Filho do Rei Tântalo, o Rei Pélopes matou o cocheiro Mírtilo num ato de ingratidão. E por isso, recebeu dele uma maldição, que atingiu profundamente os seus descendentes...
Entre várias outras vítimas da maldição lançada contra o Pélopes, vemos o filho Atreu, o neto Agamenon e o bisneto Orestes. Todos atingidos por grandes tragédias em determinados momentos da vida.
Entretanto, a maldição parece ter cessado exatamente no Orestes, que se submeteu a uma série de rituais de purificação e até a um julgamento público depois de assassinatos que tinha sido obrigado a cometer. E talvez isso tenha tirado pra sempre as energias negativas que pairavam sobre a família dele.
Ele morreu depois de reinar por 70 anos sobre as cidades de Argos, Esparta e Micenas. E foi sucedido pelo filho Tisâmeno como rei dessas cidades.
Sendo que o Tisâmeno esperou tanto tempo pra subir ao trono durante o reinado do pai, é certo que ele já tinha uma idade avançada quando foi coroado. E assim, já chegou sendo visto como um grande sábio e guerreiro.
Ele morreu pouco depois disso, lutando numa batalha pra defender seus reinos de um exército invasor.
Outra versão diz que os invasores apenas dominaram os reinos do Tisâmeno, mas deram ao rei o direito de se retirar em paz com o povo de suas cidades. E acompanhado de seus súditos, ele se retirou prum território do Norte do Peloponeso.
Mas habitantes locais, com medo dos recém-chegados, atacaram eles, matando o Tisâmeno na batalha.
Assim, apesar de ter passado por seus dramas pessoais, vemos que o Tisâmeno não foi atingido por tragédias devastadoras como seus antepassados e aparentados mais antigos tinham sido. O pai dele, nos seus tempos de jovem, foi mesmo a última vítima.
A maldição estava encerrada.
Entre várias outras vítimas da maldição lançada contra o Pélopes, vemos o filho Atreu, o neto Agamenon e o bisneto Orestes. Todos atingidos por grandes tragédias em determinados momentos da vida.
Entretanto, a maldição parece ter cessado exatamente no Orestes, que se submeteu a uma série de rituais de purificação e até a um julgamento público depois de assassinatos que tinha sido obrigado a cometer. E talvez isso tenha tirado pra sempre as energias negativas que pairavam sobre a família dele.
Ele morreu depois de reinar por 70 anos sobre as cidades de Argos, Esparta e Micenas. E foi sucedido pelo filho Tisâmeno como rei dessas cidades.
Sendo que o Tisâmeno esperou tanto tempo pra subir ao trono durante o reinado do pai, é certo que ele já tinha uma idade avançada quando foi coroado. E assim, já chegou sendo visto como um grande sábio e guerreiro.
Ele morreu pouco depois disso, lutando numa batalha pra defender seus reinos de um exército invasor.
Outra versão diz que os invasores apenas dominaram os reinos do Tisâmeno, mas deram ao rei o direito de se retirar em paz com o povo de suas cidades. E acompanhado de seus súditos, ele se retirou prum território do Norte do Peloponeso.
Mas habitantes locais, com medo dos recém-chegados, atacaram eles, matando o Tisâmeno na batalha.
Assim, apesar de ter passado por seus dramas pessoais, vemos que o Tisâmeno não foi atingido por tragédias devastadoras como seus antepassados e aparentados mais antigos tinham sido. O pai dele, nos seus tempos de jovem, foi mesmo a última vítima.
A maldição estava encerrada.
Um comentário:
As tragédias enfrentadas pelos antepassados do Rei Tisâmeno foram mencionadas em 6 posts publicados no blog desde Janeiro.
O próximos 6 posts publicados sobre Mitologia Grega vão ser sobre os 12 trabalhos do Hércules.
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