quinta-feira, 11 de junho de 2020

TIRANDO ALGUMAS DÚVIDAS SOBRE A ENQUETE

Antes de encerrar por hoje, só uma resposta ao Pedroca West, que fez um discurso no box da enquete defendendo a Preta Gil.
Eu decidi fazer um post específico sobre isso pra poder todo mundo ver e não ficar nenhum equívoco sobre o assunto.
Pedroca, em 1º lugar, você tentou desviar totalmente o foco do assunto pra questão do racismo, mas a enquete nem era sobre esse assunto. A enquete era sobre o indivíduo Preta Gil, e não sobre o grupo étnico do qual ela faz parte.
Mas já que você fez questão de destacar esse assunto o máximo que você pôde, tudo bem. Vamos lá:
Eu não me lembro de nenhum texto que eu tenha escrito em nenhuma ocasião em que eu tenha dito que não existe racismo. É óbvio que os negros passam por situações se agressão (tanto físicas quanto psicológicas) que os brancos não passam. E é óbvio que qualquer movimento que se manifeste contra privilégios de um grupo sobre outro grupo tem que seguir em frente.
E você me desafiou a criticar a Angela Davis só porque ela é negra... Por que eu ia querer criticar a Angela Davis?! Aliás, o que tem ela a ver com essa enquete?
Eu acho que você não leu direito a pergunta. O que a enquete questiona são as tentativas do indivíduo Preta Gil de querer posar de intelectual sem ser.
Seria a mesma coisa que a Patrícia Abravanel (uma dondoca evangélica descerebrada que fica só reproduzindo ideias retrógradas do que é a função do homem e do que é a função da mulher numa “família cristã”) querer posar de intelectual. Só que essa pelo menos parece que tem consciência de que ela não é intelectual. Então, ela não finge que é.
Você também deu a entender que, num desentendimento entre a Preta Gil e o David Brazil, eu estou querendo ficar do lado dele. De jeito nenhum! Não estou do lado de ninguém aí. Aliás, até onde eu me lembro, eu nem nunca tinha mencionado o David Brazil nos meus blogs. E (ao contrário do que você disse) eu nem simpatizo com o tipo de comportamento que ele tem ou com a ‘imagem de gay’ que ele passa. Mas já que você entrou no assunto, vamos lá:
Você deixou claro que o David Brazil é um gay chaveirinho de hétero, que compra a zoeira de héteros que têm destaque social. E também deixou claro que a imagem pública que ele criou não veio pra quebrar preconceitos contra os gays, mas sim pra agradar héteros famosos e ricos. E por isso, ele não é uma pessoa exatamente coerente e correta.
Você está certo. Eu concordo com essa definição. Mas, caso você não tenha percebido, o Jean Wyllys se posiciona exatamente da mesma forma, só que querendo agradar a outro grupo: ele passa o tempo todo puxando o saco dos petistas mais poderosos. E a imagem pública que ele criou não veio pra quebrar preconceitos contra os gays (tanto que ele xinga de “BICHONA!!!” qualquer homossexual que não concorda com as pautas petistas, ao mesmo tempo que ele não fala nenhuma única palavra contra petistas que fazem comentários preconceituosos), mas é uma imagem pública que ele criou pra agradar petistas. E por isso, seguindo o seu próprio raciocínio, ele também não é uma pessoa exatamente coerente e correta.
E aí? Posso chamar o Jean Wyllys de “gay chaveirinho de petista” por causa disso?
Eu deixei bem claro que o exemplo que eu usei do desentendimento entre a Preta Gil e o David Brazil foi apenas uma entre várias tentativas dela de querer posar de intelectual e lacrar em público. E até convidei os leitores a dar uma pesquisada no Google pra encontrar outras idiotices que ela falou (muitas das quais não têm nada a ver com racismo).
A propósito: fiz questão de destacar que eu considero o Gilberto Gil um grande intelectual. Eu reconheço sem sombra de dúvidas a cultura e a erudição dele. Mas, ao contrário do que você disse, não, a intelectualidade e/ou a inteligência do pai não garante a intelectualidade e/ou a inteligência dos filhos. E sem dúvida nenhuma, o Gilberto Gil e a Preta Gil são um dos exemplos mais indiscutíveis disso.
Você também disse que eu vejo o meio artístico como inimigo... Não, eu não vejo. Mas é inegável que a maior parte do meio artístico brasileiro tem no mínimo uma tendência maior em apoiar o PT do que em apoiar qualquer outro partido político. Pode ser por questões ideológicas...
...pode ser por necessidade de puxar o saco de artistas com mais voz ativa e que são petistas extremistas...
Pra não me alongar nesse assunto, se alguém ainda não viu, eu já fiz 2 posts explicando bem essa questão. Podem clicar aqui...


...e aqui...


...pra ver o que eu penso sobre isso.
Então, quando a maior parte dos artistas brasileiros são convocados a dar uma opinião política mais explícita em público, eles preferem defender um político petista corrupto do que defender a honestidade.
Às vezes, o cara nem é petista. Mas como ele tem que puxar o saco do outro artista mais poderoso que ele e que é petista, ele vai dar esse tipo de declaração que eu disse em público.
E como não foi possível defender a Preta Gil de tudo, você também admitiu que ela é uma “contradição ambulante”. É claro. Mas tem alguma feminista famosa (ou seguidora de feminista famosa) que não seja? A coerência passa longe delas.
Bom, eu tenho consciência de que eu não sou dono da verdade. Eu apenas acredito no que a lógica me mostra, em vez de achar que o fulano está sempre certo só porque eu gosto dele ou que a beltrana está sempre certa só porque eu gosto dela.
Então, quem quiser me questionar ou discordar de mim, fique à vontade. Não tem problema. Eu, ao contrário das feministas e de outros tipos de extremistas, não me importo que a outra pessoa tenha uma opinião diferente da minha. Desde que ela não queira me obrigar a concordar com a opinião dela, porque eu também não vou tentar obrigar ela a concordar com a minha.

Até a próxima!

sexta-feira, 5 de junho de 2020

ELE TEVE AQUI NO BRASIL NO INÍCIO DO ANO



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator, dublê e dublador japonês Kihachiro Uemura.

xt-align: justify;"> Ele nasceu em Kyushu, em 05 de Setembro de 1960.
O Kihachiro se formou como ator pela Universidade de Yokohama.
Enquanto fazia o curso de dublê, ele aprendeu karatê, kung fu e esgrima.
Ao mesmo tempo, o Kihachiro também começou a dublar desenhos animados, carreira à qual ele tem se dedicado mais atualmente.
Ele começou trabalhando como dublê de seriados de ação, quando tinha 19 anos. E apesar de não ser tão alto assim, (ele tem 1, 72m), ele sempre foi mais forte do que a maioria dos homens com quem ele convivia.
A estreia do Kihachiro como ator mesmo foi em Choshinsei Furashuman (1986), lançado no Brasil como Comando Estelar Flashman.
Quando ele passou no teste pra fazer parte do elenco de Furashuman, ele nem sabia qual seria o personagem dele. Nem mesmo se ele faria parte do núcleo dos heróis ou dos vilões. Mas acabou ficando com o Dai, o guerreiro de armadura verde.

Apesar de só ser produzido 1 capítulo do seriado por semana, a gravação não era brincadeira: principalmente nas cenas de ação, eles começavam a gravar assim que o Sol aparecia no horizonte e só terminavam quando o Sol sumia.
Até hoje o Kihachiro ainda mantém contato com os outros atores principais do seriado.
Em outros seriados de aventura que ele fez, o problema principal foi o calor mesmo, já que as roupas dos personagens dele eram muito fechadas.
Como o Kihachiro tinha formação de dublê, era ele mesmo quem fazia pelo menos metade das cenas de ação.
Ele teve até hoje 11 trabalhos como ator no cinema e televisão.
Em Janeiro de 2020, o Kihachiro teve aqui no Rio, onde participou do Rio Matsuri.

Hoy vamos a hablar un poquito sobre el actor, doble y doblador japonés Kihachiro Uemura.
El nació en Kyushu, el 05 de Septiembre de 1960.
Kihachiro se graduó como actor de la Universidad de Yokohama.
Mientras tomaba el curso de doble, él aprendió karate, kung fu y esgrima.
Al mismo tiempo, también comenzó a doblar dibujos animados, una carrera a la que se ha dedicado más actualmente.
Hasta el día de hoy, Kihachiro ha tenido 11 trabajos como actor cinematográfico y televisivo.

Kihachiro’s debut as an actor was in Choshinsei Furashuman (1986).
When he passed the test to be part of Furashuman cast, he didn’t even know what his character would be. Not even if he would portray one of the heroes or one of the villains. But he ended up receiving the hero Dai, the warrior who wears the green armor.
Although only 1 episode of the series was produced per week, the filming wasn’t simple: mainly in the action scenes, they started filming as soon as the Sun appeared on the horizon and they only ended when the Sun disappeared.
To this day Kihachiro still maintains contact with the other main actors in the series.

Kihachiro ha iniziato la sua carriera lavorando come stuntman per delle serie TV d’azione, quando aveva 19 anni. E sebbene non sia molto alto (lui ha 1, 72m), era sempre più forte della maggior parte degli uomini che conosceva.
In alcune serie di avventure in cui lui si trovava, il problema principale era il caldo, perché i vestiti dei suoi personaggi erano troppo stretti.
Dato che Kihachiro era uno stuntman, era lui a aveva la parte in almeno la metà delle scene d’azione dei suoi personaggi.
Nel Gennaio del 2020, lui è venuto a Rio de Janeiro, dove ha partecipato al Rio Matsuri.

Até!

quarta-feira, 3 de junho de 2020

LEMBRAM DO ZAMPA? POIS É



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ator e dublê japonês Daigaku Sekine.
Naohide Sekine nasceu em Kyushu, 28 de Janeiro de 1957.
No final da adolescência, ele se mudou pra Tókyo, onde se formou como ator e dublê.
A estreia do Naohide como dublê foi quando ele tinha 22 anos, em Batoru Fiba Jei (1979).
A estreia como ator foi logo depois, em Densi Sentai Denziman (1980). E ali ele assumiu o nome artístico de Daigaku Sekine.
Devido à formação como dublê, os personagens dele frequentemente tinham cenas de luta. E era ele mesmo quem atuava nessas cenas, com um corpo bem cuidado de 1, 75m.
O Daigaku é mais conhecido no Brasil por ter interpretado o vilão Zampa de Kyoju Tokuso Jasupion (1985), lançado no Brasil como O Fantástico Jaspion.
Aliás, na maioria dos seriados de aventura de que o Daigaku participou, ele interpretava vilões.
É difícil organizar a filmografia exata dele, porque ele fez pequenas participações em vários seriados que não foram creditadas (no Japão, quando a pessoa faz a participação num programa contratada como dublê, mesmo que na prática atue como ator, o nome não é creditado). Mas ele continua trabalhando em filmes até hoje.
Além de manter a carreira de ator, o Daigaku também participa da administração de uma rede de teatros, junto com amigos que ele conhece desde a época em que se formou.
Além da ligação com o meio artístico, ele também é dono de uma lanchonete em Tókyo.
Pra manter a forma, o Daigaku ainda pratica karatê e equitação.
No tempo livre, ele gosta de ler.

Today we’ll talk a little about the Japanese actor and stuntman Daigaku Sekine.
Naohide Sekine was born in Kyushu, on January 28th , in 1957.
In his late teens, he moved to Tokyo, where he graduated as an actor and stuntman.
Naohide’s debut as a stuntman was when he was 22, in Batoru Fiba Jei (1979).
His debut as an actor was soon after, in Densi sentai Denziman (1980). And there, he took Daigaku Sekine as his stage name.
In his free time, he likes reading.

Debido al entrenamiento de stuntman de Daigaku, sus personajes a menudo tenían escenas de lucha. Y él fue quien actuó en dichas escenas, con su cuerpo bien cuidado de 1, 75m.
El es mejor conocido en Brasil por interpretar al villano Zampa de Kyoju Tokuso Jasupion (1985).
De hecho, en la mayoría de las series de aventuras en las que participo, Daigaku actuó como villano.
Además de mantener su carrera como actor, él también participa en la gestión de una red de teatros, junto con amigos que conoce desde el momento en que se graduó.

È difficile organizzare la filmografia esatta di Daigaku, perché lui ha avuto personaggi minori in diverse serie TV in cui il suo nome non era accreditato (in Giappone, quando una persona partecipa a uno show televisivo assunto come stuntman, anche se in pratica lavora lì come attore, il suo nome non è accreditato). Ma continua a lavorare ai film fino ad oggi.
Oltre al suo legame con gli spettacoli giapponesi, lui possiede anche uno snack bar a Tokyo.
Per mantenere il suo corpo in buona forma, Daigaku pratica ancora il karate e l’equitazione.

Até!

segunda-feira, 1 de junho de 2020

90ª ENQUETE



Oi!!!

Bem-vindos a Junho!
E vamos à enquete do mês.
Vou fazer direto a pergunta, porque depois tenho alguns comentários a fazer sobre ela: o que você acha das tentativas da Preta Gil de tentar posar de intelectual?

Talvez algumas pessoas precisem de alguns esclarecimentos sobre o assunto. Então, vamos a um dos exemplos do que eu quero dizer:
Em 2019, o repórter David Brazil encontrou uma postagem na Internet dizendo que vidas negras importam. Postagem essa que rebatia uma situação racista que tinha acontecido naqueles dias (pelo que eu pude entender, no BBB).
Aí, o David comentou o seguinte sobre isso:
Acho difícil alguém fazer um comentário mais igualitário e mais desprovido de favoritismos do que esse, certo?
Bom, o que a Preta Gil respondeu quando ela leu esse comentário?
Não é piada, não! Ela respondeu isso mesmo!
Bom, em 1º lugar, se a Preta Gil me indicasse um livro pra eu ler, eu ia ter que me segurar muito pra não rir. Porque qual é o conhecimento bibliográfico ou erudito que ela tem?
Em 2º lugar, conversar com ela antes de escrever bobagens?! Será que não é ao contrário? Será que você não vai ter mais tendências a escrever bobagens depois de dar uma olhada nas contradições que ela comete?
E ela ainda acusou o David Brazil de ser preconceituoso pelo comentário que ele fez...
Ué?! Mas a preconceituosa não foi ela? Já que ela acha errado dizer que todas as vidas importam, independente se cor, raça ou religião...
Cadê o igualitarismo que ela e os artistas que andam junto com ela dizem que defendem?
E essa situação foi só 1 dos exemplos de tentativas que a Preta Gil tem feito pra lacrar em público, posando como feminista, como ativista pelos direitos das “minorias” e adjacências.
Deem uma pesquisada no Google sobre os “ativismos” que ela faz que vocês vão achar outros exemplos.
Por mais que eu não concorde com uma série de opiniões políticas do Gilberto Gil, eu tenho que concordar que ele é uma pessoa com um conteúdo intelectual gigantesco. Ele é muito culto, erudito, inteligente... Só perde pela apologia que ele faz às ideias comunistas.
Mas a Preta Gil fingir que tem alguma intelectualidade pra passar...
Qualquer pessoa com uma mínima capacidade de raciocínio já viu que ela só tem espaço garantido na mídia porque é filha do Gilberto Gil. As pessoas dão espaço a ela pra agradar a ele (a questão do puxa-saquismo do meio artístico, que eu já mencionei tantas vezes). Porque talento artístico ela nunca teve muito, menos ainda bons modos (ela sempre chega nos lugares rindo mais alto do que todo mundo ali, gritando mais do que todo mundo ali e tudo mais que se pareça com isso), e conteúdo intelectual pra passar... Bom, depois de tudo o que eu já lembrei nesse post, não preciso acrescentar mais nada nesse último quesito.

COMEMORANDO O DIA DOS NAMORADOS

E como o Dia dos Namorados vem aí, resolvi fazer um post sobre 2 atores pornô gays que são namorados na vida real contracenando um com o outro.
Divirtam-se!

sábado, 30 de maio de 2020

ELES PEGARAM A COVID E JÁ SE CURARAM


Oi!!!

Vamos encerrar o mês com outro post especial sobre o coronavírus.
Como a gente tá cansado de saber, a covid é uma doença sobre a qual ainda existem muito mais dúvidas do que certezas. Mas algumas coisas já deu pra perceber: esse vírus reage de uma forma diferente em cada pessoa, quem chega a morrer é a minoria dos contaminados, a maioria dos contaminados tem uma gripe forte ou média que não chega a ser mortal (embora deixe a pessoa muito mal), alguns contaminados simplesmente não têm efeito nenhum no corpo deles e todos os contaminados acabam passando o vírus com extrema facilidade pra qualquer pessoa que esteja por perto.
Nesse último quesito, temos que lembrar que, se uma pessoa for contaminada, é praticamente impossível que ela não passe o vírus pras outras pessoas que moram na mesma casa que ela.
No caso de casais, principalmente, como o contato acaba sendo muito próximo (por exemplo: dormem na mesma cama e, consequentemente, passam várias horas encostados um no outro), se um foi contaminado, a gente pode afirmar com certeza quase absoluta que o outro também foi.
Por exemplo, os repórteres Erick Rianelli...
...e Pedro Figueiredo...
...que são casados, foram contaminados. E a gente não sabe quem pegou primeiro, mas certamente um passou pro outro.
Ah, sim: os 2 já estão curados. O Pedro não teve sintoma nenhum e o Erick teve uma gripe de nível médio. Mas agora eles estão bem.
Então, se você ou alguém da sua casa já foi contaminado, eu acho que também não adianta entrar numa paranoia pra tentar impedir as outras pessoas da casa de serem contaminadas. Até porque provavelmente elas já foram.
O que resta fazer nesses casos é tratar como se trata qualquer gripe forte e evitar contato com outras pessoas fora de casa. E é claro: sempre tendo um cuidado especial com pessoas mais velhas e com pessoas que tenham doenças pré-existentes.
E como a forma mais eficaz de evitar receber e transmitir o vírus é o isolamento social, vamos manter a tática de ficar em casa o máximo possível. Só saiam de casa em situações que não tem como evitar.

O 1º DESENHO DE AVENTURA PRA ADOLESCENTES DA HANNA-BARBERA

E hoje a gente também vai dar uma olhada no seriado Jonny Quest.
A história desse programa começou no início dos anos 60, quando a Hanna-Barbera Productions queria fazer um desenho animado inspirado num seriado chamado Jack Armstrong (1947). Eles tiveram a ideia de fazer uma história de ação que fosse, ao mesmo tempo, fantasiosa e dramática. E que fosse mais voltada pro público adolescente do que pro público infantil.
Enfim, seria o 1º desenho animado da Hanna-Barbera focado especialmente em aventura e com personagens de aparência bem realista, já que todos os anteriores tinham a comédia como foco principal e mostravam personagens de aparência mais cartunesca mesmo.
Mas, por motivos autorais, acabaram não podendo fazer isso com o personagem que queriam fazer. Então, decidiram lançar outro seriado seguindo exatamente os planos que queriam seguir, mas reformulando a história... Mais ou menos, né?rs
O protagonista, que também deu nome ao desenho, passou a ser o pré-adolescente Jonny Quest, que acompanha o pai nas viagens dele pelo Mundo. E ao longo dessas viagens, é claro, eles vão passando pelas maiores aventuras e enfrentando os vilões que encontram pelo caminho.
O pai do Jonny, o Dr. Benton Quest, é um cientista com um conhecimento quase absoluto sobre todas as áreas de Biologia, Química e Física.
Sobre a mãe do Jonny, só é mencionado, sem muitas explicações, que ela morreu. E por isso, o Jonny passaria o tempo todo com o pai, tendo como residência fixa a Ilha de Palm Key.
Acompanhando os 2, vive o loirão fortão Roger Bannon, apelidado de Race, que serve ao mesmo tempo como guarda-costas, professor do Jonny e piloto dos veículos da Família Quest.
A partir do episódio Calcutta Adventure, logo no início do seriado, eles passam a ser acompanhados também por um menino hindu chamado Hadji, que sabe fazer algumas magias simples, como entrar num vaso de barro e se teletransportar pra outro, assim como movimentar objetos através de música. Mas a magia que ele usa com mais frequência é se levitar ou levitar outras pessoas no ar.
O mascote do grupo é o esquentado cachorrinho Bandit, que às vezes atrapalha e outras vezes salva a situação.rs
Com exceção desses personagens, quase todos os outros aparecem em 1 capítulo só.
E quais são os problemas que os heróis encontram durante as viagens deles pelo Mundo? Bom, aí varia muito.
Às vezes, eles enfrentam cientistas mal intencionados; às vezes, eles esbarram com milionários sádicos com manias bizarras (e psicopáticas); às vezes, eles encontram povos selvagens extremamente hostis...
Eles também esbarram com várias organizações criminosas em diferentes partes do Mundo. E sempre conseguem desfazer os planos que esses bandidos tavam pondo em prática ali. Mas o seriado nunca explica com muitos detalhes como essas organizações funcionam nem as origens delas.
Por sinal, o Roger mata vários desses personagens em alguns episódios (esse também foi um dos primeiros desenhos animados ocidentais a mostrar explicitamente a morte de personagens).
Não existe um vilão que apareça durante a maior parte do seriado.
O personagem do mal que é mais visto ao longo da história só aparece em 4 capítulos: um cientista identificado apenas como “Dr. Zin”.
A origem dele nunca é mencionada pelo seriado. Mas dá pra ver que é um homem asiático de meia idade, tem um vasto conhecimento científico e é rico o suficiente pra morar num castelo e ter dezenas de serviçais em diferentes países. Mas ele faz de tudo pra adquirir mais poder e riquezas do que já tem.
O Zin nunca se encontra pessoalmente com nenhum dos heróis. No máximo, ele fala com eles por algum comunicador que teja disponível na hora.
Pelo conjunto da obra, entende-se que ele e o Benton tiveram algum tipo de desentendimento no passado. Mas nunca é revelado o que exatamente aconteceu.
A época em que a história se passa é um pouco difícil de definir...
Como já vimos, o desenho foi lançado em 1964. E quando foi lançado, a intenção era dizer que ele se passava no futuro, já que os Estados Unidos ainda não tinham enviado o 1º foguete à Lua e o 1º episódio do seriado se passa exatamente no dia do lançamento do 1º foguete à Lua. Ao mesmo tempo em que toda a mentalidade e o comportamento dos personagens remetem aos anos 60 mesmo (os estadunidenses têm a ideia de que o resto do Mundo é formado só por florestas ou lugares exóticos; o Oriente como um todo é retratado como um lugar cheio de bandidos; as religiões tipicamente orientais, como o Hinduísmo, o Budismo e o Islamismo, são tratadas como se fossem uma coisa só; os povos florestais são retratados como facilmente enganáveis e a cultura deles é tratada como inferior...).
Eu acho que a mensagem que os roteiristas pretendiam transmitir ao público de 1964 era:

“Essa história se passa no futuro, mas não num futuro muito distante.”

O seriado teve 26 capítulos. Nos 13 primeiros, os heróis enfrentam basicamente bandidos humanos (a única exceção é uma múmia egípcia). Nos 13 últimos, embora os bandidos humanos continuem aparecendo quase sempre, os heróis também passam frequentemente a enfrentar monstros de diferentes origens.
E é claro que alguns desses monstros também não passam de ladrões e contrabandistas disfarçados.
A quantidade relativamente pequena de episódios foi por motivos financeiros mesmo: foi o desenho mais caro produzido pela Hanna-Babera até aquela época e ficava quase impraticável produzir capítulos novos.
Apesar disso, esses 26 episódios foram constantemente reprisados nas emissoras de TV aberta de vários países durante décadas! E sempre com uma audiência boa! 
Apesar de ter sido, como dá pra ver, bem recebido pela maioria do público, o seriado foi acusado de ser machista, já que 99% dos personagens que apareciam eram homens. Uma das pouquíssimas exceções aí era uma agente secreta chamada Jezebel Jade, que apareceu só em 2 capítulos. E que aparentemente tinha um caso com o Roger... Devem ter criado essa personagem pra ninguém dizer que o Roger tinha um caso com o Benton, né? Afinal, o cientista nunca apareceu junto com mulher nenhuma, passava o tempo todo andando junto com o Roger... E o desenho chegou mesmo a receber várias críticas de grupos conservadores exatamente por causa disso. Muita gente via um relacionamento gay implícito entre o Benton e o Roger.
Aliás, o Jonny e o Hadji detestavam garotas e evitavam contato com elas.
Em 1986, tentaram dar uma continuidade ao seriado, criando um desenho de 13 episódios chamado The New Adventures of Jonny Quest, lançado em terras brasucas com o título traduzido de As Novas Aventuras de Jonny Quest.
As histórias, dessa vez, eram um pouco menos violentas do que na versão de 1964. Mas até que essa nova temporada deu pro gasto, apesar de não ter ido pra frente.
Também introduziram um novo personagem fixo no grupo: um guerreiro de pedra chamado Hardrock, que na tradução brasileira teve o nome mudado pra Petrônio.
E em 1996, foi feito um 3º seriado, de 52 episódios, chamado The Real Adventures of Jonny Quest, que no Brasil virou As Verdadeiras Aventuras de Jonny Quest.
Bom, o seriado de 1986 era visivelmente uma continuação do seriado de 1964. Mas o seriado de 1996 é um reboot da história, que ignora os 2 seriados anteriores (inclusive esquece completamente personagens antigos e introduz novos personagens fixos) e mostra aqueles personagens dos anos 60 uns 5 anos mais velhos e vivendo nos anos 90.
Então, por uma questão de matemática, ele não pode ser uma continuação do seriado de 1964 (32 anos depois os personagens tão só cerca de 5 anos mais velhos?!).
Foram feitos também 3 desenhos animados de longa-metragem inspirados nesses personagens: Jonny’s Golden Quest (1993), Jonny Quest vs The Cyber Insects (1995) e Tom and Jerry: Spy Quest.
Mas apesar de todas essas outras versões que a história teve, nenhuma conseguiu repetir exatamente o mesmo sucesso da 1ª. É muito difícil fazer a nova versão de um clássico e se sair bem, né?

Today we’ll talk a little about Jonny Quest.
The history of this show began in the early 1960s, when Hanna-Barbera Productions wanted to produce a cartoon based on TV series Jack Armstrong (1947). They came up with the idea of creating an action story that was both fantastical and dramatic. And more focused on the teen audience than on the kid audience.
Anyway, it would be the 1st Hanna-Barbera cartoon focused especially on adventure and with very realistic-looking characters, because all their previous cartoons had comedy as their main focus and showed always more cartoonish-looking characters.
But, for copyright reasons, they ended up not being able to do that with the character they wanted to do. So, they decided to release another series following exactly the plans they wanted to, but reformulating the story... More or less, right?
The protagonist, who also gave the cartoon its name, became preteen Jonny Quest, who accompanies his father on his travels around the World. And over the course of these trips, of course, they go through the greatest adventures and face the villains they encounter along their way.
Jonny’s father, Dr. Benton Quest, is a scientist with an almost absolute knowledge of all areas of Biology, Chemistry and Physics.
About Jonny’s mother, it’s only mentioned without much explanation that she died. That’s why Jonny would spend all his time with his father, with Palm Key Island as their official residence.
The muscular blond Roger Bannon, nicknamed Race, lives in their company. He works at the same time as their bodyguard, Jonny’s teacher and pilot of the Quest Family vehicles.
From the episode Calcutta Adventure, right at the beginning of the series, they’re also accompanied by a Hindu boy named Hadji. He knows how to do some simple spells, such as getting into a clay pot and teleporting himself to another one, as well as moving objects through music. But the power he uses most often is levitating himself or others in the air.
The group’s mascot is the usually angry little dog Bandit, who sometimes disturbs them and sometimes saves the day.
With the exception of these characters, almost all the others appear in only 1 episode.
The series had 26 episodes. In the first 13, the heroes basically face human bad guys (the only exception is an Egyptian mummy). In the last 13, although human bad guys continue appearing often, the heroes also often face monsters from different backgrounds. And of course, some of these monsters are also thieves and smugglers in disguise.

¿Cuáles son los problemas que encuentran Jonny Quest y su grupo durante sus viajes alrededor del Mundo en la serie de 1964? Bueno, varía mucho.
A veces se enfrentan a científicos malvados; a veces encuentran millonarios sádicos con manías extrañas (y psicópatas); a veces encuentran a pueblos del bosque extremadamente hostiles...
También se encuentran con varias organizaciones criminales en diferentes partes del Mundo. Y siempre logran deshacer los planes que esos bandidos estaban poniendo en práctica allí. Pero el show nunca explica con mucho detalle cómo funcionan dichas organizaciones o sus orígenes.
Dicho sea de paso, Roger mata a varios de esos personajes en algunos episodios (este fue también uno de los primeros dibujos animados occidentales en mostrar explícitamente la muerte de personajes).
No hay un villano visto durante la mayor parte del show.
El personaje malvado que se ve más a lo largo de la historia solo aparece en 4 episodios: un científico identificado solo como “Dr. Zin”.
Su origen nunca es mencionado aquí. Pero podemos ver que es un hombre asiático de mediana edad, tiene un vasto conocimiento científico y es suficientemente rico como para vivir en un castillo y tener docenas de sirvientes en diferentes países. Pero hace todo para adquirir más poder y riqueza de lo que ya tiene.
Zin nunca se encuentra en persona con ninguno de los héroes. Si mucho, les habla a través de cualquier comunicador que esté disponible en el momento.
Analizando la situación, se entiende que él y Benton tuvieron algún tipo de desacuerdo en el pasado. Pero nunca se revela lo que sucedió exactamente.
La época en que se desarrolla la historia es un poco difícil de definir...
Como sabemos, el dibujo se lanzó en 1964. Y cuando se lanzó, la intención era decir que se establecía en el futuro, porque Estados Unidos aún no había enviado su primer cohete a la Luna y el primer episodio de la serie tiene lugar exatamente en el día del lanzamiento del primer cohete estadounidense a la Luna. Al mismo tiempo, la mentalidad y el comportamiento de todos los personajes se remontan a los años 60 (los estadounidenses tienen la idea de que el resto del Mundo está formado solo por bosques o lugares exóticos; el Oriente en su conjunto es retratado como un lugar lleno de bandidos; por lo general, las religiones orientales, como el Hinduismo, el Budismo y el Islam, son tratadas como si fueran una sola cosa; los pueblos del bosque son retratados como fáciles de engañarse y la cultura de ellos es tratada como inferior...).
Creo que el mensaje que los escritores intentaron transmitir al público en 1964 fue:
“Esta historia tiene lugar en el futuro, pero no en un futuro muy lejano.”

Il numero relativamente limitato di episodi che Jonny Quest ha avuto nel 1964 (solo 26) avvenne per ragioni finanziarie: questo era il cartone più costoso prodotto da Hanna-Babera fino a quel momento ed era quasi impraticabile produrre nuovi episodi.
Nonostante ciò, questi 26 episodi sono stati costantemente riprodotti su emittenti televisive in diversi paesi per decenni! E sempre con un buon pubblico!
Nonostante sia, come puoi vedere, accolto dalla maggioranza del pubblico, il serial è stato accusato di esser sessista, perché il 99% dei personaggi visti erano uomini. Una delle poche eccezioni era un’agente segreta di nome Jezebel Jade, apparsa solo in 2 episodi. E a quanto pare, lei ha avuto una relazione amorosa con Roger... Probabilmente, Hanna-Barbera ha creato questo personaggio in modo che nessuno direbbe che Roger avesse una relazione amorosa con Benton, vero? Dopotutto, lo scienziato non è mai stato visto in compagnia di nessuna donna, trascorreva tutto il suo tempo a tenere Roger al suo fianco... E il cartone ha persino ricevuto diverse critiche dai gruppi conservatori proprio per questo. Molte persone hanno visto una relazione gay implicita tra Benton e Roger.
In effetti, Jonny e Hadji detestavano le ragazze ed evitavano il contatto con loro.
Nel 1986, hanno cercato di continuare il serial creando il cartone animato di 13 episodi The New Adventures of Jonny Quest.
Le storie, questa volta, erano un po’ meno violente rispetto alla versione del 1964. Ma questo ha funzionato relativamente bene, anche se è stato molto breve.
Hanno anche introdotto un nuovo personaggio fisso nel gruppo: un guerriero di pietra di nome Hardrock.
E nel 1996, è stato pubblicato un terzo serial: la ricerca di The Real Adventures of Jonny Quest ha avuto 52 episodi.
Bene, lo show del 1986 è stato chiaramente un sequel dello show del 1964. Ma lo show del 1996 è un riavvio della storia, che ignora i 2 show precedenti (dimentica persino completamente dei personaggi precedenti e introduce nuovi personaggi nel cast fisso) e mostra quei personaggi degli anni 60 circa 5 anni più vecchi e adesso vivendo negli anni 90.
Quindi, per ragioni matematiche, questa non può essere una continuazione del serial del 1964 (32 anni dopo i personaggi hanno solo circa 5 anni in più?!).
Ricordiamo che sono stati prodotti anche 3 cartoni animati per cinema ispirati a questi personaggi: Jonny’s Golden Quest (1993), Jonny Quest vs The Cyber Insects (1995) e Tom e Jerry: Spy Quest.
Ma nonostante esistano tutte queste altre versioni di quella storia, nessuna è riuscita a ripetere esattamente lo stesso successo della prima. È molto difficile produrre una nuova versione di un classico e farlo bene, vero?

Até Junho!

sexta-feira, 1 de maio de 2020

89ª ENQUETE



Oi!!!

Bem-vindos a Maio!
E vamos à enquete do mês.
Em Outubro de 2018, quando o Alexandre Frota foi eleito deputado, o filho mais velho dele, chamado Mayã Frota, publicou um texto detonando ele, reclamando porque ele era filho de um ex ator pornô e tal. E assim, ele dava a entender que era contra a pornografia.
Só que, em Janeiro de 2020, o Mayã tirou várias fotos dele mesmo pelado e com o cacete duro (tem 21 centímetros, de acordo com ele) e publicou na Internet.
Na verdade, parece que ele vendeu essas fotos prum site pornô. Só que, desse site, acabou passando pro resto da Internet, né?
O Alexandre até ironizou ele e publicou na Internet:

“Sou pai de um ator pornô”

Aliás, quem quiser ver um post sobre o Alexandre...
...pode dar uma clicada aqui:


Bom, eu não tenho nada contra a pornografia. Pelo contrário, até gosto muito. Mas não entendi a atitude do Mayã. Se há menos de 2 anos atrás ele era contra a pornografia, por que ele decidiu entrar pro ramo agora?
Então, a minha pergunta desse mês é: como você explica a atitude do Mayã Frota?