sexta-feira, 31 de março de 2017

PIER VITTORIO TONDELLI 1955-1991



Oi!!!

Fechando o mês, a gente vai se lembrar de outro personagem histórico gay: o escritor italiano Pier Vittorio Tondelli.

Já falei sobre ele uma vez no CECG&B. Mas vamos lembrar:
Ele nasceu na Emilia-Romagna, em 14 de Setembro de 1955.
Ainda nos anos 60, o Pier começou a escrever os primeiros textos que seriam publicados pela ACI (uma associação católica) e pela ACLI (uma associação cristã de trabalhadores).
Ele se formou em 1974 no curso universitário da DAMS, onde teve aulas com o Gianni Celati e com o Umberto Eco.
Naquele período, apesar de escrever muito, o Pier não deixava ninguém ler os textos dele. Ele era meio complexado em relação à altura dele, tinha problemas de convivência com outras pessoas e procurava passar a maior parte do tempo sozinho.
Ele também sempre demonstrou um certo interesse pelo teatro. Mas os livros sempre chamaram mais a atenção dele.
No tempo livre, ele gostava de ouvir as músicas do Antonello Venditti, do Francesco De Gregori e do Francesco Guccini.
Em 1980, o Pier conseguiu publicar o 1º livro: Altri Libertini. Ele tinha demorado quase 2 anos escrevendo e revendo os textos desse livro. E o resultado foi o melhor possível, já que o livro um sucesso na época.
Mas, 3 semanas depois o livro chegou a ser censurado, sob acusação de ter “blasfêmias” escritas nele.
Na verdade, ao longo da carreira, o Pier quase sempre teria problemas com a censura, por causa dos temas ligados à homossexualidade, sempre presentes nos livros dele.
Na verdade, os textos do Pier são meio complexos, já que ele só evadia a privacidade dele escrevendo. No contato com outras pessoas, como eu já disse, ele sempre revelava pouquíssimo da vida pessoal dele. A própria homossexualidade dele saía mais através dos textos que ele escrevia do que através de declarações.
Graças às obras que deixou, ele é considerado até hoje um dos maiores escritores da Itália nos anos 80.
Apesar da vida pessoal do Pier ter sido (e ainda ser) um gigantesco ponto de interrogação, podemos supor que ele não era muito quietinho em relação a sexo, não. É que ele foi contaminado pelo HIV no final dos anos 80. Mas também pode ser que ele tivesse um namorado fixo, que foi contaminado, né? Enfim, nunca vamos saber isso, assim como nunca vamos saber várias outras coisas sobre ele.
Ele morreu no dia 16 de Dezembro de 1991, 3 meses depois de completar 36 anos. Foi enterrado no Cimitero di Canolo, na Emilia-Romagna.

Hoy hablaremos un poco de un escritor homosexual que fue uno de los principales nombres de la Literatura Italiana del siglo XX: Pier Vittorio Tondelli.
El nació en la Emilia-Romaña, el 14 de Setiembre de 1955.
En los años 60, Pier empezó a escribir sus primeros textos, publicados por la ACI y por la ACLI.
El tuvo su formación en 1974, por la DAMS, habiendo tenido Gianni Celati y Umberto Eco como sus profesores.
Pier escribía muchos textos nuevos en aquella época, pero nadie los podría leer. El tenía problemas de aceptación con su altura, convivir con otras personas le era difícil y él hacía siempre lo posible para quedarse solo.
El teatro también le gustaba mucho. Pero los libros siempre le fueron más importantes.
También en aquella época, Pier comenzó a interesarse por las culturas orientales.

Pier liked so much listening to Antonello Venditti, Francesco De Gregori, and Francesco Guccini in his free time.
In 1980, Pier gave us his 1st book: Altri Libertini. He had spent 2 years writing that. And it would actually be a best-seller.
But the book would be censored 3 weeks later, because it was said to contain “blasphemes”.
Well, along his career, Pier would always have problems with the censors because of the always mentioned homosexuality in his stories.
Many of his books also had Aldo Tagliaferri and François Wahl’s influence.
By the way, Pier’s stories are sometimes difficult to be understood, because he always used his books to talk about his personal life. He rarely talked about his life to other people. And even his homosexuality was told in his books much more than to his friends.

Pier è visto come uno dei principali scrittori di Italia negli anni 80.
Anche in quell’epoca, lui è stato laureato nella Letteratura Epistolare.
Dopo questo, Pier sarebbe nel giornale Il Resto del Carlino. Ma lui ha avuto bisogno di prestare servizio militare nell’Umbria.
Negli anni 80, lui si è trasferito a Milano. Ma non ci restava sempre, perché era sempre in viaggio. Lui andava sempre a Berlino, la sua città favorita.
Non si sapeva molto della vita personale di Pier (ed ancora non se lo sa), ma si pensa che lui aveva una sessualità un po’ movimentata, perché ha avuto l’AIDS alla fine degli anni 80. Ma è anche possibile che lui avesse un ragazzo fisso che avesse il virus HIV, vero? Comunque si, non lo sapremo mai, tanto quanto non sapremo mai molte altre cose della sua vita.
Lui è morto nel 16 Dicembre del 1991, 3 mesi dopo il suo compleanno. Adesso lui resta nel Cimitero di Canolo, nell’Emiglia-Romagna.

Até Abril!

quarta-feira, 29 de março de 2017

O MAIOR REPRESENTANTE BRASILEIRO DO JUDAÍSMO MODERNO



Oi!!!

Hoje, vamos dar uma olhada num dos principais responsáveis pela renovação do Judaísmo no Brasil: o engenheiro mecânico, professor doutor de Literatura Hebraica, escritor, rosh e rabino Nilton Bonder.
Já fiz um post sobre ele no CECG&B uma vez. Mas aqui vão algumas atualizações:
Ele nasceu no Rio Grande do Sul, em 27 de Dezembro de 1957.
O Nilton decidiu mesmo que queria se dedicar à Torá quando tinha 24 anos. E em 1987, quando tava fazendo 30 anos, ele seria reconhecido como rabino pela Jewish Theological Seminary, em New York, onde ele também se doutorou em Literatura Hebraica.
Ele também se formou em Engenharia Mecânica pela Columbia University, também em New York.
Também foi no final dos anos 80 que o Nilton se mudou aqui pro Rio, ficando responsável pela Sinagoga da Barra da Tijuca.
Ele é também um rosh (coordenador judaico) da Congregação Judaica do Brasil.
As palestras que o Nilton dá falam sobre os mais variados temas sob o ponto de vista do Judaísmo Moderno. Mas as opiniões que ele dá geralmente não chegam a uma conclusão definitiva...
Os textos que eu já li dele que falavam sobre homossexualidade, por exemplo, eram meio subjetivos. Mas o que deu pra entender (pelo menos pra mim) é que ele pretendeu dizer que, apesar dos homossexuais seguirem um estilo de vida que é desaprovado pelos grupos judaicos conservadores e pelos judeus que fazem uma interpretação mais fundamentalista dos dogmas judaicos, isso não pode fazer com que a comunidade judaica exclua os gays.
Na sinagoga dele vão vários frequentadores homossexuais e bissexuais.
No ano 2000, o Nilton recebeu o Prêmio Jabuti de Religião.
Até hoje, ele já publicou 18 livros. E os livros dele também fizeram sucesso entre as comunidades judaicas da Alemanha, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Itália, Países Baixos e República Tcheca.
Além de tudo isso, o Nilton também é visto com uma certa frequência em movimentos ecológicos.
No tempo livre, ele gosta de tomar chope, ir à praia e surfar. E pra manter a forma, ele corre.
Ele já foi casado 2 vezes e tem 1 filho e 2 filhas.

Hoy vamos hablar un poquito acerca de uno de los principales responsables por la renovación del Judaísmo en Brasil: el ingeniero mecánico, profesor de Literatura Hebrea, escritor, rosh y el rabino brasileño Nilton Bonder.
Ya hablé de él una vez en el CECG&B. Pero aquí están algunas actualizaciones:
Nilton nació en Río Grande del Sur, el 27 de Diciembre de 1957.
Decidió que quería dedicarse a la Torá cuando tenía 24 años. Y en 1987, tenía 30 años y era reconocido como un rabino por el Jewish Theological Seminary de Nueva York. Y allí también recibió su doctorado en Literatura Hebrea.
Nilton también se graduó en Ingeniería Mecánica por la Columbia University, también en Nueva York.

Nilton has already written texts about homosexuality. I think these texts a bit subjective. But as far as I could understand, he intended to say that although homosexuals follow a lifestyle that is rejected by conservative Jewish groups and by Jews who follow a more fundamentalist interpretation of Jewish dogmas, this can’t cause the Jewish community to exclude LGBT people.
Many homosexuals and bisexuals attend the synagogue where he is the rabbi.
In 2000, Nilton won the Prêmio Jabuti de Religião.
To date, he has released 18 books. And his books were also successful among the Jewish communities of Germany, South Korea, Spain, United States, Italy, Netherlands and Czech Republic.

Alla fine degli anni 80, Nilton si è trasferito a Rio de Janeiro. Così è diventato il capo della Sinagoga da Barra da Tijuca.
Lui è anche il rosh (coordinatore ebraico) della Congregazione Ebraica del Brasile.
Le lezioni di Nilton sono circa i temi più svariati dal punto di vista dell’Ebraismo Moderno. Ma le opinioni che lui dà generalmente non arrivano a una conclusione definitiva...
Lui è visto anche con una certa frequenza come parte dei movimenti ecologici.
Nel suo tempo libero, a Nilton piace bere birra, andare in spiaggia e fare il surf. E si va anche a correre per essere in buona forma.
Lui è stato sposato con 2 volte e ha 1 figlio e 2 figlie.

Até!

domingo, 26 de março de 2017

O 1º GAY ASSUMIDO NO PARLAMENTO AUSTRALIANO



Oi!!!

Hoje vamos dar uma olhada no escritor e político australiano Robert James Brown, mais conhecido como Bob Brown.
Já falei sobre ele uma vez no CECG&B, mas aqui vão algumas atualizações:
Ele nasceu em New South Wales, em 17 de Dezembro de 1944.
O Bob estudou na Trunkey Public School e na Blacktown Boys High School.
Depois disso, ele foi fazer o curso de Medicina, na Sidney University.
Depois de se formar, ele se tornou membro do partido ecológico United Tasmania Group. E logo depois, ele anunciou em público que era gay, através de uma entrevista prum jornal.
Em 1978, o Bob se tornou diretor da Tasmanian Wilderness Society.
Em 1983, ele entrou pro Parlamento da Tasmânia.
No mesmo ano, o Bob deu uma das maiores demonstrações dele como escritor, quando publicou Wild Rivers.
O Bob foi eleito senador em 1996. E assim, ele foi o 1º homossexual assumido a fazer parte do Parlamento Australiano.
E também naquele mesmo ano, o Bob foi morar junto com o namorado, o fazendeiro australiano Paul Thomas.
E tão juntos até hoje.
Em 2004, foi publicada a biografia dele (Bob Brown: A Gentle Revolutionary), escrita pelo James Norman.
Como sempre teve ligado à ecologia, o nome dele tá sempre envolvido em quase todas as leis mais recentes ligadas a isso. Mas também aos Direitos Humanos.

Today we’ll talk a little about the Australian writer and politician Robert James Brown.
I posted about him once at CECG&B. But here are some pieces of news:
Robert was born in New South Wales, on December 17th, in 1944.
He studied at Trunkey Public School and Blacktown Boys High School.
After that, Robert graduated in Medicine by Sydney University.

Después de graduarse, Robert se convirtió en un miembro del partido ecologista United Tasmania Group. Y poco después, anunció públicamente que era gay, a través de una entrevista a un periódico.
En 1978, él fue el director de la Tasmanian Wilderness Society.
En 1983, Robert se convirtió en miembro del Parlamento de Tasmania.
En el mismo año, él dio una de sus mayores manifestaciones como escritor, con el libro Wild Rivers.
Su biografía, llamada Bob Brown: A Gentle Revolutionary (2004), es un trabajo de James Norman.

Robert è stato eletto senatore nel 1996. E così, è stato il primo uomo apertamente omosessuale ad essere parte del Parlamento Australiano.
Lui e il suo fidanzato sono stati insieme dal 1996. Il suo nome è Paul Thomas e lui è un contadino australiano.
Robert è sempre stato collegato all’ecologia. E così, il suo nome è sempre coinvolto in quasi tutte le recenti leggi ad essa collegate. Ma lui è anche un famoso attivista per i Diritti Umani.

Até!

sábado, 25 de março de 2017

COMEMORANDO O DIA DO BOXEADOR



Oi!!!

Amanhã, 26 de Março, é o Dia Nacional do Boxeador.
Então, pra comemorar, vamos ver algumas fotos que o modelo Gledson Lino fez pra G Magazine em Setembro de 2006, interpretando um boxeador.
Ele nasceu em São Paulo, em 1983, tem 1, 85m e, no tempo livre, gosta de praticar artes marciais.
Bom, divirtam-se!rs

Até!

quinta-feira, 23 de março de 2017

A NATUREZA FOI ATRÁS E COBROU...



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no telefilme de terror Grizzly Rage, lançado no Brasil com o nome de Fúria Sangrenta.
Não era esse filme que tava previsto pra ser o tema do post de hoje. Mas, como não deu tempo de preparar o outro e esse aqui tava mais à mão, lá vai ele:
O diretor do filme foi o David DeCoteau e o roteirista foi o Arne Olsen.
Grizzly Rage foi todo gravado no Canadá, em 2006. E estreou também no Canadá, em Junho de 2007.
Bom, o filme tem várias questões a serem apontadas, né? Mas vou deixar pra falar sobre elas no final.
Grizzly Rage começa com 4 amigos chamados Ritch, Sean, Wes e Lauren indo acampar numa floresta.
Enquanto ainda tão na estrada, o Ritch tem a ideia de mudar um pouco o itinerário: como no Verão passado eles já foram à parte da floresta pra onde eles vão agora, talvez seja mais interessante visitar uma caverna que fica de um lado mais isolado da floresta, onde eles nunca tiveram antes.
Depois de uma certa discordância inicial, os 4 acabam topando. E depois de passar por vários avisos de “NÃO ULTRAPASSE!”, eles chegam ao lado da floresta aonde pretendiam ir...
Já viram que isso não vai acabar bem, né?
Ainda por cima, o Ritch se anima e começa a correr com o carro a altíssima velocidade e acaba perdendo a direção. E ele bate numa árvore e atropela e mata um filhote de urso que tava nas proximidades!
Os 4 ficam sem saber o que fazer. Mas entendem que a mãe do filhote com certeza tá por perto, o que se confirma quando eles escutam rosnados vindos do meio das árvores.
Eles entram no carro e conseguem fugir por algumas dezenas de metros. Mas o carro pifa depois disso, pois precisa de água.
Eles também tentam chamar ajuda pelos celulares, mas ali no meio da floresta eles tão fora da área de cobertura.
Sem outra saída, o Ritch e o Wes se embrenham entre as árvores pra procurar um lago ou um rio de onde eles possam tirar água. E de fato o Ritch encontra um lago, mas vê que o lugar tá sendo usado ilegalmente como depósito de lixo tóxico.
Ele consegue encher uma garrafa com água de um riacho límpido ali perto. Mas foge correndo quando escuta os rosnados da ursa nas proximidades.
Ele acaba esbarrando com a ursa...
...que dá uma patada na cara dele. E o Wes, ouvindo os gritos dele, vai ajudar. Mas leva uma patada também.
O Sean e a Lauren se aproximam também. Mas quando veem que o Ritch já tá mortalmente ferido e a ursa tá terminando de matar ele, eles pegam o Wes e fogem com ele dali.
Os 3 pegam o carro e o Sean vai dirigindo. Mas o Wes tem um ataque histérico dizendo que eles têm que voltar pra buscar o Ritch e, brigando com o Sean, ele acaba provocando um acidente.
Agora, com o carro destruído de vez, eles só podem se salvar saindo dali andando. Porque esperar ajuda é inútil: ninguém nem sabe que eles mudaram os planos da viagem e foram parar ali.
Como a Lauren bateu com a cabeça, o Sean e o Wes concluem que é melhor um deles ficar ali com ela tomando conta dela enquanto o outro vai até a rodovia procurar ajuda. Só que a rodovia fica a mais de 15 quilômetros dali...
O Sean decide ir, já que ele é um corredor profissional.
No caminho, ele encontra as ruínas da cabana de madeira de um caçador.
Mas dá pra ver que ninguém entra ali pelo menos há alguns anos.
O Sean entra pra dar uma olhada. Mas, quando sai, encontra a ursa.
Ele tenta fugir, mas ela dá uma patada nele que joga ele pra dentro da cabana. E concluindo que ele morreu, ela vai embora.
O Sean se levanta e, apesar de muito ferido, consegue voltar pra junto dos outros.
O Wes tem a ideia de subir até o alto de um morro com o celular e tentar pedir ajuda dali. Mas, quando chega lá, ele vê que a bateria do celular já tá descarregada!
Ele também encontra a ursa lá em cima. Mas consegue descer o morro correndo e fugir.
Os 3 se abrigam no carro. Só que a ursa segue o Wes até lá e ataca o carro. Mas ela vai embora depois de alguns minutos.
Ao anoitecer, o Sean revela que tá mais ferido do que imaginava. E conta aos outros sobre a cabana que ele encontrou. Mas morre logo depois.
O Wes e a Lauren botam o corpo dele no carro e decidem entrar e empurrar o carro por uma ladeira, pensando em ganhar impulso com a descida e dirigir sem o motor até onde for possível.
Eles fazem isso e conseguem chegar perto da cabana que o Sean descreveu.
Como o Wes tá mais ferido do que a Lauren, ela decide entrar sozinha na cabana e ver se encontra alguma coisa lá dentro que eles possam usar pra se defender da ursa.
Enquanto ela tá inspecionando o interior da cabana, a ursa aparece na janela. E a Lauren leva um susto e cai de costas em cima de uma das armadilhas que foram deixadas na cabana, ficando ferida.
Mesmo assim, ela consegue voltar correndo pro carro e se abrigar lá dentro junto com o Wes.
A ursa ataca o carro e consegue arrebentar o porta-malas. E pegando o cadáver do Sean, ela vai embora arrastando ele pra longe dali.
O Wes tem a ideia de molhar o carro com gasolina e atrair a ursa lá pra dentro, de forma que ela entre pelo porta-malas e fique presa ali. Então, o Wes vai incendiar o carro e fazer ele explodir.
De fato eles fazem isso. Mas a ursa não sofre nenhum arranhão com a explosão!
O Wes corre pro meio das árvores e tira a roupa (mas não dá pra ver nada, antes que alguém se anime rs), já que a roupa tá suja de sangue, deixando ela jogada num canto, enquanto ele sobe numa árvore: sentindo o cheiro do sangue, a ursa vai se preocupar mais com a roupa do que com ele. Mas, quando ela vê ele em cima da árvore, começa a balançar o tronco até ele cair lá de cima.
Então, ele sai correndo pela floresta.
Enquanto isso, a Lauren entra na cabana pra continuar a procura por alguma arma. Até que ela tem a ideia de atrair a ursa pra dentro da cabana e trancar ela lá. E consegue fazer isso.
O Wes encontra a Lauren em frente à cabana e eles concluem que conseguiram resolver o problema. Mas, logo depois que começam a andar pra longe da cabana, a ursa arrebenta a porta e sai.
Eles tentam correr. Mas a ursa alcança eles em segundos e avança em cima deles, aparentemente matando os 2.
E o filme acaba.
Bom, vamos às pedradas:
Como vimos, é feita uma insinuação superficial de que a ursa é uma mutante, que teve a estrutura física normal alterada pelo lixo tóxico jogado na floresta onde ela vive. E isso explicaria uma certa capacidade simples de raciocinar vista em algumas cenas e a resistência física tão grande que fez ela sobreviver à explosão do carro sem nenhum arranhão. Mas o assunto não se desenvolve.
O fato de ter uma cabana abandonada de caçador nas proximidades, e cheia de armadilhas e armas, insinua que alguém já tentou matar ou capturar a ursa. Mas provavelmente morreu tentando.
Nenhum outro animal além da ursa e do filhote morto dela é visto na floresta. Portanto, o caçador que morava ali não devia ter outro alvo além da ursa. E as várias placas de “NÃO ULTRAPASSE!” mostram que não era pra ninguém (além do caçador) interferir. Então, talvez ele tenha sido contratado por alguém pra se livrar da ursa, o que reforça a ideia de que não era uma ursa comum.
Quando o Sean foi atacado pela ursa perto da cabana, ele ficou mortalmente ferido (tanto que morreu pouco depois). Então, como ele conseguiu correr de volta pra junto dos amigos?
E quando o carro sofreu o acidente na briga do Sean com o Wes, ele praticamente virou uma carcaça. Mas quando o Wes e a Lauren usam ele pra transportar o corpo do Sean, o automóvel se reconstruiu!
O filme também tem muitas cenas que tão ali visivelmente só pra encher linguiça (chega a ser monótono em algumas partes). Até porque o assunto nem permitiria um filme muito longo. E a própria quantidade de personagens humanos (só 4) também não ajuda muito.
Quanto ao fato de nenhum personagem humano ter sobrevivido, sinceramente não achei injusto. Afinal, eles foram mexer num lugar da Natureza que não deviam e causaram um dano à Natureza que não deviam.
Conclusão: a Natureza foi atrás deles pra cobrar isso. É o que ela sempre faz.

Today we’ll take a look at the horror telefilm Grizzly Rage.
It was not this movie that was intended to be the topic of the current post. But I didn’t have time to prepare the other post. And since this one here was easier to be posted, there it goes:
David DeCoteau was the director and Arne Olsen was the scriptwriter.
Grizzly Rage was completely filmed in Canada in 2006. And it also premiered in Canada in June 2007.
The film begins with 4 friends named Ritch, Sean, Wes and Lauren going to camp in a forest.
While they’re still on the road, Ritch has the idea to change the itinerary a bit. Last Summer they have already gone to the part of the forest they’re going now. So maybe it’s more interesting going to a cave at a more isolated side of the forest where they’ve never been before.
After some initial disagreement, they all decide to go ahead. And after going through several warnings of “NO TRESPASSING”, they arrive at that side of the forest…
You have already seen that it won’t have a happy end, right?
On top of that, Ritch gets excited, starts driving at very high speed and ends up losing the direction of the vehicle. And he bumps into a tree and runs over and kills a bear cub that was nearby!
Now they don’t know what to do. But they understand that the cub’s mother is sure near them. And it’s confirmed when they hear growls somewhere in the woods.
They get in the car and manage to escape for a few tens of meters. But the car stops after that because it needs water.
They also try to call for help on their cell phones, but they don’t work there in the middle of the forest.
With no other way out, Ritch and Wes go across the trees to search for a lake or river where they can get water. And Ritch really finds a lake. But he sees that the place is being used illegally as a garbage dump for toxic waste bins.
He can fill a bottle with water from a clear stream nearby. But he runs off when he hears the bear growling somewhere.
He ends up finding the bear, which hits his face. Wes hears it and goes to help him. But the bear hurts him too.
Sean and Lauren go there too. But when they see Ritch already mortally wounded and the bear finishing to kill him, they take Wes and flee with him from there.
The trio goes in the car and Sean drives away. But Wes has a hysterical attack saying they have to go back to pick Ritch up. He and Sean fight and he ends up causing an accident.
Now, with the car destroyed for good, they only can save themselves if they leave the forest walking. Because waiting for help is useless: nobody knows they are there!

In Grizzly Rage (2007), Sean, Wes e Lauren hanno ucciso accidentalmente un cucciolo di orso quando erano in viaggio attraverso una foresta. E ora la madre è furiosa cercando di ucciderli.
La loro auto è semidistrutta e Lauren è ferita.
Così, Sean e Wes concludono uno di loro deve restare con lei, mentre l’altro va alla strada per chiedere aiuto. Ma la strada rimane più di 15 chilometri di distanza...
Sean decide di farlo perché è un corridore professionista.
Lungo la strada, lui trova i resti della capanna di legno di un cacciatore. Ma si può vedere che nessuno è andato lì per almeno un paio di anni.
Lui entra nella capanna per vederla meglio. Ma quando se ne va, incontra l’orsa.
Lui cerca di fuggire, ma lei lo colpisce e lo getta nella capanna. E dopo se ne va.
Sean si alza e, pur essendo molto ferito, riesce a tornare agli altri.
Wes ha l’idea di salire alla cima di una collina con il suo telefono cellulare e cercare di ottenere qualche aiuto da lì. Ma quando arriva, vede che la batteria del cellulare è già finita!
Lui vede l’orsa. Ma riesce a correre giù per la collina ed essere al sicuro.
Loro 3 entrano la macchina. E l’orsa attacca la macchina, ma va via dopo alcuni minuti.
Al crepuscolo, Sean rivela che è più ferito di quanto si immaginava. E lui dice agli altri circa la capanna che ha trovato. Ma muore pochi istanti dopo.
Wes e Lauren mantengono il suo cadavere in macchina. E decidono di spingere la macchina in discesa, pensando di avere slancio con la discesa e guidarla senza motore per quanto possibile.
Lo fanno e riescono a avvicinarsi alla cabina che Sean ha descritto.
Wes è più ferito di Lauren. Così lei decide di entrare da sola nella capanna e vedere se trova qualcosa al suo interno che possono usare per difendersi dall’orsa.
Mentre lei sta ispezionando l’interno della capanna, l’orsa arriva nella finestra. E Lauren si spaventa e ricade in una delle trappole lasciate nella capanna.
Lei è ferita. Ma riesce a correre verso la macchina e lei e Wes l’usano come un rifugio.
L’orsa attacca la macchina e riesce a distruggere una parte di essa. E prende il cadavere di Sean e se ne va.
Wes ha l’idea di bagnare la macchina con benzina e ingannare l’orsa per entrare lì e rimanere bloccata là. Poi Wes metterà il fuoco in macchina e la farà saltare in aria.
Beh, in realtà loro lo fanno. Ma l’orsa è completamente illesa dopo questo!
I loro problemi sono molto più gravi di quanto pensavano.

En Grizzly Rage (2007), 4 amigos llamados Ritch, Sean, Wes y Lauren van a una floresta y accidentalmente matan a un cachorro de oso. Y la madre, furiosa, no se demora para matar Ritch.
La película hace una sugerencia superficial que la osa es una mutante, que tuvo su estructura física normal alterada por residuos tóxicos, echados en el bosque en el que ella vive. Y eso explicaría cierta capacidad suya de razonar y una gran resistencia física vistas en algunas escenas. Pero el tema no se desarrolla.
Hay una cabaña abandonada de cazador en la floresta y hay también muchas trampas y armas allí. Esto implica que alguien ha intentado matar o capturar a la osa. Pero probablemente se murió en el intento.
Ningún otro animal, además de la osa y su cachorro muerto, se ve en el bosque. Por lo que el cazador que vivía allí no debe haber tenido otro objetivo además de la osa. Y hay diversos signos de “NO TRESPASSING”, mostrando que estaba prohibido interferir (aparte por el cazador). Así que tal vez él haya sido contratado por alguien para deshacerse de la osa, lo que refuerza la idea de que no era una osa ordinaria.
Sean es atacado por la osa cerca de la cabaña, es herido de muerte y se muere poco después. Pero logra a correr hacia sus amigos... Extraño, ¿no?
Bueno, escapando de la osa, Wes corre hacia los árboles y se desnuda, dejando su ropa sucia de sangre e el suelo mientras se sube a un árbol: por cuenta del olor de la sangre, la osa se preocupará más por la ropa que por él. Pero cuando lo ve en el árbol, comienza a girar el tronco hasta que él se caiga.
A continuación, él se escapa a través de los árboles.
Mientras tanto, Lauren entra en la cabaña para buscar un arma que sea disponble. Pero tiene la idea de atraer la osa dentro de la cabaña y bloquearla allí. Y logra a hacerlo.
Wes encuentra Lauren en frente de la cabaña y los 2 concluyen que lograron a resolver el problema. Sin embargo, poco después de que empiezan a caminar para lejos de la cabaña, la osa rompe la puerta.
Ellos tratan de correr. Pero la osa llega a ellos en cuestión de segundos y, al parecer, mata a los 2.
Y la película termina.
Bueno, aquí hay muchas escenas obviamente desnecesarias. Hasta mismo porque no es posible que una película muy larga venga de este tema. Y el pequeño número de personajes humanos (sólo 4) no ayuda mucho.
En cuanto al hecho de que ningún personaje humano sobrevive, sinceramente no creo que sea injusto. Ellos fueron tocar en un lugar de la Naturaleza que no deberían y causaron un daño a la Naturaleza que no deberían.
Conclusión: la Naturaleza los destruyó. Es lo que siempre ocurre.

Até!

terça-feira, 21 de março de 2017

PRODUÇÕES FRANKENSTAICAS 3



Oi!!!

Fechando a série sobre produções de terror inspiradas no livro Frankenstein: or, The Modern Prometheus (1818), hoje a gente vai dar uma olhada no desenho animado de longa metragem Kyofu Densetsu: Kaiki! Furankenshutain, lançado no Brasil como Frankenstein.

O desenho foi produzido no Japão pela Toei Animeshon. E foi lançado também no Japão em 1981.
Embora os nomes dos personagens sejam adaptados ao Japonês, dá pra ver claramente que o Bikutoru Furankenshutain foi inspirado no Victor Frankenstein, que a Erizabesu foi inspirada na Elizabeth e por aí vai.
Furankenshutain é literalmente uma tragédia: nenhum personagem tem final feliz.
O desenho começa com imagens de um castelo no meio de uma região desabitada da Inglaterra durante uma noite de tempestade, ao mesmo tempo em que ouvimos a voz de um narrador, explicando que a história que vamos ver a seguir se passada na Europa, no século XIX. E é sobre o monstro criado por um cientista diabólico chamado Bikutoru Furankenshutain.
Dentro do castelo, vemos que o lugar foi transformado num laboratório, onde um boi foi morto e teve os órgãos internos removidos. E 2 homens tão de pé ao lado de uma espécie de múmia de 3 metros, com 2 grandes parafusos atarraxados no pescoço e deitada sobre uma plataforma.
Os homens são o próprio Bikutoru e o assistente dele, chamado Sukeru.
O Bikutoru é dominado por uma soberba em fase extrema. E exige que o Sukeru ligue o gerador de energia pra dar vida ao que ele considera a obra prima dele: aquela múmia mutante.
O assistente explica que, se ele ligar o gerador na potência em que o Bikutoru tá pedindo isso vai queimar as máquinas do laboratório e a experiência não vai dar certo. Mas o cientista, que se acha perfeito em tudo, nem presta atenção nele e quer apenas ser obedecido.
O Sukeru faz o que ele mandou, energizando a múmia e fazendo com que ela adquira vida e faça alguns movimentos simples. Mas, como ele disse, as máquinas acabam queimando e parando de funcionar poucos segundos depois.
Só que um raio bate na torre do castelo e dá uma superpotência ao gerador, que transmite essa energia pra múmia, enquanto tudo no laboratório explode com o excesso de energia elétrica que se manifesta ali.
Mas a múmia agora tem energia suficiente pra se levantar, fazendo o Bikutoru achar que a experiência deu certo.
Entretanto, um novo raio cai sobre o castelo, atraído pelo corpo energizado da múmia. E além de queimar as faixas que envolviam ela, aparentemente também deforma o corpo dela, enquanto ela se contorce de dor.
Assustados com a aparência monstruosa que o mutante adquiriu, o Bikutoru e o Sukeru fogem correndo. Mas a criatura vai andando atrás deles até fora do castelo.
Se julgando importante demais pra se arriscar, o Bikutoru dá um revólver ao Sukeru e manda ele enfrentar o monstro, enquanto ele próprio foge correndo.
O Sukeru dá um tiro no monstro, que então se enfurece e ataca ele abertamente. Mas, durante a luta, a criatura cai do alto de um precipício e desaparece, enquanto o Sukeru se contorce de dor, com um grande ferimento que o mutante deixou na cara dele.
Decidido a manter em segredo tudo o que aconteceu, o cientista volta pra fazenda onde ele mora junto com a esposa Erizabesu e a filha Emiri, no interior da Alemanha.
Mesmo assim, ele fica o tempo todo tendo alucinações com o que aconteceu ou tendo pesadelos com isso quando dorme. E não percebe que o mutante não só sobreviveu à queda do precipício como também seguiu ele até lá. E agora ele vive se escondendo na floresta vizinha e observando todos de longe.
Ao mesmo tempo, mortes misteriosas começam a acontecer nas redondezas e pegadas enormes são encontradas ao lado dos cadáveres.
Também vemos que o sogro do Bikutoru é um ex cientista que se aposentou quando ficou cego. Mas que ele discorda totalmente das experiências extremistas que o Bikutoru faz, achando que ele tá desafiando a criação de Jeová com essas atitudes. E agora, ele mora em outra fazenda nas proximidades, sendo ajudado por um menino que ele cria chamado Firipu e visitado de vez em quando pela neta Emiri.
Logo depois que o Bikutoru chega, alguém começa a matar os animais da fazenda e destruir os jardins que existem ali, deixando trilhas de pegadas enormes no local. E o Bikutoru decide chamar a polícia, que passa a observar a fazenda dele a partir daí.
Quando o cientista volta ao trabalho na universidade onde ele dá aulas, encontra o Sukeru, que mostra que ficou com o lado esquerdo da cara deformado depois da luta contra o monstro. E agora ele quer dinheiro pra ficar calado, como indenização por tudo o que ele passou antes.
Enquanto isso, vemos que o monstro tem atacado as residências vizinhas. Mas, pelo menos até agora, ele não fez nada além de roubar comida.
Os camponeses que chegaram a ver ele nessas ocasiões confirmam que ele não matou ninguém, mas ficava repetindo de forma insana o nome “Furanken”.
E não demoramos a ver que quem matou as pessoas e animais na região foi o Sukeru, deixando uma trilha falsa de pegadas do monstro nas cenas dos crimes, pra aterrorizar o Bikutoru.
Ele também continua cobrando mais dinheiro do Bikutoru. E se aproxima da Emiri quando ela tá sozinha, dizendo que o pai dela guarda um segredo perverso.
Descontrolado com a situação, o cientista pega uma arma e vai até o lugar onde sabe que vai encontrar o Sukeru, à beira de um lago, disposto a acabar com ele.
Enquanto isso, quem acaba encontrando o Sukeru à beira do lago é o próprio monstro. E reconhecendo ele, a criatura agarra o Sukeru e quebra o pescoço dele!
O Bikutoru chega exatamente nesse instante. E vendo a cena, dá alguns tiros no monstro e depois foge correndo, deixando a arma dele cair.
Na manhã seguinte, a velha governanta da fazenda do cientista começa a entrar em pânico com as situações que tão acontecendo ali e pede demissão. Mas, depois que ela faz as malas e começa a caminhar sozinha pra fora da fazenda, ela encontra o monstro pelo caminho, enfarta e morre.
Enquanto isso, o detetive encontra o cadáver do Sukeru à beira do lago, perto da pistola do Bikutoru. E vai à fazenda dele pra perguntar se ele sabe alguma coisa sobre o assunto. Mas ele se faz de desentendido.
Só que quando o detetive encontra o corpo da governanta, vê que tem alguma coisa muito estranha ali envolvendo o Bikutoru.
Na noite seguinte, o monstro invade uma festa de casamento, atraído pelo cheiro da comida. E como um dos convidados bate nele com uma cadeira, ele mata o cara, acabando por fugir logo depois.
A polícia é chamada, começando a perseguir o monstro e dando tiros nele, mas perdendo ele de vista logo depois.
Ele chega à beira de um rio. E vendo o reflexo dele na superfície da água, finalmente ele entende que tem uma aparência monstruosa e vê que é por isso que as pessoas têm medo dele.
No dia seguinte, o Bikutoru se arma com uma espingarda e começa a andar nas proximidades da cabana do sogro, procurando o monstro.
Ao mesmo tempo, o avô da Emiri manda o Firipu ir à cidade vizinha comprar mantimentos. E numa ocasião em que o velho tá sozinho em casa, o monstro chega lá.
Pelo barulho que a criatura faz, o velho deduz que ele é o monstro de que todos tão falando na região. Mas, pelos modos dele, vê que não se trata de uma criatura má, e sim assustada e procurando abrigo e comida onde puder.
Quando a Emiri chega, se assusta com o monstro, que foge.
O Bikutoru vê o monstro e persegue ele, acabando por entrar na floresta junto com ele. E o monstro, pra se defender, bate nele com um galho de árvore, fazendo ele desmaiar.
A Emiri vai atrás, mas é atacada por um urso. E o monstro mata o urso e salva a menina, levando ela de volta pra casa do avô.
Concluindo que a criatura é ‘do bem’, a Emiri decide fazer amizade com ela. E usa uma echarpe pra fazer curativos nas feridas do monstro.
Depois disso, a Emiri faz algumas brincadeiras simples com o monstro e ensina ele a rezar.
Na manhã seguinte, a Erizabesu vai à cidade vizinha. E vê que o delegado tá reunindo os habitantes pra perseguir e tentar capturar o monstro. Mas ele não demora a perder o controle, já que tão todos furiosos com o monstro e dispostos a destruir ele a qualquer preço.
Eles encontram ele nas bordas da floresta e ele corre pro meio das árvores, sendo perseguido pelo bando com tochas acesas.
Não demora e eles incendeiam a floresta.
Ouvindo o alvoroço lá fora, o velho sai de casa e entra na floresta pra tentar ajudar o monstro.
Com medo de que o pai saia ferido no meio da confusão, a Erizabesu vai atrás dele na floresta em chamas.
O monstro encontra o velho, pega ele nos braços e tenta sair com ele da floresta. E depois vê a Erizabesu cercada pelo fogo e tenta chegar até ela, mas não tem tempo e ela morre queimada.
No meio da confusão, o Firipu se reaproxima da Emiri e, quando o incêndio se apaga, localiza o cadáver da Erizabesu junto com ela.
O monstro chega logo depois, trazendo o velho ferido e inconsciente, mas se retira em segundos. E todos pensam que foi ele que matou a Erizabesu e feriu o velho.
O Firipu se arma com uma pistola e vai atrás dele.
O monstro tenta explicar com gestos e rosnados que ele não fez nada. E tenta desarmar o Firipu. Mas, quando faz isso, ele empurra sem querer o garoto contra um muro, matando ele.
A Emiri chega logo depois, sem ver o que aconteceu antes. E acha que o monstro matou o Firipu por sadismo.
Ela pega a pistola do Firipu e dá um tiro na mão do monstro, fazendo ele fugir. E depois de andar sem rumo, ele vê uma igreja católica, onde decide entrar.
Ele vê uma estátua de Jesus, percebendo que ele tem as mãos feridas iguais a ele. E parece se identificar com a imagem que vê, rezando da forma como aprendeu com a Emiri e pedindo por compreensão.
O Bikutoru descobre ele na igreja e ataca ele. Mas o monstro consegue fugir.
Enquanto isso, o avô da Emiri acorda e conta a ela o que aconteceu na floresta, dizendo que o monstro não tem culpa de nada. E ele também deduz que foi o Bikutoru quem criou o monstro.
A Emiri sai correndo procurando o monstro e escuta alguns homens comentando que ele foi visto num vale perto dali.
O delegado também se dirige pra lá junto com vários policiais. E eles conseguem cercar o monstro, atirando nele.
O monstro se enfurece e mata todos eles a pedradas. Mas quando vai matar o delegado, ele recupera a consciência e para.
Nesse momento, chega o Bikutoru, que ataca o monstro a tiros. Mas a Emiri chega logo depois e detém o pai, dizendo a ele que ela já sabe de tudo. E ela diz que a culpa de tudo o que aconteceu não é do monstro, mas sim do próprio Bikutoru.
Apesar disso, o monstro finalmente conclui que não há lugar pra ele no Mundo e se atira de cabeça do alto de um precipício.
Durante a queda, a echarpe que a Emiri usou pra fazer curativos nele se solta a sai voando pelo ar...
O cientista também conclui que não merece continuar vivo depois de todas as tragédias que causou e dá um tiro no próprio coração.
A última cena mostra o delegado indo visitar a fazenda avô da Emiri, com quem ela aparentemente ficou morando. Mas depois de ver o túmulo do monstro no quintal da fazenda, decorado com a echarpe da Emiri, ele é dominado pela tristeza decide ir embora sem falar com ninguém.
E o desenho acaba.

Finishing the series of productions based on Frankenstein: or, The Modern Prometheus (1818), let’s take a look at the feature-length cartoon Kyofu Densetsu: Kaiki! Furankenshutain.
It was produced in Japan and released in 1981.
The character’s names are adapted to Japanese. But we can see Bikutoru Furankenshutain is Victor Frankenstein, Erizabesu is Elizabeth and so on.
Furankenshutain was a production of Toei Animeshon.
It’s literally a tragedy: no character has a happy end.
The cartoon begins showing us a castle in an uninhabited region of England during a stormy night. At the same time we hear the voice of a narrator, explaining that the story we’ll see from now takes place in Europe in the 19th century. And the theme of this tragedy is a monster created by an evil scientist named Bikutoru Furankenshutain.
Inside the castle, we see the place has been transformed into a laboratory. An ox was killed there and its internal organs were removed. And 2 men are standing next to a kind of 3-metter-tall mummy, with 2 large screws screwed in its necks and lying on a platform.
The 2 men are Bikutoru himself and his assistant Sukeru.
Bikutoru is dominated by a superb in extreme phase. And he demands that Sukeru turn on the power generator to give life to what he considers his masterpiece: that mutant mummy.
The assistant explains that if he turns on the generator at the power that Bikutoru is asking for, it’ll burn the machines in the lab and the experiment certainly won’t work. But the scientist, who sees himself as more than perfect in everything, doesn’t pay attention to him and just wants to be obeyed.
Sukeru does what he says, energizing the mummy and causing it to be alive and to make some simple moves. But, as he had warned, the machines end up burned by the excess of electricity and so the experiment stops working a few seconds later.
However, a thunderbolt hits the castle tower and gives a superpower to the generator, which transmits that energy to the mummy. And everything in the lab explodes with the excess of electrical energy that manifests itself there.
The mummy now has enough energy to get up, making Bikutoru think that the experiment worked.
However, another thunderbolt hits the castle, attracted by the energized mummy’s body. And it burns the tracks around the creature and apparently also deforms its body completely while it shows all its pain.
Horrified by the monstrous appearance the mutant has now, Bikutoru and Sukeru run away. But the creature continues walking behind them outside the castle.
The scientist judges himself too important to risk his life. So he gives Sukeru a pistol and tells him to face the monster while he runs away.
Sukeru shoots the monster, who then rages and attacks him openly. But during the fight, the creature falls off a cliff and disappears, while Sukeru writhes in pain, with a large wound the mutant left in his face.
Decided to keep everything in secret, Bikutoru returns to the farm where he lives in a rural region of Germany. And there he meets his wife Erizabesu and his daughter Emiri.
Even so, he often has hallucinations about what happened or has nightmares about it when he sleeps. And he doesn’t realize that the mutant not only survived the fall of the cliff as it also followed him to Germany. And now the creature lives hiding in the nearby forest and watching everyone from afar.
At the same time, mysterious deaths begin to happen in the vicinity and huge footprints are found alongside the corpses.
The mutant doesn’t seem to be fierce enough to do this. So who is it?

In Kyofu Densetsu: Kaiki! Furankenshutain (1981), conosciuto in Italia come Frankenstein, Bikutoru è uno scienziato che esegue esperimenti estremisti.
Suo suocero è un ex scienziato che si è ritirato quando è diventato cieco. E lui è totalmente in disaccordo con le idee di suo genero. Il vecchio crede che lui sta sfidando la creazione di Geova con questi atteggiamenti. E ora vive in una fattoria. Un ragazzo di nome Firipu spesso prende cura di lui e sua nipote Emiri è anche spesso a casa sua.
Durante un esperimento, Bikutoru ha creato un mostro e, dopo, è fuggito, lasciando il suo assistente Sukeru combattendo la creatura. E poco dopo, qualcuno comincia a uccidere gli animali della sua fattoria e distruggere i giardini che esistono lì. Una scia di enormi impronte è sempre trovata a terra in tali occasioni. E Bikutoru decide di chiamare la polizia, che comincia ad osservare la sua fattoria da allora.
Quando Bikutoru torna al lavoro all’università dove insegna, incontra Sukeru. Il lato sinistro del suo volto è diventato deformato dopo la lotta contro il mostro. E ora vuole i soldi per tacere, a titolo di risarcimento per questo.
Nel frattempo, vediamo che il mostro ha attaccato delle case vicine. Ma, almeno finora, non ha fatto altro che rubare cibo.
I contadini che l’hanno visto in queste occasioni confermano che lui non ha ucciso nessuno. Ma sempre dice il nome “Furanken”.
E presto vediamo che Sukeru è l’autore degli atti di predazione nella regione, lasciando una scia di impronte false del mostro nelle scene dei crimini per terrorizzare Bikutoru.
Lui continua anche volendo più soldi da Bikutoru. E si avvicina a Emiri quando è sola, dicendo che suo padre ha un segreto perverso.
Furioso, Bikutoru ottiene una pistola e va al luogo dove sa che troverà Sukeru, sul bordo di un lago, disposto a ucciderlo.
Pochi minuti prima, il mostro trova Sukeru. Lui si ricorda che quell’uomo ha cercato di ucciderlo prima. E così rompe il suo collo furiosamente!
Bikutoru arriva proprio in questo momento. E vedendo la scena, lui spara contro il mostro un paio di volte e poi fugge, lasciando la pistola.
La mattina dopo, la vecchia governante della fattoria di Bikutoru inizia a prendersi dal panico dovuto alle situazioni che stanno accadendo lì e decide di andare via. Ma dopo che lei inizia a camminare da sola lasciando la fattoria, trova il mostro sulla strada. Ha un attacco di cuore e muore.
Nel frattempo, il detective scopre il cadavere di Sukeru accanto al lago e vicino alla pistola di Bikutoru. E va alla sua fattoria per chiedere se lui sa qualcosa. Ma lui fa finta di non capirlo.
Però il detective vede che Bikutoru sta nascondendo qualcosa quando trova il cadavere della governante.
La notte successiva, il mostro invade una festa di nozze, attratti dall’odore del cibo. Uno degli ospiti l’attacca e lui uccide l’uomo in risposta. E se ne va.
La polizia arriva, inizia a inseguire il mostro e spara contro lui, ma loro gli perdono di vista poco dopo.
Lui arriva vicino ad un fiume. E vedendo la propria riflessione sulla superficie dell’acqua, alla fine capisce che ha un aspetto mostruoso e questo è il motivo per cui le persone hanno paura di lui.
Il giorno successivo, il suocero di Bikutoru ordina che Firipu va al paese vicino per acquistare cibo. E in un momento in cui il vecchio è solo a casa sua, il mostro arriva.
Dal rumore che la creatura fa, il vecchio deduce che quello è il mostro di cui tutti parlano nella regione. Ma a giudicare dal suo comportamento, vede che non è una creatura malvagia, ma piuttosto spaventata e in cerca di un posto sicuro e di cibo dove può trovarli.

Vamos a ver como acaba Kyofu Densetsu: Kaiki! Furankenshutain (1981).
En una región montañosa de Alemania, Bikutoru creó un monstruo. Y a pesar de que la criatura no es mala, tiene la tendencia a atacar cuando es atacada.
Bikutoru está casado con Erizabesu. Y su hija Emiri está siempre con su abuelo ciego.
Bikutoru ve al monstruo y lo persigue, entrando en el bosque con él. Y el monstruo, para defenderse, lo golpea con una rama de árbol, haciéndolo desmayar.
Emiri va allí también, pero ella es atacada por un oso. Y el monstruo mata al oso y salva a la niña, llevándola de nuevo a la casa de su abuelo.
Emiri empieza una amistad con el monstruo. Y ella usa un pañuelo que lleva para proteger las heridas del monstruo.
Después de eso, Emiri hace algunos juegos simples con el monstruo y le enseña a orar.
A la mañana siguiente, Erizabesu va a la ciudad próxima. Y ve que el delegado está reuniendo a la gente a perseguir y tratar de capturar al monstruo. Pero él pronto pierde el control, ya que todos están molestos con el monstruo y dispuestos a destruirlo a toda costa.
Ellos lo encuentran en los bordes del bosque y él se va al medio de los árboles, siendo perseguido por todos con antorchas.
Poco después, queman el bosque.
Al oír la conmoción afuera, el viejo deja su casa y entra en el bosque para tratar de ayudar al monstruo.
Con miedo de que su padre se quede herido en el cuerpo a cuerpo, Erizabesu lo sigue en el bosque en llamas.
El monstruo encuentra el viejo y hace lo que puede para salvarlo. Y después ve Erizabesu en el medio del fuego. El busca salvarla también, pero no tiene tiempo para hacerlo.
Emiri encuentra su amigo Firipu. Y cuando acaba el fuego, ellos llegan al cuerpo de Erizabesu.
El monstruo llega con el viejo herido y desmayado. Pero se va segundos después. Y todos creen que él mató a Erizabesu y herió al viejo.
Firipu lo sigue armado.
El mosntruo hace lo que puede para mostrar que no hizo nada. Y también busca desarmar Firipu, pero acaba por herirlo mortalmente cuando lo hace.
Emiri llega poco después. Y sin ver lo que ocurrió antes, cree que él mató al chico por maldad.
Ella ataca al monstruo con el arma de Firipu, haciéndolo escapar. Y después de caminar sin destino por algunos minutos, él entra en una iglesia católica.
El mira una estatua de Jesús y ve que él tiene las manos heridas como él. Y así, se siente comprendido.
Bikutoru lo encuentra en la iglesia y lo ataca. Pero él escapa.
Al mismo tiempo, el abuelo de Emiri desperta y le dice qué ocurrió en el bosque, mostrándole que el monstruo no es culpado por nada.
Emiri va en busca del monstruo y escucha algunos hombres hablando que él fue visto en una montaña cercana.
El delegado también llega allí, atacando el monstruo junto con algunos hombres.
Furioso, el monstruo mata a casi todos, dejando vivo solamente el delegado, porque logra a tranquilizarse cuando va a matarlo.
Entonces, llega Bikutoru, que ataca el monstruo. Pero Emiri logra a detenerlo, diciéndole que él es el culpado por todo, y no el monstruo.
Mismo así, el monstruo puede ver que no hay lugar en el Mundo para él. Y acaba lanzándose de la cumbre de la montaña.
Mientras que él se va cayendo, el pañuelo de Emiri deja su cuerpo y se va volando por los aires...
Bikutoru puede ver finalmente que él propio es el gran villano de la historia. Y usa su arma para acabar con su vida.
La última escena muestra el delegado llegando a la casa del abuelo de Emiri para visitarlos. Pero cuando el encuentra la sepultura del monstro cerca de la casa, decorada con el pañuelo de Emiri, él es dominado por la tristeza y decide irse sin hablar con nadie.
Y así acaba.

Até!

sexta-feira, 17 de março de 2017

PRODUÇÕES FRANKENSTAICAS 2



Oi!!!

Continuando a série sobre produções de terror inspiradas no livro Frankenstein: or, The Modern Prometheus (1818), hoje a gente vai dar uma olhada no filme The Curse of Frankenstein, lançado no Brasil com o nome traduzido de A Maldição de Frankenstein.
O filme chama a atenção por trazer os parceiros de filmes de terror da época Christopher Lee e Peter Cushing interpretando respectivamente o monstro e o cientista louco e contracenando um com o outro pela 1ª vez.
The Curse of Frankenstein foi dirigido pelo Terence Fisher. E o Jimmy Sangster criou o roteiro, como já foi dito, inspirado no livro da Mary Shelley.
A intenção era explicitamente criar uma versão mais moderna (pra época) do filme de 1933 e com cenas mais agressivas (também pros padrões da época).
A aparência do monstro aqui ficou bem mais parecida com um cadáver do que no outro filme.
The Curse of Frankenstein foi totalmente gravado na Inglaterra. E foi lançado também na Inglaterra, em Maio de 1957.
O filme começa com um texto dizendo que, no início do século XIX, nas montanhas da Suíça, viveu um homem que fez experiências com os mortos que se tornaram uma lenda. Lenda essa contada até hoje com horror.
Então, vemos um padre chegando a uma prisão, onde um homem pediu pra falar com ele.
Se trata do Barão Victor Frankenstein, que foi condenado à morte e vai ser executado ao amanhecer do dia seguinte.
Mas, ao contrário do que se esperava, ele não quer se confessar. O que ocorre é que ele contou uma história na qual ninguém acredita. Mas se ele contar isso ao padre e ele repetir a história pra outras pessoas depois, talvez acreditem.
O Victor começa a contar que, com a morte de mãe, quando ele tinha 15 anos, contratou um tutor chamado Paul pra orientar ele sobre como cuidar da fortuna da família e da mansão onde ele morava, no meio de uma floresta.
O Paul era um cientista. E durante os vários anos que conviveu com o Victor a partir dali, transmitiu a ele todos os conhecimentos que tinha sobre Biologia, Química e Física.
Numa das experiências que eles realizaram, pegaram o cadáver de um filhote de cachorro que tinha morrido de enfarte e fizeram o coração dele voltar a bater, trazendo ele de volta à vida.
Mas enquanto o Paul queria revelar a descoberta deles ao Mundo, o Victor queria manter tudo em segredo até aprimorar tudo. E revelou que, pra ele, não bastava ressuscitar um animal morto; ele queria criar um novo ser vivo com o cérebro de um gênio!
O Paul era contra nos primeiros momentos. Mas acabou concordando mais ou menos.
E como um condenado à morte tinha sido enforcado e o corpo dele tinha sido deixado em exposição perto dali, eles resolveram roubar o cadáver pra usar como matéria-prima pra essa nova experiência. E fizeram isso na noite seguinte.
O corpo era muito maior e mais abrutalhado do que o Victor queria, mas ele decidiu seguir em frente assim mesmo, deixando o corpo dentro de um tanque cheio de líquido.
De qualquer forma, ele ficou sabendo que um escultor chamado Bardello tinha morrido recentemente. E viajou até o lugar onde ele tinha sido enterrado pra roubar as mãos dele e implantar no cadáver.
Nesse meio tempo, uma prima dele chamada Elizabeth ficou órfã e chegou pra morar com ele.
O Victor era relativamente indiferente à presença dela, já que tinha ficado obcecado pela experiência dele.
Já o Paul tentou convencer a Elizabeth a ir embora. Ele não entrou em detalhes, mas contou que o Victor tava fazendo experiências que colocavam todos em risco.
O próximo passo do Victor foi comprar um par de olhos no necrotério da cidade vizinha e implantar isso no cadáver.
Depois disso, ele convidou um grande cientista amigo dele pra jantar. E num momento em que ficou sozinho com o velho, ele matou o cientista!
O Paul não demorou a perceber o que tinha acontecido e também entendeu que o Victor tinha feito isso pra roubar o cérebro do velho. E na noite depois ao enterro, ele seguiu o Victor até o cemitério e encontrou ele fazendo exatamente isso.
Indignado, o Paul destruiu o cérebro, deixando o Victor furioso. Mas ele recolheu os pedaços do cérebro e implantou no cadáver assim mesmo.
Finalmente, numa noite de tempestade, o Victor concluiu que não tinha condições de continuar cuidando da experiência sozinho e foi pedir a ajuda do Paul. E ele, depois de muita relutância, aceitou.
Mas enquanto o Victor saiu do laboratório, um raio da tempestade bateu na janela do laboratório e, atingindo o cadáver, energizou ele e fez ele voltar à vida.
Quando o Victor voltou ao laboratório, encontrou o mutante de pé! E a criatura imediatamente atacou o criador, tentando estrangular ele.
O Paul, que vinha atrás, quebrou uma cadeira nas costas do mutante, fazendo ele desmaiar e soltar o Victor.
Apesar disso, o Victor quis seguir com a experiência. E o Paul, achando que isso já tinha passado de todos os limites do bom senso, resolveu ir embora daquela casa.
Na manhã seguinte, quando o Victor voltou ao laboratório, viu que o mutante tinha sumido, o laboratório tava semidestruído e a janela tava escancarada.
Com medo do que a criatura pudesse fazer solta por aí, o Paul e o Victor saíram à procura dela.
Enquanto isso, o mutante matou um velho e o neto dele (em off) que encontrou na floresta.
O Paul e o Victor não demoraram muito a localizar a criatura. E o Paul matou ela com um tiro de espingarda na testa.
Eles enterraram o mutante na floresta e foram embora. Mas mais tarde, o Victor voltou ali sem o Paul saber, desenterrou o mutante e levou de volta pro laboratório, decidido a dar vida a ele de novo. E de fato ele conseguiu ressuscitar a criatura (de uma forma não mostrada).
Depois de tudo isso, o Paul foi embora, como já tinha decidido.
Bom, o Victor de vez em quando comia a empregada da casa, chamada Justine. E parece que, pra conseguir fazer isso das primeiras vezes, ele tinha prometido casar com ela.
Só que agora ela ficou grávida. E começou a ficar puta da vida quando viu que ele só falou em casamento pra conseguir comer ela. E mais puta da vida ainda quando descobriu que a mãe da Elizabeth queria que a filha se casasse com o Victor quando eles eram adolescentes, o que provavelmente acabaria por acontecer agora.
Assim, como a Justine já tinha percebido que algo estranho acontecia no laboratório, ela exigiu que o Victor se casasse com ela. De outro modo, ela ia chamar a polícia. Mas ele percebeu que ela não sabia de nada consistente e mandou ela fazer as malas e ir embora na manhã seguinte.
Entretanto, ele já imaginava que ela fosse entrar no laboratório dele naquela madrugada pra ver o que tinha lá de fato e usar contra ele. E decidiu esperar que ela fizesse isso pra trancar ela lá dentro com o mutante. E foi exatamente o que aconteceu.
Bom, o Victor marcou o casamento com a Elizabeth, como a mãe dela queria. E eles decidiram dar uma festa na véspera, inclusive convidando o Paul.
Ele foi realmente, mas só chegou depois que os outros convidados já tinham saído e o Victor já tinha se trancado no laboratório. E a Elizabeth sugeriu que ele fosse ao laboratório do Victor e fizesse uma surpresa pra ele.
Pensando que a história do mutante nem existisse mais, o Paul foi lá mesmo. Mas viu que o Victor tinha reconstruído a criatura e conseguido mais ou menos domesticar ela, fazendo com que obedecesse ordens simples.
O Paul não conseguiu fazer nada além de se revoltar e ridicularizar a situação, mostrando que o ser com o cérebro de um gênio que o Victor pretendia criar, apesar de ter ficado mais manso, se comportava como um simples débil mental.
Mas o Victor disse que isso era culpa do Paul, por ter destruído o cérebro dele antes. Mas ele disse que ia procurar outros cérebros brilhantes pra botar no mutante.
O Paul se enfureceu com tudo aquilo e foi embora, dizendo que ia chamar a polícia. E o Victor saiu atrás dele, tentando impedir. Mas, olhando pro telhado da mansão, ele viu que o monstro conseguiu se soltar e subiu lá. Então, teve que voltar pra trás pra recapturar ele.
Enquanto isso, a Elizabeth decidiu finalmente entrar no laboratório do Victor. E ouvindo o barulho de alguém andando no telhado, ela decidiu subir lá também pra ver quem era...
O Victor pegou uma pistola e subiu lá também, acabando por encontrar o mutante atacando a Elizabeth. E atirando nele, acabou acertando a Elizabeth, que desmaiou!
Ele continuou atirando no mutante, mas não produziu efeito nenhum. Até que jogou um lampião aceso em cima dele, incendiando o mutante.
Desnorteada, a criatura acabou se jogando pra dentro do laboratório por uma das janelas, caindo direto dentro de um tanque de ácido, onde se dissolveu por completo.
Depois de ouvir essa história, o padre não acredita.
Mas, minutos depois, o Victor recebe a visita do Paul na prisão.
O Victor tem um ataque histérico, querendo que o Paul confirme a história que ele acabou de contar pro padre. Mas o Paul se comporta como se um Victor fosse um louco agressivo que inventa coisas sem sentido. E o padre vai embora achando que perdeu tempo por ficar ali ouvindo sandices.
Furioso, o Victor ataca o Paul. Mas os guardas da prisão detêm ele e o Paul vai embora, se juntando à Elizabeth, que, como única parente viva do Victor, vai ficar com a fortuna e a mansão dele quando ele morrer.
O filme acaba com os guardas da prisão conduzindo o Victor na direção da guilhotina.
O único furo no roteiro que a gente vê é: se o filme é uma história contada pelo Victor, como ele mostra cenas em que o Victor não aparece?

Continuing the series about productions based on Frankenstein: or, The Modern Prometheus (1818), today we’ll take a look at The Curse of Frankenstein.
The film draws attention by bringing the palls Christopher Lee and Peter Cushing. They respectively portray the monster and the mad scientist. As we know, they were together in a lot of movies. But here they appear in the same scenes for the 1st time.
The Curse of Frankenstein was directed by Terence Fisher. And Jimmy Sangster created the script, as already said, based on Mary Shelley’s book.
The intention was explicitly creating a more modern version of the 1933 film and with more aggressive scenes (by the 1950s standards, of course).
Here the monster looks like a corpse much more than in the other movie.
The Curse of Frankenstein was entirely filmed in England. And it was released also in England, in May 1957.
The film begins with a text saying that a man lived in the early 19th century in the mountains of Switzerland. And his experiments with the dead became a legend. A legend told to this day with horror.
Then we see a priest coming to a prison where a man asked to speak to him.
He’s Baron Victor Frankenstein. He was sentenced to death and will be executed in a few hours, at dawn.
But, contrary to expectations, he doesn’t want to confess. He told a story that nobody has believed. But if he tells this to the priest and if the priest repeats the story to others later, maybe they’ll believe it.
Victor begins by telling him that his mother died when he was 15. He lived in a mansion in the middle of a forest. And so, he hired a tutor named Paul to advise him on how to take care of his family’s fortune.
Paul was a scientist. And during the several years that he lived alongside Victor from then, he transmitted to him all the knowledge he had about Biology, Chemistry and Physics.
In one of the experiments they performed, they took the corpse of a puppy killed by a heart attack and caused its heart to beat again, bringing it back to life.
But while Paul wanted to reveal their discovery to the World, Victor wanted to keep everything a secret until they improved the process. And he revealed that it wasn’t enough for him to resurrect a dead animal. He wanted to create a new living being with the brain of a genius!
Paul is against it at first. Later he agrees, but only to a certain extent.
A man condemned to death had been hanged and his corpse had been left on display nearby. So they decided to steal the corpse to use it as raw material for this new experiment. And they did it the next night.
The corpse was much taller and stronger than Victor would like. But he decided to go ahead even so.
Anyway, he learned that a sculptor named Bardello had recently died. And he traveled to the place where the sculptor had been buried to steal his hands and implant them in the corpse.
But for all the scientist’s care, the result of his experiment would be very negative…

In The Curse of Frankenstein (1957), conosciuto in Italia come La Maschera di Frankenstein, Elizabeth arriva alla casa di suo cugino Victor dopo la morte di sua madre.
Victor, uno scienziato, è relativamente indifferente alla sua presenza, visto che è ossessionato con la sua esperienza: lui vuole fare un nuovo essere vivente con dei pezzi di corpi di gente morta.
Il suo amico Paul cerca di convincere Elizabeth a andare via, perché Victor sta mettendo tutti a rischio con questa esperienza.
La prossima mossa di Victor è comprare un paio di occhi all’obitorio della città vicina e impiantarli sul cadavere che sta facendo.
Dopo questo, lui invita un amico scienziato suo a cena. E in un momento in cui rimane solo con il vecchio, lui l’uccide!
Paul capisce quello che è successo: Victor voleva rubare il cervello del vecchio. E la notte dopo il funerale, va al cimitero e lo trova a fare proprio questo.
Indignato, Paul distrugge il cervello, lasciando Victor furioso. Ma lui prende i pezzi del cervello e gli impianta nel corpo comunque sia.
Infine, in una notte di tempesta, Victor capisce che non può continuare a prendersi cura dell’esperienza da solo e va a parlare con Paul per chiedere il suo aiuto. E lui, dopo molta riluttanza, l’accetta.
Quando Victor torna al laboratorio, trova il mutante in piedi! E la creatura subito attacca il suo creatore, cercando di strangolarlo.
Paul, che era dietro di lui, distrugge una sedia sulla schiena del mutante, facendolo svenire e rilasciare Victor.
Nonostante questo, Victor vuole andare avanti con quell’esperienza. E Paolo, pensando che questo è già andato oltre i limiti del buon senso, decide di lasciare quella casa.
La mattina dopo, quando Victor torna al laboratorio, vede che il mutante è scomparso, il laboratorio è stato semidistrutto e la finestra è spalancata.
Temendo di ciò che la creatura possa fare, Paul e Victor vanno a cercarla.
Nel frattempo, il mutante ha ucciso un vecchio e suo nipote (in off), che ha trovato nella foresta vicina.
Paul e Victor non hanno bisogno di molto tempo da trovare la creatura. E Paul l’uccide con un colpo di fucile in fronte.
Loro lasciano il mutante nella foresta. Ma più tardi, Victor torna lì senza saperlo Paul, riporta il mutante al laboratorio e decide a farlo rivivere. E lo fa (in modo non mostrato).
Dopo tutto questo, Paul se ne va, come aveva già deciso. Ma l’orrore à appena cominciato...

En The Curse of Frankenstein (1957), conocido en algunos países hablantes de Español como La Maldición de Frankenstein, el cientifico Victor Frankenstein está preso y será guillotinado en pocas horas. Pero antes de eso, llama a un cura para contarle su historia, diciéndole que creó un monstruo mutante en el pasado y lo mantenía en su laboratorio.
Bueno, de vez en cuando, Victor tenía relaciones con su criada, llamada Justine. Y parece que, para hacerlo por primera vez, le había prometido casarse con ella.
Pero ahora ella estaba embarazada. Y se quedó enojada cuando vio que él sólo había hablado en matrimonio para poder follar. Y más aún cuando se dio cuenta de que la madre de su cugina Elizabeth quería ver su hija casada con Víctor cuando eran adolescentes, lo que probablemente ocurrería.
Bueno, como Justine ya se había dado cuenta de que algo extraño estaba sucediendo en el laboratorio de Victor. Y exigió que su ex amante se casase con ella. De lo contrario, iba a llamar a la policía. Pero Victor se dio cuenta de que ella no sabía nada de manera consistente y le dijo para hacer sus maletas y salirse a la mañana siguiente.
Sin embargo, él ya imaginaba que ella iba a entrar en su laboratorio por la noche para ver lo que había en realidad allí y utilizarlo en su contra. Decidió esperar a que ella llegase a hacerlo para encerrarla allí con el mutante. Y eso fue exactamente lo que sucedió.
Bueno, Victor anotó el matrimonio con Elizabeth, como su madre quería. Y decidieron dar una fiesta la noche anterior al casamiento, incluyendo invitar a Paul, un amigo de Victor que sabía de sus hechos.
Pero Paul sólo llegó después de que los otros huéspedes habían dejado la casa y Víctor se había encerrado en su laboratorio. Y Elizabeth le sugirió que él fuese al laboratorio de Víctor para hacerle una sorpresa.
Paul lo hizo. Pero vio que Víctor había logrado más o menos a domar su criatura, por lo que obedecía a órdenes simples.
Paul no pudo hacer nada más que ridiculizar la situación, mostrando que el monstruo se comportaba simplemente como un idiota y que su cuerpo era lleno de problemas físicos.
Pero Victor dijo que buscaría otras mentes brillantes a poner en el mutante.
Paul se quedó furioso con todo y se fue, diciendo que iba a llamar a la policía. Y Victor salió detrás de él, tratando de detenerlo. Sin embargo, mirando el techo de su mansión, vio que el monstruo se había soltado y se fue hacia allí. Así que Victor tuvo que volver y buscar recuperarlo.
Mientras tanto, Elizabeth finalmente decidió entrar en el laboratorio de Víctor. Y escuchando el sonido de alguien caminando por el techo, decidió ir hacia allí para ver quién era...
Victor cogió una pistola y fue allí también, eventualmente encontrando el mutante a atacar Elizabeth. Y disparó contra él, dejando herida Elizabeth, ¡que se desmayó!
El siguió disparando contra el mutante, pero no produjo ningún efecto. Hasta que lanzó una lámpara encendida contra él, quemándolo.
Desconcertada, la criatura simplemente se lanzó en el interior del laboratorio por una ventana, cayéndose directamente en un tanque de ácido, donde se acabó por completo.
Después de escuchar esta historia, el cura no la cree.
Pero minutos más tarde, Victor recibe la visita de Paul en la prisión.
Victor tiene un ataque de histeria, queriendo que Paul confirme la historia que acaba de decir al cura. Pero Paul se comporta como si Victor fuera un loco que inventaba cosas sin sentido. Y el cura se va, pensando que perdió tiempo para estar allí y escuchar montones de tonterías.
Furioso, Victor ataca Paul. Pero los guardias de la prisión lo sostienen y Paul desaparece, uniéndose a Elizabeth. Y ella, como el único pariente vivo de Victor, se quedará con su fortuna y su mansión después de su muerte.
La cinta termina con los guardias de la prisión llevando Victor hacia la guillotina.

Até!