quinta-feira, 29 de agosto de 2013

UM POUCO DE TERROR INFANTIL


Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada no filme de terror infantil Jack, The Giant Killer, lançado no Brasil como Jack, O Matador de Gigantes.
Esse filme parece ter sido a 1ª produção cinematográfica de longa-metragem inspirada no conto do mesmo nome presente no Folclore da Inglaterra (há rumores de que 2 outros filmes sobre o mesmo conto tinham sido feitos em 1917 e 1952, mas não encontrei informações sobre eles). Mas foi adaptado pros padrões de um filme infantil (embora use temas clássicos do terror sobrenatural, como magia negra e possessões demoníacas).
Assim, embora o conto original mencione o herói principal massacrando violentamente vários gigantes, nesse filme aqui a coisa foi bem suavizada. E ele só mata diretamente 1 único gigante (que lembra mais um ogro do que um gigante).
Jack, The Giant Killer foi estrelado pelo hoje falecido Kerwin Mathews. Podem clicar aqui pra ver um post sobre ele:


O filme foi dirigido pelo Nathan Juran e escrito por ele em parceria com o Orville H. Hampton. E foi lançado primeiramente na Alemanha, em Maio de 1962.
E uma nova versão do filme, com um roteiro um tanto diferente e protagonizada pelo Nicholas Hoult, foi lançada agora em Março.
O filme tá todo no YouTube (em Inglês). Se quiser ver, pode clicar aqui:


Jack, The Giant Killer começa nos mostrando um livro que menciona um mago chamado Pendragon. Ele atormentava a Cornualha com um exército de seres sobrenaturais perversos que reconheciam ele como o Príncipe das Trevas.
Mas um dia, em meio a uma grande batalha, o povo lutou contra essas criaturas. E um mago chamado Herla conseguiu expulsar todas elas da Cornualha e exilar todas, ainda sob o comando do Pendragon, numa ilha além dos limites do Mundo conhecido (aparentemente, em algum lugar do Mar do Norte). E lá ele ficou esperando até o dia em que conseguiria voltar à Cornualha e assumir o poder sobre ela...
Esse dia chegou quando o Rei Mark, da Cornualha, resolveu apresentar a todos os nobres britânicos a Princesa Elaine, única filha e herdeira dele.
Com tantos nobres na corte, o Pendragon entendeu que não seria notado. E se apresentou ao rei apenas como um príncipe de uma ilha distante.
Mostrando à corte uma caixinha de música com um duende dentro vestido de bobo da corte, ele disse que aquele era o presente que trazia pra homenagear a princesa.
De noite, quando a Elaine vai dormir, os presentes dela são colocados no quarto. E uma das aias dela, chamada Constance, deixa a janela do quarto aberta...
Pouco depois, o Pendragon chega na janela e, com a magia dele, faz o duende da caixinha de música se transformar num gigante com chifres e pernas de sátiro chamado Cormoran.
E depois, o Pendragon vai embora.
Aliás, como a gente vai ver em seguida, a intenção dele era simplesmente capturar a princesa. Então, por que ele não aproveitou agora, que ela tava dormindo sem ninguém protegendo ela e fez logo isso com as próprias mãos, em vez de ter tanto trabalho criando um monstro gigante pra isso?
Bom, enquanto cresce, o Cormoran faz o quarto desabar e agarra a Elaine, fugindo com ela do palácio.
O exército real tenta deter o monstro, mas, apesar de ferirem ele com várias armas, ninguém consegue. E muitos guerreiros são massacrados pelo Cormoran enquanto tentam fazer isso. O máximo que podem fazer é ir atrás dele enquanto ele se dirige pra praia carregando a Elaine...
De manhã, na beira da praia, um jovem fazendeiro chamado Jack tá cuidando dos afazeres cotidianos. Ele é filho de um dos guerreiros que lutaram contra o Pendragon no passado.
E de repente, ele vê o Cormoran passando e carregando uma garota, sem saber de quem se trata.
Logo depois, perto dali, o Jack vê o gigante entregando a garota a um dos súditos do Pendragon, chamado Garna, que tá num barco à espera deles. E resolve interferir, lutando contra o Cormoran e conseguindo soltar a garota.
Eles correm pro moinho da fazenda e são seguidos até lá pelo Cormoran. Mas o Jack sobe até o alto do moinho e consegue laçar o pescoço do monstro e jogar um balde de cinzas na cara dele. E enquanto o Cormoran tenta limpar os olhos, o Jack pega uma foice, pula em cima dele e degola ele.
Nesse momento, o rei chega junto com o exército dele. E é só aí que o Jack entende que aquela é a princesa herdeira do trono.
O Rei Mark ainda tem tempo de ver o barco do Pendragon se afastando da praia e entende que ele foi o responsável por tudo.
O Garna chega à ilha do Pendragon e conta o que houve, fazendo o mestre dele entender que esse novo inimigo que apareceu vai atrapalhar os planos dele.
Levado pro palácio, o Jack é nomeado cavaleiro pelo Mark por ter salvado a Elaine. E ela logo começa a demonstrar um certo interesse por ele.
Enquanto isso, um dos ministros do rei mostra a ele alguns documentos que achou com um desenho do Cormoran. E tais documentos explicam que ele é um súdito do Pendragon, o que faz o Mark entender finalmente quem era o misterioso príncipe da tal ilha distante.
Pra segurança da Elaine, o Mark resolve mandar ela prum convento da Normandia no dia seguinte, escoltada pelo Jack.
Logo depois que ela sai, a Constance escreve um bilhete contando o que houve, amarra na pata de um corvo e solta ele. E o corvo voa até a ilha do Pendragon...
Aparentemente no dia seguinte, no navio que leva o Jack e a Elaine pra Normandia, a viagem vai indo normalmente até que, do nada, o Céu escurece e um dos demônios que servem ao Pendragon, chamado Tubo, aparece cercado por um exército de demônios, matando vários marinheiros e o capitão.
O Jack luta bravamente contra os demônios, mas não consegue impedir que alguns deles saiam voando pelos ares carregando a Elaine.
Quando tudo termina, os marinheiros sobreviventes querem voltar pra Cornualha. Mas o Jack quer seguir os demônios pra salvar a Elaine. E isso acaba numa nova luta, na qual o Jack é jogado ao Mar junto com o filho do falecido capitão, chamado Peter.
Enquanto isso, na ilha do Pendragon, ele submete a Elaine a um ritual no qual um demônio se incorpora nela e passa a dominar ela a partir de então.
Depois disso, o Pendragon volta à Cornualha e diz ao Mark que exige a abdicação dele em 7 dias, quando a princesa vai voltar pra assumir o poder como nova rainha (controlada por ele). E desaparece logo depois.
O rei desconfia que a Constance sabe de alguma coisa e coloca ela diante de um espelho: de acordo com as antigas lendas, se uma pessoa possuída por um demônio for colocada diante de um espelho, a imagem refletida ali vai ser a do próprio demônio, revelando a possessão.
Confirmando o que aconteceu, o Mark quebra o espelho, o que faz com que a possessão se desfaça e trazendo a Constance de volta ao normal.
Assim, provavelmente o Pendragon já tinha capturado a Constance de alguma forma antes de mandar o Cormoran capturar a princesa. E aí, tinha feito um demônio se incorporar nela, devolvendo ela ao palácio logo depois.
No Mar, o Jack e o Peter são recolhidos por um velho marinheiro nórdico chamado Sigurd, que tem como acompanhante um duende preso numa garrafa (comparando essa situação com a do ‘duende’ da caixinha de música dada de presente à princesa, parece que era comum ter essas criaturinhas como bichinhos de estimação, já que ninguém estranhava).
Bom, o duende se dispõe a ajudar o Jack a salvar a Elaine, mas só se, depois disso, o Jack liberar ele. E ele aceita.
O duende explica o rumo que eles devem tomar pra chegar a ilha do Pendragon com o barco do Sigurd. E lá, o Jack desembarca, levando somente a garrafa com o duende como companhia.
O Pedragon manda um pequeno exército de guerreiros mágicos interceptarem o Jack na porta do castelo dele.
Mas o duende ensina ao Jack uma magia pra derrotar eles e assim ele segue em frente.
Quando o Jack chega à sala do trono do Pendragon, o mago ameaça transformar o herói num monstro se continuar se aproximando. Mas o duende protege o Jack com magia, impedindo a transformação.
O Jack avança contra o Pendragon de espada em punho, exigindo que ele devolva a Elaine. E o vilão faz ele se encontrar com a princesa, mas sem saber que ela tá possuída.
Voltando ao barco, o Jack vê que o Peter e o Sigurd saíram pra buscar água.
Depois que fica sabendo que o Jack só consegue resistir ao poder do Pendragon por causa da ajuda do duende, a Elaine dá um sonífero a ele e tenta se livrar da garrafa com o duende. Mas ela acaba derrubando a garrafa no chão do barco e perdendo de vista, sem perceber que a garrafa cai no Mar.
E quando o Peter e o Sigurd voltam, a Elaine chama os demônios do Pendragon, que capturam todos.
No castelo, o Pendragon transforma o Sigurd num cachorro e o Peter num chimpanzé. E diz que vai transformar a Elaine num monstro se o Jack não disser onde tá o duende.
Ele deixa o herói sozinho com a princesa pra que ele se sinta mais pressionado. Mas quando ela passa diante de um espelho, ele vê o reflexo do demônio que tá possuindo ela.
Nesse momento, ainda transformado em chimpanzé, o Peter vem correndo arrebenta as cordas que prendiam o Jack. E ele quebra o espelho, conseguindo assim exorcizar a Elaine.
O Jack foge do castelo levando a Elaine, o Peter e o Sigurd (ainda transformados em animais). E pelo caminho, ele ainda tem que lutar contra uns braços mágicos que saem das paredes armados com espadas.
Depois que eles saem, o Pendragon manda um gigante de 2 cabeças atacar eles...
...mas eles conseguem se abrigar numa caverna na praia da ilha.
Olhando pro Mar, o Peter vê a garrafa do duende, pega e leva pro Jack. E o duende invoca um monstro do Mar, pra que ele lute contra o gigante.
E com a ajuda do Sigurd e do Peter, o monstro consegue matar o gigante.
Enquanto os heróis finalmente conseguem chegar ao barco, o Pendragon decide ir deter eles pessoalmente e se transforma numa espécie de dragão, voando até o barco.
Mas, depois de uma difícil luta, o Jack consegue matar o dragão, fazendo ele cair no Mar e afundar. E logo depois, do lugar onde ele afundou, sai uma energia que se volta contra a ilha, fazendo o castelo desmoronar e matando todos os seres sobrenaturais maléficos que serviam ao Pendragon.
O Sigurd e o Peter também voltam às suas aparências normais na mesma hora da morte do mago. E o Jack quebra a garrafa do duende pra liberar ele, como tinha combinado.
Depois disso, eles iniciam a viagem de volta pra Cornualha.
E o filme acaba.



Today we’ll take a look at the horror film for children Jack The Giant Killer.
Well, there’s a homonym tale in the Folklore of England. And this film seems to have been the 1st cinema production based on it (there are rumors that 2 other films based on the same story had been made in 1917 and 1952, but I found no traces of information about them). Anyway, the film was adapted to the standards of a children’s movie (although it uses classical themes of supernatural-horror productions, like black magic and demonic possessions).
The original story mentions the main hero massacring several giants violently. But in this movie violence was very softened. Actually he literally kills only 1 giant (and it looks like an ogre much more than a giant).
Kerwin Mathews stars this film. And you can click on the 1st link above to see a post about him.
The film was directed by Nathan Juran and written by him in partnership with Orville H. Hampton. And it was first released in Germany in May 1962.
And a new version of the film (it has a script somewhat different) with Nicholas Hoult was released last March.
The film begins by showing us a book that mentions an evil warlock named Pendragon. He tormented Cornwall with an army of evil supernatural beings who recognized him as the Prince of Darkness.
But one day, in a great battle, the people fought against these creatures. And a wizard named Herla was able to expel them all from Cornwall. So, they were all exiled still under Pendragon’s command on an island beyond the limits of the known world (apparently, somewhere in the North Sea). And there he waited until the day he could return to Cornwall and take power over it…
That day came when King Mark of Cornwall decided to present Princess Elaine to all the British nobles. She’s his only child and heiress.
With so many nobles at court, Pendragon understood he wouldn’t be noticed. And he identified himself to the king only as the prince of a distant island.
He showed the court a music box with a gnome dressed as a joker inside. And he said this was the gift he brought to honor the princess.
At night, when Elaine goes to sleep, her gifts are placed in her bedroom. And one of her maids named Constance (actually possessed by one of Pendragon’s demons) leaves the bedroom window open…
Shortly after, Pendragon arrives at the window. With his powers, he transforms the gnome in the music box into a giant with horns and satyr legs named Cormoran. And then he goes away.
Moreover, as we’ll see below, his intention was simply capturing the princess. So why didn’t he just do that when she was sleeping without anyone protecting her instead of having so much trouble creating a giant monster for this?
Well, while Cormoran grows, it makes the bedroom collapse and grabs Elaine, fleeing with her from the palace.
The royal army tries to stop the monster, but despite injuring it with multiple weapons, they can’t do anything except it. And many warriors are massacred by Cormoran while trying to do this. The most they can do is going behind the beast as it heads to the beach carrying Elaine… And there they’ll find our hero: Jack!
You can click on the 2nd link above to watch the full movie.



Jack The Giant Killer (1962), conocido en España como Jack y El Gigante Asesino, nos muestra, en la orilla de una playa de Cornualles de hace muchos siglos, un joven granjero llamado Jack cuidando de sus tareas diarias por la mañana.
Y de repente, ve a un gigante que pasa y lleva a una muchacha en las manos, sin saber quién es la chica.
Poco después, cerca de allí, Jack ve al gigante entregando la chica a un hombre llamado Garna, que está en un barco esperándolos. Y se decide a intervenir, luchando contra el gigante y logrando a soltar a la chica.
Ellos corren al molino de la granja y el gigante los sigue allí. Pero Jack se sube a la parte superior del molino, donde puede lanzar una cuerda alrededor del cuello del monstruo y lanzar un cubo de cenizas en su cara. Y mientras el gigante intenta limpirar sus ojos, Jack toma una guadaña, salta sobre él y lo mata con una cuchillada en el cuello.
En ese momento, mientras el barco de Garna se aleja de la playa, el Rey Mark de Cornualles llega con su ejército. Y es entonces que Jack entiende que la chica es la princesa heredera del trono.
Algun tiempo después, Garna llega a una isla donde vive su señor, el hechicero malvado Pendragon. Y después que Garna le dice lo que ocurrió, el villano cree que este nuevo enemigo obstaculizará sus planes (en realidad, Jack es el hijo de un guerrero que luchó contra Pendragon en el pasado).
Bueno, llevado al palacio, Jack es nombrado caballero por Mark, porque había salvado Elaine. Y ella pronto comienza a mostrar interés en él.
Mientras tanto, uno de los ministros del rey le muestra algunos documentos que encontró con un dibujo del gigante que había atacado a la princesa. Y estos documentos explican que es un subordinado de Pendragon... Ahora saben contra quien están batiéndose.
Para la seguridad de Elaine, Mark decide enviarla a un convento de Normandía el día siguiente, escoltada por Jack.
Poco después de que ella se va, su criada Constance escribe una nota diciendo lo que pasó. Se ata eso en la pata de un cuervo que es puesto en libertad y que se va volando hacia la isla de Pendragon...
Al parecer al día siguiente, en el barco que lleva Jack y Elaine a Normandía, el viaje sigue siendo normal. Pero, de repente, el Cielo se oscurece y uno de los demonios que sirven a Pendragon, llamado Tubo, aparece rodeado de un ejército de demonios, matando a varios marineros y al capitán.
Jack lucha valientemente contra los demonios, pero no puede impedir que algunos de ellos se vayan volando por el aire llevando Elaine.
Cuando todo termina, los marineros sobrevivientes quieren volver a Cornualles. Pero Jack quiere seguir a los demonios para salvar a Elaine, lo que resulta en una nueva lucha, en la que Jack es lanzado al Mar junto con el hijo del difunto capitán, llamado Peter (mas conseguirán salvarse).
Mientras tanto, en la isla de Pendragon, Elaine es sometida por él a un ritual en el que un demonio entra en ella y comienza a dominarla desde entonces.
Hecho eso, Pendragon se va a Cornualles. El le dice a Mark que requiere su abdicación en 7 días, cuando la princesa regresará como la nueva reina, pero dominada por él. Y desaparece segundos después.
El rey sospecha que Constance sabe algo acerca de todo eso y la pone frente a un espejo: según las antiguas leyendas, si una persona poseída por un demonio es colocada delante de un espejo, la imagen reflejada allí será la del propio demonio, revelando la posesión.
Confirmando lo que pasó, Mark rompe el espejo, lo que hace que la posesión se acabe y que Constance vuelva a la normalidad.
Así, probablemente Pendragon había capturado Constance de alguna manera antes de enviar el gigante para capturar a la princesa. Y pudo poner un demonio incorporado en ella, volviéndola al palacio poco después.



Vediamo come finisce il film Jack, The Giant Killer (1962), conosciuto in Italia come L’Ammazzagiganti.
Dopo che la Principessa Elaine di Cornovaglia viene rapita da un malvagio stregone di nome Pendragon, Jack e il suo amico Peter si uniscono ad un vecchio marinaio nordico di nome Sigurd per salvarla. E il vecchio ha come “animale domestico” un elfo intrappolato in una bottiglia.
Beh, l’elfo si offre di aiutare Jack a salvare Elaine. Ma lui chiede a Jack come cambio di liberarlo dalla bottiglia dopo. E lui dice che lo farà.
L’elfo spiega la direzione che si deve prendere per raggiungere l’isola di Pendragon sulla barca di Sigurd. E quando ci arrivano, Jack lascia la barca caricando solo la bottiglia dell’elfo con lui.
Pedragon invia un piccolo esercito di guerrieri magici per intercettare Jack alla porta del suo castello. Ma l’elfo insegna a Jack un incanto per sconfiggerli e così lui può andare avanti.
Quando Jack arriva nella sala del trono di Pendragon, il mago rischia di trasformare l’eroe in un mostro se lui continuerà ad avvicinarsi. Ma l’elfo protegge Jack con la sua magia, impedendo la trasformazione.
Jack va contro Pendragon con la spada in mano, con l’ordine di liberare Elaine. E il cattivo gli fa incontrare la principessa. Ma Jack non sa che lei è posseduta da un demone...
Tornando alla barca, Jack vede che Peter e Sigurd sono andati a cercare acqua.
Dopo che Elaine viene a sapere che Jack può resistere il potere di Pendragon solo grazie all’aiuto dell’elfo, lei gli dà una sostanza che gli fa dormire e cerca di distruggere la bottiglia dell’elfo. Ma finisce per cadere la bottiglia sul pavimento della barca e la perde, senza vedere che la bottiglia cade in Mare.
E quando Peter e Sigurd ritornano, Elaine chiama i demoni di Pendragon, catturando a tutti.
Nel castello, Pendragon trasforma Sigurd in un cane e Peter in uno scimpanzé. E dice che trasformerà Elaine in un mostro se Jack non gli dirà dov’è l’elfo.
Lui lascia l’eroe da solo con la principessa per farlo sentirsi più pressionato. Ma quando lei rimane davanti a uno specchio, lui vede il riflesso del demone che la sta possedendo.
A quel tempo, Peter, ancora uno scimpanzé, arriva correndo e distrugge le corde intorno alle mani di Jack. E lui rompe lo specchio, esorcizzando così Elaine.
Jack fugge portando Elaine, Peter e Sigurd (ancora trasformati in animali). E tra l’altro, lui deve combattere alcuni armi magici brandendo spade, provenienti dalle pareti.
Dopo che se ne vanno, Pendragon invia un gigante di 2 teste per attaccarli. Ma loro possono proteggersi in una grotta sulla spiaggia dell’isola.
Guardando il Mare, Peter vede la bottiglia dell’elfo, la prende e la porta a Jack. E l’elfo evoca un mostro marino e gli chiede di combattere contro il gigante. E con l'aiuto di Sigurd e Peter, il mostro riesce ad uccidere il gigante.
Mentre gli eroi finalmente riescono ad arrivare alla barca, Pendragon decide di smettere di loro personalmente: si trasforma in una specie di drago e vola fino alla barca.
Ma, dopo una lotta difficile, Jack riesce ad uccidere il drago, facendolo cadere e sprofondare in Mare. E poco dopo, un’energia viene dal luogo in cui lui è affondato e rivolge contro l’isola, facendo crollare il castello e uccidendo tutti gli esseri soprannaturali malvagi che servivano a Pendragon.
Sigurd e Peter anche tornano alle loro forme normali nello stesso momento in cui lo stregone muore. E Jack spacca la bottiglia dell’elfo per liberarlo, come avevano concordato.
Dopo di che, iniziano il viaggio di ritorno in Cornovaglia.
E il film finisce.


Até!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A 1ª VERSÃO CINEMATOGRÁFICA DE ‘FRANKENSTEIN’

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada na 1ª versão cinematográfica do livro Frankenstein; or, The Modern Prometheus (1818), da Mary Shelley.
O filme, intitulado Frankenstein, é um curta-metragem de 12 minutos mudo e preto e branco.
Devo dizer que só tomei conhecimento da existência desse filme em Novembro do ano passado, através do blog Cinema – Filmes e Seriados. Antes disso, eu sempre tinha pensado que o 1º filme inspirado no livro tinha sido a versão de 1931, com o Boris Karloff.
O de 1910 foi dirigido pelo J. Searle Dawley, que também escreveu o roteiro.
Frankenstein foi gravado em New York ao longo de 3 dias. E pouco depois que foi feito, as únicas cópias conhecidas dele, que certamente foram poucas, se perderam. E por décadas, a única coisa que sobrou dele foi o roteiro.
Em 1950, um colecionador de filmes antigos chamado Alois F. Dettlaff ganhou da sogra dele, que também colecionava filmes antigos, uma cópia já meio danificada do filme, que muito provavelmente era a única que ainda existia. Mas, como não sabia do que se tratava, ele não deu muita importância àquilo até os anos 70, quando descobriu o que era e apresentou o filme ao público.
É evidente que o filme é muito mais resumido do que o livro. E parece querer se prender mais à análise psicológica da história do que ao terror em si. Principalmente porque dá a entender que a criação do monstro foi simplesmente a materialização dos pensamentos ambiciosos do herói da história.
Se quiser ver o filme antes de seguir lendo, clique aqui:


Bom, Frankenstein começa mostrando um jovem estudante de Biologia identificado apenas como Frankenstein se despedindo da noiva e do pai dele e indo pra faculdade.
Passados 2 anos, ele escreve uma carta pra noiva dizendo que descobriu os “segredos sobre a vida e a morte”. E diz que vai usar isso pra criar o ser humano mais perfeito que o Mundo já viu, acrescentando que, depois disso, ele vai voltar pra casa pra casar com ela.
Depois de botar a carta no correio, o Frankenstein junta uma série de substâncias químicas, aparentemente extraídas de um esqueleto, e bota tudo dentro de um caldeirão, que ele fecha dentro de uma espécie de armário blindado. E aí, ele passa a olhar o desenvolvimento da experiência por uma janelinha no armário.
De fato, uma criatura começa a se formar no caldeirão, deixando ele radiante de alegria.
Mas a coisa começa a assumir uma aparência estranha até ficar realmente monstruosa!
Pra fazer essa cena, fizeram um fantoche de monstro e tacaram fogo nele, filmando o fantoche até ele terminar de queimar. Depois, passaram a cena de trás pra frente. E ficou muito bem feito!
Bom, espantado com sua criação, mas sem poder fazer nada pra deter a situação, o Frankenstein olha em pânico enquanto o mutante começa a sair do armário blindado e ir atrás dele.
O Frankenstein busca refúgio no quarto dele, mas o monstro vai atrás, apesar de não aparentar querer fazer nenhum mal contra seu criador. Mas o jovem acaba desmaiando e o monstro, sem saber o que fazer, vai embora.
Na verdade, como o monstro parece ter entendido que o cientista é o único contato que ele tem com o resto do Mundo, ele parece querer se aproximar obsessivamente dele.
O Frankenstein é encontrado desmaiado por um colega de faculdade, que reanima ele. Então, decide voltar pra casa.
Tudo parece em ordem depois disso, até que o Frankenstein percebe que o mutante seguiu ele até em casa.
E entra lá atrás dele, por pouco não sendo visto pela noiva do Frankenstein.
A princípio, a criatura ainda parece não querer fazer nenhum mal, embora ainda queira obsessivamente ficar perto do seu criador. Mas quando percebe que o Frankenstein aceita ficar perto de outras pessoas e foge da companhia dele, o monstro se enfurece de ciúme e ataca o seu criador.
Durante a luta, o mutante acaba ficando sem querer na frente de um espelho.
E entrando em pânico ao ver a própria aparência, se retira em desespero.
Aparentemente alguns dias depois, acontece o casamento do Frankenstein. E depois da festa, num momento em que a noiva fica sozinha, o mutante entra na casa e vai atacar ela.
Ela consegue fugir correndo com o monstro atrás dela, mas acaba caindo desmaiada aos pés do marido. E ele tem uma rápida luta contra o mutante, conseguindo enxotar a criatura pra outro cômodo da casa. E depois sai correndo atrás.
Voltando pra perto do espelho onde se viu pela 1ª vez, o monstro fica se olhando ali...
...até que desaparece, ficando só o reflexo dele no espelho.
O Frankenstein chega diante do espelho e ainda chega a ver o reflexo do monstro.
Mas, poucos segundos depois, esse também desaparece e o espelho volta ao normal, refletindo apenas a imagem do Frankenstein.
Essa última cena ficou muitíssimo bem feita. Principalmente levando em conta que ela foi gravada há mais de 100 anos. E tem várias interpretações possíveis, né? Principalmente por deixar claro que o monstro não era só um mutante criado em laboratório, mas tinha também algo de sobrenatural.
O que costuma ser mais entendido aí é que, enquanto o Frankenstein tava dominado pela ambição de controlar a vida e a morte, as energias negativas de ambição dele se incorporaram no ser humano perfeito que ele tava criando. E isso acabou por transformar a criação dele num monstro.
Algum tempo depois que ele já tinha abandonado a ambição, as energias negativas de dispersaram e o monstro se desmaterializou.
Bom, a esposa dele chega logo depois e os 2 comemoram o desaparecimento do monstro.
E o filme acaba.

Hoy hablaremos un poquito de la primera versión cinematográfica del libro Frankenstein; or, The Modern Prometheus (1818), de Mary Shelley.
La película se llama Frankenstein, y es un cortometraje de 12 minutos, mudo y en blanco y negro.
Yo debo decir que tuvo conocimiento de la existencia de esta película solamente en Noviembre del año pasado. La encontré entonces en el blog Cinema – Filmes e Seriados. Antes de eso, yo siempre había pensado que la primera película que se había inspirado en este libro fuera la versión de 1931, con Boris Karloff.
La cinta de 1910 fue dirigida por J. Searle Dawley, que fue también el guionista.
Frankenstein fue rodado en Nueva York a lo largo de 3 días. Y poco después de que se hizo esta película, los únicos ejemplares conocidos de la misma, que por cierto eran pocos, fueron todos perdidos. Y durante décadas, lo único que quedó de dicha cinta fue su guión.
En 1950, un coleccionista de películas antiguas llamado Alois F. Dettlaff fue regalado por su suegra, también una coleccionista de cintas antiguas, con una copia ya un poco dañada de esta película, que era probablemente la única que todavía existía. Pero como no sabía lo que era, no dio mucha importancia a lo que hasta los años 70, cuando se enteró de lo que era la copia y se presentó la película al público.
Es evidente que la película es muy más resumida que el libro. Y parece que quiere mantener un análisis más psicológico de la historia que mantener el propio horror. Sobre todo porque sugiere que la creación del monstruo fue simplemente la transformación de los pensamientos ambiciosos del héroe de la historia en un ser sólido.
Puedes clicar sobre el enlace arriba para ver la cinta toda en YouTube.

Frankenstein (1910) comincia mostrando un giovane studente di Biologia, identificato solo come Frankenstein, dicendo addio alla sua fidanzata e a suo padre: lui va al college.
Dopo 2 anni, lui scrive una lettera alla sua fidanzata dicendo che ha scoperto i “segreti della vita e della morte”. E dice che userà questo per creare l’essere umano più perfetto che il Mondo abbia visto mai, aggiungendo che, dopo questo, se ne andrà a casa per sposarla.
Una volta che ha messo la lettera per posta, Frankenstein prende, apparentemente da uno scheletro, un certo numero di sostanze chimiche. Si mette tutto in una pentola enorme e la chiude in una sorta di armadio schermato. E da quel momento in poi, lui comincia a guardare lo sviluppo della cosa attraverso una piccola finestra nell’armadio.
In effetti, una creatura comincia a crescere nella pentola, rendendolo più che felice. Ma la cosa comincia ad avere un aspetto strano e finisce veramente orrenda!
Per fare questa scena, hanno costruito un mostro burattino e messo fuoco in esso, filmando il burattino fino a quando sarebbe finito di bruciare. Poi hanno passato la scena da dietro in avanti. E la cosa è stata davvero ben fatta!
Beh, adesso Frankenstein è inorridito dalla sua creazione, ma non può fare nulla per fermare la situazione. E il mutante comincia a venire fuori dall’armadio schermato per inseguirlo.
Frankenstein cerca rifugio nella sua camera da letto, ma il mostro si avvicina a lui, nonostante a quanto pare non voglia fare del male contro il suo creatore. Ma il giovane finisce per svenire e il mostro, non sapendo cosa fare, se ne va.
Infatti, come il mostro sembra di aver capito che lo scienziato è l’unico collegamento che ha con il resto del Mondo, sembra voler avvicinarsi a lui ossessivamente.
Frankenstein viene trovato privo di sensi da un compagno di studi, che lo fa rivivere. Poi, decide di tornare a casa. Ma le cose sarebbero ancora difficili...
Let’s see how Frankenstein (1910) ends:
After biologist Frankenstein created a tattered mutant while in college, he decides to return to his home. And everything seems in order after that, until Frankenstein realizes that the mutant followed him to his house. This one enters the house after his creator and is almost seen by Frankenstein’s fianceé.
At first, the creature seemly doesn’t want to do any harm, though he obsessively wants to stay near his creator. But when the monster realizes Frankenstein agrees to be near other people and runs away from his company, he rages of jealousy and attacks his creator.
During the fight, the mutant ends up inadvertently in front of a mirror. And he panics at the sight of his own appearance and runs away in despair.
Apparently a few days later, we see Frankenstein’s wedding. And after the party, at a moment when the bride is alone, the mutant enters the house and goes to attack her.
She can run away with the monster still trying to grasp her. But she ends up falling unconscious at the feet of her husband. And this one has a quick fight against mutant and he manages to shoo the creature to another room in the house. And he follows the monster seconds later.
The monster arrives back to the mirror where he saw himself for the 1st time and stays looking at the mirror again until he disappears. But his reflection is still in the mirror.
Frankenstein arrives before the mirror and still has time to see the monster’s reflection. But a few seconds later it also disappears and the mirror returns to normal. Now we see only Frankenstein’s reflection.
That last scene was very well done. Especially if you remember it was filmed more than 100 years ago. And it has several possible interpretations, right? Mainly because it makes clear that the monster wasn’t just a mutant created in a lab, but he also had something supernatural.
This is the most common explanation: while Frankenstein was dominated by the ambition of controlling life and death (as we see in the beginning of the film), the evil energies of his ambition incorporated in a scientific experiment he was preparing. And it ended up transforming his creation into a monster.
Some time after he had abandoned his ambition, the evil energies were canceled and the monster dematerialized.
Well, Frankenstein’s wife arrives soon after and both celebrate the destruction of the monster.
And the film ends.

UMA REFLEXÃO PRO DIA DO PSICÓLOGO

E aproveitando que hoje, 27 de Agosto, é o Dia do Psicólogo, vou aproveitar pra dar uma palavrinha sobre o assunto.
Como vocês sabem, há uns 2 meses atrás, o Brasil foi sacudido pelas ideias da teocracia pentecostal que está se formando em Brasília. Esses teocratas queriam legalizar o procedimento de ‘cura’ de homossexuais pelas mãos de psicólogos evangélicos. Em outras palavras, queriam dar aos psicólogos evangélicos o direito legal de submeter os pacientes deles à ‘cura’ da homossexualidade através de pregações de passagens da Bíblia e encontros com pastores pentecostais homofóbicos.
Obviamente, todos os psicoterapeutas sérios se opuseram à ideia. E o projeto acabou sendo arquivado no início de Julho, embora os teocratas lá de Brasília tenham dito que pretendem fazer uma nova tentativa de fazer ele passar.
Mas toda essa situação tem nos obrigado a fazer uma reflexão: se você descobrisse que um psicólogo é evangélico, você se consultaria com ele?
No meu caso, eu posso dizer tranquilamente que NÃO. Se eu começasse a fazer consultas com um psicólogo e ele revelasse que é evangélico, com certeza eu nem voltaria pra consulta seguinte.
Não estou nem dizendo isso por causa do posicionamento dos evangélicos em relação aos homossexuais. Até porque, mesmo que ele viesse com papo de “cura gay” pra cima de mim, isso simplesmente não ia produzir efeito nenhum. Em 1º lugar, porque não há nada pra curar (homossexualidade não é ferida nem doença e a palavra “cura” só se aplica a feridas e doenças). E em 2º lugar, porque eu não quero deixar de ser gay nem de longe.
Mas eu estou dizendo isso porque, em qualquer outra situação, sobre qualquer outro assunto, o psicólogo evangélico em questão não vai me analisar em nada. Ele só vai tentar me fazer concordar com a interpretação que ele segue da Bíblia.
Se você for a um desses psicólogos e contar alguma coisa sobre a sua vida pessoal que faz bem a você (pode nem ter nada a ver com sexo), mesmo que essa coisa não tenha nada de ilegal, mesmo que essa coisa agrade todas as pessoas ligadas a ela, se essa coisa for contra a interpretação que esse psicólogo faz da Bíblia, ele vai tentar fazer você desistir dessa coisa.
Aí, você vai dizer:

“Mas eu me sinto feliz fazendo isso!”

E ele vai responder:

“Eu não chamo isso de ‘felicidade’! Chamo de ‘pecado’!”

Ou então ele vai dizer que é o demônio que está iludindo você pra fazer você se sentir feliz com aquilo e aí levar você pro Inferno.
Afinal, não são coisas assim que 99% dos pentecostais e neopentecostais falam quando encontram alguém que não é da igreja deles?
O mais irônico de tudo é que foi pra tudo isso que os teocratas lá de Brasília nos alertaram com as atitudes deles, né? Eles mesmos deixaram claro que um psicólogo evangélico é um terapeuta de profissionalismo duvidoso.
Mesmo que alguém seja psicólogo e evangélico e saiba separar uma coisa da outra, daqui pra frente ele vai ser olhado com desconfiança pelos pacientes. Só outros evangélicos mesmo é que vão confiar nele de olhos fechados e, à menor menção da Bíblia, já vão se considerar salvos porque estão se consultando com um “homem de Deus”, e não com um psicólogo “mundano” de outra religião.
Nesse sentido, os psicólogos evangélicos acabaram dando um tiro no próprio pé.
Bom, fica aí algo pra refletir e pra levar em conta toda vez que você encontrar um psicoterapeuta novo.

Até mais!

domingo, 25 de agosto de 2013

SANCHO VII 1157?-1234

Oi!!!

Hoje a gente vai dar uma olhada em mais um personagem histórico aparentemente bissexual: o Rei Sancho VII, de Navarra.
Já fiz um post sobre ele uma vez no CECG&B. Mas aqui vai uma 2ª rodada.
Não se sabe muito sobre a vida desse personagem histórico. Mas vamos dar uma olhada nas informações mais confiáveis sobre ele que chegaram até os dias de hoje.
O dia, o mês e o próprio local onde o Sancho nasceu são desconhecidos. Quanto ao ano, alguns historiadores dizem que ele nasceu em 1157, outros, que foi em 1170.
Ele era filho do Rei Sancho VI, de Navarra, e da Rainha consorte Sancha.
Algumas crônicas mencionam vários filhos que ele teve com mulheres plebeias durante a adolescência.
Quando o Sancho chegou à fase adulta, ele se tornou um dos príncipes mais altos de que se tem notícia, com 2, 23m de altura!
Em algum momento entre os anos de 1180 e 1190, ele conheceu o Príncipe Richard Plantagenet, da Inglaterra. E alguns historiadores afirmam que eles se tornaram amantes a partir dali. Mas em 1189, o Richard usurpou o trono do pai dele, se tornando o novo Rei da Inglaterra.
Pouco depois, o papa começou a organizar a 3ª Cruzada contra a Palestina. E pra isso, ele convocou todos os governantes católicos romanos pra irem ou mandarem representantes na cruzada. E assim foi feito.
A viagem pra Palestina foi marcada pelo comportamento tradicional que os católicos romanos teriam até o início do século XX: destruir tudo aquilo de não-católico romano que fosse encontrado pelo caminho. Inclusive o que fosse de outros segmentos do Cristianismo, como o Catolicismo Ortodoxo.
Assim, quando passavam por uma cidade ou aldeia que encontravam pelo caminho, esses “santos” católicos romanos matavam todos os homens, estupravam todas as mulheres e crianças, roubavam todos os mantimentos que podiam e incendiavam o que deixavam pra trás. Essa foi a “pregação do Catolicismo Romano” no Oriente durante toda a Idade Média. E muita da miséria que existe naquela região até hoje é tão somente o resultado dos atos que a Igreja Católica Romana cometeu lá naquela época com as Cruzadas.
Mas enfim: em 1991, uma das irmãs do Sancho, chamada Berenguela, se casou com o Richard I.
Depois disso, transformados em cunhados, o Sancho e o Richard ficaram mais próximos ainda. Mesmo depois do fim da cruzada.
Com a morte do pai, em 27 de Junho de 1194, o Sancho teve que deixar o amante e voltar pra Navarra. E aí passou a ocupar o trono, sendo coroado em 15 de Agosto com o título de “Sua Majestade Católica, o Rei Sancho VII, de Navarra”.
Em 1195, ele se casou com uma fidalga chamada Constance, filha do Conde de Toulouse.
Em Julho do mesmo ano, foi travada a Batalha de Alarcos, quando o Rei de Castilla tava lutando contra inimigos dele e pretendia receber apoio de Navarra. O Sancho VII realmente apoiou ele na luta, mas não a tempo de impedir a derrota dele.
A partir daí, os 2 reis começaram a se estranhar. E o Sancho VII, por motivos não muito claros, destruiu as cidades de Almazán e Soria, que pertenciam ao Rei de Castilla. Depois disso, eles assinaram um tratado de paz. Mas isso foi só o início de uma série de desentendimentos que o Sancho VII teria daí pra frente com governantes vizinhos.
Em 1200, ele conseguiu uma anulação pro casamento com a Constance. E aí ele se casou com uma mulher que não se sabe direito quem era. Alguns historiadores dizem que essa 2ª esposa dele era uma filha do Imperador do Sacro Império Romano Germânico. Outros dizem que era uma filha do Emir do Marrocos.
O fato é que nenhum dos 2 casamentos do Sancho VII parece ter produzido filhos. Pelo menos, que tenham sido registrados. E isso deixava o Trono de Navarra sem herdeiros diretos.
Por volta de 1230, ele desenvolveu uma infecção crônica na perna. Aparentemente, gangrena. E vendo que já tava pra morrer, ele reconheceu um sobrinho dele como herdeiro do trono.
O Sancho VII morreu em 07 de Abril de 1234, com 64 ou 77 anos de idade e quase completando 40 anos no trono.
Bom, como dá pra ver, o que a gente sabe sobre esse rei na verdade são cacos de informações, né? Tem muitos biógrafos dele que dizem que ele fez isso, aquilo e aquilo outro. Mas aí são muito mais suposições do que fatos comprovados.
E não existem nem sequer pinturas ou esculturas dele que tenham sido feitas enquanto ele era vivo. Esse é um dos quadros dele que podem ser encontrados atualmente (não consegui uma identificação do pintor).

Mas certamente foi feito séculos e séculos depois da morte dele.

Hoy hablaremos un poco del Rey Sancho VII de Navarra.
En verdad, se sabe muy poco de la vida de este personaje histórico. Pero vamos a ver algunas de las pocas informaciones más seguras que tenemos acerca de él.
El día, el mes y el lugar donde Sancho nació son desconocidos. El año puede ser 1557 ó 1170, segundo diferentes historiadores.
El era hijo del Rey Sancho VI de Navarra y de la Reina consorte Sancha.
Hay quien dice que Sancho tuvo muchos hijos con mujeres desconocidas cuando él era todavía un adolecente.
En su vida adulta, es dicho por algunos biógrafos suyos que él se quedó un hombre muy alto, con 2, 23 m.
En algun momento entre los años de 1180 y 1190, él conoció al Príncipe Ricardo, de Inglaterra. Y se piensa que ellos fueron amantes. Pero Ricardo usurpó el Trono de Inglaterra, pasando a ser el nuevo rey, en 1189.


In the end of the 12th century, the Roman Catholic Church started the 3rd Crusade. And they started calling the roman catholic rulers to be there or send representatives to be there.
While the roman catholics were going to Palestine, they did their usual roman catholic acts: destroying everything which wasn’t roman catholic. Even other christians.
If they found a small village, they killed all the men, raped all the women and children and put fire in the village when they left it.
Those regions are still so poor nowadays basically because of what the roman catholics did there with their Crusades.
Anyway, Berengaria, Prince Sacho’s sister, married Richard I of England in 1991. And after that, as brothers-in-law, Sancho and Richard continued the love affair they were already having for some years. Even after the crusade.
King Sancho VI of Navarre died on June 27th, in 1194. And Prince Sancho, as his eldest son, had to leave his lover Richard and go back to Navarre as its new king. Then, he became King Sancho VII of Navarre.


Nel 1995, Sancho VII ha sposato Constanza, figlia del Conte di Tolosa.
Nel Luglio dello stesso anno, c’è stata la Battaglia di Alarcos, quando il Re di Castiglia lottava contro i suoi nemici ed allora voleva Navarra insieme a lui. Ma Sacho VII è arrivato in ritardo.
Dopo questo, lui ed il Re di Castiglia sono diventati nemici. E veramente lui diventerebbe nemico di molti altri governanti vicini.
Il matrimonio di Sancho VII e Constanza è finito nel 1200. E dopo questo, lui ha sposato una donna che non si sa chiaramente chi era.
Comunque sia, le sue 2 mogli non gli hanno dato nessun figlio, almeno che sia conosciuto per noi oggi.
Più o meno nel 1230, Sancho VII ha avuto un tipo di gangrena nella sua zampa, vedendo che sarebbe morto tra poco. E per questo, ha riconosciuto un figlio di sua sorella come erede del trono.
Sancho VII è morto il 7 Aprile del 1234, quando aveva 64 o 77 anni di età e quasi 40 anni come Re di Navarra.
Troppo poco è veramente saputo della sua vita.
Non c’è nessun quadro o statua suoi fatti quando lui era ancora vivo. Quella che vedete qui sopra è stata data da un pittore che non sono riuscito a identificare chi è.

Até mais!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

NICHOLAS CORTLAND 1940-1988

Oi!!!

Hoje a gente vai lembrar aqui de outro personagem histórico gay. E lembrando que acabaram de se completar 25 anos da morte dele: o ator estadunidense Nicholas Cortland.
Ele nasceu em New York, em 10 de Outubro de 1940.
O Nicholas se formou pela Hofstra University, em New York.
A estreia dele na televisão foi em 1965, em 1 capítulo do seriado The Patty Duke Show.
A estreia no cinema foi em 1972, no filme de terror Frogs (lançado no Brasil com o título de A Invasão das Rãs), no qual o Nicholas interpretou o personagem Kenneth.
Aliás, pra quem não viu, eu já fiz um post sobre esse filme. Deem uma clicada aqui pra ver:


Em 1976, quando o American Conservatory Theater de San Francisco completou 10 anos, 3 peças de teatro foram apresentadas como parte da comemoração. E o Nicholas interpretou o personagem principal das 3.
São poucas as informações disponíveis na Internet sobre a vida pessoal dele. Mas se sabe que ele namorou por muitos anos um escritor chamado Peter R. Kruzan.
O Nicholas também era muito amigo do Tennessee Williams, que escreveu a peça This Is (An Entertainment) especialmente pro Nicholas. E ele fez parte do elenco quando a peça foi encenada pela 1ª vez, em 1976.
Aliás, podem clicar aqui pra ver um post sobre o Tennessee:


Como o Nicholas nasceu em 1940, ele viveu a pós-adolescência dele no início dos anos 60, ou seja, a época em que a AIDS tava se espalhando e ninguém usava camisinha. E isso deve explicar por quê ele foi contaminado pelo HIV.
Ele morreu na casa dele em Manhattan, em 21 de Agosto de 1988, faltando 2 meses pra completar 48 anos. E nos deixou 13 trabalhos como ator no cinema e televisão.

Oggi parleremo un po’ di un altro personaggio storico gay. E l’anniversario di 25 anni della sua morte è appena accaduto. Stiamo parlando dell’attore statunitense Nicholas Cortland.
Lui è nato in New York, il 10 Ottobre del 1940.

Nicholas si è laureato presso la Hofstra University di New York.
Il suo primo lavoro in TV è stato nel 1965, in 1 episodio del serial The Patty Duke Show.
Il primo lavoro di Nicholas come attore di Cinema è stato nel 1972, nel film dell’orrore Frogs. Lui ha avuto la parte di Kenneth.


In 1976, when the American Conservatory Theater in San Francisco celebrated its 10th anniversary, 3 theater plays were presented as part of the celebration. And Nicholas played the lead characters of all of them.
Little information is available at the Internet about his personal life. But it’s public knowledge that he had a love affair for many years with a writer named Peter R. Kruzan.
Well, you can click on the 1st link above to see a post about Frogs (1972). It was Nicholas’ debut as a film actor.


Nicholas era un gran amigo de Tennessee Williams, que escribió la obra de teatro This Is (An Entertainment) dedicándola especialmente a Nicholas. Y él fue parte del elenco cuando la obra se representó por primera vez, en 1976.
A propósito, uds pueden clicar sobre el segundo enlace arriba para ver a un post que habla de Tennessee.
Bueno, Nicholas nació en 1940. Así, vivió su juventud en los años 60, época en que el SIDA se propaga y nadie llevaba un condón. Eso debe explicar por qué él fue infectado con el VIH.
El se murió en su casa, en Manhattan, el 21 de Agosto de 1988, 2 meses antes de que completaría 48 años. Y nos dejó 13 trabajos como actor cinematogárfico y televisivo.


Até!

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

THOR e BALDER




THOR

Pelo menos desde o século II a.C., essa divindade já era cultuada com o deus dos relâmpagos e dos trovões pelas tribos que viviam no território correspondente à atual Alemanha. E templos dele espalhados por toda a Escandinávia mostram que ele foi um dos deuses que teve o culto mais desenvolvido na região.
Thor também é associado ao próprio corpo humano, podendo controlar a cura das feridas e o aumento da força física.
Ele também é visto como o deus dos carvalhos, que têm sua madeira diretamente consagrada a ele.
Como protetor dos oprimidos, Thor costumava aparecer nas lendas lutando contra monstros e gigantes que ameaçavam os humanos.
Ele também é o protetor dos pobres. E assim, ele acolhe os espíritos das pessoas que eram devotas dele e morreram na miséria.
Entre os ases, ele é visto como a 2ª maior divindade masculina, depois de Odin.
Geralmente, Thor era imaginado como filho de Odin, o Rei dos Deuses Vikings, e da deusa Jord. E algumas vezes ele também era visto como marido da deusa Sif.
De todas as divindades vikings, Thor foi a mais retratada em expressões artísticas modernas. Inclusive em filmes e desenhos.


 At least in the 2nd century B.C., Thor was already worshipped as the god of lightning and thunder by the tribes which lived in the territories corresponding to present-day Germany. And his many temples throughout Scandinavia show that he was one of the most worshipped gods in the region.
Thor is also associated with human body itself. He can control the healing of wounds and increase physical strength.
He is also seen as the god of oaks. These trees have their wood directly devoted to him.
As protector of the oppressed, Thor used to appear in the legends fighting against monsters and giants who threatened humans.
He is also the protector of the poor. And so he welcomes the spirits of people who worshipped him and died in misery.
Among the aesir deities, Thor is seen as the 2nd greatest male deity under Odin.
Thor was usually seen as a son of Odin and Jord. Sometimes he was also seen as Sif’s husband.
Among all the viking deities, Thor was the most portrayed in modern artistic expressions. Including films and cartoons.


Por lo menos desde el siglo II antes de Cristo, Thor ya era venerado como el dios del rayo y del trueno por las tribus que vivían en los territorios correspondientes a la Alemania de hoy. Y sus muchos templos en toda Escandinavia muestran que él era uno de los dioses más adorados en la región.
Thor también se asocia con el cuerpo humano en sí. Se puede controlar la curación de heridas y aumentar la fuerza física.
También es visto como el dios de los robles. Estos árboles tienen su madera directamente dedicada a él.
Como protector de los oprimidos, Thor solía aparecer en las leyendas luchando contra monstruos y gigantes que amenazaban a los seres humanos.
El es también el protector de los pobres. Y así se da la bienvenida a los espíritus de las personas que lo adoraban y se murieron en la miseria.
Entre los ases, Thor es visto como la segunda mayor deidad masculina bajo Odín.
Casi siempre era visto como hijo de Odín y Jord. Y algunas veces era visto como marido de Sif.
Entre todos los dioses vikingos, Thor es el más representado en las expresiones artísticas modernas. Incluso películas y dibujos animados.

Almeno nel secolo II a.C., Thor era già adorato come il dio del fulmine e del tuono fra le tribù che vivevano nei territori corrispondenti alla Germania attuale. E i suoi numerosi templi in tutta la Scandinavia mostrano che lui era una delle divinità più venerate nella regione.
Thor è anche associato con il corpo umano. Può controllare la guarigione delle ferite e aumentare la forza fisica.
Lo vedono anche come il dio delle querce. Questi alberi hanno il suo legno direttamente dedicato a lui.
Come protettore degli oppressi, Thor era quasi sempre visto nelle leggende combattendo contro mostri e giganti che minacciavano gli esseri umani.
Lui è anche il protettore dei poveri. E così lui accoglie gli spiriti delle persone che l’adoravano e sono morte in miseria.
Tra le divinità aesir, Thor è la seconda più grande divinità maschile, dopo Odino.
Parlano di Thor quasi sempre come figlio di Odino e Jord e alle volte come marito di Sif.
Tra tutte le divinità vichinghi, Thor è stato la più rappresentata nelle espressioni artistiche moderne. E questo include film e cartoni animati.
BALDER

Esse é o deus da justiça e da paz.
Visto geralmente como filho de Odin e Frigg e marido de Nana, Balder vive em Hell, o mundo dos mortos da religião viking.
As antigas lendas contam que, num passado distante, ele vivia em Asgard junto com os ases. Mas, devido a uma armadilha do deus Loki, o corpo que Balder tinha naquela época foi destruído, lançando o deus em Hell. Mas há a promessa de que ele vai voltar um dia, depois que uma grande desgraça tiver se abatido sobre o Mundo, pra trazer de volta a paz e a justiça.
Isso parece deixar claro que esse deus deve ser invocado por quem passou por uma grande injustiça ou agressão e agora quer reverter a situação: Balder vai mandar suas energias positivas pra favorecer essa pessoa.

Balder is the god of justice and peace.
He is usually seen as Odin and Frigg’s son and Nanna’s husband. And he lives in Hell, the world of the dead in viking religion.
The ancient legends tell that in a distant past Balder lived in Asgard with the aesir deities. But due to a trap of Loki, Balder’s body was destroyed. And that threw the god in Hell. Even so, there’s the promise that he’ll return one day, after the World have been victim of a great misfortune, to bring back peace and justice.
It seems clear that this god is to be invoked by whom was the victim of a great injustice or aggression and now wants to reverse the situation: Balder will send his positive energy to help this person.

Balder es el dios de la justicia y de la paz.
Es generalmente visto como un hijo de Odín y Frigg y esposo de Nanna. Y vive en Hell, el mundo de los muertos en la religión vikinga.
Las antiguas leyendas cuentan que en un pasado lejano Balder vivía en Asgard con los ases. Pero debido a una trampa de Loki, el cuerpo de Balder fue destruido. Y eso arrojó el dios en Hell. Aun así, existe la promesa de que él volverá un día, después de que el Mundo haya sido víctima de un gran infortunio, para traer de vuelta la paz y la justicia.
Eso parece dejar claro que este dios ha que ser invocado por quien fue víctima de una gran injusticia o agresión y ahora quiere revertir la situación: Balder enviará su energía positiva para ayudar a esta persona.

Balder è il dio della giustizia e della pace.
Lo vedono generalmente come un figlio di Odino e Frigg e marito di Nanna. E lui vive in Hell, il mondo dei morti nella religione vichinga.
Le antiche leggende raccontano che in un passato lontano Balder viveva in Asgard con le divinità aesir. Ma a causa di una trappola di Loki, il corpo di Balder è stato distrutto. E questo ha gettato il dio in Hell. Anche così, c’è la promessa che lui tornerà un giorno, dopo che il Mondo sia stato vittima di una grande disgrazia, per riportarci la pace e la giustizia.
Questo ci mostra che questo dio deve esser invocato da chi è stato vittima di una grande ingiustizia o aggressione e adesso vuole invertire la situazione: Balder invierà la sua energia positiva per aiutare questa persona.