Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada na série Hebe.
Em Setembro de 2019, foi lançado o filme Hebe: A Estrela do Brasil, contando um pequeno trecho da vida da apresentadora Hebe Camargo, que tinha morrido em 2012.
A intenção ao fazer o filme já era aproveitar as cenas dele como material pruma série de televisão. E isso realmente não demorou a acontecer: a série Hebe foi lançada na Globoplay em Julho de 2020.
A série conta a vida da Hebe desde o dia em que ela teve a ideia de começar a trabalhar como cantora, ainda na adolescência, até a época em que ela começou a fraquejar definitivamente, vindo a morrer aos 83 anos.
O diretor da série foi o Maurício Frias e a roteirista foi a Carolina Kotscho.
A atriz Valentina Herszage interpretou a Hebe na adolescência e a atriz Andréa Beltrão interpretou ela em todas as outras fases da vida.
A série recebeu várias críticas negativas por fantasiar demais a história: embora a grande maioria das situações mostradas ali sejam reais, foram retratadas se passando em datas diferentes de quando se passaram na vida real, foram intensificadas ou tiveram a importância diminuída comparado a como elas aconteceram na vida real...
Outras coisas foram inventadas mesmo.
Por exemplo: a cena em que a Hebe se recolhe no camarim e deixa o público esperando na plateia, a cena em que a Hebe se demite ao vivo da Rede Bandeirantes e joga o microfone no chão, a cena em que a Hebe fica bêbada e quase sai no tapa com um cara que não gosta do Paulo Maluf num restaurante, a cena em que a Hebe é agredida pelo marido e enfrenta ele segurando uma garrafa quebrada como arma, as várias cenas em que a Hebe aparece bebendo uísque (embora ela gostasse de cerveja, uísque era uma das bebidas que ela mais detestava)...
De acordo com as pessoas que conviveram mais de perto com ela, nada disso nunca aconteceu.
Devido a essas críticas, algum tempo depois, a Carolina Kotscho veio a público e disse que o seriado contava uma história de ficção inspirada na vida da Hebe, mas não procurava retratar passo a passo a vida da apresentadora.
Na verdade, eu acho que a série se preocupou mais em fazer certas críticas sociais (falar contra a censura, falar contra as mulheres recebendo assédios, falar contra a violência doméstica, falar contra o preconceito que os padres dos anos 80 tinham contra o meio artístico e contra os homossexuais...) do que em retratar a vida da Hebe de forma realista.
Bom, tirando essa parte, temos que reconhecer que a produção foi muito bem feita.
Eu também gostei muito da aparência física da maioria dos personagens reais que foram retratados ali: não teria como botar os atores com um aspecto físico mais parecido com o deles.
A interpretação da Andréa Beltrão também foi impressionante: ela conseguiu imitar todos os trejeitos da Hebe e falou o tempo todo com o sotaque paulistano dela (vamos lembrar que a Andréa é nascida e criada no Rio de Janeiro e, em circunstâncias normais, ela sempre fala com um sotaque 100% carioca).
Hoy vamos a hablar un poquito de la serie de TV Hebe.
En Septiembre de 2019, se estrenó la película Hebe: A Estrela do Brasil, que cuenta una pequeña parte de la vida de la presentadora Hebe Camargo, fallecida en 2012.
La intención al rodar la película ya era utilizar sus escenas como material para una serie de televisión. Y realmente no tardó en suceder: la serie Hebe se lanzó en Globoplay en Julio de 2020.
La serie narra la vida de Hebe desde el día en que tuvo la idea de comenzar a trabajar como cantante, aún en su adolescencia, hasta el momento en que ella comenzó a debilitarse definitivamente, muriendo a la edad de 83 años.
El director de la serie fue Maurício Frias y la guionista Carolina Kotscho.
La actriz Valentina Herszage interpretó a Hebe cuando era adolescente y la actriz Andréa Beltrão la interpretó en todas las demás etapas de su vida.
A pesar de algunos errores biográficos sobre la protagonista, hay que reconocer que la producción estuvo muy bien hecha.
Hebe (2020) is a TV series which received several negative reviews for fantasizing Hebe Camargo’s life too much: although the vast majority of the situations shown there are real, they were portrayed taking place on different dates than when they took place in real life, they were intensified or had their importance diminished compared to as they happened in real life...
Other things were simply invented by the screenwriter.
For example: the scene in which Hebe goes to her dressing room and leaves everybody waiting for her in the audience, the scene in which Hebe resigns live on TV Rede Bandeirantes and she throws her microphone on the floor, the scene in which Hebe gets drunk and she almost physically attacks a guy who doesn’t like Paulo Maluf in a restaurant, the scene in which Hebe is attacked by her husband and she faces him holding a broken bottle as a weapon, the various scenes in which Hebe appears drinking whiskey (although she liked beer, whiskey was one of the drinks she hated most)...
According to the people who were closest to her, none of this ever happened.
A causa delle critiche ricevute dalla serie TV Hebe (2020), qualche tempo dopo, la sceneggiatrice Carolina Kotscho è venuta in pubblica e ha affermato che la serie raccontava una storia di fantasia ispirata alla vita di Hebe Camargo, ma non cercava di ritrarre passo dopo passo la vita della conduttrice televisiva.
In effetti, penso che la serie fosse più interessata a fare alcune critiche sociali (parlare contro la censura, parlare contro le donne infastidite dagli uomini, parlare contro la violenza domestica, parlare contro il pregiudizio che i preti cattolici negli anni 80 avevano contro le celebrità e contro gli omosessuali...) che nel ritrarre la vita di Hebe in modo realistico.
Mi è piaciuto molto anche l’aspetto fisico della maggior parte dei personaggi reali che sono stati ritratti nello show: non potevano mettere gli attori con un aspetto fisico più simile al loro.
Impressionante anche la performance di Andréa Beltrão: lei è riuscita a imitare tutti i modi di Hebe ed ha parlato tutto il tempo con il suo accento paulistano (ricordiamo che Andréa è nata e cresciuta a Rio de Janeiro e, in circostanze normali, parla sempre con un accento 100 % carioca).
Até!