terça-feira, 13 de outubro de 2015

UMA CONTINUAÇÃO QUE PEGOU MAIS LEVE

Oi!!!

Como no post anterior a gente falou sobre o filme The Fly (1986), hoje a gente vai dar uma olhada na continuação dele: The Fly II, lançado no Brasil como A Mosca 2.
Dá pra ver que esse filme teve mais investimento do que o 1º (com mais mudanças de cenário e mais figurantes). E não carregou tanto nas cenas de coisas asquerosas.
The Fly II foi dirigido pelo Chris Walas. E os roteiristas foram o Frank Darabont, o Jim Wheat, o Ken Wheat e o Mick Garris.
O herói principal (na sua aparência adulta) foi interpretado pelo ator Eric Stoltz, na época com 28 aninhos.
O Jeff Goldblum também volta a aparecer, mas só em cenas rápidas do 1º filme que foram reaproveitadas aqui como footage (são algumas gravações que o personagem dele deixou e o filho dele vai assistir).
The Fly II teve quase todas as cenas gravadas em British Columbia, no Canadá. Mas algumas foram gravadas nos Estados Unidos.
A história começa alguns meses depois do final do 1º filme.
A Veronica, que terminou o outro filme grávida do Seth, tá em trabalho de parto, depois de ter sido mantida prisioneira num laboratório da Bartok Industries.
Ao ver que pariu um casulo de inseto de quase meio metro, ela entra em colapso e morre.
E os médicos que fizeram o parto tiram um bebê de dentro do casulo. É um menino de aparência humana normal, a quem dão o nome de Martin.
A Bartok Industries tem como presidente um cientista manipulador e obcecado por dinheiro, chamado Anton Bartok. E era ele que financiava a maior parte dos trabalhos do Seth.
O filme dá a entender que, depois da morte do Seth (vítima de uma experiência mal sucedida que transformou ele numa espécie de homem-mosca), a Veronica e o ex namorado dela, chamado Stathis, foram pedir ajuda ao Anton pra saber o que fazer com a gravidez dela. Mas o cientista resolveu simplesmente tirar todo o proveito que podia da situação.
O Martin se desenvolve fisicamente e mentalmente 5 vezes mais rápido que um ser humano normal. E é mantido nos laboratórios da companhia por 5 anos, com o Anton se limitando a explicar ao garoto que ele não pode sair dali porque tem uma doença rara, que só foi diagnosticada até hoje nele e no pai dele.
Desde que o Martin nasceu, os cientistas que convivem com ele dão uma série de injeções nele todos os dias, dizendo a ele que aquilo é um remédio pra controlar a dita doença.
Ao longo desse tempo, ele fugia da seção em que era mantido sempre que podia e passeava pelo resto dos laboratórios sem ser percebido. E num desses passeios, ele encontrou um cachorro numa jaula, esperando pra ser usado como cobaia numa experiência.
O Martin se afeiçoou ao animal. E se desesperou quando viu que ele foi usado numa experiência de teletransporte que deformou ele completamente.
Passados esses 5 anos, quando o Martin já tem uma estrutura física de 25 anos e o intelecto de um gênio, o Anton revela a ele as experiências que o pai dele fazia com as cabines de teletransporte. E pede a ele que aperfeiçoe essas experiências, deixando inclusive que o Martin veja algumas gravações que o pai dele fez na época das experiências. Afinal, foi por causa do desconhecimento deles em relação ao teletransporte que aconteceu o acidente com o cachorro, que, de acordo com o Anton, morreu logo depois.
Pouco depois, o Martin conhece uma funcionária do laboratório chamada Beth. E eles não demoram a começar a namorar. Mas uma descoberta trágica faz ele se afastar dela dias depois: ele descobre que o cachorro que sofreu o acidente com o teletransporte continua vivo e é mantido numa cela, em péssimas condições, como uma curiosidade pra ser observada pelos cientistas. E o Martin acha que a Beth sabia disso.
Ele entra na cela e, apesar de ser atacado inicialmente, é reconhecido em poucos segundos pelo cachorro deformado, que deixa que ele se aproxime. E o Martin decide acabar com o sofrimento do animal, fazendo ele cheirar um pano molhado com um líquido letal.
O Martin começa a entender que nem o Anton nem os outros cientistas que cuidam dele são tão inocentes quanto parecem. Mas dá continuidade às experiências com o teletransporte, ao mesmo tempo em que percebe que o corpo dele tá sofrendo algum tipo de mutação estranha...
Ele se reconcilia com a Beth algum tempo depois. E mostra a ela que já consegue usar o teletransporte sem problema nenhum, usando um gato como exemplo.
Mais tarde, ele mesmo se usa pra testar o teletransporte (uma recriação da cena protagonizada pelo pai dele no 1º filme).
Não demora e o Anton fica com medo de que a Beth influencie algum tipo de revolta do Martin contra ele, decidindo despedir ela.
Pesquisando mais a fundo o processo de teletransporte, o Martin conclui que pode usar a máquina pra se curar da doença que o Anton diz que ele tem, mas tendo que sacrificar outro humano pra isso: se ele entrar numa das cabines junto com outro humano e se teletransportar pra outra, todos os genes defeituosos que ele tem no corpo vão ser transferidos pro corpo do outro humano, que vai se transformar num organismo grotescamente deformado da cabeça aos pés.

Mais tarde, a mutação do Martin começa a ficar mais séria: ele fica anormalmente forte e feridas viscosas começam a aparecer pelo corpo dele.
Ao mesmo tempo, ele percebe que todos os lugares dos laboratórios por onde ele andou sempre tiveram câmeras que filmaram ele em tempo integral, desde que ele nasceu.
Furioso, ele invade a sala de filmagens do laboratório e encontra imagens do pai dele já se transformando num mutante insetoide e conclui que o destino dele vai ser o mesmo.
Nesse momento, o Anton chega e diz que não há nada que se possa fazer pra evitar o que vai acontecer (as injeções que o Martin tomava não passavam de água, numa tentativa do Anton fazer o Martin pensar que tava sendo cuidado e não se revoltar contra o fato de permanecer preso no laboratório). Mas o Anton diz que também não quer que a mutação seja evitada, a fim de tirar proveito disso.
O Martin se enfurece mais ainda e escapa do laboratório, sem se preocupar em deixar as pesquisa dele pra trás, já que ele deixou uma palavra-chave como senha do computador onde tão todas as pesquisas dele.
Ele procura a Beth, que não se recusa a ajudar ele, mas se espanta com o que vê: ele já tá meio deformado.
Como última alternativa, eles procuram o Stathis, que não dá a mínima pra eles e confirma a teoria do Anton de que a transformação do Martin num inseto monstruoso é inevitável, pois também foi assim com o Seth.
Mesmo assim, o Stathis diz que, se é que tem alguma forma de resolver o problema, só as cabines de teletransporte podem ajudar, pois também era nisso que o Seth acreditava. E as palavras dele confirmam o que o Martin tinha descoberto...
Na mesma noite, o Martin assume uma aparência realmente monstruosa, ao mesmo tempo em que um casulo começa a se formar ao redor do corpo dele!
Concluindo que a fuga não deu certo, a Beth chama o Anton e se rende.
Os 2 são levados de volta pros laboratórios do Anton. Mas não demora e o Martin sai do casulo dele como um inseto cinzento de uns 3 metros de altura, com uma força devastadora e esguichando ácido pela boca.
Mas vemos que ele sofreu um tipo de mutação diferente do pai dele: enquanto o Seth virou uma aberração gosmenta e deformada sem quase nenhuma consciência do que tava fazendo, o Martin virou um monstro com um poder de destruição muito maior, mas com plena capacidade de raciocinar e fazer julgamentos (ele não encosta nem 1 dedo em ninguém que não mereça).
A 1ª providencia que ele toma é massacrar os cientistas que fizeram tanto mal a ele durante todos esses anos.
Depois, o Martin vai até a sala onde tão as cabines de teletransporte, encontrando o Anton e a Beth lá.
Depois de uma luta, o Martin captura o Anton e usa a mão dele pra digitar a palavra-chave (“DAD”) no computador e ativar as cabines de teletransporte.
Depois, ele entra numa das cabines junto com o Anton e se teletransporta pra outra.
A Beth corre pra porta da cabine e, quando ela se abre, um ser enorme e asquerosamente disforme sai dali, sem conseguir fazer nada além de se arrastar pelo chão e gemer de dor... É o Anton.
Atrás dele, todo sujo de gosma, mas agora transformado num humano perfeito, a Beth encontra o Martin.
A última cena do filme mostra o Anton, na sua nova forma física, mantido prisioneiro na mesma cela e nas mesmas condições em que ele mantinha o cachorro deformado.
Bom, foi um dos vilões de todos os filmes que eu já vi que receberam um fim mais merecido, é claro.
A gente só fica sem entender quem botou ele ali, já que ele é que era o presidente da companhia, né?

The last post was about the film The Fly (1986). So now let’s talk about its sequel: The Fly II.
We can see this film had more investment than the 1st one. And it has less splatter scenes.
The Fly II was directed by Chris Walas. The scriptwriters were Frank Darabont, Jim Wheat, Ken Wheat and Mick Garris.
The main hero (as an adult) was portrayed by a 28-year-old Eric Stoltz.
Jeff Goldblum is here too. But he appears only in footage from the 1st film.
The Fly II had almost all its scenes filmed in Canada. But some of them were filmed in the States too.
The story begins a few months after the end of the 1st film.
Veronica finished the other film impregnated by Seth. And now she’s in labor, after being held prisoner in a Bartok lab.
She dies when sees she gave birth to a huge insect cocoon.
And the doctors who worked in the childbirth take a baby from the cocoon. It’s a boy with a normal human appearance. And they name him Martin.
Bartok Industries have as president a manipulative and obsessed with money scientist named Anton Bartok. And he was the financier of most of Seth’s work.
The film implies that, after Seth’s death (victim of an unsuccessful experience that transformed him into a kind of fly-man), Veronica went to ask for help from Anton to know what to do with her pregnancy. But the scientist decided to simply take all the advantage he could from her fetus…
Martin develops physically and mentally 5 times faster than a normal human being. And he’s kept in the company’s labs for his first 5 years. Anton merely explains the kid he can not get out because he has an extremely rare disease, which has been diagnosed until today only in him and his father.
Since Martin was born, the scientists who have contact to him give a series of injections in him every day. They tell him it’s a remedy for controlling his so-called illness.
In fact, these injections are just water. And it’s an attempt to make Martin think he’s being nursing and so preventing him from rebelling against being kept in Anton’s labs.
During that time, Martin fled from the section in which he was kept whenever he could and took walks across the rest of the labs unnoticed. And during one of those walks, he finds a dog in a cage. It’s waiting to be used as a subject in an experiment.
Martin takes a liking to the animal. And he despairs when he sees the dog is used in a teleportation experiment that deforms him completely.
Now we can understand clearly what’s happening in those labs, really?

En The Fly II (1989), conocido en algunos países hablantes de Español como La Mosca II, Martin es el hijo de Seth, un científico que se convirtió en un mutante insectoide debido a un experimento que salió mal. Y Anton es un científico malvado que lo mantiene atrapado en un laboratorio sin decirle exactamente lo que está pasando.
Cuando tiene 5 años, Martin ya tiene una estructura física de 25 años y el intelecto de un genio. Y Anton le revela las experiencias que su padre hizo con cabinas de teletransporte. Y le pide que perfeccione estas experiencias, mostrando a Martin algunos videos hechos por su padre en aquella época.
Poco después, Martin encuentra una empleada del laboratorio llamada Beth. Y poco después, ellos empiezan a tener una relación. Pero un descubrimiento trágico hace que se aparten días después: él encuentra un perro viciosamente desfigurado por un experimento fallido que es mantenido en una celda, en muy mal estado, como curiosidad a ser observada por los científicos. Y Martin piensa que Beth sabía acerca de eso.
El entra en la celda y decide poner fin al sufrimiento del animal, cubriendo su boca con un paño mojado con un líquido letal.
Martin comienza a entender que ni Anton ni los otros científicos que se preocupan por él son tan inocentes como parecen. Pero continúa experimentando la teletransportación. Al mismo tiempo, se da cuenta de que su cuerpo está sufriendo algún tipo de mutación extraña...
El se reconcilia con Beth unos días después. Y le demuestra que ya sabe utilizar el teletransporte sin ningún problema, usando un gato como ejemplo.
Más tarde, él mismo se usa para probar la teletransportación (una recreación de la escena llevada por su padre en la película anterior a esta).
Poco después, Anton tiene miedo de que Beth influencie Martin a volverse contra él, decidiendo despedirla.
Buscando más en el proceso de teletransportación, Martin concluye que puede utilizar la máquina para curarse de su condición mutante. Pero eso tendrá una víctima: si él entre en una cabina junto con otro humano y se teletransporte a otra cabina, todos los genes defectuosos que tiene en el cuerpo serán transferidos al cuerpo del otro humano, que se convertirá en un cuerpo grotescamente deformado.
Más tarde, la mutación de Martin se vuelve más grave: él se vuelve anormalmente fuerte y comienzan a aparecer heridas viscosas por su cuerpo.
Al mismo tiempo, se da cuenta de que en todos los lugares donde él ya ha estado siempre había cámaras que lo han filmado a tiempo completo desde que nació.
Furioso, se rompe en la sala de videos del laboratorio y encuentra videos mostrando cómo su padre acabó. Y concluye que su destino será el mismo.
¿Qué hacer ahora?

In The Fly II (1989), conosciuto in Italia come La Mosca 2, Martin è il figlio di uno scienziato di nome Seth che, a causa di un esperimento che è andato storto, è diventato un insettoide mutante.
E visto che Martin ha ereditato i geni mutanti di suo padre, un malvagio scienziato di nome Anton l’ha intrappolato in un laboratorio, pensando di usarlo per arricchire.
Ma un giorno, Martin fugge dal laboratorio e cerca la sua ragazza, Beth.
Lei chiaramente l’aiuta, ma è sorpresa da ciò che vede: lui sta diventando deformato.
Loro cercano un ex fidanzato della madre di Martin, chiamato Stathis. E lui non dà nessuna importanza a loro, ma dice che la trasformazione di Martin in un insetto mostruoso è inevitabile, perché questo è successo anche a Seth.
Eppure, Stathis dice che, se c’è un modo per risolvere il problema, solo la macchina di teletrasporto creata da Seth può aiutare Martin.
La stessa notte, Martin prende un aspetto veramente mostruoso. Allo stesso tempo, un bozzolo di insetto comincia a formarsi attorno al suo corpo!
Beth conclude che loro non hanno altro posto dove andare e chiede l’aiuto di Anton.
I 2 sono intrappolati di nuovo nei laboratori di Anton. Ma non molto tempo dopo, Martin lascia il bozzolo come un insetto grigio con circa 3 metri, con una forza devastante e schizzando acido dalla sua bocca.
Ma si vede che la sua mutazione è diversa da quella di suo padre: Seth è diventato un aberrazione appiccicosa e deforme che quasi non sapeva ciò che stava facendo; Martin è diventato un mostro con un maggior potere di distruzione, ma con piena capacità di ragionare.
La prima cosa che fa è massacrare gli scienziati che hanno fatto del male a lui prima.
Poi, Martin va nella stanza dove la macchina di teletrasporto di Seth rimane, trovando Anton e Beth lì.
Dopo una lotta, Martin cattura Anton, entra una delle cabine con lui e li teletrasporta all’altra.
Beth corre in fretta all’altra cabine. E un essere enorme e grottescamente brutto lascia la cabina, ma non riesce a fare qualsiasi cosa eccetto strisciare sul pavimento e ruggere di dolore... È Anton.
Martin è dietro di lui, tutto imbrattato di una crema grottesca, ma ora trasformato in un umano perfetto.
L’ultima scena del film mostra il mostro Anton tenuto prigioniero in una cella e nelle stesse condizioni che manteneva gli animali che usava nei suoi esperimenti.
Beh, lui è uno dei cattivi di tutti i film che io abbia mai visto che hanno avuto la più meritata sorte, naturalmente.
Solo non capiamo chi l’ha intrappolato lì, perché lui era il presidente del gruppo, vero?

Até!

sábado, 10 de outubro de 2015

UM FILME COM UM MONSTRO TÃO FEIO QUE GANHOU O OSCAR DE MELHOR MAQUIAGEM

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no filme de terror The Fly, lançado no Brasil como A Mosca.
Embora o filme seja eventualmente considerado um remake de The Fly (1958), lançado no Brasil como A Mosca da Cabeça Branca, não é esse o caso.
O que acontece é que as 2 produções foram inspiradas no conto The Fly (1957), do francês George Langelaan. Mas as histórias dos 2 filmes são quase completamente diferentes.
The Fly foi protagonizado pelo Jeff Goldblum, na época com 34 anos.
Clique aqui pra ver um post sobre ele:


The Fly foi dirigido pelo David Cronenberg e foi escrito em dupla por ele e pelo Charles Edward Pogue. E foi uma coprodução de Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.
O filme foi todo gravado em Ontario, no Canadá, e foi lançado em Agosto de 1986.
The Fly ganhou o Oscar de Melhor Maquiagem no mesmo ano, devido às várias mudanças de aparência pelas quais o personagem do Jeff foi passando ao longo do filme.
A história começa com uma repórter chamada Veronica indo cobrir um encontro de cientistas financiado por uma companhia chamada Bartok Science Industries.
Ali, ela encontra um cientista chamado Seth Brundle. E depois de uma conversa, ele convence ela a ir ao laboratório dele pra ver uma invenção dele.
Na verdade, ele mora num galpão, que ele também usa como laboratório. E ali tão 3 cabines interligadas que permitem que objetos sejam teletransportados de uma pra outra.
A Veronica grava a conversa deles e, contra a vontade do Seth, mostra ao chefe e ex namorado dela, chamado Stathis. Mas ele acha que o Seth é só um mágico que mostrou um truque de ilusionismo a ela e não se interessa pelo assunto (pelo menos a princípio).
A Veronica continua se encontrando com o Seth e eles acabam começando a namorar. E ao mesmo tempo, ela vai gravando as novas experiências que ele faz com o teletransporte.
Quando vai experimentar pela 1ª vez teletransportar um ser vivo de uma cabine pra outra, o Seth usa um babuíno como cobaia. E o teletransporte funciona, mas destrói o corpo do babuíno no processo!
O Seth se empenha em melhorar o funcionamento da máquina e consegue fazer uma experiência satisfatória com outro babuíno. Mas, ao mesmo tempo, o Stathis se irrita com o namoro dos 2 e ameaça publicar a história que a Veronica contou a ele sobre as cabines de teletransporte.
A Veronica sai pra brigar com o Stathis. E o Seth, achando que ela foi se encontrar com o Stathis pra voltar pra ele, se irrita e, num impulso, resolve dar continuidade às experiências sem ela: ele fica nu e entra numa das cabines de teletransporte...
...conseguindo satisfatoriamente se teletransportar pra outra.
Mas, quando fez isso, ele não percebeu que uma mosca entrou junto com ele na cabine! E mais: a mosca sumiu quando ele reapareceu na outra cabine...
Depois de uma conversa, o Seth e a Veronica se reconciliam. Mas algo mudou na natureza física e comportamental dele: ele agora tá muito mais forte, muito mais agitado, sexualmente insaciável e desenvolveu uma obsessão por comer grandes quantidades de açúcar o tempo todo!
O corpo dele também começou a cheirar mal e a criar pelos duros e longos nas costas. E a Veronica, preocupada, corta alguns desses pelos e leva pra serem analisados num laboratório.
O Seth acha que isso é algum efeito do teletransporte. E quando ele tenta forçar a Veronica a se teletransportar também, ela briga com ele e eles acabam terminando.
Mais tarde, a Veronica volta a falar com o Seth e diz que, de acordo com a análise do laboratório, os pelos dele são pelos de um inseto!
Ele continua achando que não aconteceu nada de negativo com ele, mas sim que o corpo dele foi recriado de uma forma mais evoluída pelo processo de teletransporte. E ele vai a um bar, onde desafia um valentão que encontra lá pruma queda de braço e acaba provocando uma fratura exposta no braço do cara.
Logo depois, ele pega uma mulher desocupada que tava no bar esperando pra transar com o vencedor da queda de braço, leva ela pro laboratório, come ela, mostra a ela o aparelho de teletransporte e tenta forçar ela a entrar no aparelho. Mas a Veronica chega na hora e impede, ao mesmo tempo em que ela tenta mostrar ao Seth que as atitudes dele provam que ele não tá mentalmente bem.
Ele mesmo conclui que tem alguma coisa errada quando as unhas dele começam a soltar!
Consultando os bancos de memória do aparelho de teletransporte, o Seth vê que 2 seres vivos foram teletransportados na hora em que ele usou o aparelho. E analisando mais a fundo, vê que foi uma mosca que, em vez de ser apenas teletransportada pra outra cabine junto com ele, foi dissolvida, com o DNA dela se espalhando pelo corpo dele!
A Veronica continua visitando o Seth eventualmente e ele conta a ela o que aconteceu, pedindo que ela continue filmando as mudanças que vão acontecendo com ele, enquanto ele continua pesquisando uma forma de tirar o DNA da mosca do corpo dele.
Nada do que ele aprende com as pesquisas faz efeito e as partes humanas do corpo dele vão se acabando cada vez mais, ao mesmo tempo em que ele adquire cada vez mais características de uma mosca, como andar pelas paredes e vomitar ácido.
Uma cena que não foi lançada na versão oficial do filme mostra ele fazendo uma experiência com um gato e um babuíno, teletransportando os 2 pra mesma cabine. E o resultado é um minimonstro híbrido...
...que não faz nada além de gritar de dor e avançar no Seth, o que leva ele a matar a criatura pra evitar sofrimento.
Depois disso, ele se comporta como se aquilo fosse um teste pra fazer alguma coisa no futuro. Mas, depois de ver o resultado, conclui que o que ele pretendia fazer não vai ser uma boa ideia.
Bom, a Veronica percebe que tá grávida. E entra em pânico depois de ter um pesadelo no qual ela se vê parindo uma larva de mosca gigante, indo até o galpão do Seth pra contar isso a ele.
Ela encontra ele com uma aparência já monstruosa e sem mais nenhuma esperança de voltar a ser humano. E ele pede a ela que não volte mais ali, pois ele tá perdendo cada vez mais a capacidade de raciocinar e pode machucar ela.
Ela não tem coragem de contar a ele sobre a gravidez. Mas, lá fora, ela discute com o Stathis e pede pra ele levar ela numa clínica de aborto.
O Seth sobe no telhado do galpão, vê a discussão de longe e segue eles, raptando a Veronica e levando ela de volta pro galpão.
O Stathis vai até lá com uma espingarda. Mas o Seth vomita ácido em cima dele, por pouco não matando ele.
Depois, o Seth joga a Veronia dentro de uma das cabines, disposto a se fundir junto com ela (então, era isso que ele tava testando com o babuíno e o gato).
Enquanto ele faz isso, o processo de metamorfose acelera e ele se transforma numa figura deformada, parecida com uma mosca humanizada. Mas que anda cambaleando e nem parece ter muita noção do que tá fazendo.
Ele entra em outra cabine e se prepara pra ser teletransportado pra 3ª cabine junto com a Veronica. Mas o Stathis, apesar de ferido, atira contra os cabos que ligam a cabine onde a Veronica tá presa, desconectando ela do processo que o Seth iniciou.
Vendo que a coisa deu errado, o Seth segura o portal da cabine dele e tenta sair. Mas o processo já foi ativado. E ele é teletransportado pra 3ª cabine junto com o portal que ele tava segurando.
Ele se rematerializa ali como uma massa que é uma mistura da aparência que ele tinha antes com peças da cabine. E vendo que o máximo que consegue fazer agora é gemer e se arrastar com dificuldade, ele faz um gesto pra Veronica matar ele.
Ela hesita por alguns segundos, mas acaba estourando a cabeça dele com um tiro de espingarda.
E o filme acaba.

Today we’ll talk a little about the horror film The Fly.
The movie is mistakenly called by some a remake of the 1958 film of the same name. But it’s not.
Actually both films were based on a short novel called The Fly (1957), by George Langelaan. But the scripts of the 2 films are almost completely different.
The Fly had a 34-year-old Jeff Goldblum as its protagonist.
You can click on the link above to see a post about him.
David Cronenberg was the director. And he and Charles Edward Pogue were the scriptwriters of this Canada-UK-United States co-production.
The movie was all filmed in Canada and was released in August 1986.
The Fly won the Oscar for Best Makeup in the same year.
The film begins with a reporter named Veronica working on a story about a meeting of scientists.
There, she meets a scientist named Seth. And after a conversation he persuades her to go to his lab for her to see his masterpiece.
In fact, he lives in a warehouse, which he also uses as a lab. And there we see 3 interconnected cabins that allow instantaneous teleportation of objects from a cabin to another.
Veronica records their dialog. And she shows it to her boss (and ex boyfriend) Stathis. But he thinks Seth is just a magician who showed her a trick. And he doesn’t seem interested in that.
Veronica continues meeting with Seth and they start dating. At the same time, she records his new teleportation experiences.
When Seth tries for the 1st time to teleport a living being from a booth to another, he uses a baboon for doing it. The teleportation works, but the baboon is destroyed in the process!
Seth devotes himself to improve the machine and later he can do a satisfactory experience with another baboon. But at the same time, Stathis gets upset with their love affair. And he threatens to publish what Veronica told him about the teleportation booths.
When Veronica comes out to argue with him, it causes a disagreement between her and Seth that would be fateful for both of them...

En The Fly (1986), conocido en Español como La Mosca, Seth es un científico que inventó 3 cabinas capaces de teletransportar objetos y hasta mismo seres vivos de una a otra.
Su novia Veronica está grabando toda su obra. Pero hay una noche que ella sale y Seth piensa que ella lo está engañando con su ex novio... Seth se enoja y, por impulso, decide continuar con los experimentos sin ella: se desnuda, entra en una de las cabinas y logra teletransportarse con éxito a la otra.
Pero cuando lo hizo, ¡no se dio cuenta de que una mosca entró junto con él en la cabina! Y otra cosa: la mosca desapareció cuando él reapareció en la otra cabina...
Después de una conversación, Seth y Veronica se reconcilian. Pero algo cambió en lo físico y conductual de él: ahora está muy más fuerte, muy más agitado, ¡sexualmente insaciable y consume grandes cantidades de azúcar todo el tiempo!
Su cuerpo también comenzó a oler mal y crear pelos duros y largos en la parte posterior. Y Veronica, preocupada, lleva algunos de dichos pelos a un análisis en un laboratorio.
Seth piensa que esto es un efecto del teletransporte. Y cuando trata de forzar a Veronica para teletransportarse, ellos pelean y acaban su relación.
Más tarde, Veronica vuelve a hablar con Seth y le dice que, de acuerdo con los análisis del laboratorio, ¡sus pelos son los pelos de un insecto!
El todavía piensa que no sucedió nada negativo. Cree que su cuerpo ha sido recreado en una forma más evolucionada por el proceso de teletransporte. Y va a un bar, donde desafía un camorrista que está allí... ¡El rompe el brazo del hombre!
Poco después, él coge una mujer desocupada que estaba en el bar, va con ella a su laboratorio, empieza a follar con ella, muestra a ella su dispositivo de teletransporte y trata de obligarla a entrar allí. Pero Veronica llega y salva a la mujer. Ella muestra a Seth que sus propias acciones demuestran que él no está mentalmente bien.
¡El llega a la conclusión de que hay algo mal cuando sus uñas empiezan a despegarse!
Seth consulta los bancos de memoria del dispositivo de teletransporte y ve que 2 seres vivos fueron teletransportados cuando él utilizó el dispositivo. El otro era una mosca que, en lugar de ser teletransportada a la otra cabina con él, se disolvió. ¡Y el ADN del insecto se ha extendido a través de su cuerpo!
Veronica continúa visitando Seth a veces y él le dice lo que le pasó. Y también le pide que continúe el rodaje de los cambios que le están sucediendo a él, mientras que él continuará buscando una manera de eliminar de su cuerpo el ADN de la mosca.
Nada de lo que él aprende resulta bien y las partes humanas de su cuerpo se acaban más y más. Mientras que él desarrolla características de una mosca, como caminar por las paredes y vomitar ácido.
Ahora sus problemas realmente empezaron...

Vediamo come finisce il film The Fly (1986), conosciuto in Italia come La Mosca…
Seth è uno scienziato che lavora con il teletrasporto. Ma ha cominciato a trasformarsi in un insettoide mutante dopo che uno dei suoi esperimenti è andato storto. E ora sta cercando di invertire la situazione.
Lui fa un’esperienza con un gatto e un babbuino, inviando i 2 alla stessa cabina. E il risultato è un piccolo mostro ibrido che non fa altro che piangere per il dolore e attaccare Seth. E lui uccide la creatura, al fine di evitare il suo dolore.
Dopo questo, lui si comporta come se quello fosse un test per fare qualcosa in futuro. Ma dopo aver visto il risultato, conclude che ciò che aveva intenzione di fare non sarebbe una buona idea.
Bene, Veronica, la ragazza di Seth, capisce che è incinta. E lei è disperata dopo aver avuto un incubo in cui si vedeva dando vita ad una gigantesca larva. Poi, va a parlare con Seth.
Lei lo trova già senza speranza di ripristinare la sua natura umana. E lui le chiede di non tornare lì perché lui sta perdendo la sua capacità di ragionare. Poi, lui può farle del male.
Lei non riesce a rivelare a lui che è incinta. Ma fuori, lei chiede a un amico, chiamato Stathis, di portarla a una clinica per aborti.
Seth vede la discussione da lontano, li segue, rapisce Veronica e la riporta al suo laboratorio.
Stathis ci va con un fucile da caccia. Ma Seth quasi l’uccide.
Poi Seth getta Veronica in una delle cabine, con l’intenzione di fondersi a lei.
Mentre lo fa, lui si trasforma in una figura deforme, come una mosca umanizzata. Ma cammina barcollando e non sembra capire bene quello che sta facendo.
Lui entra un’altra cabina e si prepara a esser teletrasportato alla terza cabina con Veronica. Ma Stathis, anche se ferito, spara contro i cavi collegati alla cabina dove Veronica è intrappolata. E la disconnetta dal processo che Seth ha cominciato.
Seth capisce che qualcosa sta andando storto. Lui tocca il portale della cabina e cerca di uscire, ma la macchina lo teletrasporta alla terza cabina con il portale.
Lui riappare lì come una massa che è una miscela dell’aspetto che aveva prima con alcune parti della cabina. E chiede Veronica di ucciderlo.
Lei esita per alcuni secondi, ma finisce per sballare la sua testa con il fucile da caccia.
E così finisce.

Até!

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

ELE JÁ FEZ MUITAS CENAS DE BEIJO GAY

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, dublador e diretor estadunidense Michael C. Hall.
Já fiz um post sobre ele uma vez no Gringo-lindo. Mas aqui vai uma versão atualizada:
Michael Carlyle Hall nasceu em North Carolina, em 01 de Fevereiro de 1971.
Com a morte do pai quando ele tinha 11 anos, o Michael foi obrigado a levar a sério os estudos e a formação dele.
Ele estudou na Ravenscroft School, se formou em Artes pelo Earlham College e depois se formou em atuação pela New York University.
O Michael já trabalhou em várias das principais peças de teatro da Broadway.
Ele estreou na televisão em 2001, quando interpretou o David, um personagem gay, no seriado Six Feet Under, lançado no Brasil com o nome de A Sete Palmos.
Na trama, o David é o 2º filho do dono de uma casa funerária que faz a restauração de cadáveres, antes de mandar pro velório.
Como o irmão mais velho, chamado Nate, foi embora de casa, depois de um desentendimento com o pai, o David ficou no comando dos negócios. Até que, com a morte do pai, o Nate volta.
Eles 2, além da mãe e da irmã mais nova, são clarividentes, e enxergam e conversam com os espíritos das pessoas que têm os corpos mandados pra eles, tendo como resultado cenas de todos os tipos: engraçadas, sarcásticas, tristes, emocionantes, reflexivas...
Já que a família é católica, o David acaba se tornando diácono de uma igreja, vivendo o dilema do gay que é membro de uma igreja conservadora.
Aliás, através dele, esse seriado aproveita pra mostrar a forma preconceituosa como o homossexual é tratado pelo Cristianismo, sendo excluído e considerado mais pecador do que todo mundo (ele tem a participação dele cortada na igreja quando descobrem que ele é gay).
Mas enfim: como a matriarca da família é uma conservadora amarga e seca, o David faz o impossível pra esconder dela que é gay. Mas o irmão e a irmã, aos poucos, descobrem. E aceitam numa boa, apesar do choque inicial.
Na verdade, a mãe só começa a perceber quando vê rapazes junto com ele o tempo todo, saindo do quarto dele e tal.
O David continua escondendo a homossexualidade da mãe até que recebe pra restaurar um tipo de corpo que ele não esperava: um rapaz gay que foi assassinado por 2 cristãos fanáticos.
Depois disso, tendo visões todo dia do espírito do rapaz e vendo um grupo de cristãos conservadores que vão insultar a família durante o enterro, a pressão começa a aumentar até ele confessar pra mãe que é gay. E, pra surpresa geral, ela aceita até numa boa (também, ela já sabia, né?).
Depois disso, durante uma missa, ele acaba descobrindo que, pra se conectar com Divino, ninguém precisa se curvar diante da opinião dos dirigentes de nenhuma igreja.
Esse seriado já passou no SBT, mas só os primeiros capítulos da 1ª temporada. Se alguém tiver a oportunidade de ver, vale a pena.
O David tem várias cenas de beijo na boca gay e até cenas de sexo gay. E numa das cenas de humor do seriado, ele tem um pesadelo no qual se vê pelado num concurso de beleza.
Hoje o Michael tá com um corpo (de 1, 78m) mais em forma do que naquela época.
Bom, o 1º filme dele foi Paycheck (2003), lançado no Brasil como O Pagamento.
Mas provavelmente o trabalho mais famoso do Michael foi o personagem-título de Dexter, que ele interpretou entre 2006 e 2013.
O único trabalho do Michael como diretor até hoje foi exatamente num capítulo de Dexter, em 2013.
Em 2011, ele apareceu numa cena com a bunda de fora no filme The Trouble with Bliss.
Bundinha gostosa, né?rs
O Michael teve até agora 12 trabalhos como ator no cinema e televisão (sem contar as várias peças de teatro), 6 como dublador e 1 como diretor.
Ele nunca teve filhos. Mas foi casado entre 2002 e 2006 com a atriz Amy Spanger e entre 2008 e 2011 com a atriz Jennifer Carpenter.

Today we’ll talk a little about the American actor, voice actor and director Michael C. Hall.
I posted about him once at Gringo-lindo. But here’s an updated version of the post.
Michael Carlyle Hall was born in North Carolina, on February 1st, in 1971.
His father died when he was 11. So he had to take his studies seriously.
He studied at Ravenscroft School. And he graduated by Earlham College and New York University.
Michael became a famous stage actor at Broadway.
He debuted on TV as David, a gay character, in Six Feet Under (2001).
David is the 2nd son of the owner of a funeral company. They restore corpses before their funeral.
Nate, the elder brother, left home after a disagreement with their father. So David began to help him. But Nate returns to home after their father’s death.
Everyone in the family is a clairvoyant: they see and talk to the dead. And this results in scenes of all kinds: funny, sarcastic, sad, exciting, reflective…

En Six Feet Under (2001), conocido en algunos países hablantes de Español como A Dos Metros Bajo Tierra, David tiene una familia católica. Y él comienza a trabajar como diácono de una iglesia, viviendo el dilema de los gays que son miembros de iglesias conservadoras.
De hecho, a través de este personaje, el serial nos muestra como los homosexuales son tratados por los el Cristianismo, siendo excluidos y considerados más pecadores que todos (los líderes de la iglesia se lo borran cuando descubren que él es gay).
La madre de David es una conservadora amarga y seca. Y él hace lo que puede para que ella no sepa que él es gay. Pero sus hermanos no tienen grandes problemas cuando lo descubren.
De hecho, la madre sólo empieza a darse cuenta de la situación cuando ve a chicos junto con él todo el tiempo o dejando su habitación.
David continúa ocultando su homosexualidad de su madre hasta que se le llegua para restaurar un tipo de cuerpo que no esperaba: un muchachito gay que fue asesinado por 2 fanáticos cristianos.
Después de eso, él tiene visiones todos los días del espíritu del chico y ve a un grupo de cristianos conservadores que van a insultar a la familia en el entierro. La presión comienza a aumentar hasta que él confiesa a su madre que es gay.
Después de eso, durante una misa, descubre que, para conectarse con el Divino, nadie tiene que someterse a la opinión de los líderes de cualquier iglesia.

David, il personaggio di Michael in Six Feet Under (2001) ha molte scene di baci gay. E in una delle scene umoristiche dello show, lui ha un incubo in cui si vede nudo in un concorso di bellezza.
Il corpo di Michael (1, 78m) è in forma migliore oggi che a quel tempo.
Il suo primo film è stato Paycheck (2003).
Ma probabilmente il lavoro più famoso di Michael è stato come il protagonista di Dexter. Lui ha avuto questa parte dal 2006 al 2013.
Nel 2011, abbiamo visto il suo culo nel film The Trouble with Bliss.
Culetto carino, vero?rs
Senza parlare dei suoi molti lavori come attore teatrale, Michael ha avuto fino adesso 12 lavori come attore televisivo e cinematografico, 6 come doppiatore e 1 come regista.
Lui non ha mai avuto figli. Ma è stato sposato con l’attrice Amy Spanger dal 2002 al 2006 e con l’attrice Jennifer Carpenter dal 2008 al 2011.

Até!

terça-feira, 6 de outubro de 2015

COMEMORANDO O DIA DO MICROEMPRESÁRIO

Oi!!!

Ontem, 05 de Outubro, foi comemorado o Dia Nacional do Microempresário.
Então, pra marcar a data, vou lembrar aqui de um filme pornô sobre um microempresário.rs se trata de A Estoquista.
O filme foi dirigido pelo Richard de Castro e lançado em 2006.
A história é bastante simples: um microempresário, interpretado pelo ator pornô Vinny Burgos...
...tem 1 homem e 3 mulheres trabalhando na microempresa dele, que cuida de um estoque de caixas.
O homem em questão é interpretado pelo ator pornô Neto.
Bom, as 3 lá querem subir na empresa. E pra conseguir isso, elas resolvem dar pro patrão em troca de uma promoção.
Ah, sim. E uma delas também dá pro outro colega de trabalho, quando ele tá descansando na hora do almoço.
Bom, o filme se resume a isso.
E quem quiser ver um post sobre o Vinny pode dar uma clicada aqui:


Até a próxima e divirtam-se!rs

domingo, 4 de outubro de 2015

NO DIA DA AVE, UMA PALAVRINHA SOBRE O TOLO MITO DA ÁGUIA

Oi!!!

Como alguns de vocês devem saber, amanhã, 05 de Outubro, é comemorado o Dia da Ave. Então, quero aproveitar pra desmistificar aqui uma historinha que a gente tem visto muitos evangélicos contando por aí: o mito da águia.
De acordo com eles, quando uma águia completa 40 anos (ou 50 ou 60 ou 70, de acordo com diferentes versões, que variam de uma igreja evangélica pra outra), o corpo dela se deteriora. E aí ela tem 2 opções: terminar de morrer seguindo essa deterioração; ou se fechar sozinha num lugar isolado, arrancar todas as unhas e todas as penas com o bico e depois quebrar o bico e ficar alguns meses isolada ali até tudo crescer de novo. E aí, ela sai dali 100% renovada, como uma águia completamente jovem.
Bom, depois que contam esse mito, eles chegam pra quem não é da igreja deles e falam:

“Tá vendo. Você também pode ser uma águia. É só morrer pro mundo, destruir tudo o que o mundo deu a você, se isolar na nossa igreja e aprender com o pastor a forma como Jesus quer ser servido. Aí você vai renascer completamente jovem e renovado.”

Bom, vamos por partes...
Uma águia com 70 anos é uma coisa até difícil de se imaginar, né? A expectativa de vidas águias é de em média 30 anos (um pouquinho mais ou um pouquinho menos, dependendo da raça).
Eu desconheço qualquer biólogo sério que tenha relatado qualquer ave que arranque todas as penas e todas as unhas de uma vez só. No máximo, numa situação de estresse, a ave pode arrancar algumas penas do peito, que é onde ela alcança com o bico (periquitos, papagaios e araras, principalmente, às vezes fazem isso).
Talvez um biólogo evangélico diga outra coisa, mas...
Quanto a quebrar o bico e depois ficar meses esperando ele crescer de novo, nem preciso dizer nada, né? Nenhum animal sobreviveria a todo esse tempo sem comer. Se uma ave quebra o bico (e se isso acontece é acidentalmente, é claro, e não porque ela quer quebrar), geralmente ela morre de fome depois de poucos dias.
E o mais sem sentido: um animal de 70 anos vai virar um animal de estrutura física 100% jovem só porque ele arrancou todas as penas e todas as unhas? Temos que mandar os velhos humanos arrancarem todos os cabelos e todas as unhas! Quem sabe assim eles viram adolescentes de 15 anos, né?
Apesar disso, a crentalhada afirma indiscutivelmente que esse mito é verdade. Porque tem algumas passagens na Bíblia que dão a entender que isso acontece com as águias.
Bom, essa é só mais uma das várias situações em que os evangélicos, principalmente os pentecostais e os neopentecostais, querem seguir a Bíblia ao pé da letra. Não se esqueçam de que eles acreditam mesmo que o Adão foi criado do pó por Jeová, eles acreditam mesmo que a Eva foi criada de uma costela do Adão, eles acreditam mesmo em cobra falante que oferece maçã pros humanos... Pra eles, TUDO ISSO EXISTIU DE FATO.
Isso não chega a surpreender, já que eles acreditam que os pastores deles “têm todo o poder e autoridade debaixo dos Céus, outorgado diretamente por Jeová pra falar em nome de Jeová” e eles acreditam que os pastores deles “são os ungidos que devem explicar a todas as nações qual é a vontade de Jeová sobre a Terra”.
Você duvida disso? Procure no Google que você acha essas definições em sites evangélicos.
E depois eles acham um absurdo os católicos reconhecerem o papa como líder. É pra rir, né?
Mas enfim: já que um evangélico acredita nisso tudo que eu disse aqui, você se surpreende com o fato de ele acreditar no mito da águia?
Antes que alguém diga que a MINHA religião também tem mitos, é claro que eu sei que tem. Só que EU, assim como a maioria dos pagãos, tenho discernimento suficiente pra saber que esses mitos foram criados há milênios atrás, numa época em que não existiam as explicações científicas que existem hoje pras situações. Não adianta tentar ver o Mundo de hoje com a mentalidade de 2000 anos atrás, como a gente vê muitos cristãos fazendo atualmente.
Bom, pra encerrar, quero lembrar aqui que não estou dizendo pra ninguém que quer ser evangélico deixar de ser, nem nada disso. Nós, pagãos, somos contra o proselitismo: não podemos trazer ninguém pras nossas religiões contra a vontade dele e também não podemos tirar ninguém da religião onde ele está por vontade própria.
Então, quem quer ser evangélico, gosta de ser evangélico e se sente bem sendo evangélico, que continue sendo. Gosto é gosto, né? O que é de gosto é regalo da vida.
Mas se você NÃO quer continuar sendo evangélico e NÃO está feliz sendo evangélico, só quero lembrar que não faltam outras religiões por aí.
Bom, mito derrubado.

Até a próxima!

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

34ª ENQUETE

Oi!!!

Bem-vindos a Outubro!
Bom, vamos direto à pergunta da enquete do mês: o que você achou do travesti que apareceu numa das paradas gays desse ano representando Jesus crucificado?

Caso alguém ainda não saiba do que eu estou falando, provavelmente foi a imagem ligada aos gays que gerou mais polêmica em 2015. E alguns não-héteros da nossa sociedade acharam que isso foi positivo pra nós...
Sinceramente, “positivo” em quê?
Por acaso isso concedeu algum direito a mais a algum homossexual ou bissexual? É evidente que não.
Algum grupo que trabalha com a imagem de Jesus crucificado passou a ver melhor os homossexuais e bissexuais por causa disso? É evidente que não.
Então, cadê a questão aí do “positivo”, que eu não consegui ver onde está?
Deem uma olhada na enquete que eu fiz em Agosto sobre a questão da Marcha das Vadias. Ali eu fiz questão de lembrar a vocês que fazer manifestações ridículas no meio da rua não vai melhorar a imagem dos homossexuais e bissexuais nem vai dar mais direitos a nós.
Gente, vamos raciocinar: não é com agressões escrachadas contra o Cristianismo que nós vamos mudar alguma coisa que os cristãos fazem contra nós, mas sim com estrategismo, praticando atitudes que produzam resultados práticos.
Se você é homossexual ou bissexual e não gosta dos cristãos, OK. Eu entendo. Acho que 90% dos homossexuais e bissexuais brasileiros têm motivos de sobra pra ter algum sentimento negativo contra algum cristão: aversão, rejeição, raiva, ódio e adjacências. A forma como eles (e principalmente os chefes midiáticos deles) nos tratam justifica que você sinta isso por eles.
Mas desfilar numa parada gay fantasiado de Cristo crucificado não vai resolver o problema em nada.
Em vez disso, eu sugiro que não levem nenhum símbolo do Cristianismo pra parada gay. Nem pra falar bem nem pra falar mal. E isso é até uma forma de esfregar na cara dos cristãos o quanto nós somos independentes deles: nós temos os nossos próprios símbolos; não precisamos dos símbolos deles.
É como os homossexuais que já foram cristãos e se converteram a outra religião (Budismo, Candomblé, Druidismo, Heathenry, Helenismo, Hinduísmo, Taoismo, Wicca e Xintoísmo, por exemplo). A mensagem que eles estão passando pros cristãos não é muito diferente dessa: se o deus de vocês, cristãos, nos vê como abominações, não tem problema; nós temos os nossos próprios deuses e não precisamos do deus de vocês.
Pronto. Isso não é muito mais inteligente do que pegar imagens do Cristianismo pra fazer manifestações ridículas no meio da rua?