Oi!!!
Bem-vindos a 2023!
Com certeza vai ser melhor do que 2022.
Bom, como alguns de vocês sabem, eu tenho outro blog, chamado Multibússola, no qual indico produções que acho interessantes. Principalmente filmes de terror. Mas antes de indicar a produção lá, primeiro eu faço um post aqui sobre essa produção. Depois disso, deixo um link de lá pra cá.
E decidi que durante esse mês inteiro vou fazer posts só sobre filmes de terror aqui. Porque, nas minhas andanças pela Internet procurando material pra Multibússola, acabei acumulando material demais. Então, vou soltar um pouco do excesso que se juntou.
Hoje a gente vai começar essa maratona de terror dando uma olhada no filme The Relic, lançado no Brasil com o título traduzido de A Relíquia.
É interessante lembrar que o monstro aparece em poucas cenas não pra fazer suspense, mas sim por um problema técnico: o boneco não tinha ficado pronto quando as filmagens começaram, obrigando o diretor a fazer todas as cenas que podia fazer sem ele e deixando pra depois só as cenas que dependiam das aparições explícitas da criatura.
The Relic foi dirigido pelo Peter Ryams. E os roteiristas foram o Lincoln Child e a Amy Holden.
O filme foi todo gravado nos Estados Unidos, mas também teve colaboração de Alemanha, Inglaterra e Japão. E foi exibido pela 1ª vez nos Estados Unidos, em Janeiro de 1997.
The Relic começa com um arqueólogo chamado John, que trabalha pro Field Museum of Natural History, observando um ritual de uma tribo de índios durante a noite. E depois que ele bebe uma poção que os índios dão a ele, começa a ter alucinações com alguma coisa chamada Kothoga.
Algum tempo depois, o John vai até o cais do porto onde containers dele vão ser mandados pra Chicago. Ele tenta convencer o capitão do navio a desembarcar os containers. Mas, como o capitão nem presta atenção nele, o John embarca como clandestino quando ninguém tá vendo. Mas não consegue encontrar os containers dele, que, devido a um atraso do navio, foram separados pra ser mandados de avião.
Passadas 6 semanas, o navio aparece boiando à deriva no meio do Lago Michigan. E não parece ter ninguém no navio. Mas há respingos de sangue em várias paredes.
Quando rebocam o navio até o porto de Chigago, o Detetive Vincent, acompanhado pelo policial Hollingsworth, vai dar uma olhada. E encontram os destroços dos cadáveres da tripulação no depósito de esgoto do navio.
Na semana seguinte, vemos que os containers chegaram à sala do museu onde o John trabalhava.
A bióloga Margo e o biólogo-chefe do museu, chamado Albert, que é bem mais velho do que ela e cadeirante, abrem as caixas e veem que não tem nada dentro delas além de algumas folhas de plantas e a estátua de um ser mítico no qual algumas tribos acreditam chamado Kothoga.
E a Margo leva uma das folhas pra ser analisada, já que tem umas bolinhas vermelhas estranhas grudadas nela.
Quando o museu fecha, um dos vigias entra num banheiro pra fumar. Mas, de repente, uma mão monstruosa agarra ele pelo pé e puxa ele prum canto.
A Margo é a última a sair do prédio sem ter percebido nada. E na manhã seguinte, quando descobrem o cadáver despedaçado do vigia no banheiro, o museu é interditado.
O Vincent vai lá dar uma olhada no caso e não pode deixar de ver as semelhanças entre os cadáveres da tripulação do navio e o cadáver que ele acabou de ver no banheiro do museu.
A sala do John também foi brutalmente revirada, como se alguém tivesse entrado ali pra procurar alguma coisa.
Quando o cadáver é examinado pelos legistas, o exame mostra que um pedaço do cérebro ficou faltando.
Na noite seguinte, a Margo vai analisar as folhas que ela pegou e não percebe que uma baratinha entrou entre as folhas enquanto ela olhava os resultados da pesquisa no computador...
Depois disso, a diretora do museu, chamada Ann, resolve reabrir o museu, por causa de uma grande festividade que já tava programada pra acontecer ali e que reuniria as figuras mais importantes da cidade.
Apesar de ser contra, o Vincent não tem como impedir que isso aconteça. Mas ele manda um grupo de policiais darem mais uma olhada por toda a área do museu restrita aos funcionários.
Ele também é informado de que saiu a autópsia dos cadáveres encontrados no navio. E todos tavam com a mesma parte do cérebro faltando que eles tinham visto no vigia do museu.
Finalmente, uma cena rápida mostra uma imagem indistinta de um vulto monstruoso se movendo na parte mais funda e escura do porão do museu. Mas ninguém nem imagina que aquilo tá ali.
Os policiais que tão dando uma busca nos cantos mais fechados do museu ouvem um barulho estranho na frente deles. E vendo um vulto nas sombras segurando um machado e fazendo um movimento aparentemente agressivo dirigido a eles, abrem fogo.
Eles chamam o Vincent e o resto do pessoal e descobrem que mataram um mendigo louco que tava se abrigando ali sem ninguém saber. E como levantaram a ficha do cara e viram que ele já tinha antecedentes criminais, além de ter se apropriado da carteira do guarda morto (que, como podemos imaginar, ele deve ter achado ali no chão depois que a criatura largou), a Polícia de Chicago dá o caso por encerrado.
Observando o todo da situação, o Vincent conclui que alguma coisa não tá batendo. E embora não possa mais impedir a festa daquela noite e tenha que declarar o museu reaberto, ele determina que vai manter um policiamento ali.
Enquanto isso, na sala da Margo, ela ouve um barulho estranho dentro da caixa onde ela guardou as folhas. E quando abre, aquela baratinha que tinha entrado ali antes avança nela, transformada num minimonstro insetoide.
Mas a Margo mata a criatura batendo nela com um livro. E analisando os líquidos que saíram do corpo dela, ela vê que tem DNA de inseto e de réptil misturados!
Enquanto os primeiros convidados vão entrando no museu na hora da festa, o Albert vai à sala da Margo perguntando por quê ela ainda não tá pronta. E ela mostra a ele as descobertas que fez sobre o inseto.
O Albert conclui que uma criatura que tivesse sofrido aquele tipo de mutação, pra se manter viva, precisaria se alimentar exatamente dos hormônios que se encontram nas folhas que tavam nas caixas. E são os mesmos hormônios que se encontram no centro do cérebro humano.
Isso faz eles concluírem que as folhas foram mandadas pro museu de propósito, pra servir de alimento pra alguma coisa. E como as folhas não existem mais, essa coisa agora tá matando humanos pra arrancar os cérebros e se alimentar com eles.
Ao mesmo tempo, outro biólogo do museu, chamado Greg, que já tá há um tempão tentando aparecer mais do que a Margo, diz aos guardas que não tem mais ninguém nos laboratórios. E assim, como ele esperava, os guardas fecham os corredores que ligam o resto do museu ao lugar onde o Albert e a Margo tão.
Quando eles tentam sair e não conseguem, vão pra saída de incêndio. Mas acabam se perdendo pelos corredores da área restrita do museu.
Enquanto isso, o Vincent e o grupo de policiais que ficaram com ele tão andando pelos subterrâneos do museu. E os pastores alemães que eles levaram sentem um cheiro estranho vindo de um dos corredores escuros e correm até lá. Mas depois que os policiais escutam um ganido, a carcaça de um dos cachorros é jogada contra eles.
Um dos policiais vai entrando pelo corredor de onde a carcaça foi jogada pra procurar o outro cachorro. Mas acaba sendo puxado pras sombras por um vulto enorme.
O Vincent manda os outros policiais, sob o comando do Hollingsworth, correrem até a festa, botarem todo mundo pra fora do museu imediatamente e interditarem o prédio.
Mas, quando eles chegam lá, a Ann já tá guiando os convidados pela parte do museu mais distante da saída. E ao mesmo tempo, um cadáver sem cabeça cai do teto no meio dos convidados da festa, fazendo todos entrarem em pânico e saírem correndo desordenadamente.
Enquanto isso, alguma coisa danifica o sistema de segurança do museu, que começa automaticamente a trancar todas as saídas e acionar todos os rociadores contra incêndio.
Alguns dos convidados conseguem correr pras saídas mais próximas e, enquanto vão pisoteando uns aos outros pelo caminho, escapam do museu. Mas a maioria fica presa lá dentro.
Os telefones e a eletricidade também foram cortados, só ficando a eletricidade dos laboratórios (que vem do gerador de emergência, pra manter sempre os computadores e as geladeiras funcionando).
O Vincent entra em contato com o Hollingsworth e diz a ele pra guiar todos até a área de serviço, onde tem uma saída de emergência que vai fazer eles saírem na rua, em frente ao museu.
A maioria decide fazer isso, mas alguns decidem ficar perto da entrada principal do prédio e esperar que a ajuda externa chegue.
Enquanto isso, o Vincent vai andando pelos corredores do museu. E depois de encontrar o pastor alemão que tinha sumido, ele encontra o Albert e a Margo procurando uma saída.
Logo depois, eles dão de cara com o monstro.
E o cachorro foge correndo pelos corredores, enquanto o Vincent, o Albert e a Margo conseguem se trancar numa sala com a porta fortificada.
A criatura dá vários botes contra a porta. Mas depois que se machuca, já que a soleira da porta fica com um pouco do sangue dela empoçado, vai embora.
O Albert conclui que aquilo que eles viram era o que os povos indígenas chamam de Kothoga. Ele e a Margo já concluíram que, como as folhas que chegaram da Amazônia tavam cheias de hormônios, se uma criatura normal comer esses hormônios (no caso, junto com as folhas), ela se transforma naquilo.
Eles entendem que, quando a tribo se sentia ameaçada, dava aquelas folhas como comida pra algum animal normal, que se transformava num monstro, enquanto os membros da tribo se escondiam. E como o monstro precisa se alimentar de hormônios das folhas que eram iguais aos hormônios do centro do cérebro humano e agora ele não tinha mais folhas pra se alimentar, ele matava os humanos que encontrava pela frente (os inimigos da tribo) pra arrancar o cérebro e comer. E quando o monstro ficava sem mais nada pra comer e morria de fome, os índios saíam dos esconderijos.
A Margo conclui que, pra descobrir como matar a criatura, é preciso descobrir o que ela era no início, antes de se infectar com os hormônios. E só é possível fazer essa pesquisa com o computador maior, que fica em outro andar do prédio, usando como amostra o sangue que a criatura deixou na soleira da porta.
Como o Albert não pode subir as escadas, ele decide esperar ali enquanto o Vincent e a Margo vão até o tal computador... E acho que já tá meio óbvio o que vai acontecer com ele, né?
Pouco depois, o kothoga é atraído pelas vozes do pessoal que ficou perto da entrada do prédio. E chegando ali, ele mata todos.
Lá fora, o grupo de resgate que chega tenta entrar pela claraboia do prédio. Mas o kothoga mata os poucos soldados que conseguem entrar. E andando pelas paredes, ele sobe até o teto e mata o último que tava tentando entrar.
Depois disso, o grupo que o Hollingsworth tá guiando passa por um corredor inundado. E atraído pelas vozes deles, o monstro vai até lá por baixo da água e ataca. Mas se satisfaz depois que come 2 pessoas e vai embora. E o resto do pessoal consegue sair na rua.
Enquanto isso, a Margo analisa a amostra de sangue e conclui que, em meio ao DNA de mamíferos, répteis e insetos diferentes, o DNA dominante no corpo daquele kothoga é humano!
Ela deixa o computador fazendo mais uma varredura na amostra, já que, se o monstro é um humano transformado, talvez seja possível identificar de quem se trata...
Apesar disso, como a 2ª maior quantidade de DNA no organismo da criatura é de réptil, isso significa que ela não sobrevive a baixas temperaturas. Então, talvez seja possível matar ela disparando nitrogênio líquido em cima dela.
Eles têm a ideia de pegar as últimas folhas que restaram e pregar na parede de um corredor. E quando o kothoga sentir o cheiro das folhas e aparecer pra comer elas, eles vão atacar. Mas o monstro aparece antes do tempo e só não mata o Vincent porque a Margo dispara nitrogênio em cima dele, antes de sair correndo pra longe dali junto com o detetive.
Mesmo assim, a criatura não desiste. E sai correndo atrás do Vincent e da Margo enquanto eles fogem pelos corredores do museu.
O Vincent joga a Margo dentro da sala do computador maior, tranca a porta e tenta atrair o kothoga pra longe dali.
Nesse instante, ela vê que o computador terminou de fazer a varredura na amostra. E concluiu que aquele kothoga é o John transformado!
Nesse instante, o monstro invade a sala. E a Margo foge pruma sala contígua, conseguindo chegar a um depósito do museu onde tem vários galões de um líquido inflamável. E sabendo que o monstro já tá pra chegar ali, ela inunda o chão com aquele líquido.
O monstro chega e encurrala ela ao lado da porta de um elevador. E ele cheira e lambe ela, como se tivesse vagamente se lembrando de quem ela é e tentando confirmar isso. Mas, no final das contas, entendendo que aquilo era só mais uma presa, e não mais alguém que ele conhecia, se prepara pra arrebentar a cabeça dela e pegar o cérebro. Mas ela taca fogo em tudo ali e consegue entrar no elevador e descer pro outro andar, onde corre até um tanque de maceração e se fecha lá dentro.
Em chamas, o kothoga persegue ela até a beira do tanque, mas não consegue pegar ela. E uma lufada de fogo bate fortemente sobre o monstro, despedaçando ele.
Aparentemente alguns minutos depois, o grupo de resgate finalmente consegue entrar pela porta do museu, apaga o fogo e encontra o Vincent meio desmaiado num corredor.
Eles levantam ele e, pouco depois, encontram a Margo. E ela deixa claro pro Vincent que, agora, ela acredita em sorte.
E o filme acaba.
Today we’ll talk a little about The Relic.
The film was based on the book Relic (1995), by Douglas Preston.
It’s interesting to remember the monster is seen in a few scenes not to cause suspense, but because of a technical problem: the animatronic wasn’t ready when filming began, forcing the director to film all the scenes he could without the monster and leaving for later only the scenes that depended on his explicit appearances.
The Relic was directed by Peter Ryams. And the screenwriters were Lincoln Child and Amy Holden.
The film was all shot in the States, but also had collaboration from Germany, England and Japan. And it was shown for the 1st time in the States, in January 1997.
The Relic begins with an archaeologist named John, who works for the Field Museum of Natural History, observing an indigenous tribe’s ritual during the night. And after he drinks a potion somebody there give him, he starts hallucinating about something called Kothoga.
Some time later, John makes his way to the harbor docks where containers of his are to be shipped to Chicago. He tries to convince the captain to unload the containers. But since the captain pays no attention to him, John stows away when no one is looking. But he can’t find his containers, which, due to a delay of the ship, were separated to be sent by plane.
After 6 weeks, the ship is seen floating adrift on Lake Michigan. And there doesn’t seem to be anyone to be seen on the ship. But there are blood splatters on several walls.
When they tow the ship into Chicago harbor, Detective Vincent and Constable Hollingsworth go to look around. And they find the remains of the crew’s corpses in the ship’s bilge.
The following week, we see the containers arrived at the museum room where John used to work.
Biologist Margo and the head museum biologist Albert open the boxes and see there’s nothing inside them but some plant leaves and the statue of a mythical being that some tribes believe named Kothoga. And Margo takes one of the sheets to be analyzed, because there are some strange little red balls stuck to it.
When the museum closes, one of the guards goes into a restroom to smoke. But suddenly, a monstrous hand grabs him by his foot and pulls him into a corner.
Margo is the last to leave the building without having noticed anything. And next morning, when they discover the dead body of the watchman in the restroom, the museum is closed.
Vincent goes there to take a look at the case. And he can’t stop thinking about the similarities between the corpses of the ship’s crew and the corpse he just saw in the museum restroom.
John’s office was also brutally ransacked, as if someone had gone in there to look for something.
When the corpse is examined by coroners, they see a piece of the brain is missing.
After that, the museum director Ann decides to reopen the museum, because of a great festival that was already scheduled to take place there and that would bring together the most important figures in the city.
Although Vincent is against it, he has no way to stop it from happening. But he sends a group of police officers to take one more look around the entire staff area of the museum.
He’s also informed the autopsy of the corpses found on the ship has been completed. And they all had the same part of their brains missing he had seen on the museum guard.
Finally, a quick scene shows an indistinct monstrous bulk moving in the deepest, darkest part of the museum basement. But no one even imagines it’s there.
Police officers who are searching the innermost corners of the museum hear a strange noise in front of them. And seeing a figure in the shadows holding an ax and making a seemingly aggressive move towards them, they opened fire.
They call Vincent and the rest of the staff and discover they have killed a crazy homeless man who was taking shelter there without anyone knowing. And since they raised the guy’s file and saw he already had a criminal record, in addition to having appropriated the dead guard’s wallet (which, as we can imagine, he must have found there on the floor after the creature left the corpse), the Chicago police close the case.
Oh, but there’s a long way to go before this is closed...
In The Relic (1997), il poliziotto Vincent ha trovato cadaveri fatti a pezzi su una nave abbandonata, dopo ne ha trovato un altro proprio così in un museo e ora un mendicante è il sospettato in quest’ultimo caso.
Guardando l’intera situazione, lui conclude che qualcosa non va. E sebbene non possa impedire che una festa si svolga quella sera al museo, decide che manterrà una polizia lì.
Tempo prima, la biologa Margo stava analizzando alcune foglie di strane piante arrivate al museo all’interno di una scatola dalla Giungla Amazzonica. E non si è accorta che uno scarafaggio si è infilato tra le foglie mentre lei guardava i risultati della ricerca sul computer...
Ora,lei sente uno strano rumore all’interno della scatola dove teneva le foglie. E quando l’apre, quel piccolo scarafaggio l’attacca, trasformato in un mini mostro insettoide. Ma Margo uccide la creatura colpendola con un libro. E analizzando i liquidi che uscivano dal suo cadavere, vede che c’è DNA di insetti e rettili!
Mentre i primi ospiti iniziano ad arrivare al museo all’ora della festa, il capo biologo Albert entra nell’ufficio di Margo chiedendole perché non è ancora pronta. E lei gli mostra le scoperte che ha fatto sull’insetto.
Albert conclude che una creatura che ha subito quel tipo di mutazione, per sopravvivere, avrebbe bisogno di nutrirsi esattamente degli ormoni trovati nelle foglie nelle scatole. E sono gli stessi ormoni che si trovano al centro del cervello umano.
Questo li fa concludere che le foglie sono state inviate al museo per servire da cibo per qualcosa. E poiché adesso le foglie sono finite, questa cosa ora sta uccidendo gli umani per strappargli il cervello e nutrirsi.
Allo stesso tempo, un altro biologo di quel museo di nome Greg, che ha cercato a lungo di eclissare Margo, dice alle guardie che non c’è nessun altro nei laboratori. E così, come si aspettava, le guardie chiudono i corridoi che collegano il resto del museo a dove si trovano Albert e Margo.
Quando cercano di uscire e falliscono, loro vanno alla scala antincendio. Ma finiscono per perdersi nei corridoi dell’area riservata del museo.
Nel frattempo, Vincent e un gruppo di poliziotti stanno camminando nei sotterranei del museo. E i loro pastori tedeschi sentono qualcosa di strano provenire da uno dei corridoi bui e ci corrono contro. Ma dopo che i poliziotti sentono un guaito, la carcassa di uno dei cani viene lanciata contro di loro.
Uno dei poliziotti percorre il corridoio da dove è stata gettata la carcassa per cercare l’altro cane. Ma finisce per esser trascinato nell’ombra da una figura enorme.
Vincent ordina agli altri agenti di polizia, sotto il comando di Hollingsworth, di correre alla festa, far uscire immediatamente tutti dal museo e chiudere a chiave l’edificio.
Ma quando arrivano, la direttrice sta già guidando i suoi ospiti attraverso la parte del museo più lontana dall’uscita. E allo stesso tempo, un cadavere senza testa cade dal soffitto tra gli ospiti della festa, provocando il panico e la corsa all’impazzata.
Nel frattempo, qualcosa rompe il sistema di sicurezza del museo, che inizia a bloccare tutte le uscite e ad attivare tutti gli irrigatori automatici.
Alcuni degli ospiti riescono a correre verso le uscite più vicine e, calpestandosi a vicenda lungo la strada, scappano dal museo. Ma la maggior parte rimane intrappolata all’interno.
Sono stati tagliati anche i telefoni e l’elettricità, lasciando solo l’elettricità per i laboratori (che arriva dal generatore di emergenza, per far funzionare all’infinito i computer e i frigoriferi).
Vincent contatta Hollingsworth e gli dice di guidare tutti verso l’area di servizio, dove c’è un’uscita di emergenza che li porterà in via, davanti al museo.
La maggior parte decide di farlo, ma alcuni decidono di rimanere vicino all’ingresso principale dell’edificio e attendere l’arrivo di aiuti esterni.
Nel frattempo, Vincent sta camminando per i corridoi del museo. E dopo aver trovato il pastore tedesco che stava cercando, vede Albert e Margo cercando una via d’uscita.
Subito dopo, loro si trovano faccia a faccia con il mostro. E il cane scappa per i corridoi, mentre Vincent, Albert e Margo riescono a chiudersi in una stanza con porta blindata.
La creatura si scaglia alcune volte contro la porta. Ma dopo che si è fatta male, mentre parte del suo sangue si accumula sulla soglia, se ne va.
Albert ricorda una leggenda amazzonica su un’entità distruttiva chiamata Kothoga. E conclude che quello che hanno appena visto là fuori era ciò che gli indigeni chiamano Kothoga. Lui e Margo hanno già concluso, poiché le foglie arrivate dall’Amazzonia erano piene di ormoni, se una creatura normale mangia questi ormoni (in questo caso mescolati nelle foglie), si trasforma in quello.
Capiscono che, quando la tribù si sentiva minacciata, gli indigeni di solito davano quelle foglie a qualche animale normale, che si trasformava in un mostro, mentre i membri della tribù si nascondevano. E siccome il mostro aveva bisogno di nutrirsi degli ormoni delle foglie che erano gli stessi ormoni del centro dei cervelli umani e ora non aveva più foglie di cui nutrirsi, uccideva gli umani che trovava sul suo cammino (i nemici del tribù) per strappargli il cervello e mangiare. E quando il mostro non aveva più niente da mangiare ed era morta di fame, gli indigeni uscivano dal nascondiglio.
En The Relic (1997), se estaba llevando a cabo una fiesta en el vestíbulo de un museo cuando algo activó el sistema de defensa del edificio y atrapó a casi todos dentro. Y Kothoga, una criatura de origen desconocido ha sido alterada genéticamente por raras hormonas, convirtiéndose en un monstruo que ahora deambula por los pasillos del museo.
La bióloga Margo concluye que para descubrir cómo matar a la criatura, se debe descubrir qué era al principio, antes de que se infectara con las hormonas. Y solo es posible hacer esa investigación con la computadora más grande, que está en otro piso del edificio, usando como muestra la sangre que dejó la criatura cuando se lesionó.
El biólogo jefe Albert está en silla de ruedas y no puede subir las escaleras. Entonces, decide esperar allí mientras Margo y el policía Vincent van a esa computadora... Y creo que ya es obvio lo que va a pasar con él, ¿no?
Mientras tanto, Kothoga se siente atraído por las voces de un grupo de invitados cerca de la entrada del edificio. Y al llegar allí, mata a todos.
Afuera, el grupo de rescate que llega intenta entrar por la claraboya del edificio. Pero Kothoga mata a los pocos soldados que logran entrar. Y caminando por las paredes, sube al techo y mata al último que intentaba entrar.
Después de eso, los demás invitados intentan escapar del museo a través de un pasillo inundado. Y atraído por sus voces, el monstruo se sumerge bajo el agua y ataca. Pero está satisfecho después de comerse a 2 personas y se va. Y el resto de la gente logra salir a la calle.
Mientras tanto, Margo analiza la muestra de sangre y concluye que, entre el ADN de diferentes mamíferos, reptiles e insectos, ¡el ADN dominante en el cuerpo de Kothoga es el humano!
Ella deja la computadora ejecutando un escaneo más de la muestra, porque si el monstruo es un humano transformado, podría identificar quién es...
A pesar de eso, como la segunda principal cantidad de ADN en el organismo de la criatura es de reptiles, eso significa que no sobrevive a las bajas temperaturas. Así que tal vez sea posible matarla disparándole nitrógeno líquido.
Se les ocurre la idea de tomar las hojas de las que se alimenta la criatura y clavarlas en la pared de un pasillo. Y cuando Kothoga huela las hojas y venga a comérselas, atacarán. Pero el monstruo aparece antes de tiempo y no mata a Vincent solamente porque Margo le dispara nitrógeno, antes de huir de allí junto con el detective.
Aun así, la criatura no se rinde. Y corre tras Vincent y Margo mientras huyen por los pasillos del museo.
Vincent arroja a Margo a la sala de la computadora más grande, cierra la puerta con llave y trata de alejar a Kothoga.
En ese momento, ella ve que la computadora ha terminado de escanear la muestra. ¡Y concluyó que Kothoga es un arqueólogo del museo llamado John transformado!
En ese momento, el monstruo invade la habitación. Y Margo huye a una habitación contigua, logrando llegar a un almacén del museo donde hay varios galones de un líquido inflamable. Y sabiendo que el monstruo está a punto de llegar allí, inunda el suelo con dicho líquido.
El monstruo llega y la acorrala junto a la puerta de un ascensor. Y él la olfatea y la lame, como si estuviera recordando vagamente quién es ella y tratando de confirmarlo. Pero, al final, entendiendo que era solo una presa más, y no alguien más que él conociera, el monstruo se preparó para romperle la cabeza y devorar su cerebro. Pero Margo prende fuego a todo lo que había allí y logra subirse al ascensor y bajar al siguiente piso, donde llega a un tanque de maceración y se encierra dentro.
Kothoga la persigue hacia el borde del tanque, pero no puede atraparla. Y una ráfaga de fuego golpea con fuerza al monstruo, haciéndolo en pedazos.
Al parecer, unos minutos después, el equipo de rescate finalmente logra entrar por la puerta del museo, apaga el fuego y encuentra a Vincent casi inconsciente perdido en un pasillo.
el es recogido y poco después encuentran a Margo. Y ella le deja claro a Vincent que, ahora, cree en la suerte.
Y la película termina.
Até!






















