terça-feira, 25 de julho de 2017

COMEMORANDO O DIA DO DETETIVE PARTICULAR



Oi!!!

Amanhã, 26 de Julho, é o Dia do Detetive Particular.
Então, vamos comemorar a data com um filme pornô.
O Caso da Cunhada Gostosa!, lançado em 2006, foi escrito e dirigido pelo Roger Lemos.
O filme conta a história de um detetive particular chamado Igor Q Pinto, interpretado pelo ator pornô Ygor.
Ele já fez alguns filmes pornô com travestis. Mas filme pornô gay mesmo não teve nenhum até agora.
Bom, o Igor ganha a vida dando flagrantes em mulheres casadas que traem os maridos. E ele tem um colega que ajuda ele a fazer: o Roger, interpretado pelo próprio diretor Roger Lemos (que adora entrar no meio da farra dos filmes pornô que ele dirige rs).
Acontece que o Roger é um mestre do disfarce. E assim, ele se disfarça como os amantes das mulheres que o Igor tá investigando e transa com elas num lugar onde o Igor consiga fotografar. E elas não desconfiam de nada, pois pensam que tão transando com os amantes de verdade.
Na 1ª vez em que eles fazem isso, o Roger se disfarça como um amante interpretado pelo ator pornô Dhones Portella.
Esse também já fez vários filmes pornô com travestis. Até bem mais que o Ygor. Mas também nunca fez filmes pornô gays.
Bom, acontece lá a trepação e o Igor fotografa tudo.
Na 2ª vez em que eles fazem isso, o Roger se disfarça como um amante interpretado pelo ator pornô Ed Junior.
Esse já fez alguns filmes pornô gays. Mas se especializou mais em pornografia hétero.
Bom, novamente acontece lá a trepação e o Igor fotografa tudo.
Depois disso, o Igor recebe um convite da cunhada dele, que cismou que quer dar pra ele.
Ele fica na dúvida se deve ou não aceitar. E o Roger vai conversar com ele, dizendo que a irmã de uma namorada dele também já quis dar pra ele. E aí o Roger foi lá e comeu ela.
O Igor mostra ao Roger o endereço de um motel onde a cunhada tá esperando ele. E o Roger, disfarçadamente, rouba o papel onde o endereço tá escrito.
Aí ele se disfarça de Igor, vai lá e come tal da cunhada do Igor fingindo que é ele.
E o filme acaba.

Bom, até a próxima! E divirtam-se!

domingo, 23 de julho de 2017

UM GAY ASSUMIDO QUE JÁ FOI DE SOLDADO A GRANDE CULINARISTA



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no chef, empresário, e ex dançarino israelense Ron Ben-Israel, que fala sem problemas que é gay.
Ele nasceu em 1957.
Desde criança, o Ron sempre gostou de cozinhar.
Ele foi criado em Tel Aviv. E estudou na Thelma Yellin High School of the Arts.
Nos anos 70, o Ron serviu ao Tsva ha-Hagana le-Yisra’el, o Exército de Israel.
Em 1978, ele começou a trabalhar como dançarino, se aposentando em 1993, quando se mudou pra New York. Mas só começou a se dedicar de verdade à culinária a partir de 1996.
Atualmente, o Ron é uma figura conhecida no meio culinário em vários países.
Ele é o presidente da fábrica de bolos Ron Ben-Israel Cakes, localizada em New York.
Today we’ll talk about the Israeli chef, businessman, and former dancer Ron Ben-Israel, who declares cheerfully that he’s gay.
He was born in 1957.
Since Ron was a small boy, he has always enjoyed cooking.
He was raised in Tel Aviv. And he studied at Thelma Yellin High School of the Arts.
In the 1970s, Ron joined the Army of Israel.
In 1978, he began to work as a dancer. And he retired in 1993, when he moved to New York. But he only began to devote himself to cooking in 1996.
Ron is currently famous in the culinary world in several countries.
He’s the president of the Ron Ben-Israel Cakes, located in New York.
Hoy hablaremos del cocinero, empresario y ex bailarín israelí Ron Ben-Israel, que declara alegremente que es gay.
El nació en 1957.
Desde que Ron era un niño, siempre le ha gustado cocinar.
El fue criado en Tel Aviv. Y estudió en la Thelma Yellin High School of the Arts.
En la década de 1970, Ron se unió al Ejército de Israel.
En 1978, él comenzó a trabajar como bailarín. Y se retiró en 1993, cuando se mudó a Nueva York. Pero sólo empezó a dedicarse a la cocina en 1996.
Ron es actualmente famoso en el mundo culinario en varios países.
El es el presidente de la Ron Ben-Israel Cakes, ubicada en Nueva York.
Oggi parleremo dell’uomo d’affari, chef e ex ballerino israeliano Ron Ben-Israel, che dichiara allegramente che è gay.
Lui è nato nel 1957.
Da bambino, Rob ha sempre apprezzato la cucina.
Lui è cresciuto a Tel Aviv. Ed ha studiato alla Thelma Yellin High School of the Arts.
Negli anni 70, Ron si è unito all’Esercito d’Israele.
Nel 1978, lui ha cominciato a lavorare come ballerino. E si è ritirato nel 1993, quando si è trasferito a New York. Ma ha cominciato a dedicarsi alle torte veramente dal 1996.
Ron è attualmente famoso nel mondo culinario in diversi paesi.
Lui è il presidente della Ron Ben-Israel Cakes, che si trova a New York.

Até!

sexta-feira, 21 de julho de 2017

A RESISTÊNCIA DO PUMA



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator e cantor venezuelano José Luis Rodríguez. Ou, como ele foi apelidado, El Puma.
Já falei sobre ele uma vez no CECG&B, mas aqui vai uma versão atualizada do post.
José Luis Rodríguez González nasceu em Caracas, em 14 de Janeiro de 1943, sendo filho de uma família muito pobre.
Quando o José tinha 6 anos, o pai, um imigrante espanhol, morreu.
A mãe, por participar de uma revolta contra o Marcos Perez Jimenez, o então ditador da Venezuela, teve que deixar o país e fugir com os filhos pro Equador, onde eles ficaram por 2 anos, conseguindo depois voltar pra Venezuela.
Anos mais tarde, ele conseguiu entrar prum curso na Escuela Tecnica Industrial Caracas, onde conseguiu formar um grupo musical com outros adolescentes, os Zeppis.
Apesar do grupo não ter durado nem 1 ano, o José soube que era mesmo à música que ele queria se dedicar. E ele começou a se apresentar em todos os lugares que podia, assim como tentava participar de todos os concursos que podia.
Quando conseguiu gravar o 1º disco, assumiu o nome artístico simplificado de José Luis Rodríguez.
E a carreira dele seguiu em frente a partir dali, gravando discos com os mais variados estilos de música dos anos 60: bolero, chá-chá-chá, mambo e tango.
Ele não demorou a se apresentar pelo Caribe e pelas Américas Central e do Sul. E logo virou um símbolo sexual da época.
As peças de teatro musicais também foram comuns naquela fase da carreira dele.
Em 1966, ele se casou com a atriz Lila Morillo.
Desse casamento nasceriam 2 filhas: as futuras atrizes Liliana Rodríguez e Lilibeth Morillo.
Em 1969, o José estreou no cinema, com o filme Las Golfas. Mas ele sempre foi, em 1º lugar, cantor: a carreira dele de ator sempre teve em 2º plano (ele só teve até hoje 16 trabalhos no cinema e televisão).
Em 1974, ele participou da novela venezuelana Una Muchacha Llamada Milagros, quando interpretou um personagem chamado El Puma. E esse personagem foi tão marcante e todo mundo começou a chamar ele tanto de “El Puma” que ele acabou acrescentando o nome desse personagem ao nome artístico dele: virou José Luis Rodríguez El Puma.
Em 1978, ele teve o trabalho dele como ator mais conhecido no Brasil, na novela venezuelana Cristina Bazán.
Em Junho de 1986, ele se divorciou da Lila.
No ano seguinte, o José começou a ter um caso com a modelo cubana Carolina Pérez, com quem teve uma filha, também naquele mesmo ano: a futura atriz Génesis Rodríguez.
Em 1997, ele se casou com a Carolina. E eles tão juntos até hoje.
Em 2014, ele revelou numa entrevista que tem uma doença incurável nos pulmões. Mas que tá se tratando dentro do possível.

Hoy vamos a hablar un poquito sobre el actor y cantante venezolano José Luis Rodríguez. O, como él fue apodado, El Puma.
Yo ya hablé sobre él una vez en el CECGyB, pero aquí va una versión actualizada de aquel post.
José Luis Rodríguez González nació en Caracas, el 14 de Enero de 1943. Era hijo de una familia muy pobre.
Cuando José tenía 6 años, su padre, un inmigrante español, se murió.
Su madre había participado en una revuelta contra Marcos Perez Jiménez, el entonces dictador de Venezuela. Y así, ella tuvo que abandonar el país y huirse con sus hijos a Ecuador, donde se quedaron por 2 años, consiguiendo algun tiempo después regresar a Venezuela.
Años más tarde, él consiguió entrar a un curso en la Escuela Tecnica Industrial Caracas, donde consiguió formar un grupo musical con otros adolescentes, los Zeppis.
El grupo no duró ni siquiera 1 año. Pero José supo allí que él quería dedicarse de hecho a la música. Y él comenzó a presentarse en todos los lugares donde podía, así como intentaba participar en todos los concursos que podía.

José Luis Rodríguez has been his stage name since he released his 1st disc.
And his career moved on from there, with him recording albums with the most varied musical styles of the 1960s: bolero, cha-cha-cha, mambo and tango.
He soon would be in shows in Caribbean, Central America and South America. And soon after, he became a sex symbol of the time.
Musical theater shows were also common in that phase of his career.
In 1966, he married actress Lila Morillo.
His eldest 2 daughters were born from this marriage: the future actresses Liliana Rodríguez and Lilibeth Morillo.
In 1969, José made his film debut with the film Las Golfas. But he has always been a singer first of all: his career as an actor has always been secondary (he has had only 16 jobs in Cinema and TV to this day).

Nel 1974 José è stato parte della telenovela venezuelana Una Muchacha Llamada Milagros, quando ha avuto un personaggio di nome El Puma. E questo personaggio è stato molto notevole e i suoi fans tutti quanti lo chiamavano “El Puma”. E così, ha finito per aggiungere il nome di questo personaggio al suo nome di palco: è diventato José Luis Rodríguez El Puma.
Nel 1978, lui ha avuto il suo lavoro più conosciuto in Brasile, nella telenovela venezuelana Cristina Bazán.
Nel 1987, divorziato, José ha iniziato ad avere un romanzo con la modella cubana Carolina Perez, con chi ho avuto una figlia, anche nello stesso anno: la futura attrice Génesis Rodríguez.
Nel 1997, lui ha sposato Carolina. E sono stati insieme fino adesso.
Nel 2014, José ha rivelato in un’intervista che ha una malattia incurabile nei suoi polmoni. Ma lui ha detto che si sta trattando il più possibile.

Até!

quarta-feira, 19 de julho de 2017

NO DIA DO FUTEBOL, VAMOS VER AS BOLAS DE UM JOGADOR



Oi!!!

Como alguns de vocês devem saber, hoje, 19 de Julho, é o Dia do Futebol.
E pra comemorar a data, vamos ver as fotos que o jogador Fábio Braz do Nascimento fez pra G Magazine em Novembro do ano 2000, quando tava pra fazer 22 anos, mostrando um corpo em forma de 1, 89m e um cacete de 19 centímetros com a cabeça arregaçada.
Bom, divirtam-se!rs
Até a próxima!

segunda-feira, 17 de julho de 2017

UM AUSTRALIANO COM CARA DE CHINÊS



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator australiano Gareth Yuen.
Ele nasceu em Victoria, em 24 de Março de 1978, numa família chinesa.
A estreia do Gareth na televisão foi em 1 capítulo do seriado Round the Twist, lançado no Brasil como A Família Twist.
Em 2007, ele interpretou o ranger azul da 15ª temporada de Power Rangers.
No mesmo ano, o Gareth apareceu em 3 curtas-metragens interpretando o mesmo personagem.
Ele teve até hoje 36 trabalhos como ator no cinema e televisão.
Today we’ll talk about the Australian actor Gareth Yuen.
He was born in Victoria, on March 24th, in 1978.
Gareth’s debut on TV was in 1 episode of TV series Round the Twist.
In 2007, he portrayed the blue ranger of the 15th Power Rangers season.
In the same year, Gareth was in 3 short films portraying the same character.
He has had 36 times as a TV an Cinema actor to now.
Hoy hablaremos sobre el actor australiano Gareth Yuen.
El nació en Victoria, el 24 de Marzo de 1978.
El primer trabajo televisivo de Gareth fue en 1 episodio de la serie de TV Round the Twist.
En 2007, él fue el ranger azul de la temporada 15 de Power Rangers.
En el mismo año, Gareth estuvo en 3 cortometrajes como el mismo personaje.
El ha tenido 36 trabajos como actor televisivo y cinematográfico hasta ahora.
Oggi parleremo un po’ dell’attore australiano Gareth Yuen.
Lui è nato in Victoria, il 24 Marzo del 1978.
Il primo avoro di Gareth in TV è stato in 1 episodio della serie televisiva Round the Twist.
Nel 2007, lui è stato il ranger blu dell’anno 15 di Power Rangers.
Nello stesso anno, Gareth è stato in 3 cortometraggi che ritraggono lo stesso personaggio.
Lui ha avuto 36 lavori come attore televisivo e cinematografico fino adesso.

Até!

sábado, 15 de julho de 2017

NO DIA DO HOMEM, UMA HOMENAGEM AOS PÊNIS PEQUENOS



Oi!!!

A maioria de vocês já devem saber que hoje, 15 de Julho, é o Dia do Homem.
Então, vou aproveitar a data pra homenagear um grupo de homens que acabam sendo meio desprezados pela sociedade em geral: os homens com pênis pequeno.
Nas sociedades ocidentais em geral existe uma supervalorização dos cacetões. O homem que tem pênis grande é sempre visto como “mais macho” e coisas desse tipo.
Bom, eu particularmente não vejo lógica nisso. Desde que seja grande o suficiente pro cara conseguir ter relações, tá ótimo, né?
Conseguindo ter relações, a questão não é se o cacete é pequeno, médio ou grande. A questão é saber usar.
É interessante que esse é um grupo discriminado tanto entre os gays quanto entre os bis e os héteros. Então, como a nossa ideia aqui é lutar contra todos os preconceitos contra os gays e bis, vamos lutar contra esse.
Nos Estados Unidos existe um humorista chamado Howard Stern. E em 2006, ele lançou o Concurso de Menor Pênis.
Pelo que eu entendi, funciona assim: se você tem um pênis pequeno, você se inscreve no concurso, vai ao programa de rádio dele, fica pelado na frente de uma mesa de jurados (junto com mais ou menos outros 15 candidatos), eles julgam se você tem o menor pênis ali do grupo e, se o seu for o menor, você ganhou.
Então, vou usar as imagens do concurso pra ilustrar o post de hoje.
Esses foram os candidatos:
Bob
Bruce
Chauncey
Felipe 1
Frank
Fred
John
Mario
Nelson
Peter
Travis (o único gay assumido que participou do concurso)

E os vencedores (terminou num empate técnico):
Felipe 2
Gary
Paul

Bom, até a próxima!

quinta-feira, 13 de julho de 2017

CROCODILOS À VISTA 3



Oi!!!

Terminando a nossa série de filmes de terror sobre crocodilos, hoje a gente vai dar uma olhada no filme de terror Rogue, lançado no Brasil como Morte Súbita.
O filme foi dirigido e escrito pelo Greg McLean.
Rogue foi produzido nos Estados Unidos e Inglaterra, mas foi todo gravado na Austrália.
O 1º país onde o filme foi lançado foi a Espanha, em Outubro de 2007.
Rogue é um filme que aposta mais no suspense do que no terror propriamente dito. A maioria das mortes acontecem em off e não vemos aqui dezenas de cenas do crocodilo despedaçando as vítimas a mordidas (até aparece vagamente isso, mas muito pouco).
Embora o crocodilo seja uma imagem 3D, ele é retratado de forma realista: apesar de ser um pouco maior do que um crocodilo comum, ele não é uma criatura de aparência bizarra e grotesca.
Uma coisa que prejudicou o filme foi o excesso de personagens sem função na história. Dá pra tirar pelo menos umas 5 pessoas do grupo visto ali, já que não interferem em absolutamente NADA na história. Nem são atacadas pelo crocodilo.
Rogue começa com um búfalo indo beber água na beira de um rio. E depois de olhar pra água por algum tempo e constatar que tá tudo em paz ali, ele se aproxima da água... e é puxado lá pra dentro por um crocodilo enorme que aparece do nada!
Acho que essa cena tá ali só pra mostrar que se trata de um filme sobre um crocodilo feroz e que ataca de surpresa, né?
Bom, depois disso, corta prum cara chamado Pete chegando a uma minúscula cidade do interior da Austrália.
Ele é o colunista de uma revista americana de turismo. E foi à Austrália pra ver como anda o turismo por lá e comentar o que viu na próxima edição da revista.
O Pete vai ao único bar das redondezas pra beber alguma coisa. E vê que as paredes do lugar tão cheias de reportagens com fotos de crocodilos capturados nos rios da região e de pessoas que foram mortas por crocodilos (aliás, as reportagens usadas pra fazer essa cena são de verdade).
Também tem alguns avisos de barcos que desapareceram nos rios da região em tempos recentes.
Bom, o Pete segue no caminho dele e chega à estação de barcos de um rio. E é dali que vai sair um barco pra fazer uma excursão pelo rio.
A guia de turismo, chamada Kate, tá levando o cachorro dela. E além dela e do Pete, tem mais umas 10 pessoas no barco.
Nas pedras nas margens do rio existem várias pinturas rupestres, retratando crocodilos. E também aparecem uns 2 ou 3 crocodilos comuns nadando nas proximidades do barco enquanto eles fazem o passeio.
No caminho, eles são interrompidos por 2 caipiras aparentemente não muito amistosos chamados Collin e Neil, que tavam de lancha no rio caçando patos.
A princípio, parece que eles vão ser os vilões da história. Mas, pra dizer a verdade, não passam de 2 bobos. E logo são deixados pra trás, enquanto a Kate segue com o barco dela.
Quando já tão terminando o passeio, eles veem um sinalizador disparado por um barco no Céu. E a Kate, a contragosto da maioria dos passageiros, decide ir até lá pra ver o que houve.
Eles encontram os destroços de um barco boiando na água, mas não há sinal de ninguém por perto.
De repente, um vulto de 7 metros se aproxima do barco por baixo e se choca contra ele.
O barco começa a fundar, mas a Kate ainda consegue pilotar ele até uma ilhota no meio do rio.
Todos tentam chamar ajuda, mas os celulares tão fora da área de cobertura.
Um dos turistas, chamado Everett, chega na beira da água num momento em que ninguém tá olhando pra ele... E de repente, todos ouvem um forte barulho de água revolta e, quando olham pro lugar onde o Everett tava, só veem o crocodilo nadando pra longe da ilhota!
Pouco depois, a lancha do Colin e do Neil se aproxima da ilhota.
A princípio, eles pensam que o grupo tá fazendo alguma brincadeira ali. Mas quando veem que o barco tá semidestruído, se aproximam pra ajudar.
Só que o crocodilo dá uma porrada na lancha e faz ela afundar. E o Neil consegue nadar até a ilhota, mas o Collin some.
O pior é que eles não tão muito longe do Mar, o que significa que o nível do rio vai subir junto com a maré daqui a algumas horas. Ou seja, a ilhota onde eles tão abrigados vai ficar quase submersa.
Eles concluem que o crocodilo deve ter entendido que eles se mudaram pra ilhota. E como os crocodilos são territorialistas, ele não quer apenas comer os humanos que tão ali, mas se livrar deles a qualquer preço.
De noite, Neil tem a ideia de amarrar a ponta de uma corda numa das árvores da ilhota, nadar até a margem do rio carregando a corda e amarrar a outra ponta numa árvore lá do outro lado.
Assim, todos podem atravessar pra lá pela corda.
Ele consegue fazer isso. E uma das turistas, chamada Mary, pede pra ser a 1ª a atravessar. Só que ela para no meio do caminho.
Isso provoca uma briga entre os outros turistas, que também querem passar. E alguns outros começam a subir na corda ao mesmo tempo.
Conclusão: não demora e vai todo mundo pra água.
Do outro lado do rio, o crocodilo aparece e come o Neil. E o pessoal que caiu na água mal tem tempo de nadar de volta pra ilhota.
Mesmo assim, o crocodilo pega um deles, chamado Allen.
Finalmente, eles têm outra ideia: pegar os patos mortos que o Neil caçou, cravar eles num gancho de ferro na ponta de uma corrente e jogar isso de um dos lados da ilhota. Assim, enquanto o crocodilo morde aquilo e fica com a boca presa no gancho de ferro, o pessoal pode nadar pra margem pelo outro lado da ilhota.
Eles conseguem fazer exatamente isso. Mas o Pete, a Kate e o cachorro dela ficam pra atravessar por último. E quando eles vão passar, o crocodilo pega a Kate e some com ela na água.
O Pete consegue passar com o cachorro. Mas ele se perde dos outros quando chega à margem do rio.
De qualquer forma, ele vai andando pela floresta que encontra ali. Até que o cachorro sai correndo e se mete num espaço aberto embaixo de uma árvore.
O Pete entra lá pra tentar pegar o cachorro, mas acaba caindo num buraco junto com ele. E aí vai parar uma caverna, onde encontra as carcaças de algumas das pessoas que o crocodilo pegou. Então, ali é a toca dele.
O Pete também encontra a Kate. Desmaiada e muito ferida, mas ainda viva.
De repente, o cachorro escuta o barulho de alguma coisa se aproximando e corre até lá. É o crocodilo, que mata o cachorro e vai entrando pela caverna.
Ainda sem ser visto, o Pete se esconde num canto da caverna, enquanto o crocodilo entra e se acomoda numa parte da caverna, pegando no sono logo depois.
O Pete aproveita pra pegar a Kate no colo e ir andando na direção da saída da caverna. Mas é claro que o crocodilo acorda no último segundo e avança neles.
Depois de uma difícil luta, o Pete consegue enfiar um galho da árvore pela boca do crocodilo e atravessar a cabeça dele com aquilo.
Assim, ele sai da caverna carregando a Kate. E já de manhã, ele consegue se reunir ao resto do pessoal na beira de outro rio ali perto, vendo que eles já foram encontrados por um grupo de busca. E lá eles são socorridos.
O filme acaba mostrando aquele bar aonde o Pete chegou no início do filme, agora com uma reportagem sobre ele pregada na parede, contando a forma como ele derrotou o crocodilo.

Terminando nuestra serie de películas de horror sobre cocodrilos, hoy vamos a hablar un poquito de Rogue, conocido en algunos países hablantes de Español como Aguas Asesinas, El Territorio de la Bestia y Río de Sangre.
Greg McLean fue el director y guionista.
Rogue fue producido en los Estados Unidos e Inglaterra, pero todo fue rodado en Australia.
El primer país donde se estrenó la película fue España, en Octubre de 2007.
Rogue es una película con más escenas de suspenso que de horror propiamente dicho. La mayoría de las muertes ocurren en off y no vemos aquí decenas de escenas del cocodrilo despedazando a las víctimas con mordiscos (vemos vagamente eso, pero muy poco).
Aunque el cocodrilo es una imagen en 3D, es retratado de forma realista: a pesar de ser un poco más grande que un cocodrilo común, no es un ser de apariencia aberrante.
Una cosa que perjudicó la película fue el exceso de personajes sin función en la historia. Es posible retirar al menos a unas 5 personas del grupo visto allí, porque ellas no interfieren en absolutamente NADA en la historia.
Rogue comienza con un búfalo acercándose a la orilla de un río para beber agua. Y después de mirar por el agua por algún tiempo y constatar que está todo en paz allí, él se acerca más... ¡y es tirado dentro del agua por un cocodrilo enorme que vino de la nada!
Creo que esa escena está allí sólo para mostrar que se trata de una película sobre un cocodrilo feroz y que ataca por sorpresa, ¿verdad?
Bueno, después de eso, vemos a un tipo llamado Pete llegando a una minúscula ciudad del interior de Australia.
El es el columnista de una revista estadounidense de turismo. Y fue a Australia para ver cómo anda el turismo por allí y comentar lo que vio en la próxima edición de la revista.
Pete va al único bar de las cercanías para beber algo. Y él ve que las paredes del lugar están llenas de reportajes con fotos de cocodrilos capturados en los ríos de la región y de personas que fueron muertas por cocodrilos (a propósito, los reportajes usados para hacer esa escena son reales).
También hay algunas advertencias sobre barcos que han desaparecido en los ríos de la región en tiempos recientes.
Bueno, Pete sigue en su camino y llega a la estación de barcos de un río. Un barco para hacer una excursión por el río saldrá de allí.
La guía de turismo se llama Kate. Y además de ella y de Pete, hay cerca de 10 otras personas en el barco.
En las piedras del río existen varias pinturas rupestres, retratando cocodrilos. Y también vemos unos 2 ó 3 cocodrilos comunes nadando en las proximidades del barco mientras ellos hacen el paseo.
Pero algo muy más grande todavía llegará allí...

In Rogue (2007), Pete, Kate, and a few other people are crossing a river in Australia as a tour.
On their way, they’re interrupted by 2 seemingly unfriendly rednecks named Collin and Neil, who were with their speedboat hunting ducks on the river.
At first, it looks like they’ll be the villains of the story. But to be honest, they’re only 2 fools. And soon they’re left behind, while Kate goes ahead with her boat.
When they’re finishing the tour, they see a signal from a boat in the Sky. And Kate, annoying most of the passengers, decides to go there to see what’s happening.
They find the wreckage of a boat floating in the water, but there’s no sign of anyone nearby.
Suddenly, a 7-meter-long figure in the water approaches the boat and attacks it.
The boat begins to sink, but Kate still manages to sail to an islet in the middle of the river.
Everyone tries to call for help, but no cell phone works there.
One of the tourists, named Everett, arrives at the water’s edge at a time when no one is looking at him... And suddenly everyone hears a strange water noise and when they look at the place where Everett was, they only see the rocodile swimming away from the islet!
Shortly afterwards, Colin and Neil’s speedboat approaches the islet.
At first, they think the group is having a fun there. But when they see that the boat is half-destroyed, they go to help.
But the crocodile hits the boat and makes it sink. And Neil is able to swim to the islet, but Collin disappears.
The worst is that they aren’t so far from the Sea, which means that the river level will rise along with the tide in a few hours. That is, that islet will be almost completely submerged.
They conclude that the crocodile must have understood that they moved to the islet. And since crocodiles are territorial, it doesn’t just want to eat the humans there, but also to get rid of them at any cost.
At night Neil thinks about tying the end of a rope in one of the islet trees, swimming to the riverbank carrying the rope and tying the other end into a tree on the other side.
So everyone will be able to go there by the rope.
He does it. And one of the tourists, named Mary, asks to be the first one to cross. But she stops in the middle of the way.
This causes a fight between the other tourists, who want to go ahead. And a few others get the rope at the same time.
Conclusion: a little later everyone falls in the water.
At the other side, the crocodile arrives and eats Neil. And the people who fell into the water barely have time to swim back to the islet.
Even so, the crocodile catches one of them.

In Rogue (2007), Pete, Kate e poche altre persone erano in un giro turistico attraverso un fiume australiano quando la loro barca è stata attaccata aggressivamente da un enorme coccodrillo.
Sono riusciti a guidare la barca ad una piccola isola in mezzo al fiume. Ma ora sono intrappolati lì.
Di sera, loro decidono di prendere alcune anatre morte che trovano, attaccarle su un gancio di ferro alla fine di una catena e gettarle da un lato dell’isola. Quindi, mentre il coccodrillo lo morde e prende la bocca catturata nel gancio di ferro, la gente può nuotare verso la riva dell’altra parte del fiume.
Lo fanno. Ma Pete, Kate e il suo cane aspettano. E quando vanno avanti, il coccodrillo cattura Kate e la fa scomparire nell’acqua.
Pete riesce a raggiungere la riva del fiume con il cane. Ma si perde degli altri quando arriva lì.
Comunque sia, inizia a camminare attraverso la foresta che trova. Finché il cane esaurisce e entra in uno spazio aperto sotto un albero.
Pete entra lì per cercare di prendere il cane, ma finisce per cadere in un buco con esso. E così arriva in una grotta, dove trova le carcasse di alcune persone che il coccodrillo ha raccolto. Quindi, ecco la sua casa.
Pete trova anche Kate. Svenuta e molto ferita, ma ancora viva.
Improvvisamente, il cane sente il suono di qualcosa che si avvicina e corre lì. È il coccodrillo, che uccide il cane e comincia ad entrare nella grotta.
Ancora non visto, Pete si nasconde in un angolo della grotta, mentre il coccodrillo entra e si siede in una parte della grotta, dormendo subito dopo.
Pete coglie l’occasione per prendere Kate e andare con lei verso l’uscita della grotta. Ma naturalmente il coccodrillo si sveglia all’ultimo secondo e avanza contro di loro.
Dopo una lotta difficile, Pete riesce ad attaccare un ramo di albero attraverso la bocca del coccodrillo e attraversa la sua testa con esso.
Quindi lascia la grotta portando Kate tra le sue braccia. E di mattina, riesce ad unirsi al resto del gruppo sul bordo di un altro fiume nelle vicinanze, vedendo che sono già stati trovati da un partito di ricerca. E lì sono salvati.
Il film finisce mostrando un muro con diverse storie sui coccodrilli inchiodati ad esso. E una di quelle relazioni racconta come Pete abbia sconfitto il coccodrillo.

Até!