domingo, 5 de agosto de 2018

ELE DEIXOU DE SER ATOR PORNÔ PRA SER ENFERMEIRO



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ex ator e diretor pornô estadunidense Frank Towers.
Richard Doug Shepard nasceu na California, em 25 de Setembro de 1969.
No início dos anos 80, ele tentou começar uma carreira de roqueiro. Mas não deu certo.
Na pós-adolescência, o Richard trabalhou como modelo.
A estreia dele como ator pornô foi em 1993, com 24 aninhos...
...no filme Amateur Orgies Series 29, quando ele mostrou um corpo musculoso de 1, 93m e um cacete de 20 centímetros com a cabeça arregaçada.
A partir dali, ele passou a usar o nome de Frank Towers. Mas, ao longo da carreira, ele também já usou os nomes de Drago, Johan, Ted Hunter e Tom Crude.
A princípio, ele pensava em fazer só filme pornô héteros. Mas no final da década ele recebeu propostas financeiramente irrecusáveis pra fazer filmes gays. E assim, foi em frente: de lá pra cá ele já apareceu em dezenas de filmes pornô gays.
O 1º foi Cuffed (1999).
O Frank admite que isso atrapalhou um pouco o lado hétero da carreira pornô dele: muitas atrizes pornô têm preconceito contra homens que fazem filmes gays e se recusam a transar com eles, o que fazia muitos diretos de filmes héteros não chamarem mais ele.
Ainda em 1995, ele estreou como diretor, com o filme pornô Wicked Waxxx Worxxx, no qual ele também trabalhou como ator.
Em 2011, o Frank declarou numa entrevista que tava deixando a carreira pornô. Ele ainda faria mais alguns filmes, mas já tava na fase final (e de fato o último filme dele foi lançado em 2015).
Naquela época, ele tava se formando em Enfermagem e pretendia se dedicar a essa nova área a partir dali.
Oggi parleremo un po’ dell’ex attore e regista porno statunitense Frank Towers.
Richard Doug Shepard è nato in California, il 25 Settembre del 1969.
Nei primi anni 80, lui ha cercato di iniziare una carriera musicale come cantante rock. Ma non ha funzionato.
Nella sua post-adolescenza, Richard ha lavorato come modello.
Il suo debutto come attore porno è stato nel 1993, in Amateur Orgies Series 29. Lì lui ci ha mostrato il suo corpo muscoloso di 1, 93m e il suo cazzo di 20 centimetri con la cappella esposta.

At the beginning of Frank’s porn career, he planned of acting only in hetero porn films. But in the late 1990s he received financially irrefutable proposals to be in gay porn films. And so he went on: he was in dozens of gay porn films.
The 1st one was Cuffed (1999).
Frank admits that this has somewhat disrupted the hetero side of his porn career: many porn actresses are prejudiced against men who perform in gay porn films and they refuse to have sex with them. And it made a lot of porn directors not inviting Frank again to new hetero projects.

Frank Towers fue el nombre que él usó en la mayoría de sus películas. Pero, a lo largo de su carrera, ya usó también los nombres de Drago, Johan, Ted Hunter y Tom Crude.
En 1995, él debutó como director, con la película porno Wicked Waxxx Worxxx, en que también trabajó como actor.
En 2011, Frank declaró en una entrevista que estaba para dejar su carrera porno. Todavía actuaría en más algunas películas, pero ya estaba en la fase final (y de hecho su última película fue lanzada en 2015).
En aquella época, él se estaba formando en Enfermería y pretendía dedicarse a esa nueva área a partir de allí.

Até!

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

QUANDO O PAI DELE SOUBE QUE ELE É ATOR PORNÔ... O VELHO ENTROU NA FARRA TAMBÉM!!!



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator e diretor pornô estadunidense Dillon Day.
Lance Baker nasceu em Ohio, em 18 de Agosto de 1970.
A estreia dele como ator pornô foi em 1999, no filme Highway 1.
Ao longo da carreira, ele também já foi creditado com os nomes de Blue Dillon e Delon Clam.
Ele não chega a ser um homem enorme: tem 1, 75m. E tem um corpo bem cuidado, mas não excessivamente musculoso.
Não encontrei registros do tamanho do cacete do Dillon. Mas tem a cabeça arregaçada.
Ele só trabalhou em filmes héteros.
E vejam só: depois que o pai do Dillon soube que ele era ator pornô, o velho decidiu fazer um filme pornô também. E assim, ele apareceu numa cena de sexo do filme Island Rain (2002), no qual o Dillon também trabalhou.
Os 2 não aparecem juntos na mesma cena, embora o Dillon tivesse a poucos metros de distância vendo a cena ser gravada. E a cena do velho foi até bastante simples: sem penetração, com uma atriz pornô chupando o cacete dele e depois punhetando ele até ele esporrar.
O velho foi creditado com o nome de Pappa Wadd. Mas não seguiu na carreira pornô. Ele fez esse filme só pra satisfazer uma fantasia sexual.
Entre 2000 e 2010 o Dillon também dirigiu alguns filmes pornô. Mas nunca se dedicou muito a isso.
Ele trabalhou como ator em cerca de 1000 filmes pornô até agora.
Oggi parleremo un po’ dell’attore e regista porno americano Dillon Day.
Lance Baker è nato in Ohio, il 18 Agosto del 1970.
Il suo debutto come attore porno è stato nel 1999, nel film Highway 1.
Durante la sua carriera, lui è stato anche accreditato con i nomi porno di Blue Dillon e Delon Clam.
Lui non è un uomo enorme: ha 1, 75m. E ha un corpo in buona forma, ma non eccessivamente muscoloso.

Después de que el papá de Dillon supo que él es un actor porno, el viejo decidió participar en una cinta porno también. Y así, apareció en una escena de sexo de la película Island Rain (2002), en la que Dillon también trabajó.
Los 2 no aparecen juntos en la misma escena, pero Dillon estaba a pocos metros de distancia viendo la escena ser rodada. Y la escena del viejo fue bastante simple: sin penetración, con una actriz porno chupando su polla y después masturbándolo hasta que él eyaculase.

I didn’t find records about Dillon’s cocksize. But it has an exposed cockhead.
He’s only been in hetero porn movies.
Dillon’s dad has appeared in 1 porn movie, with the porn name Pappa Wadd. But he didn’t go on the porn career. He took part in this film just to satisfy a sexual fantasy.
From 2000 to 2010 Dillon was also a porn director. But he’s never really dedicated himself to it.
He’s been as an actor in about 1000 porn movies to now.

Até!

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

68ª ENQUETE



Oi!!!

Bem-vindos a Agosto!
E vamos à enquete do mês:
Como muitos de vocês devem saber, no mês passado veio a público um esquema, comandado pelo Prefeito do Rio, pra furar a fila do atendimento médico público, beneficiando pastores de igrejas pentecostais e neo-pentecostais e seus amigos.
Pra quem não está sabendo e ficou chocado com a situação, foi isso mesmo que você entendeu: basta você ser membro de alguma igreja pentecostal ou neo-pentecostal que o Prefeito do Rio faz você furar a fila do atendimento médico público (ou seja: passar a frente de outra pessoa que já está esperando pra ser atendida e precisando mais de atendimento médico do que você) e ser atendido com privilégios. Basta o você se identificar como pastor ou amigo de algum pastor e pedir pra falar com uma tal de Márcia.

Não que isso surpreenda vindo de um neo-pentecostal (o prefeito em questão, chamado Marcelo Bezerra Crivella, é um bispo da Igreja Universal do Reino de Deus). Afinal, eles se veem como “o povo de Deus”, “o único povo escolhido” e outras baboseiras do mesmo nível. E se eles se têm em tão alta conta, não é de surpreender que se vejam no direito de passar a frente dos outros da forma mais desonesta possível.
O que, até um certo ponto, surpreende é ainda ter gente que defende ele, né? Por pior que tenha sido o crime que um líder pentecostal ou neo-pentecostal cometeu, os evanjegues que frequentam a igreja dele não deixam de gritar aquela frasezinha maniqueísta:

“ELE É UM UNGIDO DO SENHOR!!! UNGIDO DO SENHOR É PROBLEMA DO SENHOR!!! NÃO É PROBLEMA TEU!!!”

Pobre adora acreditar nesses discursos exaltados defendendo os líderes religiosos deles, né? Não é à toa que as igrejas em que os pastores fazem esse tipo de discurso tão sempre superlotadas de favelados.
Mas a minha pergunta desse mês é a seguinte: você conhece mais algum caso de líderes religiosos que praticaram desonestidades explícitas como a do atual Prefeito do Rio?

sábado, 28 de julho de 2018

A 2ª VERSÃO DOS ‘HERCULOIDES’



Oi!!!

Como a gente viu no post anterior, em 1967, a Hanna-Barbera lançou o seriado The Herculoids, contando a vida dos guerreiros Zandor, Tara e Dorno e de seus animais heroicos Gleep, Gloop, Igoo, Tundro e Zok.
Esse seriado teve 36 capítulos. E um seriado de 11 capítulos, também chamado The Herculoids, foi lançado em 1981, no programa Space Stars. E assim como o outro, recebeu o nome brasuca de Os Herculoides.

O estilo da história não muda praticamente em nada. E os personagens principais são exatamente os mesmos.
A única mudança na aparência é que as cenas todas passam a ser retratadas com uma iluminação vagamente mais escura.
No seriado original, o planeta onde eles moram se chamava Amzot. Aqui, o nome foi mudado pra Quasar. Mas continua sendo retratado como um lugar de montanhas pedregosas e algumas florestas.
Esse seriado procurou destacar mais os meio-ambientes diferentes do planeta...
O lado escuro do planeta, mencionado na versão anterior, foi esquecido aqui. Sumiu.rs
Por outro lado, é revelado que o planeta é dividido em pelo menos 2 continentes, separados por um grande mar fervente. Mas só o continente em que os heróis vivem é mostrado.
Também aparecem as ruínas de uma cidade que teve seu povo exterminado 500 anos antes dos eventos mostrados no seriado, devido à proliferação de uma flor que era venenosa pra eles.
No último capítulo, é revelado que Quasar já foi governado há milhares de anos por 5 criaturas com poderes telecinéticos. Mas todas foram encerradas em cilindros de metal e postas em hibernação permanente. Mas o assunto não se desenvolve.
No seriado anterior, alguns poucos vilões aparecem em mais de 1 capítulo, mas nenhum deles reaparece aqui. E nesse seriado também nem tem nenhum vilão que aparece em mais de 1 capítulo.
Nessa versão, o Zandor também parece funcionar como uma espécie de rei do planeta, já que os habitantes pacíficos de Quasar parecem obedecer ele. E ele cuida da segurança deles contra qualquer ameaça.
No seriado anterior, o Dorno chamava o Zandor e a Tara pelos nomes. Aqui ele passa a chamar eles de “father” e “mother”.
Bom, acho que essas são todas as diferenças.rs Tirando isso, esse seriado é a mesma coisa que o outro.

As we saw in the previous post, in 1967, Hanna-Barbera released the animate TV series The Herculoids. This shows us the life of the human warriors Zandor, Tara and Dorno and their heroic alien pets Gleep, Gloop, Igoo, Tundro and Zok.
This series had 36 episodes. And an eleven-episode series, also called The Herculoids, was released in 1981, in the TV show Stars Space.
The style of the story doesn’t change practically in anything. And the main characters are exactly the same.
In the original series, the planet where they live was called Amzot. Here, its name was changed to Quasar. But this world is still portrayed as a planet full of rocky mountains and some mysterious forests.

La versione del 1981 di The Herculoids ha cercato di evidenziare più i diversi ambienti del loro pianeta...
Il lato oscuro del pianeta, menzionato nella versione precedente, è stato dimenticato qui.
D’altra parte, si rivela che il pianeta è diviso in almeno 2 continenti, separati da un grande mare ribollente. Ma viene mostrato solo il continente su cui vivono gli eroi.
Vediamo anche le rovine di una città che ha avuto la sua gente sterminata 500 anni fa. Loro non sono più lì a causa della proliferazione di un fiore che era velenoso per loro.
Nell’ultimo episodio, è stato rivelato che Quasar è stato governato migliaia di anni fa da 5 creature con poteri telecinetici. Ma loro sono stati racchiusi in cilindri di metallo e messi in letargo permanente. Però questo argomento non si sviluppa.

En la versión de 1967 de The Herculoids, algunos pocos villanos aparecen en más de 1 capítulo, pero ninguno de ellos reaparece en la versión de 1981. Y en esa serie tampoco hay ningún villano que aparece en más de 1 capítulo.
En esa versión, Zandor también parece funcionar como una especie de rey del planeta, porque los habitantes pacíficos de Quasar parecen obedecerlo. Y él cuida su seguridad contra cualquier amenaza.
En la serie anterior, Dorno llamaba a Zandor y Tara por sus nombres. Aquí pasa a llamarlos “father” y “mother”.
El único cambio en la apariencia: las escenas todas pasan a ser retratadas con una iluminación vagamente más oscura.
Bueno, creo que esas son todas las diferencias.rs Sacando eso, esa serie es lo mismo que la otra.

Até Agosto!

quinta-feira, 26 de julho de 2018

A 1ª VERSÃO DOS ‘HERCULÓIDES’



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no seriado The Herculoids, lançado no Brasil como Os Herculoides.
O seriado foi lançado pela Hanna-Barbera Productions, pra ser mais um dos programas que essa produtora exibia aos sábados de manhã. E estreou em 06 de Setembro de 1967.
Eram exibidos 2 capítulos por dia.
A história se passa no Planeta Amzot, formado basicamente por desertos e florestas.
Tem uma região escura do planeta onde a luz solar nunca chega e que é habitada quase só por criaturas hostis. Mas esse lugar só é mencionado em 1 capítulo e depois aparece de fato em mais 1.
Na parte mais mostrada do planeta vive uma família de guerreiros humanos, formada pelo pai Zandor, a mãe Tara e o filho Dorno.
A casa deles é uma espécie de escultura que parece um guarda-chuva gigante com um andar intermediário no meio do cabo.
As únicas armas que todos os 3 usam são atiradeiras. E o Zandor, além disso, também usa um escudo.
Convivendo com eles todos os dias tem 5 criaturas, que são conhecidas como Herculoids: um gigante de pedra chamado Igoo, uma espécie de triceratops chamado Tundro, um dragão chamado Zok e 2 criaturas gelatinosas da mesma espécie chamadas Gleep e Gloop.
Embora eles não saibam falar a língua dos humanos, só se comunicando através de rugidos e outros sons animalescos, eles conseguem entender sem dificuldades tudo o que os humanos falam e vice-versa.
Todas essas 5 criaturas parecem ser indestrutíveis, já que são atingidas por diferentes raios de energia de vários inimigos ao longo do seriado e, muitas vezes, nada acontece. Quando muito, são jogadas pra trás. Mas cada uma também tem poderes específicos.
O Igoo é vagamente parecido com um gorila e tem a superforça física como característica principal.
E se dedica principalmente a proteger a Tara.
O Tundro tem 10 pernas que ele consegue estender, podendo se elevar a vários metros de altura.
E também tem um chifre na testa, de onde ele pode disparar pedras em brasa.
O Zok é o único dos 5 que pode voar, sendo capaz inclusive de ir pra fora do planeta e voar no espaço sem precisar de oxigênio.
E ele também pode cuspir fogo e disparar raios de energia tanto pelos olhos quanto pela ponta do rabo.
E o Gleep e o Gloop (embora sejam os responsáveis pelas cenas de humor do seriado) talvez sejam os mais poderosos, já que podem assumir qualquer forma, aumentar ou diminuir de tamanho e até se dividir em vários corpos diferentes (aparentemente os barbapapas foram inspirados neles).
E o Gloop é visivelmente mais velho do que o Gleep, dando a entender que eles são pai e filho ou então irmãos de gerações diferentes.
Quanto aos problemas que eles enfrentam, são basicamente lutas contra vilões de outros planetas que vão lá atacar eles ou contra criaturas hostis do próprio planeta onde eles vivem (aí tem de tudo: humanos, robôs, animais irracionais e criaturas de espécies não especificadas).
Os temas das histórias são sempre rasos, sem dar explicações detalhadas sobre nada.
Assim, nada consistente é mencionado sobre o passado do planeta. Mas se fala que ali já existiram civilizações que foram extintas e que ofereciam culto a um deus perverso chamado Trax (em 1 capítulo, os heróis até tem que enfrentar um fanático religioso que quer restaurar o ritual de sacrifícios humanos oferecidos ao deus).
Também não é explicado como os Herculoids se juntaram pra ajudar o Zandor nas aventuras dele.
Em alguns capítulos fica bem claro que o Zandor mantém contato pacífico com povos de outros planetas. Mas esse tema também não se desenvolve.
Como ponto negativo, posso lembrar que o tamanho dos personagens não é muito respeitado de uma cena pra outra. Não é raro ver uma cena em que o Igoo é pouco maior do que os humanos e outras em que ele é muuuuuito maior.
Mas, desconsiderando esses pequenos detalhes, o desenho como um todo é legal.

Today we’ll talk about the TV animate series The Herculoids.
It was released by Hanna-Barbera Productions, to be another one of their TV shows exhibited on Saturday mornings. And it debuted on September 6th, in 1967.
They had 2 episodes a day.
The story takes place on the Planet Amzot, formed basically by deserts and forests.
There’s a dark region of the planet where sunlight never arrives and is inhabited almost only by hostile living forms. But this place is only mentioned in 1 episode and then actually appears in another 1.
A family of human warriors lives in the most displayed part of the planet. They’re father Zandor, mother Tara and son Dorno.
Their house is a kind of sculpture that looks like a giant umbrella with an intermediate floor in the middle of the cape.
The only weapons they all use are shooters. And Zandor, in addition, also uses a shield.
There are 5 creatures that coexist with them every day, which are known as Herculoids: a stone giant named Igoo, a kind of space triceratops named Tundro, a dragon named Zok and 2 gelatinous creatures of the same species named Gleep and Gloop.

In The Herculoids (1967), conosciuto in Italia come Gli Erculoidi, Igoo assomiglia vagamente a un gorilla. E ha la superforza fisica come la sua caratteristica principale. Ed è principalmente dedicato a proteggere Tara.
Tundro ha 10 gambe che può estenderle, essendo in grado di sollevare fino a diversi metri di altezza. E ha anche un corno sulla fronte, da cui può sparare pietre incandescenti.
Zok è l’unica creatura eroica nello show che può volare. Può uscire dal pianeta e volare nello spazio senza bisogno di ossigeno. E può anche sputare fuoco e sparare fasci di energia sia dai suoi occhi o dalla punta della sua coda.
E Gleep e Gloop hanno le scene umoristiche dello show. Ma forse sono i più potenti perché possono prendere qualsiasi forma, aumentare o diminuire le loro dimensioni e dividersi in diversi corpi (apparentemente i barbapapas sono stati basati su di loro). E Gloop è chiaramente più vecchio di Gleep. Presumibilmente sono padre e figlio o fratelli di generazioni diverse.
Nessuno di loro può parlare la lingua umana, solo comunicandosi attraverso suoni animali. Ma possono facilmente capire tutto ciò che gli umani parlano e viceversa.
Tutte queste 5 creature sembrano esser indistruttibili perché sono colpite da diversi raggi di energia durante lo show e spesso non accade nulla. Al massimo, vengono gettati via.

En The Herculoids (1967), conocido en algunos países hablantes de Español como Los Herculoides y Los Defensores Interplanetarios, los problemas que los héroes enfrentan son básicamente luchas contra villanos de otros planetas que van allí atacarlos o contra criaturas hostiles de su propio planeta (hay todo: humanos, robots, animales irracionales y criaturas de especies no especificadas).
Los temas de las historias son siempre superficiales, sin dar explicaciones detalladas sobre nada.
Así, nada consistente se menciona sobre el pasado del planeta. Pero se dice que allí ya existieron civilizaciones que fueron extinguidas y que ofrecían culto a un dios perverso llamado Trax (en 1 capítulo, los héroes tienen que enfrentarse a un fanático religioso que quiere restaurar el ritual de sacrificios humanos ofrecidos al dios).
Tampoco se explica cómo los Herculoids se unieron para ayudar a Zandor en sus aventuras.
En algunos capítulos vemos claramente que Zandor mantiene contacto pacífico con las gentes de otros planetas. Pero ese tema tampoco se desarrolla.
Como punto negativo, puedo recordar que el tamaño de los personajes no es muy respetado de una escena a la otra. No es raro ver una escena en la que Igoo es poco más grande que los humanos y otras en que es mucho más grande.
Pero, desconsiderando dichos pequeños detalles, el dibujo como un todo es agradable.

Até!

segunda-feira, 23 de julho de 2018

UM RATO GIGANTE COM ASAS?



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no filme Graveyard Shift, lançado no Brasil com o título de A Criatura do Cemitério.
O filme foi inspirado num conto do Stephen King, também chamado Graveyard Shift (1970), lançado no Brasil com o título de O Último Turno. E foi adaptado pro cinema pelo John Esposito.
O diretor foi o Ralph S. Singleton.
Graveyard Shift foi todo filmado no Maine, entre Junho e Agosto de 1990. E foi lançado pela 1ª vez nos Estados Unidos, em Outubro do mesmo ano.
Teve uma bilheteria regular nos cinemas.
Graveyard Shift começa mostrando os empregados de uma fábrica têxtil fazendo o trabalho deles. Só que o lugar é muito quente, abafado e infestado de ratos. Então, claro que ninguém tá muito feliz trabalhando ali.
Um dos empregados, que tá trabalhando numa sala separado dos outros, fica irritado com a situação e começa a matar os ratos, acabando por não perceber alguém (ou alguma coisa) se aproximando dele por trás. E ao ver uma sombra se movendo na parede, ele finalmente olha pra trás...
A câmera não mostra o que ele vê. Mas ele leva um susto tão grande que cai dentro da máquina que retalha o algodão, morrendo moído lá dentro.
Créditos iniciais.
Depois disso, vemos que a tal fábrica se encontra numa cidade do interior (e além dela e de um bar ali perto não parece existir nenhum outro estabelecimento comercial na cidade) e fica do lado de um cemitério abandonado.
Esse cemitério fica frequentemente alagado. E acho que ele tá no filme exatamente pra explicar a existência dos ratos (todas as pragas se sentem atraídas por água parada e suja).
É exatamente pra essa cidade que um jovem viúvo sem filhos chamado John se muda procurando emprego. E qual vocês acham que é o emprego que ele encontra? Claro: substituto do cara que morreu na fábrica.
O dono da fábrica, chamado Warwick, mantém o estabelecimento funcionando com várias irregularidades e condições precárias, além de ser aquele chefe feito de antipatia da cabeça aos pés (aliás, esse cara tem um lado psicológico bem difícil de entender).
Algumas cenas dão a entender que ele sabe alguma coisa sobre o passado da fábrica relacionada ao cemitério. Mas o assunto não se desenvolve.
O Warwick mantém a fábrica funcionando principalmente de noite, por causa do calor. E o filme se chama Graveyard Shift exatamente por causa disso (“graveyard shift” é uma gíria que se usa nos Estados Unidos pra definir o turno da noite no trabalho).
Como acontece em 90% dos filmes de terror que se passam em cidades do interior, os caipiras não vão com a cara dos forasteiros. Então, só quem se aproxima do John de forma mais ou menos amistosa são 2 colegas da fábrica chamados Tucker e Jane.
Quem pensa que vai ver um romance meloso do John com a Jane se enganou: eles passam a ter uma relação mais de amizade mesmo. E nem vão ficar juntos no fim.
O Tucker, que parece a princípio que vai ter alguma importância na história, morre num acidente bobo no cemitério abandonado.
Bom, pra se livrar dos ratos, o John inventa um método curioso: ele pega uma atiradeira e usa ela pra disparar latas de refrigerante contra os roedores.
Não demora e outro empregado da fábrica, ao ficar sozinho no porão do estabelecimento, também morre. Mas dessa vez vemos (mais ou menos) o que tá causando essas mortes: o cara é envolvido por 2 enormes asas de morcego, que puxam ele pra escuridão.
Agora ficou claro que tem um monstro ali.
Como ninguém encontra o corpo, concluem simplesmente que ele foi embora da cidade por motivos que ninguém entendeu.
Achou isso estranho? Bom, vários outros personagens vão sumindo nas mesmas condições ao longo do filme e ninguém parece estranhar muito o sumiço deles também.
De qualquer forma, um inspetor vai chegar pra dar uma olhada na fábrica na semana seguinte. Então, o Warwick resolve designar uma equipe de limpeza pra botar o porão do prédio em ordem no fim de semana. E o John e a Jane foram escolhidos pra fazer parte do time, que vai ser supervisionado pelo próprio Warwick.
Enquanto limpam o porão, eles encontram uma passagem pra outra repartição mais funda ainda e cheia de corredores escuros... Parece ser o que sobrou de uma espécie de hidroelétrica. Mas dá pra ver que ninguém entra lá há décadas (eles encontram alguns documentos lá que datam de 1940).
Mas a pior parte: tem restos de cadáveres humanos ali.
Um dos membros da equipe se assusta, tenta fugir correndo, mas acaba caindo num buraco e indo parar numa espécie de lago subterrâneo, mais fundo ainda do que o lugar onde eles tão.
O lugar certamente tem alguma ligação com o cemitério lá em cima, já que alguns caixões caíram ali e tão boiando na água.
Alguma coisa vem nadando por baixo da água e agarra o cara, jogando ele de um lado pro outro e fazendo ele sumir logo depois.
Todos se assustam e saem correndo, acabando por se dividir em 2 grupos: o John e a Jane vão prum lado enquanto o Warwick e 2 outros caras vão pra outro.
O grupo do Warwick não se mantém por muito tempo, já que eles começam a ser atacados pela criatura e ele vai abandonado os outros à morte quando isso acontece.
Numa dessas cenas, finalmente vemos o monstro mais explicitamente.
Só que isso não ajuda muito em termos de lógica: o filme nunca explica o que o monstro é nem o que ele tá fazendo ali.
Bom, o conto original fala de um bando de ratos que ficaram numa construção abandonada e acabaram seguindo uma evolução alternativa. E alguns deles criaram asas e ficaram gigantescos... Julgando pela aparência da criatura, parece que ela é isso.
Mas enfim: o Warwick acaba caindo numa espécie de cova cheia de esqueletos.
O John e a Jane não demoram a chegar lá. E eles tentam ajudar o Warwick a sair dali. Mas ele, em vez disso, ataca os 2 e acaba matando a Jane.
Enquanto o John tenta socorrer ela, o Warwick foge correndo por um corredor. Mas acaba esbarrando com o monstro. E aí o Warwick tem a brilhante ideia de enfrentar a criatura com uma faquinha ridícula, acabando por virar comida do monstro, é claro.
Esse cara é maluco? Ou é burro mesmo?
Bom, o John vai correndo atrás dele pra vingar a morte da Jane. Mas quando vê o monstro mastigando os últimos restos do Warwick, ele conclui que a criatura já fez isso por ele.
O John começa a escalar as paredes do lugar e acaba chegando a um buraco no chão da fábrica lá em cima. Perto de onde fica a máquina que retalha o algodão.
Quando parece que tá tudo em paz, o monstro segue ele e aparece ali. Só que o rabo da criatura fica preso na máquina. E aí o John aproveita pra pegar a atiradeira dele, pegar uma lata de refrigerante e jogar contra o painel de controle que liga a máquina.
E claro que isso começa a moer o monstro, que grita loucamente de dor, quase deixando o John surdo.
Quando a máquina termina de fazer carne moída de monstro, os ratos vão em cima pra comer aquilo, enquanto o John finalmente relaxa.
A cena seguinte, aparentemente alguns dias depois, mostra a frente da fábrica. E ali vemos uma placa, anunciando que a fábrica se encontra sob nova direção e que procura novos empregados.
E o filme acaba.

Hoy vamos a hablar un poco sobre la película Graveyard Shift, conocida en algunos países hablantes de Español como Al Filo del Abismo, La Fosa Común y Las Tumbas Malditas.
La cinta fue inspirada en un cuento de Stephen King, también llamado Graveyard Shift (1970). Y fue adaptado para el cine por John Esposito.
Su director fue Ralph S. Singleton.
Graveyard Shift fue toda rodada en el Maine, entre Junio y Agosto de 1990. Y fue lanzada por primera vez en Estados Unidos, en Octubre del mismo año.
Tuvo una taquilla regular en los cines.
Graveyard Shift comienza mostrando a los empleados de una fábrica textil haciendo su trabajo. Pero el lugar es muy caliente e infestado de ratones. Entonces, claro que nadie está muy feliz trabajando allí.
Uno de los empleados, que está trabajando en una sala separada de los demás, se enfada con la situación y comienza a matar a los ratones, acabando por no percibir a alguien (o algo) acercándose a él por detrás. Y al ver una sombra moviéndose en la pared, finalmente mira hacia atrás...
La cámara no nos muestra lo que ve. Pero él lleva un susto tan grande que cae dentro de la máquina que colgaba el algodón y se muere molido allí dentro.
Créditos iniciales.
Después de eso, vemos que a tal fábrica está en una ciudad del interior (y además de ella y de un bar allí cerca no parece existir ningún otro establecimiento comercial en la ciudad) y ella se encuentra al lado de un cementerio abandonado.
Dicho cementerio suele inundarse. Y creo que está allí exactamente para explicar la existencia de los ratones (todas las plagas se sienten atraídas por el agua parada y sucia).
Es exactamente para esa ciudad que un joven viudo sin hijos llamado John se muda. Está buscando trabajo. ¿Y qué crees que es el empleo que él encuentra? Claro: sustituto del tipo que se murió en la fábrica.
El dueño de la fábrica, llamado Warwick, mantiene el establecimiento funcionando con varias irregularidades y condiciones precarias. Además, él es aquel jefe hecho de antipatía de la cabeza a los pies (por lo demás, ese tipo tiene un lado psicológico muy difícil de entender).
Algunas escenas dan a entender que él sabe algo sobre el pasado de la fábrica relacionado con el cementerio. Pero el asunto no se desarrolla.
Warwick mantiene la fábrica funcionando principalmente por la noche a causa del calor. Y la película se llama Graveyard Shift precisamente por eso (“graveyard shift” es una jerga que se usa en los Estados Unidos para definir el turno de la noche en el trabajo).

In Graveyard Shift (1990), John’s a young childless widower who goes to look for a job in a factory in a country town run by a businessman named Warwick.
As happens in 90% of the horror films placed in country towns, the rednecks hate outsiders. So 2 co-workers named Tucker and Jane are the only people who approach John in a more or less friendly way.
If you think we’ll see a sweet affair between John and Jane you’re wrong: they’ll have a friendship. And they won’t even be together at the end.
At first, it seems that Tucker’ll have some significance in the story, but he dies in a silly accident.
The building is infested with rats. And John invents a curious method to get rid of these pests: he picks up a sniper and he uses it to throw cans of soda against the rodents.
Shortly thereafter, a factory employee is alone in the basement of the facility. And he’s killed by something. We see (more or less) what’s causing this and other deaths: the guy is surrounded by 2 huge bat wings, which pull him into the darkness.
It’s obvious there’s a monster there.
No one finds the corpse. Thus, everyone simply concludes that the man left the town for unknown reasons.
Did you find it strange? Well, several other characters disappear under those same conditions throughout the film and nobody seems to be too surprised by their disappearance as well.
Anyway, an inspector will come to take a look at the factory the next week. Then Warwick decides to appoint a cleaning crew to organize the basement of the building during the weekend. And John and Jane were chosen to be part of the team, which will be supervised by Warwick himself.
As they clean the basement, they find a passage to another subdivision below the place where they are and full of dark corridors… That seems to be the remains of a kind of hydroelectric. But you can see nobody has been there for decades (they find some documents there dating back to 1940).
But there’s something much worse: there are remains of human corpses there.
One of the team members gets scared and tries to run away. But he ends up falling into a hole and reaching a kind of subterranean lake, even deeper than the place where they are.
The place certainly has some connection with a graveyard up there, because some coffins have fallen there and they’re floating in the water.
Something arrives swimming under the water and it grabs the man, throwing him from one side to the other and making him disappear soon after.
Now the horror is starting to the other ones…

In Graveyard Shift (1990), conosciuto in Italia come La Creatura del Cimitero, John, Warwick, Janes e alcuni altri uomini stanno pulendo il seminterrato di una fabbrica. Ma un mostro misterioso inizia ad attaccarli.
Tutti si spaventano e fuggono, dividendosi in 2 gruppi: John e Jane vanno da un lato mentre Warwick e altri 2 vanno in un altro.
Il gruppo di Warwick finisce subito dopo, perché iniziano ad esser attaccati dalla creatura. E lui abbandona gli altri a morte quando questo succede.
In una di queste scene, finalmente vediamo il mostro in modo più esplicito, quello che non aiuta molto sulla logica: il film non spiega mai cosa sia il mostro o cosa stia facendo lì.
Bene, la storia originale racconta di un gruppo di topi che sono rimasti in un edificio abbandonato. E hanno finito per seguire un’evoluzione alternativa. E alcuni di essi hanno sviluppato delle ali e sono diventati giganteschi... A giudicare dall’aspetto della creatura, penso che sia questo.
Ad ogni modo, Warwick finisce per cadere in una specie di grotta piena di scheletri.
John e Jane arrivano poco dopo. E cercano di aiutare Warwick a uscire da lì. Ma lui invece attacca loro 2 e finisce per uccidere Jane.
Mentre John cerca di aiutarla, Warwick corre lungo un corridoio. Ma finisce per trovare il mostro. E Warwick ha l’idea geniale di affrontare la creatura con un coltellino ridicolo. Così, ovviamente alla fine si rivolge al cibo del mostro.
Questo tipo è pazzo o solo stupido?
Beh, John lo sta inseguendo per vendicare la morte di Jane. Ma quando vede il mostro masticare gli ultimi resti di Warwick, conclude che la creatura l’ha fatto per lui.
John inizia a scalare le pareti del posto e finisce di arrivare in un buco nel pavimento della fabbrica lassù. È vicino alla macchina che taglia il cotone.
Quando sembra che tutto vada bene, il mostro lo segue e appare lì. Ma la coda della creatura rimane presa nella macchina. E poi John approfitta per attivare il pannello di controllo che accende la macchina (e lo fa in un modo un po’ alternativo).
Ovviamente questo inizia a macinare il mostro, che grida follemente per il dolore, quasi lasciando sordo John.
Quando la macchina finisce di macinare la carne del mostro, i topi vanno lì a mangiarlo, mentre John finalmente si rilassa.
La scena successiva, apparentemente pochi giorni dopo, mostra la facciata della fabbrica. E lì vediamo un cartello che annuncia che la fabbrica è sotto una nuova gestione e che stanno cercando nuovi dipendenti.
E il film finisce.

Até!

sexta-feira, 20 de julho de 2018

HARVEY BERNARD MILK 1930-1978



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em outro personagem histórico gay: o político estadunidense Harvey Bernard Milk.
Ele nasceu em New York, em 22 de Maio de 1930.
Na adolescência, o Harvey percebeu que sentia atração sexual por homens. Mas escondeu isso de todos, sabendo que isso nunca seria aceito pelos pais.
Em 1951, ele se formou como professor de Matemática pelo New York State College for Teachers.
Depois disso, o Harvey foi pra Marinha dos Estados Unidos, ficando lá até 1955.
Foram poucos os namoros significativos que ele teve. O relacionamento mais longo foi com o Joe Campbell, de 1956 até 1963.
Em 1972, o Harvey se mudou de New York pra San Francisco, onde a homossexualidade era mais aceita.
Em 1977, o Harvey foi eleito Membro do Conselho de Supervisores de San Francisco, assumindo a função em 08 de Janeiro de 1978.
Ele entrou pra História dos Estados Unidos como o 1º gay assumido a ser eleito prum cargo político.
Não muito tempo depois, o Harvey entrou em desacordo com outro membro do conselho, chamado Daniel James White, em algumas questões jurídicas.
Em 10 de Novembro, o Daniel renunciou ao cargo dele, alegando que não tava satisfeito com o salário. Mas, poucos dias depois, ele se dirigiu ao Prefeito de San Francisco, chamado George Richard Moscone, e solicitou o cargo de volta. Mas o pedido foi negado.
Alegando que o Harvey e o George eram os culpados pela decadência dele, o Daniel invadiu a Prefeitura de San Francisco e matou os 2, no dia 27 de Novembro de 1978 (aparentemente, ele tava com algum tipo de problema mental, já que se suicidou 7 anos depois, com mania de perseguição).
O Harvey tinha 48 anos na época.

Today we’ll talk a little about another historical gay figure: the American politician Harvey Bernard Milk.
He was born in New York, on May 22nd, in 1930.
As a teen, Harvey realized that he was sexually attracted to men. But he hid it from everyone, knowing that it would never be accepted by his parents.
In 1951, he graduated as a Mathematics teacher from the New York State College for Teachers.
After that, Harvey went to the United States Navy, staying there until 1955.

Le relazioni amorose significative che Harvey ha avuto sono state poche. La sua relazione più lunga è stata con Joe Campbell, dal 1956 al 1963.
Nel 1972, Harvey si è trasferito da New York a San Francisco, dove l’omosessualità era più accettata.
Nel 1977, lui è stato eletto membro del Board of Supervisors di San Francisco, assumendo la carica l’8 Gennaio del 1978.
Lui è entrato nella Storia degli Stati Uniti come il primo uomo apertamente gay ad essere eletto in un incarico politico.

Poco después de que Harvey comenzó su carrera política, él entró en desacuerdo con su colega Daniel James White en algunas cuestiones jurídicas.
El 10 de Noviembre, Daniel renunció a su cargo, alegando que no estaba satisfecho con su salario. Pero, pocos días después, se dirigió al Alcalde George Richard Moscone y solicitó el cargo de vuelta. Pero su petición fue negada.
Alegando que Harvey y George eran los culpables por su decadencia, Daniel invadió el Ayuntamiento de San Francisco y mató a los 2, el 27 de Noviembre de 1978.
Harvey tenía 48 años en la época.

Até!

quarta-feira, 18 de julho de 2018

FRANCISCO ALVES 1898-1952



Oi!!!

Hoje a gente vai falar sobre outro personagem histórico aparentemente bissexual: o cantor brasileiro Francisco Alves.
Francisco de Morais Alves nasceu aqui no Rio, em 19 de Agosto de 1898.
O pai e a mãe dele eram imigrantes portugueses. E como a família era pobre, na infância e adolescência ele trabalhou como engraxate e operário numa fábrica de chapéus.
Ao mesmo tempo, a irmã mais velha dele, chamada Nair Alves, começou a trabalhar como atriz de teatro e vedete. E foi ela quem apresentou o Francisco a algumas pessoas do meio artístico.
Ele começou a cantar profissionalmente em 1918, passando a usar o nome artístico simplificado de Francisco Alves e gravando o 1º disco no ano seguinte. E foi ganhando popularidade em pouco tempo.
Claro que o dinheiro que entrava ainda era meio curto. E assim, ele passou a trabalhar por algum tempo como motorista de taxi pra se sustentar.
Em 1920, o Francisco se casou com uma prostituta chamada Perpétua Tutoia, que trabalhava num dos puteiros mais pobres do Rio. E levando em conta a mentalidade de 100 anos atrás, claro que isso fez com que todos os parentes e quase todos os amigos se afastassem dele.
O casamento durou poucos dias: a Perpétua disse que queria continuar sendo prostituta e que nunca se adaptaria a uma vida de mãe de família tradicional.
Embora naquela época não existisse divórcio, existia desquite (na prática, o desquite não acabava com o casamento, mas apenas decretava que aquele marido e aquela esposa não tinham mais obrigações conjugais um com o outro). Mas, mesmo assim, o Francisco não se desquitou oficialmente.
Isso fez com que, mais tarde, a Perpétua tentasse fazer ele assumir 2 filhos de pais desconhecidos que ela teve depois de se separar dele. Mas não conseguiu.
Ainda em 1921, o Francisco começou a namorar a atriz Célia Zenatti, com quem viveria até 1949.
O Chico Viola, como era chamado pelos amigos, foi considerado o maior cantor do Brasil nos anos 30, gravando várias músicas em dupla com o cantor Mário Reis.
As fofocas sobre relacionamentos homossexuais do Francisco começaram nos anos 40, quando ele era visto frequentemente saindo pela noite com rapazes novinhos e só reaparecendo no dia seguinte.
Mesmo assim, ele também era visto com uma certa frequência saindo pela noite com prostitutas. Então, é possível que ele funcionasse sexualmente na base do ‘topa tudo’.
De qualquer forma, o Francisco nunca declarou explicitamente que se relacionava com homens.
Alguns historiadores levantam a possibilidade de que ele teve um caso com o Mário, já que esse nunca se casou, apesar da enorme quantidade de mulheres dando em cima dele. Mas não há nada que prove propriamente que eles foram amantes.
Outros historiadores levantam a possibilidade de que o Francisco teve um caso com o cantor Ismael Silva, que chamava a atenção na época pelos gestos afeminados e com quem o Francisco sempre andava. Mas também não há nada que prove propriamente que eles foram amantes.
Na noite de 27 de Setembro de 1952, quando o Francisco voltava de carro de uma apresentação que tinha ido fazer em São Paulo, um caminhão se chocou contra o carro dele.
O automóvel se incendiou e ele foi consumido pelas chamas.
O Francisco tinha completado 54 anos 1 mês antes.

Hoy vamos a hablar un poco sobre otro personaje histórico aparentemente bisexual: el cantante brasileño Francisco Alves.
Francisco de Morais Alves nació en Rio de Janeiro, el 19 de Agosto de 1898.
Su padre y su madre eran inmigrantes portugueses. Y como la familia era pobre, en su infancia y adolescencia él trabajó como tinte y como obrero en una fábrica de sombreros.
Al mismo tiempo, su hermana mayor, llamada Nair Alves, comenzó a trabajar como actriz de teatro y como vedette. Y fue ella quien presentó a Francisco a algunas personas del medio artístico.
El comenzó a cantar profesionalmente en 1918, pasando a usar el nombre artístico simplificado de Francisco Alves. Y él grabó su primer disco en el año siguiente. Y empezó a ganar popularidad en poco tiempo.
Puesto que el dinero que recibía todavía era poco, él pasó a trabajar por algún tiempo como conductor de taxi para sostenerse.

Nel 1920, Francisco ha sposato la prostituta Perpétua Tutoia, che lavorava in un povero prostibolo di Rio de Janeiro. E tenendo conto quella mentalità di 100 anni fa, ovviamente questo ha fatto allontanare tutti i suoi parenti e quasi tutti i suoi amici.
Il matrimonio è durato solo alcuni giorni: Perpétua ha detto che voleva continuare ad essere una prostituta e che non accetterebbe mai uno stile di vita familiare tradizionale.
A quel tempo non c’era il divorzio in Brasile, ma c’era il desquite (una specie di quasi divorzio). Ma anche così, Francisco non ha ufficialmente avuto un desquite.
Perciò, alcuni anni dopo Perpétua cercherebbe di fargli assumere 2 figli da padri sconosciuti che lei aveva avuto dopo. Ma lei non ce la fatto.
Ancora nel 1921, Francisco ha iniziato una relazione con l’attrice Célia Zenatti, con la quale viverebbe fino al 1949.
Chico Viola, come lo chiamavano i suoi amici, era considerato il principale cantante di Brasile negli anni 30, registrando diverse canzoni in duo con il cantante Mário Reis.

The gossip about Francisco’s gay relationships began in the 1940s, when he was often seen leaving at night with young lads and only reappearing the next day.
Even so, he was also often seen leaving at night with female prostitutes. So he possibly had a total-free sexuality.
Anyway, Francisco never explicitly stated he had sexual contact to men.
Some historians suppose he had an affair with his friend Mário because this one was never married, despite the amount of women offering themselves to him. But there’s nothing proving they were lovers.
Other historians suppose Francisco had an affair with singer Ismael Silva, who at that time called attention to his effeminate gestures and with whom Francisco maintained a friendship. But there’s nothing proving they were lovers either.
On September 27th, in 1952, when Francisco was returning by car from a show he had presented in São Paulo, a truck crashed into his car.
The car caught fire and he was consumed by the fire.
Francisco was then 54 years old.

Até!