domingo, 1 de dezembro de 2019

84ª ENQUETE



Oi!!!

E finalmente chegamos ao último mês do ano. 2020 já tá batendo na porta, querendo entrar.rs
Bom, vamos à última enquete do ano.
A pergunta é: o que você acha quando o extremismo de certos subgrupos, que fazem parte do mesmo grupo maior, acaba fazendo com que esses subgrupos ataquem uns aos outros?

No último post do mês passado, quando eu comentei o caso das feministas que atacaram a Emma Watson (ou seja, feminista atacando feminista), eu recebi um comentário que, por coincidência, tem a ver com o que a gente tá discutindo aqui. E dizendo que o feminismo tem várias vertentes diferentes, que não têm unanimidade entre elas.
Bom, por incrível que pareça, eu vejo, sim, uma unanimidade entre quase todas elas: o jeito enfezado. É difícil encontrar uma feminista de qualquer vertente atual que não seja enfezada (aliás, pra quem não sabe, a origem da palavra ‘enfezado’ é a expressão ‘cheio de fezes’).
Mas o que me inspirou a fazer essa pergunta foi uma briga que aconteceu no início desse ano entre a Daniela Mercury e as cantoras do Projeto Aya Bass.
Como eu sei que fora da bolha que essas cantoras frequentam elas são 3 ilustres desconhecidas, vou deixar uma imagem delas aqui pra vocês saberem de quem se trata:
Bom, o que aconteceu foi que a Daniela Mercury lançou uma música chamada Pantera Negra Deusa. E na letra da música, ela menciona Wakanda, dizendo que Wakanda fica em toda parte (diferentes trechos da música dizem “Wakanda é aqui”, “Wakanda é no Ilê”, “Wakanda é na África”, “Wakanda é na Bahia”, “Wakanda é na Europa”, “Wakanda é a Terra”).
Pois bem. Logo depois disso, as cantoras do Projeto Aya Bass tiveram um chilique durante um show delas. E terminaram o chilique gritando:

“WAKANDA É NOSSA!!!”

Como se Wakanda fosse um país da África que a Daniela Mercury está querendo descaracterizar com a branquitude dela. Então, pra elas, a Daniela Mercury está cometendo um sacrilégio ao dizer que Wakanda fica em qualquer lugar que não seja a própria África.
Só faltou elas dizerem que, daqui pra frente, o povo de Wakanda vai sofrer discriminação por causa dessa música.
Só tem um detalhe: Wakanda não existe! É um país fictício.
Bom, a Daniela Mercury e as outras cantoras baianas de axé são esquerdistas em fase extrema e as cantoras do Projeto Aya Bass também são esquerdistas em fase extrema.
Então, se, pelo menos em teoria, elas estão do mesmo lado que a Daniela Mercury, talvez você ache que não faz sentido que ataquem ela, né? Mas faz.
É uma característica bastante típica dos extremistas: eles têm uma agressividade tão ininterrupta, eles estão sempre tão desesperados pra atacar qualquer coisa que eles encontrem pelo caminho, que eles batem de frente até contra quem está no mesmo grupo que eles, mas que fez ou falou algum detalhe que desagradou.
Subgrupos extremistas dentro do mesmo grupo inevitavelmente começam a atacar uns aos outros. É só uma questão de tempo (e geralmente esse tempo é curto) até isso começar a acontecer.
É a mesma situação que acontece nos ataques de feminista contra feminista.
Mas o mais bizarro no caso aí das 3 cantoras é que Wakanda foi inventada numa história de 1966 por 2 homens brancos que eram casados com mulheres: os escritores Jack Kirby e Stan Lee.
Os esquerdistas extremistas sempre repetem à exaustão que o homem branco heterossexual é o culpado por todos os males do Mundo! Se Wakanda é uma criação de 2 criaturas que fazem parte desse grupo que a esquerda considera tão maléfico, por que 3 cantoras que são esquerdistas extremistas vão se exaltar tanto pra dizer que Wakanda é delas?
Bom, extremista é extremista, né? E certamente raciocínio e lógica não são as características principais deles.

Um comentário:

Anônimo disse...

Lá em cima, você usou a palavra que quase resume tudo: BOLHA.
Esses discursos histéricos que a Larissa Luz faz (para quem não sabe, ela é a líder do tal do Projeto Aya Bass, ou no mínimo se comporta como se fosse), são discursos que fazem ela ser aclamada, aplaudida e adorada dentro da BOLHA dela. Para a sociedade como um todo, ela está sendo vista só como uma mulher histérica que se expressa com agressividade.
Ou então está sendo vista como mais uma que está querendo chamar a atenção. Afinal, se ela não tivesse levantado uma polêmica com a Daniela Mercury, será que iam sequer prestar atenção nesse projeto dela? Uma das formas mais fáceis de aparecer na mídia é criando polêmica com alguém famoso. Aquela coisa sem talento chamada Mara Maravilha faz isso 24 horas por dia.
Resumo da ópera: fora da BOLHA da Larissa Luz, ela não marcou pontos com ninguém.
Quanto à pergunta que você fez, acho que você mesmo já respondeu. Subgrupos extremistas diferentes e que fazem parte do mesmo grupo maior, quando são extremistas e fanáticos, começam a atacar uns aos outros. Um bom exemplo disso é essa porrada de igrejas evangélicas que vão aparecendo e que nascem exatamente disso. Um subgrupo radical dentro daquela igreja evangélica acaba decidindo se separar e formar outra igreja.