domingo, 1 de novembro de 2015

35ª ENQUETE

Oi!!!

Bem-vindos a Novembro!
E vamos à pergunta da enquete do mês: você já percebeu que os evangélicos julgam os outros, mas não admitem ser julgados, seguindo 2 pesos e 2 medidas?

Isso me ocorreu porque a celebridade Mara Maravilha está participando atualmente do reality show A Fazenda, exibido pela Record. E depois de fazer um dos vários escândalos que ela protagonizou no programa, ela teve um ataque de vitimismo e começou a choramingar e repetir:

“Eu sou humana... Eu sou humana...”

Antes de seguir em frente com o assunto, só vou abrir um parêntesis pra explicar por que chamei ela de ‘celebridade’.
Teoricamente, ela é artista (cantora e apresentadora), né? Mas, venhamos e convenhamos, já faz muitos anos que, sempre que ela se apresenta em público, ainda que seja teoricamente pra cantar ou alguma outra coisa, o que ela faz antes de mais nada é ficar repetindo que é evangélica e dando força pra pastores midiáticos, como o Marco Feliciano.
Quem aparece na mídia pra não apresentar arte não é artista. Pode até usar o título de “artista”, mas não é um artista.
Aparecer em público pra fazer discursos religiosos não é arte e pra ficar repetindo que é de uma determinada religião também não é arte. Então, quem faz isso não é artista. Na melhor das hipóteses, é uma celebridade. Então, é o caso dela.
Bom, voltando a falar do tema da enquete, já que a celebridade mencionada acima faz tanta questão de ficar repetindo compulsivamente que é evangélica, o comportamento dela lembra que os evangélicos fazem questão apontar o dedo pros defeitos dos outros e de julgar os outros dizendo que não estão julgando. E eles se esquecem de que os outros são humanos.
Mas quando é um evangélico que comete algum erro (e erros eles cometem sempre), aí ele entra nesse discurso de vitimismo:

“Ah, eu sou um ser humano... Ser humano erra...”

Ou seja, os evangélicos acham que ELES merecem ser perdoados quando fazem qualquer merda, mas também acham que eles podem julgar os outros com toda a rigidez que puderem.
Ainda bem que eu me afasto cada vez mais do Cristianismo.
Bom, fica aí algo pra refletir.

2 comentários:

Anônimo disse...

É a velha história de que o melhor argumento contra o cristianismo são os cristãos. Não sei de que adianta o tal Jesus ter falado sobre "o cisco e a trave", se seus seguidores não são capazes de entender e praticar uma lição tão simples. Mas claro, eles preferem aquele escroto autoritário, neurótico misógino e homofóbico, Paulo, com seu papo de que "julgareis anjos no céu, quanto mais as coisas deste mundo". A crentalhada só leva a sério o que tem de pior no livro santo deles. Religião escrota de uma cultura escrota, que começou se espalhando entre escravos ignorantes até envenenar todo o império romano e transformar o mundo nessa merda que é hoje - ISSO, pra mim, é o cristianismo.

Anônimo disse...

Gibbon e Nietzsche é que estão certos: o cristianismo detonou o império romano e cagou com o mundo, nem mais, nem menos.