domingo, 12 de março de 2017

UM SOCO NO ESTÔMAGO DOS CONSERVADORES



Oi!!!

Como a maioria de vocês já devem ter visto, no dia 10 de Março eu fiz um post homenageando o Dia do Sogro. E assim, não deu pra mandar ESSE post aqui, que também diz respeito ao dia 10.
É que 10 de Março também é o Dia do Conservador. Vocês sabem, né? Aquele pessoal que, em maior ou menor grau, acha que as coisas têm que voltar a ser como eram no século XIX e parar no tempo por lá.
Pra quem ainda não ligou o nome à pessoa, os conservadores também conhecidos como hipócritas, pedantes, santarrões e outros nomes, são aqueles que tentam impor aos outros aquilo que eles mesmos nunca fazem em termos de “moral e bons costumes”. E que passam o tempo todo julgando os outros dizendo que não estão julgando.
Então, vamos ver um filme pornô brasileiro que mostra a casa de uma família conservadora de uma cidade do interior, chamado Aninha, a Cabritinha.
O filme mostra um caipira rico, interpretado pelo Renato Werneck, que mora numa mansão numa cidade do interior junto com a esposa, o caseiro Geovane e 2 empregadas.
Todos na casa passam uma imagem de família tradicional, que acha um absurdo fazer sexo fora do casamento e adjacências.
Bom, sempre que a esposa do Renato tem tempo, ela vai pra cidade vizinha sem ninguém saber pra trepar com o amante dela.
Esse foi interpretado pelo ator pornô Vagner.
Quando não tem ninguém em casa, o caseiro não perde tempo em comer umas das empregadas.
Esse foi interpretado pelo ator pornô Giovani.
E a outra empregada é que dá nome ao filme. Ela foi apelidada de Aninha Cabritinha e passa todo o tempo livre dela chupando o cacete dos homens da cidade sem as esposas e as namoradas deles saberem.
Um deles foi interpretado por um ator pornô chamado Rafael...
...que só apareceu nesse filme.
Outro dos homens da cidade que recebeu um dos famosos boquetes dela foi interpretado pelo ator pornô Dino Miranda.
Aliás, podem clicar aqui pra ver um post sobre ele:


Bom, o Renato ouve o Geovane comentando sobre os boquetes da empregada, que já ficaram bem conhecidos entre os homens da cidade.
Na frente do Geovane, ele faz aquele teatro típico de conservador que acha aquilo um absurdo e tal. Mas, na prática, ele passa a seguir a empregada pra ficar vendo ela chupando os cacetes que encontra pelo caminho.
Finalmente, de noite, quando ela vai chupar o 3º cacete do dia...
...o Renato chega e surpreende ela.
E aí ele quer que ela faça uma suruba com ele e com o cara que ela tava chupando ali na hora, interpretado pelo ator pornô Wesley (que, por sinal, apesar de ter feito mais pornografia hétero, também já fez muitos filmes gays e com travestis).
Vocês acham que ela não aceita?
Tá aí. Imagine alguma família radicalmente conservadora que você conhece. Por trás, eles devem fazer coisas parecidas com o que a gente vê nesse filme.

Até!

sexta-feira, 10 de março de 2017

COMEMORANDO O DIA DO SOGRO



Oi!!!

Hoje, 10 de Março, é comemorado o Dia do Sogro. Então, pra lembrar a data, vamos dar uma olhada em 2 médias-metragens de pornografia gay sobre o assunto, com os atores pornô Adam Russo e T. J. Handler, que formam uma pequena série cinematográfica.
The Son-in-Law, lançado em 2012 e com 41 minutos de duração, mostra o personagem do T. J. indo falar com o personagem do Adam. Ele foi pedir a filha dele em casamento.
O Adam não faz nenhuma objeção. Mas quer que o T. J. faça algumas coisinhas pra ele...
Ele começa mandando o rapaz massagear os pés dele.
Depois, ele manda o T. J. lamber os pés dele.
Finalmente, o Adam tira a roupa. E daí pra frente é só prazer.
Terminada a diversão, o Adam deixa o T. J. se casar com a filha dele, tendo certeza de que vai curtir muito a companhia do genro daqui pra frente.
Logo depois, foi criada uma continuação de 34 minutos chamada The Son-in-Law Part II, que segue a mesma linha do 1º. Mas começa com os 2 dormindo na mesma cama. Assim, dá a entender que essa parte se passa depois que o T. J. já se casou com a filha do Adam. E o sogro e o genro continuam se divertindo.
Bom, é isso aí.
Divirtam-se!rs

Até a próxima!

terça-feira, 7 de março de 2017

DEMOCRACIA, SIM! FEMINISMO, NÃO!



Oi!!!

Como sabemos, 08 de Março é o Dia Internacional da Mulher. Então, eu quero aproveitar a oportunidade pra falar sobre o feminismo.
Uma vez eu fiz um post no Super CECG&B sobre o machismo. Se alguém quiser ver, acho que ele complementa um pouco esse post aqui. Lá vai o link:


Bom, se alguém me perguntar se o feminismo já foi necessário, eu respondo tranquilamente que sim. Nas épocas em que as mulheres não tinham vez nem voz na sociedade.
Existem situações específicas em que um extremismo só é derrubado (ou pelo menos enfraquecido) com o extremismo oposto. E esse foi o caso do feminismo contra a sociedade patriarcal.
Numa época em que nenhuma mulher ocupava nenhum posto de liderança social, numa época em que as mulheres casadas só podiam trabalhar e votar com autorização por escrito dos maridos, numa época em que nenhuma mulher nunca tinha sido nem sequer prefeita na política brasileira (sim: mais ou menos até o meio do século XX as coisas funcionavam assim!), ALI foi necessário que o feminismo viesse com toda a força que pudesse.
As mulheres não tinham os mesmos direitos que os homens aos olhos da lei. Portanto, era preciso NAQUELA ÉPOCA conquistar esses direitos, evidentemente.
Mas hoje esses direitos já foram conquistados. Não podem nem mais dizer que nenhuma mulher nunca foi eleita Presidente do Brasil. E depois reeleita, não se esqueçam!
No Brasil, a mulher JÁ TEM os mesmos direitos sociais que o homem. Então, pra falar em feminismo em 2017, só se você quiser que a mulher tenha MAIS direitos do que o homem, e não os mesmos direitos que o homem.
Aí vai ter gente que vai dizer:

“Ah, mas mesmo na política a quantidade de mulheres é muito menor do que a quantidade de homens. Então, ainda não existe igualdade.”

Bom, pelo menos quando se trata de um sistema político democrático (e o Brasil pretende ser um), a gente só pode votar nos candidatos que aparecem. E caso alguém ainda não tenha percebido, a quantidade de candidatos homens é bem maior do que a quantidade de candidatas mulheres.
Se as mulheres querem que a quantidade delas aumente na política, elas têm que se candidatar mais a cargos políticos. Eu não posso votar na Fulana de Tal se a Fulana de Tal não se candidatou.
Agora revisando uma parte lá de cima do texto, eu mencionei o feminismo como uma forma de extremismo, o que eu já sei que muitas feministas vão dizer que não é verdade.
Bom, é só prestar atenção nos discursos feministas que a gente vai perceber em pouco tempo muito mais palavras de aversão contra os homens do que de busca pelos direitos das mulheres.
Vou dar um exemplo simples. Na última eleição pra Prefeitura do Rio de Janeiro, a candidata Jandira Feghali declarou:

“O que os prefeitOs não fizeram, uma prefeitA terá coragem de fazer.”

Agora imaginem se fosse ao contrário. Se um determinado posto de comando tivesse sido ocupado até hoje só por mulheres, se agora um homem se candidatasse a esse posto e se ele chegasse em público e falasse:

“O que as mulheres que ocuparam esse posto não fizeram, um homem terá coragem de fazer.”

No dia seguinte iam ter passeatas feministas, com frases de ódio contra esse homem escritas em cartazes em letras garrafais. Além de feministas com olhos arregalados, rangendo os dentes e exigindo que a candidatura dele fosse cassada.
Embora muitas mulheres feministas não assumam isso, o que elas chamam de “feminismo” na prática é o simples fato de passar o tempo todo reclamando dos homens e falando mal dos homens.
Na verdade, o feminismo parte do princípio de que nenhum homem presta, mas toda mulher é uma santa.
Bom, pelo que eu já vi ao longo da minha vida, santo ninguém é. Você pode pensar na pessoa mais boazinha que você conhece que você vai ver que, pelo menos em determinados momentos, ela tomou atitudes que foram no mínimo questionáveis em termos de honestidade (não importa se ela tem um pênis ou uma vagina entre as pernas). É ou não é?
Quanto a prestar ou não prestar, lamento informar a quem tem uma visão idealizada de um determinado grupo, mas em todo grupo de pessoas existe gente que presta e gente que não presta.
Então, se você quiser dividir a Humanidade em ‘grupo dos homens’ e ‘grupo das mulheres’, fatalmente você vai encontrar gente que presta e gente que não presta dos 2 lados. E a mesma coisa se você dividir a Humanidade em ‘grupo dos homossexuais’ e ‘grupo dos heterossexuais’, ‘grupo dos ocidentais’ e ‘grupos dos orientais’ e por aí vai.
Partir do princípio de que um grupo de pessoas está sempre certo não importa qual seja a situação e outro grupo está sempre errado não importa qual seja a situação é o 1º passo pra chegar ao extremismo.
Você nunca percebeu que qualquer ato de fanatismo esportivo, de fanatismo religioso ou de fanatismo político começou exatamente por causa disso?

“O MEU GRUPO ESTÁ CERTO E O TEU ESTÁ ERRADO!!! ENTÃO, VOU ATACAR O TEU GRUPO E VOU TE METER A PORRADA!!!”

Esse é um discurso comum de qualquer fanático quando encontra alguém que pensa diferente dele. Quando uma torcida organizada de um time de futebol encontra outro time, quando um grupo de petistas encontra um grupo que não apoia o Lula nem Dilma ou quando um bando de pentecostais encontra um candomblecista, você sempre ouve alguma coisa parecida com isso saindo da boca dos membros desse grupo. Podem até não chegar à agressão física, mas muito provavelmente vão passar bem perto disso. Minimamente vão acontecer agressões verbais em fase extrema.
E quando uma feminista manifesta as ideias dela e a pessoa que está ouvindo não concorda com o que ela falou ali, o que a gente vê muitas vezes é exatamente esse tipo de reação. Você vê explicitamente nos atos, no tom de voz e nas demais reações dessa feminista que, se ela pudesse, ela voaria em cima da pessoa que não concordou com ela e despedaçaria essa pessoa a dentadas!
Principalmente se a pessoa em questão for homem, é claro.
Aí entra aquela ideia das feministas extremistas (denominadas “femistas” ou “feminazistas” em alguns casos) de que o homem tem que ser odiado a qualquer preço. Não importa o que ele pensa. Ele só tem que calar a boca e baixar a cabeça quando uma mulher fala.
Quando uma feminista desse tipo encontra um homem que não reage assim, antes de tudo ela chama ele de “machista”. E daí pra frente, ela surta, tem um ataque histérico e cacareja um monte de coisas sem sentido.
Na verdade, ESSE tipo de feminista é que acaba produzindo mais ódio contra TODAS as feministas. Da mesma forma que um cristão que faz um discurso agressivo, extremista e fanático acaba produzindo ódio contra TODOS os cristãos. É o mesmo processo.
O mais curioso é que criaturas desse tipo nem percebem que elas só conseguem o apoio de pessoas que são extremistas no mesmo nível que elas em relação a defender as mesmas ideias. Entre as pessoas mais sensatas, na melhor das hipóteses, todos os tipos de extremistas viram motivo de piada.
Aliás, a tendência é que qualquer pessoa mais sensata (que pode até defender as mesmas ideias, mas com um discurso mais equilibrado, mais racionalizado) vá fugir desse tipo de extremista e vá passar a rejeitar qualquer contato direto com quem se expressa assim.
Já que eu mencionei agressões físicas (ou a quase chegada a elas) nos exemplos acima, por que só são levadas em conta as agressões praticadas por um homem contra uma mulher? Por que a situação é sempre banalizada e desconsiderada quando uma mulher agride um homem?
É evidente que, se um homem bateu numa mulher, ele tem que responder juridicamente pelo que fez. Mas por que não existe a mesma consciência quando uma mulher bate num homem? Por que tratam a situação como se ela não tivesse feito nada de errado?
Não venham me falar em diferença de força física! Se você já tentou segurar uma mulher adulta que estava irritada com alguém, sem dúvida que você já viu que ela não é tão “frágil e indefesa” quanto certos discursos hipócritas pregam. E o que você encontra nas situações de agressão física praticadas por uma mulher (muitas vezes contra crianças, contra homens velhos ou contra homens com deficiências físicas inclusive) quase sempre é exatamente uma mulher adulta irritada com alguém.
Mais uma coisa: é claro que existem homens machistas que acham que têm o direito de bater nas mulheres só porque são homens e outras situações parecidas com essa. Alguém aqui está defendendo isso? Óbvio que não. E se algum homem fez isso, chamem e polícia e ele que se entenda com a lei. Mas eu também já vi situações em que o homem só bateu na mulher quando ele perdeu a paciência, depois que ELA tinha dado vários tapas e vários socos nele primeiro. Por que os tapas e o socos que ela deu nele não foram levados em conta?
É essa a “igualdade” que o feminismo prega?
E mesmo que você queira defender a “fragilidade física feminina”, se a mulher está com uma arma na mão, a força física nem tem como ser levada em conta (ao contrário do que os discursos feministas defendem exacerbadamente).
Mesmo quando a agressão que acontece não é física, uma feminista sempre acha que ela tem o direito de gritar com qualquer homem, mas quer botar na cadeia qualquer homem que grite com ela. Ela sempre acha que ela tem o direito de xingar qualquer homem, mas quer botar na cadeia qualquer homem que xingue ela.
Concluímos que é essa a “igualdade” que o feminismo defende.
Agora lembrando atitudes ditas “feministas” que não têm sentido, vamos ver 1 dos exemplos: a tal da “marcha das vadias”.
As mulheres que participam dessa manifestação enchem a boca pra dizer que aquilo ali é uma manifestação feminista e que elas estão ali lutando pelos direitos das mulheres.
Bom, o que a gente vê ali na prática? Um monte de mulheres aparentemente bêbadas e/ou drogadas, nuas ou seminuas no meio da rua, com frases agressivas contras os homens escritas pelo corpo.
Se um repórter se aproxima pra pedir uma explicação do motivo de elas se comportarem assim, muitas delas não respondem nada. Só dão aquelas risadas de bêbadas e ficam rodando a cabeça e se jogando pra lá e pra cá.
Eu só não entendi uma coisa: um monte de mulheres bêbadas ou drogadas (se elas não estão, tudo demonstra que estão), nuas ou seminuas em público, com frases agressivas escritas pelo corpo, rindo de forma insana em vez de dar explicações lógicas está ajudando a lutar pelos direitos de quem? Aliás, isso está ajudando quem no que quer que seja?
E o pior é que isso acaba prejudicando os gays, porque tem gente que pensa que aquilo ali é a parada gay.
Pra encerrar, quero destacar um erro que muita gente comete: achar que o feminismo veio trazer a igualdade entre o homem e a mulher... Sinceramente, depois de tudo o que a gente colocou em questão até agora, vocês viram algum igualdade sendo pregada pelo feminismo?
Não estou nem falando do que eu escrevi nesse texto aqui, mas das manifestações feministas que a gente vê sempre no dia a dia em todo lugar.
Se você é a favor da igualdade pra todos, você não é feminista. Você é democrata. Democracia não é feminismo. Aliás, passa longe de ser.
Querem algumas pequenas provas do que eu acabei de dizer? Pois não. Vamos lá:
A democracia parte do princípio de que os homens e as mulheres têm que ser iguais em direitos e deveres, ou seja, aí sim, igualdade entre homens e mulheres; o feminismo, como vimos em vários exemplos acima e como também vemos em outros exemplos no dia a dia nos mais variados lugares, parte do princípio de que as mulheres têm que ter mais direitos do que os homens (e não os mesmos direitos que os homens) e de que as mulheres não têm que ter nenhum dos deveres dos homens. Ou seja, PRIVILÉGIOS (sim, porque direito sem dever não é direito, é privilégio) das mulheres sobre os homens.
A democracia parte do princípio de que cada indivíduo (homem ou mulher) sabe o que é bom pra si; o feminismo parte do princípio de que SÓ A MULHER SABE O QUE É BOM, tanto pra ela quanto pro homem.
A democracia entende que cada indivíduo pode escolher se quer ou não ter alguém ao lado dele (se quer ser acompanhado por um homem, por uma mulher ou simplesmente por ninguém); o feminismo parte do princípio de que todo homem TEM QUE TER uma mulher ao lado dele, porque mulher vive numa boa sem homem, mas homem não tem condições de sobreviver sem mulher.
A democracia defende como um dos seus principais fundamentos que cada indivíduo tem o direito de manifestar a sua opinião, mas ninguém é obrigado a concordar com essa opinião; o feminismo parte do princípio de que toda mulher tem o direito de dar a sua opinião, de que todos os homens têm o dever e a obrigação de concordar com qualquer opinião emitida por uma mulher e de que as opiniões dos homens não têm valor nenhum e, por isso mesmo, eles devem até ser impedidos de dar qualquer opinião sempre que possível (a famosa frase “CALA A BOCA PORQUE VOCÊ É HOMEM!!!”, que tantas feministas gostam tanto de gritar nos seus frequentes momentos de histeria).
A democracia também defende como outro dos seus principais fundamentos que a maioria das pessoas que se manifestam em qualquer situação devem decidir o que deve ser feito; o feminismo parte do princípio de que as mulheres sempre devem decidir o que deve ser feito, mesmo quando elas não são a maioria.
Deu pra perceber a diferença entre feminismo e democracia? Pois é.
Fica aí algo pra refletir.

Até a próxima!

domingo, 5 de março de 2017

ENTRE O RAP E A ATUAÇÃO



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator e rapper inglês Samuell Benta.
Samuell Alexander Benta nasceu em Londres, em 29 de Agosto de 1986.
A estreia dele na televisão foi em 2006, em 1 capítulo do seriado The Bill, quando ele passou a usar o nome artístico simplificado de Samuell Benta.
Em 2007, ele foi o ranger preto da 15ª temporada de Power Rangers.
O Samuell teve até hoje 15 trabalhos como ator no cinema e televisão.
Eventualmente, ele também trabalha como rapper, usando o nome artístico de Myster?ous.
Ele tem 1, 78m.
Today we’ll talk about the English actor and rapper Samuell Benta.
Samuell Alexander Benta was born in London, on August 29th, in 1986.
His debut on TV was in 2006, in 1 episode of TV series The Bill. And since then he’s used Samuell Benta as his stage name.
In 2007, he was the black ranger of the 15th Power Rangers season.
Samuell’s been a Cinema and TV actor for 15 times to now.
Eventually, he also works as a rapper, using Myster?ous as his stage name.
He’s 178 centimeters tall.
Hoy hablaremos del actor y rapper inglés Samuell Benta.
Samuell Alexander Benta nació en Londres, el 29 de Agosto de 1986.
Su primer trabajo televisivo fue en 2006, en 1 episodio de The Bill. Y desde entonces, él ha utilizado Samuell Benta como su nombre artístico.
En 2007, fue el ranger negro de la temporada 15 de Power Rangers.
Samuell ha tenido hasta ahora 15 trabajos como actor televisivo y cinematográfico.
Eventualmente, también trabaja como un rapper, usando Myster?ous como su nombre artístico.
El tiene 1, 78m.
Oggi parleremo dell’attore e rapper inglese Samuell Benta.
Samuell Alexander Benta è nato a Londra, il 29 Agosto del 1986.
Il suo primo lavoro televisivo è stato nel 2006, in 1 episodio di The Bill. E da allora, lui usa Samuell Benta come il suo nome d’arte.
Nel 2007, lui è stato il ranger nero dell’anno 15 di Power Rangers.
Samuell è stato un attore cinematografico e televisivo per 15 volte fino adesso.
Alcune volte, lui lavora anche come un rapper, utilizzando Myster?ous come il suo nome d’arte.
Lui ha 1, 78m.

Até!

sexta-feira, 3 de março de 2017

ELE PAROU DE CONTAR AS TATUAGENS DEPOIS DA 35ª



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, dublador, cantor, músico e dançarino estadunidense A. J. McLean.
Alexander James McLean nasceu na Florida, em 09 de Janeiro de 1978.
Na infância, ele trabalhou como modelo e ator de teatro.
A estreia do Alexander como ator cinematográfico foi no filme de terror Truth or Dare?: A Critical Madness (1986).
Na época, ele passou a usar o nome artístico de Alexander J. McLean. Mas depois, mudaria pra A. J. McLean.
Em 1993, ele formou o grupo Backstreet Boys, junto com o Brian Littrell, o Howie D., o Kevin Richardson e o Nick Carter.
Em 2010, o A. J. também lançou 2 CDs como cantor solo.
Ele sempre se dedicou mais à carreira de cantor do que de ator (nessa última, ele só teve 10 trabalhos no cinema e televisão até hoje).
O A. J. já teve problemas com álcool e drogas e teve que se internar algumas vezes em clínicas de reabilitação pra se desintoxicar.
Em 2011, ele se casou com a figurinista Rochelle Karidis. E tão juntos até hoje.
Em Novembro de 2012, eles tiveram uma filha chamada Ava.
O A. J. já posou nu algumas vezes, mas sem mostrar o cacete, mostrando um corpo de 1, 75m.
Apesar de ter várias tatuagens espalhadas pelo corpo, ele não sabe dizer quantas tem (ele parou de contar depois que fez 35).
Em 2013, foi lançado o livro The Dirty Side of Glamour, que mostra celebridades em fotos... fora do comum.rs E o A. J. aparece numa das fotos pelado, com a bunda de fora e usando sapatos de salto alto.
Today we’ll talk a little bit about the American actor, voice actor, singer, musician and dancer A. J. McLean.
Alexander James McLean was born in Florida, on January 9th, in 1978.
As a little boy, he worked as a model and theater actor.
Alexander’s debut as a Cinema actor was in a horror film called Truth or Dare?: A Critical Madness (1986).
Then, he was credited as Alexander J. McLean. But later his name would be changed to A. J. McLean.

En 1993, A. J. empezó el grupo Backstreet Boys. Junto a él estaban como otros miembros del grupo Brian Littrell, Howie D., Kevin Richardson y Nick Carter.
En 2010, A. J. también lanzó 2 CDs como cantante solista.
El siempre se ha dedicado más a su carrera de cantante que a la de actor (en esta última, ha tenido hasta hoy solamente 10 trabajos cinematográficos y televisivos).
A. J. ya tuvo problemas con alcohol y con drogas y tuvo que ser hospitalizado varias veces en rehabilitación para desintoxicarse.

A. J. è sposato con Rochelle Karidis dal 2011.
Loro figlia Ava è nata nel 2012.
A. J. ha già posato nudo, ma non ha mai mostrato il suo cazzo. Ha un corpo di 1, 75m.
Anche se ha diversi tatuaggi per tutto il suo corpo, lui non sa quanti ne ha (lui ha smesso di contare i suoi tatuaggi dopo il 35º).
Il libro The Dirty Side of Glamour (2013) mostra delle celebrità in immagini insolite. Ed A. J. è in una di queste immagini. Lui è nudo, con il culo esposto e indossando scarpe col tacco alto.

Até!

quarta-feira, 1 de março de 2017

51ª ENQUETE



Oi!!!

Bem-vindos a Março!
Vamos à enquete do mês.
Já levantei esse assunto em vários outros posts. Mas tenho percebido que muitos homossexuais e bissexuais manifestam uma certa dúvida sobre uma situação. É algo que eles veem acontecendo em alguns casos numa boa e em outros casos se mostrando mais do que impossível.
Bom, você que tá lendo esse post muito provavelmente é gay ou bi, certo?
Ou, se você é hétero, minimamente se interessa pelo assunto. Então, se coloque no lugar de um gay ou de um bi.
Vamos dizer que você, sendo gay, vê outros gays e bis fazendo amizade com cristãos sem problemas. Só que, quando você tenta fazer amizade com outros cristãos e você não esconde deles que você não é hétero, você não consegue.
Aí você fica com aquelas dúvidas se a amizade entre um não-hétero e um cristão é possível ou impossível.
Então, a minha pergunta desse mês é exatamente essa: se alguém é homossexual ou bissexual esse alguém pode ter uma amizade sincera com um cristão?

Agora vou dar a minha opinião (um pouco longa rs):
Eu diria que depende muito do tipo de igreja que o cristão em questão frequenta.
Os católicos romanos, pelo menos em sua maioria, não são um grupo religioso extremista no Brasil. A maioria não vive de acordo com o que pregam as correntes mais conservadoras do Catolicismo Romano.
Os piores exemplos de católicos radicais no Brasil geralmente são as beatas. Aquelas velhas desocupadas que passam o dia inteiro na igreja tomando conta da vida de todo mundo. Com elas provavelmente você não vai encontrar nenhuma boa recepção se elas souberem que você não é hétero.
No caso dos protestantes históricos (ou seja, anglicanos, batistas, luteranos, metodistas, presbiterianos...), você costuma encontrar basicamente a mesma coisa que entre os católicos.
Eu mesmo já entrei pessoalmente em igrejas desse tipo e não vi nada de radical nem de extremista.
A grande maioria dos protestantes históricos frequentam lugares comuns, se vestem com roupas comuns, conversam com você sobre qualquer assunto...
Muitos tiveram experiências sexuais antes de casar. E apesar de defenderem que o sexo antes do casamento não é o mais adequado, eles também não tratam isso como uma tragédia nem como uma condenação inegociável ao Inferno.
Aliás, é bem raro ver um protestante histórico de 5 em 5 segundos apontando o dedo pra outra pessoa e dizendo que ela está pecando porque ela está fazendo isso, aquilo ou aquilo outro.
Sem dúvida que eles vão concordar com você em alguns assuntos e discordar em outros. Mas essa é uma situação que você encontra conversando com qualquer pessoa.
E claro que você vai encontrar alguns extremistas ali no meio. Mas a maioria entende que as doutrinas das igrejas deles dizem respeito a quem escolheu fazer parte dessas igrejas. E só. Não é algo pra ser imposto a ferro e fogo e a unhas e dentes a toda a Humanidade.
Então, sim: pelo menos com a maioria deles dá pra fazer amizade.
Então, me parece que o problema principal é com os pentecostais e neopentecostais.
ESSES, só devido à ética proselitista deles de fazer todos os seres humanos DO MUNDO passarem a acreditar na mesma coisa que eles, pensar da mesma forma que eles e se comportar da mesma forma que eles, já se tornam pessoas extremamente difíceis de lidar.
E só se aproximar de um deles já vai ser difícil, a não ser que você fale só coisas que ele quer ouvir.
E é claro: pra se aproximar de um deles você também tem que gostar de todas as passagens da Bíblia que falam de castigo e punição, porque eles recitam essas partes da Bíblia 24 horas por dia.
Você também vai ver eles sempre julgando os outros. Mas dizendo que não estão julgando, e sim repetindo o que a Bíblia diz.
E principalmente: qualquer comportamento relacionado a sexo com o qual eles não concordem vai ser taxado de “demoníaco”, “diabólico”, “luciferiano”, “satânico” e adjacências.
Mas vamos dizer que você encontre um pentecostal ou neopentecostal que seja um pouco menos agressivo...
Se você tentar fazer amizade com ele, ele vai tentar levar você pra igreja dele? Podemos afirmar com 99% de certeza que sim. Aliás, falando por experiência minha, nunca vi um pentecostal ou neopentecostal que nunca tenha tentado fazer isso quando encontra um ateu ou uma pessoa de outra religião. Na melhor das hipóteses, tem aqueles que não insistem quando veem que não adianta. Mas tentar uma vez ou outra eles sempre tentam.
Ou então, quando outros amigos ou parentes dele estiverem por perto, ele vai pedir pra você evitar falar sobre “certas coisas” na frente deles. E “certas coisas” significa novela, praia, corte de cabelo, tipos diferentes de roupa... Não se esqueça de que, pra eles, você só pode ir aos lugares “que a Bíblia permite”, só pode usar as roupas “que a Bíblia permite” e só pode cortar os cabelos do tamanho “que a Bíblia permite”.
Aos olhos dele, você não é dono do seu nariz. O pastor da igreja dele é que sabe o que é certo ou errado pra você.

Discordar do que o pastor diz não é um direito seu, já que, pros pentecostais e neopentecostais, o pastor só fala tudo o que fala e só faz tudo o que faz inspirado pelo que eles chamam de “espírito santo”. Então, se você discordar do pastor, você está discordando do “espírito santo”.
Simplificando: você só vai conseguir ser amigo de um deles se você defender RADICALMENTE as mesmas ideias que eles.
Some-se isso ao fato de eles sempre se comunicarem na base do exagero e do escândalo.
Quanto a isso, basta lembrar que os pastores midiáticos que se expressam de forma mais agressiva (o Marco Feliciano, o Silas Malafaia e adjacências) são exatamente desse tipo de igreja.
Já sei que alguém vai dizer que conhece um pentecostal ou um neopentecostal que não é assim.
Bom, resta saber se já faz alguns anos que você convive com essa pessoa todo dia em situações pessoais e se, ao mesmo tempo, você observa essa pessoa sob uma ótica racional (é só assim que se CONHECE propriamente alguém).
Se for esse o caso, veja se ele trata todo mundo com respeito e educação (independente das diferenças de religião e de comportamento sexual) e veja se ele não fica compulsivamente tentando controlar a forma como as outras pessoas pensam e se comportam.
Só um aviso: se você tem uma imagem muito idealizada desse seu amiguinho penteca ou neopenteca e agora vai passar a analisar ele sob uma ótica só racional, se prepare pra decepções. Provavelmente bem grandes!