quarta-feira, 6 de novembro de 2013

OS PRECONCEITOS QUE OS NATURISTAS DÃO E RECEBEM

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no ativista de Direitos Humanos brasileiro Marcelo Pacheco.
Ele nasceu no Rio Grande do Sul, em 1973.
Bom, as informações pessoais sobre o Marcelo disponíveis na Internet são realmente poucas. Mas dá pra ver que ele já leva um estilo de vida naturista há muitos anos. E aparentemente, ele sempre se dedicou a lutar pelos direitos dos naturistas no Brasil.
Ele é o editor da revista Brasil Naturista. E também é um dos principais responsáveis pela Federação Brasileira de Naturismo.
Além disso, o Marcelo aparece frequentemente em manifestações sobre o assunto.
Mas, mudando vagamente de assunto, tenho que lembrar uma coisa aqui a vocês: embora os naturistas lutem contra o preconceito contra eles, o que eu acho muito bom, não podemos esquecer que eles também manifestam um preconceito muito escancarado em relação aos homens. E na leitura de alguns, em relação aos gays.
Existem várias praias de naturismo no Brasil em que qualquer mulher pode entrar em qualquer situação, sem nenhum tipo de restrição; mas se um homem aparecer lá sozinho ou só na companhia de outro homem ou outros homens, ele é simplesmente barrado!
Homem só pode entrar na companhia de uma mulher ou junto com um grupo de pessoas que tenha mulheres. Se não, ele é proibido de entrar; ou é advertido de que pode entrar, mas só pode ficar numa área restrita da praia.
Um detalhe: já vi naturistas dizendo que esse tipo de regra só existe no Brasil. Em áreas naturistas de outros países, não tem nada parecido com isso!
E a leitura que alguns fazem disso é que os naturistas querem evitar a presença de gays entre eles. Então, fazendo isso, parece que estão impedindo gays de entrarem na área deles ou exilando os gays numa parte específica da praia.
Bom, talvez seja isso mesmo. Mas a explicação oficial que eles dão pra isso é que as mulheres ficam constrangidas em ver muitos homens nus em volta delas, porque elas são muito “delicadas, frágeis e sensíveis”. Então, essa é a forma de reduzir a presença de homens nus em volta das mulheres e proteger elas.
Bom, até aí, vamos lembrar que os homens muçulmanos também cobrem as mulheres com panos da cabeça aos pés, tiram todos os direitos das mulheres e tacam porrada nas mulheres de manhã, de tarde e de noite e também dizem que só fazem isso pra proteger as mulheres. Então, é o mesmo raciocínio dos naturistas, né?
O mais engraçado nisso é que, por mais preconceituosa que seja a atitude de um homem contra uma mulher, se ele disser que fez isso pra proteger ela, ela fica a favor dele e passa a defender a atitude dele. Tanto que tem mulheres naturistas que defendem a explicação que eu divulguei acima, como tem mulheres muçulmanas que adoram ser tratadas da forma que eu mencionei acima.
Pra vocês verem como as mulheres são culpadas pela manutenção do machismo, né?

Hoy hablaremos un poco del activista de Derechos Humanos brasileño Marcelo Pacheco.
El nació en Rio Grande del Sur, en 1973.
Bueno, las informaciones personales acerca de Marcelo disponibles en Internet son muy pocas. Pero se puede ver que él ya ha tenido un estilo de vida naturista desde hace muchos años. Y al parecer, ha estado siempre dedicado a la lucha por los derechos de los naturistas en Brasil.
El es el edictor de la revista Brasil Naturista. Y también es un importante contribuyente de la Federação Brasileira de Naturismo.
Por otra parte, Marcelo aparece con frecuencia en manifestaciones acerca del tema.
Pero cambiando de tema vagamente, tengo que recordar una cosa a ustedes: aunque los naturistas brasileños luchen contra los prejuicios contra ellos, no podemos olvidar que ellos también manifiestan un prejuicio muy evidente contra los hombres. Y según algunos, contra los gays (pues que hombres no acompañados no pueden entrar en establecimientos naturistas en Brasil, pero nada se habla contra mujeres no acompañadas).

Ci sono diverse spiagge naturiste in Brasile, dove ogni donna può entrare in qualsiasi situazione e senza nessuna restrizione. Ma se un uomo arriva lì da solo o solamente in compagnia di un altro uomo o di altri uomini, a lui è vietato entrare!
Un uomo può entrare solo in compagnia di una donna. Oppure, se lui è con un gruppo di persone in cui ci sono donne. In altre situazioni, agli uomini è vietato entrare. Oppure loro sono avvisati che possono entrare, ma possono stare solo in una zona ristretta.
Un dettaglio: ho visto dei naturisti che dicono che tale regola esiste solo in Brasile. Nelle aree naturiste di altri paesi, non c'è niente di questo!
Secondo alcuni, i naturisti vogliono evitare la presenza di uomini gay tra di loro. Quindi, in questo modo, sembra che loro stanno impedendo i gay di entrare nella loro zona o esiliando i gay in una parte specifica della loro zona.

Men with no female near them may not enter Brazilian naturist beaches. And the official explanation they give for this is that women are embarrassed when they see many naked men around them. Because, according to them, women are very “delicate, fragile and sensitive”. So, this is how to reduce the presence of naked men around women and so protect them.
Well, let’s remember that muslim men cover women with cloth from head to toe, they take all the rights of women and they hit women in morning, noon and night. And they also say they do it only to protect women. So it’s the same reasoning of Brazilian naturists, right?
Interestingly, when a man takes a stand extremely prejudiced against a woman, but he says he did it only to protect her, she is in favor of him and starts defending his attitude. You see: there are naturist women who defend the explanation I divulged above. And there are muslim women who love to be treated the way I mentioned above.
That way, you can see how women are responsible for the maintenance of machismo, right?

2 comentários:

Fred disse...

Acho válido. Mas me incluam fora dessa... hahahaha! Não me sentiria muito confortável pegando onda "in natura"!!! Hugzão!

Leo Natura disse...

Eu nunca fui a uma praia de naturismo nem tá propriamente nos meus planos. Mas não dispenso a possibilidade um dia.
Abração!