sábado, 31 de outubro de 2020

ALGUMAS COISINHAS PRA REFLETIR NO MÊS DO MÉDICO E DO PROFESSOR


Oi!!!

Já que esse mês foram comemorados tanto o Dia do Médico quanto o Dia do Professor, vou fechar o mês com um post mencionando esses 2 tipos de profissionais.
Em 1º lugar, os médicos:
Nesses tempos de covid, os médicos têm demonstrado mais explicitamente todo o real valor que eles têm, e que nunca foi devidamente valorizado no Brasil.
Se você já teve covid, foi internado e se curou ou se alguém que você conhece já passou por isso, lembre-se que foi graças à ajuda de algum médico que você saiu dessa ou que a pessoa que você conhece saiu dessa.
Entretanto, se a gente se lembrar do famigerado discurso que a Fernanda Montenegro fez em 2018...
Se você teve covid (ou qualquer outro tipo de problema de saúde), precisou ficar internado e se curou ou se alguém que você conhece já passou por isso, foi a Fernanda Montenegro que foi ao hospital cuidar de você? Não. Nem ela nem nenhum outro ator.
O ator ou qualquer outro artista é um profissional importantíssimo pra sociedade? É evidente que sim.
O ator ou qualquer outro artista tem que ter liberdade pra fazer a manifestação artística que ele quiser? É evidente que sim.
O ator ou qualquer outro artista tem que ter liberdade pra passar as mensagens que ele quiser passar com a arte dele? É evidente que sim.
Então, ninguém está discutindo nada em relação a isso. São evidências inquestionáveis numa sociedade democrática. Mas colocar a função de ator no alto desse pedestal gigantesco que a Fernanda Montenegro colocou, como se não existisse nada mais importante do que ser ator, é um tremendo desrespeito contra várias e várias outras profissões. E nos dias atuais, principalmente contra as profissões ligadas à medicina.
Em 2º lugar, vamos falar dos professores:
Um professor, assim como qualquer outro cidadão, tem o direito de seguir a vertente política que ele quiser, assim como também tem o direito de não seguir nenhuma vertente política partidária.
Existe uma cobrança atualmente pra que todo professor seja de esquerda. Mas isso não tem sentido, assim como não teria sentido exigir que todo professor fosse de direita.
O que talvez seja o problema principal aí é que os professores que se juntam à esquerda por pressão começam a não dar mais aulas. Na prática, o que eles fazem durante o período de aula é ficar repetindo as pautas esquerdistas pros alunos. E como as pautas esquerdistas geralmente são carregadas de muito emocionalismo e pouca lógica, esses professores acabam complicando muito mais do que explicando quando... “dão aula” pros alunos deles.
Enfim, eles fazem o mesmo que qualquer pessoa que se junta a um movimento por modismo: ficam apenas repetindo que nem os papagaios as frases que escutam nesse movimento, mas não sabem desenvolver as ideias que essas frases representam sem cair em contradição. Faça uma pergunta a esse tipo de pessoa que saia do discurso decorado dela e ela vai cair em contradição ao responder ou então vai ficar sem saber o que falar.

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