terça-feira, 30 de julho de 2013

BEIJAR E ABRAÇAR

Oi!!!

Chegando ao fim de Julho, o link de utilidade pública que eu vou linkar esse mês é o da Amicca.
Lá vai:

http://www.amicca.org.br/site/index.htm

Bom, pra encerrar o mês, vou falar sobre um assunto que é bem recebido pela maioria dos brasileiros e, dependendo da situação, muito mal recebido por pessoas de outros países: o excesso de beijos e abraços.
Quando um brasileiro viaja pra outro país pela 1ª vez, frequentemente ele reclama da assim chamada “frieza” das pessoas que ele encontrou por lá. Mas, quando você pergunta qual foi a frieza que ele recebeu e que incomodou tanto assim, ele responde:

“As pessoas não tocam uma na outra.”

Ou então:

“O máximo que as pessoas fazem é apertar a mão uma da outra! Ninguém se beija e ninguém se abraça!”

E por extensão, você ainda ouve:

“Só porque eu sou brasileiro, já pensam que eu sou tarado e quero trepar com todo mundo!”

Bom, essa última é bastante compreensível, né? Em outras culturas, ficar beijando e/ou abraçando alguém o tempo todo é uma demonstração de uma aproximação muuuuuuuuuuito íntima. Leia-se: sexo (ou alguma coisa já chegando nas fronteiras do sexo). Então, se você chega lá e beija e abraça a outra pessoa de forma exagerada, é óbvio que ela vai acabar levando pra esse lado.
E mesmo nas culturas que não levam tanto pra esse lado, que até aceitam beijos e abraços com uma certa frequência (como se vê na Espanha e nos países colonizados pela Espanha), ainda assim causa um certo estranhamento a forma exagerada e excessiva com que os brasileiros fazem isso.
Resumindo: me parece que não são os outros povos que são “frios”; nós, brasileiros, é que somos exageradamente grudentos.
O único outro povo que eu conheço que beija e abraça com a mesma frequência que os brasileiros são os italianos.
Bom, tenho que dizer que eu sou uma exceção.
Esclareço que não tenho nada contra beijar e abraçar, mas acho que tem hora pra tudo. Acho perfeitamente cabível beijar e abraçar alguém na hora em que você encontra a pessoa e vai cumprimentar, quando você se despede da pessoa, quando você tá agradecendo por alguma coisa boa que a pessoa fez ou quando surge um momento especial. Aliás, eu faço tudo isso.
O que eu não gosto é de alguém me beijando e me abraçando de 5 em 5 minutos.
Aliás, já sei que o fato de eu escrever isso vai incomodar algumas pessoas, mas quando alguém fica me beijando e me abraçando dessa forma exagerada eu sei que o resultado disso não vai ser bom. Porque, pelo que eu já pude observar ao longo dos meus anos de vida, isso só pode significar 2 coisas e nenhuma das 2 é boa: 1ª, falsidade; 2ª, carência emocional.
No 1º caso, a pessoa tá tendo um comportamento exageradamente carinhoso comigo pra ganhar a minha confiança e tirar algum proveito disso depois (não tô falando sem conhecimento de causa: já vi muito).
No 2º, que é mais comum se a pessoa for mulher e/ou velha, é aquela pessoa que acha que eu vou suprir todas as faltas afetivas que ela sente. E daí, em pouco tempo ela já vai grudar em mim, querer ficar junto o tempo todo, mais pra frente ela já vai querer se meter em tudo o que eu faço e deixo de fazer (também não tô falando sem conhecimento de causa: também já vi muito).
Então, se eu percebo que a pessoa tem essa tendência, eu já começo a me afastar, porque sei o rumo que isso toma. Sei que falar assim parece meio antipático pra algumas pessoas, mas é simplesmente realismo.
E repito: não tenho nada contra beijar e abraçar, desde seja dentro dos limites do bom senso. Pensar nas consequências do que vai fazer antes de fazer é sempre uma boa.

Bom, até Agosto!

domingo, 28 de julho de 2013

75 ANOS DO FIM OFICIAL DO CANGAÇO


Oi!!!

Hoje estão se completando 75 anos da morte do cangaceiro mor Virgulino Ferreira da Silva, conhecido popularmente como Lampião, que marca o fim oficial do cangaço no Brasil.
Então, o post vai ser sobre isso.
Em meados do século XIX, já era possível ver nos Estados do Nordeste Brasileiro alguns pequenos grupos de habitantes revoltados que passavam a viver do crime.
O motivo da revolta costumava ser uma somatória de situações: brigas de 2 famílias inimigas que terminavam na morte de pessoas dos 2 lados, indignação contra a tirania dos donos de fazenda (os populares “coronéis”, que muito frequentemente mandavam matar pra impor o seu autoritarismo sobre a região em que viviam) ou simplesmente busca mais extrema de uma forma de sobreviver durante as catástrofes naturais.
Talvez ESSE último caso deva ser mais levado em conta, já que a 1ª vez em que se registrou uma atividade mais agressiva de quadrilhas desse tipo foi exatamente durante uma grande seca que ocorreu entre 1877 e 1879.
Além disso, as menores quadrilhas (com no máximo 10 pessoas) só apareciam mesmo nas épocas mais extremas de seca e sumiam logo depois.
No início do século XX é que algumas dessas quadrilhas começaram a adquirir características mais permanentes, se mantendo em ação tanto durante as secas quanto fora delas. E deixaram de lado os crimes mais simples pra viver em condições semiguerreiras, se transformando em pequenos exércitos.
Como religião, eles seguiam uma espécie de Catolicismo alternativo, se curvando diante da imagem do Padre Cícero Romão Batista como uma espécie de papa alternativo.
Não se sabe exatamente em que época, mas esse estilo de vida começou a ser chamado de “cangaço”, e os praticantes de “cangaceiros”.
Por desafiarem abertamente o poder dos coronéis, os cangaceiros chefes eram vistos por quase todos os nordestinos da época como heróis. E os crimes cometidos por eles não chegavam a ser mal vistos (até porque, naquela época e naquele lugar, se vivia em condições em que ou você roubava e matava o outro ou o outro roubava e matava você).
Bom, a maior quadrilha de cangaceiros, mas que também só chegou a aparecer nas décadas em que o cangaço já estava em declínio, foi a do Lampião, massacrada pela polícia em 28 de Julho de 1938.
É claro que, depois disso, algumas quadrilhas menores de cangaceiros ainda conseguiram se manter por mais uns poucos anos. Mas foram as últimas pontas do iceberg derretendo.
Enfim, não havia mais lugar pro cangaço no Mundo (pelo menos na forma como tinha sido até ali).

Hoy se completan 75 años de la muerte del gran cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, conocido popularmente como Lampião, lo que marca el fin oficial del cangaço en Brasil. A continuación, el post será sobre eso.
A mediados del siglo XIX, ya era posible ver en el Noreste Brasileño algunos pequeños grupos de gente enojada que se decidió a vivir en el crimen (esa gente eran los cangaceiros y ese estilo de vida era el cangaço).
La razón de su revuelta solía ser una suma de situaciones: peleas de 2 familias enemigas que terminaban en la muerte de gente de los 2 lados, indignación contra la tiranía de los propietarios de granjas (popularmente llamados “coronéis”, que muy a menudo imponían su autoritarismo en la región donde vivían usando asesinatos) o simplemente busca más extrema de una forma de sobrevivir durante los desastres naturales.

La prima volta che hanno registrato un’attività più aggressiva di cangaceiros è stata durante una terribile siccità che si è verificata tra il 1877 e il 1879 nel Nord-Est del Brasile.
Le gang di cangaceiros più piccole (massimo 10 persone) solamente sono state viste durante le più estreme siccità e semplicemente sparivano subito dopo.
All’inizio del secolo XX, alcune di queste gang hanno cominciato ad acquisire caratteristiche più permanenti, rimanendo in azione durante e fuori delle siccità. E hanno lasciato i crimini più facili e cominciato a vivere quasi come guerrieri, trasformandosi in piccoli eserciti.
Come religione, seguivano una sorta di Cattolicesimo alternativo. E si piegavano davanti all’immagine di Cícero Romão Batista come una specie di papa alternativo.


It isn’t known exactly when, but the lifestyle of the bandits from Northeastern Brazil in the early 20th century began to be called “cangaço”. And the bandits themselves were “cangaceiros”.
The warlords of these gangs openly challenged the authoritarianism of the local farmers. So they were seen as heroes by the people from those regions. And actually the crimes committed by them weren’t seen as something wrong by the people (because, at that time and in that place, you had to rob and kill the other person or he would rob and kill you).
Well, the biggest gang of cangaceiros, but that only came to appear in the decades when cangaço was already in decline, belonged to Lampião. But this warlord and his followers were massacred by police on July 28, 1938.
Of course, after that some smaller gangs of cangaceiros still managed to remain for a few more years. But those were the last points of the melting iceberg.
Anyway, there was no place for cangaço in the World anymore (at least in the way it had been to that point).

Até!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

DIVINDADES VIKINGS

Oi!!!

Hoje vamos começar a falar aqui sobre a Religião Viking.
Bom, os registros originais de como os primeiros habitantes da Escandinávia cultuavam os seus deuses e deusas se perdeu ao longo dos milênios (lembrando que os primeiros seres humanos que chegaram na região fizeram isso cerca de 13 milênios antes de Cristo).
Mas uma restauração do culto dessas divindades tem sido feita desde a 2ª metade do século XX.
O grupo religioso que parece se prender mais aos ritos ancestrais escandinavos se chama Heathenry. E o posicionamento deles em relação à sexualidade parece ser quase inexistente, ou seja, é uma religião que parece não se preocupar com ser a favor nem com ser contra comportamentos sexuais específicos.
Isso é compreensível, já que, até onde os registros históricos mais antigos nos permitem voltar no tempo, as tribos escandinavas não seguiam dogmas religiosos de forma radical e inquestionável. A religião servia mais pra prestar louvores aos deuses e deusas e se conectar com a Natureza do que pra determinar como a pessoa podia ou não se comportar na vida cotidiana.
As divindades vikings são divididas em 2 grandes grupos: os ases e os vanes. E os ases, que geralmente são compreendidos como as divindades principais, são imaginados vivendo numa outra dimensão chamada Asgard. Mas todas as divindades vikings, ases e vanes, também estão presentes na Natureza como um todo. E isso parece ser explicado por Asgard ser considerada só um lugar de descanso dos ases, enquanto a Natureza é considerada o Grande Elemento através do qual eles interagem com os humanos, ao mesmo tempo em que os vanes ficam mais presentes na Natureza mesmo.
Bom, outros grupos religiosos que, até um certo ponto, procuram recriar o culto das divindades escandinavas são o Druidismo e a Wicca. E como esses e o Heathenry são religiões claramente sem dogmas homofóbicos, acredito que seja do interesse de vários homossexuais e bissexuais conhecer eles melhor.
Afinal, nessas religiões, além de se conectar com a Natureza, você não vai ser chamado de “abominação” (e de outros xingamentos bem piores), ninguém vai ficar berrando passagens do Bíblia nos seus ouvidos fora de contexto e nos momentos mais inoportunos, ninguém vai tentar forçar você na marra a ir pra igreja nenhuma...
Mas, é claro, se você gosta de ser tratado dessas últimas formas que eu mencionei, esqueça o Heathenry, esqueça o Druidismo, esqueça a Wicca, esqueça qualquer religião da Terra e procure uma igreja pentecostal ou neopentecostal. É assim que você vai ser tratado lá.
Aliás, aproveite e procure na Internet por membros assíduos desse tipo de igreja. Exemplos: Jair Bolsonaro, Mara Maravilha, Marcos Feliciano, Silas Malafaia... Esses vão tratar você do jeito que você gosta.
E caso você não goste de ser tratado assim, aqui vai o link de um post sobre o Druidismo:

http://ultracecgb.blogspot.com.br/2010/07/druidismo.html

E aqui o link de um post sobre a Wicca:

http://centrogb.blogspot.com.br/2008/02/nem-tudo-wicca.html

E a partir de hoje eu vou fazer posts sobre divindades vikings. No post abaixo desse, vocês já podem ver o 1º.

ODIN e FRIGG



ODIN

Os registros mais antigos do culto desse Deus aparecem por volta do ano 3500 a.C.
Embora Odin seja visto como o Rei das Divindades Vikings e o mais sábio e poderoso entre todas elas, os próprios mitos e lendas sobre Ele mostram que nem sempre foi assim: Ele nasceu depois que o Mundo já tinha sido criado por outras divindades e como um deus comum, adquirindo Seus poderes e sabedoria ao longo do tempo (inclusive, Se submetendo a alguns sacrifícios místicos) até poder reinar sobre os outros deuses e deusas. Principalmente sobre os ases.
Várias características do Deus foram deturpadas por historiadores cristãos, que procuraram diabolizar Ele o máximo que puderam, retratando Ele como uma divindade sádica e cercada de espíritos malignos.
Em Suas características originais, Odin é um Deus guerreiro, capaz de prever o futuro, que inspira os poetas, que permite ou não que as magias praticadas pelos humanos funcionem e que determina quando e como os devotos Dele vão morrer. E por isso mesmo, Ele é frequentemente retratado acompanhado por 2 corvos (que representam a sabedoria, trazendo sempre notícias a Ele) e 2 lobos (que representam a decomposição dos cadáveres, pois devoram a carne de quem já morreu).
Ele é casado com a deusa Frigg e Pai de várias divindades vikings.
Uma espécie de subdivisão do Heathenry é o Odinismo, que tem Odin como Figura Principal, embora também preste culto a outros deuses e deusas vikings.

The earliest historical records of Odin’s worship appear around the year 3500 BC.
Although He is seen as the King of Viking Deities and the wisest and most powerful among all of them, His own myths and legends show that things weren’t always so: He was born after the World had been created by other deities as a common god and His power and wisdom were acquired over time, until He would be able to rule over the other gods and goddesses. Especially over the aesir deities.
Several characteristics of this God were distorted by christian historiographers. They tried to demonize Him as much as they could, portraying him as a sadistic deity surrounded by evil spirits.
In His original features, Odin is a warrior God, able to foresee the future, the one who inspires poets and the one who allows or doesn’t allow the magic jobs practiced by humans. He also determines when and how His devotees will die. And for this reason, He is often depicted accompanied by 2 ravens and 2 wolves.
He is married to goddess Frigg and Father of various Vikings Deities.
A kind of subdivision of Heathenry is Odinism. It has Odin as its Main Character, in spite of also worshipping other Viking gods and goddesses.

Los primeros registros históricos del culto de Odín aparecen alrededor del año 3500 antes de Cristo.
Aunque El sea visto como el Rey de las Deidades Vikings y el más sabio y más poderoso de todas ellas, Sus propios mitos y leyendas nos muestran que las cosas no siempre fueron así: El nació después de que el Mundo ya había sido creado por otras divinidades como un dios común y Su poder y sabiduría se fueron adquiridos con el tiempo, hasta que El fue capaz de gobernar sobre los demás dioses y diosas. Especialmente sobre los ases.
Varias características de este Dios fueron distorsionadas por los historiadores cristianos. Estos trataron de demonizarLo todo lo que fue posible, mostrándolo como un dios sádico rodeado de espíritus malignos.
En Sus características originales, Odín es un Dios guerrero, capaz de prever el futuro, que inspira a poetas y que permite o no permite que los trabajos de magia practicada por los seres humanos tengan resultado. El también determina cuándo y cómo Sus devotos se morirán. Y por esta razón, Lo representan a menudo acompañado de 2 cuervos y 2 lobos.
El es casado con la diosa Frigg y Padre de varias deidades vikings.
Una especie de subdivisión del Heathenry es el Odinismo, que tiene Odín como su Personaje Principal, a pesar de también adorar a otros dioses y diosas vikings.

Le prime notizie storiche del culto di Odino appaiono intorno all’anno 3500 a.C.
Anche se Lo vedono come il Re delle divinità vichinghi e il più saggio e più potente tra loro tutti quanti, i Suoi propri miti e leggende mostrano che le cose non sono state sempre così: Lui è nato dopo che il Mondo era già creato da altre divinità come un dio comune e la sua potenza e saggezza sono state acquisite nel corso del tempo, fino a quando Lui sarebbe in grado di dominare gli altri dei e dee. Soprattutto le divinità aesir.
Diverse caratteristiche di questo Dio sono state distorte dalla storiografia cristiana. Questi hanno cercato di demonizzare a Lui quanto lo potevano, dipingendoLo come una divinità sadica circondata da spiriti maligni.
Nelle Sue caratteristiche originali, Odino è un Dio guerriero, può prevedere il futuro, ispira i poeti e permette o non permette i risultati dei lavori di magia praticata dagli esseri umani. Lui determina anche quando e come i Suoi devoti moriranno. E per questo motivo, Lui è spesso raffigurato accompagnato da 2 corvi e 2 lupi.
Lui è il marito della dea Frigg e Padre di vari divinità vichinghi.
Una sorta di suddivisione del Heathenry è l’Odinismo, che ha Odino come il suo Personaggio Principale, nonostante dia anche adorazione ad altri dei e dee vichinghi.
FRIGG

Como esposa de Odin, Frigg é considerada a Rainha de todas as divindades vikings e, principalmente, dos ases.
Embora seja feliz em seu casamento com Odin, às vezes ela responde as relações extraconjugais Dele tendo relações extraconjugais também.
Frigg parece ser vista principalmente como a protetora dos amores românticos. Mas ela tem também várias outras atribuições: é a deusa do castigo contra os mentirosos, do conforto aos sofredores, da cura de doenças e feridas, da proteção de crianças e da proteção de mulheres durante o parto.
Também é ela que ajuda a pessoa que está sozinha contra a vontade e procurando por um namorado ou namorada a encontrar o amor, ao mesmo tempo em que ela acalma as brigas entre os casais pra tentar manter os relacionamentos.
Frigg também reúne os espíritos das pessoas que se amaram em vida e foram separadas pela morte. E dá a esses espíritos a oportunidade pra, agora, continuarem juntos pelo resto da eternidade.
Ela também controla os animais, minerais e quase todos os vegetais e demais elementos da Natureza. Mas principalmente a brisa e as nuvens.
Assim como Odin, Frigg também é capaz de prever o futuro. Mas ela raramente conta o que prevê.
Geralmente, ela é imaginada cercada por uma corte de 11 deusas-aias: Eira, Fula, Gefjon, Gna, Hlin, Lofn, Snotra, Syn, Vara, Vjofn e Vor. E são elas que servem a deusa em tempo integral.
Hlin é considerada a intermediária entre Frigg e seus devotos humanos. Assim, a pessoa que quer se comunicar com Frigg deve rezar pra Hlin, pra que ela transmita a prece a Frigg.
 
 
As Odin’s wife, Frigg is seen as the Queen of all Vikings Gods and Goddesses. Especially of all aesir deities.
Although Frigg is happy in her marriage to Odin, sometimes she answers to His extramarital affairs having her extramarital affairs as well.
She seems to be seen mainly as the protector of romantic love. But she also has several other functions: she is the goddess of punishment against the liars, of comfort to those who suffer, of cure of diseases and wounds, of protection of children and of the protection of women during childbirth.
And if a person is alone against his will and looking for a boyfriend or girlfriend she is the goddess who helps him to find it. At the same time she tries to calm down the fights between partners to try to keep the love affairs.
Frigg also reunites the spirits of people who loved each other in life and were separated by death. And she gives these spirits the opportunity to remain together for the rest of eternity from now.
She also controls the animals, minerals, almost all vegetables and all other elements of Nature. But mostly breeze and clouds.
Just as Odin, Frigg is also able to foresee the future. But she rarely reveals what she foresees.
Generally, she is imagined surrounded by a court of 11 handmaidens-goddesses: Eira, Fulla, Gefjon, Gna, Hlin, Lofn, Snotra, Syn, Vara, Vjofn and Vor. And they serve the goddess full time.
Hlin is considered the one who intermediate Frigg with her human devotees. Thus, the person who wants to communicate with Frigg must pray to Hlin, so she transmits his words to Frigg.

Como esposa de Odín, Frigg es considerada la Reina de todos los Dioses y Diosas Vikings. Especialmente de los ases.
Aunque Frigg sea feliz en su matrimonio con Odín, ella a veces responde a las relaciones extramaritales de El con sus propias relaciones extramaritales también.
Ella parece ser vista principalmente como la protectora del amor romántico. Pero también tiene otras funciones: ella es la diosa del castigo contra los mentirosos, del consuelo a los que sufren, de la curación de enfermedades y heridas, de la protección a los niños y de la protección a las mujeres durante el parto.
Y si una persona está sola en contra de su voluntad y en busca de un novio o una novia, ella es la diosa que le ayuda a encontrarlo. Al mismo tiempo que trata de calmar las peleas entre los novios para tratar de mantener las relaciones amorosas.
Frigg también reúne a los espíritus de las personas que se amaban en vida y fueron separadas por la muerte. Y se da a estos espíritus la oportunidad de permanecer juntos por el resto de la eternidad a partir de ahora.
Ella también controla los animales, los minerales, casi todos los vegetales y todos los demás elementos de la Naturaleza. Pero sobre todo la brisa y las nubes.
Así como Odín, Frigg también es capaz de prever el futuro. Pero rara vez ella se revela lo que prevé.
Por lo general, ella es imaginada rodeada por una corte de 11 diosas criadas: Eira, Fulla, Gefjon, Gna, Hlin, Lofn, Snotra, Syn, Vara, Vjofn y Vor. Y ellas sirven la diosa a tiempo completo.
Hlin se considera la que hace el contacto entre Frigg y sus devotos humanos. Por lo tanto, la persona que quiere comunicarse con Frigg debe orar a Hlin, por lo que ella transmite sus palabras a Frigg.

Come moglie di Odino, Frigg è la Regina degli Dei e Dee Vichinghi tutti quanti. E prima di tutto degli aesir.
Anche se Frigg è felice nel suo matrimonio con Odino, a volte risponde alle relazioni extraconiugali di Lui con le sue relazioni extraconiugali.
Lei sembra di esser vista soprattutto come la protettrice dell’amore romantico. Ma ha anche altre funzioni: lei è la dea della punizione contro i bugiardi, del conforto a chi soffre, della cura delle malattie e ferite, della tutela dei minori e della tutela delle donne durante il parto.
E se una persona è sola contro la sua volontà e cerca un fidanzato o fidanzata lei è la dea che l’aiuta a trovarlo. Allo stesso tempo, lei cerca di calmare le lotte tra i partner per cercare di mantenere le storie d’amore.
Frigg riunisce anche gli spiriti delle persone che si amavano in vita e sono state separate dalla morte. E lei dà a questi spiriti la possibilità di rimanere insieme per il resto dell’eternità da ora.
Lei controlla anche gli animali, i minerali, quasi tutti i vegetali e tutti gli altri elementi della Natura. Ma soprattutto la brezza e le nuvole.
Proprio come Odino, anche Frigg può prevedere il futuro. Ma raramente lei rivela quello che prevede.
In generale, l’immaginano circondata da una corte di 11 dee ancelle: Eira, Fulla, Gefjon, Gna, Hlin, Lofn, Snotra, Syn, Vara, Vjofn e Vor. E loro servono la dea a tempo pieno.
Hlin è quella che collega Frigg con i suoi devoti umani. Così, la persona che vuole comunicarsi con Frigg deve pregare Hlin, che lei trasmetterà le sue parole a Frigg.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

MITOLOGIA GREGA 7

O LEÃO DE NEMEIA

Selene, deusa da lua-cheia, criava um monstro em forma de leão, nascido da união incestuosa de 2 outros monstros: uma mulher-serpente chamada Équidna e um mastim de 2 cabeças chamado Ortro (esses 2 eram mãe e filho).
A criatura tinha a pela imperfurável e era bem maior e mais feroz que um leão comum.
Hera, vendo nesse leão monstruoso uma possibilidade de se livrar do seu arqui-inimigo Hércules, pediu a criatura a Selene, terminando de criar ele. E depois, soltando o monstro em Nemeia, uma cidade da Argólida cercada por uma grande floresta.
A criatura passou a se esconder numa caverna de 2 buracos que encontrou na floresta durante a maior parte do tempo, só saindo de lá pra matar de forma inesperada o povo de Nemeia e os rebanhos de carneiros criados ali. E passou a aterrorizar tanto a região que foi apelidado pelos habitantes de Leão de Nemeia.
Matar o Leão de Nemeia foi o 1º trabalho do Hércules.
Chegando à região sem nada conhecer, o herói foi hospitaleiramente acolhido por um pobre camponês que tinha tido um filho morto pelo monstro. E apesar da miséria em que vivia, o homem ofereceu ao recém-chegado a única comida que tinha: o último carneiro que tinha sobrado.
Comovido coma gentileza, o Hércules pediu ao camponês que guardasse o carneiro, pois ele tinha que entrar imediatamente na floresta pra procurar o monstro. Mas disse ao homem que, se quisesse homenagear ele, podia sacrificar o carneiro num ritual religioso dali a 30 dias, pois se o Hércules não tivesse voltado até então, queria dizer que ele tinha sido morto pelo Leão de Nemeia.
Depois de entrar na floresta e andar entre as árvores por muitos dias sem nada encontrar, o Hércules finalmente chegou à caverna do monstro. Então, o herói fechou um dos buracos e, entrando pelo outro, encurralou o Leão de Nemeia lá dentro.
Embora disparasse várias flechas contra o monstro, o Hércules viu que isso não produzia nenhum efeito, já que a pele dele era imperfurável. E assim, seguiu outro método: depois de deixar o monstro tonto dando vários golpes na cabeça dele com um tacape, o herói se agarrou contra o pescoço da criatura e apertou com toda a força que pôde até estrangular.
Depois que o Leão de Nemeia caiu morto, o Hércules teve a ideia de arrancar a pele dele pra passar a se cobrir dali pra frente com ela, como se fosse uma espécie de armadura. Mas, exatamente por causa das condições da pele, parecia impossível fazer isso: ele tentou rasgar a pele com ferro e fogo, e nada. Até que teve a ideia de usar as próprias unhas do monstro pra fazer isso, finalmente conseguindo o que queria.
Pegando a carcaça que sobrou o Leão de Nemeia, o herói começou a andar pra fora da floresta, passando pela cabana do camponês exatamente quando estavam se completando 30 dias da entrada na floresta. E vendo que o homem começava a preparar o altar onde o carneiro seria sacrificado, o Hércules deteve o camponês, mostrando que tinha vencido o monstro. E aí pediu que o homem sacrificasse o carneiro como oferenda a Zeus e realizasse ali, de 4 em 4 anos, uma festa religiosa dedicada a Zeus. E assim se fez.
O Hércules levou os restos mortais do Leão de Nemeia pra cidade de Micenas. E Zeus, querendo marcar esse grande feito do seu filho Hércules, transformou a carcaça em focos de luz, que subiram ao Céu e lá se fixaram, formando a Constelação de Leão.
Algum tempo depois, quando passou pela Ilha de Salamina, o Hércules foi conversar com o rei, chamado Telámon. E estendendo sobre ele a pele do Leão de Nemeia, pediu a Zeus que desse ao rei um filho tão bravo quanto ele (Hércules) e tão forte quanto o Leão de Nemeia.
Imediatamente, uma águia passou voando sobre eles, confirmando que Zeus ouviu a prece (o Telámon teria um filho chamado Ajax, um dos maiores heróis da Guerra de Tróia).

A HIDRA DE LERNA

Do cruzamento dos monstros Tifon e Équidna nasceram vários outros monstros. Entre os quais, a Hidra, uma serpente com uma cabeça de qual saíam 5 pescoços que equilibravam outras tantas cabeças.
Outras versões dizem que ela tinha 6, 9 ou até 100 cabeças. E essas são mencionadas por alguns como cabeças de serpente e por outros como cabeças humanas.
Se qualquer cabeça comum do monstro fosse cortada, 2 outras cabeças iguais nasciam imediatamente no mesmo pescoço. E a cabeça principal, embora não tivesse esse poder de regeneração, era imortal: mesmo que fosse cortada, continuaria viva.
A questão é que o hálito que essas cabeças soltavam era um gás terrivelmente venenoso, que ressecava os vegetais em que tocasse e matava as pessoas e animais que respirassem. E a Hidra soltava esse gás até involuntariamente, quando estava dormindo e bocejava sem querer.
O sangue do monstro e o veneno que escorria dos dentes eram tão concentrados que eram exatamente as únicas substâncias capazes de matar um imortal.
Vendo nesse monstro uma forte possibilidade de se livrar do Hércules, Hera pegou a Hidra ainda filhote e levou pruma árvore seca perto do Pântano de Lerna, na Argólida.
Embora a própria Hera corresse um risco seríssimo ao tocar na Hidra, pois a própria deusa morreria se fosse mordida pelo monstro, ela criou a Hidra no tronco dessa, por onde ela rastejava pra cima e pra baixo, esperando até o dia em que ela crescesse e se tornasse um monstro de comprimento descomunal. E quando isso aconteceu, Hera mandou o monstro passar a aterrorizar o Pântano de Lerna, onde já vivia um caranguejo gigante chamado Carcino.
O monstro se tornou tão temido na região que foi apelidado de Hidra de Lerna. E libertar Lerna desse monstro foi o 2º trabalho do Hércules.
Sabendo que não teria chance sozinho, o herói convidou o Iolaus pra ir junto com ele nessa missão.
O Hércules já chegou no pântano disparando flechas de fogo contra a Hidra. Mas apesar de ferir o monstro, isso não produziu grandes resultados.
Sabendo que se cortasse as cabeças do monstro apenas duplicaria o problema, o Hércules pediu ao Iolaus que incendiasse algumas árvores da floresta do lado do pântano e, sacando um sabre, começou a decepar as cabeças do monstro. E a cada vez que ele fazia isso, queimava o pescoço ferido nas árvores em brasa, impedindo que nascessem outras cabeças ali.
Hera, que assistia a luta, mandou o Carcino ajudar a Hidra. E ele avançou no Hércules, beliscando um pé dele com uma das garras.
Irritado, o herói pisou no caranguejo, esmagando ele. E continuou cortando as cabeças da Hidra. Mas Hera, em agradecimento ao Carcino, transformou o cadáver dele em focos de luz, que subiram ao Céu e se transformaram na Constelação de Câncer.
Quando terminou de cortar todas as cabeças comuns da Hidra, o Hércules cortou a cabeça imortal. E pra garantir que ela não daria mais trabalho, enterrou ela e colocou um enorme rochedo em cima.
Depois, olhando pras cabeças caídas no chão com o veneno escorrendo das bocas e pro cadáver do monstro com o sangue escorrendo das feridas, ele teve a ideia de usar aquilo como arma: banhou todas as flechas dele no veneno e no sangue da Hidra.
Depois disso, vários inimigos do Hércules, tanto mortais quanto imortais, foram aniquilados pelas flechadas dele.
Muitos anos depois, o próprio Hércules seria vítima dessas substâncias: através de uma cilada, o centauro Nesso fez a heroína Dejanira convencer o Hércules a vestir uma túnica que tinha sido suja com o veneno da Hidra de Lerna. Sentindo o corpo ser destruído pelo contato com a substância pestilenta, que causou uma dor alucinante, o herói só conseguiu se livrar do tormento se suicidando.
Uma versão mais realista do mito diz que quem o herói teve que enfrentar no 2º trabalho dele foi o Rei Lerno, soberano de uma cidade chamada Hidra, que oprimia perversamente os seus súditos.
Quando o Hércules foi enfrentar o tirano, o general do exército dele, chamado Carcino, veio na defesa do seu rei. Mas foi morto pelo Hércules.
Depois disso, o herói avançou contra o Lerno, mas 50 guerreiros cercaram o rei pra defender ele. E o Hércules abateu vários deles a flechadas. Mas cada vez que 1 guerreiro morria, 2 vinham correndo e tomavam o lugar dele. Até que o herói acertou uma flecha no rei, fazendo os guerreiros se dispersarem. E assim a cidade de Hidra foi libertada.
Outra versão ainda mais realista conta que o 2º trabalho do Hércules se resumia a drenar a água do Pântano de Lerna. Mas cada vez que ele fazia isso, o pântano se alagava de novo. Até que ele coseguiu tapar as nascentes espalhadas pelo pântano e, aí sim, retirar toda a água ali existente.

QUEM EU ACEITO E REJEITO COMO AMIGO

Bom, como muitos de vocês já devem ter visto no programa da Eliana, no SBT, ela eventualmente apresenta um quadro chamado Rede da Fama, no qual ela recebe no palco do programa alguma pessoa famosa e monta uma página pra essa pessoa na Internet, na qual a pessoa decide, entre outras coisas, quem ela vai ou não vai adicionar como amigo na página entre 10 figuras famosas que são mostradas ali.
A ideia me pareceu interessante. Então, todo mês a partir de agora eu vou mencionar aqui 10 figuras famosas e dizer quem eu aceitaria como amigo e quem eu não aceitaria se eu viesse a conhecer pessoalmente. E vou explicar por quê, é claro.
Já sei que alguém vai perguntar:

“E quem disse que eles querem ser seus amigos?”

Mas eu não tô dizendo que nenhum deles quer ser meu amigo na prática. Como eu disse acima, é só a forma como eu reagiria se eu viesse a conhecer eles na prática.
Bom, lá vai a 1ª lista:

ADRIANE GALISTEU
Não!!!
Sei que muitos gays são fãs dela, porque tem muito gay, tipo ‘Crô de Fina Estampa’, que acha que é obrigação de todo gay fazer adoração a alguma mulher escandalosa e/ou fútil. Então, já sei que vai ter gente achando um absurdo eu não aceitar ela. Mas não consigo ver nenhum motivo pra aceitar como amigo alguém que só aparece em público pra ficar falando sobre futilidades femininas e soltar frases do tipo “Você seria uma pessoa melhor se tivesse um filho” pra pessoas de quem ela não conhece nada sobre a vida pessoal.
Aí vai ter gente dizendo que ela já se mostrou a favor dos gays em várias ocasiões. Ótimo! Mas temos que coroar ela Rainha dos Gays e render culto a ela só por causa disso?

ALEXANDRE FROTA
Sim!!!
Bom, todo mundo que eu conheço que já viu o Alexandre Frota pessoalmente comenta que ele é uma pessoa totalmente diferente do personagem bad-boy que ele apresenta ao público. E mesmo dentro do personagem, nunca vi ele incentivar nenhum tipo de agressão contra os homossexuais e bissexuais. Então, eu seria amigo dele sem problema.

CELSO PORTIOLLI
Sim!!!
Também nunca vi ele falar nada que me incomodasse. E em alguns momentos vi até ele defender os direitos GLBT.

FÁBIO DE MELO
Não!!!
Já sei que é outro ‘não’ que vai incomodar algumas pessoas, porque ele já se manifestou várias vezes em público a favor dos gays, ele já comentou em público que tem amigos gays... Tudo bem. Mas ele é um padre.
Eu trabalharia com ele super numa boa em alguma obra social, em alguma palestra ou qualquer coisa assim. Mas aqui eu tô falando de AMIZADE pessoal. E eu não faço amizade, no sentido pessoal da palavra, com nenhum padre, frade, freira, pastor ou qualquer outra coisa parecida com isso. Porque mesmo que, a princípio, eles demonstrem uma intenção de fazer amizade com outra pessoa que não é do grupo deles, a conversa com eles sempre acaba tomando o rumo de uma tentativa de conversão. Em maior ou menor grau, de forma explícita ou implícita, mas é isso que o papo com eles acaba virando.

JEAN WYLLYS
Sim!!!
Bom, eu poderia dar vários motivos pra aceitar ele como amigo. Mas talvez a principal seja que ele limpou totalmente a imagem dos políticos GLBT em Brasília, depois da péssima imagem deixada pelo Clodovil Hernandez.

LUCIANA GIMENEZ
Não!!!
Porque eu não preciso da amizade de alguém que só fala sobre homossexualidade no seu programeco barraqueiro quando quer armar escândalos.
Também já sei que esse é outro ‘não’ que vai incomodar, pelos mesmos motivos que mencionei quando falei sobre a Adriane Galisteu.

MICHEL TELÓ
Sim!!!
O tipo de música que ele canta não é o que chama mais a minha atenção (nada contra o trabalho dele nem contra quem é fã das músicas dele, é claro). Mas eu nunca vi ele falar nada que me incomodasse sobre nenhum assunto. Então, eu não teria por quê rejeitar ele como amigo.

NILTON BONDER
Sim!!!
Diferentes dos sacerdotes cristãos, que tentam forçar quem não é cristão a passar a ser, os rabinos não tentam forçar ninguém quem não é judeu a passar a ser. Um rabino pode até não concordar com o estilo de vida que a outra pessoa leva, mas ele não tenta forçar essa outra pessoa a virar judia contra a vontade dela (pelo menos nos tipos de Judaísmo que a gente vê no Brasil).
Então, entre ser amigo de um rabino e ser amigo de um padre, pastor ou adjacências, eu prefiro ser amigo do rabino, é claro.

SÍVLIO SANTOS
Não!!!
Sei que ele não é nenhum homofóbico radical, mas já vi ele soltando várias frases que soaram bem preconceituosas, como chamar os heterossexuais de “gente de respeito” quando comparou eles aos gays.
Além disso, ele também defende lá umas ideias conservadoras com as quais eu não concordo em nada.

ZEZÉ DI CAMARGO
Não!!!
Bom, esse eu vou resumir...
Uma vez eu vi ele dizer numa entrevista:

“Eu sou muito possessivo com as pessoas de quem eu gosto.”

Sinceramente, quem diz isso pra mim já tá irreversivelmente deletado como amigo. Uma das coisas que eu mais detesto é gente grudenta, pegajosa e controladora.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

UMA COISA QUE NUNCA FICOU MUITO CLARA

Oi!!!

O quadro de que a gente vai falar esse mês se chama D. Maria I e D. Pedro III.
Curiosamente, é um quadro envolto em mistérios, pois foi deixado por um autor anônimo e não se sabe exatamente quando foi pintado. Mas foi em algum momento entre 1775 e 1785.
Bom, o quadro tem 2, 30m de altura e 1, 89m de largura. E se encontra atualmente no Museu Nacional dos Coches, em Lisboa.
Mas enfim: em 1777, com a morte do Rei José I de Bragança, subiram ao Trono de Portugal o irmão e a filha dele, o Rei Pedro III de Bragança e a Rainha Maria I de Bragança. Além de tio e sobrinha, eles eram casados.
Aí entra uma questão que nunca ficou muito clara: eles ocuparam o trono em diarquia ou ela era a rainha ocupante do trono e ele era só um rei consorte?
Sinceramente, já encontrei os 2 tipos de explicação por aí vindos de historiadores diferentes. E há indícios de que as 2 explicações estão certas.
Vejam no próprio quadro: a Maria I aparece segurando a coroa, enquanto o Pedro III aproxima a mão da coroa, mas faz um movimento como se não se atrevesse a tocar nela.
Isso dá a entender que a coroa é DELA, e NÃO DELE, né?
Por outro lado, ele usa o título de “terceiro” depois do nome... Bom, geralmente quem usa um título numérico depois do nome é o ocupante de um trono. Consortes não usam.
Vejam, por exemplo, na monarquia da Inglaterra, em que já tiveram esposas de reis chamadas Elizabeth. Mas essas não usavam título numérico, pois eram rainhas consortes, e não ocupantes do Trono da Inglaterra. As únicas rainhas com esse nome que usaram o título numérico foram a Elizabeth I Tudor e a Elizabeth II Windsor, porque ESSAS ocuparam o trono de fato.
Então, o fato do Pedro III usar o título numérico no mínimo sugere que ele era um ocupante do trono tanto quanto a Maria I.
Bom, com a morte dele, em 1786, ela continuou no trono sozinha até morrer, em 1816.

Il dipinto di cui parleremo questo mese è D. Maria I e D. Pedro III.
Interessante notare che questo è un dipinto avvolto in misteri. È stato lasciato da un autore anonimo e non si sa esattamente quando è stato dipinto. Questo è accaduto a volte tra il 1775 e il 1785.
Beh, l’immagine è di 230 cm di altezza e 189 cm di larghezza. Rimane al Museu Nacional dos Coches, a Lisbona.
Mostra il Re Pietro III di Braganza e la Regina Maria I di Braganza. Loro sono diventati i signori di Portogallo dopo la morte del Re Giuseppe I di Braganza, nel 1777. Erano suo fratello e sua figlia, ma erano anche marito e moglie.

Hay una pregunta que nunca ha sido muy aclarada: ¿Pedro III y María I de Portugal ocuparon el trono en diarquía o ella era la reina que ocupaba el trono y él era sólo un rey consorte?
Honestamente, yo ya me encontré con los 2 tipos de explicación por ahí siendo defendidos por diferentes historiadores. Y hay indicios de que las 2 explicaciones son perfectas.
Mira la propia imagen arriba: María I se muestra poniendo la mano sobre la corona, mientras que Pedro III se acerca al lado de la corona, pero hace un movimiento como si no se atreviera a tocarla. Y eso es una indicación de que la corona pertenece solamente a ELLA, y no a EL, aunque él use e título de “tercero”, lo que no es una característica de consortes, ¿no?

Athough Peter III is called “King Consort of Portugal”, he had the title of “the third” after his name… Well, who usually has a title number after his/her name is the occupant of a throne. Consorts don’t have it.
See, for example the English monarchy, where there have been wives of kings named Elizabeth. But these ones didn’t have any number title because they were just consorts. They weren’t occupants of the English Throne. The only queens with that name who had a number title were Elizabeth I Tudor and Elizabeth II Windsor. Because THEY occupied the throne de facto.
So, the fact that Peter III had a number title at least suggests that he was an occupant of the throne as well as his wife Mary I.
Well, with his death in 1786, she went alone on the throne until her death in 1816.