quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

POR QUE EU DEVERIA AJUDAR ALGUÉM QUE “SE PERDE NA SUBJETIVIDADE”?

Oi!!!

Fechando o mês, o site de utilidade pública que eu vou linkar aqui é o do Napes. Lá vai:

http://napes.skyrock.com/

Vou fazer esse texto só em Português porque acho que ele tem mais a ver com a nossa realidade aqui.
Há um tempinho atrás, vi uma discussão sobre as pessoas racionais terem a função de puxar as pessoas sentimentais de volta pra realidade. Estavam dizendo que, se a pessoa sentimental não receber esse puxão de vez em quando, ela acaba se perdendo na subjetividade...
Eu fiquei pensando: será que pessoas subjetivas merecem que a gente ajude elas?
Pra início de conversa, o que seria uma pessoa subjetiva?
Simplificando, como ‘subjetivo’ é o oposto de ‘objetivo’, acho que já dá pra entender do que se trata, né? Mas vamos ver na prática.
Em exemplos simples, vamos dizer que é aquela pessoa que fala “A” pra conseguir B. Ou que, se você faz uma pergunta a ela, ela responde “Sim!” querendo que você entenda “Não!” (ou vice-versa). Mas há exemplos mais profundos. E piores!
Um exemplo de pessoa subjetiva é aquela criatura que precisa ficar falando meia hora pra dizer uma coisa que podia ser resumida numa única frase. E ela quer que você continue parado ali prestando atenção nela.
Outro exemplo é aquela criatura que tá num elevador com outras pessoas, salta no andar dela, aí vira pra outra pessoa que estava com ela e fala:

“Ah, esqueci de te dar um negocinho aqui! Espera aí que eu vou procurar na minha bolsa!”

Aí ela fica segurando a porta do elevador, passa 1 minuto, 2 minutos, 3 minutos... E ela lá mexendo na bolsa. E se alguém no elevador reclamar e pedir pra ela soltar a porta, ela ainda acha um absurdo que estejam reclamando!
Bom, quais são as situações com que você esbarra todo dia se você tem o azar de conviver com uma pessoa subjetiva? Vamos ver algumas:
Ela combina uma coisa com você, você começa a se mobilizar pra fazer essa coisa que ela disse que queria e, uns 15 minutos depois, ela chega pra você sem nenhum motivo lógico e fala:

“Sabe o que eu tava pensando? Em vez de fazer isso era melhor fazer aquilo!”

Aí você começa a se mobilizar pra fazer aquilo. Só que mais 15 minutos depois, ela volta e fala:

“Sabe o que eu tava pensando? Em vez de fazer aquilo era melhor fazer aquilo outro!”

Mais 15 minutos depois:

“Sabe o que eu tava pensando? Em vez de fazer aquilo outro era melhor fazer não sei o quê!”

Mais 15 minutos depois:

“Sabe o que eu tava pensando? Em vez de fazer não sei o quê era melhor fazer não sei mais o quê!”

E por aí vai,
Em outra situação, ela chega pra você e fala:

“Estou precisando de você URGENTÍSSIMO na cozinha!!!”

Aí, você para o que você estava fazendo e começa a andar atrás dela na direção da cozinha. Só que ela dá 2 ou 3 passos, olha pro lado, para, pega lá um objeto qualquer, mostra pra você e fala:

“Já viu isso aqui, que bonitinho? Eu vi no outro dia que tinha esse desenhozinho aqui do lado que eu nunca tinha percebido!”

Esse é que é o “URGENTÍSSIMO” dela, né?
Ou então, ela diz que está precisando de você pra arrumar o armário do quarto dela. Mas uns 10 minutos depois que ela começa a arrumar o armário, ela encontra lá dentro uma caixa de fotos antigas. Aí fala:

“Vamos ver foto?”

Pronto! A arrumação do armário já foi pro espaço! Ela mostra a você a 1ª foto, a 2ª, a 3ª, a 10ª, a 100ª... E cada foto que ela mostra a você ali ela mostra com um entusiasmo, como se estivesse mostrando algum quadro original do Museu do Louvre.
Mais de 1 hora depois, com a arrumação do armário não tendo saído nem 1 centímetro do lugar, você já está quase dormindo e ela ainda está lá:

“Olha que lindinho!!! O fulaninho tomando mamadeira quando ele tinha 3 anos!!!”

Outro exemplo é se você estiver atrasado pra sair e ela estiver limpando ou arrumando alguma coisa, como um copo, que seja, ela vai responder:

“Espera só um minutinho que eu vou lavar esse copo.”

Passam-se 5 minutos, você reclama e ela responde:

“Só mais um minutinho!”

Passam-se mais 5 minutos, você reclama, lembra a ela que você está atrasado e ela responde de novo:

“Só mais um minutinho! Que coisa! Não sabe esperar, não?”

Passam-se mais 5 minutos, você reclama, lembra a ela de novo que você está atrasado e ela responde:

“Nossa! Você não tem paciência pra nada!”

Ou, se você está com ela num lugar público, ela está falando com alguém que deu conversa a ela ali e você está com pressa porque ainda tem que passar em outro lugar. Aí, você vai lá e chama ela a 1ª vez. E ela responde que já vai e continua lá falando, falando, falando, falando, falando...
Passam-se 10 minutos, você vai lá e lembra a ela que está com pressa. E ela responde que já vai e continua lá falando, falando, falando, falando, falando...
Passam-se mais 10 minutos, você vai lá, mostra a ela as horas no relógio e lembra a ela de novo que você está com pressa. E ela responde que já vai e continua lá falando, falando, falando, falando, falando...
Bom, o que é que a gente vê em todas essas situações? Que não só ela deixa de fazer outra coisa mais importante que tinha que fazer como ela também começa a atrasar você e a atrasar as demais pessoas que por acaso estejam ali na hora. Sim, porque todo mundo tem outras coisas pra fazer.
Vamos lembrar que, se você encontra uma pessoa assim MUITO de vez em quando, raramente você vê, talvez você até ria ou ache graça da falta de noção dela. Mas se você conviver com esse estorvo todo dia, tendo que aturar VÁRIAS situações desse tipo a cada dia, com a incapacidade dela em prestar atenção no que é mais importante enquanto ela perde tempo e atrasa os outros com detalhes inúteis, aí eu acho muito pouco provável que depois de 1 mês de convivência você ainda ache alguma graça dela. A tendência é ela começar a irritar você cada vez mais com isso.
Então, eu sou racional. Mas eu deveria ajudar uma mala sem alça desse tipo a não se perder na subjetividade? Pra quê?
Em 1º lugar, vai ser um esforço inútil. Porque, evidentemente, essa é uma criatura movida a emocionalismo. E a gente sabe que quem é movido a emocionalismo nem sequer para pra ouvir as coisas que você tenta explicar. É o tipo de criatura que entende só o que ela quer entender e acabou.
Em 2º lugar, com toda a sinceridade, eu não me vejo na obrigação de ajudar uma criatura tão chata, tão incômoda e tão insuportável. Ela que aprenda a ser mais racional. E se não sabe ser racional a única coisa que eu posso fazer é dar uma dica: pensar nas consequências do que vai falar antes de falar e pensar nas consequências do que vai fazer antes de fazer são uma ótima fórmula pra não fazer merda.
Fica aí algo pra refletir.

Eu volto em Março. Até lá!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

MITOLOGIA GREGA 2

O Príncipe Pélopes era um dos filhos do Rei Tântalo, soberano do Monte Sípilo, na Ásia Menor (atual Turquia).
O nome da mãe dele varia de acordo com as muitas versões de seu mito. Ela era chamada de Clície, Eurianassa, Euristanassa ou Euritemiste, de acordo com diferentes versões.
Devido a um desentendimento com o Rei de Tróia, o Tântalo, a esposa e os filhos foram expulsos do Monte Sípilo junto com os súditos deles, indo se refugiar na Hélade (parte continental da Grécia).
Como o Tântalo era filho de Zeus, ele era frequentemente convidado pras festas que os deuses davam no Monte Olimpo. E costumava levar junto com ele o Pélopes. Mas, quando a festa ia se aproximando do fim, o ex-Rei de Sípilo aproveitava quando ninguém estava vendo e mandava o Pélopes roubar os restos de comida e bebida que sobravam dos banquetes divinos, os quais ele levava pra dar de presente aos seus amigos humanos.
Irritados com o roubo de sua refeição divina, à qual os humanos comuns não tinham direito, os deuses proibiram o Pélopes de voltar ao Olimpo. Só o deus Posseidon é que, apesar do deslize do garoto, continuou protegendo ele.
Um dia, querendo testar o grande nível de conhecimento das divindades, o Tântalo esquartejou o Pélopes, colocou as postas dele em bandejas e serviu aos deuses como refeição durante uma festa. Ele queria ver se os seres divinos adivinhavam o que era aquilo.
Vendo logo de início do que se tratava, quase nenhum deus tocou na macabra refeição. E enquanto todos os outros olhavam furiosos pro insolente e perverso mortal, a deusa Deméter, na hora preocupada com problemas de sua filha Perséfone, acabou nem prestando atenção nas bandejas e, pegando sem perceber um ombro do garoto, comeu.
Apiedados do Pélopes pelo que o pai tinha feito com ele, os deuses reconstruíram o corpo do garoto e ressuscitaram ele, colocando um ombro de marfim no lugar do ombro original que ele tinha perdido.
Depois disso, impressionado com a beleza que o jovem Pélopes foi adquirindo conforme foi crescendo, Posseidon logo acolheu ele como amante pelo resto da vida.
Embora o Tântalo tivesse caído em desgraça e sido atirado ao Tártaro pelos deuses, o Pélopes continuou sendo servido pela luxuosa corte de súditos que vieram com eles do Monte Sípilo.
Mais tarde, o Pélopes soube que o Rei de Pisa, chamado Enômaos, tinha colocado a mão da filha Hipodâmia à disposição, sob uma condição: o pretendente tinha que fugir dele numa corrida de carruagens da cidade de Pisa até a cidade de Corinto. O pretendente ia correndo na frente com a carruagem dele e o rei perseguia ele atrás com outra carruagem, dando um golpe mortal no pretendente se conseguisse alcançar ele. E sempre conseguia!
Como quem se casasse com a Hipodâmia se tornava o herdeiro do Trono de Pisa, o Pélopes se candidatou à corrida e foi ao palácio do Enômaos. E logo na porta de entrada ele encontrou cravados os crânios dos 13 rapazes que o rei já tinha matado até ali na tal corrida, exibidos como troféus. Mas, mesmo assim, não desistiu.
Ao mesmo tempo, a Hipodâmia foi dominada por um desejo sexual irresistível quando viu o jovem lindo e ricamente vestido e decidiu que teria ele como marido. E assim, armou um plano com ele pra se livrar do pai e fazer o Pélopes vencer a corrida...
Não era novidade pra ninguém que o cocheiro do Enômaos, chamado Mírtilo, suspirava de tesão pela princesa. Então, o Pélopes e a Hipodâmia chegaram pra ele e disseram que, se ele sabotasse a carruagem do rei, em troca a Hipodâmia iria com ele pro quarto e faria tudo o que ele quisesse fazer com ela.
Aceita a condição, quando o Enômaos saiu correndo com a carruagem dele em altíssima velocidade em perseguição à carruagem do Pélopes, o veículo do rei não demorou a se partir em pedaços, fazendo ele cair e morrer despedaçado.
E assim, o Pélopes se casou com a Hipodâmia e se tornou o novo Rei de Pisa.
Dias depois, o Pélopes foi passear com a Hipodâmia de carruagem, apenas na companhia do Mírtilo. E quando passaram por um lugar deserto e muito quente, o rei decidiu parar um pouco e foi procurar água potável pra beber. Mas, quando voltou, ouviu furiosas queixas da esposa, afirmando que o Mírtilo tinha tentado estuprar ela enquanto ele estava ausente, enquanto o cocheiro afirmava que a Hipodâmia é que tinha se oferecido pra ele e que só não aconteceu nada porque ele não quis.
Nunca se soube quem dizia a verdade aí. Mas o Pélopes preferiu acreditar na Hipodâmia. E matou o Mírtilo, aproveitando a oportunidade pra silenciar assim a única testemunha da conspiração contra o Enômaos.
Aparentemente, era mesmo o Mírtilo que dizia a verdade, pois, nos últimos segundos antes de morrer, furioso com a ingratidão do rei, ele lançou uma maldição:

“MALDITOS SERÃO TODOS AQUELES QUE TIVEREM O SEU SANGUE NAS VEIAS!”

Mesmo com todos os seus filhos, netos e bisnetos amaldiçoados, o Pélopes jogou o cadáver do cocheiro no Mar, negando até um funeral a ele.
Bom, podemos concluir que a Hipodâmia era muito ruim de cama, né? Se o Mírtilo já tinha se aliviado nela de todas as formas que queria (de acordo com o trato que eles tinham feito antes) e ele nem quis dar uma 2ª nem mesmo com ela se oferecendo pra ele...
Mas enfim: em homenagem à aparente fidelidade da esposa, o Pélopes instituiu uma série de jogos na cidade de Olímpia que deveriam se repetir de 5 em 5 anos e nos quais se louvava a deusa Hera e se fazia menção ao falecido Rei Enômaos (talvez o Pélopes pretendesse com isso manter calmo o espírito do sogro, já que esse  tinha morrido em traição).
Do casamento do Pélopes com a Hipodâmia nasceram vários filhos, mas as versões discordam sobre a quantidade exata. De qualquer forma, os mais importantes se chamavam Atreu e Tiestes.
Num momento não muito claro depois que se casou com a Hipodâmia, o Pélopes deu uma sapecada sem compromisso com uma ninfa que encontrou numa floresta. E alguns anos depois, chegou ao palácio dele um adolescente chamado Crísipo, se identificando como o fruto dessa relação e pedindo pra morar com o pai. E o Pélopes acolheu ele no palácio, provocando a fúria da Hipodâmia. Mas o que aconteceu a partir dali varia completamente de acordo com as diferentes versões do mito.
Uma versão diz que a Hipodâmia mandou o Atreu e o Tiestes matarem o Crísipo. E quando o Pélopes descobriu, matou ela e exilou os 2 filhos de Pisa.
Outra versão confirma que a Hipodâmia mandou os 2 filhos matarem o irmão, mas eles se recusaram. Então, ela própria pegou uma espada e cravou no corpo do garoto num momento em que estava sozinha com ele, saindo da cena do crime depois o mais rápido que pôde. Mas, quando o Pélopes chegou, encontrou o filho ainda terminando de morrer e tendo tempo de contar ao pai o que tinha acontecido. E o Pélopes, como castigo, exilou a Hipodâmia de Pisa. Mas, alguns anos depois, quando soube que ela tinha morrido, concordou em dar a ela uma sepultura digna de uma rainha em Olímpia.
E uma 3ª versão diz que a Hipodâmia não se incomodou com a presença do Crísipo no palácio. Mas que outro adolescente de sangue nobre foi recebido como hóspede ali pelo Pélopes: o Príncipe Laio, de Tebas.
Assim que viu o Crísipo, o Laio foi dominado por uma paixão incontrolável pelo rapaz e raptou ele do palácio, indo se abrigar num lugar desconhecido.
O mito menciona que o Crísipo se suicidou “envergonhado” com o que tinha acontecido. Assim, é possível que o Laio tenha estuprado ele durante ou depois do rapto.
Furioso com a perda do filho e com o desrespeito que o Laio cometeu contra a hospitalidade que tinha sido oferecida a ele, o Pélopes lançou uma maldição contra o príncipe tebano, provocando uma série de tragédias na Família Real de Tebas a partir dali.
De qualquer forma, todas as versões sobre o Crísipo concordam que ele teve uma morte trágica e foi vítima de uma grande violência. Assim, ele foi a 1ª vítima da maldição do Mírtilo contra os descendentes do Pélopes.
Nenhum mito parece explicar como o Pélopes morreu. Mas ele foi sepultado numa urna funerária em Pisa. E na Guerra de Tróia, os adivinhos que consultaram os deuses previram que uma das condições pra que os gregos ganhassem era a presença física do Pélopes junto com eles. E assim, alguns soldados gregos foram a Pisa, pegaram a urna que continha os ossos do Pélopes e levaram pro acampamento dos guerreiros gregos em Tróia.
Terminada a guerra, a urna foi posta num navio que se colocou a caminho de Pisa. Mas o navio afundou pouco depois de sair de Tróia e a urna se perdeu.
Mais tarde, pescadores encontraram a urna e deram a ela as devidas honras funerárias.
O ombro de marfim do Pélopes foi levado pro Peloponeso, onde ficou em exposição por alguns séculos sendo tratado como relíquia: qualquer doente que tocasse nele tinha a doença curada imediatamente.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

O QUADRO DE UM DOS REIS MAIS POLÊMICOS DA FRANÇA


Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no quadro Philippe II dit Philippe-Auguste, Roi de France, do Louis-Félix Amiel.
Infelizmente, nos sites em que eu naveguei, não consegui encontrar informações sobre o ano em que o quadro foi pintado. Mas sem dúvida que foi no século XIX, já que o pintor dele nasceu em 1802 e morreu em 1864.
Bom, o quadro mostra o soberano francês Philippe II Auguste Capet, um rei guerreiro que viveu na virada do século XII pro XIII.
Ele é retratado no quadro vestindo a roupa real clássica, aparentemente sentado em algum lugar, com a mão esquerda apoiada sobre a espada e a mão direita apoiada sobre a esquerda.
O rei presta atenção em alguma coisa que vê, mas sem demonstrar muita alteração.
Ao fundo, aparentemente, vemos um Céu cheio de nuvens.
Lembrado como um dos maiores reis que a França teve, o Philippe II foi também um dos guerreiros que lutaram na 3ª Cruzada por ordem do papa.
Ele teve uma vida pessoal bastante atribulada e com algumas polêmicas: bissexual assumido, foi amante do Rei Richard I Plantagenet, da Inglaterra, de quem depois se tornou um inimigo mortal; portador de vários problemas de saúde que adquiriu na guerra, o Philippe II ainda viveu um tempo como bígamo, pois não conseguiu autorização do papa pra anular o casamento que teve em 1193 e, mesmo assim, se casou de novo com outra mulher em 1196; e ainda foi excomungado pelo papa por causa da bigamia e por ter se recusado a participar da 4ª Cruzada.
Clique aqui pra ver mais informações sobre esse rei:


Today we’ll talk a little about the picture Philippe II dit Philippe-Auguste, Roi de France, by Louis-Félix Amiel.
Unhappily, I could find no information about the year when this picture was painted at the sites I’ve been. But it was certainly made in the 19th century, because its painter was born in 1802 and died in 1864.
Well, the picture shows as the French Sovereign Philip II August Capet, a warrior king born in the late 12th century and dead in the early 13th one.


El Rey Felipe II de Francia es representado en el cuadro arriba en sus ropas clásicas. Al parecer, está sentado en algun lugar, con la mano izquierda apoyada sobre su espada y la mano derecha apoyada sobre la izquierda.
El rey se presta atención a algo que ve, pero sin darle demasiada importancia.
En el fondo, al parecer, hay un Cielo lleno de nubes.
Recordado como uno de los principales reyes que Francia tuvo, Felipe II fue también uno de los guerreros que lucharon en la Tercera Cruzada por orden del papa.

Filippo II ha avuto una vita personale molto travagliata e con qualche polemica. Pubblicamente bisessuale, era un amante del Re Riccardo I Plantageneto d’Inghilterra, che in seguito è diventato un nemico mortale suo. Portatore di vari problemi di salute acquisiti in guerra, Filippo II ha anche vissuto un po’ come un bigamo, perché il papa non ha voluto annullare il matrimonio che lui ha avuto nel 1193 e anche così lui si è risposato con un’altra donna nel 1196. E è stato scomunicato dal papa a causa della bigamia e per esser rifiutato di partecipare alla Quarta Crociata.
È possibile fare clic sul link sopra per visualizzare altre informazioni su questo re.

O ELENCO MASCULINO DO ‘PROFETA’



E aproveitando que a novela O Profeta (2006) vai ser reprisada no Vale A Pena Ver de Novo a partir de amanhã, vou deixar aqui os links de posts que já fiz sobre atores que fizeram parte do elenco masculino dessa novela:

Armando Babaioff


Maurício Mattar


Rodrigo Phavanello


Stênio Garcia


Thiago Fragoso


These are links to posts about actors who were part of the male cast of telenovela O Profeta.

Estos son enlaces para posts sobre algunos actores que formaron parte del elenco masculino de la telenovela O Profesta.

Questi sono i link ai post su degli attori che hanno fatto parte del cast maschile della telenovela O Profeta.

Até!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

O 1º FILME DE TERROR PROTAGONIZADO POR UM MONSTRO FEMININO

Oi!!!

Se observarmos filmes como Blade (1998), Hellboy e Van Helsing (ambos de 2004), vamos ver que, nas últimas décadas, os roteiros de terror têm se misturado explicitamente com os de aventura. Fica até difícil definir se esses filmes são de terror ou de aventura, né? Mas esse parece ser um novo enfoque do Cinema de Terror que chegou pra ficar: são raras as produções de terror novas que saem desse padrão.
O estilo de terror que vai mais na contramão dessa tendência é o terror gótico, que nos apresenta filmes meio parados, com poucas cenas de ação e com uma interpretação mais teatral dos atores.
Os cenários de um filme de terror gótico incluem uma grande e sombria construção (geralmente uma mansão ou castelo), cemitérios, florestas escuras (geralmente numa região fria e montanhosa), neblina e paisagens sombrias e tristonhas (geralmente com a Lua à mostra). O roteiro inclui mortes que ninguém consegue explicar no início da história, alguém sendo vítima de alguma maldição sobrenatural e algum tipo de monstro (ou, no mínimo, alguma pessoa muito mais feia do que seria normal). E as cenas são meio clichês, como velas sendo apagadas repentinamente pelo vento.
Com uma mudança aqui ou ali, é isso que você encontra num filme de terror desse subgênero.
Eu dediquei um post do mês passado a Nosferatu (1922), que é um filme gótico. E o post de hoje vai ser exatamente sobre outro: The Gorgon, lançado no Brasil como A Górgona.

Tendo no elenco 2 grandes personagens da História do Cinema de Terror do século XX, o Christopher Lee e o Peter Cushing, o filme teve como diretor o Terence Fisher e como roteirista o John Gilling (são poucas as informações disponíveis sobre isso, mas parece que o roteiro é uma adaptação de uma história escrita pelo J. Llewellyn Devine).
The Gorgon foi gravado na Inglaterra na virada de 1963 pra 1964 (e lançado logo depois). Mas a história se passa em algum lugar não muito claro da Europa Central (aparentemente a Alemanha) nos primeiro anos do século XX.
Vamos esclarecer também que o filme não foi inspirado na Mitologia Grega: a górgona vista aqui, chamada Megaera, não aparece em nenhum mito grego. A história aqui gira em torno de uma lenda local de uma pequena cidade que menciona uma górgona que fugiu da Grécia há mais de 2 milênios. Mas não tenta reproduzir, nem mesmo superficialmente, nenhum mito grego.
Até onde pude pesquisar, também foi o 1º filme de terror a usar um monstro feminino como vilã principal.
Pra quem quiser ver, o filme tá todo no YouTube (em Inglês). Lá vai o link:


The Gorgon começa mostrando um sombrio castelo abandonado no alto de um rochedo, cercado por uma floresta, enquanto rolam os créditos iniciais.
Ao fundo, ouvimos a voz de uma mulher cantando num tom fantasmagórico, quase como um uivo.
Quando terminam os créditos, aparece escrita na tela uma explicação superficial sobre o que vamos ver no filme:

Sombreando a vila de Vandorf, ergue-se o Castelo de Borski.
Na virada do século, um monstro de uma era ancestral da História veio morar aqui.
Nenhum ser vivo sobrevivia a ela. E o espectro da morte rondava esperando pela próxima vítima dela.

Depois disso, vemos um pintor chamado Bruno desenhando a namorada dele pelada numa casa da vila durante a noite. E quando ele tá terminando, ela conta a ele que tá grávida.
Apesar de espantado, ele decide ir falar com o pai dela imediatamente. E apesar dos pedidos dela pra ele não fazer isso, com medo da reação do pai, ele sai pela floresta de noite e deixa a garota sozinha na casa. Mas ela se veste e sai atrás dele.
Depois de andar um pouco entre as árvores, ela ouve aquele canto que ouvimos no início vindo do castelo. E olha pro Céu, vendo que é uma noite de lua-cheia e demonstrando um certo receio com isso.
Ao se aproximar do castelo meio sem querer, ela vê alguma coisa entre as árvores e começa a gritar em pânico (mas a câmera não mostra o que ela viu).
No dia seguinte, na Instituição Médica de Vandorf, enquanto o chefe da polícia local fala com o Dr. Namaroff (diretor do hospital) sobre um assassinato na noite anterior, a enfermeira-chefe Carla recebe o cadáver numa maca e coberto por um lençol, levando ele até a sala onde vai ser autopsiado. Mas, pro espanto dela, um pedaço de uma mão do cadáver se quebra e cai no chão, revelando que é feita de pedra! E pouco depois, quando o cadáver é descoberto, vemos que é a namorada do Bruno, mas transformada numa estátua de pedra!
Depois disso, o chefe da polícia sai com os guardas pra dar uma busca na floresta e encontra o cadáver Bruno enforcado numa árvore.
Aparentemente alguns dias depois, vemos o caso sendo julgado por um juiz, que faz perguntas ao pai da garota morta, ao pai do Bruno, chamado Jules, e ao Namaroff. Mas enquanto esse último defende um falso atestado de óbito afirmando que a garota foi morta por um golpe na cabeça e o pai da garota afirma que o Bruno era um depravado, o Jules afirma que todo aquele julgamento é uma farsa motivada por medo.
Mesmo assim, o juiz decreta que a garota foi morta pelo Bruno, que se suicidou enforcado logo depois por uma crise de remorso.
De volta ao hospital, a Carla fala com o Namaroff, mencionando que aquela foi a 7ª pessoa que apareceu transformada em pedra nos últimos 5 anos. E a Carla menciona que sabe que “ela” está por perto em algum lugar.
Nesse momento, o Jules chega pra conversar com o Namaroff e diz que, ao tentar falar com qualquer morador da vila sobre o ocorrido, a única coisa que recebeu em troca foi silêncio e a clara intenção de esconder alguma coisa.
Ele pergunta ao Namaroff se ele já ouviu falar na Megaera. E enquanto o Namaroff finge desconhecer o assunto, o Jules explica que tá falando da última sobrevivente das górgonas, que, de acordo com uma lenda local, fugiu pro território onde hoje fica Vandorf quando as outras górgonas foram mortas. E também lembra que, quando os humanos olhavam pro rosto das górgonas, se transformavam em pedra.
O Namaroff diz que é bobagem acreditar numa lenda de mais de 2000 anos. Mas o Jules explica que vai ficar em Vandorf exatamente pra procurar provas de que a lenda é real e, assim, limpar a imagem do filho.
Logo depois, a casa dele é atacada por homens da vila, que querem que ele saia dali a força. Mas o chefe da polícia chega na hora e os agressores vão embora, enquanto ele dá uma desculpa esfarrapada de que não tem policiais suficientes pra impedir ataques daquele tipo. E convida o Jules a se retirar da cidade em segurança. Mas ele não se intimida e diz que vai continuar ali até solucionar o problema. E manda um telegrama pro outro filho dele, chamado Paul, dizendo pra ele ir imediatamente a Vandorf.
Na noite seguinte, enquanto analisa os documentos que encontrou sobre a lenda da górgona, o Jules começa a ouvir aquela voz cantando... Já viram que a coisa não vai acabar bem, né?
Ele sai de casa sozinho e vai andando pela floresta, seguindo o som que escuta. E aí, passa pelo mesmo caminho que a garota passou no início do filme, acabando por chegar ao castelo e entrar nele.
Abandonado há 50 anos, o lugar até que ainda tá mais ou menos intato estruturalmente. Mas já apresenta os primeiros sinais de desabamento.
De repente, alguma coisa sai voando de trás de uma parede e se joga contra ele... Mas é só uma revoada de pombos. E o estranho canto continua lá dentro.
Nesse momento, ele vê alguma coisa se mexendo atrás de uma pilastra. Mas a câmera só mostra uma figura indistinta em movimento ali. E então vemos a cara do Jules entrando em pânico e, depois de dar um grito, sair correndo dali.
Depois que ele sai, vemos uma figura esverdeada a alguns metros de distância voltando pra trás da pilastra e sumindo entre as sombras.
O Jules chega em casa com a cabeça já transformada em pedra, mas ainda conseguindo fazer alguns movimentos com as mãos e as pernas.
E ele chama o mordomo, explicando que vai escrever uma carta pro Paul, que vai chegar lá de manhã, e que o mordomo deve entregar essa carta ao Paul, não deixando que mais ninguém veja.
No dia seguinte, quando o Paul chega, encontra o pai já enterrado. E depois de ler a carta, vai pedir explicações ao Namaroff, que fez a autópsia. E esse diz que o Jules morreu de enfarte, o que obviamente não pode ser verdade, pois ele escreveu uma carta de 3 páginas quando viu que ia morrer.
Na carta, ele menciona uma coisa terrível matando o povo de Vandorf, explicando que essa coisa já transformou várias pessoas em pedra, mas que uma conspiração de silêncio e medo entre o povo impede que se fale sobre o assunto. E ele termina a carta dizendo que tá virando pedra!
Finalmente, o Paul pergunta ao Namaroff se ele sabe alguma coisa sobre a Megaera. Mas ele desconversa e pede pro Paul ir embora.
O Paul se instala na casa do Bruno. E enquanto passeia pelo pátio, vê alguém entrando na sala da casa e vai até lá... É a Carla. E ela tá lendo a carta que o Jules deixou.
Ela se desculpa por ter entrado tão repentinamente, mas diz que a porta tava aberta. E diz que soube que o Paul falou com o Namaroff e, assim, foi lá pra trocar umas palavras com ele.
A Carla explica que a floresta ao redor deles é assombrada pelo espírito da górgona Megaera. E diz que o Namaroff também acredita nela, embora não admita. Enquanto o Paul diz que não tem dúvida de que alguma coisa perigosa vive na floresta, mas ele não tem uma opinião formada do que seja.
A Carla volta pro hospital e, embora tenha adquirido uma certa simpatia pelo Paul, repete pro Namaroff o que conseguiu memorizar da carta:
O Jules mencionava ali 3 hediondos monstros que eram irmãs. Elas eram as górgonas Tisifone, Medusa e Megaera. Elas tinham as cabeças cheias de serpentes vivas e quem olhasse pra elas se transformava em pedra.
A Carla diz que isso foi o máximo que conseguiu decorar.
Logo depois, um enfermeiro chamado Ratoff entra na sala e diz que vai sair pra buscar uma paciente louca que tava internada lá e fugiu.
Assim que ele sai, o Namaroff diz à Carla que tem certeza de que a górgona, de algum jeito, assumiu a forma humana.
Aparentemente algumas horas depois, uma pequena tempestade começa a se formar... E enquanto o Paul tá na casa dele relendo a carta que o pai deixou, o vento acaba abrindo a porta da sala. Mas, quando ele se levanta pra fechar, começa a ouvir aquele misterioso canto lá fora...
Ele sai pra ver o que tá havendo. E chegando até a banheira de passarinhos do pátio da casa, fica olhando pra água ali durante alguns segundos, até que vê, pelo reflexo da água, a figura de uma mulher com serpentes na cabeça chegar do lado dele e ficar olhando fixo pra ele.
Ele sai correndo em pânico, tentando voltar pra dentro de casa. Mas vê um reflexo da mesma figura no vidro da janela...
Aliás, não dá pra entender exatamente como, porque ele tinha deixado ela pra trás quando saiu correndo. E pela posição em que o reflexo dela aparece no vidro, bem de frente pra ele, fica parecendo que ele tá olhando pra ele mesmo de frente pro vidro. E aliás, outra falha: o reflexo dela aparece no vidro, mas o dele não aparece.
Bom, ele dá mais alguns passos, desnorteado, e acaba caindo desmaiado.
Ele acorda 5 dias depois, no hospital, com os cabelo grisalhos. O Namaroff explica que encontraram ele caído perto da banheira de passarinhos da casa dele e aí levaram pro hospital.
O Paul conta que desmaiou de pânico quando viu uma criatura horrível do lado dele lá. E agora quer descobrir o que é e destruir ela. Mas o Namaroff se recusa a dar informações sobre o que possa ser a tal criatura.
Na noite seguinte, sem saber que tá sendo seguido, o Paul vai ao cemitério, desenterra o pai e constata o que esperava encontrar: o cadáver do velho é uma estátua de pedra.
A figura que seguia ele se aproxima. É a Carla. E depois que ela tem uma conversa com o Paul, ele propõe a ela de ir embora dali com ele. Mas ela responde que, embora queira, não pode ir. E quando ele pergunta o motivo, ela responde que nem ela mesma sabe explicar.
No hospital, o Namaroff faz uma autópsia na paciente que o Ratoff saiu pra buscar e que, de acordo com ele, já foi encontrada morrendo. E a Carla entra na sala nesse instante. Ela pergunta ao Namaroff se a forma humana que a górgona assumiu era a paciente que ele tá autopsiando, mas ele responde que não. E não dá mais explicações a ela sobre o assunto.
O Paul volta pra casa e, pouco depois, recebe a visita do cientista Karl Meister, que tinha sido o professor dele na faculdade. Ele foi ver o Paul, preocupado com tudo o que aconteceu ali nos últimos tempos.
Ele conta ao professor os últimos acontecimentos e o Karl explica que ele não se transformou em pedra porque viu só o reflexo da górgona em vez de olhar direto no rosto dela. E com certeza foi exatamente isso que todas as pessoas petrificadas fizeram.
O Karl pergunta ao Paul sobre as mulheres de Vandorf, dizendo que precisa se informar sobre elas. E no dia seguinte, eles vão até a delegacia da cidade, onde o Karl pede pra ver os registros de todas as mulheres que chegaram a Vandorf nos últimos anos, acabando por descobrir que a Carla chegou à vila há 7 anos.
Depois disso, o Paul liga pro hospital e pede pra falar com o Namaroff, mas ele tá ocupado e não atende. E a Carla aproveita pra marcar um encontro com ele no castelo na manhã seguinte.
Lá, ela explica a ele que mudou de ideia e que aceita ir embora com ele, mas que tem que ser agora. E ele responde que não pode ser agora, pois ainda é preciso localizar a górgona. Só que a Carla responde que, se eles não forem embora agora, vai ser muito tarde. E sai correndo do castelo.
Quando o Paul sai, o Ratoff vem por trás e atira uma faca nele. Mas o Karl aparece no último segundo e dá um grito, alertando o Paul e fazendo ele se desviar da faca.
Mais tarde, o Karl vai ao hospital e rouba os registros dos funcionários, levando tudo pra casa do Paul, onde lê os registros da Carla e descobre que ela tem crises de amnésia nas noites de lua-cheia. E levando em conta que todas as pessoas apareceram petrificadas em noites de lua-cheia e que tudo isso só começou depois que a Carla foi morar na vila...
O Paul acha absurdo que o Karl sequer compare a Carla com a Megaera. Mas o Karl explica que a Megaera morreu há mais de 2000 anos. O que existe agora é o espírito dela. E isso pode perfeitamente se incorporar na Carla, conseguindo assumir o controle do corpo dela durante as crises de amnésia.
É por isso que ela não consegue se afastar de Vandorf durante a noite no período de lua-cheia: conforme a próxima crise de amnésia vai se aproximando, a górgona vai dominando a mente dela e querendo ficar na região onde o espírito dela vive há mais de 2000 anos.
Pouco depois disso, eles ouvem uma briga lá fora. É o Ratoff tentando levar a Carla a força de volta pro hospital, enquanto ela quer entrar na casa pra falar com o Paul. Mas quando eles chegam, o Ratoff foge e a Carla entra com eles.
O Paul propõe a ela ir embora imediatamente, mas ela diz que é tarde demais pra deixar a vila, embora não saiba explicar por quê. E pouco depois, o Namaroff chega com a polícia querendo levar a Carla. Mas enquanto o Karl distrai eles, o Paul faz ela fugir da casa por outra saída, mandando ela pegar um trem pra longe dali.
Na noite seguinte, o Paul liga pro lugar pra onde mandou a Carla e descobre que ela não chegou lá. Ele quer sair pra procurar ela, mas o Karl tenta prender ele em casa até amanhecer (mesmo que ele encontre ela agora, só o que vai achar é ela dominada pela górgona).
Mas, se aproveitando de um momento de distração do Karl, o Paul foge pela janela e corre pro castelo.
Logo depois, a polícia chega com uma ordem de prisão pro Paul pelo aparente rapto da Carla. Mas quando o Karl vê que ele fugiu, dá um empurrão nos policiais e corre pro castelo, certo de que o Paul tá lá.
No castelo, o Paul encontra o Namaroff, que também parece ter ido procurar a Carla lá. Os 2 começam a lutar e nem percebem que tão sendo observados pela Megaera.
O Namaroff consegue golpear o Paul e fazer ele cair imóvel perto de um espelho. E então a Megaera começa a soltar aquele canto, revelando a presença dela.
O Namaroff tenta não olhar pra górgona, pega uma espada e vai andando na direção dela, pretendendo matar ela. Mas olha bem no rosto dela no último segundo, entrando no processo de petrificação e caindo no chão logo em seguida.
O Paul se levanta e vê o reflexo da Megaera no espelho, enquanto ela canta, tentando fazer ele se virar de frente pra ela (embora a boca dela apareça fechada durante a maior parte do tempo).
Nesse momento, o Karl chega ao castelo, pega a espada que o Namaroff deixou cair no chão e se aproxima da górgona por trás, sem ser visto por ela.
Mas antes que ele possa fazer alguma coisa, o Paul acaba olhando de frente pra górgona.
No segundo seguinte, o Karl arranca a cabeça da górgona, dando-lhe um golpe de espada por trás.
O Paul cai no chão e, enquanto termina de se transformar em pedra, vê a cabeça decepada da Megaera caída no chão e se transformando na cabeça da Carla. E o Karl diz que agora ela tá livre.
E o filme acaba.
Dá pra ver que algumas situações ficam sem explicação, né?
Quem matou o Bruno (não foi a górgona, pois ele não virou pedra)? Por que a obsessão dos habitantes de Vandorf em esconder dos forasteiros a história da górgona? Por que algumas pessoas que olham pra górgona se transformam em estátuas de pedra quase de um segundo pro outro (como o Namaroff) e outras demoram horas pra isso (como o Jules)? Por que nunca se explica o motivo do Namaroff ter mais informações sobre a górgona do que qualquer outra pessoa?
Mas, apesar dessas derrapadas, vale a pena ver The Gorgon, caso você goste de filmes góticos.

Se si guarda qualche film come Blade (1998), Hellboy (2004) e Van Helsing (2004), si vede che, negli ultimi decenni, i soggettisti hanno esplicitamente mescolato l’orrore con l’avventura in questi film. È difficile stabilire se queste storie sono orrore o avventura, vero? Ma questo sembra essere un nuovo stile di film horror che è qui per restare: sono poche le produzioni dell’orrore nuove che vengono fuori di questo modello.
Lo stile dell’orrore che va più contro questa tendenza è l’orrore gotico. Questo ci presenta dei film più lenti, con poche scene d’azione e un’interpretazione più teatrale degli attori.
Gli scenari di un film horror gotico includono un grande edificio tetro (di solito un palazzo o castello), cimiteri, foreste scure (di solito in una regione fredda e piena di montagne), nebbia e paesaggi cupi e tristi (di solito con la Luna visibile). La storia comprende morti che nessuno può spiegare all’inizio del film, qualcuno che è vittima di una maledizione soprannaturale e una specie di mostro (o almeno qualcuno più brutto del normale). E le scene contengono alcuni luoghi comuni, come candele che il vento spegne all’improvviso.
Con qualche modifica qua e là, questo è ciò che si vede in un film horror di questo sottogenere.
Ho dedicato un post del mese scorso a Nosferatu (1922), che è un film di questo sottogenere. E oggi il post sarà dedicato a un altro film dello stesso tipo: The Gorgon, conosciuto in Italia come Lo Sguardo Che Uccide.
Il cast è dotato di 2 grandi personaggi della storia del Cinema di Horror del secolo XX: Christopher Lee e Peter Cushing. Terence Fisher è il regista e John Gilling è il soggettista (ci sono poche informazioni disponibili su di questo, ma sembra che lo script è un adattamento di una storia scritta da J. Llewellyn Devine).
Il film è stato fatto in Inghilterra verso la fine del 1963 (ed è stato rilasciato mesi dopo). Ma la storia si svolge in un posto non chiaro dell’Europa Centrale (a quanto pare, in Germania) nei primi anni del secolo XX.
C’è anche bisogno di chiarire che il film non è stato ispirato dalla Mitologia Greca: la gorgone vista qui, chiamata Megaera, non è vista in qualsiasi mito greco. La storia qui è di una leggenda locale di una piccola città che parla di una gorgone fuggita da Grecia più di 2 millenni fa. Ma il film non cerca di riprodurre, nemmeno superficialmente, nessun mito greco.
Dalle informazioni che ho avuto, questo è stato anche il primo film che ha utilizzato un mostro femminile come cattivo principale.
Il film inizia mostrando un tetro castello abbandonato in cima a una scogliera, circondato da una foresta.
Allo stesso tempo, si sente la voce di una donna che canta in un tono spettrale, quasi come un pianto.
Dopo questo, si vede una spiegazione superficiale di ciò che si vedrà nel film scritta sullo schermo:

Vicino al villaggio di Vandorf, sorge il Castello Borski.
Dalla fine del secolo scorso, un mostro da un’età antica della Storia è venuto a vivere qui.
Nessun essere vivente ha sopravvissuto a lei e lo spettro della morte aleggiava in attesa per la sua prossima vittima.

Dopo di che, si vede un pittore di nome Bruno a disegnare la sua ragazza nuda in una casa del villaggio durante la notte. E quando lui finisce, lei gli dice che è incinta.
Sebbene stupito, lui decide di andare a parlare con il padre della fanciulla immediatamente. E nonostante le sue richieste a lui di non farlo, per paura della reazione del padre, il ragazzo va per la foresta nera e la lascia da sola a casa sua. Ma lei se veste e lo segue.
Dopo una passeggiata tra gli alberi, lei sente quel canto che abbiamo sentito prima dentro il castello. E lei guarda il Cielo, vede che è una notte di luna piena e dimostra un certo timore a causa di questo.
Avvicinandosi al castello un po’ involontariamente, lei vede qualcosa tra gli alberi e inizia a urlare in panico...
Il giorno dopo, all’ospedale di Vandorf, il capo della polizia locale parla con il Dr. Namaroff (il direttore dell’ospedale), dicendo a lui che c’è stato un omicidio la notte scorsa. Il capo infermiera Carla ottiene il cadavere su una barella e coperto da un lenzuolo, portandolo alla stanza dove verrà fatta l’autopsia. Ma lei si spaventa quando un pezzo della mano del cadavere si cade sul pavimento, rivelando che è fatta di pietra! E poco dopo, quando il cadavere viene scoperto, si vede che è la ragazza di Bruno, ma trasformata in una statua di pietra!
Dopo di che, il capo della polizia va via con le guardie per dare una ricerca nella foresta e trova il cadavere Bruno impiccato a un albero.
A quanto pare un paio di giorni dopo, vediamo il caso essendo ascoltato da un giudice, che fa delle domande al padre della ragazza morta, al padre di Bruno, chiamato Jules, e a Namaroff. Ma mentre questo difende un falso certificato di morte attestante che la ragazza è stata uccisa da un colpo alla testa e il padre della ragazza dice che Bruno era un depravato, Jules dice che tutto quello è una farsa motivata da paura.
Anche così, il giudice decreta che la ragazza è stata uccisa da Bruno, che si è suicidato impiccato poco dopo dovuto a una crisi di rimorso.
Poche ore dopo, Carla parla con Namaroff, ricordando che quella è stata la settima persona che si trovava trasformata in pietra nel corso degli ultimi 5 anni. E Carla dice che sa che “lei” è in giro a qualche parte.
In questo momento, Jules arriva a parlare con Namaroff. E dice che, cercando di parlare con qualsiasi abitante del villaggio a circa di quello che è successo, l’unica cosa che ha ottenuto in cambio è stata il silenzio e la chiara intenzione di nascondere qualcosa.
Lui chiede se Namaroff ha già sentito parlare di Megaera. E mentre Namaroff finge di ignorarlo, Jules spiega che sta parlando di una delle gorgoni. Secondo una leggenda locale, lei è fuggita a quello che oggi è il territorio di Vandorf quando tutte le altre gorgoni sono state uccise. E ricorda anche che quando gli esseri umani guardavano il volto delle gorgoni, si trasformavano in pietra.
Namaroff dice che è sciocco credere a una leggenda di più di 2000 anni. Ma Jules spiega che rimarrà a Vandorf proprio per cercare le prove che la leggenda è reale, e quindi dimostrare che il figlio è innocente.
Non sa che sarà la prossima vittima del mostro...

The Gorgon (1964), cinta conocida en los países hablantes de Español como El Castillo de la Gorgona, La Gorgona o La Leyenda de Vandorf, nos muestra Jules en Vandorf, tratando de demostrar la inocencia de su hijo Bruno, que se murió siendo acusado de matar a una chica.
Su casa es atacada por hombres de la aldea, quienes quieren forzarlo a salir de allí. Pero el jefe de la policía llega a tiempo y los atacantes desaparecen, mientras que él da una excusa falsa de que la policía no tiene lo suficiente para prevenir los ataques de ese tipo. E invita a Jules a salir de la aldea con seguridad. Pero él no se intimida y dice que se quedará allí hasta que solucione el problema. Y envía un telegrama al otro hijo, llamado Paul, diciéndole que se vaya inmediatamente Vandorf.
La noche siguiente, mientras Jules analiza los documentos que encuentró sobre una leyenda local, empieza a escuchar una voz femenina que canta.
El sale de su casa y camina solo por la floresta de Vandorf, siguiendo el sonido que escucha. Y luego, acaba por llegar a un castillo cercano y entrar allí.
Abandonado hace 50 años, el lugar sigue siendo más o menos intacto en su estructura. Pero ya está muestra que no va a llevar mucho tiempo para tener un colapso.
De repente, algo sale volando detrás de una pared y empieza a lanzarse contra Jules... Pero es sólo una bandada de palomas. Y la extraña canción continúa en el interior del castillo.
En este momento, él ve algo que se mueve detrás de un pilar. Pero la cámara sólo nos muestra una sombra moviéndose allí. Y luego vemos el rostro de Jules entrando en pánico y, después de dar un grito, él corre para lejos de allí.
Después que él se va, vemos una figura verde a pocos metros de distancia desapareciendo en las sombras detrás del pilar.
Jules llega a casa con la cabeza ya convertida en piedra, mas podiendo todavía hacer algunos movimientos con las manos y las piernas. Y llama al camarero, explicándole que escribirá una carta a Paul, que va a llegar por la mañana, y el camarero debe entregar esta carta a Paul, no dejando que nadie más llegue a verla.
Al día siguiente, cuando Paul llega, el padre ya está enterrado. Y después de leer la carta, pide explicaciones a Namaroff, que hizo la autopsia. Y este dice que Jules se murió de un ataque al corazón, lo que obviamente no puede ser verdad, porque él escribió una carta de 3 páginas cuando vio que se estaba muriendo.
En la carta, él menciona una cosa terrible matando a la gente de Vandorf, explicando que esa cosa ha convertido a muchas personas en piedra. Pero una conspiración de silencio y miedo entre la gente evita que se hable de ello. Y termina la carta diciendo que se está convirtiendo en piedra!
Finalmente, Paul le pregunta a Namaroff si sabe algo acerca de Megaera. Pero él desconversa y pide a Paul que se vaya.
Paul se instala en la casa de su difunto hermano Bruno. Y mientras pasea por el patio, ve a alguien entrar en la habitación de la casa y se va allí... Es Carla, la enfermera de Namaroff. Y ella está leyendo la carta que Jules dejó.
Ella se disculpa por haber entrado así, pero dice que la puerta estaba abierta. Y dice que se enteró de que Paul había hablado con Namaroff y por lo tanto había que tener una conversación con él.
Carla explica que la floresta que les rodea es la casa del espíritu de la gorgona Megaera. Y dice que Namaroff también lo cree, aunque no lo admitida. Y Pablo dice que él no tiene ninguna duda de que algo peligroso vive en la floresta, pero no ha formado una opinión de lo que es.
Carla vuelve al hospital, y aunque haya desarrollado cierta simpatía por Paul, repite para Namaroff lo que fue capaz de memorizar de la carta:
Jules dijo que había 3 hermanas que eran monstruos horribles: las gorgonas Tisiphone, Medusa y Megaera. Tenían la cabeza llena de serpientes vivas y cualquier persona que las miraba era petrificada.
Carla dice que eso fue lo máximo que le fue posible memorizar. Y Namaroff dice a Carla que está cierto de que la gorgona, de alguna manera, tomó la forma humana.
Algunas horas más tarde, al parecer, una pequeña tormenta comienza a formarse... Y mientras que Paul está en su casa releyendo la carta que su padre le dejó, el viento abre la puerta de la sala. Pero cuando él se levanta para cerrarla, empieza a escuchar aquel canto misterioso...
El va a ver lo que está pasando. Y llegando a la bañera para pajaritos del patio, mira fijamente el agua allí durante unos segundos. Pero de repente, por el reflejo del agua, él ve la figura de una mujer con serpientes en la cabeza llegando a su lado y mirándolo fijamente.
Paul sale corriendo en pánico, tratando de volver a la casa. Pero él ve un reflejo de la misma figura en el vidrio de la ventana... Dicho sea de paso, no se puede entender exactamente cómo, porque él la había dejado muchos metros atrás cuando corría. Y por la posición en que su reflejo está en el vidrio delante de él, parece que él está mirando a sí mismo frente al espejo. Y otro problema: el reflejo de ella es visto en el vidrio, pero el de él no.
Bueno, él da unos pasos más y termina cayéndose inconsciente.
Se despierta 5 días más tarde en el hospital, con el pelo canoso. Namaroff explica que lo encontraron tirado en el suelo cerca de la bañera de pajaritos junto a su casa y se lo llevaron al hospital.
Paul dice que se desmayó de pánico cuando vio una horrible criatura junto a él allí. Y ahora quiere saber lo que es para que pueda destruirla. Pero Namaroff se niega a darle información sobre lo que puede ser la criatura.
La noche siguiente, sin saber que alguien lo está siguiendo, Paul va al cementerio desenterrar a su padre y descubre lo que esperaba encontrar: el cadáver del anciano es una estatua de piedra.
La persona que lo estaba siguiendo se muestra: es Carla. Y después de una conversación con Paul, él propone a ella que se vaya con él. Pero ella dice que, aunque lo quiera, no puede irse de Vandorf. Y cuando él se le pregunta por qué, ella responde que no sabe explicar. Pero él lo entenderá pronto...

The Gorgon (1964) gives us some unanswered situations…
Who killed Bruno in the beginning of the film (it wasn’t the gorgon, as he didn’t turn to stone)?
Why are the inhabitants of Vandorf so obsessed to hide the gorgon from outsiders?
Why do some people who look at the gorgon become stone statues in seconds and others take hours for that?
Why does Namaroff have more information about the gorgon than anyone else?
But despite these flaws, you’ll love to see The Gorgon if you like gothic films.
You can click on the link above to see the film at YouTube.
Well, let’s see how the film ends:
Dr. Namaroff, the director of Vandorf Medical Institution, does an autopsy on a dead woman. His head nurse Carla asks him if that was the gorgon. He says no and gives no further explanation to her about it.
Paul gets a visit from Dr. Karl Meister, who had been his professor at college. He went to see Paul worried about everything that happened there recently (Paul’s brother had been mysteriously killed, his father had been turned into stone and Paul himself had been attacked by some kind of monster).
He tells the professor the latest events and Karl explains that the monster that attacked him was a gorgon. Paul didn’t turn into stone just because only saw the gorgon’s reflection instead of looking straight into her face.
Karl asks Paul about the women who live in Vandorf, saying they need to know about them. And the next day, they go to the police station, where Karl asks to see the records of all women who moved to Vandorf in recent years, eventually discovering that Carla came to the village 7 years ago.
Afterwards, Paul calls the hospital and asks to talk to Namaroff, but he is busy and doesn’t answer. And Carla takes to make an appointment with him at Castle Borski the next morning.
There, she explains that she wants to leave the village with him. But they have to leave now. And he says he can’t go now, because he still needs to find the gorgon. But Carla responds that, if they don’t leave now, it’ll be too late. And she rushes out of the castle.
When Paul leaves, a man comes from behind and throws a knife on him. But Karl appears at the last second and screams, prompting Paul and making him to save himself. It was Ratoff, a kind of thug who works for Namaroff.
Later, Karl goes to the hospital and steals records of employees, taking everything to Paul’s home. He reads Carla’s records and discovers she has amnesia crisis at the full-moon nights. And considering that all people killed in the village appeared petrified in full-moon nights and all this only started after Carla moved to the village...
Paul doesn’t accept that Karl even compares Carla to a gorgon. But Karl explains that the gorgon Megaera died more than 2000 years ago. What exists now is her spirit. And that may be incorporated in Carla with no difficulty, managing to take control of her body during her amnesia moments.
That’s why she can’t get away from Vandorf at night during the full-moon period: as the next amnesia crisis approaches, the gorgon begins to dominate her mind and wants to stay in the area where her spirit lives for over 2000 years.
Shortly thereafter, they hear a fight outside: Ratoff is trying to force Carla to go back to the hospital, while she wants to enter the house to talk to Paul. But when they arrive, Ratoff flees and Carla goes in with them.
Paul proposes her to leave immediately. And she says it’s too late to leave the village, but she herself doesn’t know why. And shortly after, Namaroff arrives with the police wanting to take Carla. But while Karl diverts their attention to another subject, Paul makes her escape from the house by another exit. He asks her to catch a train to a distant place.
The next night, Paul calls the place where to he sent Carla and discovers she’s not there. He wants to go out to look for her, but Karl tries to keep him at home until dawn (even if she finds her now, she’ll be there as the gorgon).
But at a time when Karl is distracted, Paul flees out the window and runs to the castle.
Soon after, the police arrive with an arrest warrant against Paul by the apparent kidnapping of Carla. But when Karl sees that he fled he attacks the policemen and runs to the castle, sure that Paul is there.
In the castle, Paul finds Namaroff, which also seems to have gone there to look for Carla. The 2 men begin to fight and don’t realize they’re being watched by Megaera.
Namaroff can hurt Paul and makes him fall motionless near a mirror. And then Megaera starts singing, revealing her presence.
Namaroff tries not to look at the gorgon, gets a sword and walks toward her, intending to kill her. But he looks straight at her face at the last second, falling to the ground and then immediately starting to turn into stone.
Paul gets up and sees Megaera’s reflection in the mirror while she sings, trying to force him to turn around to face her (although her mouth is closed during most of the time).
Right now, Karl reaches the castle, gets the sword Namaroff dropped on the ground and approaches the gorgon from behind, unseen by her. But before he can do anything, Paul finally looks at the gorgon’s face.
In the next second, Karl beheads the gorgon, striking her from behind with the sword.
Paul falls to the ground and, while finishes to turn into stone, sees Megaera’s severed head lying on the floor and transforming into Carla’s. And Karl says that now she is free.
And the film ends.


Até!