu Huang Dadi e Yu Huang Shangdi, Questo è considerato l’attuale Divinità Suprema del Taoismo. E così, Lui è l’Imperatore degli Dei Taoisti.
Secondo la maggior parte delle tradizioni taoiste, all’inizio dei tempi, Yu Huang aiutava Yuanshi Tianzun, il primo Dio Supremo. E quando Lui ha deciso di smettere di governare il Mondo, ha dato il Trono a Yu Huang, che è diventato così il nuovo Dio Supremo. O “l’Imperatore di Giada”.
Prima di assumere tale posizione, Yu Huang ha acquisito potere e saggezza per 226800000 anni.
Taoisti credono che un giorno, forse in molti milioni di anni, Lui farà lo stesso che Yuanshi Tianzun e passerà il governo del Mondo ad un altro dio.
Con un alone di amore e saggezza intorno a Lui, Yu Huang accoglie i poveri, i disabili e tutte le persone che sono state esclusi dal gruppo a cui appartenevano.
Lui insegna che tutti gli esseri viventi devono essere trattati con gentilezza e rispetto, dall’essere umano più evoluto all’animale più primitivo.
Yu Huang deve esser adorato come il Dio Supremo e chiamato in primo luogo per dare protezione (soprattutto per coloro che si sentono abbandonati) e sconfiggere le entità malvagie.
FU SHI

Esse é visto basicamente como um deus que veio à Terra pra civilizar os humanos.
As atividades de caça (com a intenção de obter alimento), pesca (com a intenção de obter alimento) e culinária são consideradas propriedades de Fu Shi.
O culto dele está fortemente associado ao culto da deusa Nu Kua.
Há quem acredite que Fu Shi já viveu em forma humana, tendo sido um imperador que governou a China em algum momento do século XXIX ou XXVIII a.C. Ele teria morrido com uma idade muito avançada (entre 100 e 150 anos) e, depois da morte, teria passado a ser louvado como deus.

Fu Hsi is basically seen as a god who came to Earth to civilize humans.
Hunting and fishing activities (with the intention of obtaining food) and cooking activities belong to him.
Fu Hsi’s worship is strongly connected with Nu Kua’s.
Some believe that Fu Hsi once lived in human form as an emperor who ruled China at some point around the 29th and the 28th centuries B.C. He is supposed to have died very old (perhaps at 150) and, after death, would come to be worshipped as a god.

Fu Hsi es, básicamente, visto como un dios que vino a la Tierra para civilizar a los seres humanos.
Actividades de caza y pesca (con la intención de obtener alimentos) y actividades de cocina pertenecen a él.
La adoración a Fu Hsi está fuertemente conectada con la adoración a Nu Kua.
Algunos creen que Fu Hsi ya vivió en forma humana, como un emperador que gobernó China en algún momento alrededor de los siglos XXIX y XVIII antes de Cristo. Se supone que se murió muy viejo (quizás cuando tenía 150 años) y, después de su muerte, vino a ser adorado como un dios.

Si vede Fu Hsi fondamentalmente come un dio che è venuto a Terra volendo civilizzare gli esseri umani.
La caccia e la pesca (con l’intenzione di mangiare) e le attività di cottura appartengono a lui.
Il culto di Fu Hsi è fortemente connesso con il culto di Nu Kua.
Alcuni credono che Fu Hsi ha già vissuto in forma umana come un imperatore che ha governato la Cina a un certo punto intorno ai secoli XXIX e XXVIII a.C. Si suppone che sia morto molto vecchio (forse quando aveva 150 anni) e, dopo la morte, sarebbe venuto ad esser adorato come un dio.

COMEMORANDO O DIA DO SOLDADO

E já que hoje, 25 de Agosto, é comemorado o Dia do Soldado, vamos lembrar aqui de um filme de temática gay sobre isso: Sargento Garcia.
O filme foi inspirado num conto do Caio Fernando de Abreu e adaptado pro cinema pelo Tutti Gregianin, que começou a projetar isso ainda no final dos anos 90.
O ator Gedson Castro, que interpretou o personagem Hermes, tinha ainda 17 anos quando o filme começou a ser produzido. E como ele tinha que aparecer numa cena de nu frontal e depois numa cena de sexo, tiveram que esperar até ele fazer 18 pra poder começar a gravar o filme.
E assim, Sargento Garcia foi lançado em Agosto do ano 2000.
O filme começa mostrando um garoto brincando com os amigos. E por outras cenas que vemos mais tarde (cenas assim aparecem ao longo do filme todo), ficamos sabendo que isso são lembranças de infância do personagem Hermes.
Logo depois, vemos um grupo de rapazes nus sendo avaliados por um sargento num quartel, nos anos 70.
Esse sargento comete aquelas costumeiras humilhações contra os soldados. Mas ele se prende mais a um rapaz chamado Hermes, que responde a ele com medo, mas tentando se controlar.
Enquanto responde as perguntas do sargento, o Hermes pensa na vida pessoal dele, querendo trabalhar como artista plástico e tendo essa ideia rejeitada pela família, se masturbando na cama de madrugada quando não consegue dormir, lamentando a total falta de amigos na vida dele...
Ao saber que o Hermes vai cursar Filosofia, o sargento visivelmente se surpreende. Mas tudo o que ele faz é dispensar o garoto do serviço militar, enquanto esfrega na cara dos outros rapazes que o Hermes não pertence ao mundo deles, mas tem um destino melhor esperando por ele.
Aparentemente alguns minutos depois, enquanto o Hermes volta pra casa, o sargento chega de carro e para ao lado dele, oferecendo uma carona.
Até ali, o sargento tinha exigido ser chamado pelo Hermes de “Meu Sargento”. Mas a partir dali, pede pra ser chamado de “Garcia”.
Ele deixa claro que admira pessoas mais cultas e eruditas, mas também explica que não entende nada de cultura e que sabe que o caminho que ele segue é outro.
Aí ele convida o Hermes pra ir a um certo lugar, enquanto começa a passar a mão no saco do garoto e fazer o garoto passar a mão no saco dele.
O Hermes pede um cigarro ao Garcia, demonstrando ter uma certa admiração pela forma como o sargento fuma sem se incomodar com a fumaça. Mas, na 1ª tragada, o garoto começa a tossir...
Uma cena de flashback mostra que ele não tem boas experiências com cigarro, já que, quando ele era mais novo, o pai dele obrigava ele a fumar pra ele “provar que era homem”.
De qualquer forma, ele topa ir com o Garcia pro tal lugar que ele sugeriu, que é simplesmente um motel pobre, administrado por um travesti.
Pelo papo do Garcia com o travesti, ele parece frequentar o lugar sempre, acompanhado por rapazes.
Bom, eles vão pro quarto e, em meio a muitos beijos, o Hermes dá a bunda pro Garcia.
Mas foge assustado logo depois que eles terminam de transar.
Ele chega no meio de uma praça, onde encontra estátuas de deuses do Helenismo. E chegando à conclusão de que a vida dele mudou dali pra frente, lembrando do Garcia fumando, ele declara:

“Amanhã sem falta eu começo a fumar.”

Bom, os problemas que o Hermes enfrenta são bem costumeiros de qualquer gay adolescente: o pai tentando forçar ele a “virar macho”, a família querendo impedir ele de trabalhar numa profissão que eles consideram “coisa de viado”, a dificuldade em encontrar amigos, a masturbação usada pra acalmar ao mesmo tempo o desejo sexual e a incerteza sobre o futuro, a vontade de ser mais forte, a satisfação misturada com espanto total quando acaba de ter a 1ª experiência sexual...
Já os problemas que o Garcia enfrenta são costumeiros do gay que teve que se embrutecer pra não ser pisado: ele sabe que existe uma erudição no Mundo que ele nunca alcançou e nunca vai conseguir alcançar porque ele enveredou por outro caminho e agora já chegou longe demais pra voltar atrás, ele admira essa cultura e as pessoas que se dedicam a ela, ele tem que manter uma imagem de autoritarismo em todas as situações menos quando tá se relacionando com algum parceiro sexual, ele tem uma vida sexual que tem que ser vivida 100% escondida...
Enfim, os 2 personagens são extremamente realistas, né? Eu aposto que muita gente com esses 2 tipos de experiência de vida já passou aqui pelo blog. Sem falar nos que a gente encontra pessoalmente por aí.
Mas o que chama a atenção no caso do Garcia é quantos homossexuais e bissexuais militares se encontram exatamente na mesma situação dele, né?
Outra curiosidade do filme é a libertação que o Hermes encontra ao ficar diante das imagens de deuses que não odeiam os homossexuais nem condenam os homossexuais, ao contrário do deus judaico-cristão.
Podemos entender que nessa cena ele se liberta da repressão do Cristianismo e aí vai viver as alegrias e tristezas da vida dele (lembrando que TODOS os estilos de vida que existem vêm com alegrias e tristezas incluídas: não há como fugir disso), e não o que a família dele escolheu pra ele viver contra a vontade dele.

Bom, até mais!

sábado, 23 de agosto de 2014

E GRUDADOS EM ‘FRANKENSTEIN JR.’...

Oi!!!

Como o post precedente foi sobre Frankenstein Jr., esse vai ser sobre The Impossibles.
Nos anos 60, foi mais ou menos comum a Hanna-Barbera lançar seriados em par. Ou seja, os capítulos sobre a história de um herói eram lançados literalmente junto com os capítulos da história de outro herói (embora eles nunca se encontrassem na história).
E foi exatamente o que aconteceu com The Impossibles: foi lançado em par com Frankenstein Jr. E acabou se saindo melhor, já que, enquanto Frankenstein Jr. teve só 18 capítulos, The Impossibles teve 36.
Clique aqui pra ver a abertura do seriado:


Mais cômico, menos violento, com uma história menos consistente e aparentemente voltado prum público mais novo que o de Frankenstein Jr., The Impossibles é uma sátira aos grupos de rock dos anos 60.
A história gira em torno de 3 cantores e guitarristas pós-adolescentes chamados Coily, Fluey e Multi, que formam o grupo de rock The Impossibles.
Só que eles podem se transformar respectivamente nos heróis Coil-Man, Fluid-Man e Multi-Man, que formam um grupo chamado... The Impossibles também!
É. Eles usam o mesmo nome quando tão transformados e quando não tão. E o mais engraçado é que alguns capítulos dão a entender que as aparências de guitarristas são identidades secretas deles.
Querem ver uma coisa com menos sentido ainda? Eles se transformam na frente da plateia durante os shows deles. Então, como é que podem ter uma coisa chamada “identidades secretas”?
Mas enfim: aparentemente nas guitarras de todos eles tem uma espécie de transmissor que permite que o chefe deles entre em contato com eles e avise quando algum inimigo tá planejando algum crime. Mas geralmente é a guitarra do Coily que é mais usada pra isso.
Bom, quando tão transformados, o Coil-Man tem o poder de transformar os braços e pernas dele em molas inquebráveis que podem se esticar quase infinitamente, o Fluid-Man pode transformar o corpo todo dele (ou só alguma parte do corpo, se ele quiser) em água ou vapor e Multi-Man pode criar várias cópias dele mesmo.
Nada é revelado sobre a vida pessoal de nenhum dos 3 (quando não tão transformados, eles são mostrados sempre apenas cantando e tocando as guitarras deles). Nem é explicado como nem por quê eles adquiriram os poderes deles.
Os vilões que eles enfrentam são quase sempre cientistas loucos e com tendências criminosas que usam roupas bizarras, no estilo ‘inimigos do Batman’ rs. E alguns chegam a aparecer em mais de 1 capítulo.
O seriado foi lançado no Brasil com o título traduzido de Os Impossíveis.

The precedent post is about Frankenstein Jr. Then, these one will be about The Impossibles.
In the 60s, Hanna-Barbera quite often released TV animated series in pairs. Ie, the episodes about the adventures of a hero were released literally together with the episodes about the adventures of the other hero (though they never met each other in the story).
And that’s exactly what happened to The Impossibles: it was released in pair with Frankenstein Jr. And it did better, because while Frankenstein Jr. had only 18 episodes, The Impossibles had 36.
The Impossibles is more comical, less violent, has a less consistent story and apparently was supposed to have a younger audience than Frankenstein Jr.’s. And it’s a satire of rock groups of the 60s.
You can click on the link above to watch the opening.

La historia de The Impossibles (1966), conocido en algunos países hablantes de Español como Los Imposibles, gira en torno a 3 cantantes y guitarristas post-adolescentes llamadados Coily, Fluey y Multi, que forman la banda de rock The Impossibles. Pero pueden transformarse en el grupo de los héroes Coil-Man, Fluid-Man y Multi-Man, llamados colectivamente... ¡The Impossibles!
Sí. Utilizan el mismo nombre en ambas situaciones. Y lo curioso es que algunos capítulos sugieren que sus formas de cantantes y guitarristas son sus identidades secretas.
¿Quieren ver algo con aún menos sentido? Ellos se transforman en frente de la audiencia durante sus shows. Así que, ¿cómo pueden tener una cosa llamada “identidad secreta”?

In The Impossibles (1966), conosciuto in Italia come Gli Impossibili, Coil-Man ha il potere di trasformare le sue braccia e le sue gambe in molle infrangibili che possono allungarsi quasi all’infinito, Fluid-Man può trasformare tutto il suo corpo (o solo alcune parti del suo corpo, se lo vuole) in acqua o vapore e Multi-Man può creare tantissime copie di sé stesso.
Loro non rivelano nulla sulle loro vite personali (quando non sono trasformati, vengono sempre visualizzati solo cantando e suonando le loro chitarre). E nessuno spiega mai come o perché loro hanno ottenuto i loro poteri.
I cattivi che loro combattono sono quasi sempre degli scienziati pazzi con tendenze criminali che indossano abiti bizzarri (qualcosa come i nemici di Batman, capito?rs). E alcuni di loro possono essere visti in più di 1 episodio.
A quanto pare, nelle chitarre dei 3 eroi c’è una specie di trasmettitore che permette il loro capo a fare contatto con loro e notificare quando un nemico sta progettando un nuovo crimine. Ma di solito la chitarra di Coil-Man è la più usata per farlo.

Até!

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

UM PLÁGIO DE ‘GIGANTOR’?

Oi!!!

Hoje a gente vai lembrar aqui de um seriado lançado pela Hanna-Barbera nos anos 60: Frankenstein Jr.
Voltado evidentemente pro público infantil, o seriado estreou em 10 de Setembro de 1966. E teve ao todo 18 capítulos, cada um com uma média de 6 a 7 minutos.
Os heróis do seriado são um cientista identificado apenas como Professor Conroy, o filho dele chamado Buzz (um garoto superdotado com grandes conhecimentos científicos, que na versão brasuca teve o nome mudado pra Bob) e o robô gigante do garoto chamado Frankenstein Jr.
Bom, a origem do personagem-título só é explicada na própria abertura do desenho, onde é mostrado o garoto cientista construindo o robô.
Clique aqui pra ver:


Aliás, o desenho tem capítulos independentes uns dos outros, ou seja, se você chegar a ver 1 só, você não deixa de entender a história porque não viu os outros.
O tema do seriado gira em torno de vilões fora do comum (feiticeiros, extraterrestres ou simplesmente cientistas de aparência bizarra) que criam robôs gigantes ou monstros gigantes e usam eles pra tentar dominar a Terra.
Alguns desses monstros são seres sobrenaturais criados através de magia, outros são mutantes criados em laboratório, outros são criaturas pré-históricas ressuscitadas e outros são pessoas ou animais comuns que foram agigantados e enfurecidos.
Quanto aos vilões que criam eles, quase todos já parecem ser conhecidos pela Família Conroy, que não demonstra grande surpresa ao ver nenhum deles armando um novo plano pra dominar a Terra.
Mas enfim: quando vê que um desses perigos se aproxima, o Buzz procura a ajuda do Frankenstein Jr., que passa a maior parte do tempo fechado dentro de uma espécie de armário gigante no laboratório dele.
Pra isso, o garoto dispara um raio com um anel computadorizado que ele sempre usa na mão na direção do ‘armário’. E isso abre o ‘armário’ e acorda o robô, que sempre bate um punho contra o outro quando quer se recarregar.
E subindo nas costas do Frankenstein Jr., o Buzz vai enfrentar a criatura gigante e prender o criador dela.
O robô possui uma série de poderes, que são acionados pelo próprio Buzz, ao manipular um painel de controle na nuca da sua criação.
O seriado foi cancelado definitivamente depois do 18º capítulo. Mas os motivos do cancelamento nunca ficaram muito claros... Alguns dizem que tiveram muitos pais e mães reclamando do excesso de violência apresentado no desenho e outros dizem que o desenho foi acusado de ser um plágio do seriado Gigantor (1956), que também mostrava um garoto que controlava um robô gigante com superpoderes.

Today we’ll talk a little about an animated series released by Hanna-Barbera in the 60s: Frankenstein Jr.
Its debut was on September 10th, in 1966. And it had 18 episodes.
The heroes of the show are a scientist identified only as Professor Conroy, his precocious son named Buzz and the boy’s vastly powerful giant robot named Frankenstein Jr.
Well, the title-character’s origin is only explained in the opening of the show itself. There, we see the scientist-boy building his robotic friend.
You can click on the link above to see it.
Incidentally, the series episodes are independent of each other. If you watch only one of them you can understand it easily even if you haven’t seen the others.

Il tema di Frankenstein Jr. (1966) sono dei cattivi bizzarri (maghi, alieni o semplicemente scienziati bizzarri) che creano robot giganti e mostri giganti e li usano per cercare di conquistare la Terra.
Alcuni di questi mostri sono esseri soprannaturali creati da magia, altri sono mutanti creati in laboratori, altri sono creature preistoriche resuscitate e altri sono persone o animali comuni che sono stati fatti giganteschi e arrabbiati.
E circa i cattivi che li creano, quasi tutti sembrano essere già conosciuti dalla Famiglia Conroy, che non mostra sorpresa quando vede uno di loro cercando di conquistare la Terra.
Lo show è stato definitivamente cancellato dopo l’episodio 18. Ma i motivi dell’annullamento non sono mai stati molto chiari... Alcuni dicono che ci sono stati molti genitori parlando contro l’eccessiva violenza mostrata nel serial. E altri dicono che lo show è stato accusato di essere un plagio della serie Gigantor (1956), che ha anche mostrato un ragazzino che controllava un gigantesco robot superpotente.

Cuando Buzz ve que algún villano ha creado un monstruo gigante o robot gigante, busca la ayuda de Frankenstein Jr., que pasa la mayor parte de su tiempo encerrado en un tipo de armario gigante en su laboratorio.
Para ello, el niño dispara un rayo con un anillo computarizado que siempre lleva en su mano en el “armario”. Y eso abre el “armário” y despierta el robot, que siempre bate un puño contra el otro para su propia recarga.
Y levantándose en la parte posterior de Frankenstein Jr., Buzz se va a enfrentar a la criatura gigante y hacer el arresto de su creador.
El robot tiene una serie de poderes, que se activan por el propio Buzz, manipulando un panel de control en la nuca de su creación.

Até!