quarta-feira, 24 de abril de 2013

DIANA e MERCÚRIO



DIANA

Não há dúvida de que, em sua origem, essa era uma deusa adorada pelos povos florestais da Península Itálica. E já era cultuada ali antes da fundação de Roma.
Diana é a deusa protetora de quem é virgem, mas também não se opõe a quem deixa a virgindade. Ao contrário: ela chega até a proteger as mulheres na hora do parto.
No século VI a.C., os habitantes das colônias gregas do Sul da península começaram a ter contato com o culto dela, sincretizando ela com a deusa Ártemis.
Esse sincretismo foi muito superficial a princípio, mas se fortaleceu bastante cerca de 300 anos depois. E mitos gregos sobre Ártemis ganharam remakes romanos com ela sendo substituída por Diana.
Provavelmente o sincretismo não pegou logo de cara porque as 2 deusas eram imaginadas com personalidades bem diferentes: Diana é uma deusa originalmente pacífica e voltada pra proteção; Ártemis é uma deusa colérica e de paciência curta que paga violência com violência.
Apesar da associação a Ártemis, Diana manteve algumas de suas características originais.
Em alguns casos, o cargo de sacerdote dessa deusa dava à pessoa o direito de ser imune à escravidão, mas também permitia a substituição por assassinato. Assim, era comum que esse cargo fosse ocupado por um escravo fugido, que algum dia acabava sendo assassinado por outro escravo fugido, que também queria pegar o cargo pra ele e se imunizar contra a escravidão. E assim seguia.
Em alguns casos, o sacerdote de Diana ganhava a obrigação de cuidar pro resto da vida de uma corça, animal diretamente consagrado a essa deusa.
Cavalos, por outro lado não podiam se aproximar dos locais de culto da deusa, pois, de acordo com uma lenda, um dos principais adoradores dela morreu ao cair da carruagem onde estava por ter perdido o controle dos cavalos que puxavam a carruagem.
No final do século XX, o culto de Diana se reergueu em alguns grupos específicos da Stregoneria. Principalmente na Tradição Ariciana, fundada pelo bruxo Raven Grimassi.
Clique aqui pra ver mais informações sobre isso:


E clique aqui pra ver informações sobre Ártemis:


There’s no doubt that, in her origin, Diana was a goddess worshipped by the peoples who lived in the forests of the Italian Peninsula. And she was worshipped there before the foundation of Rome.
She’s the patron goddess of virgins, but she’s not opposed to those who leave their virginity. On the contrary: she even protects women in childbirth.
In the 6th century BC, the inhabitants of the Greek colonies of the southern Italian Peninsula began to have contact with Diana’s worship. And they syncretized her with the goddess Artemis.
This syncretism was very weak at first, but it became much more intense about 300 years later. And Greek myths about Artemis were remade in Rome replacing her by Diana.
Probably the syncretism wasn’t accepted at first because the 2 goddesses were imagined with very different personalities. Diana is a goddess originally peaceful and focused on protecting and Artemis is an angry and violent goddess usually with short patience.
Despite her association with Artemis, Diana retained some of her original features.
In some cases, a priest of this goddess had the right to be immune to slavery. But the replacement for murder was also allowed in this charge. Thus, this charge was typically occupied by an escaped slave. And someday that person ended up being murdered by another escaped slave, who also wanted to take the charge for him in order to be immunized against slavery. And so it continued.
In some cases, the priest of Diana earned an obligation to take care of a doe for the rest of the life. This was the animal that symbolized this goddess directly.
Horses, on the other hand, could not get close to the places where the goddess was worshipped. It’s because, according to a legend, one of her main worshippers died after falling from his carriage because of the horses which were pulling it.
At the end of the 20th century, Diana’s worship rose again in some specific groups of Stregheria. Especially at the Arician Tradition, founded by Raven Grimassi.
You can click on the 1st link above to see a post about it.
And you can click on the 2nd link above to see a post about Artemis.

No hay duda de que, en su origen, Diana era una diosa adorada por los pueblos que vivían en los bosques de la Península Italiana. Y ella era adorada allí antes de la fundación de Roma.
Ella es la diosa protectora de los vírgenes, pero no se opone a aquellos que dejan su virginidad. Por el contrario: ella llega hasta mismo a proteger a las mujeres en el parto.
En el siglo VI a.C., los habitantes de las colonias griegas del Sur de la Península Italiana comenzaron a tener contacto con el culto de Diana. Y ellos la sincretizaron con la diosa Artemisa.
Este sincretismo fue muy débil al principio, pero se hizo mucho más intenso cerca de 300 años más tarde. Y los mitos griegos sobre Artemisa fueron rehechos en Roma reemplazándola por Diana.
Probablemente el sincretismo no fue aceptado en un primer momento debido a que las 2 diosas eran imaginadas con personalidades muy diferentes: Diana es una diosa originalmente tranquila y centrada en la protección y Artemisa es una diosa enojada, violenta y casi siempre con poca paciencia.
A pesar de su asociación con Artemisa, Diana mantuvo algunas de sus características originales.
En algunos casos, un sacerdote de esa diosa tenía el derecho a ser inmune a la esclavitud. Pero la sustitución por asesinato también se permitía en ese cargo. Por lo tanto, el cargo era ocupado normalmente por un esclavo fugitivo, que algún día terminaba siendo asesinado por otro esclavo fugitivo, que así conseguía el cargo para él con el fin de ser inmune a la esclavitud. Y así seguía.
En algunos casos, el sacerdote de Diana ganaba la obligación de cuidar de una gama para el resto de la vida, porque este era el animal que simbolizaba la diosa directamente.
Caballos, por otro lado, no podían acercarse a los lugares donde se rendía culto a la diosa. Eso se debe a que, según una leyenda, uno de sus principales devotos se murió porque se cayó de su coche debido a los caballos que usaba allí.
A finales del siglo XX, el culto de Diana volvió a aumentar en algunos grupos específicos de la Stregheria. Especialmente en la Tradición Ariciana, fundada por Raven Grimassi.
Puedes hacer clic en el primer enlace arriba para ver un post sobre ello.
Y puedes hacer clic en el segundo enlace arriba para ver un post sobre Artemisa.

Non c’è dubbio che, per la sua origine, Diana era una dea venerata fra le popolazioni che vivevano nelle foreste della Penisola Italiana. E lei era adorata lì prima della fondazione di Roma.
Lei è la dea protettrice dei vergini, ma lei non è una nemica di coloro che lasciano la loro verginità. Al contrario: lei protegge anche le donne nel parto.
Nel secolo VI aC, gli abitanti delle colonie greche del Sud della Penisola Italiana hanno cominciato ad avere contatto con il culto di Diana. E l’hanno sincretizzata con la dea Artemide.
Questo sincretismo era molto debole in un primo momento, ma sarebbe diventato molto più intenso circa 300 anni dopo. E i miti greci su Artemide sono stati rifatti a Roma, adesso con Diana al suo posto.
Probabilmente il sincretismo non è stato accettato in un primo momento perché le 2 dee erano immaginate con personalità molto diverse. Diana è una dea originariamente pacifica e protezione è il suo obiettivo principale; Artemide è una dea arrabbiata, violenta e di solito non ha molta pazienza.
Nonostante la sua associazione con Artemide, Diana ha mantenuto alcune delle sue caratteristiche originali.
In alcuni casi, un sacerdote di questa dea aveva il diritto di esser immune alla schiavitù. Ma la sostituzinne per omicidio era anche consentita in questa carica. Così, la carica era frequentemente occupata da uno schiavo fuggito, che un giorno finiva per esser ucciso da un altro schiavo fuggito, che così prendeva la carica per lui, per essere immune alla schiavitù. E così continuava.
In alcuni casi, il sacerdote di Diana aveva l’obbligo di prendersi cura di una cerva per il resto della vita. Questo era l’animale che simboleggiava direttamente questa dea.
Cavalli, d’altra parte, non potevano avvicinarsi ai luoghi dove la dea era adorata. È perché, secondo una leggenda, uno dei suoi principali adoratori è morto dopo esser caduto dalla sua carrozza a causa dei cavalli che stava usando lì.
Alla fine del secolo XX, il culto di Diana si è sviluppato nuovamente in alcuni gruppi specifici della Stregheria. Soprattutto alla Tradizione Ariciana, fondata da Raven Grimassi.
È possibile fare clic sul primo link qui sopra per vedere un post su di esso.
Ed è possibile fare clic sul secondo link qui sopra per vedere un post su Artemide.

MERCÚRIO

Esse era originalmente o deus do comércio do trigo, louvado pelos etruscos.
O culto de Mercúrio chegou a Roma em algum momento da 2ª metade do século VI a.C., provavelmente levado por comerciantes etruscos que iam vender suas mercadorias em Roma. E lá, ele começou a ser visto como o deus do comércio em geral.
Assim, não muito tempo depois, moedas romanas passaram a ser cunhadas com a cabeça desse deus.
Sincretizado com o deus grego Hermes, Mercúrio passou a ter várias características dele. E a mais marcante parece ser a ideia que os romanos adquiriram de que Mercúrio é o mensageiro de Júpiter, já que Hermes é o mensageiro de Zeus.
Outras características que foram copiadas passaram por adaptações: Hermes é o deus que protege os viajantes nos caminhos por onde eles andam, então Mercúrio passou a ser visto como o deus das encruzilhadas (lugar onde os caminhos se encontram); como Hermes é um deus que entra frequentemente no mundo dos mortos, Mercúrio passou a ser visto como o deus que conduz os espíritos dos mortos até lá...
A maioria das lendas sobre Mercúrio são remakes dos mitos gregos sobre Hermes, com esse sendo substituído por Mercúrio na história. Mas também existem algumas raríssimas lendas romanas sobre Mercúrio sem relação nenhuma com Hermes.
Clique aqui pra ver mais informações sobre esse deus:


Mercury was originally the god of wheat trade, worshipped by the Etruscans.
His worship arrived at Rome at some point in the 2nd half of the 6th century BC. And it got there probably brought by Etruscan merchants who used to go to Rome for selling their goods. And in Rome he began to be seen as the god of trade in general.
So, not long after, Roman coins began to be made with Mercury’s head on them.
Syncretized with the Greek god Hermes, Mercury now has several of his features. And the most obvious seems to be the Roman idea that Mercury is Jupiter’s messenger, because Hermes is Zeus’ messenger.
Other features that were copied had some adaptation. For example, Hermes is the god who protects travelers on the ways where they walk, then Mercury came to be seen as the god of the crossroads (the place where 2 ways touch each other). And as Hermes is a god who often goes in the world of the dead, so Mercury came to be seen as the god who leads the spirits of dead people to there.
Most of the legends about Mercury are remakes of the Greek myths about Hermes. But there are also some rare Roman legends about Mercury without any relation with Hermes.
You can click on the link above to see a post about this god.

Mercurio era originalmente el dios del comercio de trigo, adorado por los etruscos.
Su culto llegó a Roma en algún momento de la segunda mitad del siglo VI a.C. Y se quedó allí probablemente traído por los comerciantes etruscos que solían ir a Roma para la venta de sus productos. Y en Roma, comenzó a ser visto como el dios del comercio en general.
Así que, no mucho después, monedas romanas comenzaron a ser hechas con la cabeza de Mercurio en ellas.
Syncretizado con el dios griego Hermes, Mercurio tiene desde entonces varias de sus características. Y la más obvia parece ser la idea de los romanos de que Mercurio es el mensajero de Júpiter, porque Hermes es el mensajero de Zeus.
Otras características copiadas de Hermes tuvieron cierta adaptación. Por ejemplo, Hermes es el dios que protege a los viajeros en los caminos en que andan, entonces Mercurio pasó a ser visto como el dios de las encrucijadas (donde 2 caminos se tocan). Y como Hermes es un dios que a menudo se va al mundo de los muertos, Mercurio pasó a ser visto como el dios que lleva a los espíritus de los muertos hacia allí.
La mayoría de las leyendas sobre Mercurio son remakes de los mitos griegos sobre Hermes. Pero también hay algunas leyendas romanas raras sobre Mercurio sin ninguna relación con Hermes.
Puede hacer clic en el enlace de arriba para ver un post acerca de este dios.

Mercurio era in origine il dio del commercio del grano, venerato dagli etruschi.
Il suo culto è arrivato a Roma ad un certo punto della seconda metà del secolo VI aC., probabilmente portato dai mercanti etruschi che quasi sempre andavano a Roma per vendere i loro prodotti. E i romani hanno cominciato a vederlo come il dio del commercio in generale.
Quindi, non molto tempo dopo, monete romane hanno cominciato ad esser fatte con la testa di Mercurio su.
Sincretizzato con il dio greco Ermes, Mercurio ha avuto da allora molte delle sue caratteristiche. E la caratteristica più ovvia sembra essere l’idea dei romani che Mercurio è il messaggero di Giove, perché Ermes è messaggero di Zeus.
Altre caratteristiche che sono state copiate avevano qualche adattamento. Ad esempio, Ermes è il dio che protegge i viaggiatori sulle strade in cui camminano, quindi Mercurio è il dio delle crocevie (il luogo dove 2 strade si toccano). E come Ermes è un dio che va spesso nel mondo dei morti, Mercurio è il dio che guida gli spiriti delle persone morte a lì.
La maggior parte delle leggende su Mercurio sono remakes dei miti greci su Ermes. Ma ci sono anche alcune leggende romane rare su Mercurio senza nessuna relazione con Ermes.
È possibile fare clic sul link qui sopra per vedere un post su questo dio.

2 comentários:

Wanderley Elian Lima disse...

Oi Leo
Adoro mitologia, e é sempre bom saber um pouco mais.
Bjux

Leo Natura disse...

É. Pra quem quiser conhecer tanto a mitologia quanto a religião da Roma Antiga.
Beijos também!