sexta-feira, 29 de junho de 2018

O MÉDICO MAIS FAMOSO DO MEIO JORNALÍSTICO BRASILEIRO



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no médico e repórter brasileiro Luis Fernando Correia.
Ele nasceu aqui no Rio, em 11 de Julho de 1961.
Em 1988, o Luis se formou pela Escola de Medicina e Cirurgia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.
Ele começou a carreira em 1991, no setor de emergência do Hospital Samaritano do Rio de Janeiro (atualmente, ele é um dos diretores desse hospital).
Em 2001, o Luis passou a apresentar um programa de rádio chamado Saúde em Foco, transmitido pela Central Brasileira de Notícias. E a partir dali, ele começou a ser convidado pra apresentar quadros sobre saúde em outros programas de rádio e de televisão.
Atualmente, ele é mais conhecido por participar como comentarista em vários programas jornalísticos quando é apresentada alguma matéria sobre saúde ou sobre situações ligadas aos hospitais cariocas (aliás, ele é uma das presenças mais frequentes no RJTV).
Nas Olimpíadas da China, em 2008, o Luis foi o médico responsável pelos atletas brasileiros. E a mesma coisa na Copa das Confederações FIFA do Brasil, em 2013.
Ele também participa de várias palestras sobre saúde pelo Brasil.
No tempo livre, o Luisão, como é chamado pelos amigos, gosta de cozinhar.
Um dos amigos mais famosos dele é o Hélter Duarte.
Aliás, podem clicar aqui pra ver um post sobre ele:


Hoy vamos a hablar un poco sobre el médico y reportero brasileño Luis Fernando Correia.
El nació en Río de Janeiro, el 11 de Julio de 1961.
En 1988, Luis se formó por la Escola de Medicina e Cirurgia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.
El comenzó su carrera en 1991, en el sector de emergencia del Hospital Samaritano do Rio de Janeiro (actualmente, es uno de los directores de ese hospital).

In 2001, Luis started to present a radio show called Saúde em Foco, broadcast by Central Brasileira de Notícias. And from then, he started being invited to talk about health at other radio shows. And TV shows as well.
Nowadays, he’s most famous for participating as a commentator in various journalistic programs, when they present some material on health or situations related to the hospitals of Rio de Janeiro (incidentally, he’s one of the most frequent presences in RJTV).

Alle Olimpiadi del 2008 in Cina, Luis era il medico responsabile per gli atleti brasiliani. E la stessa cosa è accaduta alla Confederations Cup FIFA in Brasile, nel 2013.
Lui partecipa anche a diverse conferenze sulla salute in Brasile.
Nel tempo libero di Luisão, come viene chiamato dai suoi amici, gli piace cucinare.
Uno dei suoi amici più famosi è Hélter Duarte. A proposito, potete cliccare sul link qui sopra per vedere un post su di lui.

Até Julho!

quarta-feira, 27 de junho de 2018

ALFREDO ORMANDO 1958-1998



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico gay: o escritor italiano Alfredo Ormando.

Ele nasceu na Sicilia, em 15 de Dezembro de 1958.
Criado numa família católica tradicional de camponeses analfabetos, o Alfredo foi convencido a se tornar monge católico quando declarou que era homossexual.
Ele entrou pro monastério franciscano de fato, ficando lá por 2 anos. Mas saiu de lá chegando a conclusão de que aquilo não mudava nada na vida dele.
Em 1986, o Alfredo lançou o 1º livro, chamado Vagiti Primaverili: Poesie.
Em Janeiro de 1998, ele escreveu uma carta, na qual dizia que ia tomar uma atitude que esperava que as pessoas entendessem. Seria um protesto contra o Catolicismo Romano, que, na época no Papa João Paulo II, diabolizava radicalmente a homossexualidade.
No dia 13, o Alfredo chegou na Praça de San Pietro e pôs fogo no próprio corpo.
Foi levado às pressas pro Hospital Sant’Eugenio, mas já tava ferido demais pra que pudessem fazer alguma coisa.
Aparentemente, o Alfredo morreu no dia 22. Mas a imprensa, sem saber exatamente como lidar com a repercussão do caso, decidiu só anunciar a morte dele no dia seguinte.
Desde então, 13 de Janeiro é o dia em que os romanos comemoram a luta dos direitos GLBT.
O Vaticano se manifestou, dizendo que o Alfredo tinha problemas psicológicos e que o ato dele não teve nada a ver com questões católicas. Mas a carta que ele deixou antes de morrer esclareceu qualquer dúvida em relação a esse assunto.

Oggi parleremo un po’ di un altro personaggio storico gay: lo scrittore italiano Alfredo Ormando.
Lui è nato in Sicilia, il 15 Dicembre del 1958.
Alfredo è cresciuto in una famiglia tradizionale cattolica di contadini analfabeti. Ed è stato persuaso a diventare un monaco cattolico quando ha dichiato di essere omosessuale.
In realtà, lui si è unito a un monastero francescano. Ed è rimasto lì per 2 anni. Ma se ne è andato ed è arrivato alla conclusione che queelo non ha cambiato nulla nella sua vita.

En 1986, Alfredo lanzó su primer libro, llamado Vagiti Primaverili: Poesie.
En Enero de 1998, él escribió una carta en la que decía que iba a tomar una actitud que esperaba que la gente entendiera. Sería una protesta contra el Catolicismo Romano, que, en la época en el Papa Juan Pablo II, diabolizaba radicalmente la homosexualidad.
El día 13, Alfredo llegó a la Plaza de San Pietro y puso fuego en su propio cuerpo.
Fue llevado a la prisa para el Hospital Sant’Eugenio, pero él ya estaba demasiadamente herido para que pudieran hacer algo.

Apparently, Alfredo died on the January 22nd, due to a suicidal protest for gay rights. But the press, not knowing exactly how to deal with the repercussion of the case, decided to announce his death the next day.
Since then, January 13th is the day when the Romans celebrate the GLBT rights.
The Vatican said that Alfredo had psychological problems and that his act had nothing to do with catholic issues. But the letter he left before his death clarified any doubt about that subject.

Até!

segunda-feira, 25 de junho de 2018

ELE CONSEGUIU QUEBRAR UM POUCO A MISO-HOMIA DO CHILE



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no historiador e ativista de direitos GLBT chileno Jaime Parada.

José Jaime Parada Hoyl nasceu em Santiago, em 02 de Novembro de 1977.
Ele estudou no Instituto Presidente Errázuriz.
Depois, o José se formou em História pela Universidad Finis Terrae e se pós-graduou na Pontificia Universidad Católica de Chile.
Também na Universidad Finis Terrae, ele foi diretor do setor de História, ficando conhecido no meio acadêmico como Jaime Parada.
Em 2010 e 2011, ele foi o coordenador do CIDOC (órgão que registra a História Contemporânea do Chile).
Também em 2010, o Jaime começou a defender em público os direitos GLBT. E a partir do ano seguinte, ele mergulhou de cabeça na causa.
Em 2012, ele foi eleito vereador, terminando de cumprir o mandato em 2016.
Assim, o Jaime foi o 1º político publicamente gay eleito na História do Chile.
Vale lembrar que a homossexualidade no Chile foi crime até 1999. Assim, ainda é um dos países mais miso-hômicos da América do Sul.
Em 2015, foi legalizada a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Mas o casamento com os mesmos direitos dados a um casal heterossexual ainda não existe.

Hoy vamos a hablar un poco sobre el historiador y activista de derechos GLBT chileno Jaime Parada.
Vale recordar que él es el primer político públicamente gay de Chile y la homosexualidad en Chile fue crimen hasta 1999. Así, sigue siendo uno de los países más homofóbicos de América del Sur.
En 2015, se legalizó la unión civil entre personas del mismo sexo. Pero el matrimonio con los mismos derechos dados a una pareja heterosexual todavía no existe.

José Jaime Parada Hoyl è nato a Santiago, il 2 Novembre del 1977.
Nel 2010, lui ha iniziato a difendere pubblicamente i diritti GLBT. E dall’anno seguente, ha iniziato a dedicarsi interamente a questa causa.
Nel 2012, Jaime è stato eletto consigliere, terminando il suo mandato nel 2016.
Così, lui è stato il primo politico pubblicamente gay eletto nella Storia del Cile.

Jaime studied at the Instituto Presidente Errázuriz.
Later, he graduated in History from the Universidad Finis Terrae and he post-graduated from the Pontificia Universidad Católica de Chile.
Also at the Universidad Finis Terrae, Jaime was the director of the History sector.
In 2010 and 2011, he was the coordinator of CIDOC (an organ that records the Contemporary History of Chile).

Até!

sexta-feira, 22 de junho de 2018

UM DOS PRINCIPAIS NOMES DO JORNALISMO BRASILEIRO



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no repórter brasileiro Roberto Cabrini.

Francisco Roberto Cabrini nasceu em São Paulo, em 03 de Outubro de 1960.
Quando o Francisco tinha 16 anos, começou a apresentar um programa de rádio local em Piracicaba. E ali, passou a se identificar com o nome artístico de Roberto Cabrini.
Em 1977, com 17 anos, ele foi pra Globo, entrando pra História do Jornalismo como o repórter mais jovem a ser contratado por uma emissora de televisão no Brasil.
Em 1982, o Roberto foi enviado aos Estados Unidos, pra se tornar um dos correspondentes da Globo em New York.
Em 1990, ele voltou ao Brasil e foi pro SBT.
Em 2003, o Roberto foi pra Bandeirantes.
Em 2008, ele foi pra Record, mas só ficou lá por um breve período.
No ano seguinte, o Roberto voltou pro SBT. E tá lá até hoje.
Atualmente, ele apresenta o programa de entrevistas Conexão Repórter.
O Roberto já fez reportagens sobre todos os temas possíveis. Mas ele se considera especializado em “jornalismo investigativo”.
Desde o início dos anos 90 até hoje ele já recebeu mais de 15 prêmios jornalísticos. E é considerado um dos principais repórteres do Brasil.

Hoy vamos a hablar un poco sobre el reportero brasileño Roberto Cabrini.
Francisco Roberto Cabrini nació en São Paulo, el 3 de Octubre de 1960.
Cuando Francisco tenía 16 años, él comenzó a presentar un programa de radio local, en Piracicaba, su ciudad. Y allí, pasó a identificarse con el nombre artístico de Roberto Cabrini.

In 1977, the 17-year-old Roberto went to TV Rede Globo. Thus, he entered the History of Journalism as the youngest reporter in Brazil hired by a TV station.
In 1982, he was sent to the States, to be one of Globo correspondents in New York.
In 1990, Roberto returned to Brazil and went to TV SBT.
In 2003, he went to TV Rede Bandeirantes.
In 2008, Roberto went to TV Rede Record, but he would be there only for a brief period.

Nel 2009, Roberto è andato alla TV SBT. Ed è stato lì fino ad oggi.
Attualmente, lui ospita lo show dell’intervista Conexão Repórter.
Roberto ha già presentato rapporti giornalistici su tutti i possibili argomenti. Ma si considera specializzato in “giornalismo investigativo”.
Dai primi anni 1990 ad oggi, lui ha ricevuto più di 15 premi giornalistici. Ed è considerato uno dei principali giornalisti in Brasile.

Até!

quarta-feira, 20 de junho de 2018

O REPÓRTER QUE QUASE NÃO SORRI



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no repórter e escritor brasileiro Júlio Mosquéra.

Júlio César Mosquéra Ribeiro nasceu em Brasília, em 23 de Março de 1967.
Como o pai dele trabalhava na Câmara dos Deputados, ele sempre teve acesso direto a assuntos relacionados às notícias políticas.
Apesar disso, era no esporte que o Júlio pretendia se profissionalizar. E durante toda a adolescência, ele se dedicou ao vôlei.
Ele se formou em Jornalismo pelo Centro Universitário de Brasília, pretendendo se tornar repórter esportivo. E de fato os primeiros estágios dele como repórter foram nessa área. Mas, quando faltavam repórteres pra cobrir eventos políticos, ele era deslocado pra fazer isso pelos estabelecimentos onde trabalhava.
O Júlio gostou e não saiu mais dessa área: até hoje ele costuma fazer mais reportagens associadas a economia e política (embora, é claro, não dispense reportagens sobre nenhum outro assunto).
Em 1990, ele foi pra Bandeirantes.
Em 1992, o Júlio foi pra Manchete.
Em 1999, ele foi pra Globo, de onde não saiu até hoje.
No ano 2000, o Júlio começou a carreira de escritor, lançando o livro Associação dos Deserdados.
Em 2012, ele foi mandado pros Estados Unidos, pra trabalhar como correspondente da Globo em New York.
Em 2014, o Júlio voltou ao Brasil. E atualmente é um dos correspondentes da Globo em Brasília.
Ele chama a atenção por raramente sorrir quando aparece na televisão, mesmo quando fala de assuntos mais agradáveis.

Hoy vamos a hablar un poco sobre el reportero y escritor brasileño Júlio Mosquéra.
Júlio César Mosquéra Ribeiro nació en Brasília, el 23 de Marzo de 1967.
Como su padre trabajaba en la Cámara de Diputados, él siempre tuvo acceso directo a asuntos relacionados con las noticias políticas.
A pesar de eso, era en el deporte que Julio pretendía profesionalizarse. Y durante toda su adolescencia, se dedicó al voleibol.

Júlio si è laureato in Giornalismo presso il Centro Universitário de Brasília, con l’intenzione di diventare un reporter sportivo. E infatti ha avuto le sue prime fasi come giornalista in quella zona. Ma quando i giornalisti mancavano per presentare eventi politici, lui era spostato a farlo dagli stabilimenti in cui lavorava.
Quello gli è piaciuto e lui ha continuato in quell’area: fino ad oggi lui è più spesso presente in materie economiche e politiche (anche se, naturalmente, non abdica a lavori su nessun altro argomento).

In 1990, Júlio started working at TV Rede Bandeirantes.
In 1992, he went to TV Rede Manchete.
In 1999, Júlio went to TV Rede Globo, from where he hasn’t left until this day.
In 2000, he began his writing career, launching the book Associação dos Deserdados.
In 2012, Júlio was sent to the States to be a Globo correspondent in New York.
In 2014, he returned to Brazil. And he’s currently one of Globo correspondents in Brasília.
Júlio draws attention by rarely smiling when he appears on TV, even when he talks about pleasant subjects.

Até!

terça-feira, 19 de junho de 2018

UMA REALIDADE VIRTUAL CHEIA DE CRIATURAS DO PASSADO E DO FUTURO



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no seriado Land of the Lost, lançado no Brasil como O Elo Perdido.
O seriado foi dirigido pelos irmãos Marty Krofft e Sid Krofft. E os roteiristas foram eles junto com o Allan Foshko e o David Gerrold.
Land of the Lost é lembrado por muitos como um “clássico trash”, já que se trata de uma produção de baixíssimo custo. Mas temos que lembrar que isso foi gravado há mais de 40 anos, com as condições daquela época, né?
Não tem cenas de violência, a não ser quando algum dinossauro aparece comendo outro ou quando os humanos machucam algum dinossauro que tá tentando comer eles na hora.
Land of the Lost foi todo gravado na California. E estreou nos Estados Unidos, em Setembro de 1974.
O seriado conta as aventuras da Família Marshall, composta pelo pai Rick, o filho mais velho Will e a filha mais nova Holly.
Vale lembrar que o Will foi interpretado pelo ator Wesley Eure, que é assumidamente gay.
Cliquem aqui pra ver um post sobre ele:


Bom, de acordo com o que aparece na abertura do seriado, eles tavam fazendo uma excursão particular por um rio quando um terremoto desviou eles do curso que pretendiam seguir. Até que eles caíram numa cachoeira, que parecia não ter fim...
Os 3 desmaiam. E quando acordam, tão no meio de uma floresta com um tiranossauro olhando pra eles!
Eles saem correndo pela floresta, até que encontram uma caverna e se escondem do tiranossauro ali. E passam a usar a caverna como casa.
Bom, isso é a abertura.rs Agora vamos ver o que acontece nos capítulos propriamente ditos da 1ª temporada:
Eles descobrem que caíram numa espécie de realidade virtual, com 2 sóis e 3 luas orbitando no Céu. E nesse lugar parecem existir criaturas de várias épocas diferentes e de vários lugares diferentes...
Aparentemente, todas essas criaturas foram sugadas de seus tempos e espaços por portais dimensionais e jogadas ali. E quando a família caiu pela cachoeira, um desses portais se abriu exatamente no meio da queda deles.
Não adianta tentar sair dali andando. Porque mesmo que alguém vá andando sempre em linha reta, acaba voltando pro mesmo lugar da realidade virtual de onde começou a andar.
Logo de cara, a família esbarra com uma pequena tribo de macacos humanoides: os pakunis. E o mais jovem, chamado Chaka, se torna o principal amigo que eles fazem ali.
O tiranossauro que atacou eles na chegada, apelidado por eles de Grumpy, fica sempre rondando as proximidades da caverna, tentando comer tanto os humanos quanto qualquer outra criatura menor que ele encontre.
E isso passa a ser uma das mais frequentes aporrinhações que a Família Marshall tem. Mas, como o Grumpy não é muito inteligente, geralmente basta se esconder quando ele passa ou machucar ele de alguma forma simples pra fazer ele se afastar.
É possível ver várias pedras coloridas espalhadas por várias partes. E quando 2 dessas pedras de cores diferentes encostam uma na outra, produzem efeitos diferentes, como explosões, clarões e choques elétricos.
Naquela realidade virtual existe uma montanha com um tipo de sol esculpido nas suas rochas.
E abaixo dessa imagem tem 3 portões de entrada pruma cidade subterrânea, habitada por uma espécie de répteis humanoides (mas que o Rick classifica como “insetos”).
E como eles caçam criaturas de todas as outras espécies ali pra comer, são considerados os vilões principais da história.
Quando a Família Marshall chega ali pela 1ª vez, eles encontram uma pequena mensagem escrita numa parede de pedra:

“BEWARE OF SLEESTAK”

Eles não demoram a entender que algum humano já passou por ali antes, já esbarrou com aquelas criaturas e deu a elas o nome de “sleestaks”.
Mas, como a montanha onde os sleestaks vivem fica separada do resto da realidade virtual por um abismo e a única forma de entrar e sair dali é através de uma ponte de pedra estendida sobre esse abismo...
...eles não chegam a ter um acesso tão direto às outras criaturas que vivem ali. Preferem capturar as criaturas que já entraram nas terras deles.
Além disso, como são criaturas subterrâneas, eles naturalmente não gostam de luz forte. E assim, evitam sair durante o dia (embora façam isso de vez em quando). E os heróis não demoram a aprender a usar aquelas pedras que produzem clarões pra se defender deles.
É curioso que os sleestaks andam a passos lentos e nunca correm. Mas, como atacam sempre de surpresa, muitas vezes conseguem prender as vítimas deles.
No chão de uma sala da cidade subterrânea fica um poço cheio de fumaça, onde os sleestaks mantêm uma fera que nunca é mostrada em nenhuma cena. Mas é possível ouvir constantemente os rosnados ameaçadores dela vindo do meio da fumaça.
Muitas criaturas que os sleestaks capturam são jogadas lá dentro pra servir de comida à fera... Talvez como oferendas, já que eles tratam a criatura como se fosse um deus (embora eles mesmos pareçam não saber exatamente o que a criatura é).
Só a Holly chegou a ver a fera uma vez, quando a família caiu no poço. E chegou a levar um arranhão no braço quando teve uma rápida luta contra a criatura. Mas ela nunca descreveu o que viu.
Aparentemente, a cidade dos sleestaks fica só a algumas dezenas de metros de um lado do abismo enquanto a caverna da Família Marshall fica só a algumas dezenas de metros do lado oposto do abismo, já que, quando acontece algum barulho muito alto na cidade, é possível ouvir isso da caverna.
Na mesma montanha onde fica a cidade vive um alossauro tão feroz quanto o Grumpy, que a Família Marshall apelida de Alice.
Numa das excursões que fazem pela montanha, os heróis esbarram com uma criatura parecida com um sleestak, só que alaranjada, um pouco mais baixa e com modos muito mais civilizados e evoluídos.
Ele diz que se chama Enik. E assim como a Família Marshall, foi sugado por um portal que jogou ele ali. Mas com uma diferença: ele continua no mesmo lugar onde morava antes. Ou seja, ele acredita que foi trazido de um futuro milênios à frente, só que localizado no mesmo lugar, e que os atuais sleestaks são os antepassados bárbaros dele. Mas, depois de analisar melhor a situação, o Enik tem uma revelação frustrante: a época atual não fica milênios antes da época dele, mas sim milênios depois. E assim, os atuais sleestaks são os descendentes bárbaros dele!
Arrasado ao ver o futuro que aguarda a espécie dele, o Enik tenta voltar ao passado pra alertar o povo dele. Mas, assim como a Família Marshall, ele não sabe exatamente como fazer isso. E até se desentende e tem uma rápida briga com eles quando ambos os lados tentam usar o mesmo método pra voltar aos seus respectivos lares.
Isso dá a entender que os sleestaks são a única espécie nativa daquela realidade virtual (os antepassados deles já tão lá há milênios).
Em várias partes existem várias pequenas pirâmides íngremes. E são elas que, de forma completamente incontrolável, abrem aqueles portais pra vários planetas e épocas, sugando as criaturas que vivem lá.
Dentro de cada pirâmide existe uma mesa com aquelas pedras coloridas, que funcionam como painéis de controle. Mas como aparentemente isso foi construído antes da época do Enik, ninguém sabe mais como usar esses mecanismos.
Entre as criaturas que a Família Marshall encontra também existem vários humanos de diferentes épocas. Mas eles não criam vínculos profundos com nenhum deles.
No último capítulo dessa 1ª temporada, o Enik revela que a entrada da Família Marshall na realidade virtual provocou um fenômeno que vai impedir todas as criaturas que entraram ali de sair pra sempre...
Acontece que quando eles caíram na cachoeira, eles deviam ter morrido. Mas como o portal se abriu em frente a eles durante a queda, eles foram parar na realidade virtual. Só que 3 cópias exatas deles continuaram caindo na cachoeira até agora.
O Enik não consegue explicar o que provocou isso nem por quê. Mas os verdadeiros Rick, Will e Holly têm que voltar pra Terra, se fundir com aquelas cópias deles, entrar de novo na realidade virtual e viver de novo tudo o que eles já tinham vivido até ali na realidade virtual. Só assim tanto eles quanto todas as outras criaturas presas ali vão conseguir voltar pros seus planetas e épocas um dia.
E é o que eles fazem.
O roteiro desse capítulo foi escrito assim pra poder funcionar eventualmente como fim da história, já que os diretores e roteiristas não sabiam se o seriado ia continuar no ano seguinte ou não.
Na 2ª temporada, que aparentemente começa depois da Família Marshall ter vivido de novo tudo o que tinha vivido até ali, como o Enik previa, não vemos nenhum acontecimento que mude muito a história.
Parece que, na 1ª temporada, tava meio indefinido se o seriado se voltaria pra crianças e adolescentes ou só pra crianças. Mas a 2ª temporada ficou mais infantil mesmo.
Aparece um novo vilão fixo chamado Zarn, que é um humanoide ‘invisível’ cheio de pontos de luz espalhados pelo corpo.
Mas ele só aparece em poucos capítulos dessa temporada e depois some.
Ele é um cientista espacial que viaja pelos planetas onde existem humanos (são 31000 planetas habitados por humanos, de acordo com ele) pra estudar a espécie. Mas, como não gosta do contato direto com os humanos, geralmente ele usa robôs pra isso.
De qualquer forma, os transtornos que o Zarn causa são mais pra fazer pesquisas do que por sadismo.
Os heróis também descobrem que a realidade virtual funciona como um grande ser vivo. E tem uma espécie de órgão vital no subterrâneo que controla as pirâmides espalhadas por ali.
A comunicação entre os humanos e os pakunis fica um pouco mais fácil nessa fase, já que ambos os grupos começam  aprender a língua um do outro.
Eles também descobrem uma forma de falar com os sleestaks...
Existe uma sala na cidade subterrânea cheia de fumaça onde eles guardam os crânios dos antepassados deles.
E quem respira essa fumaça consegue entender o que os sleestaks falam. Só que essa fumaça causa alucinações nos humanos depois de inalada por muito tempo.
A ideia era humanizar mais a imagem dos sleestaks, porque algumas mães escreveram pra produção do programa reclamando da imagem dos vilões, mostrados até ali como mais ameaçadores.
Quanto aos crânios que eles consultam, eles só dão respostas enigmáticas e filosóficas pras perguntas que os sleestaks fazem. Assim, na verdade, os vilões só entendem o que eles querem entender dessas respostas.
No final da 1ª temporada, o seriado tinha perdido alguns patrocinadores, o que fez a 2ª ficar um pouco mais limitada.
Os efeitos especiais, que já não eram bons, ficaram bem piores.
O ator Spencer Milligan, que interpretava o Rick, concluiu que o programa tava em decadência. E decidiu não renovar o contrato pra aparecer na temporada seguinte.
Muitos anos depois, numa entrevista, ele disse que tinha brigado com a produção porque tinham permitido que lançassem produtos pra crianças com imagens dos personagens e nunca pagaram nenhum centavo a ele por usarem a imagem dele ali.
Aí começa a 3ª, última e mais curta temporada do seriado.
Enquanto o Rick tá mexendo numa das pirâmides pra ver se consegue produzir uma passagem pra Terra, toda a realidade virtual é sacudida por um terremoto sem precedentes.
A pirâmide onde o Rick tá é semidestruída e isso abre uma passagem que joga o Rick pra Terra...
...mas se fecha logo depois, deixando o Will e a Holly sozinhos na realidade virtual.
Quem interpretou o Rick foi um dublê que ficou de costas pra câmera o tempo todo, porque o Spencer não quis gravar nem essa cena.
Pouco depois, eles encontram o Chaka, que conta a eles que os pakunis fugiram correndo quando ocorreu o terremoto. Mas ele levou um tombo enquanto também fugia e não conseguiu acompanhar os outros.
Aliás, nessa temporada o Chaka passa a falar a língua dos humanos quase com 100% de perfeição... Estranho, já que, até os capítulos anteriores, ele falava só algumas palavras na língua dos humanos e todo o resto na língua dele.
Bom, os 3 decidem ficar juntos a partir dali. Mas, quando voltam pra caverna, descobrem que o morro onde a caverna ficava desmoronou por completo, destruindo a caverna e soterrando todos os utensílios que eles já tinham construído ali.
O jeito agora é procurar outro abrigo e recomeçar do zero. E eles lembram que, perto da cidade subterrânea, existe um templo com a porta bloqueada onde ninguém consegue entrar. Assim, se eles conseguirem arrombar a porta do templo e entrar, talvez eles consigam se instalar ali.
No caminho, eles encontram surpresa: o tio deles, irmão do Rick, chamado Jack, aparece ali.
Ele tem procurado a família há 6 meses. E como sabia o rumo que eles tinham tomado, foi até o rio onde eles tavam viajando. Mas um portal igual ao que tinha levado o Rick e os filhos pra realidade virtual se abriu e, através do mesmo processo, jogou o Jack lá.
Bom, agora só resta ao grupo seguir o plano de se instalar no templo abandonado. E eles conseguem fazer isso, já que o terremoto desbloqueou a porta.
O único problema é que os sleestaks não tão nem um pouco satisfeitos com a nova vizinhança.
Um dos sleestaks se identifica como líder dos outros. E ele aprende a falar a língua dos humanos.
A função do Enik fica mais dúbia do que nunca nessa temporada: ele tenta, no mesmo peso a na mesma medida, ajudar tanto a Família Marshall quanto os sleestaks (embora esses últimos não tenham nenhuma consideração por ele). E claro que isso provoca desagrados de ambos os grupos contra ele.
Na verdade, essa foi a temporada que ‘desandou’.
A história ficou muito diferente de como era na 1ª temporada, o que, na opinião de muitos fãs, descaracterizou o seriado.
Enquanto a Alice e o Grumpy só aparecem raras vezes, o grande terremoto soltou 2 monstros que antes viviam no subterrâneo: um monstro aquático de 2 cabeças que eles apelidam de Lulu...
...e um dragão que eles apelidam de Torchy.
Mas nenhum dos 2 faz nada de importante na história.
Por que tirar os 2 monstros que tavam desde o início do história e botar 2 outros que não fazem nada?
E a cada capítulo os heróis passam a esbarrar com personagens que não têm nada a ver com o que aparecia no início, como um pirata fantasma, uma górgona e até 2 yetis!
Conclusão: a audiência despencou e o seriado foi cancelado de um dia pro outro antes da temporada chegar ao final. Não chegaram nem a gravar um último capítulo!
Embora não apareça a Família Marshall indo pra casa, ficam várias evidências de que isso aconteceu. E até uma versão da Holly adulta vem do futuro através de um dos portais e aparece pra Holly atual pra contar a ela que eles vão sair de lá um dia.
Em 1991, outro seriado chamado Land of the Lost, vagamente inspirado no seriado de 1974, foi lançado. Mas não fez grande sucesso.
E em 2009, foi lançada uma paródia do seriado. Se trata de um filme de longa-metragem também chamado Land of the Lost, mas que também não deu certo.

Today we’ll talk a little about the TV series Land of the Lost.
The series was directed by brothers Marty and Sid Krofft.
Land of the Lost is remembered by many as a “classic trash”. Because it’s an extremely low-cost production. But don’t forget this was also filmed over 40 years ago, under the technical conditions of that era, right?
There are no violent scenes. Except when we see some dinosaur eating another one or when the humans hurt some dinosaur that’s trying to devour them.
Land of the Lost was filmed all over California. And it debuted in the States, in September 1974.
The series tells the adventures of the Marshall Family, namely, father Rick, elder son Will and younger daughter Holly.
It’s interesting to remember Will was portrayed by actor Wesley Eure, who is openly gay.
Click on the link above to see a post about him.
Well, according to what we see at the opening, they were crossing a river on a routine expedition when an earthquake diverted them from their planned way. Then they fell from a waterfall, which seemed to have no end…
They faint. And when they wake up, they’re in the middle of a forest with a tyrannosaurus looking at them!
They run through the trees, until they find a cave. They hide from the tyrannosaurus in there. And they start using the cave as their home from then.
Well, it’s the opening. Now let’s see what happens in the episodes of season 1:
They discover they have fallen into a kind of virtual reality. There are 2 suns and 3 moons orbiting in the Sky. And in this place there are creatures from different eras and planets…
Apparently, all these creatures were sucked out of their spaces by dimensional portals and thrown into there. And when the family fell through the waterfall, one of those portals opened right in the middle of their fall.
No use trying to get out of there walking. Because even if you always walk straight, you end up arriving back to the same place of the virtual reality from where you started walking.
Soon after, the family meets a small tribe of humanoid apes: the pakunis. And the youngest, named Chaka, becomes their best friend.
They name tyrannosaurus who attacked them on arrival Grumpy. It’s always prowling around the cave, trying to eat as much humans as any other smaller creature it sees there. And it happens to be one of the most frequent blasts that the Marshall Family has. But Grumpy isn’t very intelligent. You only have to hide when it passes or hurt it softly to make it walk away.
You can see several colored stones scattered in various parts. And when 2 of these different colored stones touch each other, they produce different effects, such as explosions, flashes, and electric shocks.
In that virtual reality there’s a mountain with a kind of sun carved on its rocks. And below that image there are 3 gates to an underground city. This place is inhabited by a humanoid reptile breed. And as they hunt creatures of all other species there to eat, they’re considered the main villains of the story.
When the Marshall Family arrives there for the 1st time, they find a message written on a stone wall:

“BEWARE OF SLEESTAK”

They soon realize that some human has passed by before, already saw those creatures and named them “sleestaks”.
But the mountain where the sleestaks live is separated from the rest of virtual reality by an abyss. And the only way to get in and out of there is crossing a stone bridge stretched out over that abyss. So they don’t have such direct access to the other creatures that live there. They prefer to capture the creatures that have already entered their lands.
In addition, they’re underground creatures. And so, they naturally don’t like strong light. They avoid getting out of their city during the day (although they do this rarely). And the heroes are quick to learn to use those stones that produce flashes to defend themselves against them.
Sleestaks always walk at slow steps and they never run. But, as they always strike by surprise, they often manage to get their victims.
On the floor of a hall in the underground city there’s a pit full of smoke, where sleestaks hold a beast never shown in any scene. But it’s possible to hear constantly the threatening growls of this creature coming from the smoke.
Many creatures captured by the sleestaks are thrown into there to serve as food to the beast… Perhaps as offerings, because they believe the creature is a god (though they themselves don’t seem to know exactly what the creature is).

Vamos a ver los personajes principales de Land of the Lost (1974), conocido en Español como Tierra de los Perdidos.

RICK MARSHALL→ Padre de Will y Holly.
Mientras él y sus 2 hijos hacían una expedición por un río, un portal se abrió y los transportó a una realidad virtual, donde encuentran criaturas venidas de varias épocas y planetas diferentes.
Aparentemente, todos esos seres llegaron allí de la misma forma que ellos.

HOLLY MARSHALL→ Hija más joven de Rick.
Holly fue la única que llegó a ver la bestia creada por los sleestaks, en una ocasión en que entró en el pozo de la bestia. Ella fue herida con un rasguño en su brazo cuando tuvo una rápida lucha contra la criatura. Pero nunca describió lo que vio.

WILL MARSHALL→ Hijo mayor de Rick.

ALICE→ Alosaurio feroz que vive cerca de la ciudad de los sleestaks.
Es el único monstruo tan amenazador como el tiranosaurio Grumpy.

ENIK→ Habitante de la misma ciudad donde los sleestaks viven, pero que vivió hace milenios atrás.
El tiene el mismo aspecto que un sleestak, excepto porque es anaranjado, es un poco más bajo y tiene modos mucho más civilizados y evolucionados.
Un portal del tiempo transportó a Enik para la época actual, donde él descubre que los sleestaks son sus descendientes bárbaros.
Arrastrado al ver el futuro que aguarda su especie, Enik intenta volver al pasado para alertar a su pueblo. Pero, al igual que la Familia Marshall, no sabe exactamente cómo hacerlo.
Eventualmente, cuando le interesa, Enik ayuda a la Familia Marshall.

PAKUNIS→ Monos casi humanos que viven en una pequeña comunidad.
No se sabe si son nativos de la realidad virtual o si fueron transportados hacia allí.
Los pakunis parecen tener una capacidad de raciocinio igual a la de los humanos. Pero visiblemente todavía están al principio de su evolución.
El pakuni más joven, llamado Chaka, se convierte en el mejor amigo de la Familia Marshall en la realidad virtual.
En los primeros tiempos de convivencia, ambos grupos no se entienden, pues cada uno habla una lengua. Pero, después de algún tiempo, empiezan a aprender cada uno la lengua del otro, haciendo la comunicación más fácil.

SLEESTAKS→ Reptiles humanoides que viven en el subterráneo.
Aparentemente, ellos son la única especie nativa de la realidad virtual.
Los sleestaks tienen un pozo donde ellos mantienen un fiera que nadie nunca ha visto. Y ellos creen que ese monstruo es un dios.

ZARN→ Humanoide “invisible” lleno de puntos de luz esparcidos por su cuerpo.
Es un científico espacial que viaja por los planetas donde hay humanos (son 31000 planetas habitados por humanos, según él) para estudiar esa especie. Pero, como no le gusta el contacto directo con los humanos, por lo general utiliza robots para hacerlo.
De todos modos, los trastornos que Zarn causa son más para hacer investigaciones que por sadismo.

Vediamo i personaggi principali di Land of the Lost (1974), conosciuto in Italia come La Valle dei Dinosauri:

RICK MARSHALL→ Padre di Will e Holly e fratello di Jack.
Quando lui e i suoi 2 figli erano in una spedizione fluviale, un portale li ha trasportato tutti in una realtà virtuale dove incontrarono creature di diversi pianeti ed epoche.
Viene accidentalmente trasportato da solo sulla Terra, lasciando i suoi figli nella realtà virtuale.

HOLLY MARSHALL→ Figlia minore di Rick.
Una versione adulta di Holly viene dal futuro attraverso uno dei portali. E si fa vedere dall’attuale Holly per dirle che un giorno lei e la sua famiglia torneranno sulla Terra.

JACK MARSHALL→ Fratello di Rick.
Dopo la scomparsa di suo fratello e dei suoi nipoti, lui ha iniziato a cercarli. E visto che conosceva il corso che avevano preso, è andato al fiume dove stavano viaggiando. Ma un portale simile a quello che aveva portato Rick e i suoi figli nella realtà virtuale si è aperto e, attraverso lo stesso processo, ha lanciato Jack lì.
Dopo il suo arrivo, i suoi nipoti iniziano ad incontrare creature che non avevano mai visto prima, come 1 fantasma marinaio, 1 gorgone e 2 yeti.

WILL MARSHALL→ Figlio maggiore di Rick.
La grotta dove viveva la famiglia Marshall è stata distrutta da un terremoto. E così, sono costretti ad andare a vivere in un tempio abbandonato, vicino alla città degli sleestak.

CHAKA→ Creatura di una specie chiamata pakuni.
Durante un terremoto, gli altri pakunis sono fuggiti. Ma Chaka è caduto mentre correva via e non ha potuto seguire gli altri. E così è stato adottato dalla Famiglia Marshall.
Dopo qualche tempo, impara a parlare quasi perfettamente la lingua umana.

ENIK→ Antenato degli sleestaks.
Cerca di aiutare sia la Famiglia Marshall, sia gli sleestak (anche se questi non hanno nessun rispetto per lui). Ovviamente questo causa antipatia per i 2 gruppi contro di lui.

LULU→ Mostro d’acqua con 2 teste.
Lei viveva nel sottosuolo, ma è stata rilasciata insieme al drago Torchy quando accadde un terremoto.

SLEESTAKS→ Rettili umanoidi che vivono nel sottosuolo.
C’è una stanza nella loro città sotterranea piena di fumo dove custodiscono i teschi dei loro antenati. E chi respira questo fumo può capire cosa parlano gli sleestak. Ma questo fumo provoca allucinazioni negli umani dopo esser stato inalato per molto tempo.
Uno degli sleestaks si identifica come il leader degli altri. E impara a parlare la lingua degli umani in ogni situazione.
I teschi che loro consultano danno solo risposte enigmatiche e filosofiche alle domande che chiedono gli sleestaks. Quindi, in realtà, i malvagi capiscono solo quello che vogliono capire da queste risposte.

Até!

domingo, 17 de junho de 2018

COMEMORANDO O DIA DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL



Oi!!!

Pra quem não sabe, amanhã, 18 de Junho, é comemorado o Dia da Imigração Japonesa no Brasil.
Embora a 1ª leva de imigrantes japoneses tenham chegado ao Brasil em 1907, essa parte geralmente é desconsiderada pela História oficial, já que só umas 20 pessoas vieram e a maioria voltou pro Japão poucos anos depois.
A 1ª grande leva de imigrantes japoneses (quase 800 pessoas) desembarcaram aqui em 18 de Junho de 1908, se fixando aqui definitivamente. E por isso, essa passou a ser considerada a data oficial.
Assim, vamos comemorar a data lembrando do único descendente de japoneses que posou pra G Magazine: o Sandro Zanata.
Ele nasceu em 1972.
O Sandro é descendente de italianos por parte de pai e de japoneses por parte de mãe.
Ele é modelo fotográfico. E em algumas poucas vezes, ele também fez desfiles.
Nos anos 90, o Sandro também apareceu como figurante em novelas e em comerciais de televisão.
Ele posou pra G em Julho de 1998, mostrando um corpo musculoso de 1, 70m e um cacete com a cabeça arregaçada.
Na ocasião, o Sandro disse que, pra manter a forma, ele fazia musculação 5 dias por semana.
Ele também disse que, no tempo livre, ele gostava de viajar. Nem que fosse pra lugares que não tinham nada de turísticos.
Não encontrei informações recentes sobre o Sandro na Internet.

Até!

quarta-feira, 13 de junho de 2018

A FASE DE GALÃ JÁ PASSOU



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator e roteirista panamenho Daniel Kuzniecka.

Daniel Kuzniecka Schij nasceu em Nuestra Señora de la Asunción de Panamá, em 30 de Novembro de 1965.
Ele nasceu lá por puro acaso, já que o pai dele era polonês e a mãe era uruguaia.
Quando o Daniel tinha 3 anos, a família dele se mudou pra Argentina. E ele mora lá até hoje.
A estreia dele na televisão foi em 1991, no seriado ¡Grande Pá! E no mesmo ano, ele estreou no cinema, no filme Dios los Cría.
O Daniel nunca foi de fazer cenas extremamente sensuais, provocantes e tal. Mas chamava a atenção por ser um dos homens mais bonitos da TV Argentina nos anos 90, com um corpo de 1, 82m.
Em 1996, ele se casou com a atriz Victoria Carreras.
Eles tiveram um filho chamado Lucas ainda em 1996 e uma filha chamada Mercedes em 1999.
Ainda em 1997, o Daniel estreou como roteirista, no filme Dibu: La película.
Em 2007, ele se divorciou da Victoria.
O Daniel se tornou conhecido no Brasil em 2012, quando participou da série O Brado Retumbante e, logo depois, da novela Avenida Brasil.
Ele teve até agora 47 trabalhos como ator no cinema e televisão e 5 como roteirista.
Nos últimos anos, o Daniel tem se dedicado mais ao teatro.
Hoje, já na casa dos 50, ele admite que a fase de galã já passou. Agora ele quer se dedicar mais a orientar os atores que tão começando.

Hoy vamos a hablar un poco sobre el actor y guionista panameño Daniel Kuzniecka.
Daniel Kuzniecka Schij nació en Nuestra Señora de la Asunción de Panamá, el 30 de Noviembre de 1965.
El nació allí por puro azar, porque su padre era polaco y su madre era uruguaya.
Cuando Daniel tenía 3 años, su familia se mudó a Argentina. Y él ha vivido allí hasta hoy.
Su estreno en la televisión fue en 1991, en la serie ¡Gran Pá! Y en el mismo año, él estrenó en el cine, en la película Dios los Cría.

Daniel has never had an abundance of extremely sexy and sexually provocative scenes in his curriculum. But he caught the attention of the audience of the 1990s, because he was then one of the most handsome men on Argentine TV, with a 182-cm-tall body.
In 1996, he married actress Victoria Carreras.
They had a son named Lucas still in 1996 and a daughter named Mercedes in 1999.
Still in 1997, Daniel debuted as a screenwriter in Dibu: La película.
In 2007, he divorced from Victoria.

Daniel è diventato famoso in Brasile nel 2012. In quell’anno, lui ha partecipato alla serie TV O Brado Retumbante. E poco dopo, ha partecipato alla telenovela Avenida Brasil.
Finora, lui ha avuto 47 lavori come attore cinematografico e televisivo e 5 come soggettista.
Negli ultimi anni, Daniel è stato più devoto al teatro.
Oggi, lui ha già più di 50 anni. Così, ammette che la sua fase di ragazzo che seduce le ragazze è finita. Ora vuole concentrarsi maggiormente su consigliare gli attori che sono all’inizio della loro carriera.

Até!

segunda-feira, 11 de junho de 2018

UMA PROVA DE QUE CADA UM FALA O QUE QUER E CADA UM RESPONDE O QUE QUER



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, dublador, diretor e roteirista estadunidense Bryan Cranston.
Bryan Lee Cranston nasceu na California, em 07 de Março de 1956.
Em 1977, ele se casou com a Michaelle Louise Middleton.
A estreia do Bryan na televisão foi em 1980, no telefilme To Race the Wind.
Em 1982, ele se divorciou da Michaelle.
Em 1987, o Bryan estreou no cinema, com o filme Amazon Women on the Moon, lançado em terras brasucas como As Amazonas na Lua.
Em 1989, ele se casou com a atriz Robin Dearden. E tão juntos até hoje. E em 1993, eles tiveram uma filha: a futura atriz Taylor Dearden.
Em 1999, o Bryan estreou como diretor e roteirista no filme Last Chance, no qual também trabalhou como ator.
Ele teve até agora 120 trabalhos como ator no cinema e televisão, 30 como dublador, 8 como diretor e 4 como roteirista.
Há poucos anos, o Bryan se envolveu numa polêmica com alguns ativistas GLBT...
Acontece que, ao dar uma entrevista em 2009, ele se referiu ao ator David Yost, que é gay assumido, com a palavra “fey” (gíria que em Inglês define um gay escandaloso, como o que a gente chama de “pintosa” em Português).
O David, pra quem não lembra, interpretou o ranger azul da 1ª temporada de Power Rangers (1993). Vou deixar aqui o link prum post sobre ele:


Em 2016, o David deu uma entrevista reclamando da forma como o Bryan se referiu a ele, o que fez alguns gays correrem pra cobrar satisfações dele.
O Bryan respondeu que realmente não se lembra de ter usado essa palavra quando deu a entrevista. Mas, se usou, foi num contexto de humor.
Mesmo assim, ele se desculpou publicamente com o David se tiver realmente falado isso. E disse que não teve nenhuma intenção de ofender ninguém.
Minha opinião sobre o assunto:
Eu acho que cada um pode falar tudo o que quiser, desde que depois arque com as consequências do que falou. E se alguém se sentiu ofendido com o que o outro falou, que se manifeste, é claro.
Então, eu entendo e defendo perfeitamente a reação do David, mas acho que não se precisar criar uma guerra por causa disso. Se você faz questão de reagir de forma agressiva porque o outro chamou você em público de alguma coisa que você não gostou, basta você também ir a público chamar ele de alguma coisa negativa que ele é de fato.
Se um pastor pentecostal, por exemplo, xingou você de alguma coisa, é só você também chegar em público e chamar ele de “falso profeta”, “falso ungido”, “incentivador de ódio”, “manipulador de pobre” e várias outras coisas que a gente sabe que ele é de fato.
Pronto. Simples, né?
Bom, hoje o Bryan tá com 62 anos. Mas até que t bem pra idade dele, com um corpo de 1, 79m.
Today we’ll talk a little about the American actor, voice actor, director and screenwriter Bryan Cranston.
Bryan Lee Cranston was born in California, on March 7th, in 1956.
In 1977, he married Michaelle Louise Middleton.
Bryan’s TV debut was in 1980 in To Race the Wind.
In 1982, he divorced Michaelle.
In 1987, Bryan made his cinema debut on Amazon Women on the Moon.
In 1989, he married actress Robin Dearden. And they’ve been together to this day. And in 1993, they had a daughter: future actress Taylor Dearden.
In 1999, Bryan debuted as a director and screenwriter on Last Chance. He also worked in this film as an actor.
He has so far had 120 jobs as an actor in the movies and television, 30 as a voice actor, 8 as a director and 4 as a screenwriter.

Qualche anno fa, Bryan ha avuto qualche problema con alcuni attivisti GLBT...
Si scopre che quando ha rilasciato un’intervista nel 2009, lui si è riferito all’attore David Yost, pubblicamente gay, con la parola “fey” (gergo che in Inglese definisce un gay scandaloso).
Se non ti ricordi di David, lui ha interpretato il ranger blu dell’anno 1 di Power Rangers (1993). Puoi cliccare sul link qui sopra per vedere un post su di lui.
Nel 2016, David ha rilasciato un’intervista lamentandosi del modo in cui Bryan si è riferito a lui. E questo ha fatto correre alcuni gay per ottenere spiegazioni da lui.
Bryan ha risposto che non ricordava davvero di aver usato quella parola quando ha dato quell’intervista. Ma se l’ha detto, afferma che si trattava di un contesto umoristico.
Anche così, lui si è scusato pubblicamente con David se l’abbia effettivamente detto. E ha detto che non aveva intenzione di offendere nessuno.

Mi opinión sobre el desacuerdo entre David y Bryan:
Creo que cada uno puede hablar todo lo que quiera, siempre que después responda por las consecuencias de lo que habló. Y si alguien se sintió ofendido con lo que el otro habló, que se manifieste, por supuesto.
Entonces, entiendo y defiendo perfectamente la reacción de David, pero creo que no es necesario crear una guerra a causa de eso. Si quieres reaccionar de forma agresiva porque alguien te ha insultado en público, sólo tienes que ir a público y también llamarlo de algo negativo que él es de hecho.
Si un pastor pentecostal, por ejemplo, te llamó de algo, es sólo tú también llegar en público y llamarlo “falso profeta”, “falso ungido”, “alentador de ódio”, “manipulador de gente pobre” y varias otras cosas que sabemos que él es de hecho.
Listo. Simple, ¿verdad?
Bueno, hoy Bryan tiene 62 años. Pero él está bien para su edad, con un cuerpo de 1, 79m.

Até!

sábado, 9 de junho de 2018

DENHOLM ELLIOTT 1922-1992



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico bissexual: o ator e dublador inglês Denholm Elliott.

Denholm Mitchell Elliott nasceu em Londres, em 31 de Maio de 1922.
Ele se formou pelo Malvern College of Worcestershire.
A estreia dele na televisão foi em 1947, no telefilme Mary Rose. E a partir dali, ele passou a usar o nome artístico simplificado de Denholm Elliott.
A estreia no cinema foi em 1949, no filme Dear Mr. Prohack.
A estreia do Denholm como dublador foi em 1 capítulo do seriado Lux Video Theatre.
Em 1954, ele se casou com a atriz Virginia McKenna, de quem se divorciou em 1957.
Em 1962, o Denholm se casou com a diretora Susan Robinson.
Eles tiveram um filho chamado Mark e uma filha chamada Jennifer.
O Denholm teve ao todo 158 trabalhos como ator no cinema e televisão e 3 como dublador.
Em 1988, ele descobriu que tinha sido infectado pelo HIV. E nos anos seguintes, a saúde dele foi piorando, até ele morrer de tuberculose em 22 de Outubro de 1992, aos 70 anos.
Em 1994, a Susan publicou a biografia dele, chamada Denholm Elliott: Quest for Love.
Ali ela revela que eles tinham um casamento aberto e que o Denholm teve incontáveis relacionamentos sem compromisso com homens ao longo da vida inteira. Provavelmente sem camisinha.

Today we’ll talk a little about another bisexual historical character: the English actor and voice actor Denholm Elliott.
Denholm Mitchell Elliott was born in London, on May 31st, in 1922.
He graduated by the Malvern College of Worcestershire.
His debut on television was in 1947, in Mary Rose. And from there, he came to use Denholm Elliott as his stage name.
His film debut was in 1949, in Dear Mr. Prohack.

Il debutto di Denholm come doppiatore è stato in 1 episodio della serie TV Lux Video Theater.
Nel 1954, lui ha sposato l’attrice Virginia McKenna, da cui ha divorziato nel 1957.
Nel 1962, Denholm ha sposato la regista Susan Robinson.
Loro hanno avuto un figlio di nome Mark e una figlia di nome Jennifer.
Denholm ha avuto 158 lavori come attore cinematografico e televisivo e 3 come doppiatore.

En 1988, Denholm descubrió que había sido infectado por el VIH. Y en los años siguientes, su salud empeoró, hasta que se murió de tuberculosis el 22 de Octubre de 1992, a los 70 años.
En 1994, su esposa publicó su biografía, llamada Denholm Elliott: Quest for Love.
Allí ella revela que ellos tenían un matrimonio abierto y que Denholm tuvo incontables relaciones sin compromiso con hombres a lo largo de su vida entera. Probablemente sin condón.

Até!