Oi!!!
Hoje a gente vai dar uma olhada no filme The Great Wall, lançado no Brasil com o título traduzido de A Grande Muralha.
Esse é considerado o filme chinês mais caro feito até 2016, com um orçamento de mais de U$ 130000000,00 gastos durante toda a produção.
O visual é muito bom: trabalha muito com abundância de cores e com aquelas paisagens gigantescamente amplas.
Por falar nas paisagens, o Governo da China negou autorização pra que as filmagens fossem feitas na Grande Muralha. Assim, todas as imagens que aparecem dessa construção são CGI.
The Great Wall foi dirigido pelo Yimou Zhang. E o roteiro foi um trabalho conjunto do Carlo Bernard, do Doug Miro, do Edward Zwick, do Max Brooks, do Marshall Herskovitz e do Tony Gilroy.
A maior parte do filme foi gravada na Nova Zelândia. Mas algumas cenas também foram filmadas na China. E a parte administrativa foi feita na Austrália, Canadá e Estados Unidos.
The Great Wall foi exibido pela 1ª vez na China, em Dezembro de 2016.
O filme começa com algumas mensagens dizendo que existem fatos reais e existem lendas envolvendo a Grande Muralha da China. E agora, vamos ver uma das lendas...
Daí corta prum grupo de mercenários europeus que tão viajando pelos desertos da China em busca de pólvora no século XI.
Depois de sobreviverem ao ataque de uma quadrilha de bandidos do deserto durante a tarde, eles conseguem acampar. Mas, de noite, eles são surpreendidos por uma criatura monstruosa.
Só 2 deles, chamados William e Pero, sobrevivem ao ataque do monstro, que só se deixa ver por frações de segundo enquanto salta pra lá e pra cá no meio das sombras.
Eles conseguem dar um golpe de espada na criatura, que se retira logo depois, enquanto um braço decepado pela espada cai na frente dos homens. E eles decidem levar aquilo com eles pra que algum habitante da região explique do que se trata.
Na tarde seguinte, eles voltam a ser atacados por aquela quadrilha. E enquanto cavalgam pra fugir, acabam chegando à Grande Muralha da China.
Os bandidos do deserto recuam ao ver isso. Mas a recepção na muralha não é muito agradável: os arqueiros que tão ali recebem os europeus disparando flechas ao redor deles!
Mesmo assim, eles concluem que vale mais à pena se render aos soldados da muralha do que aos bandidos.
A comandante das guerreiras femininas da muralha, chamada Lin, sabe falar a língua dos europeus. E assim, ela pede informações sobre o braço do monstro que tá com eles.
Os chineses explicam que a criatura que eles aparentemente mataram é um tao tie, um exemplar de uma espécie que tá atacando os humanos naquela região.
Os chineses decidem manter os europeus acorrentados até que obtenham informações mais detalhadas sobre o que eles viram. E pouco depois, os tais dos tao ties começam a atacar a muralha, enquanto os guerreiros ali presentes defendem ela com todas as forças que podem.
Um dos monstros, maior e com um formato um pouco diferente, tem uma espécie de barbatana na nuca.
E conforme ele treme a barbatana, emite ondas sonoras que fazem os outros mudarem de comportamento.
Em volta dele ficam alguns outros também maiores e que têm couraças, formando uma espécie de muro ao redor dele.
Um dos guerreiros comenta com o outro que aquela é a rainha dos tao ties. E os outros se comportam de acordo com as vibrações que ela faz com aquela barbatana.
Ainda acorrentados, o William e o Pero observam o ataque fascinados com a organização e preparação daquele exército. Mas se surpreendem ao ver um homem ocidental a poucos metros de distância, também observando o ataque e sem ser incomodado pelos chineses.
Conforme os monstros vão escalando a muralha, o soldado que tá vigiando o William e o Pero, chamado Peng, fica na dúvida se vai ajudar os amigos ou se continua vigiando os europeus. Mas eles mandam ele ir em frente, enquanto o outro ocidental solta eles das correntes. E eles ainda ajudam o Peng a matar alguns tao ties que conseguem invadir a muralha.
De repente, a rainha faz um movimento com a barbatana que faz todos os tao ties recuarem.
Quando a coisa se acalma um pouco, o General Shao, responsável pela defesa da muralha, vai cumprimentar o William e o Pero pelo comportamento deles.
Os chineses mantêm o William e o Pero presos numa sala da muralha, mas não acorrentam mais eles. Enquanto o Shao comenta com a Lin que os europeus vão ficar vivos, mas não podem mais deixar a China.
O outro ocidental vai falar com eles. Ele diz que se chama Ballard e que, assim como eles, chegou lá em busca de pólvora. Mas nunca deixaram ele ir embora, apesar de já se encontrar lá há 25 anos.
Também foi ele quem ensinou as línguas ocidentais à Lin e a um conselheiro chamado Wang.
De qualquer forma, o Ballard se coloca à disposição do William e do Pero se eles toparem fugir. E eles pensam em fazer isso no próximo ataque em massa que os monstros cometerem, enquanto os chineses se encontrarem distraídos.
Mais tarde, eles se reúnem com o Wang. E ele explica que, cerca de 20 séculos antes, um imperador mal intencionado teve um reinado que trouxe catástrofes pra toda a China.
Na mesma época, um meteoro se chocou contra uma montanha, causando uma grande explosão. E os tao ties saíram dessa explosão.
Desde então, eles reaparecem de 60 em 60 anos no Norte da China, matando todos os humanos que encontram pela frente e levando isso como comida pra rainha que tá comandando o bando da vez. E quanto mais ela come, mais vai parindo novos filhos e aumentando o bando.
E cada bando de tao ties só para de seguir em frente quando a rainha morre.
Não se sabe mais do que isso sobre a origem desses monstros, mas o povo acredita que eles foram um castigo mandado pelos deuses contra as maldades do imperador.
Todos tentam impedir que esses monstros ultrapassem a muralha porque, do outro lado, ficam as grandes cidade da China. E se eles chegarem lá, vão encontrar tanta gente pra levar como comida pra rainha que ela vai parir filhos em quantidade suficiente pra ocupar o Mundo inteiro!
Pouco depois, 1 tao tie que parece estar sozinho ataca a muralha, fazendo os guerreiros irem combater ele e se afastando do Shao e da Lin. Mas outro tao tie chega de surpresa, revelando que era uma armadilha deles pra matar os comandantes.
O Shao e a Lin conseguem matar o monstro. Mas o velho fica mortalmente ferido ao fazer isso.
Nos últimos suspiros, ele entrega o comando da defesa da muralha à Lin.
Diante de toda a situação, o William acaba criando uma empatia pelos chineses e se decidindo a ajudar eles a dar fim aos tao ties, o que irrita bastante o Pero e o Ballard, já que compromete o plano de fuga deles.
Quando isso de fato acontece, o William fica pra ajudar os chineses a capturar um tao tie, enquanto os outros 2 começam a fugir.
Um antigo documento histórico diz que, numa ocasião em que alguns tao ties ficaram expostos à radiação de um ímã, eles ficaram paralisados. E assim, o William teve a ideia de capturar um deles vivo e fazer a mesma experiência com ele, pois talvez seja uma forma de deter os monstros no ataque seguinte.
O Pero volta no último minuto pra ajudar.
Eles fazem a experiência com o tao tie capturado e veem que realmente ele enfraquece e se paralisa na presença de um ímã. Mas um embaixador do imperador quer levar o monstro capturado como presente ao soberano. E as autoridades da muralha não têm como impedir isso.
Depois disso, os chineses percebem que os tao ties passaram vários dias seguidos cavando um túnel perto da muralha. E entendem que os monstros já devem ter passado por baixo da muralha por túneis desse tipo e agora já devem ter chegado perto das cidades grandes.
Enquanto isso, o Pero e o Ballard dão continuidade ao plano deles de fugir, mas roubando o que for proveitoso pra eles.
O William tenta impedir eles, mas não consegue.
Não demora muito e, enquanto eles atravessam o deserto, o Ballard passa a perna no Pero e foge com as coisas que conseguiu roubar. Mas, logo depois, ele é atacado por bandidos do deserto. E esses, começando a brincar com algumas trouxinhas de pólvora que ele roubou, acabam provocando um grande estouro e morrendo explodidos junto com ele.
Sozinho, o Pero não chega muito longe: um grupo de guerreiros do imperador encontra ele no deserto e prende ele.
Enquanto isso, o Peng, que viu a situação de longe, serve de testemunha a favor do William quando os chineses pensam que o ocidental planejava fugir junto com os outros.
A Lin decide reunir alguns guerreiros e, embarcando com eles numa tropa de balões, vai avisar as cidades mais próximas sobre o que vai acontecer. E ela manda deixarem o William voltar à Europa, já que os povos de lá, mais cedo ou mais tarde, também vão acabar sendo atacados pelos tao ties e precisam ser avisados.
Mas o William decide pegar o balão em que o Wang vai e ir também pra ajudar. E o Peng quer ir com eles.
Enquanto isso, o embaixador do imperador chega ao Palácio Imperial com o monstro que ele tava levando. E enquanto é observado pelo imperador e outros curiosos, a criatura emite um som que é captado pela barbatana da rainha. E assim, ela direciona todos os tao ties pra lá!
Os balões chegam à capital praticamente ao mesmo tempo que os monstros. E depois de uma luta inicial, como os tao ties param momentaneamente pra rainha comer, todos se reagrupam na Sala do Trono do imperador. E concluem que a única coisa que resta fazer agora é matar a rainha, pois isso vai fazer todos os monstros entrarem em estado catatônico e parar o ataque.
Eles pensam em botar explosivos no corpo do monstro capturado e deixar ele voltar pra perto da rainha. E quando isso acontecer, ela vai ser explodida.
Mas pra isso, eles têm que subir até o topo do lugar mais alto que existir ali. Assim, podem atirar uma flecha nos explosivos que o monstro vai levar e destruir a rainha.
Eles dão início ao plano. Mas os tao ties voltam a atacar antes do que eles imaginavam.
Ao ver um dos monstros se aproximando, o Peng se sacrifica, detonando uma bolsa de pólvora que ele levava com ele e se explodindo junto com o monstro.
O William e a Lin esperam até o monstro carregado de pólvora chegar do lado da rainha sobem até o alto de uma torre, enquanto o Wang fica lá embaixo pra barrar o caminho dos monstros com um ímã. Mas, quando o William atira uma flecha nos explosivos, um dos monstros que formam aquele muro ao redor da rainha desvia a flecha.
Os tao ties começam a invadir a torre e o Wang, antes de ser coberto pelas criaturas, joga o ímã pra Lin.
O William dispara uma 2ª flecha e acontece a mesma coisa. Mas, dessa vez, a rainha olha pra torre de onde a flecha veio e vê o que tá se passando. E ela direciona todos os monstros pra atacarem o William e a Lin lá em cima.
A Lin decide usar a técnica que ela sempre usou pra atacar os inimigos, se pendurando numa corda e caindo por cima deles como um ioiô.
O William vai com ela e joga o ímã na direção da rainha, impedindo os tao ties de se movimentarem rápido. E segundos depois, a Lin dispara uma flecha e explode a rainha, enquanto todos os outros monstros caem inertes no chão.
Uma coisa relativamente inovadora aqui foi que não houve aquele costumeiro desvio de atenção pro protagonista ocidental fora da Europa.
Explicando melhor: quando um filme mostra um personagem ocidental chegando a algum lugar da África ou da Ásia e se deparando com algum problema que o povo local enfrenta, geralmente esse cara passa a protagonizar a história sozinho, ele resolve o problema sozinho no final do filme e o povo local fica reduzido a condição de figurantes. E isso não acontece aqui, já que o ‘mocinho ocidental’ realmente ajuda, mas ele não faz a parte principal pra resolver o problema: quem mata a rainha é a Lin.
Aparentemente algum tempo depois da morte da rainha, o William vai visitar o Pero no calabouço onde ele tá preso.
Ele revela que o imperador mandou ele voltar pra Europa. Mas o soberano deu a ele 2 opções: ele pode voltar sozinho e levando riquezas ou então pode voltar levando o Pero junto com ele e sem nada. E ele escolheu a 2ª opção.
Depois de se despedir da Lin, eles iniciam o caminho de volta pelo deserto.
E o filme acaba.
Dá pra perceber claramente alguns anacronismos, como balões no século XI.
Mas, como o filme deixa claro desde o início, ele tá contando uma lenda, e não uma história real.
Today we’ll talk a little about the film The Great Wall.
This is considered the most expensive Chinese film made until 2016, with a budget of over US$1,300,000,000.00 spent throughout the production.
The visuals are very good: it works a lot with an abundance of colors and with those gigantic wide landscapes.
As we talk about the landscapes, the Chinese government denied authorization for filming to be done on the Great Wall. Therefore, all the images shown of this construction are CGI.
The Great Wall was directed by Yimou Zhang. And the script was a joint work by Carlo Bernard, Doug Miro, Edward Zwick, Max Brooks, Marshall Herskovitz and Tony Gilroy.
Most of the film was filmed in New Zealand. But some scenes were also filmed in China. And the administrative part was done in Australia, Canada and United States.
The Great Wall was 1st shown in China in December 2016.
The film begins with some messages saying there are real facts and legends involving the Great Wall of China. And now, we’ll look at one of the legends...
Then it cuts to a group of European mercenaries who are traveling through the deserts of China in search of gunpowder in the 11th century.
After surviving an attack by a gang of desert bandits during the afternoon, they manage to camp. But, at night, they’re surprised by an almost unseen monstrous creature.
Only 2 of them, William and Pero, survive the attack by the monster, which only shows itself for fractions of a second as it jumps back and forth in the shadows.
They manage to strike the creature with their swords and it retreats shortly after, while an arm severed by the sword falls next to the men. And they decide to take it with them so that some local can explain what it is.
The following afternoon, they’re attacked again by that gang. And as they ride to escape, they end up reaching the Great Wall of China.
The desert bandits retreat upon seeing this. But the reception at the wall is not very pleasant: the archers there greet the Europeans by shooting arrows all around them!
Even so, they conclude it’s better to surrender to the soldiers of the wall than to the bandits.
Lin, the commander of the female warriors of the wall, can speak the language of the Europeans. And so, she asks for information about the arm of the monster with them.
The Chinese explain the creature they apparently killed is a tao tie, a specimen of a species that is attacking humans in that region.
The Chinese decide to keep the Europeans chained until they get more detailed information about what they saw. And shortly after, the so-called tao ties begin to attack the wall, while the warriors there defend it as best as they can.
One of the monsters is larger and has a slightly different shape. This creature has a kind of fin on the back of its neck. And as it shakes its fin, it emits sound waves that make the others change their behavior.
Around this creature are some other monsters, also larger and with armor, forming a kind of wall around the creature.
One of the warriors comments to the other that this is the queen of the tao ties. And the others behave according to the vibrations she makes with that fin.
Still chained, William and Pero watch the attack, fascinated by the organization and preparation of that army. But they’re surprised to see a Western man a few meters away, also watching the attack and not disturbed by the Chinese.
As the monsters climb the wall, Peng, the soldier who is watching William and Pero, is unsure whether he goes to help his friends or if he continues watching the Europeans. But they tell him to go ahead, while the other Westerner releases them from their chains. And they even help Peng killing some tao ties that manage to invade the wall.
Suddenly, the queen makes a movement with her fin that makes all the tao ties retreat.
Now things will calm down. But not for long...
En The Great Wall (2016), Pero y William son 2 mercenarios europeos del siglo XI que, deambulando por los desiertos de China, acabaron prisioneros en la Gran Muralla. Pero acaban siendo testigos de una pelea entre los chinos y los tai ties, unos misteriosos monstruos que están atacando la muralla.
Cuando las cosas se calman un poco, el General Shao, responsable de defender la muralla, felicitará a William y Pero por su comportamiento.
Los chinos mantienen a William y Pero atrapados en una habitación en la muralla. Mientras que Shao le comenta a la Comandante Lin que los europeos seguirán con vida, pero que ya no podrán salir de China.
Otro occidental allí va a hablar con ellos. Dice que se llama Ballard y que, como ellos, él llegó allí en busca de pólvora. Pero nunca lo dejaron salir, a pesar de llevar 25 años allí.
También fue él quien enseñó lenguas occidentales a Lin y a un asesor llamado Wang.
En cualquier caso, Ballard se pone a disposición de William y Pero si quieren huir. Y planean hacerlo en el próximo ataque masivo que cometan los monstruos, mientras los chinos estarán distraídos.
Más tarde se reúnen con Wang. Y este explica que, unos 20 siglos antes, un emperador mal intencionado tuvo un reinado que trajo la catástrofe a toda China.
Casi al mismo tiempo, un meteoro se estrelló contra una montaña, provocando una gran explosión. Y los tao ties surgieron de dicha explosión.
Desde entonces, han reaparecido cada 60 años en el Norte de China, matando a todos los humanos con los que se encuentran y llevándolos como comida a la reina que comanda la pandilla tao tie del momento. Y cuanto más come, más ella da a luz nuevos hijos y aumenta el rebaño.
Y cada banda de tao ties sólo deja de avanzar cuando la reina muere.
No se sabe más sobre el origen de esos monstruos, pero la gente cree que fueron un castigo enviado por los dioses contra las maldades del emperador.
Todos intentan evitar que esos monstruos traspasen el muro porque, al otro lado, están las grandes ciudades de China. Y si llegan allí, ¡encontrarán tanta gente para llevar como alimento a la reina que ella dará a luz suficientes hijos para ocupar el mundo entero!
Poco después, 1 tao tie que parece estar solo ataca la muralla, lo que hace que los guerreros luchen contra él y se alejen de Shao y Lin. Pero otro tao tie llega por sorpresa, revelando que era su trampa para matar a los comandantes.
Shao y Lin logran matar al monstruo. Pero el anciano resulta herido de muerte al hacerlo.
Con su último aliento, le entrega el mando de la defensa de la muralla a Lin.
Ante toda la situación, William acaba creando empatía por los chinos y decidiendo ayudarlos a poner fin a sus tao ties, lo que irrita mucho a Pero y Ballard, porque compromete su plan de fuga.
Cuando esto realmente sucede, William se queda para ayudar a los chinos a capturar un tao tie, mientras los otros 2 comienzan a escapar.
Un antiguo documento histórico dice que en una ocasión cuando algunos tao ties fueron expuestos a la radiación de un imán, quedaron paralizados. Y así, William tuvo la idea de capturar vivo a uno de ellos y hacer el mismo experimento con él, ya que quizás sería una forma de detener a los monstruos en su siguiente ataque.
Pero vuelve en el último momento para ayudar.
Experimentan con el tao tie capturado y ven que en realidad él se debilita y se paraliza en presencia de un imán. Pero un embajador del emperador quiere llevarse el monstruo capturado como regalo al soberano. Y las autoridades de la muralla no tienen forma de detenerlo.
Posteriormente, los chinos se dan cuenta de que los tao ties pasaron varios días seguidos cavando un túnel cerca de la muralla. Y entienden que los monstruos ya debieron haber pasado bajo la muralla a través de túneles de este tipo y ahora ya deben haber llegado cerca de las grandes ciudades.
Mientras tanto, Pero y Ballard continúan con su plan de fuga, mas robando todo lo que les sea útil.
William intenta detenerlos, pero falla.
No pasa mucho tiempo y, mientras cruzan el desierto, Ballard burla a Pero y escapa con las cosas que logró robar. Mas poco después es atacado por bandidos del desierto. Y estos, empezando a jugar con unas pequeñas bolsas de pólvora que él robó, acaban provocando una gran explosión y muriendo junto con él.
Solo, Pero no llega muy lejos: un grupo de guerreros del emperador lo encuentra en el desierto y lo arresta.
Pero ese es un problema muy pequeño en comparación con lo que William encontrará...
In The Great Wall (2016), William e Pero sono 2 mercenari europei che arrivarono in Cina in un periodo in cui i cinesi combattevano contro misteriosi mostri distruttivi noti come tai tie. Ma mentre William è disposto ad aiutare i cinesi, Pero ruba ciò che può e poi fugge attraverso il deserto, venendo arrestato poco dopo dalla guardia dell’imperatore.
Il soldato adolescente Peng, che ha visto la fuga di Pero da lontano, funge da testimone a favore di William quando i cinesi pensano che l’occidentale stesse pianificando di rubare delle cose e scappare anche lui.
Il Generale Lin decide di radunare alcuni guerrieri e, imbarcandosi con loro in una truppa di mongolfiere, parte per avvertire le città più vicine dell’avvicinarsi dei tai tie. E lei ordina loro di far tornare William in Europa, perché la gente lì, prima o poi, finirà anche per esser attaccata dai Tao tie e hanno bisogno di essere avvertiti.
Ma William decide di prendere la mongolfiera su cui viaggia il Consigliere Wang e di andare lì per aiutare anche lui. E Peng vuole andare con loro.
Nel frattempo, un ambasciatore dell’imperatore arriva al Palazzo Imperiale con un tai tie catturato, portandolo come regalo al sovrano. E mentre la creatura viene osservata dall’imperatore e da altri curiosi, emette un suono che viene captato dalla regina del branco. E così, lei dirige tutti i tao tie lì tramite telepatia!
Le mongolfiere arrivano alla capitale praticamente nello stesso momento dei mostri. E dopo un combattimento iniziale, mentre i tao tie si fermano momentaneamente per poter nutrire la loro regina, tutti si raggruppano nella Sala del Trono dell’imperatore. E concludono che l’unica cosa rimasta da fare ora è uccidere la regina, poiché questo renderà tutti i mostri catatonici e fermerà l’attacco.
Pensano di mettere degli esplosivi sul corpo del mostro catturato e di lasciarlo tornare dalla sua regina. E quando ciò accadrà, lei verrà fatta saltare in aria.
Ma per farlo, devono salire in cima al posto più alto che c’è. In questo modo, possono scoccare una freccia agli esplosivi che il mostro trasporterà e distruggere la regina. Iniziano il piano. Ma i tao ties attaccano di nuovo prima di quanto immaginassero.
Vedendo uno dei mostri avvicinarsi, Peng si sacrifica, facendo esplodere un sacco di polvere da sparo che portava con sé e facendosi saltare in aria insieme al mostro.
William e Lin aspettano che il mostro carico di polvere da sparo raggiunga il lato della regina e salgono in cima a una torre, mentre Wang rimane in basso per bloccare l’avvicinamento dei mostri con una calamita (i tao ties si indeboliscono vicino alle calamite). Ma, quando William scocca una freccia contro gli esplosivi, la freccia viene deviata da uno dei mostri che formano un muro protettivo attorno alla regina.
I tao ties iniziano a invadere la torre e Wang, prima di esser coperto dalle creature, lancia la calamita a Lin.
William scocca una seconda freccia e succede la stessa cosa. Ma, questa volta, la regina guarda la torre da cui è venuta la freccia e vede cosa sta succedendo. E lei ordina a tutti i mostri di attaccare William e Lin lassù. Lin decide di usare la tecnica che ha sempre usato per attaccare i suoi nemici, appendendosi a una corda e cadendoci sopra come uno yo-yo.
William va con lei e lancia la calamita verso la regina, impedendo ai legami del tao di muoversi rapidamente. E pochi secondi dopo, Lin scocca una freccia e fa esplodere la regina, mentre tutti gli altri mostri cadono inerti a terra.
Qualcosa relativamente innovativa qui è che non c’è stata quella solita distrazione dell’attenzione sul protagonista occidentale al di fuori dell’Europa. Per spiegare meglio: quando un film mostra un personaggio occidentale che arriva da qualche parte in Africa o in Asia e incontra un problema che la gente lì sta affrontando, questo ragazzo di solito diventa l’unico protagonista della storia, risolve il problema entro la fine del film e la gente del posto viene ridotta alla condizione di comparse. E questo non accade qui, perché il bravo ragazzo occidentale aiuta davvero, ma non ha il ruolo principale nella risoluzione del problema: colui che uccide la regina è Lin.
Apparentemente, qualche tempo dopo la fine della regina tao tie, William va a trovare Pero nella prigione dove è imprigionato. Rivela che l’imperatore gli ha ordinato di tornare in Europa. Ma il sovrano gli ha dato 2 opzioni: gli è permesso di tornare da solo e prendere ricchezze o gli è permesso di tornare portando con sé Pero e senza niente. E ha scelto la seconda opzione.
Dopo aver salutato Lin, iniziano il loro viaggio di ritorno attraverso il deserto.
E il film finisce.
Si possono vedere chiaramente alcuni anacronismi, come i palloncini nell'XI secolo.
Ma il film chiarisce fin dall’inizio che sta raccontando una leggenda, non una storia vera.
Até!