sábado, 17 de dezembro de 2016

APESAR DO ATAQUE QUE SOFREU, ELE CHEGOU EM 3º LUGAR



Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no atleta brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima.
Tem um post sobre ele no CECG&B. Mas aqui tem algumas atualizações.
Ele nasceu no Paraná, em 04 de Julho de 1969. Mas só foi registrado em 11 de Agosto do mesmo ano, ficando com a data de nascimento oficialmente atrasada.
O Vanderlei era o 7º filho de um casal muito pobre.
Com 8 anos, ele começou a trabalhar como boia-fria, colhendo amoras, café e cana-de-açúcar, e levando uma infância extremamente difícil. Mas ele diz até hoje que foi graças a todas as dificuldades que enfrentou que ele conheceu a disciplina necessária pra se tornar um bom atleta.
Na hora do descanso, enquanto as outras crianças iam todas jogar futebol, ele ia correr pelas estradas de terra batida ali por perto. E ao longo da adolescência, ele já começou a participar de pequenas competições locais de corrida, depois a competições cada vez com um pouco mais de destaque...
Quando o Vanderlei teve contato com a União Esportiva Funilense de Atletismo de São Paulo, ele conheceu o Ricardo D’Angelo, que passou a ser o treinador dele em 1992.
O Vanderlei se tornou mais conhecido devido a um atentado que ele sofreu durante os Jogos Olímpicos de Atenas de 2004: ele liderou a maratona até o km 36, quando foi atacado pelo padre católico Cornelius Neil Horan.
Esse “santo homem”, já conhecido por ter causado outras desordens em outros eventos públicos, naquele mesmo ano enfrentaria um processo por ter estuprado uma menina de 7 anos.
Mas enfim: ajudado pelas próprias pessoas que assistiam a corrida, principalmente por um ex jogador e árbitro de basquete chamado Polyvios Kossivas, que segurou o “santo homem”, o Vanderlei retomou a corrida da forma como pôde, conseguindo chegar ainda em 3º lugar.
Ele chegou a ser aplaudido de pé quando entrou no Estádio Panathinaikos.
Várias pessoas, de diferentes países, acharam que ele deveria receber a Medalha de Ouro, já que essa medalha só não foi dele devido ao atentado que ele sofreu. Mas esse pedido foi negado pelos responsáveis pelo evento.
O Comitê Olímpico Internacional, em reconhecimento ao esforço dele em seguir em frente mesmo vendo que não era mais possível ganhar, decidiu conceder a ele a Medalha de Pierre Coubertin (uma das maiores honras aos atletas que defendem a missão deles em seguir em frente mais do que a vitória em 1º lugar), que já fazia 16 anos que não era concedida a ninguém no Mundo.
Ele também foi nomeado o Atleta Brasileiro de 2004.
Pouco depois do incidente na Grécia, o Polyvios visitou o Brasil, se encontrando com o Vanderlei aqui no Rio.
Até hoje, o Vanderlei continua se mantendo em plena forma. Apesar de ser um pouco magro, ele tá com tudo em cima, né?rs
Em 2007, ele deixou a carreira. Mas continua sendo visto frequentemente em eventos esportivos.
Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016, ele participou da Cerimônia da Pira Olímpica.

Oggi parleremo un po’ dell’atleta brasiliano Vanderlei Cordeiro de Lima.
Lui è nato in Paraná, il 4 Luglio del 1969. Ma il suo compleanno è stato erroneamente registrato in 11 Agosto.
Vanderlei era il settimo figlio di una famiglia povera.
Lui ha iniziato a lavorare all’età di 8 anni. E la sua infanzia è stata molto difficile. Ma oggigiorno lui dice che grazie a tutte queste difficoltà lui ha imparato la disciplina necessaria per diventare un buon atleta.
Al tempo di riposo, mentre tutti gli altri bambini giocavano a calcio, Vanderlei sempre andava a correre attraverso le strade vicine al suo posto di lavoro. E durante la sua adolescenza, ha già iniziato a partecipare a competizioni locali più semplici. Poi, lungo il tempo, è arrivato alle competizioni più importanti.
Dopo qualche tempo, lui ha conosciuto un gruppo sportivo chiamato União Esportiva Funilense de Atletismo de São Paulo. Allora, ha conosciuto Ricardo D’Angelo, che lavorerebbe con lui dal 1992.

Vanderlei became more famous due to an attack he suffered during the 2004 Athens Olympics: he led the marathon until km 36 when he was attacked by catholic priest Cornelius Neil Horan.
This “saint” was already known because he had caused other disorders in other public events. And that same year, he would face a lawsuit because he was accused of raping a 7-year-old girl.
Anyway, Vanderlei was helped by the people who were watching the race, especially by a former basketball player named Polyvios Kossivas, who held the “saint”. He returned to the race the way he could, reaching the 3rd place.
The audience rose to applaud him when he entered the Panathinaikos Stadium.
Several people from different countries thought he should receive the Gold Medal. After all, this medal wasn’t won by him only due to the attack he suffered. But this request was denied by those responsible for the event.

Vanderlei se esforzó por seguir adelante aun viendo que ya no le era más posible ganar la carrera olímpica de 2004. Y en reconocimiento de eso, el Comité Olímpico Internacional decidió otorgarle la Medalla de Pierre de Coubertin (este es uno de los más altos honores a los atletas que defienden primero su misión de avanzar y sólo en segundo lugar su victoria). Hacía 16 años que la medalla no era dada a nadie en el Mundo.
El también fue nombrado el Atleta Brasileño de 2004.
Poco después del incidente en Grecia, Vanderlei fue visitado en Rio de Janeiro por su amigo Polyvios.
Hasta la fecha, aunque sea un poquito delgado, Vanderlei todavía tiene un cuerpo en buena forma.
En 2007, él abandonó su carrera. Pero aún así lo vemos a menudo en acontecimientos deportivos.
En los Juegos Olímpicos de Rio de Janeiro, en 2016, Vanderlei participó en la Ceremonia del Pebetero Olímpico.

Até!

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