Oi!!!
Chegando ao fim de Julho, o link de utilidade pública que eu vou linkar esse mês é o da Amicca.
Lá vai:
http://www.amicca.org.br/site/index.htm
Bom, pra encerrar o mês, vou falar sobre um assunto que é bem recebido pela maioria dos brasileiros e, dependendo da situação, muito mal recebido por pessoas de outros países: o excesso de beijos e abraços.
Quando um brasileiro viaja pra outro país pela 1ª vez, frequentemente ele reclama da assim chamada “frieza” das pessoas que ele encontrou por lá. Mas, quando você pergunta qual foi a frieza que ele recebeu e que incomodou tanto assim, ele responde:
“As pessoas não tocam uma na outra.”
Ou então:
“O máximo que as pessoas fazem é apertar a mão uma da outra! Ninguém se beija e ninguém se abraça!”
E por extensão, você ainda ouve:
“Só porque eu sou brasileiro, já pensam que eu sou tarado e quero trepar com todo mundo!”
Bom, essa última é bastante compreensível, né? Em outras culturas, ficar beijando e/ou abraçando alguém o tempo todo é uma demonstração de uma aproximação muuuuuuuuuuito íntima. Leia-se: sexo (ou alguma coisa já chegando nas fronteiras do sexo). Então, se você chega lá e beija e abraça a outra pessoa de forma exagerada, é óbvio que ela vai acabar levando pra esse lado.
E mesmo nas culturas que não levam tanto pra esse lado, que até aceitam beijos e abraços com uma certa frequência (como se vê na Espanha e nos países colonizados pela Espanha), ainda assim causa um certo estranhamento a forma exagerada e excessiva com que os brasileiros fazem isso.
Resumindo: me parece que não são os outros povos que são “frios”; nós, brasileiros, é que somos exageradamente grudentos.
O único outro povo que eu conheço que beija e abraça com a mesma frequência que os brasileiros são os italianos.
Bom, tenho que dizer que eu sou uma exceção.
Esclareço que não tenho nada contra beijar e abraçar, mas acho que tem hora pra tudo. Acho perfeitamente cabível beijar e abraçar alguém na hora em que você encontra a pessoa e vai cumprimentar, quando você se despede da pessoa, quando você tá agradecendo por alguma coisa boa que a pessoa fez ou quando surge um momento especial. Aliás, eu faço tudo isso.
O que eu não gosto é de alguém me beijando e me abraçando de 5 em 5 minutos.
Aliás, já sei que o fato de eu escrever isso vai incomodar algumas pessoas, mas quando alguém fica me beijando e me abraçando dessa forma exagerada eu sei que o resultado disso não vai ser bom. Porque, pelo que eu já pude observar ao longo dos meus anos de vida, isso só pode significar 2 coisas e nenhuma das 2 é boa: 1ª, falsidade; 2ª, carência emocional.
No 1º caso, a pessoa tá tendo um comportamento exageradamente carinhoso comigo pra ganhar a minha confiança e tirar algum proveito disso depois (não tô falando sem conhecimento de causa: já vi muito).
No 2º, que é mais comum se a pessoa for mulher e/ou velha, é aquela pessoa que acha que eu vou suprir todas as faltas afetivas que ela sente. E daí, em pouco tempo ela já vai grudar em mim, querer ficar junto o tempo todo, mais pra frente ela já vai querer se meter em tudo o que eu faço e deixo de fazer (também não tô falando sem conhecimento de causa: também já vi muito).
Então, se eu percebo que a pessoa tem essa tendência, eu já começo a me afastar, porque sei o rumo que isso toma. Sei que falar assim parece meio antipático pra algumas pessoas, mas é simplesmente realismo.
E repito: não tenho nada contra beijar e abraçar, desde seja dentro dos limites do bom senso. Pensar nas consequências do que vai fazer antes de fazer é sempre uma boa.
Bom, até Agosto!
Chegando ao fim de Julho, o link de utilidade pública que eu vou linkar esse mês é o da Amicca.
Lá vai:
http://www.amicca.org.br/site/index.htm
Bom, pra encerrar o mês, vou falar sobre um assunto que é bem recebido pela maioria dos brasileiros e, dependendo da situação, muito mal recebido por pessoas de outros países: o excesso de beijos e abraços.
Quando um brasileiro viaja pra outro país pela 1ª vez, frequentemente ele reclama da assim chamada “frieza” das pessoas que ele encontrou por lá. Mas, quando você pergunta qual foi a frieza que ele recebeu e que incomodou tanto assim, ele responde:
“As pessoas não tocam uma na outra.”
Ou então:
“O máximo que as pessoas fazem é apertar a mão uma da outra! Ninguém se beija e ninguém se abraça!”
E por extensão, você ainda ouve:
“Só porque eu sou brasileiro, já pensam que eu sou tarado e quero trepar com todo mundo!”
Bom, essa última é bastante compreensível, né? Em outras culturas, ficar beijando e/ou abraçando alguém o tempo todo é uma demonstração de uma aproximação muuuuuuuuuuito íntima. Leia-se: sexo (ou alguma coisa já chegando nas fronteiras do sexo). Então, se você chega lá e beija e abraça a outra pessoa de forma exagerada, é óbvio que ela vai acabar levando pra esse lado.
E mesmo nas culturas que não levam tanto pra esse lado, que até aceitam beijos e abraços com uma certa frequência (como se vê na Espanha e nos países colonizados pela Espanha), ainda assim causa um certo estranhamento a forma exagerada e excessiva com que os brasileiros fazem isso.
Resumindo: me parece que não são os outros povos que são “frios”; nós, brasileiros, é que somos exageradamente grudentos.
O único outro povo que eu conheço que beija e abraça com a mesma frequência que os brasileiros são os italianos.
Bom, tenho que dizer que eu sou uma exceção.
Esclareço que não tenho nada contra beijar e abraçar, mas acho que tem hora pra tudo. Acho perfeitamente cabível beijar e abraçar alguém na hora em que você encontra a pessoa e vai cumprimentar, quando você se despede da pessoa, quando você tá agradecendo por alguma coisa boa que a pessoa fez ou quando surge um momento especial. Aliás, eu faço tudo isso.
O que eu não gosto é de alguém me beijando e me abraçando de 5 em 5 minutos.
Aliás, já sei que o fato de eu escrever isso vai incomodar algumas pessoas, mas quando alguém fica me beijando e me abraçando dessa forma exagerada eu sei que o resultado disso não vai ser bom. Porque, pelo que eu já pude observar ao longo dos meus anos de vida, isso só pode significar 2 coisas e nenhuma das 2 é boa: 1ª, falsidade; 2ª, carência emocional.
No 1º caso, a pessoa tá tendo um comportamento exageradamente carinhoso comigo pra ganhar a minha confiança e tirar algum proveito disso depois (não tô falando sem conhecimento de causa: já vi muito).
No 2º, que é mais comum se a pessoa for mulher e/ou velha, é aquela pessoa que acha que eu vou suprir todas as faltas afetivas que ela sente. E daí, em pouco tempo ela já vai grudar em mim, querer ficar junto o tempo todo, mais pra frente ela já vai querer se meter em tudo o que eu faço e deixo de fazer (também não tô falando sem conhecimento de causa: também já vi muito).
Então, se eu percebo que a pessoa tem essa tendência, eu já começo a me afastar, porque sei o rumo que isso toma. Sei que falar assim parece meio antipático pra algumas pessoas, mas é simplesmente realismo.
E repito: não tenho nada contra beijar e abraçar, desde seja dentro dos limites do bom senso. Pensar nas consequências do que vai fazer antes de fazer é sempre uma boa.
Bom, até Agosto!

