Oi!!!
Fechando a série sobre produções de terror inspiradas no livro Frankenstein: or, The Modern Prometheus (1818), hoje a gente vai dar uma olhada no desenho animado de longa metragem Kyofu Densetsu: Kaiki! Furankenshutain, lançado no Brasil como Frankenstein.
O desenho foi produzido no Japão pela Toei Animeshon. E foi lançado também no Japão em 1981.
Embora os nomes dos personagens sejam adaptados ao Japonês, dá pra ver claramente que o Bikutoru Furankenshutain foi inspirado no Victor Frankenstein, que a Erizabesu foi inspirada na Elizabeth e por aí vai.
Furankenshutain é literalmente uma tragédia: nenhum personagem tem final feliz.
O desenho começa com imagens de um castelo no meio de uma região desabitada da Inglaterra durante uma noite de tempestade, ao mesmo tempo em que ouvimos a voz de um narrador, explicando que a história que vamos ver a seguir se passada na Europa, no século XIX. E é sobre o monstro criado por um cientista diabólico chamado Bikutoru Furankenshutain.
Dentro do castelo, vemos que o lugar foi transformado num laboratório, onde um boi foi morto e teve os órgãos internos removidos. E 2 homens tão de pé ao lado de uma espécie de múmia de 3 metros, com 2 grandes parafusos atarraxados no pescoço e deitada sobre uma plataforma.
Os homens são o próprio Bikutoru e o assistente dele, chamado Sukeru.
O Bikutoru é dominado por uma soberba em fase extrema. E exige que o Sukeru ligue o gerador de energia pra dar vida ao que ele considera a obra prima dele: aquela múmia mutante.
O assistente explica que, se ele ligar o gerador na potência em que o Bikutoru tá pedindo isso vai queimar as máquinas do laboratório e a experiência não vai dar certo. Mas o cientista, que se acha perfeito em tudo, nem presta atenção nele e quer apenas ser obedecido.
O Sukeru faz o que ele mandou, energizando a múmia e fazendo com que ela adquira vida e faça alguns movimentos simples. Mas, como ele disse, as máquinas acabam queimando e parando de funcionar poucos segundos depois.
Só que um raio bate na torre do castelo e dá uma superpotência ao gerador, que transmite essa energia pra múmia, enquanto tudo no laboratório explode com o excesso de energia elétrica que se manifesta ali.
Mas a múmia agora tem energia suficiente pra se levantar, fazendo o Bikutoru achar que a experiência deu certo.
Entretanto, um novo raio cai sobre o castelo, atraído pelo corpo energizado da múmia. E além de queimar as faixas que envolviam ela, aparentemente também deforma o corpo dela, enquanto ela se contorce de dor.
Assustados com a aparência monstruosa que o mutante adquiriu, o Bikutoru e o Sukeru fogem correndo. Mas a criatura vai andando atrás deles até fora do castelo.
Se julgando importante demais pra se arriscar, o Bikutoru dá um revólver ao Sukeru e manda ele enfrentar o monstro, enquanto ele próprio foge correndo.
O Sukeru dá um tiro no monstro, que então se enfurece e ataca ele abertamente. Mas, durante a luta, a criatura cai do alto de um precipício e desaparece, enquanto o Sukeru se contorce de dor, com um grande ferimento que o mutante deixou na cara dele.
Decidido a manter em segredo tudo o que aconteceu, o cientista volta pra fazenda onde ele mora junto com a esposa Erizabesu e a filha Emiri, no interior da Alemanha.
Mesmo assim, ele fica o tempo todo tendo alucinações com o que aconteceu ou tendo pesadelos com isso quando dorme. E não percebe que o mutante não só sobreviveu à queda do precipício como também seguiu ele até lá. E agora ele vive se escondendo na floresta vizinha e observando todos de longe.
Ao mesmo tempo, mortes misteriosas começam a acontecer nas redondezas e pegadas enormes são encontradas ao lado dos cadáveres.
Também vemos que o sogro do Bikutoru é um ex cientista que se aposentou quando ficou cego. Mas que ele discorda totalmente das experiências extremistas que o Bikutoru faz, achando que ele tá desafiando a criação de Jeová com essas atitudes. E agora, ele mora em outra fazenda nas proximidades, sendo ajudado por um menino que ele cria chamado Firipu e visitado de vez em quando pela neta Emiri.
Logo depois que o Bikutoru chega, alguém começa a matar os animais da fazenda e destruir os jardins que existem ali, deixando trilhas de pegadas enormes no local. E o Bikutoru decide chamar a polícia, que passa a observar a fazenda dele a partir daí.
Quando o cientista volta ao trabalho na universidade onde ele dá aulas, encontra o Sukeru, que mostra que ficou com o lado esquerdo da cara deformado depois da luta contra o monstro. E agora ele quer dinheiro pra ficar calado, como indenização por tudo o que ele passou antes.
Enquanto isso, vemos que o monstro tem atacado as residências vizinhas. Mas, pelo menos até agora, ele não fez nada além de roubar comida.
Os camponeses que chegaram a ver ele nessas ocasiões confirmam que ele não matou ninguém, mas ficava repetindo de forma insana o nome “Furanken”.
E não demoramos a ver que quem matou as pessoas e animais na região foi o Sukeru, deixando uma trilha falsa de pegadas do monstro nas cenas dos crimes, pra aterrorizar o Bikutoru.
Ele também continua cobrando mais dinheiro do Bikutoru. E se aproxima da Emiri quando ela tá sozinha, dizendo que o pai dela guarda um segredo perverso.
Descontrolado com a situação, o cientista pega uma arma e vai até o lugar onde sabe que vai encontrar o Sukeru, à beira de um lago, disposto a acabar com ele.
Enquanto isso, quem acaba encontrando o Sukeru à beira do lago é o próprio monstro. E reconhecendo ele, a criatura agarra o Sukeru e quebra o pescoço dele!
O Bikutoru chega exatamente nesse instante. E vendo a cena, dá alguns tiros no monstro e depois foge correndo, deixando a arma dele cair.
Na manhã seguinte, a velha governanta da fazenda do cientista começa a entrar em pânico com as situações que tão acontecendo ali e pede demissão. Mas, depois que ela faz as malas e começa a caminhar sozinha pra fora da fazenda, ela encontra o monstro pelo caminho, enfarta e morre.
Enquanto isso, o detetive encontra o cadáver do Sukeru à beira do lago, perto da pistola do Bikutoru. E vai à fazenda dele pra perguntar se ele sabe alguma coisa sobre o assunto. Mas ele se faz de desentendido.
Só que quando o detetive encontra o corpo da governanta, vê que tem alguma coisa muito estranha ali envolvendo o Bikutoru.
Na noite seguinte, o monstro invade uma festa de casamento, atraído pelo cheiro da comida. E como um dos convidados bate nele com uma cadeira, ele mata o cara, acabando por fugir logo depois.
A polícia é chamada, começando a perseguir o monstro e dando tiros nele, mas perdendo ele de vista logo depois.
Ele chega à beira de um rio. E vendo o reflexo dele na superfície da água, finalmente ele entende que tem uma aparência monstruosa e vê que é por isso que as pessoas têm medo dele.
No dia seguinte, o Bikutoru se arma com uma espingarda e começa a andar nas proximidades da cabana do sogro, procurando o monstro.
Ao mesmo tempo, o avô da Emiri manda o Firipu ir à cidade vizinha comprar mantimentos. E numa ocasião em que o velho tá sozinho em casa, o monstro chega lá.
Pelo barulho que a criatura faz, o velho deduz que ele é o monstro de que todos tão falando na região. Mas, pelos modos dele, vê que não se trata de uma criatura má, e sim assustada e procurando abrigo e comida onde puder.
Quando a Emiri chega, se assusta com o monstro, que foge.
O Bikutoru vê o monstro e persegue ele, acabando por entrar na floresta junto com ele. E o monstro, pra se defender, bate nele com um galho de árvore, fazendo ele desmaiar.
A Emiri vai atrás, mas é atacada por um urso. E o monstro mata o urso e salva a menina, levando ela de volta pra casa do avô.
Concluindo que a criatura é ‘do bem’, a Emiri decide fazer amizade com ela. E usa uma echarpe pra fazer curativos nas feridas do monstro.
Depois disso, a Emiri faz algumas brincadeiras simples com o monstro e ensina ele a rezar.
Na manhã seguinte, a Erizabesu vai à cidade vizinha. E vê que o delegado tá reunindo os habitantes pra perseguir e tentar capturar o monstro. Mas ele não demora a perder o controle, já que tão todos furiosos com o monstro e dispostos a destruir ele a qualquer preço.
Eles encontram ele nas bordas da floresta e ele corre pro meio das árvores, sendo perseguido pelo bando com tochas acesas.
Não demora e eles incendeiam a floresta.
Ouvindo o alvoroço lá fora, o velho sai de casa e entra na floresta pra tentar ajudar o monstro.
Com medo de que o pai saia ferido no meio da confusão, a Erizabesu vai atrás dele na floresta em chamas.
O monstro encontra o velho, pega ele nos braços e tenta sair com ele da floresta. E depois vê a Erizabesu cercada pelo fogo e tenta chegar até ela, mas não tem tempo e ela morre queimada.
No meio da confusão, o Firipu se reaproxima da Emiri e, quando o incêndio se apaga, localiza o cadáver da Erizabesu junto com ela.
O monstro chega logo depois, trazendo o velho ferido e inconsciente, mas se retira em segundos. E todos pensam que foi ele que matou a Erizabesu e feriu o velho.
O Firipu se arma com uma pistola e vai atrás dele.
O monstro tenta explicar com gestos e rosnados que ele não fez nada. E tenta desarmar o Firipu. Mas, quando faz isso, ele empurra sem querer o garoto contra um muro, matando ele.
A Emiri chega logo depois, sem ver o que aconteceu antes. E acha que o monstro matou o Firipu por sadismo.
Ela pega a pistola do Firipu e dá um tiro na mão do monstro, fazendo ele fugir. E depois de andar sem rumo, ele vê uma igreja católica, onde decide entrar.
Ele vê uma estátua de Jesus, percebendo que ele tem as mãos feridas iguais a ele. E parece se identificar com a imagem que vê, rezando da forma como aprendeu com a Emiri e pedindo por compreensão.
O Bikutoru descobre ele na igreja e ataca ele. Mas o monstro consegue fugir.
Enquanto isso, o avô da Emiri acorda e conta a ela o que aconteceu na floresta, dizendo que o monstro não tem culpa de nada. E ele também deduz que foi o Bikutoru quem criou o monstro.
A Emiri sai correndo procurando o monstro e escuta alguns homens comentando que ele foi visto num vale perto dali.
O delegado também se dirige pra lá junto com vários policiais. E eles conseguem cercar o monstro, atirando nele.
O monstro se enfurece e mata todos eles a pedradas. Mas quando vai matar o delegado, ele recupera a consciência e para.
Nesse momento, chega o Bikutoru, que ataca o monstro a tiros. Mas a Emiri chega logo depois e detém o pai, dizendo a ele que ela já sabe de tudo. E ela diz que a culpa de tudo o que aconteceu não é do monstro, mas sim do próprio Bikutoru.
Apesar disso, o monstro finalmente conclui que não há lugar pra ele no Mundo e se atira de cabeça do alto de um precipício.
Durante a queda, a echarpe que a Emiri usou pra fazer curativos nele se solta a sai voando pelo ar...
O cientista também conclui que não merece continuar vivo depois de todas as tragédias que causou e dá um tiro no próprio coração.
A última cena mostra o delegado indo visitar a fazenda avô da Emiri, com quem ela aparentemente ficou morando. Mas depois de ver o túmulo do monstro no quintal da fazenda, decorado com a echarpe da Emiri, ele é dominado pela tristeza decide ir embora sem falar com ninguém.
E o desenho acaba.
Finishing the series of productions based on Frankenstein: or, The Modern Prometheus (1818), let’s take a look at the feature-length cartoon Kyofu Densetsu: Kaiki! Furankenshutain.
It was produced in Japan and released in 1981.
The character’s names are adapted to Japanese. But we can see Bikutoru Furankenshutain is Victor Frankenstein, Erizabesu is Elizabeth and so on.
Furankenshutain was a production of Toei Animeshon.
It’s literally a tragedy: no character has a happy end.
The cartoon begins showing us a castle in an uninhabited region of England during a stormy night. At the same time we hear the voice of a narrator, explaining that the story we’ll see from now takes place in Europe in the 19th century. And the theme of this tragedy is a monster created by an evil scientist named Bikutoru Furankenshutain.
Inside the castle, we see the place has been transformed into a laboratory. An ox was killed there and its internal organs were removed. And 2 men are standing next to a kind of 3-metter-tall mummy, with 2 large screws screwed in its necks and lying on a platform.
The 2 men are Bikutoru himself and his assistant Sukeru.
Bikutoru is dominated by a superb in extreme phase. And he demands that Sukeru turn on the power generator to give life to what he considers his masterpiece: that mutant mummy.
The assistant explains that if he turns on the generator at the power that Bikutoru is asking for, it’ll burn the machines in the lab and the experiment certainly won’t work. But the scientist, who sees himself as more than perfect in everything, doesn’t pay attention to him and just wants to be obeyed.
Sukeru does what he says, energizing the mummy and causing it to be alive and to make some simple moves. But, as he had warned, the machines end up burned by the excess of electricity and so the experiment stops working a few seconds later.
However, a thunderbolt hits the castle tower and gives a superpower to the generator, which transmits that energy to the mummy. And everything in the lab explodes with the excess of electrical energy that manifests itself there.
The mummy now has enough energy to get up, making Bikutoru think that the experiment worked.
However, another thunderbolt hits the castle, attracted by the energized mummy’s body. And it burns the tracks around the creature and apparently also deforms its body completely while it shows all its pain.
Horrified by the monstrous appearance the mutant has now, Bikutoru and Sukeru run away. But the creature continues walking behind them outside the castle.
The scientist judges himself too important to risk his life. So he gives Sukeru a pistol and tells him to face the monster while he runs away.
Sukeru shoots the monster, who then rages and attacks him openly. But during the fight, the creature falls off a cliff and disappears, while Sukeru writhes in pain, with a large wound the mutant left in his face.
Decided to keep everything in secret, Bikutoru returns to the farm where he lives in a rural region of Germany. And there he meets his wife Erizabesu and his daughter Emiri.
Even so, he often has hallucinations about what happened or has nightmares about it when he sleeps. And he doesn’t realize that the mutant not only survived the fall of the cliff as it also followed him to Germany. And now the creature lives hiding in the nearby forest and watching everyone from afar.
At the same time, mysterious deaths begin to happen in the vicinity and huge footprints are found alongside the corpses.
The mutant doesn’t seem to be fierce enough to do this. So who is it?
In Kyofu Densetsu: Kaiki! Furankenshutain (1981), conosciuto in Italia come Frankenstein, Bikutoru è uno scienziato che esegue esperimenti estremisti.
Suo suocero è un ex scienziato che si è ritirato quando è diventato cieco. E lui è totalmente in disaccordo con le idee di suo genero. Il vecchio crede che lui sta sfidando la creazione di Geova con questi atteggiamenti. E ora vive in una fattoria. Un ragazzo di nome Firipu spesso prende cura di lui e sua nipote Emiri è anche spesso a casa sua.
Durante un esperimento, Bikutoru ha creato un mostro e, dopo, è fuggito, lasciando il suo assistente Sukeru combattendo la creatura. E poco dopo, qualcuno comincia a uccidere gli animali della sua fattoria e distruggere i giardini che esistono lì. Una scia di enormi impronte è sempre trovata a terra in tali occasioni. E Bikutoru decide di chiamare la polizia, che comincia ad osservare la sua fattoria da allora.
Quando Bikutoru torna al lavoro all’università dove insegna, incontra Sukeru. Il lato sinistro del suo volto è diventato deformato dopo la lotta contro il mostro. E ora vuole i soldi per tacere, a titolo di risarcimento per questo.
Nel frattempo, vediamo che il mostro ha attaccato delle case vicine. Ma, almeno finora, non ha fatto altro che rubare cibo.
I contadini che l’hanno visto in queste occasioni confermano che lui non ha ucciso nessuno. Ma sempre dice il nome “Furanken”.
E presto vediamo che Sukeru è l’autore degli atti di predazione nella regione, lasciando una scia di impronte false del mostro nelle scene dei crimini per terrorizzare Bikutoru.
Lui continua anche volendo più soldi da Bikutoru. E si avvicina a Emiri quando è sola, dicendo che suo padre ha un segreto perverso.
Furioso, Bikutoru ottiene una pistola e va al luogo dove sa che troverà Sukeru, sul bordo di un lago, disposto a ucciderlo.
Pochi minuti prima, il mostro trova Sukeru. Lui si ricorda che quell’uomo ha cercato di ucciderlo prima. E così rompe il suo collo furiosamente!
Bikutoru arriva proprio in questo momento. E vedendo la scena, lui spara contro il mostro un paio di volte e poi fugge, lasciando la pistola.
La mattina dopo, la vecchia governante della fattoria di Bikutoru inizia a prendersi dal panico dovuto alle situazioni che stanno accadendo lì e decide di andare via. Ma dopo che lei inizia a camminare da sola lasciando la fattoria, trova il mostro sulla strada. Ha un attacco di cuore e muore.
Nel frattempo, il detective scopre il cadavere di Sukeru accanto al lago e vicino alla pistola di Bikutoru. E va alla sua fattoria per chiedere se lui sa qualcosa. Ma lui fa finta di non capirlo.
Però il detective vede che Bikutoru sta nascondendo qualcosa quando trova il cadavere della governante.
La notte successiva, il mostro invade una festa di nozze, attratti dall’odore del cibo. Uno degli ospiti l’attacca e lui uccide l’uomo in risposta. E se ne va.
La polizia arriva, inizia a inseguire il mostro e spara contro lui, ma loro gli perdono di vista poco dopo.
Lui arriva vicino ad un fiume. E vedendo la propria riflessione sulla superficie dell’acqua, alla fine capisce che ha un aspetto mostruoso e questo è il motivo per cui le persone hanno paura di lui.
Il giorno successivo, il suocero di Bikutoru ordina che Firipu va al paese vicino per acquistare cibo. E in un momento in cui il vecchio è solo a casa sua, il mostro arriva.
Dal rumore che la creatura fa, il vecchio deduce che quello è il mostro di cui tutti parlano nella regione. Ma a giudicare dal suo comportamento, vede che non è una creatura malvagia, ma piuttosto spaventata e in cerca di un posto sicuro e di cibo dove può trovarli.
Vamos a ver como acaba Kyofu Densetsu: Kaiki! Furankenshutain (1981).
En una región montañosa de Alemania, Bikutoru creó un monstruo. Y a pesar de que la criatura no es mala, tiene la tendencia a atacar cuando es atacada.
Bikutoru está casado con Erizabesu. Y su hija Emiri está siempre con su abuelo ciego.
Bikutoru ve al monstruo y lo persigue, entrando en el bosque con él. Y el monstruo, para defenderse, lo golpea con una rama de árbol, haciéndolo desmayar.
Emiri va allí también, pero ella es atacada por un oso. Y el monstruo mata al oso y salva a la niña, llevándola de nuevo a la casa de su abuelo.
Emiri empieza una amistad con el monstruo. Y ella usa un pañuelo que lleva para proteger las heridas del monstruo.
Después de eso, Emiri hace algunos juegos simples con el monstruo y le enseña a orar.
A la mañana siguiente, Erizabesu va a la ciudad próxima. Y ve que el delegado está reuniendo a la gente a perseguir y tratar de capturar al monstruo. Pero él pronto pierde el control, ya que todos están molestos con el monstruo y dispuestos a destruirlo a toda costa.
Ellos lo encuentran en los bordes del bosque y él se va al medio de los árboles, siendo perseguido por todos con antorchas.
Poco después, queman el bosque.
Al oír la conmoción afuera, el viejo deja su casa y entra en el bosque para tratar de ayudar al monstruo.
Con miedo de que su padre se quede herido en el cuerpo a cuerpo, Erizabesu lo sigue en el bosque en llamas.
El monstruo encuentra el viejo y hace lo que puede para salvarlo. Y después ve Erizabesu en el medio del fuego. El busca salvarla también, pero no tiene tiempo para hacerlo.
Emiri encuentra su amigo Firipu. Y cuando acaba el fuego, ellos llegan al cuerpo de Erizabesu.
El monstruo llega con el viejo herido y desmayado. Pero se va segundos después. Y todos creen que él mató a Erizabesu y herió al viejo.
Firipu lo sigue armado.
El mosntruo hace lo que puede para mostrar que no hizo nada. Y también busca desarmar Firipu, pero acaba por herirlo mortalmente cuando lo hace.
Emiri llega poco después. Y sin ver lo que ocurrió antes, cree que él mató al chico por maldad.
Ella ataca al monstruo con el arma de Firipu, haciéndolo escapar. Y después de caminar sin destino por algunos minutos, él entra en una iglesia católica.
El mira una estatua de Jesús y ve que él tiene las manos heridas como él. Y así, se siente comprendido.
Bikutoru lo encuentra en la iglesia y lo ataca. Pero él escapa.
Al mismo tiempo, el abuelo de Emiri desperta y le dice qué ocurrió en el bosque, mostrándole que el monstruo no es culpado por nada.
Emiri va en busca del monstruo y escucha algunos hombres hablando que él fue visto en una montaña cercana.
El delegado también llega allí, atacando el monstruo junto con algunos hombres.
Furioso, el monstruo mata a casi todos, dejando vivo solamente el delegado, porque logra a tranquilizarse cuando va a matarlo.
Entonces, llega Bikutoru, que ataca el monstruo. Pero Emiri logra a detenerlo, diciéndole que él es el culpado por todo, y no el monstruo.
Mismo así, el monstruo puede ver que no hay lugar en el Mundo para él. Y acaba lanzándose de la cumbre de la montaña.
Mientras que él se va cayendo, el pañuelo de Emiri deja su cuerpo y se va volando por los aires...
Bikutoru puede ver finalmente que él propio es el gran villano de la historia. Y usa su arma para acabar con su vida.
La última escena muestra el delegado llegando a la casa del abuelo de Emiri para visitarlos. Pero cuando el encuentra la sepultura del monstro cerca de la casa, decorada con el pañuelo de Emiri, él es dominado por la tristeza y decide irse sin hablar con nadie.
Y así acaba.
Até!