Oi!!!
Fechando o mês, eu quero analisar as falas de uma cantora de funk chamada Luísa Sonza.
Eu sei que muitos de vocês nem sabem de quem se trata, até porque ela é uma celebridade daquelas mais conhecidas só por quem frequenta determinadas bolhas e determinados guetos. Fora dali, ela é uma ilustre desconhecida.
Talvez você conheça melhor o ex marido dela, que é um youtuber humorista chamado Whinderson Nunes.
Aliás, ela só conseguiu uma certa “fama” depois de se encostar nele.
Mas enfim: nos últimos anos, a dita cuja se meteu a fazer discursos feministas em público.
E sempre que ela fala sobre qualquer assunto que não seja feminismo em público e alguém discorda do que ela falou, ela diz que a pessoa só discordou dela porque ela é mulher, que a pessoa só não concordou é machista...
Enfim, como boa feminista, ela acha que qualquer resposta recebida que não tenha sido exatamente do jeito que ela queria ouvir é machismo.
E quando ela posta algum vídeo na Internet e o pessoal começa a dar deslikes, ela responde coisas desse tipo:
Além do vitimismo, a gente também vê aí um egocentrismo quase doentio: ela acha que ELA é a voz de todas as mulheres?!
Na melhor das hipóteses, ela é a voz das lacrateens que seguem ela. Até porque com certeza a maioria das mulheres do Brasil nem sabem quem ela é.
Mas talvez a hipocrisia principal dela sejam os clipes que ela tem feito nos últimos anos em que a câmera fecha na bunda dela rebolando a fazendo movimentos que imitam uma transa durante mais ou menos metade do clipe.
Aí, depois disso, ela corre pros discursos feministas, dizendo que o corpo da mulher não pode ser objetificado, não pode ser sexualizado e adjacências.
Bom, nada contra uma mulher fazer um trabalho mostrando a bunda, a xereca ou qualquer outra parte do corpo dela que ela queira mostrar. Afinal, o corpo é dela: ela mostra pra quem ela quiser.
O que eu estou criticando é a hipocrisia dessa garota em falar que o corpo da mulher não pode ser objetificado e sexualizado, visto que é exatamente isso que ela faz nos clipes dela.
Bom, dizer uma coisa e fazer outra é o comportamento padrão das feministas, né?
Mas é sempre bom a gente destacar todas as vezes em que isso acontece e expor o máximo possível.




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