Oi!!!
Hoje vamos ter outro texto só em Português, por se referir a uma questão específica do Brasil...
Eu vou falar sobre uma questão que não costuma ser muito discutida em meios de comunicação, mas pode ser percebida sem muito esforço quando prestamos atenção nas penitenciárias masculinas do Brasil: a grande quantidade de mulheres héteros que se apaixonam enlouquecidamente por bandidos do sexo masculino.
Se você pesquisar a história dos criminosos conhecidos como “Bandido da Luz Vermelha” e “Maníaco do Parque”, ou de qualquer outro criminoso masculino famoso, você vai ver a quantidade de cartas que eles recebem de mulheres apaixonadíssimas querendo se casar com eles, querendo ficar junto deles o tempo todo...
Frequentemente você ouve comentários mais ou menos assim vindos desse tipo de mulher:
“O fulano é uma pessoa maravilhosa! Ele vai ser um pai maravilhoso pros meus filhos! Ele não tem culpa do que ele fez! Ele foi levado a fazer aquilo! É que só eu entendo as coisas que ele faz!”
É interessante frisar que isso é visivelmente um problema específico das mulheres: você não vê homens se manifestando dessa forma pra alguma criminosa feminina e dizendo que aquela vai ser uma mãe maravilhosa pro filho dele, né?
Bom, por que isso acontece? Vamos ver casos mais simples pra depois chegar até aí:
Num relacionamento hétero, não é raro ver que, quando um homem trai a namorada ou a esposa, essa namorada ou esposa geralmente não parte assim tanto pra cima dele; ela parte muito mais pra cima da outra mulher que apareceu na história. No início, ela pode até manifestar lá uma certa revolta contra o namorado ou o marido. Mas depois, o que a gente ouve dela costuma ser basicamente o seguinte:
“O fulano não teve culpa de nada! A culpa foi da piranha da beltrana, que fica dando em cima dele o tempo todo, coitado! Ele é homem, né? Eu tenho que entender!”
E só lembrando o óbvio: quem traiu ela aí foi o homem, não foi a outra mulher que apareceu (a outra é no máximo o instrumento da traição, mas não é a traidora).
Quando acontece qualquer desentendimento numa família, quase sempre se vê lá uma mulher que dá razão à pessoa que está mais errada naquela situação e que fica contra a outra pessoa que está mais certa. Mesmo que o desentendimento em questão seja entre 2 filhos dela, a mulher costuma passar a mão na cabeça do filho que está mais errado, querer proteger o filho que está mais errado... E ao mesmo tempo, ela chega pro filho que está mais certo e diz que ele é que tem que ceder, ele é que tem que entender o lado do irmão...
DUVIDO que qualquer pessoa que esteja lendo esse texto já não tenha visto essa cena algumas dezenas de vezes por aí.
Bom, continuando: se você encontrar uma mulher apanhando do namorado ou do marido e entrar no meio pra tentar separar, já posso adiantar que muito provavelmente quem vai se dar mal é você... Você vai acabar levando porrada daquele homem também? Talvez. Mas quem vai agredir você com mais violência ainda provavelmente vai ser a mulher que está apanhando ali: ela vai ficar contra você e a favor dele. Já vi isso várias vezes.
E se você bater nele querendo proteger ela, ela vai dizer que você está querendo destruir o casamento feliz dela por inveja! E vai começar a bater em você com toda a violência que ela puder pra defender aquele “homem maravilhoso”!
Mas vamos dizer que você não tenha entrado no meio da briga fisicamente. Você só chamou a polícia ou alguma coisa assim... Quando a polícia chega pra prender aquele homem, você vê aquela mulher desesperada ao ver aquele “homem maravilhoso” sendo preso! Em algumas vezes, mesmo que ela esteja mancando, sangrando e com a cara toda arrebentada, ela diz à polícia que é tudo um mal-entendido, que ele não encostou nem 1 dedo nela, que ela só levou um tombo e se machucou... Ou, no mínimo, ela assume que ele fez aquilo, mas não fez por mal.
E se você entrar no meio pra testemunhar o contrário disso, ela avança em cima de você!
É claro que algumas vezes não é de uma forma tão explícita assim. Às vezes, quando o cara vai preso, na hora, a mulher fala alguma coisa mais ou menos do tipo:
“Isso tinha mesmo que parar! Eu não mereço isso! Ele não me merece!”
Na semana seguinte, com o cara ainda preso, você vê a mesma mulher falando alguma coisa mais ou menos assim:
“Tá bom... Ele errou... Mas ele é o homem com quem eu pretendia construir uma vida... Não acho certo que ele continue lá preso até agora...”
Bom, o que é que a gente percebe em todas essas situações? Na vida pessoal, a mulher tem a clara tendência de dar razão a quem está errado, de querer proteger quem está errado, de passar a mão na cabeça de quem está errado... Mesmo que pra isso ela ataque quem está certo, inclusive!
Assim como existe mulher que acha que tem que casar pra se autoafirmar como mulher, assim como existe mulher que acha que tem que ter filhos pra se autoafirmar como mulher, também existe mulher que acha que pra se autoafirmar como mulher tem que ter alguém na vida pessoal dela que ela tente inocentar o tempo todo, que ela tente proteger o tempo todo, de quem ela tente encobrir os erros e os defeitos o tempo todo... E tem quase sempre aquela ideia de que ELA entende ele melhor do que o resto da Humanidade ou mesmo de que SÓ ELA no Mundo entende ele.
E isso ela vai encontrar num bandido.
Talvez seja essa a explicação pra esse fenômeno das penitenciárias masculinas, né?
E depois ainda vêm aqueles discursos feministóides dizendo que o Mundo só vai evoluir quando todos começarem a pensar de forma mais feminina, quando todos deixarem a sua “porção mulher” sair...
Bom, se pensar de forma mais feminina e deixar a porção mulher sair significa pensar e agir da forma retardada que foi mostrada nos exemplos acima, então que eu continue pensando de forma mais masculina. No mínimo, eu não vou fazer tanta besteira.
Fica aí algo pra refletir.
Até mais!
Hoje vamos ter outro texto só em Português, por se referir a uma questão específica do Brasil...
Eu vou falar sobre uma questão que não costuma ser muito discutida em meios de comunicação, mas pode ser percebida sem muito esforço quando prestamos atenção nas penitenciárias masculinas do Brasil: a grande quantidade de mulheres héteros que se apaixonam enlouquecidamente por bandidos do sexo masculino.
Se você pesquisar a história dos criminosos conhecidos como “Bandido da Luz Vermelha” e “Maníaco do Parque”, ou de qualquer outro criminoso masculino famoso, você vai ver a quantidade de cartas que eles recebem de mulheres apaixonadíssimas querendo se casar com eles, querendo ficar junto deles o tempo todo...
Frequentemente você ouve comentários mais ou menos assim vindos desse tipo de mulher:
“O fulano é uma pessoa maravilhosa! Ele vai ser um pai maravilhoso pros meus filhos! Ele não tem culpa do que ele fez! Ele foi levado a fazer aquilo! É que só eu entendo as coisas que ele faz!”
É interessante frisar que isso é visivelmente um problema específico das mulheres: você não vê homens se manifestando dessa forma pra alguma criminosa feminina e dizendo que aquela vai ser uma mãe maravilhosa pro filho dele, né?
Bom, por que isso acontece? Vamos ver casos mais simples pra depois chegar até aí:
Num relacionamento hétero, não é raro ver que, quando um homem trai a namorada ou a esposa, essa namorada ou esposa geralmente não parte assim tanto pra cima dele; ela parte muito mais pra cima da outra mulher que apareceu na história. No início, ela pode até manifestar lá uma certa revolta contra o namorado ou o marido. Mas depois, o que a gente ouve dela costuma ser basicamente o seguinte:
“O fulano não teve culpa de nada! A culpa foi da piranha da beltrana, que fica dando em cima dele o tempo todo, coitado! Ele é homem, né? Eu tenho que entender!”
E só lembrando o óbvio: quem traiu ela aí foi o homem, não foi a outra mulher que apareceu (a outra é no máximo o instrumento da traição, mas não é a traidora).
Quando acontece qualquer desentendimento numa família, quase sempre se vê lá uma mulher que dá razão à pessoa que está mais errada naquela situação e que fica contra a outra pessoa que está mais certa. Mesmo que o desentendimento em questão seja entre 2 filhos dela, a mulher costuma passar a mão na cabeça do filho que está mais errado, querer proteger o filho que está mais errado... E ao mesmo tempo, ela chega pro filho que está mais certo e diz que ele é que tem que ceder, ele é que tem que entender o lado do irmão...
DUVIDO que qualquer pessoa que esteja lendo esse texto já não tenha visto essa cena algumas dezenas de vezes por aí.
Bom, continuando: se você encontrar uma mulher apanhando do namorado ou do marido e entrar no meio pra tentar separar, já posso adiantar que muito provavelmente quem vai se dar mal é você... Você vai acabar levando porrada daquele homem também? Talvez. Mas quem vai agredir você com mais violência ainda provavelmente vai ser a mulher que está apanhando ali: ela vai ficar contra você e a favor dele. Já vi isso várias vezes.
E se você bater nele querendo proteger ela, ela vai dizer que você está querendo destruir o casamento feliz dela por inveja! E vai começar a bater em você com toda a violência que ela puder pra defender aquele “homem maravilhoso”!
Mas vamos dizer que você não tenha entrado no meio da briga fisicamente. Você só chamou a polícia ou alguma coisa assim... Quando a polícia chega pra prender aquele homem, você vê aquela mulher desesperada ao ver aquele “homem maravilhoso” sendo preso! Em algumas vezes, mesmo que ela esteja mancando, sangrando e com a cara toda arrebentada, ela diz à polícia que é tudo um mal-entendido, que ele não encostou nem 1 dedo nela, que ela só levou um tombo e se machucou... Ou, no mínimo, ela assume que ele fez aquilo, mas não fez por mal.
E se você entrar no meio pra testemunhar o contrário disso, ela avança em cima de você!
É claro que algumas vezes não é de uma forma tão explícita assim. Às vezes, quando o cara vai preso, na hora, a mulher fala alguma coisa mais ou menos do tipo:
“Isso tinha mesmo que parar! Eu não mereço isso! Ele não me merece!”
Na semana seguinte, com o cara ainda preso, você vê a mesma mulher falando alguma coisa mais ou menos assim:
“Tá bom... Ele errou... Mas ele é o homem com quem eu pretendia construir uma vida... Não acho certo que ele continue lá preso até agora...”
Bom, o que é que a gente percebe em todas essas situações? Na vida pessoal, a mulher tem a clara tendência de dar razão a quem está errado, de querer proteger quem está errado, de passar a mão na cabeça de quem está errado... Mesmo que pra isso ela ataque quem está certo, inclusive!
Assim como existe mulher que acha que tem que casar pra se autoafirmar como mulher, assim como existe mulher que acha que tem que ter filhos pra se autoafirmar como mulher, também existe mulher que acha que pra se autoafirmar como mulher tem que ter alguém na vida pessoal dela que ela tente inocentar o tempo todo, que ela tente proteger o tempo todo, de quem ela tente encobrir os erros e os defeitos o tempo todo... E tem quase sempre aquela ideia de que ELA entende ele melhor do que o resto da Humanidade ou mesmo de que SÓ ELA no Mundo entende ele.
E isso ela vai encontrar num bandido.
Talvez seja essa a explicação pra esse fenômeno das penitenciárias masculinas, né?
E depois ainda vêm aqueles discursos feministóides dizendo que o Mundo só vai evoluir quando todos começarem a pensar de forma mais feminina, quando todos deixarem a sua “porção mulher” sair...
Bom, se pensar de forma mais feminina e deixar a porção mulher sair significa pensar e agir da forma retardada que foi mostrada nos exemplos acima, então que eu continue pensando de forma mais masculina. No mínimo, eu não vou fazer tanta besteira.
Fica aí algo pra refletir.
Até mais!
2 comentários:
Nossa, só de ler já me senti péssimo, pensar que ainda exista isso.Mas sei que existe.Abs!
Bom, essa questão da violência física contra a mulher praticada pelo namorado ou pelo marido, até poucos anos atrás, era atribuída EXCLUSIVAMENTE ao problema da dependência financeira: diziam que a mulher só cedia a viver esse tipo de vida porque ela não tinha condições financeiras de sobreviver sem o sustento daquele homem.
Mas, nos últimos anos, isso começou a não colar mais, né? Uma mulher que depende taaaaaaaaaanto assim do sustento financeiro do namorado ou marido, que não tenha nenhuma outra fonte possível de sustento além daquele homem (uma pensão ou outro tipo de benefício ou então simplesmente amigos ou parentes que deem uma ajudinha a ela pelo menos por um tempo) não é uma coisa comum de se ver aqui na nossa realidade, ou seja, no Brasil de 2013.
E as pesquisas mostram que mais da metade das mulheres que são vítimas desse tipo de violência trabalham. Se elas não trabalham num lugar fixo, no mínimo fazer trabalhos eventuais de vez em quando e daí já podem conseguir alguma coisa um pouquinho melhor. Então, mesmo que haja alguma dependência financeira, rarissimamente é uma dependência tão grande assim.
O que ocorre na quase totalidade dos casos é que aquela mulher não se afasta daquele homem por motivos emocionais. E não por dependência financeira. E é igualmente por motivos emocionais que muitas não denunciam os seus agressores na delegacia ou então denunciam e pouco depois retiram a queixa.
Quando elas tentam se justificar, você ouve alguma coisa mais ou menos assim:
´´Eu fico pensando... Como é que eu posso amar uma pessoa, amar, amar, amar e depois vou denunciar?``
Bom, como eu disse, é a obsessão feminina em passar a mão na cabeça de quem está errado.
Abraços também.
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