sexta-feira, 1 de julho de 2016

43ª ENQUETE



Oi!!!

Bem-vindos ao 2ª semestre do ano.
E vamos à enquete.
Bom, claro que eu não poderia deixar de comentar o massacre que aconteceu na boate GLBT Pulse, em Orlando, no dia 12 do mês passado.
Como vocês devem ter visto na televisão e nos mais variados sites, o assassino, que matou 49 pessoas, era um muçulmano que, embora aparentasse levar uma vida tradicional aos olhos da religião dele com uma esposa e um filho (aliás, ele reagia furiosamente quando encontrava homossexuais assumidos na rua), era um bissexual muito mal resolvido que frequentava a própria boate e se esfregava com os homens que encontrava por lá.
Isso só mostra o quanto a religião fez uma lavagem cerebral nessa criatura.

E o quanto a tal da “cura gay” funciona, né?
Sim: muçulmanos também falam numa coisa parecida com “cura gay”, basicamente no mesmo peso e da mesma medida em que os pentecostais e neopentecostais brasileiros falam.
Quando um muçulmano sente desejos homossexuais, em grupos muçulmanos mais radicais ele é morto (ou, no mínimo, violentamente espancado). E nos grupos menos radicais ele é incentivado a conversar com o sheik, que vai “reorientar” ele pra ele voltar a ser heterossexual (é assim que eles dizem).
Bom, vocês viram até que ponto essa “reorientação” adianta na prática, né?
Aliás, sempre ouvi dizer que entre os homens muçulmanos rola sexo gay direto. Mas tudo 100% escondido: o cara tem que se casar com uma mulher, ter pelo menos 1 filho, nunca pensar nem na possibilidade de sair do armário e negar compulsivamente até a morte se alguém descobrir. Cumprindo essas condições, ele pode dar o cu pra quantos machos ele quiser e chupar quantos cacetes ele quiser.
Muçulmanos que são gays assumidos existem. E já falei sobre vários deles nos meus blogs. Mas é a minoria da minoria.
E a minha pergunta desse mês é exatamente sobre isso: se um muçulmano gay que não é assumido tentar se aproximar de você, você vai aceitar a aproximação dele?

Antes de responder, é necessário lembrar que um muçulmano gay que não é assumido provavelmente vai seguir a mesma linha que o cara que matou as 49 pessoas na boate.
É diferente de um muçulmano gay que saiu explicitamente do armário e que pode até ser rejeitado pelo grupo religioso dele, mas vai ser aceito por amigos gays ateus e/ou de outras religiões.

Um comentário:

Anônimo disse...

Eu tenho paciência zero pra gente mal resolvida, sobretudo quando isso vem de religião. Eles que resolvam os problemas deles no consultório do analista! Sei que soa egoísta falar assim, mas eu já tenho muito com que me ocupar na minha vida pra perder energia ajudando gente torta que as mais das vezes só quer apoio pra racionalizar as próprias neuroses.