terça-feira, 20 de julho de 2021

PRA QUEM NÃO SABE, VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA NÃO TEM 1 LADO SÓ


Oi!!!

Já que esse mês determinaram que a violência psicológica contra a mulher tem que ser supervalorizada como crime, eu gostaria de levantar alguns questionamentos aqui.
Violência psicológica seria ofender alguém, ameaçar fazer algo ruim contra alguém ou controlar alguém o tempo todo, certo?

Será que as mulheres não ofendem ninguém?

Será que as mulheres não ameaçam que vão fazer isso e aquilo de ruim quando alguém deixa de atender às futilidades delas?

Será que as mulheres não ficam controlando tudo o que alguém faz o tempo todo?

Claro que as respostas pra todas essas perguntas é um indiscutível “SIM, ELAS TAMBÉM FAZEM ISSO!!!”. E elas podem fazer isso tanto contra homens quanto contra outras mulheres.
Se a mulher em questão for uma feminista, aí é claro que o alvo principal dela vão ser os homens, mas ela não vai deixar de atacar também as mulheres que discordam dela (não é novidade pra ninguém que feminista têm uma dificuldade doentia em lidar com discordâncias de opinião).
Se é assim, qual é a lógica em defender que existe violência psicológica SÓ contra a mulher, dando a entender que SÓ o homem pode ser o agressor?
Falar em violência psicológica SÓ contra a mulher, além de ser completamente parcial e tendencioso, está batendo de frente contra a Constituição do Brasil:

“Art. 5° Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
 I – homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos
termos desta Constituição”

Mas se as feministas querem ter mais poder do que a Constituição...
Só que o pior não é existirem feministas com essas ideias: o pior é existirem homens (homossexuais, bissexuais e heterossexuais) que aceitam colocar as feministas no alto desse pedestal.
Quando existe violência física, geralmente apelam pra questão da diferença de força física. Então, por causa disso, uma agressão física praticada por um homem tem que ser mais levada em conta do que uma agressão física praticada por uma mulher (mesmo isso não cola muito, porque é preciso fazer aí uma análise caso a caso, mas aí já é outro assunto).
Mas e no caso da tal da violência psicológica? Vão alegar o quê? Palavras agressivas são palavras agressivas, não importa se foram ditas por um homem ou por uma mulher. Vão ofender a outra pessoa da mesmíssima forma.

6 comentários:

Anônimo disse...

A pergunta que não quer calar:

Quanto será que a Pitty ganha dos partidos de esquerda pra ficar sempre falando esse monte de baboseira?

E mudando (só um pouco) de assunto, não é à toa que nos últimos tempos ela ganhou tantos fãs adolescentes, principalmente meninas, fazendo essas afirmações (sem muito conteúdo) de que ser feminista é ser do bem, é buscar um mundo melhor, é defender as mulheres que são sempre boazinhas contra os homens que são sempre malvadões. Resumindo, ela dá a entender que o feminismo vai criar um mundo perfeito. O feminismo promete fazer do mundo o paraíso absoluto.
Portanto, é claro que é um discurso que seduz principalmente os jovens (e por motivos óbvios, seduz mais as meninas).
Essas garotas de 15 anos com pouco conhecimento do mundo, revoltadíssimas contra os pais porque os pais não responderam qualquer coisa que elas não queriam ouvir e que na ainda ignorância adolescente delas acham que estão aqui pra mudar o mundo, são garotas que caem facilmente na conversa de Pitty & cia. No discurso feminista essas garotas encontram facilmente munição pra passar o dia inteiro falando mal principalmente do pai e do cara que elas estão a fim e que não deu bola pra elas, repetindo sempre que homem é tudo lixo, que mulher é sempre a vítima...
Bom, pelo menos algumas dessas garotas vão crescer um dia. E aí será que elas ainda vão continuar lambendo o rabo da Pitty?

Leo Natura disse...

Essas garotas que você diz são as famosas lacrateens.
E o pior é que nem todas crescem, não, viu? Dê uma olhada na Preta Gil, por exemplo. Daqui a uns 15 anos ela já vai ser uma velha e ainda vai continuar fazendo o mesmo discurso. Se ela nunca mudou até agora, não vai mudar daqui pra frente.

Carlos disse...

Vem cá. Cadê o Pedroca com os textões dele defendendo o feminismo, tentando fazer parecer que feminismo é sempre uma coisa legal? Uma das deusas perfeitas dele não recebeu a devida adoração nesse texto. Por que ele não veio correndo defender ela?

Leo Natura disse...

Cara, cada um defende o movimento que quiser defender. Mas quem está em volta tem o direito de concordar ou não com o que essa pessoa fala, né? Como também tem o direito de não se juntar ao movimento que ela defende.
O problema que eu vejo no Pedroca é exatamente o que você disse aí: ele sempre tenta fazer parecer que o feminismo é uma coisa legal.
Sabe aquele evangélico que é radical sem ser histérico? Aquele que não grita nem rosna, mas que insiste compulsivamente em fazer você concordar com ele? Pois é. Não tem diferença nenhuma entre um evangélico desse tipo e o Pedroca quando ele fala sobre feminismo.
Ele não parte pro ataque descontrolado e agressivo, é claro. Mas fica compulsivamente batendo na mesma tecla de que o feminismo é uma coisa ‘do bem’ e achando que vai fazer todo mundo concordar com isso.
Nenhuma pessoa racional, que analisa o comportamento das feministas pela lógica, vai concordar com as coisas que a gente vê elas fazendo e falando todo dia atualmente. Mas quem tem uma visão idealizada do feminismo, quem tem uma visão idealizada das mulheres, vai envelhecer insistindo que o feminismo é algo ‘do bem’. Você sabe que, quando uma pessoa tem uma visão idealizada de um movimento, não adianta você tentar dialogar racionalmente com essa pessoa. Pra ela, aquilo ali está certo e acabou. E me parece que esse é o caso do Pedroca em relação ao feminismo.

Anônimo disse...

cada vez eu tenho mais nojo de olhar pra cara dessa mulher

Leo Natura disse...

Você e qualquer pessoa com um mínimo de crítica racional, né?