Agora só mais uma
coisinha pra refletir.
Como muitos já devem
saber, 25 de Novembro é o Dia do Combate à Violência Contra a Mulher.
Bom, não tenho nada contra que qualquer grupo de pessoas se organize pra se defender da
violência, se achar que está sendo vítima dela. Mas tenho tudo contra a falta de
nexo.
Alguns de vocês devem
ter visto uma situação que aconteceu em São Paulo em Agosto, que a imprensa, a
meu ver, julgou de forma bastante parcial.
Um homem chamado
Anderson de Oliveira deu uma cotovelada na cara de uma mulher chamada Fernanda
Santiago.
Vamos fingir que eu não
tivesse nenhuma informação sobre esse assunto... Eu vou defender o homem em
questão? Não, eu não vou. Eu vou defender a mulher em questão? Não, eu também
não vou. O que eu vou fazer é me informar sobre o que aconteceu e, depois que
eu tiver informações sobre o assunto, aí sim eu vou emitir uma opinião.
Mas, sempre que um
homem comete uma agressão física contra uma mulher o que é que a imprensa (e
toda a mídia) faz? Passa sempre aquela ideia de “Coitadinha da mulher!”,
“Pobrezinha da mulher!”.
Tanto é assim que o
nosso código penal, por influência da mídia, conseguiu produzir a tal da Lei
Maria da Penha.
E quando é uma mulher
que comete uma agressão física grave contra um homem? Será que a imprensa
também apoia tanto o homem que foi vitimado? É um pouco óbvio que não.
O que fazem nesse caso
geralmente é inventar explicações pseudocientíficas pro que a mulher fez:
“Ah, coitada! São os
hormônios que fazem a mulher ser assim! Ela não teve culpa!”
“Ah, coitada! Ela
estava com TPM quando ela fez isso. Ela não teve culpa!”
“Ah, coitada! Ela
estava com depressão pós-parto quando ela fez isso. Ela não teve culpa!” (Usam
essa desculpa até pras mulheres que nunca engravidaram na vida delas!)
“Ah, coitada! Ela tem
Síndrome de Borderline! Ela não teve culpa!”
“Ah, coitada! Ela
estava se sentindo carente e insegura quando ela fez isso. Ela não teve culpa!”
Agora, quem não soube direito
sobre o evento que eu mencionei, dê uma clicada aqui:
Bom, se alguém está
pensando que eu vou defender o homem que bateu na mulher nesse caso aí, não, eu
não vou. Mas também não tenho por quê defender ela.
Se ele cometeu um
crime, ele tem que responder pelo crime que cometeu. Ninguém aqui está dizendo
o contrário.
Mas, em relação a ela,
por que eu deveria defender ela? Dá pra ver perfeitamente no vídeo (e todos os
repórteres que narraram essa matéria onde ela foi apresentada falaram isso
explicitamente) que a mulher está ali brigando com todo mundo que passa por ela
e provocando todo mundo que passa por ela.
Independente de você
ser homem ou mulher, se você chega pra outra pessoa e começa a provocar essa
pessoa, provocar, provocar, provocar, provocar, provocar, provocar, provocar,
provocar, provocar, provocar... Vai chegar a um ponto em que essa pessoa vai
explodir em cima de você.
Então, honestamente, a
meu ver, ela só encontrou o que ela estava procurando. Se você não quiser levar
porrada, não provoque uma pessoa que já está a ponto de tacar porrada em você.
Mas, como se tratou de
uma situação em que um homem bateu numa mulher, a mídia supervalorizou a
situação.
Se fosse ao contrário,
se fosse ele que tivesse esse comportamento em relação a ela e aí ela arrebentasse a
cabeça dele com uma barra de ferro, aí iam dar as desculpinhas
pseudocientíficas que eu mencionei acima.
Devido a esse
posicionamento da imprensa, as mulheres brasileiras atualmente acham que elas
podem falar o que elas quiserem, na hora que elas quiserem, no lugar que elas
quiserem, na frente de quem elas quiserem e os homens têm que engolir isso e
acabou. Aí, quando levam uma cotovelada pelo meio da cara (ou até alguma
agressão pior do que essa) porque agem assim, acham um absurdo.
As mulheres têm todo o
direito de quererem evitar a violência contra elas. Mas DIREITO é uma coisa,
PRIVILÉGIO é outra. E o que eu vejo nos últimos tempos são as mulheres querendo
privilégios acima dos homens, e não direitos.

2 comentários:
E no vídeo dá pra ver que o cara manda ela se afastar várias vezes dele antes de tacar porrada nela. Mas ela continua do lado dele e falando coisas agressivas contra ele compulsivamente. Ele só bateu nela depois que ela já tinha provocado ele muito mesmo.
O erro dele foi não prestar socorro depois que ela já estava desmaiada no chão. Mas a cotovelada nem culpo ele por isso. Ela fez por merecer.
Exatamente.
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