Oi!!!
Como alguns de vocês já devem saber, amanhã, 25 de Outubro, é comemorado o Dia da Democracia.
Então, decidi falar aqui sobre uma ameaça que a democracia vem sofrendo no Mundo com o crescimento do Islamismo e a permissividade que certos países democráticos estão demonstrando em relação às exigências do Islamismo.
Um exemplo bastante claro disso foi em Janeiro, quando uma comitiva do Irã foi recebida na Itália e pediu ao papa e ao primeiro ministro que cobrissem as estátuas nuas que ficam em exposição por lá, sob a alegação de respeito à cultura deles. E os italianos meteram o rabo entre as pernas e obedeceram!
Eu queria ver se fosse ao contrário, né? Imaginem se uma comitiva de qualquer país do Ocidente fosse ao Irã e pedisse pro iranianos tirarem algum objeto deles de algum lugar por lá, sob a alegação de respeito à Cultura Ocidental...
Todo mundo tem que entender o seguinte: se você está no SEU país, você fala e faz o que você quer. Se isso bate de frente contra hábitos e costumes muçulmanos, o que é que nós temos com isso??? Se um muçulmano vem do Oriente Médio pro Brasil e não gosta das coisas que eu falo ou das coisas que eu faço ou então não gosta de algum objeto que ele vê aqui, ele é que tem que se adequar isso. Ou então que ele vá pra algum país de maioria muçulmana, onde ele vai ver SÓ coisas que ele quer. Mas não querer que eu mude dentro do meu próprio país.
Agora vejam só: o Islamismo não é apenas uma religião, mas também uma série de imposições de regras, quase sempre opostas às liberdades individuais, que entram pela política, pelo militarismo e pela cultura geral de um país.
Por isso mesmo, os castigos físicos e penas de morte são comuns no Islamismo: se você comete um erro, mandam dar 80 chibatadas em você; se você comete outro tipo de erro, mandam cortar a sua mão com um golpe de machado; se você comete outro tipo de erro, mandam enforcar você; se você comete outro tipo de erro, mandam cortar a sua cabeça...
Não esquecendo que o que os muçulmanos chamam de “erro” é qualquer coisa que não se adapte à leitura que eles fazem do Alcorão.
É bom lembrar que, se um muçulmano deixar o Islamismo (se ele quiser virar ateu ou se converter a outra religião), ele já está automaticamente condenado à morte pelas leis da Shariah. E é um direito do homem mais velho da família dele (o pai, o irmão mais velho ou outro) matar ele com as próprias mãos por causa disso.
Não se esqueçam também de que os muçulmanos sempre dizem que qualquer coisa que não se enquadre no que eles definem como “certo” é uma ofensa contra o Islamismo. Se alguém que não é muçulmano fez um desenho de qualquer coisa, muitas vezes isso já é o suficiente pra começar manifestações de extrema violência por parte deles. Vejam que a maioria deles quiseram destruir o Ocidente por causa de charges com a imagem do tal do Maomé (engraçado: nunca vi grupos budistas começando guerras nem querendo destruir meio mundo só porque alguém fez uma charge de Buda, nunca vi grupos católicos começando guerras nem querendo destruir meio mundo só porque alguém fez uma charge de Jesus...).
Vale dizer também que o Islamismo é literalmente CONTRA a democracia: os muçulmanos defendem que as únicas leis que podem fazer toda a Humanidade viver no que eles chamam de “paz” e “justiça” são as leis deles (que eles acreditam que foram estabelecidas por Allah e que não podem ser alteradas), e não leis criadas por diferentes culturas pra atender às necessidades dessas culturas.
Aí os países democráticos do Ocidente olham pra todas essas situações e dizem:
“Ah... Mas é a cultura deles... Nós não podemos fazer nada... Nós temos que ser tolerantes... Nós temos que respeitar que eles se comportem assim...”
Olhem, em relação a ALGUMAS das situações mencionadas acima, eu até posso respeitar que eles se comportem assim lá nos países deles. Mas não aqui.
Eu não tenho que deixar um muçulmano me agredir nem agredir outro ocidental só pra mostrar o quanto eu sou “tolerante” com a cultura deles.
Até porque isso não é tolerância. Isso já é PERMISSIVIDADE mesmo.
Aí alguém vai dizer:
“Ah, mas eu moro em São Paulo e conheço um muçulmano que não faz nada disso.”
“Ah, mas eu moro no Rio e conheço uma muçulmana que nunca apoiou nada disso.”
É claro. Mas aí você não está levando em conta um detalhe que faz toda a diferença: você não pode comparar um muçulmano que foi criado num centro urbano do Ocidente com um muçulmano que foi criado num país do Oriente Médio.
Por mais que os 2 sejam da mesma religião, eles nunca vão pensar e se comportar da mesma forma.
Os ocidentais, principalmente os de classes sociais mais altas, têm a tendência de tratar a religião como algo filosófico, como um conjunto de metáforas que são usadas mais pra refletir. Eles consultam a religião pra pensar sobre os assuntos que são abordados ali, e não pra seguir ao pé da letra e de forma fundamentalista o que é dito ali.
Provavelmente ESSE vai ser o padrão de comportamento de um muçulmano que foi criado no Centro do Rio, no Centro de São Paulo ou em qualquer outro grande centro urbano do Ocidente.
Mas os povos que foram criados no Oriente Médio, muito pelo contrário, vivem em função do fundamentalismo: se a religião manda fazer aquilo, então TEM QUE SER aquilo, aquilo e aquilo. Não se discute, não se negocia e não se fala nada contra.
E a permissividade disfarçada de democracia que muitos ocidentais têm demonstrado em relação a isso está dando força a esse último tipo de muçulmano. E isso é uma ameaça à democracia!
Vamos ser sempre democráticos, sim. Mas não podemos ser permissivos.
Até!





















