terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

A ÚNICA CERTEZA QUE ELE TEM É A PAIXÃO PELOS PRAZERES DA MESA E DA CAMA


Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no curta-metragem brasileiro Reforma.
O filme foi escrito, dirigido e protagonizado pelo Fábio Leal.
Reforma foi gravado em Pernambuco. E foi exibido pela 1ª vez no Brasil, em Setembro de 2018.
O filme mal tem aquilo que a gente chamaria tecnicamente de história: ele mostra um personagem que claramente não sabe muito bem o que quer da vida, dividido entre se dedicar aos prazeres da mesa ou aos prazeres da cama.
O protagonista, chamado Francisco...
...é um gay gordo que mora no Recife. E enquanto ajuda sua amiga Flávia a reformar o novo apartamento dela, ele conversa com ela sobre o dilema em que vive: a paixão dele por comer doces levou ele a engordar; ao mesmo tempo, embora ele pareça se incomodar com a gordura, ele quer que as pessoas aceitem ele sendo gordo.
Embora frequentemente ele consiga levar rapazes diferentes pra cama, ele nunca fica namorando nenhum de forma fixa. E pelas conversas que ele tem com a Flávia, fica implícito que ele só não consegue arranjar um namorado fixo porque é gordo. Mas os rapazes com quem ele transa não demonstram nenhum incômodo com o fato de ele ser gordo.
O Francisco chega mesmo a declarar que gosta mais de doces do que de sexo.
Quanto às cenas de nudez e sexo do filme... Vamos dizer que são medianas. Não é um filme virginal, mas também não chega a mostrar nada pesadíssimo (a não ser, é claro, pra quem nunca viu uma cena de sexo gay).








Oggi parleremo un po’ del cortometraggio brasiliano Reforma.
Il film è stato scritto, diretto e interpretato da Fábio Leal.
Reforma è stato girato in Pernambuco. Ed è stato mostrato per la prima volta in Brasile, a Settembre 2018.
Il film ha a malapena quella che tecnicamente chiameremmo una storia: mostra un personaggio che chiaramente non sa molto bene cosa vuole dalla sua vita, diviso tra dedicarsi ai piaceri del cibo o ai piaceri sessuali.

El protagonista de Reforma (2018), llamado Francisco, es un gay gordo que vive en Recife. Y mientras ayuda a su amiga Flávia a remodelar su nuevo apartamento, le habla del dilema en el que vive: su pasión por comer dulces le hizo subir de peso; al mismo tiempo, aunque él parece estar molesto por ser gordo, quiere que la gente lo acepte como gordo.
Francisco incluso declara que le gustan más los dulces que el sexo.

In Reforma (2018), although Francisco often manages to have sex with different guys, he’s never in a steady relationship. And from the conversations he has with Flávia, it’s implied he can’t have a steady relationship just because he’s fat. But the guys he has sex with don’t show any discomfort because he’s fat.
As for the nude and sex scenes here... Let’s say they’re average. It’s not a virginal film, but it doesn’t show shocking scenes either (unless, of course, for those who’ve never seen a gay sex scene).

Até!

domingo, 30 de janeiro de 2022

TODOS, TODAS E “TODES”... QUE MERDA É ESSA???


Oi!!!

Vou começar o ano aqui no blog dando um aviso aos leitores: o ritmo das postagens vai diminuir daqui pra frente.
O blog vai acabar? Óbvio que não. Mas eu conclui que já não tenho mais tanto assunto pra falar aqui, a ponto de postar de 2 em 2 dias, como era na época em que eu comecei. E além disso, não estou mais com tanto tempo livre pra me dedicar ao blog (ao longo do ano passado mesmo vocês já devem ter percebido que a quantidade de posts diminuiu um pouco, né?).
Mas, de qualquer forma, todo mês vão ter alguns posts novos aqui. Mesmo que sejam poucos.
Bom, vamos ao assunto desse post aqui:
Um assunto que tem sido discutido nos últimos tempos é a linguagem neutra.
Pra quem não sabe o que é isso, eu vou tentar explicar, mas não sei se vou conseguir, porque os próprios defensores dessa moda parecem não ter chegado a uma conclusão do que eles querem sobre esse assunto.
É mais ou menos o seguinte: como o plural em Português é sempre masculino a não ser quando existem só elementos femininos no grupo, estão querendo criar um plural neutro pra usar nos grupos mistos.
Exemplo:

Se você tem um grupo só de mulheres que são médicas, você diz “as médicas”, no feminino.

Se você tem um grupo só de homens que são médicos, você diz “os médicos”, no masculino.

Mas se você tem um grupo de homens E mulheres que são médicos, você também diz “os médicos”, no masculino.

Mas o pessoal que defende a linguagem neutra quer que, nesse último caso, todo mundo seja obrigado a falar “os médiques”.

De acordo com as feministas que se metem nesse tema, isso é uma forma de tirar o “privilégio” dos homens de impor sempre o plural masculino sobre as mulheres quando há um homem presente no grupo.
Eu gostaria de saber que privilégio é esse que eu não entendi. Falar o plural no masculino está privilegiando os homens em quê?
Algum homem passa a ter mais direitos por causa disso?
Alguma mulher perde direitos que ela adquiriu por causa disso?
Ainda assim, na cabeça das feministas que se aliaram a essa ideia, se você se dirige a um grupo onde há pessoas de ambos os sexos, você tem que perguntar:

“Como estão todos, todas e todes vocês?”

Ou seja, esse plural com E é uma forma de tirar o tal do “privilégio” dos homens.
Bom, em 1º lugar, o fato de uma palavra terminar em E em Português não significa de forma nenhuma que essa palavra é neutra, porque existem palavras terminadas em E tanto masculinas (como TAPETE) quanto femininas (como PAREDE).
Então, pelo menos em Português, E não é marca de neutralidade de gênero.
Em 2º lugar, se as feministas acham que vão destruir o machismo só porque vão criar uma forma neutra de falar que não é masculina, isso é mais ridículo ainda. Porque nenhuma pessoa machista vai deixar de ser machista só porque ouviu você falando palavras inventadas como “médiques”, “todes” e adjacências.
Pra não acharem que isso é coisa só de feminista, vamos lembrar que existem as pessoas não-binárias que também dão força a essa moda.
Pra quem não sabe, pessoa não-binária é aquela pessoa que não aceita ser definida como homem nem como mulher. Ela quer ser considerada uma entidade sem sexo.
Antes de tudo, eu acho que isso nem faz muito sentido. Porque, pra que qualquer coisa exista, essa coisa tem que ser definida de alguma forma. Então, se você não aceita ser definido, tecnicamente, você não existe.
Entretanto, tudo bem. Existem pessoas que se veem assim? Certamente elas são menos de 2% da Humanidade, mas vamos deixar elas se verem assim. E vamos deixar elas usarem, dentro do grupo delas, o jargão que elas quiserem usar.
Só que quem não faz parte de um grupo não é obrigado a falar com o jargão daquele grupo. Então, eu, que não sou uma pessoa não-binária (e acredito que mais de 90% das pessoas que estão lendo esse texto também não sejam), não sou obrigado a falar “médiques”, “todes” e outras palavras inventadas desse tipo.
Um jargão de um grupo específico não pode ser imposto a todos como a única forma certa de falar. Lamento, mas isso é apenas realismo.
Aí alguém vai dizer:

“Mas todas as línguas mudam ao longo dos séculos. Então, por que não podemos passar a usar o plural neutro com E daqui pra frente?”

Bom, é claro que todas as línguas, sem exceção, vão mudando ao longo dos séculos. Mas não é nessas condições que a mudança acontece.
As palavras vão sendo simplificadas (perdendo letras originais, ganhando letras novas ou tendo letras antigas substituídas por outras) de acordo com as necessidades que vão surgindo, mas também de acordo com a aceitação do povo que fala aquela língua. O povo nunca passa a falar de outra forma só porque existe um grupinho específico que quer impor que todos passem a falar dessa forma. Podem fazer qualquer pesquisa sobre a história das línguas que vocês vão ver isso.
Resumindo: a não ser aos olhos de pessoas de grupos específicos que querem impor uma ideologia específica, linguagem neutra é algo que simplesmente não faz sentido.

MAIS UM FILHO DA PUTA NO INFERNO 4


E pelo menos o ano começou com uma notícia boa: o filho da puta do Olavo de Carvalho morreu, depois de ter falado tanta merda contra os homossexuais.

Pelo menos o Mundo ficou mais limpo.

O JACARÉ DOS ESGOTOS


E hoje a gente também vai dar uma olhada no filme Alligator.
O filme foi dirigido pelo Lewis Teague e o roteiro ficou por conta do Frank Ray Perilli e do John Sayles.
Alligator também foi lançado na TV aberta com os títulos de O Jacaré Assassino e O Jacaré Gigante.
Aliás, embora na tradução que o filme recebeu no Brasil a criatura seja chamada de “crocodilo”, na verdade é um aligátor.
Apesar dos crocodilos e dos aligátores serem répteis com estruturas físicas bem parecidas, não são animais da mesma espécie (os jacarés que existem no Brasil, por exemplo, são raças de aligátores, não de crocodilos).
Não dá pra entender direito onde a maior parte da história se passa, já que começa com um grupo de personagens voltando de uma viagem e passando por uma placa onde se lê escrito “Welcome to Missouri”, mas, de acordo com o que os personagens falam durante o filme, eles tão em Chicago (ou seja, no Illinois).
O curioso é que Alligator não foi gravado nem no Illinois nem no Missouri, mas sim na California.
Em algumas cenas, o diretor filmou um jacaré de verdade andando no meio de um cenário em miniatura.
Nas cenas em que a câmera mostrava só partes do corpo do jacaré fazendo movimentos específicos, era o ator Kane Hodder que tava ali fantasiado de jacaré.
Alligator foi exibido pela 1ª vez nos Estados Unidos, em Dezembro de 1980.
O filme começa com uma menina chamada Marisa indo a um evento com crocodilos em 1968.
Na saída, ela compra um filhote de crocodilo e leva pra casa. Mas, pouco tempo depois, a pai dela encontra cocô de crocodilo no chão, se irrita com aquilo, pega o filhote quando a menina não tá em casa e joga na privada, dizendo que vai contar a ela mais tarde que encontrou o filhote morto.
Passados 12 anos, pedaços de cadáveres humanos começam a ser encontrados nos esgotos da cidade.
Ao mesmo tempo, vemos que um laboratório tá realizando experiências ilegais usando cachorros como cobaias.
O ‘fornecedor’ deles é o dono de um pet shop. E também é ele que se livra das carcaças que sobram dos cachorros depois das experiências, jogando elas no esgoto da cidade.
Numa ocasião em que vai jogar alguns cadáveres ali, ele vê que a parte do esgoto onde ele ia fazer isso ficou represada por restos de lixo. E quando ele vai tentar desbloquear o lugar por onde a água passa, a câmera mostra um olho de crocodilo se abrindo na água do esgoto e olhando pra ele...
Depois disso, a câmera em 1ª pessoa se aproxima do homem e alguma coisa mata ele.
O policial David recebe a missão de investigar essas mortes nos esgotos. E como elas não param, ele decide ir até lá junto com um colega chamado Kelly.
Eles encontram sinais de que alguém andou por ali há pouco tempo. E o David planeja voltar lá depois com uma equipe. Mas, enquanto eles começam a caminhar na direção da saída, encontram um crocodilo gigante que ataca eles.
Os 2 correm até a parte de baixo de um bueiro e tentam sair por ali. Mas o David não tem força pra empurrar a tampa e o crocodilo pega o Kelly. E a cena se encerra com o David olhando pra cena em pânico.
Na cena seguinte, ele acorda num hospital. E a enfermeira explica que ele apareceu num bueiro gritando “aligátor” e caindo desmaiado logo depois.
Com isso, o David, que já era traumatizado por ter visto a morte de outro parceiro numa situação anterior, fica mais perturbado ainda.
Em poucos minutos, o delegado Clark chega lá pra visitar o David e explica que o Kelly sumiu no esgoto. E embora o psiquiatra do hospital queira fazer algumas perguntas ao David, ele decide ir embora na mesma hora.
O Clark apresenta o David à Marisa, que agora trabalha como bióloga especializada em répteis, pra que ela tire as dúvidas dele sobre o que ele viu no esgoto.
A Marisa não sabe e nunca vai saber que a criatura que agora vive nas tubulações subterrâneas é o antigo bichinho de estimação dela (aliás, ela nunca vê o aligátor em momento nenhum do filme depois que ele sofre a mutação). E até 2ª ordem, ela também não vai levar a sério a história contada pelo David, deixando claro que um animal do tamanho que ele diz que viu não sobreviveria num lugar escuro, sem ventilação, sem comida em quantidade suficiente e cheio de substâncias tóxicas no ar e na água.
Embora não goste do David, um repórter sensacionalista decide ir sozinho até os esgotos pra ver se tem mesmo alguma fera lá. E depois de poucos minutos, ele é atacado pela criatura. E morre tirando fotos do próprio ataque.
Essa cena parece ser uma imitação da cena de abertura de Jaws 2 (1978).
Embora o cadáver do repórter suma por completo, a câmera dele é encontrada numa saída de esgoto. E quando as fotos são reveladas, o Clark permite que elas sejam publicadas na 1ª página dos jornais, já que era isso que o repórter queria.
A polícia da cidade se mobiliza pra encontrar a fera, enquanto a imprensa tenta cobrir tudo.
Na noite em que a maioria dos policiais se juntam pra botar o bicho pra fora do esgoto (vários deles entram nas galerias de esgoto fazendo barulho enquanto vários outros ficam armados na saída esperando ele sair), nada é encontrado. Mas, numa rua não muito longe dali, o monstro arrebenta um bueiro e sai pra superfície, incomodado com o barulho lá embaixo.
Depois de causar uma certa destruição, ele mergulha no lago da cidade, onde se perde de vista.
Na manhã seguinte, todas as atenções possíveis tão voltadas pro lago. E aliás, nesse ponto, o filme faz uma rápida crítica social sobre como as pessoas começam a tentar ganhar dinheiro com qualquer oportunidade, por mais trágica que seja: ao redor do lago tem um monte de camelôs vendendo os mais variados tipos de brinquedos e enfeites em formato de jacaré e até mesmo traficantes de animais vendendo filhotes de jacaré.
Mas enfim: analisando o tamanho das pegadas deixadas nas margens do lago, a Marisa conclui que a criatura é muito maior do que o próprio David tinha mencionado.
Ela também coleta uma amostra da terra onde o bicho pisou e consegue detetar algumas células ali. E analisando isso num microscópio, ela vê uma substância que já causou crescimento de cães, concluindo que, se o aligátor se alimentou dessa substância durante anos, é impossível prever as alterações que isso causou no organismo dele.
Eles começam a entender que alguém submeteu cães a experiências com aquele tipo de substância e depois jogou os cadáveres no esgoto. E que o aligátor se alimentou desses cadáveres de cães pra não morrer de fome, o que acabou provocando a mutação.
De qualquer forma, querendo aproveitar a situação pra ser visto como um herói e garantir a reeleição, o prefeito da cidade contrata um caçador chamado Brock pra se livrar do monstro. E assim, tira o David e a Marisa do caso.
Depois disso, a prefeitura chega a bombardear o lago. Mas isso não produz nenhum resultado.
No dia seguinte, o aligátor é visto saindo do lago e entrando pelas ruas de um bairro. Mas, quando o Brock chega, ele já sumiu. E como os moradores do bairro aparentemente fugiram correndo, ninguém viu pra onde ele foi.
Ao mesmo tempo, como o David e a Marisa vão ao laboratório fazer perguntas sobre o que tem acontecido ali, o empresário responsável pelas experiências no laboratório, um milionário chamado Slade, consegue fazer com que ele seja despedido da polícia.
Ao saber disso, a Marisa decide se juntar a ele pra deter a criatura agindo de forma independente. E depois de fazer uma busca no esgoto e encontrar algumas carcaças de cachorros, eles confirmam o que já imaginavam.
Enquanto isso, o aligátor foi se instalar sem ninguém ver na piscina de uma casa. E de noite, quando tá havendo uma festa infantil na casa, 2 garotos jogam outro na piscina durante uma brincadeira, transformando ele em comida de aligátor.
Essa cena foi posta lá só pra chocar mesmo, né? Afinal, já que o monstro é tão grande, como ele ia caber numa piscina de tamanho comum no quintal de uma casa?
Depois disso, o Brock contrata 3 garotos do lado pobre da cidade pra ajudar ele a achar o aligátor. E eles guiam ele até um beco onde ouviram um barulho estranho. Mas quando entram lá e dão de cara com o monstro, toda a marra que o Brock tinha cai por terra: ele é devorado pelo aligátor quase de um segundo pro outro.
Analisando os lugares onde os cadáveres mais recentes foram encontrados, o David e a Marisa percebem que o aligátor tá indo instintivamente na direção de um rio não muito longe dali.
A polícia segue a mesma pista e chega lá antes deles. E os policiais localizam o aligátor no rio e tentam atropelar o monstro com a lancha deles. Mas o choque não produz nenhum arranhão no aligátor e faz a lancha perder o rumo e bater.
Um dos policiais cai na água e é resgatado por outro barco. Mas não sem antes ter as pernas devoradas pelo bicho.
O David e a Marisa chegam lá e as testemunhas informam a eles pra qual lado o aligátor foi: nada menos do que o terreno onde fica a mansão do velho Slade.
Vale lembrar que o jardim dele tá cheio de convidados, já que é a festa de casamento da filha do velho.
Quando o aligátor chega lá, já começa logo de cara matando um monte de gente. E o Slade se preocupa só em se trancar dentro da limusine dele e não querer nem saber do resto da Humanidade. Bom, nunca quis, né?
Até o prefeito, que era o puxa saco principal do velho, fica batendo na porta da limusine desesperado e implorando pra entrar. Mas o aligátor não demora a matar ele e depois despedaçar a limusine a golpes de rabo, matando o velho esmagado lá dentro.
O David e a Marisa chegam logo depois e seguem o rastro de destruição causado pelo monstro. E isso leva eles a uma saída de esgoto, deixando claro que o aligátor voltou pro ‘lar dele’.
O David decide ir atrás da criatura. E ele pega um tanque de gás lacrimogêneo e uma bomba relógio, combinando com a Marisa de sair por um bueiro de um lugar específico.
Quando ele entra, não demora a encontrar o aligátor. Mas, apesar de usar o gás contra ele, isso não produz nenhum feito.
O David começa a correr na direção do bueiro combinado e programa a bomba pra explodir dali a 2 minutos. Mas uma velha estaciona o carro dela com o pneu exatamente em cima do bueiro, impedindo o David de sair por ali.
Pra sorte dele, a Marisa chega ali na hora, invade o carro da velha e tira ele de cima do bueiro, permitindo que o David escape poucos segundos antes que a bomba exploda. E o aligátor é destruído pela explosão.
Depois que a Marisa chama uma ambulância pra ver se tá tudo bem com o David, eles chegam na beira de um bueiro, olham lá pra baixo e concluem que tudo tá resolvido.
Entretanto, sem que ninguém veja, um filhote de aligátor aparece caindo por uma tubulação e chegando ao esgoto, deixando o público em suspense se alguma situação parecida pode se repetir no futuro.
E o filme acaba.
Algumas pessoas não entenderam essa última cena, supondo que aquilo era um filhote do aligátor que morreu... Bom, só se o monstro tivesse a capacidade de se reproduzir sozinho: não tinha outro ali junto com ele pra cruzar.
Além disso, a mesma situação nem teria como acontecer, já que os cadáveres de cachorros infectados deixaram de ser jogados no esgoto.
O filme teve uma assim chamada “continuação” lançada em 1991 chamada Alligator II: the Mutation. Mas, na verdade, aquilo foi um reboot, já que ele não continua a história do filme anterior, mas sim conta outra história que, apesar de ter o mesmo tema principal, tem outros personagens e se passa em outro lugar.

Hoy vamos a hablar un poquito sobre la película Alligator.
La cinta fue dirigida por Lewis Teague y el guión fue de Frank Ray Perilli y John Sayles.
Aunque en la traducción que la película recibió en Brasil la criatura se llama “cocodrilo”, en realidad es un caimán.
Aunque los cocodrilos y los caimanes son reptiles con estructuras físicas muy similares, no son animales de la misma especie (los jacarés que existen en Brasil, por ejemplo, son razas de caimanes, no de cocodrilos).
No se puede entender muy bien dónde transcurre la parte principal de la historia, porque la pelí comienza con un grupo de personajes que regresan de un viaje y pasan frente a un cartel que dice “Bienvenidos a Missouri”, pero, según lo que dicen los personajes durante la película, están en Chicago (es decir, Illinois).
Y curiosamente, Alligator no se filmó ni en Illinois ni en Missouri, sino en California.
En algunas escenas, el director filmó a un caimán real caminando entre miniaturas.
En las escenas donde la cámara mostraba solo partes del cuerpo del caimán haciendo movimientos específicos, era el actor Kane Hodder quien estaba allí vestido como un caimán.
Alligator se mostró por primera vez en los Estados Unidos, en Diciembre de 1980.
La película comienza con una niña llamada Marisa que va a un evento de caimanes en 1968.
Al salir, ella compra un caimán bebé y se lo lleva a su casa. Pero no mucho después, su padre encuentra caca de caimán en el piso, se molesta por eso, agarra al bebé cuando la niña no está en casa y lo tira por el inodoro, diciendo que luego le dirá que encontraron el caimán muerto.
Pasan 12 años. Y ahora se empiezan a encontrar pedazos de cadáveres humanos en las alcantarillas de la ciudad.
Al mismo tiempo, vemos que un laboratorio está realizando experimentos ilegales utilizando perros.
Su “proveedor” es el dueño de una tienda de mascotas. Y también es quien se deshace de los cadáveres que sobran de los perros después de los experimentos, arrojándolos a la alcantarilla de la ciudad.
En una ocasión en que va a arrojar allí unos cadáveres, ve que la parte de la alcantarilla donde iba a hacerlo ha sido embalsada por restos de basura. Y cuando va a intentar desbloquear el lugar por donde pasa el agua, la cámara muestra un ojo de cocodrilo abriéndose en el agua de la alcantarilla y mirándolo...
Después de eso, la cámara se acerca al hombre y algo lo mata.
El oficial David tiene la tarea de investigar estas muertes en las alcantarillas. Y como no paran, decide ir allí junto con un colega llamado Kelly.
Ellos encuentran indicios de que alguien estuvo allí no hace mucho. Y David planea volver allí más tarde con un equipo. Pero cuando comienzan a caminar hacia la salida, se encuentran con un cocodrilo gigante que los ataca.
Los 2 corren hacia el fondo de una alcantarilla e intentan salir. Pero David no tiene la fuerza para empujar la tapa y el cocodrilo agarra a Kelly. Y la escena termina con David mirando la escena con pánico.
En la siguiente escena, él se despierta en un hospital. Y la enfermera explica que apareció en un desagüe pluvial gritando “caimán” y luego se desmayó.
Con eso, David, que ya estaba traumatizado por haber visto morir a otro compañero en una situación anterior, se perturba aún más.
En unos minutos, el diputado Clark llega allí para visitar a David y le explica que Kelly desapareció en la alcantarilla. Y aunque el psiquiatra del hospital quiere hacerle algunas preguntas a David, este decide irse enseguida.
Pronto todos entenderán lo que él vio bajo tierra...

In Alligator (1980), dopo che l’agente David è stato attaccato da un coccodrillo gigante nelle fogne, il capo Clark lo presenta a una biologa dei rettili di nome Marisa, in modo che possa chiarire i suoi dubbi su ciò che ha visto nelle fogne.
Marisa non lo sa e non lo saprà mai, ma la creatura che ora vive nei tubi sotterranei è un suo vecchio animale domestico, che suo padre ha buttato nel water 12 anni fa (infatti lei non vede mai l’alligatore in nessun momento nel film dopo che è mutato). E fino al secondo ordine, non prenderà sul serio la storia di David, chiarendo che un animale delle dimensioni che lui dice di aver visto non sopravviverebbe in un luogo buio, senza ventilazione, senza cibo a sufficienza e pieno di sostanze tossiche.
Anche se non vuole bene a David, un giornalista sensazionalista decide di andare da solo nelle fogne per vedere se c’è davvero qualche bestia lì. E dopo pochi minuti, lui viene attaccato dalla creatura. E muore fotografando l’attacco.
Questa scena sembra essere un’imitazione della scena di apertura di Jaws 2 (1978).
Sebbene il cadavere del giornalista scompaia completamente, la sua macchina fotografica viene trovata all’uscita di una fogna. E quando le foto vengono sviluppate, Clark permette che vengano pubblicate sulla prima pagina dei giornali, perché è quello che voleva il giornalista.
La polizia cittadina si mobilita per trovare la bestia, mentre i giornalisti cercano di coprire tutto.
Nella notte in cui la maggior parte degli agenti di polizia si riunisce per espellere l’animale dalle fogne (molti di loro entrano nelle gallerie delle fogne facendo rumore mentre molti altri stanno armati all’uscita in attesa che esca), non viene trovato nulla. Ma in una strada poco distante da lì, il mostro rompe un tombino ed esce in superficie, infastidito dal rumore sottostante.
Dopo aver causato un po’ di distruzione, si tuffa nel lago della città, dove si perde di vista.
La mattina dopo, tutta l’attenzione possibile è concentrata sul lago. E comunque, a questo punto, il film fa una rapida critica sociale su come le persone iniziano a cercare di fare soldi da qualsiasi opportunità, per quanto tragica possa essere: intorno al lago ci sono molti venditori ambulanti che vendono tutti i tipi di giocattoli e ornamenti a forma di alligatori e persino trafficanti di animali che vendono cuccioli di alligatori.
Comunque sia: analizzando le dimensioni delle impronte lasciate sulle sponde del lago, Marisa conclude che la creatura è molto più grande di quanto lo stesso David avesse menzionato.
Lei prende anche un campione della terra dove l’animale è calpestato ed è in grado di rilevare alcune cellule lì. E analizzandolo al microscopio, vede una sostanza che ha già fatto crescere i cani, concludendo che se l’alligatore si è nutrito di questa sostanza per anni, è impossibile prevedere i cambiamenti che ciò ha già causato nel suo organismo.
Loro cominciano a capire che qualcuno ha sottoposto i cani a esperimenti con quel tipo di sostanza e poi ha gettato i suoi cadaveri nella fogna. E che l’alligatore si è nutrito di questi cadaveri di cani per evitare la fame, quello che ha finito per causare la mutazione.
Comunque, volendo approfittare della situazione per esser visto come un eroe e garantirsi la sua rielezione, il sindaco della città chiama un cacciatore di nome Brock per sbarazzarsi del mostro. E così, toglie David e Marisa dal caso.
Dopodiché, arriva la prefettura per bombardare il lago. Ma questo non produce nessun risultato.
Il giorno successivo, l’alligatore è visto lasciando il lago ed entrando nelle strade di un quartiere. Ma quando Brock arriva lì, se n’è già andato. E poiché i residenti del quartiere sono scappati, nessuno ha visto dove fosse andato.
Allo stesso tempo, mentre David e Marisa vanno al laboratorio per fare domande su cosa sta succedendo lì, l’uomo d’affari responsabile degli esperimenti del laboratorio, un milionario di nome Slade, riesce a farlo licenziare dalla polizia.
Dopo aver appreso questo, Marisa decide di collaborare con lui in modo indipendente per impedire alla creatura di agire. E dopo aver perquisito la fogna e aver trovato delle carcasse di cani, confermano quanto già immaginavano.
Ma cosa può ancora fare il mostro?

Let's see how Alligator (1980) ends:
Police officer David and biologist Marisa are trying to find and kill a ferocious mutant alligator that has grown gigantic after living in the sewers for years, feeding on the infected corpses of dogs that were used by scientists in experiments. And alligator hunter Brock is trying to do that using other methods.
The alligator went to settle without anyone seeing in the swimming pool of a house. And at night, when there is a children's party at the house, 2 boys push another boy into the pool during a game, turning him into alligator food.
This scene was put there just to shock the public, right? After all, since the monster is so big, how could it fit in a regular-sized pool in the backyard of a house?
After that, Brock hires 3 guys from the poor side of town to help him find the alligator. And they lead him to an alley where they hear a strange noise. But when they go inside and face the monster, all the arrogance that Brock had falls apart: he is devoured by the alligator almost from one second to the next.
Analyzing the places where the most recent corpses were found, David and Marisa notice that the alligator is instinctively walking towards a river not far away.
The police follow the same lead and get there before them. And the cops locate the alligator in the river and try to run over the monster with their speedboat. But the shock does not produce any scratches on the alligator and this causes the boat to lose its course and crash.
One of the officers falls into the water and is rescued by another boat. But not without first having his legs devoured by the animal.
David and Marisa arrive there and the witnesses inform them which way the alligator went: none other than the land where the mansion of old Slade, the businessman responsible for the illegal experiments with dogs, is located.
It's worth remembering that his garden is full of guests, because it's the old man's daughter's wedding party.
When the alligator gets there, it starts right away killing a lot of people. And Slade only cares about locking himself inside his limousine and not giving a damn about the rest of humanity. Well, he never did, did he?
Even the mayor, who was the old man's main asshole, knocks on the limousine door desperate and begging to get in. But the alligator doesn't take long to kill him and then rip the limousine to pieces with its tail, killing the old man crushed inside.
David and Marisa arrive soon after and they follow the monster's trail of destruction. And this leads them to a sewer exit, making it clear that the alligator has returned to 'his home'.
David decides to go after the creature. And he takes a tank of tear gas and a time bomb, explaining to Marisa that he's going to go out through a manhole at a specific place.
When he enters, he doesn't take long to find the alligator. But despite using the gas against him, it does nothing.
David starts running towards the agreed manhole and he programs the bomb to go off in 2 minutes. But an old woman parks her car with the tire right over the manhole, preventing David from getting out there.
Luckily for him, Marisa gets there just in time, she breaks into the old woman's car and she takes the tire off the manhole, allowing David to escape a few seconds before the bomb explodes. And the alligator is destroyed by the explosion.
After Marisa calls an ambulance to see if David is all right, they arrive at the edge of a manhole, look down there, and conclude that everything is resolved.
However, unbeknownst to anyone, a baby alligator appears falling down a pipe and into the sewer, leaving the audience in suspense if a similar situation can happen in the future.
And the movie ends.
Some people didn't understand this last scene, assuming that it was a baby of the alligator that died... Well, only if the monster had the ability to reproduce itself: there was no other alligator there along with it to copulate.
In addition, the same situation could not even happen, because the corpses of infected dogs are no longer thrown into the sewer.
The film had a so-called “sequel” released in 1991 called Alligator II: the Mutation. But actually, that was a reboot, because it doesn't continue the story of the previous film, but rather tells another story that, despite having the same main theme, has other characters and takes place elsewhere.

Até Fevereiro!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

SE VOCÊ GOSTA DISSO, EU DESEJO QUE VOCÊ ENCONTRE


Oi!!!

Fechando o ano, eu vou deixar pra vocês verem as publicações de uma comunidade feminista chamada Feminismoparatodax.







Já teve até gente dizendo que isso aí é foi originalmente publicado em sites de piadas e que o objetivo desses posts é a ironia.
Bom, ainda que seja isso, não é difícil encontrar 2 ou 3 desses posts publicados em sites feminazis e sendo muitíssimo levados a sério.
Isso nos mostra um fenômeno curioso que acontece: se alguém fizer alguma brincadeira dando a entender que mulher é superior a homem, no mesmo instante vão aparecer feministas pegando aquela brincadeira e levando aquilo a ferro e fogo pra fortalecer o movimento delas, tamanha é a necessidade que elas têm de atacar todos que elas veem como inimigos!
Tanto é que você não encontra uma feminista que você possa considerar feliz (não me refiro às pessoas que defendem a igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres, mas sim a quem segue de forma militante uma ‘mentalidade eliane dias’ e considera isso feminismo). Ela está eternamente atacando outras pessoas e eternamente se sentindo atacada por outras pessoas (pessoas essas que, na maioria das vezes, nem sequer percebem que ela existe). Será que alguém consegue ser feliz assim?
Por outro lado, se esses posts foram escritos com sinceridade, e dando uma olhada nos exemplos de feminismo que a gente vê na prática eu não duvido nada que sejam, eu desejo que os gays que defendem o feminismo, principalmente aqueles que já passaram aqui pelo blog tentando me converter ao feminismo, encontrem muitas feministas assim no ano que vai começar. Afinal, me parece muito que vocês adoram conviver com isso e de ser tratados assim, né? Então, seja feita a vossa vontade!
Por outro lado, pra quem tem vergonha na cara, eu desejo um 2022 mais tranquilo do que foi 2021 e com muita saúde, que é o que todo mundo sem exceção está precisando.

UM VÍDEO QUE NOS FAZ PARAR PRA PENSAR


E hoje a gente também vai falar sobre o clipe Tal Vez, associado à música com o mesmo nome do Ricky Martin.
A música foi escrita pelo venezuelano Franco de Vita. E a letra fala sobre uma pessoa que, quando percebeu, já tinha se afastado de outra pessoa muito mais do que poderia imaginar. E levantando a possibilidade de que, embora talvez já seja tarde demais pra haver uma reaproximação e reconhecendo que tava ausente quando a outra pessoa precisava, pode ser que ainda seja possível tentar de novo.
Como já foi dito, o vídeo foi criado pra se juntar com a música Tal Vez, que já tinha sido lançada em 08 de Março de 2003.
Os diretores do vídeo foram o Carlos Pérez e o Kacho López.
O clipe foi filmado num bairro no Sudeste de Buenos Aires chamado La Boca (a propósito, em 1995, o Ricky já tinha filmado o clipe María no mesmo bairro.).
O prédio onde as cenas foram filmadas era uma fábrica, que foi decorada pra parecer um prédio residencial habitado por pessoas de classe baixa.
Curiosamente, não encontrei registros sobre os nomes dos atores que aparecem ali (o único nome creditado é o do próprio Ricky).
O vídeo foi exibido na televisão pela 1ª vez nos Estados Unidos, em 24 de Abril de 2003 (foi exibido pela Telemundo, que é uma emissora que, apesar de ficar nos Estados Unidos, tem a programação inteiramente falada em Espanhol).
O vídeo começa com o Ricky na cobertura do prédio, olhando a cidade e cantando. E depois, ele vai descendo na direção da rua, até que, na última cena, ele aparece andando pela pista e se afastando do prédio.
Mas, durante a descida dele, vemos o que se passa em 4 apartamentos do prédio...
Num deles, vemos um homem e uma mulher, provavelmente casados, brigando e se separando.
Em outro apartamento, vemos 4 amigos vendo animadamente uma partida de futebol na televisão, sem perceber que outro amigo deles tá sentado num canto da casa sozinho e se sentindo completamente abandonado.
Em outro apartamento, vemos um jovem chorando e sentado ao lado da cama de um velho agonizante.
E em outro apartamento, vemos uma mulher chorando e cuidando de um bebê recém-nascido e dos afazeres domésticos.
Bom, nos 2 primeiros apartamentos mencionados, vemos pessoas criando situações que vão resultar em formas de abandono (um casal se atacando reciprocamente sem se preocupar com as consequências disso, ou seja, ambos se dirigindo a um futuro de solidão; e um grupo de amigos não se preocupando com a solidão do outro e com o consequente afastamento que esse amigo vai acabar tendo em relação a eles, pois quem não é respeitado pelas pessoas de um grupo mais cedo ou mais tarde acaba se afastando desse grupo). E nos 2 últimos, vemos os resultados do abandono, quando já é tarde demais pra voltar atrás (o jovem provavelmente nunca deu atenção ao pai e, agora que ele tá morrendo, não tem mais tempo daqui pra frente pra passar a dar; e a mulher provavelmente foi engravidada e, logo depois, abandonada pelo namorado e por outras pessoas com quem ela achava que podia contar).
Podem clicar aqui pra ver o vídeo:


Até 2022!

domingo, 28 de novembro de 2021

JÁ QUE ESSE MÊS FOI COMEMORADO O DIA DA FILOSOFIA...


Oi!!!

Fechando o mês, vamos lembrar que exatamente esse mês, mais especificamente no dia 18, foi comemorado o Dia Mundial da Filosofia.
Qual é mesmo a função da Filosofia? Ah, sim... É questionar.
Mesmo que o filósofo esteja seguro de que a opinião dele sobre um determinado assunto está certa, ele não tem que impor essa opinião na marra à pessoa que está ouvindo. E mesmo que ele esteja seguro de que a opinião da pessoa sobre o assunto está errada, o que ele deve fazer é perguntar:

“Tem certeza de que isso que você está dizendo está certo?”

Aí, ele vai destacar os pontos do assunto que a pessoa não está levando em conta.
Por exemplo:

“Você já percebeu que essa situação só está acontecendo agora porque antes aconteceu isso, aquilo e aquilo outro?”

Se mesmo assim a pessoa continuar batendo o pé no mesmo ponto de vista e determinar que ela só acredita no ela acredita e nada além daquilo, não compete ao filósofo ter um ataque histérico por causa disso, se descontrolar emocionalmente por causa disso e tentar enfiar a opinião dele pela goela abaixo da pessoa.
Tomar esse tipo de atitude não é Filosofia. Tomar esse tipo de atitude é proselitismo.
E a gente vê filósofos fazendo proselitismo no Brasil atual? É claro. Principalmente filósofos de esquerda.
Querem exemplos? Pois não:
Adicionem a isso o fato das 3 filósofas acima serem feministas.
Fica aí algo pra refletir.

AS SERPENTES DO DESERTO DO AFEGANISTÃO


E hoje a gente também vai dar uma olhada no telefilme Sand Serpents, lançado no Brasil como Serpentes de Fogo.
O diretor do filme foi o Jeff Renfroe. E o roteiro ficou por conta do Raul Inglis.
Curiosamente, embora os monstros que aparecem no filme realmente lembrem serpentes, eles nunca são chamados assim por nenhum personagem. E menos ainda é explicado o que as criaturas são (embora alguns personagens levantem a teoria de que são vermes pré-históricos).
Sand Serpents foi todo filmado na Romênia. E foi exibido pela 1ª vez nos Estados Unidos, em Julho de 2009.
O filme começa com um grupo de 8 soldados americanos andando na direção de uma pequena área militar do Taleban, aparentemente abandonada, no meio do Deserto do Afeganistão.
A princípio, tudo parece correr bem. Até que, de repente, soldados do Taleban saem dos esconderijos onde tavam na base e começam a atirar contra os americanos, que revidam.
O barulho da troca de tiros acaba chegando ao subterrâneo e acordando gigantescos monstros que tavam dormindo lá embaixo...
Enquanto isso, na superfície, os afegãos matam 2 americanos e conseguem prender os outros 6, levando eles amarrados e vendados até a aparente sala de comando da área militar.
Os sobreviventes se chamam Richard (o comandante da missão), Andrews, Oscar, Wilson, Jan e Susan. E os afegãos pretendem cortar as cabeças de alguns deles, filmar, postar isso na Internet e exigir um resgate pelos sobreviventes.
De repente, um terremoto começa a sacudir todo o lugar. E os soldados do Taleban correm lá pra fora, se apavoram com alguma coisa que veem e começam a atirar nessa coisa...
Dentro da sala, os americanos só escutam os tiros e ouvem os rugidos de algum animal muito grande lá fora.
Depois que tudo fica em silêncio, a Susan consegue soltar as mãos e, depois de se desvendar, ela vai desamarrando e desvendando os outros.
Quando vão lá pra fora, eles olham ao redor e não veem nenhum sinal dos afegãos nem dos cadáveres dos 2 colegas que foram mortos.
Só a câmera que eles tavam usando pra filmar ficou caída no chão. Mas ela só gravou imagens tremidas e que não revelam muita coisa (embora deixem claro que os afegãos foram atacados por alguma coisa e ninguém sobreviveu).
Sem ter mais o que fazer, o Richard manda os outros recolherem o que puderem e se prepararem pra ir embora.
Quando começam a andar pra fora da área militar, eles veem e são vistos por um helicóptero americano, que começa a se aproximar. Mas um dos monstros sai de dentro da terra, dá um bote no helicóptero e abocanha ele.
E os americanos veem que as criaturas têm uma aparência parecida com a de grandes cobras que não têm olhos. E se movimentam pulando pra fora da areia e depois mergulhando ali de novo.
Eles começam a correr de volta pra área militar pra se abrigar na sala de comando enquanto o monstro persegue eles. Mas o Wilson corre pra outra direção, procurando desviar a atenção da criatura pra ele pra depois se juntar aos outros. Mas ele não tem tempo e acaba sendo engolido.
Dentro de uma das salas, o Richard conclui que, como o monstro não tem olhos, ele deve se orientar pelo som. Então, manda todo mundo ficar em silêncio. E isso realmente funciona.
Eles se lembram de que existe um campo de refugiados a 20 quilômetros dali. E lá deve existir água e comida o suficiente pra eles não morrerem de fome e sede.
Como existe um jipe abandonado num canto da área militar, a Susan, que é especialista em ligações diretas de carros, vai lá pra ver se consegue fazer a charanga funcionar.
Sentindo um tremor na terra, os outros se apavoram a saem correndo pro jipe também. E de fato a criatura se mostra segundos depois. Mas a Susan consegue dar partida no carro e os outros correm até lá a tempo.
Quando eles já tão chegando ao campo de refugiados, uma menina aparece correndo na frente do jipe e fazendo sinal pra eles pararem. E a Susan, pra não atropelar ela, faz uma curva fechada e acaba virando o jipe.
Todos ficam levemente feridos. Mas a Susan fica com metade do corpo preso embaixo do jipe.
A menina que apareceu só fala Árabe. Mas o tio dela, chamado Amal, aparece ali e diz que a estrada em frente tá minada. E a menina, chamada Isla, só tentou impedir que o jipe explodisse.
Eles escutam o monstro se aproximando. E a Susan, depois de muita insistência, consegue convencer o Richard a deixar ela lá e correr pra se salvar junto com os outros.
Assim, enquanto o monstro ataca a Susan, o Amal guia os outros correndo até dentro do campo.
Como lá dentro o chão é fortificado com concreto, provavelmente os monstros não vão atacar.
O Amal explica que o Taleban passou por ali naquela manhã e levou a maioria dos refugiados: só sobraram ele, a Isla e meia dúzia de mulheres adultas. Mas existem algumas armas lá, um rádio velho que não funciona direito e uma caminhonete mais velha ainda que já tá parada há um tempo. E a Jan pede pra dar uma olhada no rádio, achando que ela pode pedir ajuda por ele.
A aldeia mais perto dali fica a quase 500 quilômetros de distância. E assim, a caminhonete não vai ajudar muito mesmo que funcione.
Mas a Jan sugere que eles peguem a caminhonete e voltem pra área militar onde tavam antes, já que ali ela viu peças pra reconstruir o rádio.
O Amal pede pra levarem ele e a Isla junto, pois ele quer procurar o filho e o irmão dele, que foram levados pelo Taleban. E o Richard aceita, ao mesmo tempo em que o Andrews passa o tempo todo daí pra frente reclamando disso e dando a entender que o Amal é um espião do Taleban que vai trair ou matar eles assim que puder.
Eles pegam todas as granadas que conseguem juntar ali e tomam o caminho da área militar. E são atacados por 3 monstros, mas conseguem espantar eles momentaneamente com as granadas.
Quando faltam poucas dezenas de metros pra chegar à área militar, a gasolina acaba e eles são obrigados a correr a distância que falta a pé.
Um dos monstros ataca, mas o Oscar joga uma granada dentro da boca do bicho quando ele vai dar o bote e explode o monstro.
Depois de um tempo, a Jan consegue ajeitar o rádio o suficiente pra fazer contato com uma base militar americana a alguns quilômetros dali. Mas o general que tá no comando lá diz que ele não tem como mandar ajuda por enquanto.
A Jan inventa que eles têm ali um balde cheio de safiras. E isso faz o general mudar de ideia e dizer pra eles esperarem no alto de um morro a Noroeste dali, onde eles vão ser recolhidos por um helicóptero daqui a meia hora.
De repente, chega outro grupo do Taleban. E eles começam a atacar a área militar a tiros, ferindo o Andrews e o Oscar. Mas o barulho dos tiros acaba atraindo os monstros, que comem metade dos bandidos e fazem o resto fugir correndo.
Os americanos decidem aproveitar a oportunidade pra fugir, mas ao mesmo tempo ficam com medo de ser vistos pelos inimigos sobreviventes.
O Amal explica que ali perto existe a entrada prum labirinto de túneis escavados por dentro da rocha matriz de uma montanha, que tem outra saída perto do morro pra onde eles querem ir. E assim, eles podem ir por ali sem ser vistos.
Eles se põem a caminho. Mas o Oscar morre pouco depois, devido aos ferimentos. E ao mesmo tempo, um dos monstros escuta os passos deles pelo deserto e segue eles, forçando o Richard a deixar o corpo do Oscar pra trás e correr com os outros até a entrada dos túneis.
Lá dentro, eles encontram um pequeno depósito de armas. Entre elas, um cinto suicida (um cinturão cheio de granadas coladas nele que os terroristas usam pra se explodir em missões suicidas). E eles recolhem algumas dessas armas, certos de que vão precisar.
Mais à frente, eles passam por um corredor com uma porta que abre por um lado só. E o Andrews, que é o último a passar, acaba deixando ela fechar.
Logo depois, o Amal pisa sem querer numa mina. E a explosão, além de matar ele, soterra a parte seguinte do corredor onde os outros tão, prendendo eles ali, já que a porta atrás deles não pode ser aberta por ali.
A única saída dali é um pequeno duto de ventilação. E assim, o Richard pede à Isla pra sair por ali, chegar até a porta por onde eles entraram pelo outro lado e abrir a porta pra eles por lá.
A menina consegue sair, mas é presa por outro grupo do Taleban. Só que os monstros aparecem e atacam os terroristas, dando tempo à Isla de fugir correndo e voltar pro túnel.
Ao mesmo tempo, um dos monstros consegue entrar pelos túneis, atraído pelo barulho da explosão que matou o Amal. E vai rastejando na direção dos americanos.
A Isla consegue chegar até o outro lado da porta e abrir. Mas só o Richard e a Jan conseguem sair, enquanto o monstro agarra o Andrews com a boca e devora ele.
Os outros saem num lugar muito longe de onde o helicóptero vai pousar. E assim, eles vão ter que correr por um longo campo aberto, se expondo aos monstros.
A Jan tem a ideia de ir jogando granadas pelo caminho, pra que as criaturas se distraiam com o barulho das explosões e não ataquem eles. E o Richard veste o cinto suicida, pensando em se explodir se chegar a ser abocanhado por um dos monstros.
O plano dá certo. Mas as granadas acabam antes que eles cheguem ao morro.
De qualquer forma, o helicóptero chega e avista eles no meio do campo, resgatando eles.
Pouco depois que eles decolam, um dos monstros pula de dentro da areia e tenta abocanhar o helicóptero.
Mas, pra salvar os outros, o Richard tem um ato extremo: ele pula do helicóptero, se jogando dentro da boca do monstro e acaba se explodindo junto com a criatura.
Passado o instante de perplexidade, o helicóptero vai embora, voando prum lugar seguro.
E o filme acaba.
Talvez a maior dúvida que fica é: se existiam monstros gigantes hibernando no subterrâneo dos desertos do Afeganistão e que podiam ser acordado com o barulho, por que eles demoraram tanto a acordar, já que tinha uma guerra se passando lá em cima com todos os barulhos possíveis e impossíveis de explosões?

Today we’ll talk a little about telefilm Sand Serpents.
The film’s director was Jeff Renfroe. And the script was by Raul Inglis.
Interestingly, although the monsters of this movie actually resemble snakes, they’re never called that by any character. And even less is explained what they are (although some characters theorize they’re prehistoric worms).
Sand Serpents was all filmed in Romania. And it was shown for the 1st time in the States, in July 2009.
The film begins with a group of 8 American soldiers walking towards a small, seemingly abandoned Taliban military area in the middle of the Afghan Desert.
At first, everything seems to be going well. Until, suddenly, Taliban soldiers come out of their hideouts at the base and start shooting at the Americans, who fight back.
The noise of the exchange of fire ends up reaching underground and waking up gigantic monsters that were hibernating below...
Meanwhile, on the surface, the Afghans kill 2 Americans and manage to arrest the other 6, taking them tied up and blindfolded to the apparent command room of their military area.
The survivors are Richard (the mission commander), Andrews, Oscar, Wilson, Jan and Susan. And the Afghans intend to chop off some of them’s heads, film it, post it on the Internet and demand a ransom for the survivors.
Suddenly, an earthquake starts shaking the whole place. And the Taliban soldiers run out there, freak out about something they see and start shooting at that thing...
Inside the room, the Americans only hear the gunshots and the roar of some very large beast outside.
After everything falls silent, Susan manages to free her hands and, after unraveling, she starts untying and unraveling the others.
When they go outside, they look around and see no sign of the Afghans or the corpses of their 2 colleagues who were killed.
Only the camera they were using to film was left on the ground. But it only shot shaky footage that doesn’t reveal much (although it make it clear the Afghans were attacked by something and no one survived).
With nothing else to do, Richard orders the others to gather what they can and prepare to leave.
When they start walking out of the military area, they see and are seen by an American helicopter, which begins to approach them. But one of the monsters comes out of the earth, throws itself against the helicopter and bites it. And Americans see the creatures look like very huge snakes with no eyes. And they move by jumping out of the sand and then diving into it again.
They start running back to the military area to take shelter in the command room as the monster chases them. But Wilson runs off in the other direction, trying to divert the creature’s attention to him and later join the others. But he doesn’t have time to do that and he ends up being devoured.
The Americans’ problems are just beginning...

In Sand Serpents (2009), Richard, Andrews, Oscar, Jan e Susan sono soldati dell’Esercito Americano nel Deserto Afghano. E sono stati attaccati da giganteschi mostri sotterranei simili a serpenti, che li hanno costretti a nascondersi in una base talebana abbandonata.
All’interno di una delle stanze, Richard conclude che poiché i mostri non hanno occhi, devono esser guidati dal suono. Quindi, lui dice a tutti di stare zitti. E funziona davvero.
Ricordano che c’è un campo profughi a 20 chilometri di distanza. E lì dovrebbero esserci abbastanza acqua e cibo in modo che non muoiano di fame e sete.
Dato che c’è una jeep abbandonata in un angolo dell’area militare, Susan va lì per vedere se riesce a far funzionare quella vecchia cosa.
Sentendo un tremito nella terra, gli altri si fanno prendere dal panico e corrono anche loro verso la jeep. E infatti una creatura si mostra pochi secondi dopo. Ma Susan riesce a resuscitare la macchina e gli altri si precipitano lì in tempo.
Quando stanno già arrivando al campo profughi, una bambina appare correndo davanti alla jeep e fa segno loro di fermarsi. E per non travolgere la bambina, Susan fa una brusca svolta e finisce per ribaltare la jeep.
Tutti sono leggermente feriti. Ma Susan rimane intrappolata per metà sotto la jeep.
La bambina che è apparsa parla solo Arabo. Ma suo zio Amal si presenta lì e dice che la strada davanti è minata. E la bambina, di nome Isla, ha appena cercato di fermare l’esplosione della jeep.
Tutti sentono il mostro avvicinarsi. E Susan, dopo tante insistenze, riesce a convincere Richard a lasciarla lì e correre a salvarsi insieme agli altri.
Quindi, mentre il mostro attacca Susan, Amal guida gli altri al campo.
Poiché il terreno è fortificato con cemento all’interno, i mostri probabilmente non attaccheranno.
Amal spiega che i talebani sono passati quella mattina e hanno preso la maggior parte dei profughi: sono rimasti solo lui, Isla e una mezza dozzina di donne adulte. Ma ci sono alcune pistole, una vecchia radio che non funziona bene e un camioncino ancora più vecchio che è fermo da molto tempo. E Jan chiede di dare un’occhiata alla radio, pensando di poter chiedere aiuto con essa.
Il paese più vicino dista quasi 500 chilometri. E quindi, il camioncino non aiuterà molto anche se funziona.
Ma Jan suggerisce di prendere il camioncino e tornare nell’area militare dove erano prima, perché ha visto lì dele parti per ricostruire la radio.
Amal chiede loro di portare con sé lui e Isla, perché vuole cercare suo figlio e suo fratello, che sono stati presi dai talebani. E Richard accetta, mentre Andrews passa il suo tempo a lamentarsi e insinuando che Amal è una spia talebana, li tradirà o li ucciderà quando sia possibile.
Prendono tutte le granate che riescono a raccogliere e si dirigono verso l’area militare. E vengono attaccati da 3 mostri, ma riescono a spaventare momentaneamente le creature con le granate.
Quando mancano solo poche decine di metri per raggiungere la zona militare, restano senza benzina e sono costretti a percorrere a piedi il restante tratto.
Uno dei mostri attacca, ma Oscar lancia una granata nella bocca della bestia quando è più vicina e questo fa esplodere il mostro.
Dopo un po’, Jan riesce ad aggiustare la radio quanto basta per entrare in contatto con una base militare americana a poche miglia di distanza. Ma il generale che comanda lì dice che non può ancora inviare aiuto.
Jan inventa che lì c’è un secchio pieno di zaffiri. E questo fa cambiare idea al generale e lui dice loro di aspettare in cima a una collina a nord-ovest di lì, dove verranno prelevati da un elicottero tra mezz’ora.
All’improvviso, arriva un gruppo di talebani. E iniziano ad attaccare l’area militare a colpi di arma da fuoco, ferendo Andrews e Oscar. Ma il rumore degli spari finisce per attirare i mostri, che divorano metà dei banditi e fanno scappare il resto.
Gli americani avranno una possibilità di sopravvivere adesso?

En Sand Serpents (2009), Richard, Andrews, Oscar y Jan son soldados del Ejército Estadounidense en el Desierto Afgano en espera de ser rescatados. Y un hombre y una niña afganos llamados Amal e Isla están con ellos.
Están siendo atacados al mismo tiempo por los talibanes y por gigantescos monstruos subterráneos sin ojos parecidos a serpientes.
Los estadounidenses quieren huir, pero al mismo tiempo tienen miedo de ser vistos por los talibanes.
Amal explica que cerca está la entrada a un laberinto de túneles excavados en el lecho rocoso de una montaña, que tiene otra salida cerca del cerro al que quieren ir (allí aterrizará un helicóptero para rescatarlos en media hora). Y así, pueden ir por ese camino sin ser vistos.
Están en camino. Pero Oscar, que fue herido por los talibanes, se muere poco después. Y al mismo tiempo, uno de los monstruos escucha sus pasos a través del desierto y los sigue, lo que obliga a Richard a dejar atrás el cuerpo de Oscar y correr con los demás hacia la entrada de los túneles.
En el interior, encuentran un depósito de armas pequeñas. Entre ellos, un cinturón suicida (un cinturón lleno de granadas pegadas a él que los terroristas usan para hacerse explotar en misiones suicidas). Y recogen algunas de esas armas, seguros que las van a necesitar.
Más adelante, pasan por un pasillo con una puerta que se abre solo por un lado. Y Andrews, que es el último en pasar, termina dejando que la puerta se cierre.
Poco después, Amal pisa accidentalmente una mina. Y la explosión, además de matarlo, entierra la siguiente parte del pasillo donde están los demás, atrapándolos allí, porque la puerta detrás de ellos no se puede abrir ahora.
La única salida desde allí es un pequeño conducto de ventilación. Y entonces, Richard le pide a Isla que se vaya por ese camino, llegue a la puerta por donde entraron por el otro lado y les abra la puerta allí.
La niña logra irse, pero es arrestada por otro grupo talibán. Pero los monstruos aparecen y atacan a los terroristas, dándole a Isla tiempo para huir y regresar al túnel.
Al mismo tiempo, uno de los monstruos logra ingresar a los túneles, atraído por el ruido de la explosión que mató a Amal. Y se arrastra hacia los estadounidenses.
Isla logra llegar al otro lado de la puerta y abrirla. Pero solo Richard y Jan logran salir, mientras el monstruo agarra a Andrews en su boca y lo devora.
Los demás parten en un lugar alejado de donde va a aterrizar el helicóptero. Y así, tendrán que correr por un largo campo abierto, exponiéndose a los monstruos.
Jan tiene la idea de lanzar granadas por el camino, para que las criaturas se distraigan con el ruido de las explosiones y no las ataquen. Y Richard se pone el cinturón suicida, pensando en hacerse explotar si lo muerde uno de los monstruos.
El plan funciona. Pero las granadas se agotan antes de llegar a la colina.
De todos modos, llega el helicóptero y los ve en medio del campo, rescatándolos.
Poco después de despegar, uno de los monstruos salta de la arena e intenta agarrar el helicóptero. Pero para salvar a los demás, Richard tiene un acto extremo: salta del helicóptero, se lanza a la boca del monstruo y acaba explotando con la criatura.
Tras el momento de perplejidad, el helicóptero parte, volando hacia un lugar seguro.
Y termina la película.
Quizás la pregunta principal que queda aquí es: si había monstruos gigantes hibernando bajo tierra en los desiertos de Afganistán y podrían ser despertados por el ruido, por qué tardaron tanto en despertar, ¿ya que había una guerra allí arriba con todos los ruido posibles e imposibles explosiones?

Até Dezembro!