O Príncipe Pélopes era um dos filhos do Rei Tântalo, soberano do Monte Sípilo, na Ásia Menor (atual Turquia).
O nome da mãe dele varia de acordo com as muitas versões de seu mito. Ela era chamada de Clície, Eurianassa, Euristanassa ou Euritemiste, de acordo com diferentes versões.
Devido a um desentendimento com o Rei de Tróia, o Tântalo, a esposa e os filhos foram expulsos do Monte Sípilo junto com os súditos deles, indo se refugiar na Hélade (parte continental da Grécia).
Como o Tântalo era filho de Zeus, ele era frequentemente convidado pras festas que os deuses davam no Monte Olimpo. E costumava levar junto com ele o Pélopes. Mas, quando a festa ia se aproximando do fim, o ex-Rei de Sípilo aproveitava quando ninguém estava vendo e mandava o Pélopes roubar os restos de comida e bebida que sobravam dos banquetes divinos, os quais ele levava pra dar de presente aos seus amigos humanos.
Irritados com o roubo de sua refeição divina, à qual os humanos comuns não tinham direito, os deuses proibiram o Pélopes de voltar ao Olimpo. Só o deus Posseidon é que, apesar do deslize do garoto, continuou protegendo ele.
Um dia, querendo testar o grande nível de conhecimento das divindades, o Tântalo esquartejou o Pélopes, colocou as postas dele em bandejas e serviu aos deuses como refeição durante uma festa. Ele queria ver se os seres divinos adivinhavam o que era aquilo.
Vendo logo de início do que se tratava, quase nenhum deus tocou na macabra refeição. E enquanto todos os outros olhavam furiosos pro insolente e perverso mortal, a deusa Deméter, na hora preocupada com problemas de sua filha Perséfone, acabou nem prestando atenção nas bandejas e, pegando sem perceber um ombro do garoto, comeu.
Apiedados do Pélopes pelo que o pai tinha feito com ele, os deuses reconstruíram o corpo do garoto e ressuscitaram ele, colocando um ombro de marfim no lugar do ombro original que ele tinha perdido.
Depois disso, impressionado com a beleza que o jovem Pélopes foi adquirindo conforme foi crescendo, Posseidon logo acolheu ele como amante pelo resto da vida.
Embora o Tântalo tivesse caído em desgraça e sido atirado ao Tártaro pelos deuses, o Pélopes continuou sendo servido pela luxuosa corte de súditos que vieram com eles do Monte Sípilo.
Mais tarde, o Pélopes soube que o Rei de Pisa, chamado Enômaos, tinha colocado a mão da filha Hipodâmia à disposição, sob uma condição: o pretendente tinha que fugir dele numa corrida de carruagens da cidade de Pisa até a cidade de Corinto. O pretendente ia correndo na frente com a carruagem dele e o rei perseguia ele atrás com outra carruagem, dando um golpe mortal no pretendente se conseguisse alcançar ele. E sempre conseguia!
Como quem se casasse com a Hipodâmia se tornava o herdeiro do Trono de Pisa, o Pélopes se candidatou à corrida e foi ao palácio do Enômaos. E logo na porta de entrada ele encontrou cravados os crânios dos 13 rapazes que o rei já tinha matado até ali na tal corrida, exibidos como troféus. Mas, mesmo assim, não desistiu.
Ao mesmo tempo, a Hipodâmia foi dominada por um desejo sexual irresistível quando viu o jovem lindo e ricamente vestido e decidiu que teria ele como marido. E assim, armou um plano com ele pra se livrar do pai e fazer o Pélopes vencer a corrida...
Não era novidade pra ninguém que o cocheiro do Enômaos, chamado Mírtilo, suspirava de tesão pela princesa. Então, o Pélopes e a Hipodâmia chegaram pra ele e disseram que, se ele sabotasse a carruagem do rei, em troca a Hipodâmia iria com ele pro quarto e faria tudo o que ele quisesse fazer com ela.
Aceita a condição, quando o Enômaos saiu correndo com a carruagem dele em altíssima velocidade em perseguição à carruagem do Pélopes, o veículo do rei não demorou a se partir em pedaços, fazendo ele cair e morrer despedaçado.
E assim, o Pélopes se casou com a Hipodâmia e se tornou o novo Rei de Pisa.
Dias depois, o Pélopes foi passear com a Hipodâmia de carruagem, apenas na companhia do Mírtilo. E quando passaram por um lugar deserto e muito quente, o rei decidiu parar um pouco e foi procurar água potável pra beber. Mas, quando voltou, ouviu furiosas queixas da esposa, afirmando que o Mírtilo tinha tentado estuprar ela enquanto ele estava ausente, enquanto o cocheiro afirmava que a Hipodâmia é que tinha se oferecido pra ele e que só não aconteceu nada porque ele não quis.
Nunca se soube quem dizia a verdade aí. Mas o Pélopes preferiu acreditar na Hipodâmia. E matou o Mírtilo, aproveitando a oportunidade pra silenciar assim a única testemunha da conspiração contra o Enômaos.
Aparentemente, era mesmo o Mírtilo que dizia a verdade, pois, nos últimos segundos antes de morrer, furioso com a ingratidão do rei, ele lançou uma maldição:
“MALDITOS SERÃO TODOS AQUELES QUE TIVEREM O SEU SANGUE NAS VEIAS!”
Mesmo com todos os seus filhos, netos e bisnetos amaldiçoados, o Pélopes jogou o cadáver do cocheiro no Mar, negando até um funeral a ele.
Bom, podemos concluir que a Hipodâmia era muito ruim de cama, né? Se o Mírtilo já tinha se aliviado nela de todas as formas que queria (de acordo com o trato que eles tinham feito antes) e ele nem quis dar uma 2ª nem mesmo com ela se oferecendo pra ele...
Mas enfim: em homenagem à aparente fidelidade da esposa, o Pélopes instituiu uma série de jogos na cidade de Olímpia que deveriam se repetir de 5 em 5 anos e nos quais se louvava a deusa Hera e se fazia menção ao falecido Rei Enômaos (talvez o Pélopes pretendesse com isso manter calmo o espírito do sogro, já que esse tinha morrido em traição).
Do casamento do Pélopes com a Hipodâmia nasceram vários filhos, mas as versões discordam sobre a quantidade exata. De qualquer forma, os mais importantes se chamavam Atreu e Tiestes.
Num momento não muito claro depois que se casou com a Hipodâmia, o Pélopes deu uma sapecada sem compromisso com uma ninfa que encontrou numa floresta. E alguns anos depois, chegou ao palácio dele um adolescente chamado Crísipo, se identificando como o fruto dessa relação e pedindo pra morar com o pai. E o Pélopes acolheu ele no palácio, provocando a fúria da Hipodâmia. Mas o que aconteceu a partir dali varia completamente de acordo com as diferentes versões do mito.
Uma versão diz que a Hipodâmia mandou o Atreu e o Tiestes matarem o Crísipo. E quando o Pélopes descobriu, matou ela e exilou os 2 filhos de Pisa.
Outra versão confirma que a Hipodâmia mandou os 2 filhos matarem o irmão, mas eles se recusaram. Então, ela própria pegou uma espada e cravou no corpo do garoto num momento em que estava sozinha com ele, saindo da cena do crime depois o mais rápido que pôde. Mas, quando o Pélopes chegou, encontrou o filho ainda terminando de morrer e tendo tempo de contar ao pai o que tinha acontecido. E o Pélopes, como castigo, exilou a Hipodâmia de Pisa. Mas, alguns anos depois, quando soube que ela tinha morrido, concordou em dar a ela uma sepultura digna de uma rainha em Olímpia.
E uma 3ª versão diz que a Hipodâmia não se incomodou com a presença do Crísipo no palácio. Mas que outro adolescente de sangue nobre foi recebido como hóspede ali pelo Pélopes: o Príncipe Laio, de Tebas.
Assim que viu o Crísipo, o Laio foi dominado por uma paixão incontrolável pelo rapaz e raptou ele do palácio, indo se abrigar num lugar desconhecido.
O mito menciona que o Crísipo se suicidou “envergonhado” com o que tinha acontecido. Assim, é possível que o Laio tenha estuprado ele durante ou depois do rapto.
Furioso com a perda do filho e com o desrespeito que o Laio cometeu contra a hospitalidade que tinha sido oferecida a ele, o Pélopes lançou uma maldição contra o príncipe tebano, provocando uma série de tragédias na Família Real de Tebas a partir dali.
De qualquer forma, todas as versões sobre o Crísipo concordam que ele teve uma morte trágica e foi vítima de uma grande violência. Assim, ele foi a 1ª vítima da maldição do Mírtilo contra os descendentes do Pélopes.
Nenhum mito parece explicar como o Pélopes morreu. Mas ele foi sepultado numa urna funerária em Pisa. E na Guerra de Tróia, os adivinhos que consultaram os deuses previram que uma das condições pra que os gregos ganhassem era a presença física do Pélopes junto com eles. E assim, alguns soldados gregos foram a Pisa, pegaram a urna que continha os ossos do Pélopes e levaram pro acampamento dos guerreiros gregos em Tróia.
Terminada a guerra, a urna foi posta num navio que se colocou a caminho de Pisa. Mas o navio afundou pouco depois de sair de Tróia e a urna se perdeu.
Mais tarde, pescadores encontraram a urna e deram a ela as devidas honras funerárias.
O ombro de marfim do Pélopes foi levado pro Peloponeso, onde ficou em exposição por alguns séculos sendo tratado como relíquia: qualquer doente que tocasse nele tinha a doença curada imediatamente.
O nome da mãe dele varia de acordo com as muitas versões de seu mito. Ela era chamada de Clície, Eurianassa, Euristanassa ou Euritemiste, de acordo com diferentes versões.
Devido a um desentendimento com o Rei de Tróia, o Tântalo, a esposa e os filhos foram expulsos do Monte Sípilo junto com os súditos deles, indo se refugiar na Hélade (parte continental da Grécia).
Como o Tântalo era filho de Zeus, ele era frequentemente convidado pras festas que os deuses davam no Monte Olimpo. E costumava levar junto com ele o Pélopes. Mas, quando a festa ia se aproximando do fim, o ex-Rei de Sípilo aproveitava quando ninguém estava vendo e mandava o Pélopes roubar os restos de comida e bebida que sobravam dos banquetes divinos, os quais ele levava pra dar de presente aos seus amigos humanos.
Irritados com o roubo de sua refeição divina, à qual os humanos comuns não tinham direito, os deuses proibiram o Pélopes de voltar ao Olimpo. Só o deus Posseidon é que, apesar do deslize do garoto, continuou protegendo ele.
Um dia, querendo testar o grande nível de conhecimento das divindades, o Tântalo esquartejou o Pélopes, colocou as postas dele em bandejas e serviu aos deuses como refeição durante uma festa. Ele queria ver se os seres divinos adivinhavam o que era aquilo.
Vendo logo de início do que se tratava, quase nenhum deus tocou na macabra refeição. E enquanto todos os outros olhavam furiosos pro insolente e perverso mortal, a deusa Deméter, na hora preocupada com problemas de sua filha Perséfone, acabou nem prestando atenção nas bandejas e, pegando sem perceber um ombro do garoto, comeu.
Apiedados do Pélopes pelo que o pai tinha feito com ele, os deuses reconstruíram o corpo do garoto e ressuscitaram ele, colocando um ombro de marfim no lugar do ombro original que ele tinha perdido.
Depois disso, impressionado com a beleza que o jovem Pélopes foi adquirindo conforme foi crescendo, Posseidon logo acolheu ele como amante pelo resto da vida.
Embora o Tântalo tivesse caído em desgraça e sido atirado ao Tártaro pelos deuses, o Pélopes continuou sendo servido pela luxuosa corte de súditos que vieram com eles do Monte Sípilo.
Mais tarde, o Pélopes soube que o Rei de Pisa, chamado Enômaos, tinha colocado a mão da filha Hipodâmia à disposição, sob uma condição: o pretendente tinha que fugir dele numa corrida de carruagens da cidade de Pisa até a cidade de Corinto. O pretendente ia correndo na frente com a carruagem dele e o rei perseguia ele atrás com outra carruagem, dando um golpe mortal no pretendente se conseguisse alcançar ele. E sempre conseguia!
Como quem se casasse com a Hipodâmia se tornava o herdeiro do Trono de Pisa, o Pélopes se candidatou à corrida e foi ao palácio do Enômaos. E logo na porta de entrada ele encontrou cravados os crânios dos 13 rapazes que o rei já tinha matado até ali na tal corrida, exibidos como troféus. Mas, mesmo assim, não desistiu.
Ao mesmo tempo, a Hipodâmia foi dominada por um desejo sexual irresistível quando viu o jovem lindo e ricamente vestido e decidiu que teria ele como marido. E assim, armou um plano com ele pra se livrar do pai e fazer o Pélopes vencer a corrida...
Não era novidade pra ninguém que o cocheiro do Enômaos, chamado Mírtilo, suspirava de tesão pela princesa. Então, o Pélopes e a Hipodâmia chegaram pra ele e disseram que, se ele sabotasse a carruagem do rei, em troca a Hipodâmia iria com ele pro quarto e faria tudo o que ele quisesse fazer com ela.
Aceita a condição, quando o Enômaos saiu correndo com a carruagem dele em altíssima velocidade em perseguição à carruagem do Pélopes, o veículo do rei não demorou a se partir em pedaços, fazendo ele cair e morrer despedaçado.
E assim, o Pélopes se casou com a Hipodâmia e se tornou o novo Rei de Pisa.
Dias depois, o Pélopes foi passear com a Hipodâmia de carruagem, apenas na companhia do Mírtilo. E quando passaram por um lugar deserto e muito quente, o rei decidiu parar um pouco e foi procurar água potável pra beber. Mas, quando voltou, ouviu furiosas queixas da esposa, afirmando que o Mírtilo tinha tentado estuprar ela enquanto ele estava ausente, enquanto o cocheiro afirmava que a Hipodâmia é que tinha se oferecido pra ele e que só não aconteceu nada porque ele não quis.
Nunca se soube quem dizia a verdade aí. Mas o Pélopes preferiu acreditar na Hipodâmia. E matou o Mírtilo, aproveitando a oportunidade pra silenciar assim a única testemunha da conspiração contra o Enômaos.
Aparentemente, era mesmo o Mírtilo que dizia a verdade, pois, nos últimos segundos antes de morrer, furioso com a ingratidão do rei, ele lançou uma maldição:
“MALDITOS SERÃO TODOS AQUELES QUE TIVEREM O SEU SANGUE NAS VEIAS!”
Mesmo com todos os seus filhos, netos e bisnetos amaldiçoados, o Pélopes jogou o cadáver do cocheiro no Mar, negando até um funeral a ele.
Bom, podemos concluir que a Hipodâmia era muito ruim de cama, né? Se o Mírtilo já tinha se aliviado nela de todas as formas que queria (de acordo com o trato que eles tinham feito antes) e ele nem quis dar uma 2ª nem mesmo com ela se oferecendo pra ele...
Mas enfim: em homenagem à aparente fidelidade da esposa, o Pélopes instituiu uma série de jogos na cidade de Olímpia que deveriam se repetir de 5 em 5 anos e nos quais se louvava a deusa Hera e se fazia menção ao falecido Rei Enômaos (talvez o Pélopes pretendesse com isso manter calmo o espírito do sogro, já que esse tinha morrido em traição).
Do casamento do Pélopes com a Hipodâmia nasceram vários filhos, mas as versões discordam sobre a quantidade exata. De qualquer forma, os mais importantes se chamavam Atreu e Tiestes.
Num momento não muito claro depois que se casou com a Hipodâmia, o Pélopes deu uma sapecada sem compromisso com uma ninfa que encontrou numa floresta. E alguns anos depois, chegou ao palácio dele um adolescente chamado Crísipo, se identificando como o fruto dessa relação e pedindo pra morar com o pai. E o Pélopes acolheu ele no palácio, provocando a fúria da Hipodâmia. Mas o que aconteceu a partir dali varia completamente de acordo com as diferentes versões do mito.
Uma versão diz que a Hipodâmia mandou o Atreu e o Tiestes matarem o Crísipo. E quando o Pélopes descobriu, matou ela e exilou os 2 filhos de Pisa.
Outra versão confirma que a Hipodâmia mandou os 2 filhos matarem o irmão, mas eles se recusaram. Então, ela própria pegou uma espada e cravou no corpo do garoto num momento em que estava sozinha com ele, saindo da cena do crime depois o mais rápido que pôde. Mas, quando o Pélopes chegou, encontrou o filho ainda terminando de morrer e tendo tempo de contar ao pai o que tinha acontecido. E o Pélopes, como castigo, exilou a Hipodâmia de Pisa. Mas, alguns anos depois, quando soube que ela tinha morrido, concordou em dar a ela uma sepultura digna de uma rainha em Olímpia.
E uma 3ª versão diz que a Hipodâmia não se incomodou com a presença do Crísipo no palácio. Mas que outro adolescente de sangue nobre foi recebido como hóspede ali pelo Pélopes: o Príncipe Laio, de Tebas.
Assim que viu o Crísipo, o Laio foi dominado por uma paixão incontrolável pelo rapaz e raptou ele do palácio, indo se abrigar num lugar desconhecido.
O mito menciona que o Crísipo se suicidou “envergonhado” com o que tinha acontecido. Assim, é possível que o Laio tenha estuprado ele durante ou depois do rapto.
Furioso com a perda do filho e com o desrespeito que o Laio cometeu contra a hospitalidade que tinha sido oferecida a ele, o Pélopes lançou uma maldição contra o príncipe tebano, provocando uma série de tragédias na Família Real de Tebas a partir dali.
De qualquer forma, todas as versões sobre o Crísipo concordam que ele teve uma morte trágica e foi vítima de uma grande violência. Assim, ele foi a 1ª vítima da maldição do Mírtilo contra os descendentes do Pélopes.
Nenhum mito parece explicar como o Pélopes morreu. Mas ele foi sepultado numa urna funerária em Pisa. E na Guerra de Tróia, os adivinhos que consultaram os deuses previram que uma das condições pra que os gregos ganhassem era a presença física do Pélopes junto com eles. E assim, alguns soldados gregos foram a Pisa, pegaram a urna que continha os ossos do Pélopes e levaram pro acampamento dos guerreiros gregos em Tróia.
Terminada a guerra, a urna foi posta num navio que se colocou a caminho de Pisa. Mas o navio afundou pouco depois de sair de Tróia e a urna se perdeu.
Mais tarde, pescadores encontraram a urna e deram a ela as devidas honras funerárias.
O ombro de marfim do Pélopes foi levado pro Peloponeso, onde ficou em exposição por alguns séculos sendo tratado como relíquia: qualquer doente que tocasse nele tinha a doença curada imediatamente.
2 comentários:
Conspirações, traições, tesão, eram comuns entre deuses e mortas, na mitologia grega. Êta povinho safado rsrsrs
Bjux
Ah, sim... Mas em qualquer época e em qualquer lugar as histórias que mais chamavam a atenção do público eram as que tinham algo relacionado a sexo.
Temos que concordar com aquela máxima do capitalismo: SEXO VENDE!!!rsrsrs
Beijos também!
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